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  • Cesta de Natal deverá ter alta de 4,5%, abaixo da inflação de 2024

    Cesta de Natal deverá ter alta de 4,5%, abaixo da inflação de 2024

    Todos os itens da lista sofreram altas, com exceção do azeite

    O preço da cesta de Natal em 2025 deverá ter elevação de 4,53%, segundo prévia do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), divulgado nesta terça-feira (18) pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Em 2024, a alta foi de 9,16%.

    A cesta é composta por peru, lombo de porco, atum sólido, macarrão espaguete, caixa de bombom, panetone com frutas cristalizadas, vinho tinto, champagne, sucos néctar de laranja e morango, molho de tomate, azeitona verde com caroço, palmito, queijo ralado e azeite de oliva extra-virgem.

    Todos os itens da lista sofreram altas, com exceção do azeite de oliva, que teve o preço reduzido em 23,06%. Já as maiores elevações ocorreram nos preços do quilo de peru (+13,62%), azeitona (+12,53%), e caixa de bombom (+10,81%). 

    Outros itens, comuns nas festas de Natal, também foram analisados no estudo – embora não componham a cesta. Ave (tipo chester) registrou um aumento de +13,85%, enquanto a alta do filé mignon foi de +9,70%. O pêssego de feira (-6,85%), além do quilo de sorvete (-6,99%), por outro lado, registraram quedas.

    “A mensagem principal que este estudo passa, ano após ano, é que os números reforçam a importância do planejamento antecipado para economizar nas festas de fim de ano”, destacou o coordenador do IPC-FIPE, Guilherme Moreira.

    Cesta de Natal deverá ter alta de 4,5%, abaixo da inflação de 2024

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  • Andressa Urach relembra fase religiosa extrema e relata agressão ao filho

    Andressa Urach relembra fase religiosa extrema e relata agressão ao filho

    Andressa Urach comentou pela primeira vez sobre uma agressão cometida contra o filho Arthur, admitindo que, à época, estava tomada por um radicalismo religioso

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Andressa Urach, 38, revisitou no podcast “Sem Filtro”, comandado por Luiza Ambiel, alguns dos capítulos que define como os mais difíceis e contraditórios de sua trajetória.

    O portal LeoDias divulgou entrevista, onde ela comentou pela primeira vez sobre uma agressão cometida contra o filho Arthur, admitindo que, à época, estava tomada por um radicalismo religioso que orientava cada aspecto de sua rotina.

    Ao longo da conversa, Urach contou que o temor de que o filho fosse gay (sentimento que hoje reconhece como preconceituoso) a levou a comportamentos que descreve como violentos e injustos. “Quando eu estava na igreja, tinha medo de o Arthur ser gay. Eu cheguei a dar uma surra nele. Dei uma surra porque ele tinha um amigo gay e eu achei que ele estava tendo um relacionamento homoafetivo. Questionei a masculinidade dele. Eu fui religiosa e intolerante”, relatou.

    Ela afirma que acreditava ser seu dever aplicar de forma rígida os preceitos da doutrina que seguia, interferindo inclusive na vida do próprio filho. O esforço para impor padrões religiosos, segundo Urach, acabou se tornando fonte de violência, julgamentos e arrependimento: “Eu fui muito religiosa e me arrependo de ter sido um fariseu, porque, daí, comecei a abrir mão das coisas que gostava de fazer. Acho que é isso que acontece com o religioso: o fato de ele não poder fazer e de estar sacrificando o seu eu faz com que queira obrigar os outros a fazerem também. Já que está se tornando uma pessoa infeliz por não poder ser livre e falar ou viver o que quer, quer impor essa coisa ruim aos outros também”, afirmou.

    Além do episódio envolvendo Arthur, Urach lembrou também do processo judicial que perdeu após publicar um post considerado transfóbico. Ela diz reconhecer o erro e afirma ter aprendido com o episódio: “Quando estava na igreja, cheguei a fazer um post sobre uma trans que fez um desfile de Carnaval e estava na cruz. Até perdi o processo contra ela porque fui intolerante religiosa. Eu nem sabia quem ela era. Peguei uma foto em que ela estava no Carnaval usando a imagem de Jesus e a coloquei na cruz. Eu atrelei ela ao pecado. Imagine quantas pessoas morrem hoje por causa dessa intolerância?”, refletiu.

