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  • André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

    André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

    A saída de Toffoli ocorreu após ele tomar uma série de decisões polêmicas na condução do caso, incluindo a imposição de sigilo severo sobre provas e a revelação de ligações do magistrado com pessoas interessadas no caso, como o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

    (CBS NEWS) – O ministro André Mendonça do STF (Supremo Tribunal Federal) foi designado o novo relator do caso Master na corte.

    A decisão de designar um novo ministro para cuidar do caso foi definida em reunião com todos os magistrados nesta quinta-feira (12), em que ficou acertado que Dias Toffoli deixaria a relatoria do caso.

    Mendonça foi escolhido relator por sorteio, que deixou de fora apenas o próprio Toffoli e o presidente do tribunal, Edson Fachin.

    Mendonça também é responsável por outro inquérito de grande repercussão e com impactos políticos diretos sobre o mundo político: a investigação sobre fraudes em descontos de aposentados e pensionistas do INSS.

    A saída de Toffoli ocorreu após ele tomar uma série de decisões polêmicas na condução do caso, incluindo a imposição de sigilo severo sobre provas e a revelação de ligações do magistrado com pessoas interessadas no caso, como o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master.

    A Folha de S.Paulo mostrou, por exemplo, que empresas ligadas a parentes de Toffoli tiveram como sócio um fundo de investimentos conectado à teia usada pelo Master em fraudes. Nesta quinta, o magistrado confirmou ser sócio de firma que foi dona de resort no Paraná e vendeu cotas do negócio a um fundo ligado às investigações sobre Vorcaro.

    A saída de Toffoli do caso impede que a investigação em torno do banco volte à estaca zero. Se ele fosse considerado suspeito ou impedido, todas as decisões assinadas até aqui seriam automaticamente anuladas. Os depoimentos já colhidos, a acareação entre banqueiros e os mandados de busca cumpridos não teriam mais validade.

    André Mendonça vira novo relator do caso Master após Toffoli se afastar de investigação

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  • Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

    Movimentação do USS Gerald R. Ford reforça presença militar na região em meio à pressão de Donald Trump por um acordo nuclear com o Irã. Deslocamento coloca dois grupos de ataque de porta-aviões na área e sinaliza possível escalada nas tensões

    O maior porta-aviões dos Estados Unidos, o USS Gerald R. Ford, recebeu ordens para deixar o Mar das Caraíbas e seguir para o Oriente Médio, segundo uma fonte não identificada ouvida pela Associated Press. A decisão consolida informações de que a Casa Branca avalia uma possível ação militar contra o Irã em meio a tensões crescentes sobre o programa nuclear do país.

    A movimentação do USS Gerald R. Ford, noticiada inicialmente pelo The New York Times, vai colocar dois porta-aviões e seus navios de guerra acompanhantes na região. O porta-aviões USS Abraham Lincoln, acompanhado por três contratorpedeiros lançadores de mísseis, já está no Oriente Médio há mais de duas semanas.

    Fontes disseram à AP que as instruções para a nova rota do USS Ford foram dadas sob condição de anonimato, por envolver questões sensíveis de estratégia militar. A mudança representa uma reversão repentina nas operações do navio, que havia sido deslocado do Mar Mediterrâneo para o Caribe no ano passado, quando os EUA intensificaram a presença militar na região antes de uma operação que resultou na captura do então presidente venezuelano Nicolás Maduro.

    A concentração de poder naval no Oriente Médio também desafia a recente estratégia de segurança nacional dos Estados Unidos, que vinha enfatizando prioridades no Hemisfério Ocidental em detrimento de outras regiões geopolíticas.

    O presidente Donald Trump disse recentemente que considera enviar uma segunda força de ataque de porta-aviões ao Oriente Médio caso as negociações com o Irã não avancem.

    O USS Gerald R. Ford iniciou sua missão em junho de 2025, o que significa que sua tripulação estará embarcada há cerca de oito meses nas próximas semanas. Não está claro quanto tempo o navio permanecerá no Oriente Médio, mas a nova missão pode se estender por um período excepcionalmente longo.

    A Casa Branca ainda não comentou oficialmente a nova movimentação militar.

