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  • The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

    Concorrendo em 12 categorias, ‘Clair Obscur: Expedition 33’ lidera a disputa; cerimônia acontece no dia 11 de dezembro e é transmitida no Prime Video

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Game Awards revelou nesta segunda-feira (17) os indicados da edição de 2025, com “Clair Obscur: Expedition 33” liderando a disputa com 12 nomeações -o maior número já registrado na história da premiação. Ao todo, 102 jogos, estúdios, profissionais e produções concorrem em diversas categorias que celebram os destaques da indústria neste ano.

    Entre os concorrentes a jogo do ano estão títulos como “Death Stranding 2: On the Beach”, “Donkey Kong Bananza”, “Hades 2”, “Hollow Knight: Silksong” e “Kingdom Come: Deliverance 2”. A premiação também destaca adaptações de franquias de games para cinema e TV, com produções como “Um Filme Minecraft”, “Devil May Cry” e “The Last of Us” entre as indicadas.

    No recorte por publishers, a Sony Interactive Entertainment lidera com 19 indicações, seguida pela Kepler Interactive, com 13, e por Electronic Arts e Microsoft, ambas com dez. Os indicados são escolhidos por um júri global composto por mais de 150 veículos de mídia e criadores de conteúdo.

    A edição deste ano será transmitida ao vivo pela primeira vez pelo Prime Video.

    A votação popular já está aberta e segue até 10 de dezembro no site oficial. A cerimônia do Game Awards acontece no dia 11 de dezembro, no Peacock Theater, em Los Angeles, com anúncios de novos jogos, apresentações musicais e a presença da The Game Awards Orchestra.
    CONFIRA AS PRINCIPAIS CATEGORIAS:

    JOGO DO ANO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Donkey Kong Bananza” (Nintendo EPD/Nintendo)
    “Hades 2” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)

    MELHOR DIREÇÃO DE JOGO
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Split Fiction” (Hazelight Studios/EA)

    MELHOR NARRATIVA
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Kingdom Come: Deliverance II” (Warhorse Studios/Deep Silver)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On The Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Hades II” (Supergiant Games)
    “Hollow Knight: Silksong” (Team Cherry)

    MELHOR TRILHA SONORA E MÚSICA
    Christopher Larkin, “Hollow Knight: Silksong”
    Darren Korb, “Hades II”
    Lorien Testard, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Toma Otowa, “Ghost of Yōtei”
    Woodkid e Ludvig Forssell, “Death Stranding 2: On The Beach”

    MELHOR DESIGN DE ÁUDIO
    “Battlefield 6” (Battlefield Studios/EA)
    “Clair Obscur: Expedition 33” (Sandfall Interactive/Kepler Interactive)
    “Death Stranding 2: On the Beach” (Kojima Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Ghost of Yōtei” (Sucker Punch Productions/Sony Interactive Entertainment)
    “Silent Hill f” (NeoBards Entertainment/KONAMI)

    MELHOR PERFORMANCE
    Ben Starr, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Charlie Cox, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Erika Ishii, “Ghost of Yōtei”
    Jennifer English, “Clair Obscur: Expedition 33”
    Konatsu Kato, “Silent Hill f”
    Troy Baker, “Indiana Jones and the Great Circle”

    The Game Awards anuncia indicados, de 'Death Stranding' a 'Donkey Kong'

  • Fernanda Torres cantou música de Jards Macalé em filme de Walter Salles

    Fernanda Torres cantou música de Jards Macalé em filme de Walter Salles

    Em “Terra Estrangeira”, longa sobre um jovem que foge do Brasil durante o governo de Fernando Collor e conhece a brasileira Alex, papel de Torres, ao chegar em Portugal. Durante o filme, a personagem canta “Vapor Barato”, um dos grandes sucessos da carreira de Macalé

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Jards Macalé, músico morto nesta segunda-feira (17) aos 82 anos, teve uma de suas músicas cantadas por Fernanda Torres no filme “Terra Estrangeira”, produção dirigida por Walter Salles que chegou aos cinemas em 1995. Macalé estava internado desde o início de novembro e morreu por conta de uma parada cardíaca.