    Durante o podcast, Urach ainda criticou o ambiente religioso no qual esteve inserida por anos, dizendo enxergá-lo como um sistema que deixou de priorizar o que considera essencial. “Não preciso de intermediários, de consulta com o pastor ou qualquer coisa. Hoje, infelizmente, a religiosidade virou um CNPJ, uma empresa. Sou o que sou. Se eu sou put*, sou put*. Se eu sou crente, sou crente”, declarou, reforçando que continua acreditando em Jesus, mas busca uma espiritualidade individual, distante de regras e controles.

    Atualmente, livre das restrições que seguia, ela afirma ter uma relação respeitosa e amorosa com a comunidade LGBT+. “Eu amo os gays! E um dos motivos pelos quais saí da igreja foi o fato de condenarem e dizerem que os gays iriam para o inferno. Eu penso que o gay veio para confundir os sábios. Quando Deus diz: ‘Amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo’, você ama o próximo e respeita as escolhas do próximo. A Bíblia fala também que ‘tudo o que não vem da fé é pecado’, então tudo o que fizermos que não for de fé é pecado; estaríamos todos condenados. Deus fez justamente gays, homossexuais, travestis, todo grupo LGBT para confundir os sábios. São pessoas que só querem amar, e Deus é amor”.

    Andressa Urach relembra fase religiosa extrema e relata agressão ao filho

  • F-35 só empata jogo da Arábia Saudita com Israel no papel

    F-35 só empata jogo da Arábia Saudita com Israel no papel

    Aeronave só era operada pelo Estado judeu no Oriente Médio, mas experiência de combate é inigualável entre os rivais; Trump tenta afastar Riad da diversificação e da China, mas venda pode ser vetada como ocorreu com os Emirados

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Além de isentá-lo publicamente pela morte de um jornalista e outras violações de direitos humanos, Donald Trump entregou ao príncipe Mohammed bin Salman o instrumento que a Arábia Saudita tanto desejava para buscar uma equiparação com Israel, a mais temida potência militar do Oriente Médio.

    Os caças F-35A prometidos ao reino pelos Estados Unidos só eram operados na região pelo Estado judeu, e no papel haverá um maior equilíbrio entre as forças aéreas de suas duas maiores máquinas mlitares.

    É preciso enfatizar o “no papel”. Israel tem uma capacidade de combate provada por uma existência toda forjada em guerras, que chegou a um patamar novo com os conflitos decorrentes do ataque do Hamas no 7 de outubro de 2023.

    Desde então, sua Aeronáutica provou-se letal com adversários menos capazes de se defender, como os terroristas da Faixa de Gaza, mas também contra o Irã, que viu seus recursos antiaéreos dizimados pelos israelense em junho passado.

    Já os sauditas, de longe donos do maior gasto militar regional, penaram durante sua intervenção direta na guerra civil do Iêmen, que durou de 2015 a 2022. Como nota análise anual do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, de Londres, foram expostas fraquezas no poder aéreo e no bombardeio de precisão de Riad.

    Ainda assim, os F-35 são uma aquisição disputada na região. Em 2019, Trump aprovou a venda de 50 F-35A por US$ 10,4 bilhões para os Emirados Árabes Unidos, que haviam concordado em ser os principais artífices dos Acordos de Abrãao -a normalização das relações com Israel de Estados árabes, visando isolar o Irã xiita.

    Em 2021, contudo, o novo governo de Joe Biden congelou a venda, alegando que os emiratis estavam muito próximos da China, que também buscou elevar a relação com Riad quando patrocinou a retomada dos laços diplomáticos entre sauditas e iranianos no ano passado.

    O caso dos Emirados é um conto cautelar, claro, mas o momento político é outro. Trump parece decidido a retomar o projeto Abraão, agora que algum tipo de encaminhamento para a faixa de Gaza está em curso.

    Ele até obrigou Binyamin Netanyahu a se desculpar na sua frente com o emir do Qatar pelo ataque contra membros do Hamas no reino do Golfo. O foco é fazer Bin Salman selar a paz com Israel, algo que parece muito difícil ainda com o belicoso premiê no poder.

    A desconfiança é tanta que os sauditas fecharam em setembro um pacto com o Paquistão que, na prática, os transformaram em uma potência nuclear ao prever assistência com armas do tipo do país islâmico em caso de conflito.

    Isso tudo explica o empurrão militar, além da necessidade de tirar Riad da rota de diversificação. Dada a resistência americana a fornecer as tecnologias furtivas ao radar do F-35, os sauditas equiparam sua frota com Eurofighter Typhoon europeus. Há hoje 71 desses modelos avançados ao lado de 217 F-15 americanos mais antigos, além de 65 aviões de ataque europeus Tornado.

