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  • Robbie Williams suspeita que remédios para emagrecer afetaram sua visão

    Robbie Williams suspeita que remédios para emagrecer afetaram sua visão

    O cantor britânico relatou que sua visão começou a ficar constantemente embaçada e desconfia que o problema esteja ligado às injeções para emagrecer que vem utilizando. Williams afirmou estar preocupado e disse querer alertar outras pessoas sobre riscos potenciais desses medicamentos.

    Robbie Williams, 51 anos, revelou estar enfrentando um problema inesperado: sua visão começou a falhar, e o cantor acredita que isso tenha relação com os remédios para emagrecer que vem usando. Em conversa com o jornal britânico The Sun, ele contou que o embaçamento visual se tornou frequente e que só recentemente começou a desconfiar de uma possível ligação com as injeções utilizadas para perda de peso.

    O artista afirmou que não imaginava esse efeito colateral e que, quando procurou um oftalmologista, ainda não havia feito a conexão entre o medicamento e o desconforto. Para ele, a piora na visão não parece ter relação com a idade, mas sim com o tratamento. Williams disse se sentir na obrigação de alertar quem recorre a esses remédios: pesquisar antes, entender riscos e não encarar essas substâncias como soluções inofensivas.

    Mesmo assim, reconheceu que a pressão estética e suas próprias questões emocionais pesam muito. Em declarações feitas ao The Times meses atrás, ele explicou que lida há anos com dificuldades de autoestima e descreveu ter sido diagnosticado com um “transtorno de aversão a si mesmo tipo 2”. Foi nesse contexto que começou a usar Ozempic ou um medicamento similar, o que o levou de 88 kg para 77 kg. Ele afirmou, na ocasião, que ganhar peso afeta sua saúde mental de maneira profunda.

    Williams admitiu que, apesar do medo, talvez continuasse tomando o remédio mesmo que o risco à visão fosse maior. Para ele, a batalha contra a balança se mistura com um desgaste emocional antigo e difícil de controlar.

    O cantor voltou aos holofotes recentemente com Better Man, filme lançado no Brasil em março de 2025, que revisita sua trajetória usando um avatar digital no papel principal.

    Robbie Williams suspeita que remédios para emagrecer afetaram sua visão

  • Câmara aprova texto-base de PL Antifacção em derrota para o governo Lula

    Câmara aprova texto-base de PL Antifacção em derrota para o governo Lula

    A Câmara aprovou o texto-base do projeto Antifacção em meio a embates entre governo e oposição, críticas às mudanças feitas pelo relator e disputas sobre o impacto da nova lei no combate às organizações criminosas. O texto segue agora para análise do Senado.

    (CBS NEWS) – A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (18), o texto-base do projeto de lei Antifacção, que foi enviado pelo governo Lula (PT) em 31 de outubro e modificado em seis versões apresentadas pelo relator, Guilherme Derrite (PP-SP). A votação representou um revés ao Palácio do Planalto, que tentou adiar a apreciação da proposta por discordar das mudanças feitas ao texto.

    O projeto teve 370 votos favoráveis e 110 contrários, além de 3 abstenções, após negociações políticas, polêmica com a escolha do relator, vaivém no texto e embates entre governo e a oposição acerca da segurança pública. Agora, os deputados analisarão os destaques feitos ao texto.

    Uma vez aprovado, o texto segue para o Senado e será relatado por Alessandro Vieira (MDB-SE). Se a Casa fizer mudanças, o texto volta para nova apreciação dos deputados.

    O projeto enviado pelo governo tinha como finalidade modernizar e fortalecer o ordenamento jurídico brasileiro, atualizando normas para um enfrentamento mais eficaz ao crime organizado, especialmente às facções.

    Durante a tramitação, porém, Derrite promoveu alterações e optou por criar uma lei autônoma sobre organizações criminosas ultraviolentas, afastando-se da proposta original de apenas atualizar a legislação vigente.

    Apesar da falta de consenso sobre as versões, a intenção em ambos os casos é criar mecanismos mais eficientes para enfrentar a crise de segurança pública causada pelas organizações criminosas, especialmente as facções.

    Após a aprovação do projeto, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que a Câmara fez história ao entregar uma resposta dura contra os criminosos.

    “O cidadão não está preocupado com o número ou a paternidade do projeto, mas com a resolução do problema. São milhões de brasileiros que sofrem diariamente sob o domínio de organizações criminosas: o cidadão que perde o direito de ir e vir, que vive com medo sob a mira de fuzis, que se revolta com os criminosos cumprindo penas curtas e voltando para as ruas”, disse.

    O projeto aprovado cria novos tipos penais, como o crime de Domínio Social Estruturado, com pena de 20 a 40 anos, direcionado a integrantes de organizações criminosas ultraviolentas, milícias ou grupos paramilitares.