    Em “Terra Estrangeira”, longa sobre um jovem que foge do Brasil durante o governo de Fernando Collor e conhece a brasileira Alex, papel de Torres, ao chegar em Portugal. Durante o filme, a personagem canta “Vapor Barato”, um dos grandes sucessos da carreira de Macalé.

    Composta em parceria com o poeta Waly Salomão, a canção ficou famosa na voz de Gal Costa depois que a artista baianda a apresentou durante o seu show “Fatal” e a consagrou em seu disco “Gal a Todo Vapor”, lançado em 1971.

    O filme de Salles ajudou a música a se tornar, novamente, um sucesso no Brasil. Em 1996, “Vapor Barato” seria regravada pelo grupo Rappa. Um ano mais tarde, seria a vez de Zeca Baleiro se inspirar na canção, a partir da qual escreveu “À Flor da Pele”.

    Anos depois, em 2005, a música foi registrada por Daniela Mercury no álbum “Clássica”, e Marina Sena, quase duas décadas depois, gravou uma versão própria para o seu EP “Marina Sena – City Sessions.”

    Fernanda Torres cantou música de Jards Macalé em filme de Walter Salles

  • Haddad: para Master ter chegado a esse ponto, BC deve ter processo robusto

    Haddad: para Master ter chegado a esse ponto, BC deve ter processo robusto

    Fernando Haddad afirmou que a liquidação extrajudicial do Banco Master pelo Banco Central indica um processo sólido e bem fundamentado. Ele disse que a Fazenda acompanhará os desdobramentos e está pronta para oferecer suporte, inclusive por meio do Fundo Garantidor de Créditos, caso seja necessário.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira, 18, que para o Banco Central ter liquidado extrajudicialmente o Banco Master, o processo contra a instituição financeira deve ser robusto. Ele não quis fazer mais comentários por ser um assunto do BC, mas declarou que a Fazenda dará suporte às consequências se houver.

    “O BC é o órgão regulador do sistema financeiro. Eu tenho certeza que, para ter chegado a esse ponto, todo esse processo deve estar muito robusto. Mas, enfim, o que eu acompanhei foi mais em relação à CVM. Já falei para vocês que tivemos problema na CVM também. O BC é o órgão regulador e ele que se manifesta”, declarou a jornalistas na chegada ao ministério, ao referir-se ainda à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

    Segundo Haddad, é preciso aguardar os desdobramentos, mas que a Fazenda estaria à disposição do BC. O ministério poderia dar suporte com o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) caso seja necessário.

    “O que cabe à Fazenda é dar suporte às consequências desse ato. Se houver, nós estamos aqui prontos para colaborar. Ele perguntou sobre o FGC, que é uma coisa que diz respeito ao sistema financeiro como um todo. Vamos ver os desdobramentos disso. O impacto disso. No que diz respeito à Fazenda, nós estamos à disposição do BC”, completou.

    Haddad: para Master ter chegado a esse ponto, BC deve ter processo robusto

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  • Fã de Beyoncé que ficou viral em espetáculo morre aos 25 anos

    Fã de Beyoncé que ficou viral em espetáculo morre aos 25 anos

    Sydney Hardeman, que ficou famosa por sua reação no show histórico de Beyoncé em 2018, morreu aos 25 anos. Segundo a mãe, a jovem tirou a própria vida meses antes do casamento e vinha enfrentando dificuldades emocionais desde a perda do avô

    Sydney Hardeman, a fã de Beyoncé que viralizou após sua reação de espanto durante o show da cantora no Coachella em 2018, morreu aos 25 anos. A informação foi confirmada pela mãe da jovem, Jamie Hardeman, ao site TMZ.

    De acordo com a família, Sydney cometeu suicídio no último sábado (15). Ela era natural de Dallas, no Texas, e estava noiva — o casamento estava marcado para abril de 2026.