    Os sauditas, como os emiratis agora, namoraram até a ideia de adquirir armas russas, algo mais complexo dado o comprometimento da indústria do país de Vladimir Putin com a guerra na Ucrânia.

    O sobrevoo da Casa Branca quando o príncipe chegou foi, com efeito, feito por F-35 e também F-15, sugerindo o interesse americano na grande compra de caças para substituir os modelos mais antigos do poderoso caça. Hoje, estão de olho nesse mercado o próprio Eurofighter e o francês Rafale.

    Os bolsos de Bin Salman são fundos. Em 2024, segundo o instituto de Londres, o país gastou 6,5% de seu Produto Interno Bruto com defesa, tendo o sétimo maior orçamento do mundo. Isso equivale a 34,3% do volume despendido no setor no Oriente Médio.

    Israel também gasta bastante: no ano passado, elevou em 79% as despesas e empenhou 6,4% do PIB com suas guerras. Tem hoje o 13º maior orçamento militar do planeta. O Estado judeu voa 39 dos 50 F-35 que encomendou, e foi o primeiro operador do modelo a usá-lo em combate. Sua frota de ataque, com 310 aeronaves, tem também F-15 e F-16 americanos.

    F-35 só empata jogo da Arábia Saudita com Israel no papel

  • Governo de SP contrata equipe só de PcDs para digitalizar 1,6 milhão de documentos

    Governo de SP contrata equipe só de PcDs para digitalizar 1,6 milhão de documentos

    São 45 pessoas no total, sendo que 43 são surdas e se comunicam em Libras; para a maioria, é a 1ª vez em trabalho com colegas com a mesma deficiência e intérprete presencial

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Daniela Belchior Costa, 40, começou a trabalhar em uma nova equipe na qual quase todos têm a mesma deficiência que a dela, a surdez.

    Ela digitaliza documentos do governo do estado de São Paulo: recebe caixas de arquivos em papel, as organiza de acordo com a data e, em seguida, transcreve as informações em planilhas. O material então segue para ser escaneado.

    O nome do cargo dela é preparadora, e essa é a primeira vez que ela vai trabalhar nessa função. Antes disso, ela já foi empregada em uma empresa de telefonia, em uma fábrica de cosméticos e em uma loja.

    A SGGD (Secretaria de Gestão e Governo Digital) do estado de São Paulo contratou uma equipe de 45 PCDs (pessoas com deficiência), sendo que 43 são surdas, para trabalhar na digitalização de documentos da própria secretaria e do arquivo histórico.

    Os novos funcionários, todos eles contratados como celetistas, começaram a trabalhar no dia 10 de novembro. Todos eles se comunicam em Libras, a língua brasileira de sinais. Apenas alguns deles leem lábios.

    Eles vão catalogar e digitalizar mais de 1,6 milhão de papéis do governo, como documentos da Secretaria da Fazenda e perícias médicas dos complexos do Juqueri e do Glicério, além de material da própria SGGD, principalmente prontuários de servidores.

    Grande parte desses documentos são os prontuários dos servidores -são informações como os documentos que comprovam a escolaridade, a contagem do tempo e as análises sobre a insalubridade do trabalho, entre outros.

    A maioria desses novos funcionários vai trabalhar no prédio do Arquivo Público do Estado (a equipe de surdos também vai digitalizar material histórico, como mapas, documentos sobre obras de infraestrutura e também material sobre antigos hospitais psiquiátricos).

    Sarita do Nascimento Alarcon Villalba, que está no serviço público há 40 anos, nunca havia trabalhado com surdos. Ela conta que, por isso, começou a estudar Libras pela internet para aprender a expressar algumas mensagens simples.

    Haverá, no entanto, duas supervisoras bilíngues para facilitar a comunicação entre os funcionários surdos e os demais.

    Tábata Coelho Takamoto, uma das supervisoras, afirma que o trabalho vai consistir em organizar o material (pegar a ficha de cada caixa, transcrever no sistema digital o que se trata) e então digitalizar o próprio documento (preparar fisicamente, limpar e escanear).

    Se for um material do arquivo, eles precisarão identificar quando é necessária a restauração.

    A digitalização de documentos administrativos vai otimizar a gestão, afirma Thiago Lima Nicodemo, diretor do Arquivo Público do Estado. Já a parte dos acervos históricos vai ajudar a melhorar a preservação e o atendimento, segundo ele.

    Nicodemo afirma que faz sentido trazer pessoas surdas para trabalhar no arquivo, que é um centro onde se lida essencialmente com elementos visuais.