    A organização criminosa ultraviolenta, denominada facção criminosa, é o agrupamento de três ou mais pessoas que emprega violência, grave ameaça ou coação para impor controle territorial ou social, intimidar populações ou autoridades, ou atacar serviços e infraestrutura essenciais.

    As condutas abrangidas incluem: usar violência ou grave ameaça para impor controle, domínio ou influência sobre áreas geográficas ou territórios, restringir ou dificultar a livre circulação de pessoas, bens e serviços, entre outros pontos.

    As penas previstas para o Domínio Social Estruturado podem ser ampliadas de 1/2 a 2/3 em situações como liderança, uso de tecnologias avançadas (drones, VANTs, criptografia) ou recrutamento de menores, podendo chegar a 66 anos para líderes de organizações.

    O projeto ainda cria o crime de Favorecimento ao Domínio Social Estruturado, com pena de 12 a 20 anos, que alcança atos de apoio, como fornecer abrigo, armas, informações ou incentivar a prática dos crimes. Tanto o Domínio Social Estruturado quanto o Favorecimento do Domínio Social Estruturado são classificados como crimes hediondos.

    A sessão desta terça foi marcada por um embate entre governistas e oposcionistas acerca do conteúdo do projeto. O líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), disse que essa versão apreciada pelos deputados favorece organizações criminosas.

    “É vergonhoso. Vamos lutar para modificar no Senado para recuperar o propósito original do governo de combate à facção criminosa. O tipo penal não é esse, o que ele está criando é tão frágil o texto que estamos abrindo espaço para várias nulidades processuais”, disse.

    Já o líder do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ), celebrou a votação, afirmando que a Câmara dá uma resposta “ao Brasil que tanto se desespera pelo pior problema que aflige os brasileiros: a segurança pública”. “Tenho hoje como parlamentar a alegria de votar uma matéria que a sociedade clama, que é o endurecimento de uma legislação contra o crime organizado”, disse.

    Deputados governistas, acusando Derrite de ter descaracterizado o texto do Executivo, chegaram a trabalhar em plenário para adiar a votação, mas foram derrotados. Originalmente, o projeto seria votado na semana passada, mas uma série de divergências do governo e da oposição atrasaram a análise.

    No texto de Derrite, organização criminosa ultraviolenta, chamada de facção criminosa, é definida como um grupo formado por três ou mais pessoas que utiliza violência, grave ameaça ou coação para exercer domínio territorial ou social, intimidar moradores ou autoridades, ou atacar serviços, estruturas e equipamentos essenciais.

    Após a apresentação da quinta e sexta versões do parecer de Derrite, nesta terça-feira, o governo ainda apontava problemas no texto, principalmente pela manutenção da divisão dos recursos provenientes de bens apreendidos do crime entre os fundos estaduais de segurança e a Polícia Federal, o que diminui a fonte de financiamento da PF.

    Desde a primeira versão, contudo, Derrite voltou atrás em uma série de pontos após pressão governista e também abriu mão de medidas caras para a direita bolsonarista, como equiparar facções criminosas a terroristas. O PL apresentou um destaque para incluir essa equiparação ao texto, mas Hugo Motta (Republicanos-PB) barrou a iniciativa de ofício.

    A vontade de integrantes da gestão petista era que o texto original fosse retomado por completo, o que não ocorreu. Eles apostam, agora, na possibilidade de rever pontos considerados problemáticos quando a matéria tramitar no Senado.

    Alvo de uma série de críticas, o primeiro texto previa que a Polícia Federal só poderia agir contra organizações criminosas nos estados com aval expresso do governador, o que deu munição para que a esquerda e o governo acusassem o relator de tirar atribuições da Polícia Federal e tornar algo técnico em político.

    Responsável pela escolha de Derrite como relator, Motta teve que sair em defesa da PF e atuou para que o deputado recuasse em medidas que afetassem a corporação, que tem credibilidade na opinião pública.

    A escolha de Derrite para relatar a matéria foi criticada por integrantes do Palácio do Planalto, que enxergaram uma politização do tema, tendo como pano de fundo as eleições de 2026. Derrite é secretário de Segurança do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), potencial adversário de Lula no pleito do próximo ano.

    Motta, por sua vez, atribui a politização do tema a opositores de Derrite e tem dito que o relator fez um trabalho técnico. O presidente da Casa também tem repetido que as várias alterações no texto são naturais do processo legislativo.

    Para deputados de variados campos ideológicos, no entanto, a avaliação é a de que o processo de tramitação expôs erros de Derrite e acabou trazendo prejuízos políticos e de imagem tanto para Motta quanto para o relator.