    A jovem ganhou fama em 2019, quando tinha 19 anos, ao reagir de forma entusiasmada à performance de Beyoncé no Coachella. Seu vídeo se espalhou pelas redes sociais e chegou a ser incluído no documentário da Netflix Beyoncé: Homecoming. O momento se transformou em um dos memes mais populares entre os fãs da cantora.

    A família contou que Sydney jogou basquete desde a infância até a faculdade e trabalhava como instrutora de voo no Texas. Os parentes disseram que notaram mudanças de humor após a morte do avô e tentaram convencê-la a iniciar terapia, mas as sessões acabaram sendo canceladas.

    Relembrando o show no Coachella, familiares disseram que Sydney foi uma das primeiras a entrar no evento, correu até o palco principal e esperou por 12 horas na grade para ver Beyoncé de perto.

    A mãe da jovem deixou uma mensagem comovente aos fãs da cantora. “Apoiem-se na sua rede de apoio. A Sydney tinha uma enorme, mas às vezes é preciso se permitir ser vulnerável para que as pessoas possam ajudar. Não há problema em ficar triste, é normal. Ainda não chegaram à melhor parte. Por favor, não desistam”, disse Jamie ao TMZ.

    Fã de Beyoncé que ficou viral em espetáculo morre aos 25 anos

  • Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

    Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

    A meta do Conselho Monetário Nacional (CMN) é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%

    Após a divulgação da inflação de outubro, a menor para o mês em quase 30 anos, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 4,55% para 4,46% este ano. Com isso, a estimativa alcançou o intervalo da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central (BC).

    Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.

    A estimativa está no boletim Focus desta segunda-feira (17), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,2%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 3,8% e 3,5%, respectivamente.A redução na conta de luz puxou a inflação oficial para baixo e fez o IPCA fechar outubro em 0,09%, o menor para o mês desde 1998, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE). Em setembro, o índice havia marcado 0,48%. Em outubro de 2024, a variação havia sido de 0,56%.

    Com esse resultado, a inflação acumulada em 12 meses é 4,68%, a primeira vez, em oito meses, que o patamar fica abaixo da casa de 5%. No entanto, ainda acima do teto da meta do CMN.

    Juros básicos

    Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros – a Selic – definida em 15% ao ano [Clique Aqui!] pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.

    No entanto, o colegiado não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.

    Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.

    Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima da meta, apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.

    A estimativa dos analistas de mercado é que a taxa básica encerre 2025 nesses 15% ao ano. Para o fim de 2026, a expectativa é que a Selic caia para 12,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.

    Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.

    Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

    PIB e câmbio

    Nesta edição do boletim Focus, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,16%.

    Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,78%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,88% e 2%, respectivamente.

    Puxada pelas expansões dos serviços e da indústria, no segundo trimestre deste ano a economia brasileira cresceu 0,4%. Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021, quando o PIB alcançou 4,8%.

    A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,40 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.

     

    Mercado reduz previsão da inflação para 4,46%, abaixo do teto da meta

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  • STF divulga acórdão que abrirá contagem de prazos para novos recursos da defesa de Bolsonaro

    STF divulga acórdão que abrirá contagem de prazos para novos recursos da defesa de Bolsonaro

    O STF detalhou no acórdão a rejeição dos primeiros recursos de Jair Bolsonaro contra sua condenação por liderar uma trama golpista após as eleições de 2022, abrindo agora os prazos para novas contestações. As próximas etapas definirão o fim do processo e o futuro do ex-presidente.

    (CBS NEWS) – O STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou na noite desta segunda-feira (17) no DJe (Diário da Justiça Eletrônico) o acórdão da decisão que rejeitou os primeiros recursos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra a sua condenação a 27 anos e 3 meses por ter liderado uma trama golpista após a derrota nas eleições de 2022.

    A publicação oficial do documento, que acontecerá nesta terça (18), abre a contagem de prazos para que as defesas dos condenados possam apresentar novos recursos no processo.