     

    Tensão aumenta e EUA enviam maior porta-aviões ao Oriente Médio

  • Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

    Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

    Para os próximos anos, indicou que a agenda do BC estará centrada na “estabilidade”, tanto monetária quanto financeira. “Avançamos muito em competição e inclusão. Agora, a ênfase será estabilidade”, afirmou

    (FOLHAPRESS) – O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou, nesta quarta-feira (11), que a autoridade monetária está em busca de dados adicionais que reforcem a confiança necessária para iniciar um ciclo de redução na taxa básica de juros, a Selic, a partir de março. Atualmente, os juros brasileiros encontram-se em 15% ao ano.

    “O Banco Central está mais para um transatlântico do que para um jet ski. Ele não pode fazer grandes movimentos e mudanças”, disse Galípolo, ao participar do CEO Conference Brasil, evento promovido pelo BTG Pactual.

    Segundo Galípolo, a palavra-chave do momento é “calibragem”. Ele afirmou que o BC seguirá dependente dos dados e não pretende oferecer sinalizações adicionais sobre os próximos passos do Copom (Comitê de Política Monetária) além do que já foi comunicado.

    O presidente do BC negou que o uso recente dos termos “serenidade” e “parcimônia” representaria alteração na estratégia da instituição. “Não há nenhuma mudança de função de reação”, afirmou.

    “Sobre o resto do ano, qualquer sinalização corre o risco de ser frustrada e causar mais dano do que ajudar”, disse ele, referindo-se ao cenário incerto de geopolítica, mudanças na política econômica dos Estados Unidos e as eleições brasileiras.

    Galípolo afirmou que a resiliência do mercado de trabalho segue um ponto de atenção, com desemprego em níveis historicamente baixos, e que os salários crescem acima da inflação e da produtividade -fator que, segundo ele, pressiona a dinâmica de preços.

    Ele defendeu que o país avance na agenda de produtividade para permitir crescimento mais sustentável e juros mais baixos no longo prazo. “A melhoria de bem-estar está calcada em ganhos de produtividade.”

    Ao tratar do regime de metas de inflação, disse que o patamar brasileiro está alinhado ao de outros países e elogiou declarações recentes do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em defesa da meta. Para Galípolo, o debate central deveria ser outro: por que o Brasil precisa manter juros estruturalmente mais elevados que seus pares e, ainda assim, enfrenta dificuldade para convergir a inflação.

    Sobre a volatilidade recente do câmbio, Galípolo disse que o BC já atuou de formas opostas em momentos distintos: sem intervir em um fim de ano e promovendo, no seguinte, a maior intervenção cambial da história recente. “A diferença foi a realidade.”

    Para ele, o Brasil se beneficiou recentemente de uma reavaliação global de riscos, com investidores diversificando posições fora dos Estados Unidos. 

    Ainda assim, ponderou que não está claro se esse movimento é estrutural.
    Segundo a avaliação dele, a agenda econômica do governo americano tenta resolver um dilema complexo: manter o dólar como moeda de reserva internacional sem sustentar déficits elevados em conta-corrente.

    Para o Brasil aproveitar o momento, disse, é preciso avançar em reformas que aumentem a atratividade ao investimento privado. “As vantagens competitivas estão colocadas. Depende de nós.”

    FOCO EM ESTABILIDADE

    Questionado sobre episódios recentes no sistema financeiro, incluindo a liquidação do Banco Master, Galípolo afirmou que o BC discute aperfeiçoamentos regulatórios, como mudanças nas regras do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), limites de alavancagem e maior atenção ao descasamento entre ativos e passivos.

    Ele agradeceu publicamente o apoio da Polícia Federal nas investigações e disse que o aprimoramento da supervisão é contínuo. “É um trabalho de polícia e ladrão. Você fecha uma porta, tentam abrir outra.”

    Para os próximos anos, indicou que a agenda do BC estará centrada na “estabilidade”, tanto monetária quanto financeira. “Avançamos muito em competição e inclusão. Agora, a ênfase será estabilidade”, afirmou.

