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  • Submarinos nucleares da Coreia do Sul podem gerar “efeito dominó nuclear”

    Submarinos nucleares da Coreia do Sul podem gerar “efeito dominó nuclear”

    A Coreia do Norte afirmou que o apoio dos EUA ao desenvolvimento de submarinos nucleares pela Coreia do Sul pode desencadear um efeito dominó nuclear na região, elevando tensões e alimentando uma nova corrida armamentista, mesmo após Seul propor diálogo militar para reduzir riscos na fronteira

    A Coreia do Norte declarou nesta terça-feira (18) que os planos da Coreia do Sul, em parceria com os Estados Unidos, para desenvolver submarinos movidos a energia nuclear vão provocar “inevitavelmente” um efeito dominó nuclear na Ásia. Segundo Pyongyang, esse avanço permitirá que Seul amplie sua capacidade militar de forma inédita e desencadeie uma “corrida armamentista intensa” na região.

    A posição foi divulgada em um editorial da agência estatal KCNA e representa a primeira reação norte-coreana aos documentos apresentados por Coreia do Sul e EUA na última semana, incluindo um informe sobre as duas cúpulas realizadas entre o presidente sul-coreano, Lee Jae-myung, e o presidente americano, Donald Trump, e o comunicado final da 57ª Reunião Consultiva de Segurança.

    Nos documentos, Washington e Seul confirmam um afrouxamento parcial das restrições ao enriquecimento de urânio pela Coreia do Sul. O editorial critica duramente a decisão dos EUA de permitir que Seul avance em tecnologia nuclear naval e acusa Washington de dar “sinal verde” ao país para enriquecer urânio e reprocessar combustível nuclear. Para Pyongyang, essas medidas transformariam a Coreia do Sul em um “quase Estado nuclear”.

    A Coreia do Norte também acusa EUA e Coreia do Sul de abandonarem o conceito de “desnuclearização da Península Coreana” e substituí-lo por “desnuclearização da Coreia do Norte”, o que Pyongyang rejeita. O regime mantém a condição de que qualquer diálogo só poderá ocorrer se a questão nuclear for retirada da pauta.

    Em resposta, a porta-voz da Presidência sul-coreana, Kang Yu-jung, afirmou em comunicado que Seul “não tem qualquer intenção hostil ou de confronto”. Um representante do Ministério da Unificação, ouvido pela agência Yonhap, disse que o editorial apenas repete posições já conhecidas da Coreia do Norte e destacou o tom “moderado” do texto, que não cita diretamente os líderes dos EUA ou da Coreia do Sul.

    A manifestação ocorre um dia depois de Seul apresentar sua primeira proposta oficial de diálogo militar intercoreano no governo Lee, voltada a evitar incidentes na fronteira, e após a tentativa frustrada da administração Trump de realizar uma cúpula com Kim Jong-un durante a viagem do presidente americano à Ásia no mês passado.

    Submarinos nucleares da Coreia do Sul podem gerar “efeito dominó nuclear”

  • Mais de 1 milhão de segurados ainda podem aderir ao acordo do INSS; confira o que fazer

    Mais de 1 milhão de segurados ainda podem aderir ao acordo do INSS; confira o que fazer

    O processo de devolução dos descontos indevidos do INSS enfrenta entraves como desinformação, burocracia e desconfiança, deixando mais de 1 milhão de segurados sem aderir ao acordo que garante o ressarcimento direto na conta e sem ação judicial.

    (FOLHAPRESS) – Mais de 1 milhão de segurados do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) que contestaram descontos indevidos em seus benefícios ainda não aderiram ao acordo de devolução e, por isso, seguem sem receber o ressarcimento de forma administrativa, direto na conta do benefícios e sem a necessidade de ir à Justiça.

    Após a contestação, é preciso aderir ao acordo previsto no plano de ressarcimento homologado pelo STF (Supremo Tribunal Federal). O procedimento começa quando o segurado identifica um desconto que não reconhece e faz a contestação pelo site ou aplicativo Meu INSS ou presencialmente em uma agência dos Correios.

    A associação responsável pela cobrança tem 15 dias para responder e apresentar documentos que comprovem a autorização do segurado. Se a entidade não envia provas, o beneficiário pode aderir ao acordo pelo Meu INSS ou nos Correios. E então o dinheiro é liberado.

    Luis Gustavo Nicoli, advogado com atuação em assuntos previdenciários e sócio do Nicoli Sociedade de Advogados, diz que um dos fatores que podem explicar por que 1 milhão de segurados ainda não aderiram ao acordo é a desinformação.

    Segundo ele, muitos beneficiários sequer sabem que existe uma segunda etapa de devolução administrativa. Há também a dificuldade tecnológica, já que grande parte dos segurados não consegue realizar o pedido sozinho.

    Outro ponto citado por Nicoli é a desconfiança. Após terem sofrido descontos indevidos, muitos segurados não acreditam na efetividade do acordo. Além disso, há casos em que os valores considerados baixos desestimulam a adesão.

