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  • Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, anunciaram o nascimento da filha, Blair Lucy, nas redes sociais. A bebê é a segunda neta de Jon Bon Jovi, que já havia comemorado a chegada da menina adotada por Jake Bongiovi e Millie Bobby Brown. O cantor chamou o momento de “novo capítulo da vida”.

    Jon Bon Jovi acaba de ganhar mais um motivo para comemorar: o cantor se tornou avô novamente. Seu filho Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, celebraram a chegada da primeira filha do casal, Blair Lucy, e anunciaram a notícia nas redes sociais.

    Nesta segunda-feira (10), Jesse Light publicou uma foto encantadora da recém-nascida no Instagram, apresentando oficialmente a menina aos seguidores. “Blair Lucy Bongiovi. Nossa doce garotinha chegou, e não poderíamos estar mais felizes. Bem-vinda ao mundo, bebê Blair”, escreveu na legenda da imagem, que logo recebeu uma enxurrada de mensagens carinhosas de fãs, amigos e familiares.

     
     
     

     
     
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    Jesse e Jesse Light se casaram em 7 de maio de 2024, em Las Vegas, na mesma capela onde Jon Bon Jovi e Dorothea Bongiovi oficializaram a união em 1989. Os dois se conheceram em 2018, no Surf Lodge, em Montauk — o mesmo local onde aconteceu o pedido de casamento.

    A chegada de Blair já era esperada. O vocalista do Bon Jovi havia contado em entrevista ao programa The One Show, da BBC, que seria avô novamente. “É um novo capítulo da vida. Essa nova geração chega e, de repente, tenho uma neta — e outra a caminho”, disse o cantor, acrescentando que o melhor conselho que pode dar é “deixá-los ser eles mesmos”.

    Jon Bon Jovi se tornou avô pela primeira vez no último verão, quando o filho Jake Bongiovi, de 23 anos, e a atriz Millie Bobby Brown, de 21, anunciaram que haviam adotado uma menina. “Neste verão, recebemos nossa doce garotinha por meio da adoção. Estamos muito felizes em embarcar neste novo capítulo da paternidade com amor e privacidade”, declarou o casal em um comunicado no Instagram.
     

     

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

  • Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

    Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

    A adesão foi oficializada durante a visita histórica do presidente interino Ahmed al-Sharaa à Casa Branca. Com o ingresso na coligação liderada pelos EUA, a Síria retoma relações diplomáticas e reforça o compromisso conjunto no combate ao extremismo e ao tráfico de combatentes estrangeiros

    A Síria se tornou o 90º país a integrar a Coligação Global para a Derrota do Estado Islâmico, após a visita oficial do presidente interino Ahmed al-Sharaa à Casa Branca. A adesão, anunciada nesta segunda-feira (10), foi confirmada por um alto funcionário do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Segundo a administração americana, a parceria tem como meta “eliminar os remanescentes do Estado Islâmico e conter o fluxo de combatentes estrangeiros”. Além disso, Washington autorizou a reabertura da embaixada síria na capital americana, voltada para “cooperação antiterrorismo, segurança e coordenação econômica”.

    Criada em 2014 e liderada pelos Estados Unidos, a Coligação Global para a Derrota do Estado Islâmico coordena ações militares, troca de informações e assistência humanitária para desmantelar o grupo extremista e impedir sua expansão.

    Trump recebeu Al-Sharaa em um encontro a portas fechadas, considerado histórico por ser a primeira visita de um presidente sírio à Casa Branca desde a independência do país, em 1946.

    Do lado de fora, dezenas de sírios celebraram a chegada do líder interino, acenando bandeiras e demonstrando apoio. Al-Sharaa, que nasceu em Damasco em 1982, teve uma trajetória marcada por controvérsias: começou como militante ligado à Al-Qaeda, foi preso por forças americanas no Iraque em 2005 e libertado em 2011.

    Nos anos seguintes, rompeu oficialmente com o extremismo e assumiu a liderança do grupo Hayat Tahrir al-Sham. Em dezembro de 2024, comandou a ofensiva que derrubou o regime de Bashar al-Assad e, em janeiro de 2025, foi nomeado presidente interino da Síria.

    Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

  • Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

    Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

    Ángela, que havia denunciado o tio por tentar envenená-la e ao companheiro em Valência, morreu após sofrer um aneurisma na Sicília. As autoridades investigam se sua morte tem ligação com o caso, que envolve disputa de herança e acusações de tentativa de homicídio.

    Uma mulher espanhola que havia acusado o tio de tentar envenená-la e também ao companheiro morreu nesta semana. Ela estava na Itália quando passou mal e foi internada, mas não resistiu e faleceu na quarta-feira (6), em um hospital na região da Sicília.

    As autoridades italianas e espanholas investigam se a morte está relacionada ao suposto envenenamento denunciado pela vítima meses antes.

    O caso

    Ángela, natural de Requena, em Valência, afirmou que o tio havia manipulado alimentos em sua casa entre setembro de 2024 e maio de 2025. O motivo seria uma disputa de herança envolvendo a família.

    Durante meses, ela e o companheiro apresentaram sintomas gastrointestinais sem explicação. O parceiro chegou a ser internado em estado grave, o que levantou suspeitas de que algo anormal estivesse acontecendo.

    O casal então instalou câmeras de segurança na residência e, em 11 de maio, registrou alguém entrando na casa e mexendo nos alimentos, inclusive em um frasco de ketchup.

    O tio foi detido após o flagrante. Embora as imagens não mostrassem com total clareza sua identidade, a polícia encontrou em sua casa produtos como inseticidas, herbicidas e veneno para ratos, reforçando as suspeitas.

    A defesa do tio

    Segundo o canal Telecinco, o homem alegou que entrou na casa da sobrinha para verificar uma possível fuga de gás, justificando que tinha uma cópia da chave para cuidar do imóvel. Ele já era investigado desde 2023 por brigas familiares, danos materiais e até incêndios provocados contra parentes por causa de disputas de herança.

    O tio de Ángela responde por tentativa de homicídio.

    A morte de Ángela

    A jovem foi internada na Itália após sofrer um aneurisma. O corpo segue no país, aguardando a conclusão da autópsia. As autoridades ainda investigam se há relação entre o quadro que levou à morte e as intoxicações sofridas anteriormente entre 2024 e 2025.

    Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

  • Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos

    Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos

    Federação da indústria química e farmacêutica da Alemanha alerta para colapso histórico na produção e cobra reformas urgentes do governo diante de altos custos de energia, impostos e burocracia que estão levando fábricas a fechar e investimentos a deixar o país

    A federação da indústria química e farmacêutica da Alemanha alertou nesta terça-feira para o nível mais baixo de produção em 30 anos e pediu ao governo que adote reformas urgentes. “Produção, faturamento, preços e capacidade estão todos em queda, inclusive o emprego, que vinha se mantendo estável há anos”, afirmou a VCI (Federação da Indústria Química Alemã) em comunicado, descrevendo o cenário como uma “depressão de outono”.

    A entidade atribui a crise aos altos custos de energia, ao preço da mão de obra, à carga tributária, à burocracia e às tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos.

    “As fábricas estão fechando, os investimentos estão sendo transferidos para outros países e as carteiras de pedidos estão vazias”, declarou o diretor da VCI, Wolfgang Grosse Entrup, em entrevista coletiva.

    Em outubro, o chanceler Friedrich Merz já havia criticado a “burocracia desnecessária” que, segundo ele, trava o crescimento do terceiro maior setor industrial do país. No entanto, encontros e reuniões promovidos pelo governo federal ainda não conseguiram reverter o quadro, e o setor afirma ter perdido a confiança em Berlim.

    De acordo com Entrup, a produção das empresas químicas caiu 1,5% no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o nível mais baixo desde 1995. A taxa de utilização da capacidade produtiva está em apenas 70%.

    Com isso, a federação prevê uma nova queda de 2% na produção química e um leve crescimento na área farmacêutica, o que resultará em uma retração geral de cerca de 1% no faturamento total do setor, estimado em 221 bilhões de euros em 2025.