    Aliados de ambos, por sua vez, afirmam que, uma vez aprovado, o saldo político do projeto passa a ser positivo para Motta e Derrite, que incorporam a entrega da lei ao seu legado.

    Câmara aprova texto-base de PL Antifacção em derrota para o governo Lula

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  • Trump diz que príncipe saudita acusado de matar jornalista é 'incrível em direitos humanos'

    Trump diz que príncipe saudita acusado de matar jornalista é 'incrível em direitos humanos'

    Evitado após morte do jornalista Jamal Khashoggi, em 2018, Mohammed bin Salman tenta elevar posição diplomática com trégua em Gaza; em visita com agenda cheia, americano quer concluir venda de caças F-35 e mais de R$ 3 tri em acordos

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (18) que o príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, é “incrível em termos de diretos humanos”. Trata-se da primeira primeira visita do líder de fato do reino árabe a Washington desde 2018, quando o jornalista saudita Jamal Khashoggi foi assassinado dentro do consulado de seu país em Istambul.

    “Temos um homem extremamente respeitado no Salão Oval hoje, e um amigo meu de longa data, um grande amigo meu”, disse o republicano. “Estou muito orgulhoso do trabalho, o que ele fez é incrível em termos de direitos humanos e tudo mais.”

    MbS, como o príncipe herdeiro também é conhecido, foi recebido em cerimônia oficial com pompa na entrada pelo Gramado Sul da Casa Branca, com fanfarra, tapete vermelho e sobrevoo de jatos F-15, já operados pelos sauditas, e F-35, cuja venda é um dos objetivos da visita para Trump.

    Estava presente o grosso do gabinete do republicano: o vice-presidente, J. D. Vance, a chefe de gabinete, Susie Wiles, e os secretários Marco Rubio (Estado), Scott Bessent (Tesouro), Pete Hegseth (Defesa) e Howard Lutnick (Comércio).

    A morte de Khashoggi transformou em um pária internacional. Relatórios de inteligência dos EUA durante o governo de Joe Biden concluíram que MbS foi o mandante do assassinato do jornalista, um crítico da monarquia saudita que escrevia para o jornal americano The Washington Post.

    Reconstituições com informações e diálogos obtidos pela polícia turca indicam que Khashoggi foi sufocado e depois esquartejado depois de entrar no consulado com o intuito de obter documentos para se casar com sua noiva, Hatice Cengiz, que ficou do lado de fora do local esperando por ele.

    A visita desta terça-feira parece desenhada para mostrar o novo momento da relação entre Washington e Riad -e para ignorar a morte do jornalista.

    Trump e MbS terão reunião, almoço e jantar ao longo do dia. A previsão é de que o saudita tenha compromissos com o presidente americano das 11h (13h de Brasília) até se despedir, às 21h (23h de Brasília).

    O republicano espera concluir negócio com o príncipe para a venda de 48 caças F-35, além de investimento de US$ 600 bilhões (R$ 3,18 trilhões) que foram prometidos a Trump durante a visita do americano à Arábia Saudita, em maio.

    Esta seria a primeira venda dos caças F-35 americanos para o reino, e sua mera possibilidade já indica uma mudança significativa da política americana para o Oriente Médio e mexe com as alianças estabelecidas e a balança de poder na região.

    O Exército de Israel manifestou formalmente ao governo israelense se opor à venda sob o argumento de que perderia a vantagem de ser o único país da região operando os caças avançados. Tel Aviv tem trabalhado para dificultar vendas semelhantes a outras nações da região, como a Turquia e os Emirados Árabes Unidos. Nesta segunda-feira (17), Trump confirmou a repórteres a intenção de vender os F-35 para a Arábia Saudita.

    Além de equipamentos militares, o líder saudita busca garantias de segurança, acesso a tecnologias de inteligência artificial e avanços em um acordo sobre um programa nuclear civil. “Os sauditas gastarão muito dinheiro amanhã nos EUA”, disse um funcionário da Casa Branca à agência Reuters nesta segunda-feira.

    Para além das vendas e acordos previstos, Trump quer do príncipe herdeiro algum sinal de que Riad vai enfim se juntar aos Acordos de Abraão, nome dado aos pactos de normalização das relações entre países de maioria árabe e Israel que o republicano colocou em marcha durante seu primeiro mandato.

    Na ocasião, ele conseguiu vitórias menores mas importantes, com Bahrein, Marrocos e Emirados Árabes Unidos se juntando à iniciativa, em troca de acordos de investimento, concessões e vendas de armas americanas.

    Os sauditas, no entanto, foram mais relutantes. Dada a grande relevância política, econômica, militar e religiosa de Riad no Oriente Médio, a normalização das relações da Arábia Saudita com Israel era o grande prêmio da iniciativa diplomática, mas que parava em algumas condições sauditas difíceis de avançarem, como o rascunho de um caminho para a criação de um Estado palestino.