    O especialista diz que o processo de devolução poderia ter sido mais simples do que o modelo criado pelo INSS. Ele afirma que o instituto deveria ter desenvolvido uma página única, com consulta direta, informações claras sobre o pedido de devolução e uma previsão de pagamento.

    Rômulo Saraiva, advogado especialista em Previdência Social e colunista da Folha, reforça essa crítica e compara o procedimento ao da Receita Federal, que identifica automaticamente quem pagou imposto a mais e realiza a restituição em lotes de pagamento para quem faz a declaração do Imposto de Renda.

    Veja o que fazer para ter o dinheiro de volta

    Quando a associação responde com documentos que dizem comprovar a autorização, o segurado deve analisá-los para confirmar se são válidos. Se não os reconhece, ocorre a chamada ‘fraude da fraude’, quando entidades enviam documentos com assinaturas digitais que não seria do aposentado, além de gravações de voz como se fossem do beneficiário para justificar uma suposta filiação, mas não são.

    Na ultima quarta-feira (12), a AGU (Advocacia-Geral da União) e o INSS anunciaram que irão devolver o dinheiro a aposentados e pensionistas que foram vítimas desta segunda fraude e que, por isso, não haviam conseguido avançar na adesão ao acordo.

    Segundo a AGU, foram identificadas 17 entidades envolvidas nos descontos indevidos a partir de uma apuração da CGU (Controladoria-Geral da União). Entre elas, três utilizaram gravações de áudio na tentativa de comprovar a autorização dos segurados, 13 são suspeitas de empregar softwares para fraudar assinaturas e uma utilizou tanto áudio quanto software.

    A AGU não detalhou quais entidades se enquadram em cada categoria.

    Segundo levantamento mais recente do INSS, 6,064 milhões de segurados já informaram não reconhecer os descontos aplicados em seus benefícios. Desse total, 1,5 milhão tive a contestação respondida pelas associações com algum tipo de documentação apresentada para tentar comprovar a autorização.

    Ao todo, 4,8 milhões de segurados estão aptos a aderir ao acordo de ressarcimento (já cumpriram as etapas necessárias para solicitar a devolução administrativa dos valores). Entre eles, 3,8 milhões já aderiram, o que corresponde a 78,7%. Até o momento, foram emitidos 3,7 milhões pagamentos, somando R$ 2,56 bilhões, com valores agendados até esta segunda-feira (17). O INSS tem disponível R$ 3,3 bilhões para pagar aos segurados.

    Nicoli diz que a transparência sobre a devolução dos valores tem avançado, mas ainda não é suficiente para quem precisa entender exatamente o que foi devolvido e o que ainda está pendente. “O INSS divulga números gerais, mas não apresenta detalhamento por faixa de benefício, tipo de desconto, tempo de espera ou taxa de adesão, o que dificulta a aferição real do impacto”, afirma o especialista.

    QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS OBSTÁCULOS PARA OS SEGURADOS?

    Segundo Nicoli, os segurados que o procuram relatam três grandes dificuldades. A primeira é a falta de informação clara sobre o status do pedido. A segunda é a burocracia: muitos idosos não conseguem navegar pelo sistema para pedir a devolução. E a terceira é a comunicação falha em alguns cenários.

    “Vários não foram oficialmente informados de que poderiam pedir o reembolso ou de qual seria o valor esperado”, diz. Ele também afirma que já recebeu relatos de pessoas que aderiram ao acordo, cumpriram todas as etapas, mas não receberam o valor no prazo previsto.

    QUEM PODE ADERIR E QUAIS SÃO AS CONDIÇÕES DO ACORDO?

    O acordo permite que aposentados e pensionistas que sofreram descontos indevidos entre março de 2020 e março de 2025 recebam os valores de volta por via administrativa.

    O aposentado que optar por aderir ao acordo aceitará receber o dinheiro administrativamente, mas abrirá mão do direito de cobrar indenização por dano moral do INSS, segundo as regras aprovadas no plano de devolução elaborado por diversos órgãos e homologado pelo STF. O plano também prevê que a ação individual ou coletiva que o aposentado tiver na Justiça será extinta se ele optar por receber via acordo.

    TENHO UMA AÇÃO EM ANDAMENTO. POSSO ADERIR AO ACORDO?

    Sim. Se ainda não recebeu valores pela via judicial, o beneficiário pode optar pelo acordo administrativo.

    Quem entrou na Justiça para receber o ressarcimento deverá desistir da ação contra o INSS, que se compromete a pagar 5% de honorários advocatícios nas ações individuais propostas antes de 23 de abril de 2025.

    COMO ACEITAR O ACORDO PELO MEU INSS?