    Sobre as duas vagas abertas na diretoria do BC, limitou-se a dizer que a indicação é prerrogativa do presidente da República e defendeu que a política monetária dependa cada vez menos de nomes e mais do arcabouço institucional.

    “Eu sonho com o dia em que ninguém saiba quem é o presidente do Banco Central”, disse.

    Galípolo diz que BC será transatlântico em ano de incerteza e evita sinalizar rumo dos juros

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  • CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

    CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

    A declaração ocorre em meio à repercussão das menções a Toffoli no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, encontradas pela Polícia Federal (PF). O foco do relator está nos resorts que tiveram participação de dois irmãos do ministro do STF. Toffoli é relator do processo sigiloso do Banco Master no Supremo, e esses resorts devem ser alvo dos primeiros pedidos de quebra de sigilo.

    Relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que a comissão votará, na semana posterior ao carnaval, requerimentos de quebra de sigilo e de convocação de pessoas ligadas ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), e ao Banco Master. A informação havia sido antecipada pelo Estadão.

    A declaração ocorre em meio à repercussão das menções a Toffoli no celular do banqueiro Daniel Vorcaro, encontradas pela Polícia Federal (PF). O foco do relator está nos resorts que tiveram participação de dois irmãos do ministro do STF. Toffoli é relator do processo sigiloso do Banco Master no Supremo, e esses resorts devem ser alvo dos primeiros pedidos de quebra de sigilo.

    \”O Tofollão é um escândalo tão grande que não dá para esconder nas artimanhas do sistema. O Brasil só será uma República com todos sob a mesma lei\”, escreveu Vieira em sua conta no X.

    Conforme revelou o Estadão, o pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, é dono dos fundos de investimento que compraram parte da participação milionária dos irmãos do ministro no resort de luxo Tayayá, no interior do Paraná: o engenheiro José Eugênio Dias Toffoli e o padre José Carlos Dias Toffoli.

    A cunhada de Toffoli, Cássia Pires Toffoli, esposa de José Eugênio, negou que o marido fosse sócio da empresa que chegou a deter um terço do empreendimento.

    O Estadão também mostrou que os irmãos do magistrado foram sócios de um segundo resort da rede Tayayá, localizado às margens do Rio Paraná.

    A comissão também votará requerimentos de quebra de sigilo e convocação relacionados ao escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro Alexandre de Moraes. O contrato do escritório com o banco de Daniel Vorcaro, conforme revelou O Globo, poderia chegar a R$ 129 milhões se fosse cumprido integralmente.

    Criada em novembro do ano passado, a CPI do Crime Organizado no Senado investiga temas como ocupação de território por facções, lavagem de dinheiro, corrupção e sistema prisional. Para o relator, há conexões que justificam a inclusão do Banco Master no escopo da investigação.

    CPI do Crime Organizado vota quebra de sigilo de pessoas ligadas a Toffoli após carnaval

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  • Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

    Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

    Viagem inclui participação em cúpula global sobre inteligência artificial, encontros com líderes estrangeiros e fóruns empresariais. Governo brasileiro pretende avançar em acordos sobre minerais críticos, comércio, cooperação tecnológica e ampliar parcerias estratégicas com Índia e Coreia do Sul.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará duas visitas oficiais entre os dias 17 e 24 de fevereiro. O primeiro destino será a Índia, até o dia 21. No dia seguinte (22), ele partirá para a Coreia do Sul, retornando ao Brasil no dia 24.

    O Ministério das Relações Exteriores (MRE) apresentou nesta quinta-feira (12) os detalhes da viagem presidencial. Entre os assuntos que serão tratados estão minerais críticos e terras raras, elementos relevantes para a transição energética; e segurança no uso da inteligência artificial (IA), tema central de evento previsto para os dias 18 e 19, em Nova Délhi, na Índia.

    “Será a primeira vez que um presidente brasileiro participa de um evento global de alto nível sobre IA”, informou o diretor do Departamento de Ciência, Tecnologia, Inovação e Propriedade Intelectual do Itamaraty, Eugênio Vargas Garcia.

    Garcia explicou que a cúpula de IA discutirá assuntos relacionados a fontes de recursos para a democratização desta tecnologia, bem como seu uso para empoderamento social, inovação e desenvolvimento social.