    O Código de Processo Penal prevê dois prazos diferentes para os tipos de recursos possíveis para as defesas, os de declaração e os infringentes.

    No primeiro caso, eles devem ser apresentados em até cinco dias. Foram esses os primeiros recursos levados ao Supremo pelas defesas dos oito réus do núcleo central. Esses questionam pontos obscuros da decisão. É admitida a possibilidade de uma segunda leva de embargos de declaração.

    Já os embargos infringentes têm o prazo de 15 dias para serem formalizados. É o recurso cabível quando o julgamento não for unânime. Apenas as defesas podem fazer uso desses.

    O acórdão é um documento que detalha a decisão colegiada dos magistrados em um julgamento -nesse caso, a rejeição dos chamados embargos de declaração pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Cármen Lúcia, da Primeira Turma do Supremo.

    Bolsonaro está atualmente em prisão domiciliar e, depois do esgotamento dos recursos, Moraes definirá seu futuro.

    Cogita-se a possibilidade de o ex-presidente permanecer em casa, ir para ala especial na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, a uma cela na superintendência da Polícia Federal em Brasília ou a alguma unidade militar.

    Bolsonaro e outros réus só serão presos quando não puderem mais apresentar recursos. Normalmente, o STF tem determinado a execução da pena após a rejeição dos segundos embargos. Moraes pode determinar a prisão imediata se entender que as defesas têm tentado protelar a execução da pena.

    A previsão é que a ação seja encerrada em dezembro -com o início do cumprimento das penas ainda em 2025. O local de uma eventual prisão de Bolsonaro em regime fechado ainda é desconhecido.

    Tiveram também seus pedidos rejeitados Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil), Almir Garnier Santos (ex-chefe da Marinha), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa), Alexandre Ramagem (ex-diretor da Abin e deputado federal), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI) e Anderson Torres (ex-ministro da Justiça).

    O único que não recorreu foi o tenente-coronel Mauro Cid. Como benefício do acordo de colaboração premiada, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro não ficará preso pela participação na trama golpista, pois foi condenado a apenas dois anos de reclusão em regime aberto.

    Relator da ação penal, Moraes foi o primeiro a votar e teve sua posição acompanhada por Dino, Zanin e Cármen. O ministro Luiz Fux, único a votar pela absolvição de Bolsonaro na fase da análise do mérito da ação, deixou a Primeira Turma a seu pedido e não participou da análise dos recursos.

    Segundo Moraes, os temas abordados pelos advogados de Bolsonaro e dos demais réus nos embargos já foram superados ao longo do processo, desde o recebimento da denúncia até o julgamento.

    Cogita-se a possibilidade de o ex-presidente permanecer em casa, ir para ala especial na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal, a uma cela na superintendência da Polícia Federal em Brasília ou a alguma unidade militar.

    STF divulga acórdão que abrirá contagem de prazos para novos recursos da defesa de Bolsonaro

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  • Caixa antecipa Bolsa Família em dezembro; veja calendário

    Caixa antecipa Bolsa Família em dezembro; veja calendário

    O pagamento de dezembro do Bolsa Família será antecipado devido aos feriados de fim de ano. Os depósitos começam no dia 10 e seguem até 23 de dezembro, com calendário organizado pelo final do NIS. O governo reforça a importância de manter o CadÚnico atualizado para evitar bloqueios.

    (FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal antecipa o calendário de pagamentos do Bolsa Família em dezembro. Os depósitos referentes ao último mês do ano começarão no dia 10 e seguirão até o dia 23. A antecipação acontece porque não haverá atendimento bancário nos feriados de 25 de dezembro e 1° de janeiro segundo a Febraban (Federação Brasileira de Bancos).

    No dia 24, os bancos terão horário reduzido, das 9h às 11h. Já nos dias 26 de dezembro e 2 de janeiro os bancos funcionam normalmente onde não houver feriado estadual. O dia 30 de dezembro será o último dia de expediente.