    – Acesse o aplicativo Meu INSS com CPF e senha;
    – Vá até “Consultar Pedidos” e clique em “Cumprir Exigência”; o procedimento deve ser feito em cada pedido, se houver mais de um;
    – Role a tela até o último comentário, leia com atenção e, no campo “Aceito receber”, selecione “Sim”;
    – Clique em “Enviar”. É preciso, então, aguardar o pagamento.

    COMO PEDIR A DEVOLUÇÃO DE DESCONTOS INDEVIDOS?

    Pelo Meu INSS:
    – Entre no site ou aplicativo Meu INSS Informe seu CPF e a senha cadastrada
    – Siga para “Do que você precisa?”
    – Digite: “Consultar descontos de entidades”
    – Caso tenha descontos, marque se foram ou não autorizados Informe email e telefone para contato
    – Declare se os dados são verdadeiros
    – Confirme no botão “Enviar Declarações”

    Presencialmente:
    Aposentados também podem procurar agências dos Correios para buscar ajuda com a consulta e o pedido de devolução de descontos indevidos.

    SE EU NÃO QUISER ADERIR AO ACORDO. POSSO ENTRAR NA JUSTIÇA?

    Se o segurado não quiser aderir ao acordo, ele pode entrar na Justiça. A adesão é indicada apenas para quem deseja receber os valores de forma administrativa, direto na conta, sem necessidade de processo judicial.

    Segundo Nicoli, quem optar pelo caminho judicial pode pedir a revisão do valor ou cobrar diferenças não reconhecidas pela administração; contestar cálculos e solicitar perícia contábil para apurar o montante correto; pedir indenização por danos morais quando os descontos indevidos afetaram a subsistência; e até requerer tutela de urgência, nos casos em que há risco alimentar ou situação de vulnerabilidade.

    Ele afirma que o Judiciário tem sido receptivo quando o segurado comprova o desconto indevido, mas não consegue resolver o problema pela via administrativa.

    Rômulo Saraiva, no entanto, destaca que há um obstáculo adicional: o STF mandou suspender o andamento de ações relacionadas ao tema. “O Supremo, de certa forma, está beneficiando o INSS, que foi totalmente relapso e até conivente com a fraude, pois está impedindo que aposentados sejam reparados em sua integralidade”, diz o advogado.

    É importante lembrar que quem aderir ao acordo não poderá, depois, ingressar com ação judicial contra o INSS sobre esses mesmos valores.

    O QUE É A ‘FRAUDE DA FRAUDE’?

    A ‘fraude da fraude’ ocorre quando a entidade responsável pelo desconto indevido responde à contestação do segurado com documentos falsos para tentar comprovar que ele autorizou a cobrança.

    Esses materiais incluem assinaturas digitais forjadas e gravações de áudio apresentadas como se fossem do beneficiário. Ou seja: primeiro há o desconto indevido, e depois a tentativa de validar esse desconto com documentação irregular.

    QUAIS SÃO AS 17 ASSOCIAÇÕES QUE, SEGUNDO O INSS, FAZEM PARTE DA ‘FRAUDE DA FRAUDE’?

    Aasap (Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista)
    ABCB (Amar Brasil) – Amar Brasil Clube de Benefícios CENAP.ASA (Central Nacional de Aposentados e Pensionistas – Santo Antônio)
    Master Prev Anddap (Associação Nacional de Defesa dos Direitos dos Aposentados e Pensionistas)
    Conafer (Confederação Nacional dos Agricultores Familiares Rurais e Empreendedores Familiares Rurais do Brasil)
    Abrapps, antes Anapps (Associação Brasileira de Aposentados e Pensionistas do Instituto Nacional de Seguridade Social)
    Cinaap (Círculo Nacional de Assistência dos Aposentados e Pensionistas)
    Cobap (Confederação Brasileira dos Aposentados, Pensionistas e Idosos)
    Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical)
    Aaspa (Associação de Assistência Social à Pensionistas e Aposentados)
    Unsbras (União Brasileira de Aposentados da Previdência)
    AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil)
    Aapen, antes ABSP (Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional)
    Caap (Caixa de Assistência aos Aposentados e Pensionistas)
    Ambec (Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos)
    Cebap (Centro de Estudos dos Benefícios dos Aposentados e Pensionistas)

    Em nota, as associações que responderam à reportagem (Sindnapi, Ambec, Cebap e Cinaap) afirmam que os descontos foram realizados de forma regular e que aguardam um posicionamento do INSS sobre os casos em que houve discordância em relação aos documentos enviados para análise das recusas. 

    As entidades negam que houve fraude nos documentos de autorização apresentados.

    Mais de 1 milhão de segurados ainda podem aderir ao acordo do INSS; confira o que fazer

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  • Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

    O aplicativo de relacionamento Hinge começa a operar no Brasil com foco em conversas mais profundas e conexões duradouras, trazendo ferramentas como prompts obrigatórios, metas de relacionamento e filtros de segurança para garantir interações mais consistentes e respeitosas entre os usuários.