    A expectativa é que o presidente brasileiro discurse no dia 19, durante a plenária de alto nível, após a abertura do evento, que ficará a cargo do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi.

    Visita de Estado

    Os dias 20 e 21 serão dedicados à visita de Estado. Esta será a quarta vez que Lula e Modi se encontram. O presidente brasileiro será homenageado com um almoço oferecido pelo presidente indiano, Droupadi Murmu.

    Segundo a secretária do Itamaraty para assuntos relacionados à Ásia e ao Pacífico, embaixadora Susan Kleebank, os dois países assinarão parcerias e memorandos de entendimento sobre terras raras e minerais críticos.

    “Será também oportunidade para avançarmos no acordo de comercial preferencial entre o Mercosul e a índia”, destacou Susan Kleebank.

    Há expectativa de que esses encontros resultem na ampliação do prazo de vistos de turista, dos atuais cinco para dez anos.

    São também esperados avanços nas colaborações entre a Embraer e a indiana Adani Defense & Aerospace, uma das empresas que lideram o setor aeroespacial indiano.

    Declaração conjunta

    Lula participará ainda da inauguração do escritório da ApexBrasil na Índia. O MRE organizou um fórum empresarial, no dia 21, que já conta com a participação de mais de 300 empresas brasileiras, de setores como agropecuário, saúde, tecnologia, minérios, alimentos e fármacos.

    Ao final da visita, está prevista uma declaração conjunta de Brasil e Índia. Susan Kleebank antecipou alguns dos pontos que já vêm sendo acordados entre os dois países que, segundo ela, têm “posições coincidentes na pauta internacional”.

    O documento tratará de temas como desafios ao multilateralismo e ao comércio internacional; mudanças no Conselho de Segurança das Nações Unidas; e a situação de Gaza.

    Coreia do Sul

    Na sequência, a comitiva presidencial seguirá para a Coreia do Sul. Entre os dias 22 e 24 de fevereiro, o presidente Lula se reunirá com o presidente sul coreano, Lee Jae Myung, e com CEOs de grandes empresas daquele país.

    De acordo com o Itamaraty, o governo brasileiro pretende, com a viagem, ampliar o comércio entre os dois países. Para tanto, foi agendado um fórum empresarial e a assinatura de um plano com previsão de ações a serem implementadas até 2029.

    As ações serão voltadas a alavancar negócios em áreas como agricultura, desenvolvimento agrário, aviação, comércio, saúde, cooperação financeira, cosméticos, fármacos, ciência e tecnologia.

    Até o momento, mais de 130 empresas se inscreveram para participar do Fórum Empresarial Brasil-Coreia. Lula voltará ao Brasil no dia 24 de fevereiro.

    Itamaraty detalha viagem de Lula à Índia e à Coreia do Sul

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  • Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

    Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

    A relativa estabilidade da moeda americana no exterior, mesmo após o payroll forte reforçar a postura cautelosa do Federal Reserve, limita uma recuperação mais consistente da divisa norte-americana

    O dólar opera em queda ante o real na manhã desta quinta-feira, 12, pressionado pela rotação global de carteiras em direção a emergentes e pela sinalização de gradualismo na Selic pelo presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo.

    A relativa estabilidade da moeda americana no exterior, mesmo após o payroll forte reforçar a postura cautelosa do Federal Reserve, limita uma recuperação mais consistente da divisa norte-americana.

    O índice DXY segue travado, intercalando viés de alta e viés de queda, enquanto investidores aguardam o CPI dos EUA amanhã e, hoje, dados de auxílio-desemprego (10h30) e moradias (12h).

    Os juros futuros curtos e intermediários oscilam próximos dos ajustes anteriores em meio a quedas do dólar ante o real e dos dados de Serviços no país maior que a previsão mediana do mercado na margem. Os juros longos recuam, alinhados aos rendimentos dos Treasuries.

    O volume de serviços caiu 0,4% em dezembro ante novembro, mais que a mediana de -0,1%, segundo o IBGE. Na comparação anual, houve alta de 3,4%, próxima à estimativa de 3,5%. Em 2025, o setor acumulou crescimento de 2,8%, em linha com o esperado.