    Têm direito ao benefício as famílias inscritas no CadÚnico (Cadastro Único para Programas Sociais) com renda mensal por pessoa de até R$ 218. Os valores serão creditados conforme o último dígito do NIS (Número de Identificação Social).
    *
    VEJA DATAS DOS PAGAMENTOS DE DEZEMBRO:

    Final do NIS – Data de pagamento
    1 – 10 de dezembro
    2 – 11 de dezembro
    3 – 12 de dezembro
    4 – 15 de dezembro
    5 – 16 de dezembro
    6 – 17 de dezembro
    7 – 18 de dezembro
    8 – 19 de dezembro
    9 – 22 de dezembro
    0 – 23 de dezembro

    De acordo com o MDS (Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome), o programa beneficia cerca de 48,59 milhões de pessoas, com um valor médio de R$ 683,28 por família.

    Famílias residentes em cidades em situação de emergência ou estado de calamidade pública recebem os valores no primeiro dia do calendário, independentemente do dígito final do NIS.

    COMO ACESSAR AO BENEFÍCIO?

    Os recursos do programa são disponibilizados por meio do aplicativo Caixa Tem. Os beneficiários podem realizar saques em caixas eletrônicos, agências da Caixa, lotéricas e postos de atendimento Caixa Aqui, utilizando o Cartão Cidadão ou o cartão do Bolsa Família.

    É fundamental que as famílias mantenham seus dados cadastrais atualizados no CadÚnico para não terem o benefício bloqueado. A atualização deve ser feita pelo responsável familiar em um Cras (Centro de Referência de Assistência Social) ou em outros postos de atendimento do Cadastro Único.

    VALORES E BENEFÍCIOS EXTRAS:

    No governo Lula, o valor mínimo do Bolsa Família foi estabelecido em R$ 600 por família. A composição do benefício pode incluir valores adicionais conforme o perfil familiar:

    – Renda de Cidadania: R$ 142 por integrante da família;
    – Complemento: Garante o piso de R$ 600 para famílias que não o atingiriam valor mínimo com os outros benefícios;
    – Primeira Infância: R$ 150 para cada criança de zero a seis anos;
    – Benefício Familiar: R$ 50 para cada criança de 7 a 12 anos, adolescente de 12 a 18 anos e para gestantes;
    – Familiar Nutriz: R$ 50 para famílias com bebês de zero a seis meses.

    Regras para continuar recebendo o auxílio

    As famílias devem cumprir uma série de contrapartidas nas áreas de saúde e educação:
    – Gestantes: fazer e acompanhar o pré-natal;
    – Crianças até sete anos: manter o calendário de vacinação em dia e ter o estado nutricional monitorado;
    – Crianças de quatro e cinco anos: ter frequência escolar mínima de 60%;
    – Estudantes de seis a 18 anos: garantir frequência escolar de pelo menos 75%;
    – Famílias: Devem informar a condição de beneficiárias do programa no ato da matrícula escolar e da vacinação.

    Caixa antecipa Bolsa Família em dezembro; veja calendário

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  • PL Antifacção chega à votação na Câmara com texto indefinido após alterações de Derrite

    PL Antifacção chega à votação na Câmara com texto indefinido após alterações de Derrite

    A votação do PL Antifacção ocorre sob forte disputa política, com o relator preparando uma quinta versão do texto após críticas de governo e oposição, enquanto a Câmara tenta chegar a um acordo de última hora para aprovar a proposta ainda nesta terça-feira

    (CBS NEWS) – O projeto de lei Antifacção chega à votação na Câmara dos Deputados com o texto ainda indefinido, já que o relator Guilherme Derrite (PP-SP) trabalha em uma quinta versão do parecer, após ter desagradado ao governo Lula (PT) e à oposição da direita com as alterações que promoveu até agora na proposta enviada ao Congresso pelo Poder Executivo.