    (CBS NEWS) – O Hinge, aplicativo de relacionamento usado pelo prefeito eleito de Nova York, Zohran Mamdani, para conhecer sua esposa, Rama Duwaji, estreou no Brasil nesta segunda-feira (17). O casal se conheceu no app em 2021 e oficializou a união no início deste ano.

    O país é o segundo da América Latina a receber o serviço, depois do México, que ganhou acesso à plataforma em setembro. O app pode ser baixado gratuitamente na App Store e no Google. O Hinge foi adquirido pelo Match Group, dono do Tinder, em 2018.

    Fundado em 2012 nos Estados Unidos, o Hinge ficou conhecido por estimular interações mais longas entre os usuários, diferentemente de algumas plataformas que apostam em usos rápidos e sucessivos. Um dos principais recursos do app são os “quebra-gelos” -perguntas predefinidas que funcionam como prompts e são obrigatórias no perfil, criadas para facilitar o início das conversas.

    Segundo a plataforma, que adota o slogan “o aplicativo feito para ser deletado” em referência à proposta de incentivar relações duradouras, o Hinge é hoje o app de relacionamento que mais cresce em mercados como Estados Unidos, Reino Unido e Austrália. Nessas regiões, afirma a empresa, um encontro marcado pelo aplicativo ocorre a cada dois segundos.

    O fundador e CEO do Hinge, Justin McLeod, diz que a chegada ao Brasil pretende atrair usuários interessados em conexões reais. “O Brasil é conhecido por sua receptividade e autenticidade, e esses valores se alinham perfeitamente à missão do Hinge de promover conexões significativas”, afirma.

    Cada usuário deve responder a três quebra-gelos, como “A gente vai se dar bem se…” ou “Eu poderia passar a noite toda conversando sobre…”. Além de texto e fotos, é possível incluir áudios e vídeos nessas respostas.

    O app reúne outros recursos voltados a incentivar conversas mais consistentes. Um deles é o “Metas de relacionamento”, em que o usuário pode indicar se busca um parceiro de longo prazo, algo mais curto ou se ainda está definindo o que procura.

    Há ainda o “Sua vez”, que lembra quando é a vez do usuário responder, para evitar conversas interrompidas. O recurso também tem um limite: o aplicativo exige que a pessoa responda ou encerre diálogos antes de iniciar novas interações -medida que, segundo a empresa, elevou em 20% a taxa de resposta.

    Outro item é o “A gente se conheceu”, uma pesquisa enviada após o encontro presencial para perguntar se ambos têm interesse em se ver novamente.
    No Brasil, o aplicativo contará com mais de 50 opções de identidade de gênero e 21 de orientação sexual. Além disso, os usuários podem indicar preferências que refletem seus valores, religião, objetivos de vida ou até signos do zodíaco.

    SEGURANÇA E CIÊNCIA DO AMOR

    O aplicativo oferece verificação por selfie, lembretes que incentivam comportamentos considerados positivos e um filtro de comentários, mecanismos pensados para dar mais controle aos usuários e tentar evitar interações problemáticas antes que ocorram.

    A empresa afirma ter criado o Hinge Labs, uma equipe interna de pesquisadores e cientistas comportamentais dedicada a estudar o que favorece conexões duradouras. O grupo combina análises quantitativas e qualitativas para identificar desafios comuns no universo dos encontros e testar novas funcionalidades. A ideia, segundo o Hinge, é aprimorar a experiência dos encontros presenciais e torná-la mais segura e eficaz.

    Hinge, app em que prefeito de Nova York conheceu esposa, chega ao Brasil

  • Mulher atropela homem e percorre quilômetros com o corpo debaixo do carro

    Mulher atropela homem e percorre quilômetros com o corpo debaixo do carro

    A polícia local está investigando um acidente que aconteceu na manhã desta segunda-feira (17), após uma mulher atropelar um homem e percorrer vários quilômetros com o corpo debaixo do carro

    Na manhã desta segunda-feira (17), um homem morreu em Sevilha, na Espanha, depois de ter sido atropelado. A vítima, de 50 anos, foi atingida pelas 8h15 da manhã, tendo o seu corpo sido arrastado durante vários quilômetros, sem que ninguém se tivesse percebido, destaca o El Pais.

    Tudo aconteceu em um momento em que chovia com grande intensidade. A mulher não teria percebido do atropelamento e terá alegado que pensou que o barulho que ouvia vinha do freio de mão.

    Segundo a Telecinco, no total, a mulher teria percorrido cerca de 8 quilômetros com o corpo do homem por baixo da sua viatura.

    Foi só quando parou em um semáforo vermelho, que a morotista foi avisada de que tinha algo debaixo do seu automóvel.

    Segundo relatou a própria aos serviços de emergência médica, ela reparou que se passava algo de estranho com o carro, como se algo a impedisse de seguir na velocidade certa. Pensou, porém, que o carro estava com problemas no freio de mão.