    O Tribunal de Justiça de São Paulo prevê gastar R$ 4,8 bilhões em 2026 para penduricalhos suspensos por liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. Segundo o Estadão/Broadcast, ao menos seis rubricas não têm previsão legal. O Ministério da Previdência, liderado por Wolney Queiroz, recomendou veto parcial aos aumentos salariais dos servidores do Congresso devido à inclusão inconstitucional de gratificações nas aposentadorias, competência do presidente da República.

    A Petrobras pagará no dia 20 a primeira parcela da remuneração aos acionistas referente à antecipação de 2025, integralmente em juros sobre capital próprio (JCP), no valor bruto de R$ 0,48052467 por ação, corrigido pela Selic.

    Líderes de toda a União Europeia estão reunidos nesta quinta-feira à medida que o bloco de 27 nações enfrenta o antagonismo do presidente dos EUA, Donald Trump, táticas econômicas agressivas da China e ameaças híbridas da Rússia, desafios que levaram a uma reconsideração da abordagem europeia em relação à diplomacia e ao comércio.

    A Restaurant Brands International (RBI), dona do Burger King, lucrou US$ 113 milhões no 4º trimestre, abaixo de um ano antes. O lucro ajustado por ação (US$ 0,96) e a receita (US$ 2,47 bilhões) superaram as estimativas. A ação subia 1,2% no pré-mercado.

    Dólar mantém queda ante real com apetite por risco em NY e rotação de fluxo

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  • Corinthians se aproxima de meta de Dorival em busca de ‘equipe mais forte’

    Corinthians se aproxima de meta de Dorival em busca de ‘equipe mais forte’

    (UOL/FOLHAPRESS) – Depois do retorno do lateral Angileri e da contratação do volante Allan, o Corinthians se aproxima de alcançar uma meta no mercado planejada pelo técnico Dorival Júnior.

    “MAIS TRÊS OU QUATRO REFORÇOS”

    Após o clássico contra o Palmeiras, o comandante alvinegro afirmou que precisava de mais três ou quatro nomes para que tivesse uma “equipe mais forte”. Com o retorno de Angileri e a chegada por empréstimo de Allan, a diretoria alvinegra fica próxima de cumprir a meta de Dorival.

    “Eu ainda planejo mais três ou quatro reforços. Precisamos de uma equipe mais forte. Tenho certeza que o presidente sabe disso. Conversamos todos os dias sobre novos jogadores, das necessidades que temos. Se quisermos uma equipe realmente forte para disputar as competições, necessitamos de mais atletas para reforçar o grupo”, disse Dorival após o clássico contra o Palmeiras.

    O contrato antigo de Angileri havia se encerrado em dezembro. Desde então, a negociação para a renovação do lateral se arrastava. O Corinthians desejava reduzir o salário do argentino, algo que ele não queria. No final, a vontade de Angileri de disputar a Libertadores pesou para que ele aceitasse os termos financeiros.

    A chegada de Allan também aconteceu após a vontade do atleta pesar. Embora sem protagonismo, o Flamengo via o volante como opção para compor elenco. Ele ainda chegou a estar próximo de um acerto com o São Paulo e recebeu propostas mais vantajosas financeiramente de outros clubes, como o Santos, mas optou por atuar no Corinthians.

    Os dois reforços, além de ajudarem Dorival, seguem a estratégia financeira do Corinthians na janela. O Timão tem buscado nomes que possa vir sem custos de transferência -Angileri pertencia ao clube e Allan chega por empréstimo até o fim do ano, com o Corinthians pagando seus salários. As chegadas de Gabriel Paulista, Pedro Milans, Matheus Pereira e Kaio César também foram sem custos de transferência.

    MARROQUINO FORA DA CONTA DE DORIVAL

    Perto de ser anunciado, o meio-campista marroquino Zakaria Labyad não estaria dentro da conta de “três ou quatro” reforços de Dorival. O técnico comentou sobre o número justamente ao ser perguntado sobre a chegada de Labyad.