    “Precisamos de uma verdadeira libertação industrial”, disse Entrup, em referência à reunião marcada para esta quarta-feira na chancelaria, onde representantes do setor farmacêutico discutirão com o governo as medidas para enfrentar a crise.

    Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos

  • Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

    Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

    ‘O reencontro acontecerá’, escreveu; Maria Júlia foi vítima de complicações da rubéola. Artistas como Leticia Spiller, Maria Padilha e Ana Beatriz Nogueira prestaram solidariedade

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – A atriz Tássia Camargo emocionou seus seguidores ao postar imagens da filha Maria Júlia neste sábado (8), dia em que ela faria aniversário.

    “No dia 8 de novembro de 1993 a minha princesa, o meu anjo dourado, a minha filha Maria Júlia nasceu. Hoje ela faria 32 anos. Tenho de acreditar que um dia o reencontro acontecerá”, escreveu na legenda de um vídeo feito com IA.

    Maria Júlia morreu aos 2 anos de idade, vítima de rubéola congênita tardia. Em uma entrevista recente, a atriz, que fez sucesso em novelas como “Tieta” e “Despedida de Solteiro”, contou que a filha começou a apresentar sintomas graves meses antes de morrer.

    “Ela sofreu demais. Nasceu perfeita, mas pouco antes dos dois anos, ficou surda. Depois ficou cega e passou a ter convulsões”.

     
     
     

     
     
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    A publicação no Intagram recebeu mais de cinco mil curtidas e comentários carinhosos de artistas como Cristiana Oliveira, Heloisa Périssé, Letícia Spiller e Ana Beatriz Nogueira.

    Tássia Camargo emociona seguidores ao lembrar da filha, que morreu aos dois anos

  • Lula assina hoje decreto para limitar taxa a estabelecimentos no vale-alimentação e refeição

    Lula assina hoje decreto para limitar taxa a estabelecimentos no vale-alimentação e refeição

    O governo deve assinar o decreto que regulamenta o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), estabelecendo teto para as taxas cobradas sobre vale-refeição e vale-alimentação e reduzindo o prazo de repasse aos estabelecimentos. A medida, que prevê interoperabilidade entre bandeiras, enfrenta resistência das empresas tradicionais de benefícios

    Previsto para ser assinado nesta terça-feira, 12, o decreto de regulamentação do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) terá, como um dos eixos principais, o limite à taxa de desconto (o chamado MDR, do inglês Merchant Discount Rate). Hoje sem teto estipulado, o porcentual é aplicado aos estabelecimentos sobre cada venda realizada nas operações com vale-refeição (VR) e vale-alimentação (VA), e é uma das principais queixas de supermercados, restaurantes e bares, que alegam que as altas taxas limitam seus lucros.

    Pesquisa realizada entre março e abril de 2025 pelo Ipsos-Ipec mostrou que as taxas cobradas pelas empresas tradicionais de benefícios para pagamentos feitos com vale-refeição são 61% maiores do que as praticadas pelas operadoras de cartão de crédito. Em média, a taxa de vale-refeição é de 5,19%, podendo chegar a até 7%. Segundo fontes ouvidas pela Broadcast, o governo deverá definir que a taxa fique sujeita a um teto entre 3,5% e 4%.

    Também é esperado o encurtamento do prazo de liquidação – a transferência, pelas operadoras, para os estabelecimentos dos valores pagos pelos cartões VR e VA. Em agosto, falava-se em uma redução desse prazo, hoje de 30 dias, em média – podendo chegar a até 60 dias -, para dois dias. As discussões levaram o prazo para um patamar intermediário, de cerca de 15 dias.

    Outra mudança que deverá constar do decreto é o arranjo aberto de pagamento, no qual os cartões de benefícios para alimentação serão aceitos em qualquer estabelecimento, independentemente da bandeira. Hoje, na prática, as quatro grandes tiqueteiras – Ticket, VR, Alelo e Pluxee (antiga Sodexo) – estão em arranjo fechado, ou seja, restritos a uma rede credenciada.