    Vale destacar que a mulher testou negativo para o consumo de álcool e drogas. Depois do incidente, a motorista precisou de ser atendida por uma equipe de apoio psicológico.

    Segundo a imprensa espanhola, a vítima apresentava muitos ferimentos, pelo que quando os paramédicos chegaram ao local já declararam o óbito.

    A polícia continua investigando o sucedido para tentar entender o motivo pelo qual a motorista não percebeu o que fez, nem como andou tantos quilômetros sem parar para ver o que estava acontecendo.

     

    Mulher atropela homem e percorre quilômetros com o corpo debaixo do carro

  • Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

    Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

    A foto publicada no perfil do Iscar nas redes sociais foi feita no Governors Awards, cerimônia da Academia que distribui estatuetas honorárias

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Foto de Wagner Moura no perfil oficial do Oscar virou mais um caso clássico de “invasão brasileira” nos comentários de publicações da Academia. Postada nesta segunda (17) após o Governors Awards, a imagem do ator foi tomada por fãs e famosos do Brasil, que transformaram a seção de mensagens em torcida organizada pela indicação dele à estatueta.

    Em pouco mais de uma hora, o registro já era o mais curtido e comentado entre todos os do evento, com mais de 23 mil comentários. “Pronto pra trazer outra estatueta pra gente”, escreveu uma seguidora. “Já podemos sonhar??”, perguntou outra, enquanto um “oscar winner” pipocava entre os comentários.

    Famosos e colegas de elenco de Wagner em “O Agente Secreto”, como Alice Carvalho também comentário demonstrando torcida pelo ator. “Vai, Waguito!”, escreveu a atriz. Em outro, brincou: “O cheiro de lavanda exalando”.

     
     
     

     
     
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    Uma publicação compartilhada por The Academy (@theacademy)

    Daniela Mercury também comentou na publicação, assim como Renato Góes, que mandou um “Te liga, Academia”, e a influenciadora Gabi Lopes, que deixou vários registros de apoio ao ator.

    A foto foi feita no Governors Awards, cerimônia da Academia que distribui estatuetas honorárias. Entre cliques de estrelas de Hollywood, quem acabou puxando o engajamento foi justamente o brasileiro, que atravessa a temporada de premiações como um dos nomes mais observados.

    Protagonista de “O Agente Secreto”, escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2026. Wagner já abriu essa corrida com um troféu de peso. Ele venceu o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes, em maio, quando o longa de Kleber Mendonça Filho foi exibido pela primeira vez. O diretor, que também esteve no Governors Awards, saiu de lá consagrado como Melhor Diretor na mesma edição de Cannes.

    No ano passado, fãs brasileiros também dominaram as publicações da Academia relacionadas à Fernanda Torres e o filme “Ainda Estou Aqui”.

    Brasileiros invadem perfil do Oscar com comentários de apoio a Wagner Moura

  • Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

    Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

    Johnson Wen, que pulou uma cerca e correu em direção à atriz na estreia de ‘Wicked 2’, recebe a punição de um tribunal nesta segunda-feira (17); australiano é suspeito de ter perturbado outros eventos esportivos e shows internacionais no passado

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Um tribunal em Singapura condenou, nesta segunda-feira (17), um australiano a nove dias de prisão por ter avançado sobre Ariana Grande, 32, durante a estreia asiática do filme “Wicked: Parte II” na semana passada. A cantora e atriz estava presente na apresentação quando o homem, identificado como Johnson Wen, pulou uma cerca e correu em direção à protagonista do longa.

    Vídeos que viralizaram mostram Wen, 26, envolvendo Ariana Grande – visivelmente surpresa – com o braço, enquanto sua colega de elenco, Cynthia Erivo,38, corre para protegê-la.

    Wen, que é suspeito de ter perturbado outros eventos esportivos e shows internacionais no passado, “mostrou um padrão de comportamento que sugere que ele fará isso novamente”, declarou o juiz Christopher Goh antes de proferir a sentença.

    Ariana Grande começou a carreira ainda adolescente na Broadway antes de se tornar uma das maiores estrelas do pop.

    Em 2017, um de seus shows foi alvo de um atentado. O ataque na Manchester Arena deixou 22 mortos, mais de mil feridos, e a cantora desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático.

    Homem que agarrou Ariana Grande em Singapura é condenado a 9 dias de prisão

  • Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Dados do IBC-Br, que mede a atividade da economia do país, ficaram abaixo do esperado; discursos de autoridades do Fed mexeram com apostas sobre ciclo monetário

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em alta de 0,67% nesta segunda-feira (17), cotado a R$ 5,3317, com o mercado avaliando os dados da atividade econômica do Brasil medidos pelo IBC-Br, considerado uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto).

    Na ponta internacional, investidores monitoraram discursos de autoridades do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos) à procura de pistas sobre as próximas decisões de política monetária da instituição.