    Alexandre Rigo, preparador que começou a trabalhar no setor do arquivo histórico, corrobora. Ele afirma que presta mais atenção a detalhes visuais do que os ouvintes. Surdo desde nascença, ele afirma em Libras que já se deu conta disso desde que era criança.

    No trabalho novo, atenção aos detalhes será importante, pois é comum que as informações nas embalagens do material histórico não sejam precisas ou mesmo venha trocada.

    Tanto ele como Daniela já trabalharam por anos em outros cargos, mas essa é a primeira vez que os dois terão intérpretes à disposição. Nos outros empregos, só havia tradutores de Libras em eventos ou reuniões especiais.

    Governo de SP contrata equipe só de PcDs para digitalizar 1,6 milhão de documentos

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  • Por unanimidade, STF condena mais nove réus pela trama golpista

    Por unanimidade, STF condena mais nove réus pela trama golpista

    A turma formou placar de 4 votos a 0 para condenar oito militares do Exército, conhecidos como kids pretos e integraram o grupamento de forças especiais do Exército, e um policial federal

    Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou nesta terça-feira (18) nove réus do Núcleo 3 da trama golpista ocorrida durante o governo Jair Bolsonaro. O colegiado também decidiu absolver o general de Exército Estevam Theophilo por falta de provas.

    A turma formou placar de 4 votos a 0 para condenar oito militares do Exército e um policial federal. Os militares são conhecidos como kids pretos e integraram o grupamento de forças especiais do Exército. 

    Eles foram acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de planejar ações táticas para efetivar o plano golpista e tentar sequestrar e matar o ministro Alexandre de Moraes, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.Os acusados foram condenados pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    Os réus Márcio Nunes de Resende Júnior e Ronald Ferreira de Araújo Júnior tiveram as condutas desclassificadas para os crimes de incitação ao crime e associação criminosa. Com a alteração, eles terão as penas abrandadas.

    A sessão continua para a leitura das penas dos condenados, a chamada dosimetria.Acompanhe a cobertura completa da EBC na COP30 

    Votos
    Pela manhã, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, proferiu o voto que baseou as condenações dos réus.

    Na parte da tarde, o ministro Cristiano Zanin acompanhou o relator e afirmou que os acusados mobilizaram militares da alta patente para cometer crimes contra a democracia e criar um ambiente político propício à tentativa de golpe.

    “Parte dos réus efetivou poder de liderança, com foco em ações de campo, destinadas a monitorar e neutralizar autoridades públicas, enquanto outra parte executou ações táticas para convencer e insuflar o alto comando do Exército a consignar um golpe de Estado”, afirmou.

    A ministra Cármen Lúcia acrescentou que a tentativa de Golpe se caracterizou pela tentativa de instigar as Forças Armadas a aderirem ao golpe. A ministra citou mensagens de WhatsApp apreendidas durante as investigações.

    “A influência vem de quem tem influência, e não de que tem cargo. Se trata de cogitar que pessoas atuaram contra essas instituições [Forças Armadas]”, disse.

    Último a votar, Flávio Dino destacou que o STF realiza o primeiro julgamento envolvendo uma tentativa de golpe de Estado no país.

    “Em um novembro como este, em 1823, houve o primeiro golpe de Estado no Brasil, com o fechamento da Constituinte daquele ano. Depois houve uma longa sequência, e temos uma singularidade nesse caso. É o primeiro julgamento judicial que se processa no Brasil em relação a golpes e contragolpes”, afirmou.

    Dino também afirmou que não pode ser razoável entender que as mensagens em que os militares combinaram monitorar e sequestrar o ministro Alexandre de Moraes sejam apenas de descontentamento.

    “O Brasil chegou à beira do precipício de atos muito violentos. Atos que levariam ao inédito assassinato de um ministro do STF, ao assassinato de um presidente da República, do vice-presidente. Isso não são fatos corriqueiros que possam ser vistos como meras conversas de confraternização ou meros planejamentos aleatórios”, completou.

    Com a mudança de Luiz Fux para a Segunda Turma, somente os quatro ministros participaram do julgamento.

    Por unanimidade, STF condena mais nove réus pela trama golpista

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  • Elon Musk ataca Billie Eilish após cantora fazer críticas sobre o uso da sua fortuna

    Elon Musk ataca Billie Eilish após cantora fazer críticas sobre o uso da sua fortuna

    Billie compartilhou uma sequência de slides do grupo ativista My Voice, My Choice, onde aparecia uma tela preta chamando o empresário de “covarde, frouxo, patético, escroto”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Elon Musk reagiu a comentários de Billie Eilish nas redes sociais após ser cobrado sobre o uso de sua fortuna. Na segunda-feira (17), o dono do X escreveu questionando a inteligência da cantora, que havia usado o Instagram para pressionar o agora trilionário tomar iniciativas humanitárias.