    Com o arranjo aberto, haverá interoperabilidade no PAT, pois as grandes bandeiras de cartão (Visa, Master, Elo) já são interoperáveis e têm uma rede credenciada grande. Isso significa a eliminação da exclusividade entre operadoras e empresas.

    Por outro lado, a portabilidade, que permitiria ao trabalhador escolher a empresa de benefício, deverá ficar de fora do texto, por razões técnicas. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho é publicamente contra. Já o Ministério da Fazenda, que se mostra favorável à transferência do saldo pelo empregado, não encontrou uma solução para criar esse instrumento sem a participação do Banco Central. A autoridade monetária já se posicionou contra a possibilidade de assumir essa responsabilidade, por entender que os cartões em questão não constituem meios de pagamento e o governo não conseguiu solucionar a questão.

    Quem acompanha as discussões vê ainda a possibilidade de que o decreto traga a criação de um comitê ou um grupo de trabalho (GT) para definir regras adicionais, uma vez que gestões petistas têm o costume de recorrer a esses fóruns. Interlocutores também esperam um prazo de transição para as empresas se adaptarem às mudanças, que pode ser de seis meses a um ano, para a maioria das mudanças.

    O decreto está previsto para ser assinado às 16h desta terça-feira, em cerimônia fechada no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do vice Geraldo Alckmin e, possivelmente, do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do ministro Luiz Marinho, que deve conceder entrevista logo depois.

    Inicialmente, a cerimônia seria aberta a 100 pessoas, mas o cerimonial do Planalto informou que ela foi reduzida em função da logística do presidente, que retornou de Belém na noite desta segunda-feira, 10, após dias de agenda intensa na capital paraense e também na Colômbia, por ocasião da 4ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) e da União Europeia (UE).

    A regulamentação do programa é muito aguardada pelas entrantes no segmento, como Caju, Mercado Pago, Nubank, Picpay e iFood, mas conta com a resistência da Associação Brasileira de Empresas de Benefícios ao Trabalhador (ABBT), que representa as tiqueteiras tradicionais.

    Também estiveram envolvidas nas discussões com o governo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), que representa estabelecimentos comerciais; a Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que reúne as associações estaduais de supermercados; e a Câmara Brasileira de Benefícios ao Trabalhador (CBBT), que reúne empresas de tecnologia já atuantes no mercado (como Caju, Flash e Swile).

    O que dizem as interessadas

    As entrantes veem a medida como positiva por entender que ela possibilita a abertura do mercado e ajuda na redução das taxas. Segundo elas, a regulamentação deve fazer com que as atuais taxas cobradas pelas empresas tradicionais de benefícios se aproximem das cobradas pelas operadoras de cartão.

    “Taxas mais competitivas resultariam na redução dos preços da alimentação do trabalhador, pois muitos restaurantes vão repassar o custo das taxas para os clientes”, avalia Fernando de Paula, vice-presidente da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

    Além da diminuição das taxas e custos para os restaurantes – o custo de intermediação, o aumento da concorrência é visto como benéfico ao trabalhador. Com a interoperabilidade, os restaurantes e supermercados poderão aceitar várias bandeiras a partir de uma única credenciadora, o que resultará no aumento de sua clientela. No entanto, não há garantia de que a redução da pressão nos preços sobre o comerciante seja imediatamente repassada ao consumidor, a exemplo do que acontece com a redução nos preços de combustíveis nas refinarias pela Petrobras, que não é automaticamente refletido nos postos.

    Nesta segunda-feira, 10, a ABBT, que representa as tiqueteiras tradicionais, publicou um texto na Folha de S.Paulo em que sustentou que o arranjo fechado garante a fiscalização dos estabelecimentos credenciados e disse que, no arranjo aberto, as bandeiras de cartões de crédito e débito e as empresas de maquininhas têm foco “estritamente financeiro, privilegiando seus próprios negócios, e não o trabalhador”.

    “A introdução do ‘arranjo aberto’ prejudica o trabalhador, abre brechas para fraudes e desvia a finalidade social do PAT. Com o controle implantado pelas empresas de arranjo fechado, cerca de 3,5 mil estabelecimentos são descredenciados todos os anos por irregularidades, inclusive pela venda ilegal dos vales\”, afirmou a associação.