    A valorização da moeda se deu globalmente, com investidores prevendo a manutenção da taxa de juros norte-americana na próxima reunião. O índice DXY, que compara o dólar a outras seis divisas fortes, subiu 0,27%, a 99,56 pontos.

    Já a Bolsa caiu 0,47%, a 156.992 pontos, com o tombo de mais de 8% da Rumo entre os destaques negativos.

    Parte do movimento desta segunda deriva dos dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que registraram queda de 0,2% em setembro ante agosto, acima das expectativas de retração de 0,1% de economistas consultados pela Reuters.

    A atividade ainda encolheu 0,9% em relação ao trimestre anterior. Os dados, segundo o economista Rafael Perez, da Suno Research, confirmam a tendência de desaquecimento da economia, “tendo em vista os efeitos da política monetária restritiva sobre o crédito, o consumo e os investimentos, somado com uma base de comparação elevada do primeiro semestre”.

    Na comparação com setembro de 2024, o indicador teve alta de 2%, avançando 3% em 12 meses. Os dados oficiais do PIB do terceiro trimestre serão divulgados no início de dezembro, e a mediana das expectativas dos economistas é de alta de 1,8% sobre o trimestre anterior, após crescimento de 0,4% no segundo trimestre, segundo o BC.

    O BC tem sinalizado convicção de que a manutenção da taxa de juros em 15%, maior patamar em quase 20 anos, vai assegurar a volta da inflação à meta de 3%. O objetivo perseguido pela autarquia tem margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo -ou seja, será considerado cumprido caso o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) fique entre 1,5% e 4,5%.

    Nesta segunda, economistas ouvidos pelo BC para o Boletim Focus previram, pela primeira vez no ano, que a inflação ficará dentro da meta em 2025. A expectativa é que o dado terminal seja de 4,46% ao fim de dezembro.

    Os dados abrem margem para a possibilidade do ciclo de cortes da Selic ter início no começo do ano. Essa perspectiva, apesar de estimular a renda variável, faz pressão contra a moeda brasileira.

    No mercado de câmbio, quanto maior o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos, melhor para o real. Quando a taxa por lá cai -como ocorreu nas últimas duas reuniões do Fed- e a Selic permanece em patamares altos, investidores se valem da diferença de juros para apostar na estratégia de “carry trade”.

    Isto é: toma-se empréstimos a taxas baixas, como a americana, para investir em mercados de taxas altas, como o brasileiro. O aporte aqui implica na compra de reais, o que desvaloriza o dólar.

    Por outro lado, a continuidade do ciclo de cortes nos Estados Unidos foi colocada em dúvida na última semana. Uma série de declarações de autoridades do Fed aponta que, para a próxima reunião de política monetária, não há consenso sobre uma nova redução nos juros.

    Nesta segunda, o vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, afirmou que o banco central precisa “proceder lentamente” com quaisquer outros cortes nas taxas de juros diante dos efeitos sobre o processo inflacionário.

    “A postura atual da política monetária ainda é um pouco restritiva, mas nós a aproximamos de seu nível neutro, que não restringe nem estimula a economia”, disse Jefferson. “A evolução do equilíbrio de riscos ressalta a necessidade de prosseguirmos lentamente à medida que nos aproximamos da taxa neutra.”

    As falas dele aceleraram a valorização do dólar globalmente e, no Brasil, aprofundaram a queda na Bolsa de Valores.

    A cautela de Jefferson espelha a de Mary Daly, presidente do Fed de São Francisco, e a de Neel Kashkari, presidente do Fed de Minneapolis. Enquanto Daly afirma que qualquer decisão sobre o próprimo passo do banco central agora seria “prematura”, Kashkari avalia os sinais da economia como “mistos”.

    As pontuações têm sugerido que os próximos passos do banco central não estão dados. “Longe disso”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, já na entrevista coletiva após o encontro de outubro.

    Operadores agora estão divididos: 40,9% deles apostam em um corte de 0,25 ponto em dezembro, enquanto os 59,1% restantes vêem uma manutenção como mais provável, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.

    “Há um mês, 90% dos operadores apostavam em um corte. A perspectiva de reduções mais lentas favorece a rentabilidade dos títulos americanos e ajuda na atração de investimentos externos, o que tende a fortalecer o dólar globalmente”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Para o Brasil, o tarifaço ainda entra em cena. Trump assinou na sexta-feira uma medida para reduzir tarifas sobre a importação de carne bovina, tomate, café e banana, em movimento voltado para controlar a inflação dos alimentos nos EUA.

    Entre outros países exportadores de commodities, as medidas devem beneficiar o Brasil, maior produtor global de café e segundo maior produtor de carne bovina, atrás apenas dos EUA, segundo dados do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA).

    O decreto publicado por Trump, no entanto, se aplica apenas à alíquota de 10% das chamadas “tarifas recíprocas” impostas em abril a todos os países. A sobretaxa de 40% sobre o Brasil segue em vigor.