    Tudo desmoronou em 7 de outubro de 2023, com o ataque do Hamas às comunidades no sul de Israel que deixou 1.200 mortos e desencadeou a reação do Estado judeu na Faixa de Gaza, o que bloqueou qualquer chance de normalização.

    Com o mais recente acordo de cessar-fogo, MbS tenta posicionar Riad como força relevante do mundo árabe para a reconstrução do território palestino. Junto com a França, a Arábia Saudita liderou movimento que, por um lado, fez importantes países ocidentais reconheceram um Estado palestino e, por outro, fez nações árabes e muçulmanas condenarem o Hamas.

    “É muito importante para Trump que eles [sauditas] se juntem aos Acordos de Abraão durante seu mandato, então ele está aumentando a pressão”, afirmou à Reuters Dennis Ross, que foi negociador dos EUA para o Oriente Médio e hoje trabalha no think tank Instituto Washington para Políticas do Oriente Médio.

    O especialista diz ainda que a estratégia de Trump busca um relações mais multifacetadas que retirem a Arábia Saudita da esfera de influência da China. “O presidente Trump acredita que todos esses passos vinculam os sauditas aos EUA, da segurança a questões de finanças, IA e energia”, afirmou.

    Trump diz que príncipe saudita acusado de matar jornalista é 'incrível em direitos humanos'

  • Chavoso da USP tem conta do Instagram com mais de 1 milhão de seguidores desativada

    Chavoso da USP tem conta do Instagram com mais de 1 milhão de seguidores desativada

    Thiago lamentou o episódio e disse que perdeu perfil com mais de 1 milhão de seguidores “sem explicação”

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O sociólogo Thiago Torres, conhecido como Chavoso da USP, teve sua conta no Instagram – que reunia mais de 1 milhão de seguidores – desativada neste domingo (16). Segundo o influenciador, sem receber qualquer aviso prévio, ele precisou recorrer a um perfil reserva e afirmou que aguarda explicações da plataforma sobre o motivo da exclusão.

    Thiago lamentou o episódio nesta segunda-feira (17).”Mais uma conta excluída pelo Instagram, do nada, sem mais nem menos. É muito frustrante. Anos de trabalho para chegar a um milhão de seguidores, para tudo ser descartado assim por essa rede”, escreveu. Horas depois, a página reserva também acabou sendo desativada e ele resolveu usar um perfil pessoal. “A conta reserva foi derrubada. Absolutamente nenhuma justificativa concreta. Surreal !!! Meus advogados já estão atuando”, comentou.

    O perfil do influenciador era voltado à produção de conteúdo sobre racismo, educação para jovens negros e periféricos, além de críticas sociais ao capitalismo e à extrema direita.

    Em agosto, Chavoso da USP foi convocado para prestar esclarecimentos na CPI dos Pancadões, na Câmara Municipal de São Paulo, a pedido do vereador Rubinho Nunes (União). Durante a sessão, o parlamentar chegou a dar voz de prisão ao sociólogo após discordar de suas críticas ao tema.

    Em maio deste ano, Thiago foi condenado a dez meses e 15 dias de prisão, em regime aberto, por difamação e injúria contra o ex-prefeito de Guarulhos, Gustavo Henric Costa (PSD). A sentença estava relacionada a críticas feitas por ele após o fechamento da empresa Proguaru, onde sua mãe trabalhava como faxineira. Em dezembro de 2021, cerca de 5 mil funcionários foram demitidos durante a gestão do ex-prefeito.

    A pena foi convertida em prestação de serviços comunitários, pagamento de indenização de R$ 15 mil, além de multa de R$ 3 mil e os honorários advocatícios. Procurada pela reportagem, a assessoria do Instagram não se manifestou.

    Chavoso da USP tem conta do Instagram com mais de 1 milhão de seguidores desativada

  • Empresa polonesa é acusada de fornecer explosivos para Israel usar em Gaza

    Empresa polonesa é acusada de fornecer explosivos para Israel usar em Gaza

    Israel lançou em Gaza o equivalente a duas bombas nucleares no primeiro mês da guerra, segundo o Observatório Euro-Med de Direitos Humanos

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A empresa estatal polonesa, Nitro-Chem, foi acusada por organizações Pró Palestina de fornecer a Israel explosivos usados em bombas implantadas na Faixa de Gaza.

    A fabricante teria fornecido TNT (trinitrotolueno) a empresas de armamento dos EUA para uso em projéteis, bombas e granadas militares exportadas para Israel. As informações do relatório foram levantadas pelas organizações pró Palestina Movimento da Juventude Palestina, Shadow World Investigations e Movement Research Unit.