    O Zakaria não foi um pedido meu, mas estou aqui para treinar a equipe. A equipe que me for dada nas mãos, eu vou treinar. Eu conheço pouco dele, tive algumas informações do Memphis. Mas que venha, acrescente e vai ser tratado muito bem. Não foi minha indicação, mas não tem problema. Vai ser importante e vai ter condições de lutar pelo seu espaço.Dorival Júnior

    Labyad foi indicado por Memphis Depay, que jogou com o meio-campista entre 2011 e 2012, no PSV. Ele estava sem clube desde que deixou o Dalian Yingbo, da China, no início do ano. A provável chegada do marroquino acontece em meio a críticas internas ao trabalho de mapeamente de mercado liderado por Renan Bloise – aliados do presidente Osmar Stábile acreditam que as indicações externas estão tendo muito influência nas contratações, e não apontamentos iniciais da equipe de scout.

    Com o marroquino fora da conta de reforços de Dorival, o Timão precisaria de pelo menos mais uma contratação para bater a meta do técnico. No momento, o Corinthians não tem conversas encaminhadas com nenhum nome.

    CONTA PODE AUMENTAR?

    O número de reforços citado pelo comandante contava, de início, com o volante José Martínez fazendo parte do elenco. Após mais de um mês afastado devido a problemas para renovar seu passaporte na Venezuela, o volante se reapresentou no último sábado (7).

    O venezuelano, no entanto, retornou de seu país natal com uma grave lesão no ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. O volante precisará de cirurgia para recuperação e pode ficar de fora de toda a temporada.

    Após a descoberta da lesão, o Corinthians estuda sua rescisão contratual, o que pode afetar a conta de Dorival. Caso Martínez seja desligado do clube, o técnico pode enxergar a necessidade de uma reposição.

    O Flamengo sofreu dois gols numa mesma partida contra Fluminense (Carioca), São Paulo (Brasileiro) e Corinthians (Supercopa), e em todos saiu derrotado de campo. O time ainda foi vazado por Internacional (Brasileiro), Sampaio Corrêa (Carioca) e Vitória (Brasileiro

    Folhapress | 13:20 – 12/02/2026

    Corinthians se aproxima de meta de Dorival em busca de ‘equipe mais forte’

  • Flamengo dobra média de gols sofridos em 2026 e liga alerta em Filipe Luís

    Flamengo dobra média de gols sofridos em 2026 e liga alerta em Filipe Luís

    (UOL/FOLHAPRESS) – Praticamente intransponível em 2025, o sistema defensivo do Flamengo tem ruído neste início de temporada. O time dobrou a média de gols sofridos em comparação ao ano passado considerando somente o elenco principal.

    SÓ NÃO FOI VAZADO EM UM JOGO

    O Rubro-Negro só não foi vazado em uma partida desde que relacionou seus jogadores principais: contra o Vasco, logo no primeiro jogo, quando venceu por 1 a 0, pelo Campeonato Carioca.

    No total, são sete jogos e nove gols sofridos, o que dá uma média de 1,29 por partida.

    No ano mágico de 2025, por exemplo, foram 78 jogos e 51 gols sofridos, uma média de apenas 0,65.

    O Flamengo sofreu dois gols numa mesma partida contra Fluminense (Carioca), São Paulo (Brasileiro) e Corinthians (Supercopa), e em todos saiu derrotado de campo. O time ainda foi vazado por Internacional (Brasileiro), Sampaio Corrêa (Carioca) e Vitória (Brasileiro).

    Técnico da equipe, Filipe Luís não culpa somente os zagueiros. Para o treinador, toda a equipe não tem cumprido com eficiência a fase defensiva. Na avaliação do comandante, o time não tem conseguido ter o controle de bola, o que tem causado reflexos atrás.

    “Na fase defensiva, por tomar gols, a gente culpa a defesa, mas eu não consigo separar. Vai conectado junto com o ataque, com o nosso modelo de jogo, com todas as fases do jogo, mas também passa muito pela questão de controlar o jogo com bola. Não estamos conseguindo controlar o jogo com bola como gostaríamos. Não é só o sistema defensivo, é o todo que acaba estourando sempre na fase defensiva. O gol e o pênalti (do Vitória) vieram de erros técnicos e contra-ataques. Estamos sofrendo com transições e, nesse aspecto, temos De melhorar”, disse Filipe Luís.