    “Isso prejudica a competitividade dos produtos brasileiros, o que prejudiciaria as exportações brasileiras. Menos dólares entrando no Brasil implicam na desvalorização do real”, diz Mattos.

    Dólar fecha em alta e Bolsa cai, com 'prévia' do PIB e expectativa sobre juros dos EUA no radar

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

    Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

    Na postagem, diretor marcou TV Record e plataforma Disney+; ‘Quanto menos influencer melhor’, escreveu o diretor nas redes

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O diretor J.B de Oliveira, o Boninho, anunciou em suas redes sociais o seu novo reality show de confinamento. Na postagem, ele marcou a TV Record e o streaming Disney+.

    “Tá confirmado! Se você quiser participar já vai preparando seu vídeo, fala para a gente porque devemos te escolher. E não fique preocupado, quanto menos ‘influencer’, ‘blogueirinho’ e ativo nas redes melhor! As inscrições serão limitadas!”, escreveu Boninho.

    Segundo a postagem, o período para as inscrições deve começar em breve.

    Na postagem, um logo prateado formado pelas letras “C” e “P” é acompanhado de legendas animadas como “sem ex”, “sem celebridades,” “reality raiz”, “pessoas reais”, “gente como você” e vem acompanhado da música “Back In Black” do AC/D.

    Em abril, o diretor conseguiu aprovação no INPI, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, um pedido de registro para a marca Casa do Patrão. Trata-se do seu primeiro registro de marca desde que saiu da Globo, no fim de 2024.

    Segundo apurou a coluna Outro Canal, esse deve ser o nome do reality de confinamento que será produzido por sua empresa, criada em sociedade com o publicitário Julio Casares, presidente do São Paulo Futebol Clube.

    Boninho trabalhou 40 anos na TV Globo, onde foi um dos criadores dos realities ‘No Limite’, ‘Hipertensão’ e ‘Jogo Duro’ e responsável por comandar o Big Brother Brasil desde a primeira edição, além de dirigir programas como “No Limite”, “Fama”, “Estrelas” e “The Voice”.

    Boninho anuncia seu novo reality show 'raiz', sem celebridade e sem influencer

  • Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

    Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

    Presidente pediu que correligionários aprovem medida que obrigaria departamento a publicar materiais; republicano ainda afirma que não há nada a temer e que pretende pôr um fim à ‘farsa democrata’ sobre o caso

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em uma reviravolta no caso Epstein, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu para os deputados republicanos apoiarem a medida que obrigaria o Departamento de Justiça a divulgar os arquivos do caso do financista condenado por abuso de menores. Mais tarde, afirmou ainda que assinará a lei para liberar os documentos caso seja aprovada no Congresso.

    Após dias de pressão feita por um bloco republicano que ganha corpo no partido, Trump declarou que daria seu aval ao texto. “Claro que sim. Deixe o Senado analisar. Deixe qualquer um analisar, mas não fale muito sobre isso”, disse a repórteres -ele teria poder de veto sobre a lei.

    Mais cedo, após fazer o pedido a seus correligionários, o presidente afirmou que não tem nada a esconder. “É hora de superarmos essa farsa democrata perpetrada por lunáticos da esquerda radical para desviar a atenção do sucesso do Partido Republicano, incluindo nossa recente vitória sobre a paralisação do governo pelos democratas”, escreveu na rede Truth Social.

    Em entrevista concedida no domingo à ABC News, o deputado republicano Thomas Massie, do Kentucky, que tem liderado os esforços no Congresso para a divulgação dos arquivos, sugeriu que cem ou mais partidários poderiam votar a favor da liberação dos arquivos de Epstein nesta semana, apesar da oposição de Trump. O presidente da Câmara, Mike Johnson, também previu um número significativo de votos republicanos.

    Johnson disse, na semana passada, que anteciparia a votação do projeto de lei para esta semana e afirmou no programa “Fox News Sunday” que a Câmara precisava concluir isso e seguir em frente. Ele acrescentou, em tom semelhante ao de Trump, que não há nada a esconder.

    A longa amizade de Trump e Jeffrey Epstein chegou a um aparente fim em meados dos anos 2000. Mas Epstein permaneceu focado em Trump por anos, buscando explorar os resquícios de seu relacionamento até ser preso por acusações federais de tráfico sexual, em 2019 -mesmo ano em que morreu na prisão, antes de uma condenação final. Ele já havia sido condenado e preso em caso estadual semelhante, na Flórida, em 2008.

    Em mais de 20 mil páginas de emails repletos de erros de digitação e outras mensagens de Epstein divulgadas por um comitê do Congresso americano na quarta-feira (12), o milionário insulta Trump e insinua que possuía informações comprometedoras sobre o republicano.