    A Nitro-Chem é a única grande produtora de TNT na União Europeia e na Otan, segundo o relatório. “Este TNT é enviado para empresas de fabricação de armas dos EUA para a produção de grandes bombas aéreas, particularmente a série de bombas MK-80, na qual os militares israelenses se basearam fortemente para conduzir o genocídio em Gaza”, publicou o Movimento da Juventude Palestina no X.

    A Nitro-Chem também tem vendido explosivos, incluindo TNT, diretamente para Israel, ainda de acordo com o relatório. “Estima-se que 75 mil toneladas de explosivos tenham sido usadas contra a população de Gaza, com a empresa polonesa Nitro-Chem como fornecedora de TNT para as bombas da série MK-80, utilizadas por Israel”, afirmou o Movimento da Juventude Palestina no X.

    Bombardeios aéreos que mataram milhares de palestinos não seriam possíveis sem o TNT fabricado pela empresa polonesa. No relatório é pedido que a Nitro-Chem e que as autoridades polacas que cessem “imediatamente o fornecimento de TNT para a produção de bombas e artilharia da série MK-80 usadas por Israel, bem como o fornecimento direto de explosivos a Israel”.

    Israel lançou em Gaza o equivalente a duas bombas nucleares no primeiro mês da guerra, segundo o Observatório Euro-Med de Direitos Humanos. Mais de 25.000 toneladas de explosivos foram lançados no enclave.

    Empresa polonesa é acusada de fornecer explosivos para Israel usar em Gaza

  • Bolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco Master

    Bolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco Master

    Ibovespa recua 0,3%; moeda estadunidense fecha a R$ 5,31

    A liquidação extrajudicial do Banco Master teve reflexos limitados no mercado financeiro. Apesar do recuo de ações de bancos, a bolsa de valores teve uma queda baixa. Influenciado pelo exterior, o dólar caiu após a alta da véspera.

    O índice Ibovespa, da B3, fechou esta terça-feira (18) aos 156.522 pontos, com recuo de 0,3%. O indicador chegou a cair 0,7% nos primeiros minutos de negociação, mas recuperou-se parcialmente à tarde.

    As ações de bancos, com peso importante no Ibovespa, caíram nesta terça, puxando o índice para baixo. No entanto, a maior parte da queda decorreu da influência das bolsas estadunidenses, que caíram em meio a incertezas sobre as empresas do setor de inteligência artificial.O mercado de câmbio teve um dia de oscilações. O dólar comercial encerrou esta terça vendido a R$ 5,318, com queda de R$ 0,014 (-0,26%). A cotação chegou a subir para R$ 5,34 nos primeiros minutos de negociação e no início da tarde, mas inverteu o movimento e passou a cair a partir das 13h20, estabilizando-se em R$ 5,31 na hora final de negociação.

    Num dia sem a divulgação de indicadores econômicos importantes, a moeda estadunidense operou sem direção única em relação às moedas de países emergentes. O dólar subiu perante o peso chileno, mas caiu ante o peso colombiano e o peso mexicano.

    Os investidores globais estão no aguardo de dados econômicos dos Estados Unidos, após cerca de 40 dias de shutdown (paralisação do governo). Na quarta-feira (19), o Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) divulga a ata da reunião de 29 de outubro. Na quinta (20) saem os dados do emprego nos Estados Unidos. Os dois documentos são aguardados para dar pistas sobre se Banco Central da maior economia do planeta poderá cortar os juros básicos em dezembro.

    Bolsa e dólar caem em dia de liquidação do Banco Master

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  • Alcolumbre anuncia Alessandro Vieira como relator de PL Antifacção

    Alcolumbre anuncia Alessandro Vieira como relator de PL Antifacção

    Alcolumbre diz que negou posto de relatoria a bolsonaristas

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse nesta terça-feira (18) que o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) será o relator do projeto de lei antifacção quando o texto, ainda em análise pela Câmara, chegar à Casa Alta. Segundo Alcolumbre, a escolha é para evitar a contaminação política do projeto.

    O presidente da Casa disse que diversos senadores haviam pedido para relatar o projeto, de forte apelo popular. Ele citou apenas dois nomes: os de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e de Sergio Moro (União-PR), ambos ligados à oposição.

    “O senador Flávio Bolsonaro, assim como senador Moro e outros senadores, me solicitaram para que eles pudessem relatar essa matéria”, afirmou. Alcolumbre disse que a escolha de Vieira foi tomada de maneira “equilibrada e consciente”.

    “Na condição de presidente do Senado Federal eu gostaria de proteger esse projeto do debate que nós estamos vivenciando infelizmente na Câmara dos Deputados entre situação e oposição. Proteger esse projeto, proteger esse relatório, é defender verdadeiramente os brasileiros”, disse Alcolumbre.