    Contrária às mudanças, a ABBT conseguiu esticar as discussões para que a regulamentação não saísse. “O presidente Lula está prestes a deixar uma marca negativa em sua história, às vésperas de um ano eleitoral, ao colocar em risco a sobrevivência do PAT e a comida de qualidade no prato do trabalhador”, criticou a associação.

    PAT

    Existente há quase 50 anos, o PAT é um programa de adesão voluntária que prevê incentivos fiscais às empresas em troca da oferta de vale-alimentação e vale-refeição aos empregados. Em outubro de 2024, o Ministério do Trabalho vetou o uso do PAT em benefícios pagos aos empregados sem relação direta com a alimentação, como telemedicina e desconto na academia. Credenciados, bares não podem vender bebidas alcoólicas pelo PAT, sujeitos a fiscalização do Ministério do Trabalho.

    Segundo dados da Pasta, o PAT atende atualmente mais de 21,5 milhões de trabalhadores brasileiros, dos quais aproximadamente 86% recebem até cinco salários mínimos. Esses trabalhadores recebem o benefício por meio das cerca de 300 mil empresas beneficiárias inscritas no programa em todo o Brasil. O volume anual de negócios do mercado de benefícios no País está na casa dos R$ 150 bilhões.

    Lula assina hoje decreto para limitar taxa a estabelecimentos no vale-alimentação e refeição

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Ataque de homem-bomba mata ao menos 12 na capital do Paquistão

    Ataque de homem-bomba mata ao menos 12 na capital do Paquistão

    Um homem-bomba detonou explosivos em frente a um tribunal de Islamabad, no Paquistão, matando ao menos 12 pessoas e ferindo outras 27 nesta terça-feira (11). A explosão ocorreu perto de um carro da polícia. Nenhum grupo reivindicou o ataque, que está sendo investigado pelo governo paquistanês

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um ataque feito por um homem-bomba na frente de um tribunal de Islamabad, capital do Paquistão, matou ao menos 12 pessoas nesta terça-feira (11), segundo o ministro do Interior, Mohsin Naqvi.

    O autor do atentado detonou o explosivo do lado de fora do edifício da corte, próximo a um veículo policial, após esperar no local por 10 a 15 minutos, segundo Naqvi. A explosão também feriu ao menos outras 27 pessoas.

    A polícia isolou a área, que abriga vários escritórios do governo.

    “Estamos investigando este incidente sob diferentes ângulos. Não é apenas mais um atentado. Aconteceu bem aqui, em Islamabad”, afirmou o ministro a jornalistas.

    O advogado Rustam Malik, que estava no local na hora do ataque, afirmou à agência AFP que presenciou um “caos total” após a explosão. “Quando estacionei o meu carro e entrei no pédio, ouvi uma explosão na porta”, contou. 

    “Foi um caos total. Os advogados e as pessoas corriam. Vi dois corpos caídos na porta e vários veículos em chamas.”

    Até agora, nenhum grupo reivindicou a responsabilidade pelo atentado.

    Em fevereiro deste ano, um outro ataque feito por um homem-bomba matou seis fiéis durante as orações em um seminário islâmico no noroeste do Paquistão -edifício conhecido como um local de treinamento para o Talibã afegão.

    Ataque de homem-bomba mata ao menos 12 na capital do Paquistão

  • Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site

    Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site

    Ace Frehley, ex-guitarrista e cofundador do Kiss, morreu aos 73 anos após sofrer uma queda que resultou em traumatismo craniano e AVC, segundo o portal TMZ. O músico, conhecido como “Spaceman”, foi responsável pelo icônico logotipo da banda e marcou gerações com seus solos de guitarra

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ace Frehley, ex-guitarrista e cofundador do Kiss morto em outubro, teve a causa de sua morte revelada. Segundo o portal TMZ, o músico morreu em decorrência de um traumatismo craniano causado por uma queda. Em setembro, Frehley cancelou sua agenda de shows após sofrer uma queda e ser hospitalizado. A família do artista optou por desativar os equipamentos que o mantiveram vivo até o mês seguinte.