    Ora em tom de fofoca, ora mordazes e conspiratórias, as mensagens mostram pessoas influentes pressionando Epstein por informações sobre Trump. O financista se apresentava como uma espécie de intérprete definitivo de Trump, alguém que o conhecia intimamente e seria “o único capaz de derrubá-lo”.

    O presidente americano tem lidado com críticas em relação ao caso até mesmo de apoiadores mais radicais. Parte importante de sua base de apoio tem demonstrado insatisfação com as declarações de Trump e ações de seu governo no sentido de não divulgar todo o material sobre o caso e subestimar as revelações contidas nele.

    O governo tem reagido para conter essas críticas. Se o caso ficou relativamente dormente enquanto durou a maior paralisação do governo federal americano da história, depois que ela foi encerrada o foco voltou para as relações entre Epstein e Trump.

    Em uma tentativa de desviar esse foco, por exemplo, o Pentágono anunciou o início da operação Lança do Sul na América Latina, na noite de quinta-feira (13) -ou seja, no dia seguinte à divulgação de milhares de novos emails sobre Epstein. Embora Washington tenha ampliado drasticamente a presença militar na região, o anúncio não mudou, na prática, as ações que já vinham sendo feitas desde setembro, e nenhum detalhe adicional sobre a operação foi fornecido.

    Já na sexta-feira (14), com a questão ainda em alta, Trump voltou à carga contra os democratas. A pedido do presidente, o Departamento de Justiça abriu investigação contra conhecidos nomes democratas no caso Epstein, como o do ex-presidente Bill Clinton.

    Além de Clinton, foram citados por Trump Larry Summers, ex-secretário do Tesouro, Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn um dos maiores doadores à campanha de Kamala Harris durante a corrida presidencial de 2024 e o banco JPMorgan, o maior do país.

    “Epstein era democrata e é um problema dos democratas, não dos republicanos!”, escreveu Trump na sexta-feira. “Não perca seu tempo com Trump. Eu tenho um país para governar!”

    Trump promete sancionar lei para divulgar arquivos do caso Jeffrey Epstein

  • ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território

    ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território

    Último rascunho da resolução dizia que Estados-membros do órgão podiam participar de conselho de reconstrução; Washington vinha pressionando Nações Unidas a aprovar o texto para não fragilizar ainda mais o cessar-fogo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O Conselho de Segurança da ONU aprovou, nesta segunda-feira (17), uma resolução dos Estados Unidos que endossa o plano de paz do presidente Donald Trump para a Faixa de Gaza e autoriza uma força internacional de estabilização no território palestino.

    O último rascunho da resolução, visto pela agência de notícias Reuters, dizia que os Estados-membros do órgão das Nações Unidas podiam participar do chamado Conselho de Paz, previsto como uma autoridade transitória para reconstruir Gaza, e autorizava uma força internacional para desmilitarizar o território.

    Além disso, o plano de 20 pontos de Trump, que interrompeu a guerra em Gaza no mês passado, estava anexado ao documento. Embora tenha sido vago em questões espinhosas sobre o futuro da região, a proposta do republicano encerrou o conflito de dois anos que devastou o território palestino e libertou todos os reféns vivos que estavam em poder do Hamas.

    Nos últimos dias, Washington pressionou o órgão das Nações Unidas a aprovar o texto sob a justificativa de que a recusa poderia fazer o frágil cessar-fogo entre Israel e o grupo terrorista ruir. Para ser aprovada, a resolução precisava que 9 dos 15 membros do conselho votassem a favor, incluindo todos os cinco membros permanentes -incluindo Rússia e a China, que têm poder de veto.

    A aprovação era considerada incerta até a semana passada. Assim como o plano de Trump, a resolução era vista como uma forma de marginalizar a Autoridade Palestina, que representa o território em órgãos internacionais, uma vez que não lhe conferia qualquer papel em Gaza.

    A Rússia, que possui poder de veto no Conselho de Segurança, havia sinalizado potencial oposição à resolução nos últimos dias, e inclusive apresentou uma resolução rival. Na última sexta-feira (14), porém, Autoridade Palestina divulgou uma declaração apoiando a resolução, o que reforçou suas chances de aprovação.

    A resolução é polêmica em Israel, já que menciona a possibilidade de um Estado para os palestinos no futuro. O último rascunho diz que as “condições podem finalmente estar em vigor para um caminho credível para a autodeterminação e condição de Estado palestino”.

    O primeiro-ministro Binyamin Netanyahu, sob pressão de ultranacionalistas que compõem o seu governo, disse no domingo (16) que Israel continua se opondo à medida e prometeu desmilitarizar Gaza “pelo caminho fácil ou pelo difícil”.

    O Hamas condiciona o desarmamento a um Estado para os palestinos. No final do domingo, um movimento que reúne facções palestinas lideradas pelo grupo terrorista emitiu uma declaração contra a resolução, chamando-a de um passo perigoso em direção à imposição de tutela estrangeira sobre o território.

    ONU endossa plano de Trump para Gaza e autoriza força internacional no território