    Alessandro Vieira não tem alinhamento automático nem à oposição nem ao governo. Ainda assim, aliados do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), demonstravam, antes do anúncio de Alcolumbre, satisfação com a possibilidade de Vieira ser colocado no posto.

    Escolher o relator antes de o projeto chegar ao Senado é pouco usual. Alcolumbre indicou que tomou a atitude para acalmar os ânimos de governistas e oposicionistas, que travam uma disputa política acirrada na Câmara em torno da proposta.

    Alcolumbre disse que disputa política criada em torno do projeto não leva a nada. “Felizmente nós não teremos no Senado Federal a contaminação da votação de uma matéria tão importante para o Brasil.”

    O presidente do Senado também deu declarações para mostrar o respaldo a Alessandro Vieira, mencionando que ele também é relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado e que trabalhou na área.

    “Se o Senado teve com sabedoria a capacidade de escolher um delegado que serve o Brasil como senador da República para ser relator da CPI, eu tenho certeza absoluta de que todos nós estaremos representados por esse delegado senador como relator dessa matéria importantíssima”, disse o presidente do Senado.

    O debate em torno do projeto antifacção cresceu há cerca de duas semanas, quando o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), escolheu Guilherme Derrite (PP-SP) como relator da proposta.

    Derrite é secretário de segurança licenciado de São Paulo, uma das caras mais visíveis do governo paulista de Tarcísio de Freitas e possível candidato ao Senado no campo bolsonarista.

    A nomeação veio depois de a operação policial que terminou 121 mortos no Rio de Janeiro. O caso teve aprovação entre o eleitorado e promoveu políticos de direita com discurso linha-dura na segurança pública.

    Nas últimas duas semanas, as discussões lideradas por Derrite teve idas e vindas. Seu relatório já está na quinta versão, e deverá ter uma sexta antes da votação. A deliberação foi prometida por Motta para esta terça.

    Alcolumbre anuncia Alessandro Vieira como relator de PL Antifacção

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  • Após recuo de Trump, Câmara aprova liberação de arquivos do caso Epstein

    Após recuo de Trump, Câmara aprova liberação de arquivos do caso Epstein

    Medida exige divulgação de todos os documentos não confidenciais sobre suposto esquema de tráfico sexual; após recuo, Trump disse que republicanos na Câmara e no Senado deveriam apoiar texto e prometeu sancioná-lo

    BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em voto quase unânime, a Câmara dos Representantes e o Senado dos Estados Unidos aprovaram nesta terça-feira (18) a liberação dos arquivos do Departamento de Justiça sobre Jeffrey Epstein, caso que tem gerado desgaste para o presidente Donald Trump e cobranças de sua base.

    Na Câmara, a medida teve placar de 427 votos a 1, com cinco abstenções. No Senado, recebeu aval de todos os parlamentares, sem exceção, após uma manobra do Partido Democrata. Agora, o texto vai para a sanção presidencial -Trump prometeu não vetar a lei se aprovada no Congresso.

    A reviravolta acontece dois dias após Trump abandonar sua oposição à medida. O texto exige a divulgação de todos os materiais não confidenciais sobre Epstein e o suposto esquema de tráfico sexual e exploração de menores que o financista teria operado.

    Na Câmara, o único voto contrário foi do republicano Clay Higgins, deputado trumpista da Louisiana. Em publicação no X, Higgins explicou sua posição, dizendo que a lei “revela a identidade de milhares de inocentes, entre testemunhas, familiares, etc”. “Se for aprovada da forma como está, uma revelação tão ampla de uma investigação criminal, liberada para uma mídia raivosa, irá resultar em pessoas inocentes sendo prejudicadas”, afirmou o parlamentar.

    No Senado, o líder da oposição, o senador por Nova York Chuck Schumer, manobrou para que a lei fosse aprovada por consenso -isto é, propôs que a Casa avalizasse a medida de maneira automática a menos que algum senador levantasse objeções. Nenhum republicano o fez, e o texto foi aprovado.

    Trump, cujas relações com Epstein têm sido exploradas por críticos e apoiadores, há muito tempo alimenta teorias conspiratórias sobre o abusador que cultivou muitos amigos ricos e poderosos -Epstein foi condenado por crimes sexuais na justiça estadual da Flórida em 2008. Ele foi preso por acusações semelhantes, mas mais graves, em 2019, quando morreu na prisão.

    Desde que o republicano retornou ao poder, o assunto se tornou um raro ponto fraco para ele, em particular para alguns de seus apoiadores mais radicais, que têm se mostrado descontentes com declarações de Trump e atos do governo sobre o caso.