    Nos Stories, Billie compartilhou uma sequência de slides do grupo ativista My Voice, My Choice, que elencava iniciativas que Musk poderia financiar sem deixar o topo da lista de bilionários.

    Ao final, publicou uma tela preta chamando o empresário de “covarde, frouxo, patético, escroto”.

    Musk reagiu em um post de um fã clube da cantora que reproduziu a postagem dela. Em um comentário curto, ele escreveu:”Ela não é exatamente a pessoa mais inteligente do mundo”.

    A posição da artista não é isolada nem recente. No fim de outubro de 2025, ao receber o prêmio de Inovadora Musical do Ano do Wall Street Journal Magazine, Billie discursou contra a desigualdade de riquezas diante de Mark Zuckerberg.

    “Estamos vivendo um momento muito ruim e muito sombrio. As pessoas precisam ter empatia e ajudar, agora mais do que nunca, especialmente nos Estados Unidos. Eu diria que, se você tem dinheiro, seria ótimo usá-lo para coisas boas e talvez dá-lo a pessoas que precisam”, afirmou na ocasião.

    Na mesma leva, ela anunciou a doação de US$ 11,5 milhões (cerca de R$ 60,9 milhões), valor arrecadado com a turnê “Hit Me Hard and Soft”, para projetos voltados ao combate à fome, à crise climática e à poluição por carbono.

    Elon Musk ataca Billie Eilish após cantora fazer críticas sobre o uso da sua fortuna

  • Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

    Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

    Damares Alves, Eduardo Girão, Márcio Bittar e Izalci Lucas fizeram uma visita ao Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, e publicaram vídeo nas redes sociais

    Nesta segunda-feira (17), os senadores Damares Alves, Eduardo Girão, Márcio Bittar e Izalci Lucas visitaram o Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília, para conhecer a estrutura do presídio que pode receber o ex-presidente Jair Bolsonaro, alegando que fariam uma ‘visita técnica’ ao local.

    O perfil do senador Eduardo Girão no X (ex-Twitter) publicou um vídeo do momento da visita ao presídio, no qual os parlamentares alegam que tentam verificar se o local tem estrutura adequada para receber presos condenados pela tentativa de golpe. “Na tarde de hoje, realizamos uma visita técnica na Papuda, representando a Comissão de Direitos Humanos do Senado Federal, para verificar as instalações do complexo penitenciário para onde pretendem enviar o Presidente Bolsonaro”, disse.

    No vídeo, os senadores citam os problemas de saúde de Bolsonaro e contestam a possibilidade do ex-presidente ser levado para a Papuda para cumprir pena. “Aqui não seria o local adequado. Deveria ficar na prisão domiciliar”, disse Izalci Lucas. Damares Alves citou ainda outros presos doentes, com mais de 80 anos, que estão cumprindo pena no presídio, mas não citou nenhuma iniciativa para o cuidado destes outros detentos. Apenas sinalizou a preocupação com a saúde do ex-presidente.

    Nas redes sociais, a iniciativa não caiu bem e os senadores foram duramente criticados pela postura, uma vez que sempre criticaram Direitos Humanos e nunca discuram ou apresentaram pautas para debater o sistema prisional. “Isso é um vexame! Há milhares de presos que ainda nem foram condenados, nem receberam uma sentença e estão presos em lugares horríveis. O outro que foi condenado precisa de atenção e piedade?”, “O que me impressiona é que essa galera não teve esse mesmo cuidado com as pessoas que sofreram durante a pandemia. Ninguém visitou um único hospital. Nem o próprio Bolsonaro, que enquanto as pessoas estavam morrendo, ele tava ocupado demais andando de jetski”, “Vocês passam anos a fio debochando dos Direitos humanos, como é mesmo? Direito dos manos. E só agora as portas de Bolsonaro ser preso, é que tem valor? E presos, cancerosos, tuberculosos, doentes renais crônicos, aidéticos, quando foi que vocês lutaram por direitos humanos?” e “Que cagada, hein Senador? Podia pelo menos ter ido ver mas ficar quieto. Esse vídeo pegou muito mal”, foram alguns comentários.

    Vale destacar que a publicação teve mais comentários com críticas dos seguidores dos senadores do que com ‘likes’.