    O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou em suas redes sociais que o PL Antifacção será votado nesta terça-feira (18), como ele já havia determinado após o adiamento da análise pelo plenário na semana passada.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, aliados de Lula trabalham com a ideia de votar a matéria e superar a pauta, o que vai depender do novo texto apresentado por Derrite, enquanto a oposição pede mais tempo e tenta explorar o desgaste da esquerda na área da segurança pública.

    Durante a tarde, antes da votação, está marcada uma reunião entre Motta, Derrite e líderes partidários. Por isso, é esperado que o relator divulgue seu novo parecer até esse encontro, para que os deputados possam discutir o texto.

    Em entrevista à Rádio BandNews FM nesta segunda, Motta afirmou que o relatório está sendo construído e lapidado, além de defender a escolha de Derrite como relator. A avaliação geral na Câmara é a de que o secretário da Segurança do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) cometeu erros e perdeu força política.

    Seu relatório já foi alterado algumas vezes e será quantas vezes for necessário para que o texto possa ser construído da melhor forma possível”, disse.

    “Derrite fará um apanhado e as mudanças necessárias em seu relatório para atender aos pleitos que são justos do governo e dos partidos, porque o compromisso da Câmara é com acerto no relatório. Não temos compromisso com o erro. […] Não temos que agradar a um polo ou outro do ponto de vista político”, afirmou ainda o presidente da Câmara.

    “Por isso confio que o relatório amanhã terá apoio amplo no plenário para sua aprovação”, completou.

    O líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ), também se manifestou nesta segunda e defendeu que Motta retire Derrite da relatoria por entender que ele criou “uma confusão” depois de apresentar quatro versões de seu parecer, como noticiou a coluna Painel, do jornal Folha de S.Paulo.

    “Diante de um relatório que acumula erros conceituais, vícios constitucionais, insegurança jurídica, impacto financeiro severo, não há conciliação possível. A única solução responsável é adiar a votação e trocar imediatamente o relator”, escreveu em suas redes.

    É possível que aliados do governo apresentem emendas e destaques durante a votação para que o texto fique mais parecido com o original. Do outro lado, a oposição também pretende usar os mesmos instrumentos para modificar a proposta e tentar aprovar a equiparação das facções aos terroristas, algo de que Derrite acabou desistindo, apesar de ser uma bandeira do bolsonarismo.

    Na entrevista, Motta disse não ver necessidade de alteração na Lei Antiterrorismo, uma vez que as penas previstas no PL Antifacção são maiores (de 20 a 40 anos de prisão). Além disso, o presidente da Câmara apontou que a sugestão da direita pode trazer riscos para a soberania e investimentos estrangeiros.

    Motta afirmou ainda que a Câmara está focada em respostas práticas para crimes como domínio de cidades, obstrução de vias e novo cangaço.

    Também nesta segunda, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, afirmou que a proposta de Derrite carece de técnica legislativa, sendo uma tentativa de criar do nada uma lei sem fundamentos técnicos.

    O ministro reconhece que, devido à falta de maioria do governo no Congresso, a perspectiva de emplacar o projeto original do Executivo é pequena. Diante disso, a solução seria repudiar um projeto impróprio ou então começar a discutir ponto a ponto eventuais emendas.

    O ministro enfatiza que o governo federal precisa de instrumentos legais, como a PEC da Segurança, que deve ser votada até o fim do ano, e o PL Antifacção para enfrentar a criminalidade, especialmente diante da falência dos governos estaduais nesse combate.

    “A segurança não é um calcanhar de Aquiles da esquerda nem do atual governo, é de todos os governadores. Eu desafio quem estiver nos assistindo a apontar um estado que tenha sido bem-sucedido na luta contra o crime organizado”, afirmou em evento do site Jota.

    Lewandowski argumenta que a responsabilidade tem sido deslocada de forma equivocada para a União, apesar de o governo federal não ter competência constitucional para enfrentar crimes comuns, como roubos, furtos, bloqueios de vias ou violência urbana.