    Uma pesquisa Reuters/Ipsos de outubro descobriu que apenas 4 em cada 10 republicanos aprovam a forma como Trump lida com o assunto, bem abaixo dos 9 em cada 10 que aprovam seu desempenho geral.

    Trump afirma que nunca teve nenhuma ligação com os supostos crimes de Epstein e tem se referido ao assunto como uma “farsa democrata”, usada para desviar o foco do que seriam pontos positivos de seu governo e falhas da oposição.

    A campanha parlamentar pela divulgação dos materiais sobre o financista foi liderada pelo republicano Thomas Massie, o que indicava a dificuldade do governo de resistir à medida. Massie coletou 218 assinaturas de colegas da Câmara em uma petição que forçou a votação da medida, algo que vinha sofrendo resistência do presidente da Casa, o também republicano Mike Johnson.

    O fato de Trump anteriormente se opor à divulgação do material azedou as relações com uma de suas mais fortes apoiadoras no Congresso, a deputada republicana Marjorie Taylor Greene, que criticou repetidas vezes o Departamento de Justiça por não divulgar mais detalhes sobre Epstein. Trump rebateu, chamado Greene de traidora.

    A súbita reviravolta do presidente veio no domingo (16), quando ele afirmou: “Os republicanos da Câmara deveriam votar para divulgar os arquivos de Epstein, porque não temos nada a esconder.”

    O principal democrata da Câmara, o deputado por Nova York Hakeem Jeffries, teve outra avaliação. “Donald Trump parece ter se acovardado no escândalo Epstein. Ele cedeu. É uma rendição completa e total”, disse ele em uma entrevista coletiva na segunda-feira (17).

    Mike Johnson havia dito a repórteres que ele e Trump estavam preocupados em proteger as vítimas de Epstein de exposição pública indesejada. “Não tenho certeza se a liberação faz isso, e isso é parte do problema”, disse o republicano na segunda-feira -argumento que repetiu no plenário antes de votar a favor da lei. Os apoiadores da medida dizem que as preocupações de Johnson são infundadas.

    Há dúvidas, no entanto, sobre o alcance real da divulgação dos materiais, porque a medida permite ao Departamento de Justiça manter sob sigilo documentos sujeitos a investigações -ao mesmo tempo, Trump pediu ao departamento para investigar a relação de Epstein com importantes nomes democratas, como o ex-presidente Bill Clinton e o ex-secretário do Tesouro Larry Summers.

    Na segunda, Summers disse estar “profundamente envergonhado” após as revelações de seus diálogos com Epstein e anunciou que se afastaria da vida pública. Professor de Harvard, ele continuará a dar aulas na instituição, entretanto.

    Epstein se declarou culpado de uma acusação estadual de prostituição de menores na Flórida em 2008 e cumpriu 13 meses de prisão. O Departamento de Justiça dos EUA, em 2019, o acusou de tráfico sexual de menores na esfera federal em um caso muito mais amplo, jogando luz em um esquema que pode ter vitimado mais de 200 mulheres. Epstein se declarou inocente dessas acusações e morreu na prisão antes do julgamento, no que foi considerado um suicídio.

    Emails divulgados na semana passada por um comitê da Câmara mostraram que o financista acreditava que Trump “sabia sobre as garotas”, embora não estivesse claro o que isso significava. A Casa Branca disse que os emails divulgados não continham prova de irregularidades por parte de Trump.

    Após recuo de Trump, Câmara aprova liberação de arquivos do caso Epstein

  • Texas classifica de terrorista principal associação muçulmana nos EUA

    Texas classifica de terrorista principal associação muçulmana nos EUA

    Medida abre caminho para que Conselho de Relações Islâmicas-Americanas seja expulso do estado; governador Greg Abbott (foto) cita caso de 2007 para afirmar que Cair tem ligações com facção palestina Hamas

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador do Texas, o republicano Greg Abbott, classificou oficialmente nesta terça-feira (18) o Centro de Relações Islâmicas-Americanas (Cair, na sigla em inglês) de organização terrorista, abrindo caminho para que a entidade, uma das mais importantes no combate à islamofobia nos Estados Unidos, seja expulsa do estado. Cerca de 300 mil muçulmanos vivem no Texas, ou pouco mais de 1% da população.

    No decreto, Abbott impõe a mesma classificação à Irmandade Muçulmana, grupo fundado em 1928 e considerado terrorista por países como o Egito e a Rússia. O Hamas, em seus primeiros anos, surgiu como braço palestino desse grupo.

    O texto diz que o Cair é uma “organização sucessora” da Irmandade Muçulmana nos EUA. Para embasar a afirmação, cita um processo de 2007 em que o Centro foi citado como uma de 275 organizações muçulmanas que seriam “cúmplices” de um esquema de lavagem de dinheiro que tinha o objetivo de financiar o Hamas.