     

    Senadores são criticados por fazerem 'visita técnica' na Papuda: "vexame"

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  • Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

    Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

    Trump decidiu ofender um jornalista que o questionou sobre a liberação dos arquivos de Jeffrey Epstein, no qual o presidente norte-americano é citado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Em meio a discussão sobre a liberação dos arquivos de Jeffrey Epstein pela Câmara dos Estados Unidos, Donald Trump falou mais uma vez sobre o caso.

    Trump não gostou da pergunta sobre o caso Epstein e chamou o repórter de “péssimo”. Isso aconteceu em uma entrevista para jornalistas na Casa Branca, durante visita do príncipe saudita Bin Salman.

    Presidente foi questionado sobre o que espera sobre a divulgação dos arquivos de Epstein. Ele se irritou com a pergunta e continuou disparando contra o repórter da ABC News: “Eu acho que você é um repórter péssimo (…) pergunta terrível, pessoa terrível”, concluiu

    Republicano se defendeu dizendo não ter relação com o caso. Ele acredita que a discussão sobre os arquivos de Epstein seja uma “farsa democrática”.

    “Eu não tenho nada a ver com Jeffrey Epstein. Eu o joguei fora do meu clube há muitos anos, porque eu pensei que ele era um pervertido doente. Mas acho que me acahei certo”, disse Donald Trump.

    Trump foi ligado a Epstein após seu nome aparecer em e-mails recentemente divulgados. Apesar disso, ele nega ter conexão com os crimes sexuais cometidos.

    Trump se irrita com pergunta e diz que Epstein era um 'pervertido doente'

  • Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

    Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

    Investidores analisam efeitos da liquidação do banco de Daniel Vorcaro, preso nesta terça, no setor; no câmbio, preocupação é saber se o Fed fará um novo corte na taxa de juros

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa brasileira está em queda nesta terça-feira (18), tendo como pano de fundo a liquidação do Banco Master e a prisão de Daniel Vorcaro, dono da instituição.

    O caso afeta as negociações no setor bancário. O mercado teme que os maiores bancos do país precisem desembolsar recursos volumosos para cobrir as perdas do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) com indenizações a investidores do Banco Master.

    Às 15h05, o índice caía 0,16%, a 156.741 pontos. O dólar, no mesmo horário, recuava 0,19%, a R$ 5,321, movido pela cautela dos operadores em relação ao futuro dos juros nos Estados Unidos.

    A prisão de Daniel Vorcaro pegou o mercado de surpresa nesta terça. O banqueiro se preparava para embarcar em um voo particular quando foi detido no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, pela Polícia Federal.

    Segundo integrantes da corporação que acompanham o caso, havia uma suspeita de que Vorcaro pudesse deixar o país para evitar a prisão. Os advogados dele, por outro lado, afirmam que o banqueiro estava a caminho de Dubai para assinar o contrato de venda do Banco Master para investidores sauditas. Na véspera, a Fictor Holding Financeira havia anunciado uma oferta de compra do banco.

    A prisão faz parte da Operação Compliance Zero, que investiga uma fraude estimada em R$ 12 bilhões e da qual o Master teria envolvimento. Augusto Lima, sócio de Vorcaro, também foi detido.

    O BC (Banco Central), na esteira da prisão, anunciou a liquidação do Banco Master, no que deve representar a maior operação de resgate do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) da história. O Fundo, uma espécie de “colchão” de segurança para casos de falência de instituições financeiras, precisará honrar entre R$ 40 bilhões e R$ 50 bilhões em depósitos.

    A avaliação é que o caso não traz risco para o sistema financeiro, uma vez que o FGC tem mais de R$ 120 bilhões em caixa. No entanto, é possível que bancos precisem fazer contribuições adicionais ao órgão para manter sua liquidez. O FGC deve elevar a alíquota de contribuição e pedir a antecipação de cinco anos de pagamentos às instituições.

    Grandes bancos, que têm tradicionalmente mais depósitos, terão algumas semanas para transferir os recursos bilionários para o FGC.

    Parte dessa operação já era um risco anunciado para o setor, afirma Daniel Teles, especialista e sócio da Valor Investimentos. “O risco iminente de solvência já estava sendo alertado há muito tempo.”

    Mesmo assim, o setor bancário na Bolsa sofre os efeitos da operação. Liderando as quedas, Banco do Brasil recuava 1,96%, seguido pelas ações preferenciais e ordinárias do Bradesco, com perdas de 0,67% e 0,49%, respectivamente. Itaú perdia 0,3%; Santander, 0,21%.