    PEREIRA E ORTIZ SEGUEM SENDO OS MAIS UTILIZADOS

    Mesmo com a contratação de Vitão e a recuperação de Danilo, Léo Ortiz e Léo Pereira têm sido os jogadores mais utilizados na zaga do Flamengo em 2026. Ortiz fez seis jogos, sendo cinco como titular os 90 minutos e outro entrando no fim. Já Pereira fez cinco partidas, sendo as cinco como titular e sem sair.

    Vitão fez três jogos e foi titular nestes três. Já Danilo, após se recuperar de lesão no joelho, só atuou na goleada por 7 a 1 sobre o Sampaio Corrêa, quando foi titular.

    Durante o período em que ficou sem contrato, Angileri recebeu sondagens de outros clubes, entre eles o Internacional. O jogador chegou a conversar com pessoas próximas ao clube gaúcho, mas as tratativas não avançaram

    Folhapress | 12:45 – 12/02/2026

    Flamengo dobra média de gols sofridos em 2026 e liga alerta em Filipe Luís

  • Como Ancelotti se encaixa no plano de marketing da CBF em ano de Copa

    Como Ancelotti se encaixa no plano de marketing da CBF em ano de Copa

    (UOL/FOLHAPRESS) – A proximidade da Copa do Mundo leva a imagem do técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, para além dos gramados e chega também aos espaços publicitários.

    O italiano já estrelou dois comerciais, ambos de parceiros da CBF, em um movimento que já serve como aquecimento para o período do Mundial e tem envolvimento da entidade.

    No Carnaval, Ancelotti vai participar de uma ativação da Brahma com Ronaldo Fenômeno – a Ambev está na seleção via Guaraná Antarctica. Mais recentemente, o Mister deu voz ao anúncio da Volkswagen como patrocinadora da seleção brasileira.

    É comum que os técnicos da seleção também virem garotos-propaganda em anos de Copa. No caso de Ancelotti, essa intermediação não é um movimento individual, isolado da CBF.

    “É uma construção em conjunto. Todos os patrocínios que ele está fazendo são patrocinadores da seleção. Existe um combo, sim, de interesses, de entendimentos. Ele se identifica com as marcas que estão falando e ele se identifica com o Brasil. Tudo o que fale de brasilidade, marcas que queiram usar a marca dele, que dê estrutura e credibilidade, ele está disposto. Vão ser poucas marcas. O objetivo ao fim do dia é ganhar uma Copa do Mundo”, disse ao UOL Bernardo Bessa, diretor de marketing de seleções.

    Nessa construção em conjunto, a CBF tenta usar Ancelotti com certa parcimônia, para não dar a impressão de que o foco está mais no lado midiático do que no esportivo.

    “Ancelotti é o técnico da seleção brasileira. É uma figura pública, algumas marcas querem se vincular a ele. Mas não são todas. Até porque o foco do Ancelotti é ganhar a Copa em 2026”, reforçou o executivo da entidade.

    O mascote Canarinho é outro aliado nas ações de marketing. A previsão é que ele trabalhe bastante, como já fez com a Volks, que trouxe para o portfólio dos veículos a cor amarelo canário. Ela vai ser usada na nova Tukan.

    HORA DE CURAR TRAUMAS?

    A CBF passa por um processo de reaproximação às marcas, uma onda que também é característica de anos de Copa.

    Recentemente, anunciou Ifood, Volkswagen e Uber como patrocinadores. As duas últimas neste mês de fevereiro, em contratos com duração de dois anos. Ou seja, o foco está na Copa do Mundo masculina, mas também na feminina, em 2027.

    Atualmente, o backdrop da seleção tem ao todo oito patrocinadores.

    “A gente espera chegar à Copa do Mundo com 11, 12 patrocinadores, todos da primeira prateleira do mercado brasileiro”, apontou Bernardo Bessa.

    A atuação publicitária da CBF, reforçada pela presença de Ancelotti, é mais uma tentativa de reaproximação com o torcedor.