    Embora o Cair nunca tenha sido acusado de algum crime, o FBI, a polícia federal americana, suspendeu sua cooperação com o centro em 2008, outro fato citado no decreto de Abbott para justificar a classificação de organização terrorista.

    As consequências da medida são severas. Com o decreto, o Cair e seus dirigentes agora não podem mais comprar terrenos, e o procurador-geral do estado deve abrir um processo para expulsar a organização do Texas.

    Fundado em 1994 em Washington, o Cair ganhou projeção nacional no início dos anos 2000 ao denunciar a explosão de casos de racismo e islamofobia nos EUA após os ataques de 11 de Setembro. O conselho processou uma série de empresas por discriminação no ambiente de trabalho e hoje possui filiais em uma série de estados americanos.

    Recentemente, a organização foi criticada por suas posições contra as ações de Israel na Faixa de Gaza e por falas de alguns de seus membros, que classificaram “sionistas” como inimigos de muçulmanos. A nível federal, republicanos pedem que o governo Donald Trump investigue possíveis ligações financeiras entre o Cair e o Hamas.

    A medida do Texas foi comemorada por membros do Partido Republicano como Valentina Gomez, pré-candidata à Câmara dos Representantes nas eleições de 2026. Em publicação no X, Gomez disse que se reuniu com Abbott para “tratar do problema muçulmano no Texas” e prometeu tornar o estado “o pior lugar para o Islã e para imigrantes ilegais”. Em resposta a comentários, afirmou ainda: “se eu chegar ao Congresso, o Texas se livrará desses muçulmanos sujos”.

    Texas classifica de terrorista principal associação muçulmana nos EUA

  • Renato Aragão nega acusação da filha de ter dado 'calote' de R$ 872 mil

    Renato Aragão nega acusação da filha de ter dado 'calote' de R$ 872 mil

    Juliana Rangel Aragão acusa o humorista de não ter quitado um empréstimo de R$ 950 mil firmado entre os dois em dezembro de 2018

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Renato Aragão, 90, se pronunciou nesta terça-feira (18) após vir a público uma ação de cobrança movida por sua filha mais velha, Juliana Rangel Aragão, 47. Ela acusa o humorista de não ter quitado um empréstimo de R$ 950 mil firmado entre os dois em dezembro de 2018 – valor de uma dívida que hoje estaria em cerca de R$ 872 mil, sem correções monetárias.

    Em nota enviada à Folha de S.Paulo, o intérprete de Didi, de Os Trapalhões, nega o calote e afirma que não se trata de um empréstimo, mas de um acordo para que parte dos recursos herdados por Juliana da mãe, Martha Rangel, fosse administrada por ele. Segundo o comunicado, o arranjo foi feito com orientação do advogado da própria Juliana na época.

    “A intenção, desde o início, foi simples: garantir que seu patrimônio estivesse protegido e bem-organizado, de forma que ela pudesse utilizá-lo com tranquilidade ao longo do tempo, sempre priorizando também a segurança e o bem-estar de sua filha menor de idade”, diz o texto.

    Ainda de acordo com a nota, Juliana saiu da casa da família no início deste ano sem informar o paradeiro e deixou a filha, Júlia, menor de idade, sob os cuidados do avô. Desde então, todas as tentativas de contato teriam sido frustradas. A família afirma ter recebido apenas notificações jurídicas, mensagens com suposto tom de chantagem e publicações online que “não representam a realidade”.

    O comunicado também reforça que Renato Aragão “não precisa nem precisou” dos recursos da filha e que o dinheiro “nunca foi incorporado ao patrimônio dele ou de sua esposa”, sendo apenas administrado por segurança. A família demonstra também preocupação com uma possível interferência de terceiros, que poderiam estar tentando se aproveitar da situação para obter vantagens financeiras.

    Segundo o site Notícias da TV, Juliana ingressou com a ação na 43ª Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro. Na petição, a filha do humorista afirma que o valor “emprestado” ao pai saiu da venda de um imóvel herdado da mãe e que Renato Aragão deveria ter devolvido o montante total até 31 de dezembro de 2023, o que não ocorreu. O F5 entrou em contato com a defesa de Juliana Rangel em um escritório na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, e não obteve resposta.

    Em abril, Renato foi acusado em um podcast de “esconder” Juliana, que é motorista de aplicativo, vive uma relação homoafetiva. Ela usou suas redes para pedir ajuda financeira e até fez vaquinhas virtuais para comprar remédios. Na época, ela alegou que não era aceita pelo humorista. O artista negou. “Juliana é minha filha tanto quanto o Paulinho, o Ricardo, o Renato Jr. e a Lívian. Nunca fiz diferença -nem pela escolha sexual dela, nem por ser adotiva. Filho é filho”, disse.

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