    De acordo com um relatório emitido pelo legista do condado de Morris, em Nova Jersey, nos EUA, Frehley foi vítima de uma fratura na parte posterior do crânio, um hematoma subdural -acúmulo de sangue entre a camada externa que protege o cérebro e o próprio cérebro- e um AVC (acidente vascular cerebral). O documento classifica a morte do artista como acidental.

    Nascido em 1951, Paul Daniel ‘Ace’ Frehley começou a tocar guitarra a partir dos 13 anos, tendo crescido em uma família bastante ligada à música. Durante a sua juventude, ele integrou diversas bandas locais, das quais participava nos intervalos entre os seus trabalhos como carteiro, entregador e taxista.

    Em 1972, ele respondeu a uma chamada que buscava um guitarrista para uma nova banda em formação. Pouco depois, ele foi selecionado pelo vocalista e guitarrista Paul Stanley, pelo vocalista e baixista Gene Simmons, e pelo baterista Peter Criss. Segundo os colegas do grupo musical, ele teria aparecido para a audição mal vestido, mas a primeira impressão teria sido superada por uma impressionante performance.

    Um ano mais tarde, em 1973, surgiu o Kiss. Com pinturas de estrelas prateadas em seus olhos, que ficariam bastante conhecidas, ele adotou o título de “Spaceman” e foi o responsável pela criação do logotipo da banda, reconhecido por seu raio duplo.

    Cinco anos depois, Frehley lançou um álbum solo com o seu nome e atingiu o sucesso comercial. Naquele mesmo ano, todos os integrantes da banda lançaram discos solo. Ele deixou o grupo em 1982, após uma série de discussões internas numa época em que o guitarrista enfrentava o abuso de drogas.

    Após deixar o Kiss, o músico formou a banda Frehley’s Comet, que rendeu dois álbuns próprios, e deu início a sua carreira solo. Em 1996 ele voltou ao Kiss, para uma turnê de reencontro, e permaneceu no grupo até 2002.

    Em 2014, Frehley foi imortalizado no Rock and Roll Hall of Fame como integrante do Kiss. Ele recebeu créditos por 11 dos discos lançados pela banda e lançou oito álbuns durante a sua carreira solo. Seus solos de guitarra marcaram hits como “I Was Made For Lovin’ You”, “Detroit Rock City”, “Shock Me” e “Rock and Roll All Nite”, música que encerrou a última apresentação de sua vida, que aconteceu em setembro, nos Estados Unidos.

    O guitarrista se apresentou, junto ao Kiss, diferentes vezes no Brasil, e veio a São Paulo em 2017 para uma apresentação solo. Ele estava em turnê pela América do Sul e a apresentação aconteceu no espaço para shows Tom Brasil, hoje conhecido como Tokyo Marine Hall.

    O Kiss ficou conhecido pela sua contribuição aos gêneros hard rock e glam rock, além das apresentações marcados por maquiagens e figurinos exagerados e performances teatrais.

    Frehley se tornou o primeiro integrante original do Kiss a morrer. Ele deixou as filhas Monique e Lindsey.

    Ace Frehley, do Kiss, morreu por causa de traumatismo craniano, afirma site

  • Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

    Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

    De ferramenta de apoio à criação de conteúdos, a IA generativa já impacta setores como finanças, saúde e comunicação. Pesquisadores, porém, alertam que o uso excessivo pode reduzir a autonomia e enfraquecer as capacidades cognitivas humanas

    A inteligência artificial (IA) deixou há muito de ser apenas tema de filmes de ficção científica e passou a fazer parte do cotidiano, acessível a qualquer pessoa com conexão à internet. De forma ampla, o termo se refere à capacidade das máquinas de realizar tarefas que antes eram exclusivas dos seres humanos.

    Hoje, a IA está presente em ferramentas de trabalho, eletrodomésticos e até em veículos autônomos. No entanto, há uma vertente mais específica: a inteligência artificial generativa. Diferente das aplicações tradicionais, que apenas interpretam dados e executam funções, a IA generativa cria conteúdo e ideias — histórias, imagens, vídeos, músicas, jogos e até códigos de programação. Trata-se de um sistema que aprende com grandes volumes de informação e usa esse conhecimento para gerar novas criações.