    “A reação reflete o receio de que o FGC vai exigir contribuições extras para recompor o patrimônio”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad. “Apesar da volatilidade imediata e do impacto no Ibovespa, a leitura é de que o evento não contamina os fundamentos do sistema financeiro nacional e nem gera risco sistêmico, tratando-se de um ajuste pontual, ainda que oneroso, às regras e ao saldo do FGC por parte das principais instituições financeiras.”

    Para o mercado cambial, o caso Master pouco faz preço. Os investidores estão atentos ao cenário externo, sobretudo a sinalizações sobre a trajetória dos juros dos Estados Unidos.

    A continuidade do ciclo de cortes foi colocada em dúvida na última semana. Uma série de declarações de autoridades do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) aponta que, para a próxima reunião de política monetária, não há consenso sobre uma nova redução nos juros.

    Na segunda, o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, afirmou que o banco central precisa “proceder lentamente” com quaisquer outros cortes nas taxas de juros diante dos efeitos sobre o processo inflacionário.

    “A postura atual da política monetária ainda é um pouco restritiva, mas nós a aproximamos de seu nível neutro, que não restringe nem estimula a economia”, disse Jefferson. “A evolução do equilíbrio de riscos ressalta a necessidade de prosseguirmos lentamente à medida que nos aproximamos da taxa neutra.”

    A cautela de Jefferson espelha a de Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, e a de Neel Kashkari, presidente do Fed de Minneapolis. Enquanto Daly afirma que qualquer decisão sobre o próprimo passo do banco central agora seria “prematura”, Kashkari avalia os sinais da economia como “mistos”.

    As pontuações têm sugerido que os próximos passos do banco central não estão dados. “Longe disso”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, já na entrevista coletiva após o encontro de outubro.

    Operadores agora estão divididos: 40,9% deles apostam em um corte de 0,25 ponto em dezembro, enquanto os 59,1% restantes vêem uma manutenção como mais provável, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

    “Há um mês, 90% dos operadores apostavam em um corte. A perspectiva de reduções mais lentas favorece a rentabilidade dos títulos americanos e ajuda na atração de investimentos externos, o que tende a fortalecer o dólar globalmente”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Nesse sentido, investidores seguem à espera da divulgação de novos dados sobre a economia norte-americana após o fim da paralisação do governo. O destaque será o relatório de empregos payroll, a ser divulgado na quinta-feira. Antes disso, na quarta-feira, sairá a ata do último encontro de política monetária do Fed e o balanço corporativo da Nvidia.

    A fabricante de chips de inteligência artificial inspira cautela nos investidores globais, que temem que o setor de tecnologia esteja com valores de mercado inflados. O risco de uma bolha tem despertado preocupações nos últimos meses e, na última semana, provocou uma liquidação nas principais Bolsas de Valores do mundo.

    Dólar e Bolsa caem, com mercado atento a caso Master e trajetória dos juros dos EUA

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  • Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

    Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

    Primeira Turma do STF julga núcleo acusado de ações táticas, a maior parte ‘kids pretos’; pela primeira vez, ministro defende absolvição de réu e diz faltar provas contra Theophilo

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), votou nesta terça-feira (18) para condenar nove réus do chamado núcleo operacional da trama golpista, que envolve militares acusados de atuar na tentativa de golpe de Estado no fim de 2022, no governo Jair Bolsonaro (PL).

    Ele defendeu, porém, que dois deles respondam apenas por crimes mais leves, de incitação à animosidade contra as Forças Armadas e associação criminosa. Além disso, manifestou-se pela absolvição do general da reserva Estevam Theophilo por falta de provas. É a primeira vez que Moraes se posiciona pela absolvição de um réu da trama golpista.

    A Primeira Turma do STF retomou nesta terça o julgamento dos militares acusados de atuar como o braço operacional da tentativa de golpe.

    Esse núcleo é composto por nove militares e um policial federal. A maior parte dos denunciados pela PGR (Procuradoria-Geral da República) é composta por oficiais do Exército com formação em forças especiais, os chamados “kids pretos”.

    Moraes votou para condenar por cinco crimes Bernardo Romão Correa Neto (coronel da reserva), Fabrício Moreira de Bastos (coronel), Hélio Ferreira Lima (tenente-coronel), Rafael Martins de Oliveira (tenente-coronel), Rodrigo Bezerra de Azevedo (tenente-coronel), Sérgio Ricardo Cavaliere (tenente-coronel da reserva) e Wladimir Matos Soares (policial federal).

    Eles são acusados de organização criminosa armada, tentativa de abolição do Estado democrático de Direito, golpe de Estado, deterioração do patrimônio público e dano ao patrimônio tombado.