    Motta, por sua vez, buscou responder a críticas do governo ao projeto, ressaltando que as prerrogativas e o financiamento da Polícia Federal serão mantidos. Quanto ao confisco de bens das organizações criminosas somente após o trânsito em julgado, o presidente da Câmara afirmou que colocou integrantes do Ministério da Fazenda em contato com Derrite para discutir esse ponto, após ter falado com o ministro Fernando Haddad (PT).

    Na semana passada, após o governo argumentar que o relator pretendia diminuir o papel da Polícia Federal, algo que Derrite nega, o deputado recuou e acabou acatando parte das demandas do Executivo.

    O Ministério da Justiça e Segurança Pública, no entanto, aponta uma série de problemas no texto, que poderia retirar mais de R$ 360 milhões ao ano de fundos federais de combate ao crime e redirecioná-los para governos estaduais.
    O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou nesta segunda que não há um acordo entre senadores e deputados acerca do texto a ser votado e falou que é preciso tratar o projeto sem “usar como elemento de disputa eleitoral”.

    Ele também disse ainda que o vaivém de Derrite com diferentes versões do parecer é uma “verdadeira metamorfose ambulante”. O melhor projeto sairá na hora que as pessoas, nós da classe política, não quiserem usar isso como elemento de disputa eleitoral. Enquanto virar disputa eleitoral é difícil sair projeto bom. Ficar apontando o dedo não vai levar a lugar nenhum”, disse.

    Jaques afirmou ainda que avalia ser possível retomar o conteúdo do texto enviado originalmente pelo governo federal. “É possível. O texto que foi mandado é equilibrado, chama a composição com todo mundo. É preciso parar de vender uma ilusão: se quiser endurecer com as facções, e tem que endurecer, não precisa ficar caracterizada como terrorista.”

    PL Antifacção chega à votação na Câmara com texto indefinido após alterações de Derrite

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  • Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

    A parceria inédita entre Apple e Issey Miyake resultou no iPhone Pocket, bolsa plissada criada no Japão em colaboração com o Apple Design Studio. O acessório resgata a ligação histórica entre Miyake e Steve Jobs, mas chega ao mercado com recepção dividida: elogios pelo design e críticas ao preço.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Décadas depois de Steve Jobs adotar o icônico suéter preto criado pelo estilista japonês Issey Miyake, a Apple decidiu formalizar uma parceria inédita com a grife.

    As marcas lançaram na sexta-feira (14) o iPhone Pocket, uma bolsa transversal de tecido plissado pensada para transportar o celular ou outros itens pequenos. Disponível em países selecionados, mas não no Brasil, o produto custa US$ 149,95 (cerca de R$ 800, sem considerar impostos) na versão de alça curta e US$ 229,95 (R$ 1.225) na versão com alça longa.

    O acessório foi criado no Japão em parceria com o Apple Design Studio e é inspirado no conceito de “um único tecido” por trás das peças da marca.

    A colaboração resgata um elo histórico com Jobs, cofundador da Apple morto em 2011. Em 1981, ele conheceu Miyake e, segundo sua biografia escrita por Walter Isaacson, se encantou com o design funcional da marca de roupas a ponto de tentar implementar uniformes para toda a equipe da Apple.

    A ideia naufragou, mas a amizade continuou, e Miyake criou o suéter de gola alta que Jobs vestiu por anos em eventos da empresa. Esta é a primeira vez, contudo, que as duas marcas lançam uma colaboração.

    Além de reforçar a tendência das alças para celulares, o lançamento também ocorre em meio à presença cada vez mais forte de parcerias entre vestuário e produtos de tecnologia.

    A Meta, por exemplo, produz seus óculos inteligentes em parceria com a Oakley e a Ray-Ban, da EssilorLuxottica; a Motorola tem modelos de celulares e fones de ouvido decorados com cristais Swarovski; e a própria Apple vende pulseiras da Nike e da Hermès para o Apple Watch.

    A recepção do iPhone Pocket, no entanto, foi inicialmente mista nas redes sociais, negativa pelo preço, considerado alto até para padrões americanos, e positiva pela parceria inédita com uma marca admirada no mundo da moda.