    Alguns exemplos recentes de uso dessa tecnologia, segundo a Amazon Web Services, incluem:

    Serviços financeiros — Bancos utilizam chatbots para oferecer recomendações e atendimento automatizado, enquanto instituições de crédito realizam simulações e aconselhamentos personalizados com mais agilidade e menor custo.

    Saúde e ciências biológicas — A IA generativa acelera pesquisas de novos medicamentos e possibilita simulações de ensaios clínicos, além de facilitar o estudo de doenças raras.

    Comunicação e entretenimento — Apesar das discussões sobre originalidade, a tecnologia permite criar conteúdos jornalísticos e artísticos em menos tempo e com custos reduzidos.

    Cuidado: a IA também erra
    O advogado João Leitão Figueiredo, da CMS Portugal, alerta que os sistemas de IA generativa ainda estão sujeitos a falhas e devem ser vistos apenas como ferramentas de apoio. Casos de informações falsas já geraram repercussão, como o episódio em que a Google precisou corrigir dados incorretos sobre a jornalista portuguesa Anabela Natário.

    “Esse é um tema atual e preocupante. Ainda não resolvemos os problemas dos motores de busca e já enfrentamos as ‘alucinações’ da inteligência artificial generativa”, observou o jurista.

    O impacto no pensamento crítico
    Um estudo da Microsoft em parceria com a Universidade Carnegie Mellon mostrou que o uso excessivo da IA generativa pode enfraquecer o pensamento crítico. Intitulado O impacto da IA generativa no pensamento crítico, o levantamento conclui que, quando utilizada de forma inadequada, a tecnologia pode prejudicar as habilidades cognitivas humanas.

    Os pesquisadores identificaram que, à medida que os profissionais passam a supervisionar o trabalho feito pela IA, em vez de executá-lo, há uma redução no esforço mental e no engajamento crítico.

    Embora a IA aumente a eficiência, os autores alertam que a dependência excessiva pode levar à perda da autonomia e à diminuição da capacidade de resolver problemas de forma independente.
     
     

     

    Inteligência artificial avança, mas pode enfraquecer o pensamento crítico

  • Governo critica texto de Derrite, vê ataque à PF e quer adiar PL antifacção

    Governo critica texto de Derrite, vê ataque à PF e quer adiar PL antifacção

    Especialistas em segurança pública apontam que o relatório de Guilherme Derrite (PP-SP) é inconsistente e irá enfraquecer os trabalhos da Polícia Federal, Ministério Público e da própria Justiça contra o crime organizado

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo federal deve centrar esforços para apontar o que classifica como problemas no relatório apresentado por Guilherme Derrite (PP-SP) ao projeto de lei antifacção, na tentativa de ganhar tempo para construir um meio-termo antes de a proposta ser votada. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o tema na pauta desta semana.

    Derrite é secretário da segurança pública do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos), e foi designado relator por Motta na sexta-feira (7), num revés para o governo Lula (PT). Há uma avaliação entre integrantes do Palácio do Planalto e do Ministério da Justiça que é preciso alterar significativamente o parecer apresentado por Derrite.

    A estratégia, de acordo com relatos, é expor o que consideram como problemas e inconsistências no texto, além de tentar mobilizar a opinião pública contra o parecer. Governistas também falam que é prejudicial votar um tema considerado prioritário numa semana em que os trabalhos serão esvaziados no Congresso por causa da COP30 -com sessões remotas na Câmara.

    Integrantes do governo avaliam que o relatório tem um propósito “exclusivamente político-eleitoral” e representa um retrocesso no esforço de combate ao crime organizado.

    Um aliado de Lula fala em apontar o “casuísmo político” do parecer junto à opinião pública. A análise técnica da Casa Civil, da Advocacia-Geral da União e do Ministério da Justiça já identificou incongruências relevantes no texto.