    Já os que, para Moraes, podem responder por penas mais leves são Márcio Nunes de Resende Júnior (coronel da reserva) e Ronald Ferreira de Araújo Júnior (tenente-coronel).

    A PGR já havia entendido que Ronald não participou de reuniões golpistas, mas somente espalhou informações falsas sobre fraudes no processo eleitoral para incitar as Forças Armadas à ruptura democrática.

    No caso de Theophilo, Moraes entendeu que, “em que pesem fortes indícios da participação do réu [na trama golpista]”, não é possível condená-lo a partir das provas produzidas em juízo.

    A principal delas é uma reunião que Theophilo teve com Bolsonaro em 2022, na qual ambos afirmam que não houve apresentação da minuta do golpe ou discussão nesse sentido. Ela seria, segundo eles, apenas para o então presidente “desopilar” suas insatisfações com o processo eleitoral.

    Ao ler o seu voto, Moraes entendeu que os militares tentaram cooptar o Alto Comando do Exército para aderir ao plano de manter Bolsonaro no poder após a derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.

    Segundo o ministro, isso ocorreu na reunião dos militares com formação em Operações Especiais, os “kids pretos”, no fim de novembro de 2022. Na ocasião, eles aproveitaram que o Alto Comando do Exército estava reunido em Brasília para juntar os assistentes dos generais em uma confraternização.

    “De início havia a ideia da cooptação das três armas, mas o comandante da Marinha já demonstrava que havia aderido a essa possibilidade, então se centrou na cooptação do Alto Comando do Exército, e principalmente do comandante-geral do Exército, o general Freire Gomes”, disse Moraes, na leitura do seu voto.

    O ex-chefe da Marinha, almirante Almir Garnier, foi condenado a 24 anos de prisão no julgamento do núcleo central da tentativa de golpe.

    “A ideia era pegar aqueles que tinham muita proximidade [com o Alto Comando]”, disse o ministro sobre a reunião. “Vários núcleos repetiram em sustentações orais e memoriais que ‘os subordinados nas Forças Armadas não exercem influência em relação aos seus comandantes’. Não é verdade”, completou.

    “Eles não exercem poder em relação aos seus comandantes, mas aquele que está trabalhando diariamente e aquele que exerce a função de chefe de gabinete ou de segundo no comando dá as suas opiniões. Aqui, claramente, eles queriam pressionar os seus generais, os seus comandantes, para que eles pressionassem o comandante do Exército, general Freire Gomes”, acrescentou.

    Moraes também votou pela condenação de uma parte dos militares pela participação no grupo clandestino chamado “Copa 2022”. Segundo a PGR, os dois militares, sob codinomes, estavam a postos para neutralizar o ministro do Supremo, mas acabaram abortando a operação, sem o aval do Comando do Exército.

    Depois de Moraes, votam Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino (presidente). A previsão é a análise ser concluída até a manhâ de quarta (19).

    Luiz Fux não participa do julgamento. Único a votar pela absolvição dos réus da trama golpista, ele deixou a Primeira Turma em outubro e não formalizou à presidência do Supremo o desejo manifestado no plenário de manter seu direito a voto nos processos do caso.

    No voto, Moraes exibiu mensagens dos réus para o tenente-coronel Mauro Cid, para demonstrar o que seria um alinhamento desse núcelo com o dos principais condenados pela trama golpista -entre eles, Bolsonaro.

    As mensagens, segundo Moraes, tentavam deslegitimar as eleições e as urnas eletrônicas para fomentar um golpe de Estado. Também falavam sobre a necessidade de manifetações no Congresso e no Supremo com apoio das Forças Armadas.

    “Eles já falavam abertamente em uso de tropas e ida até o Congresso Nacional e STF no dia 11 de novembro, dois meses antes da tentativa de golpe”, disse.

    Na última semana, o plenário ouviu as sustentações orais das partes do processo, incluindo a PGR e as defesas dos dez réus. Cada um teve até uma hora para apresentar seus argumentos -Paulo Gonet teve duas horas.

    No geral, os advogados afirmam que a acusação se baseou em poucos indícios, insuficientes para a condenação, além de desconsiderar provas absolutórias apresentadas pelas defesas nos autos e até mesmo depoimentos de testemunhas e do delator Mauro Cid.

    As defesas de parte dos envolvidos, que não são kids pretos, negaram à Primeira Turma que eles tenham participado do plano de assassinato de Moraes.

    Moraes vota para absolver general e condenar 9 por núcleo operacional da trama golpista

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