    Há certos traumas do passado, catapultados pelo resultado de campo em Copas do Mundo a partir de 2006. Até por isso a CBF separou o departamento de marketing, deixando uma diretoria específica para cuidar de seleções e outra de competições.

    “A gente fez um estudo muito grande. Houve um grupo de trabalho para atacar os problemas. Conseguimos enxergar quais foram as grandes dores do futebol brasileiro em relação à seleção. Tivemos problema em 2006. Em 2010, a seleção se fecha por demais. Em 2014, foi o 7 a 1. A gente está tratando isso. O mais importante é que a relação entre as marcas não pode ser construída única e exclusivamente pelo resultado dentro de campo”, completou Bernardo Bessa.

    A equipe de marketing da CBF viajou na semana passada aos Estados Unidos, passando pelas cidades onde a seleção vai jogar na primeira fase e também pela região de Nova Jersey, que será a base do Brasil. A ideia é verificar in loco quais ativações serão possíveis para o período da Copa e posteriormente pedir autorização da Fifa para realizá-las.

    O Flamengo sofreu dois gols numa mesma partida contra Fluminense (Carioca), São Paulo (Brasileiro) e Corinthians (Supercopa), e em todos saiu derrotado de campo. O time ainda foi vazado por Internacional (Brasileiro), Sampaio Corrêa (Carioca) e Vitória (Brasileiro

    Folhapress | 13:20 – 12/02/2026

    Como Ancelotti se encaixa no plano de marketing da CBF em ano de Copa

  • Após novela, Corinthians anuncia renovação com o lateral Angileri

    Após novela, Corinthians anuncia renovação com o lateral Angileri

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians acertou a renovação de contrato com o lateral-esquerdo Angileri até o fim desta temporada. O novo vínculo tem validade até 31 de dezembro.

    O jogador já treinou com o elenco nesta quarta-feira, e em breve ficará à disposição da comissão técnica para ser relacionado.

    DEMOROU, MAS SAIU

    O vínculo do jogador com o time alvinegro havia se encerrado em dezembro do ano passado, e a negociação por um novo contrato se arrastava desde a última temporada. A situação acabou ganhando contornos de novela.

    O principal impasse esteve na questão financeira. A proposta apresentada pelo Corinthians previa uma redução nos valores em relação ao contrato anterior, condição que inicialmente não foi aceita por Angileri e por seu estafe.

    Na visão do atleta, a redução salarial já havia ocorrido quando deixou o futebol europeu para acertar com o clube paulista, no início do ano passado. Seus representantes compartilhavam desse entendimento.

    Durante o período em que ficou sem contrato, Angileri recebeu sondagens de outros clubes, entre eles o Internacional. O jogador chegou a conversar com pessoas próximas ao clube gaúcho, mas as tratativas não avançaram.

    No desfecho, o desejo de disputar a Libertadores foi determinante para que Angileri aceitasse os termos financeiros e permanecesse no Corinthians. O lado afetivo também teve peso: com muitos amigos no elenco, o argentino se sentiu incomodado por ter ficado fora da conquista da Supercopa pelo clube.

    NÚMEROS PELO CORINTHIANS

    Na última temporada, Angileri disputou 42 partidas com a camisa corintiana e distribuiu duas assistências.

    O lateral chegou ao clube por indicação de Ramón Díaz, então técnico do Corinthians, que acabou demitido em abril. Sob o comando do treinador argentino, Angileri chegou com status de titular e atuou na fase final do Campeonato Paulista, título conquistado pelo Timão.

    Após a saída de Ramón, o jogador perdeu espaço com Dorival Júnior, em paralelo à ascensão de Matheus Bidu. Ainda assim, seguiu sendo um reserva utilizado com frequência, especialmente nos momentos em que Dorival adotou uma linha com três zagueiros, utilizando o lateral como defensor pelo lado esquerdo.

    Treinador elogia postura tática e entrega da equipe no MorumBis, afirma que o resultado poderia ter sido mais elástico e reforça que, para atuar no clube, é preciso correr, lutar e manter a energia alta durante toda a partida.

    Estadao Conteudo | 06:10 – 12/02/2026

    Após novela, Corinthians anuncia renovação com o lateral Angileri