    Um dos pontos considerados mais sensíveis e que já está sendo explorado por governistas é o que retira da Polícia Federal investigações que hoje são de sua competência. Há uma avaliação de que essa mudança representa um ataque à PF.

    Em entrevista nesta segunda (10), o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ), disse que o texto “abre precedente para que a PF não faça investigação, o que é algo muito grave”. Para o petista, a principal tarefa, neste momento, é “desmontar esse ataque à Polícia Federal”. Ele afirmou que esse é um ponto inegociável e que, se o relator continuar contra, terá que tentar derrotar o governo no plenário.

    Pelo texto, crimes praticados por facções criminosas, milícias e grupos paramilitares, assim como qualquer delito ligado a essas organizações, passariam a ser apurados pelos Estados.

    Na prática, explica o secretário de Assuntos Legislativos do Ministério da Justiça, Marivaldo Pereira, funciona ao contrário: quando uma investigação estadual identifica um crime conectado a organizações criminosas com atuação interestadual ou internacional, a competência costuma migrar para a Justiça Federal.

    Segundo ele, retirar a PF desse tipo de investigação equivaleria a dar “um enorme, um gigantesco presente para os líderes de facções”.

    “A mudança de competência também se aplica a processos em andamento. Vários inquéritos hoje conduzidos pela PF seriam afetados, o que comprometeria anos de investigação. Se você está apurando uma organização criminosa ligada ao transporte público e descobre que ela faz negócios com outro país, isso deveria ficar a cargo da Polícia Civil?”, afirmou.

    Outro ponto sensível é que o texto estabelece que a coordenação e a cooperação em investigações nesses crimes só poderão ocorrer com o aval do governador. Na avaliação da pasta da Justiça, isso insere um componente político em investigações criminais que deveriam ser totalmente técnicas.

    Na prática, a cooperação entre policiais, que hoje ocorre de forma direta, contínua e sem interferência política, passaria a depender de uma autorização do governador.

    A decisão por Derrite foi criticada por integrantes do governo, petistas e parlamentares, além do próprio Lula, aumentando o sentimento de desconfiança de governistas com a gestão de Motta. No fim de semana, o chefe do Executivo telefonou para o deputado para se queixar da escolha.

    Há uma avaliação de que alguns pontos podem, inclusive, ser declarados inconstitucionais pelo STF (Supremo Tribunal Federal), caso mantidos no texto. Integrantes do governo não descartam também a possibilidade de mudar trechos no Senado ou até mesmo que eles sejam vetados por Lula caso avancem na discussão no Legislativo.

    O projeto era a principal aposta do presidente para responder à crise da segurança pública gerada pela pela megaoperação da polícia do Rio, que resultou na morte de mais de 120 pessoas. Desde que foi deflagrada, a operação tem sido usada com objeto de embate entre governo e oposição, tendo como pano de fundo as eleições de 2026.

    O presidente do PT, Edinho Silva, disse à Folha de S.Paulo que a decisão de Motta representa “a total partidarização, politização de um tema que deveria ser tratado sem paixões”.

    “A segurança pública está entre as maiores preocupações do povo brasileiro e só será enfrentada com seriedade se nós envolvermos todos os entes federados, redefinindo legalmente as atribuições de cada um. Não é com montagem de palanque sobre esse tema que o Brasil vai enfrentar com seriedade tamanho desafio”, diz Edinho.

    Outro ponto do relatório de Derrite que está recebendo críticas é um que está relacionado ao perdimento de bens, que determina a perda definitiva de bens, valores ou propriedades utilizados na prática de crimes ou obtidos com dinheiro ilícito.

    Na avaliação de Marivaldo, a proposta de Derrite é mais frágil. O texto do governo permite ao juiz a apreensão definitiva do patrimônio suspeito de origem ilícita mesmo sem condenação penal.

    No texto do relator, o Judiciário só pode avançar sobre o patrimônio após a condenação das organizações criminosas com trânsito em julgado, exigência que já é feita hoje e não tem funcionado, segundo o secretário.

    Governo critica texto de Derrite, vê ataque à PF e quer adiar PL antifacção

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