    Em setembro, o lançamento do iPhone 17 também foi acompanhado pela estreia de uma alça transversal padrão que se acopla a uma capa de proteção. Disponível no Brasil, o produto custa R$ 719 ou US$ 60 nos EUA.

    Por aqui, há alternativas mais acessíveis para acessórios do tipo, que vêm se popularizando. Na Amazon, por exemplo, é possível encontrar produtos semelhantes por menos de R$ 50. A Ovvi, marca de acessórios da Vivo, oferece uma opção por R$ 199.

    O iPhone Pocket, em parceria com a grife, é feito de um tecido elástico, com textura rugosa inspirado na linha Pleats Please. Ele pode ser usado na mão, preso a uma bolsa ou no corpo, como uma espécie de pochete.

    A Apple diz que a paleta de cores foi desenvolvida para combinar com qualquer modelo de iPhone. O produto será vendido na França, China, Itália, Reino Unido, Estados Unidos, Japão, Singapura e Coreia do Sul.

    Apple se une a grife que vestiu Jobs e lança bolsa de R$ 1.200 para iPhone

  • Ex de Justin Trudeau admite raiva e dor após romance com Katy Perry

    Ex de Justin Trudeau admite raiva e dor após romance com Katy Perry

    Ex-esposa do ex-primeiro-ministro do Canadá admite que a nova relação a afetou, mas diz escolher “ouvir a música em vez do barulho” e reforça a importância de lidar com as emoções com maturidade.

    A ex-esposa do ex-primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, Sophie Grégoire, falou pela primeira vez sobre o relacionamento do político com a cantora Katy Perry, depois que o casal tornou o romance público.

    Durante participação no podcast Arlene Is Alone, em 12 de novembro, Sophie, de 50 anos, admitiu que é natural sentir-se abalada ao ver o ex-companheiro iniciar um novo relacionamento. “Somos seres humanos e as coisas nos afetam. Isso é normal. A forma como reagimos é uma escolha nossa. Então, eu escolho ouvir a música em vez do barulho”, afirmou.

    Questionada sobre como lida com a repercussão do namoro de Trudeau, de 53 anos, com a cantora americana de 41, ela destacou que tenta preservar o equilíbrio emocional: “Muita coisa que aparece publicamente pode servir de gatilho, e está tudo bem. O que eu faço com isso é uma decisão minha. A mulher que quero me tornar a partir dessas experiências também é uma decisão minha.”

    Sophie disse ainda que não reprime seus sentimentos. “Isso não quer dizer que eu não tenha emoções, que não chore, grite ou ria. Tenho uma natureza sensível. Mas, no fim das contas, a decisão entre emoção e reação é minha.”

    De acordo com a revista People, Sophie Grégoire anunciou o fim do casamento com Justin Trudeau em 2023, após 18 anos juntos. No podcast, ela reforçou a importância de lidar com os próprios sentimentos. “Permito-me ficar triste, com raiva ou desapontada. E, como defensora da saúde mental, sei o quanto é importante reconhecer e sentir essas emoções”, disse.

    O novo relacionamento de Justin Trudeau e Katy Perry

    O namoro entre o ex-primeiro-ministro e a cantora veio a público em outubro, quando os dois foram vistos de mãos dadas no cabaré Crazy Horse Paris, durante as comemorações do aniversário de 41 anos de Katy Perry, em 25 de outubro.

    Fontes próximas ao casal afirmaram à People que o relacionamento “é sério” e “segue em uma direção sólida”. Segundo a publicação, Trudeau e Perry têm se encontrado sempre que possível, mesmo com as agendas lotadas.

    O romance começou após o fim do noivado de longa data da cantora com o ator Orlando Bloom. A separação foi confirmada oficialmente em 3 de julho, poucos dias depois de a People noticiar o rompimento.
     

    Ex de Justin Trudeau admite raiva e dor após romance com Katy Perry