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  • Classe dominante brasileira entende o Estado como dela, diz Haddad

    Classe dominante brasileira entende o Estado como dela, diz Haddad

    Durante o lançamento do livro Capitalismo Superindustrial, o ministro da Fazenda afirmou que a elite brasileira trata o Estado como propriedade privada desde a abolição da escravidão, criticou a fragilidade da democracia no país e alertou para o avanço da desigualdade no atual modelo capitalista.

    A classe dominante brasileira entende o Estado como dela, não é uma coisa nossa, é uma coisa dela.” A avaliação é do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que participou de evento, na capital paulista, para lançamento de seu livro Capitalismo Superindustrial. Na ocasião, houve bate-papo com Haddad, Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis.

    “Eu defendo a tese de que o Estado foi entregue aos fazendeiros como indenização pela abolição da escravidão”, afirmou Haddad. Para contextualizar, ele lembrou que o movimento dos republicanos começou em 14 de maio de 1988  dia seguinte à assinatura da Lei Áurea , e um ano depois logrou êxito.

     

    Vitorioso, o movimento republicano “bota pra correr a classe dirigente do país e, no lugar dela, não põe outra coisa senão a classe dominante do país para cuidar do estado como se fosse seu. Nós estamos com esse problema até hoje.”

     

    “Esse ‘acordão’ sob os auspícios das Forças Armadas, quando é colocado em xeque, a reação é imediata. Você não pode tocar nisso, você não pode tocar em nenhuma instância. Por isso que a democracia no Brasil é tão problemática e tão frágil, porque a democracia é a contestação desse status quo. E, quando ela estica a corda, a ruptura institucional pode acontecer”, concluiu o ministro.

     

    São Paulo (SP), 07/02/2026 - Lançamento do livro Capitalismo Superindustrial, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, pela Companhia das Letras, com Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis. Foto: Rovena Rosa/Agência BrasilSão Paulo (SP), 07/02/2026 - Lançamento do livro Capitalismo Superindustrial, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, pela Companhia das Letras, com Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
    Lançamento do livro Capitalismo Superindustrial, do ministro da Fazenda Fernando Haddad, pela Companhia das Letras, com Celso Rocha de Barros e mediação de Lilia Schwarcz, no Sesc 14 Bis. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil 

    Capitalismo superindustrial

    Lançado neste sábado, o livro de Haddad discute os processos que levaram ao atual modelo global do que ele chama de capitalismo superindustrial, marcado por desigualdade e competição crescentes. Haddad aborda temas como a acumulação primitiva de capital na chamada periferia do capitalismo, a incorporação do conhecimento como fator de produção e as novas configurações de classe.

    Para o ministro, a desigualdade vai continuar aumentando. “A desigualdade, quando o estado mitiga os efeitos do desenvolvimento capitalista e organiza a sociedade em termos de desigualdade moderada, realmente as tensões sociais diminuem muito, é verdade”, disse.

    “Mas, deixada à própria sorte, essa dinâmica leva a uma desigualdade absoluta. E quando isso acontece, você não está mais falando de diferença, você está falando de contradição e de processos contraditórios. E eu entendo que nós estamos nesse momento, nessa fase, em que a contradição está se impondo”, acrescentou.

    A obra reúne estudos sobre economia política e a natureza do sistema soviético, realizados por Haddad nos anos 1980 e 1990, que foram revisados e ampliados. Com isso, a obra discute também os desafios colocados pela ascensão da China como potência global.

    Processos no Oriente

    “A ideia toda era tentar entender o que aconteceu no Oriente que podia se encaixar num padrão próprio de acumulação primitiva de capital – que não se confunde nem com a escravidão na América nem com a servidão no Leste Europeu -, mas que, à sua maneira, cada um de um jeito, chegou aos mesmos objetivos”, explicou.

    Ele aponta que, ao contrário do que aconteceu no Leste Europeu e na América, as revoluções no Oriente foram antissistêmicas e antiimperialistas. “Ao contrário da escravidão e da servidão, o despotismo e a violência do estado serviram a propósitos industrializantes, o que não aconteceu nem no leste europeu, nem nas américas”, explicou.

    “É curioso que, do ponto de vista interno, eram formas ultra violentas e coercitivas de acumulação de capital, mas do ponto de vista externo, tinha uma potência antissistêmica que apaixonava os povos em busca de liberdade e de emancipação nacional, e não de emancipação humana. Ou seja, nós estamos falando, sim, de uma revolução, mas não de uma revolução socialista e isso faz muita diferença”, acrescentou.

    Em relação a questionamentos sobre o sucesso ou fracasso dos processos no Oriente, ele avalia que, do ponto de vista do desenvolvimento das forças produtivas e mercantilização da terra, do trabalho e da ciência, houve um avanço dessas sociedades. “Em relação aos ideias que motivaram os líderes revolucionários, aí você pode dizer que não atingiu seus objetivos”, disse, destacando a contradição explicitada nesses processos.

    Classe dominante brasileira entende o Estado como dela, diz Haddad

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  • Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

    Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

    A escolha pelo Super Bowl como palco desse embate não é à toa. A final do campeonato de futebol americano é considerado um dos grandes eventos do calendário dos Estados Unidos, se não o maior. A edição do ano passado atraiu um recorde de 127,7 milhões de telespectadores via TV e streaming no país

    (CBS NEWS) – É ao som de Dr. Dre que a Anthropic, dona da inteligência artificial Claude, embalou seus comerciais para o Super Bowl deste domingo (8).

    A pergunta “qual é a diferença entre mim e você?”, da canção “What’s the Difference”, encerra as quatro peças de publicidade que passam uma mensagem clara: a empresa não colocará anúncios no serviço de chatbot -uma alfinetada para a OpenAI, que afirmou em janeiro que testará propagandas na versão gratuita do ChatGPT para usuários adultos dos Estados Unidos.

    As propagandas inflamaram uma rivalidade de longa data entre duas das maiores empresas de inteligência artificial do mundo. Os fundadores da Anthropic são ex-funcionários da OpenAI, que deixaram a empresa em meio a divergências sobre o desenvolvimento do ChatGPT, estratégias de segurança e ritmo de crescimento.

    Embora não tenha citado nomes nas quatro peças de publicidade, executivos da OpenAI sentiram a indireta. Sam Altman, CEO da companhia, escreveu no X (ex-Twitter) que, embora as propagandas sejam engraçadas e ele tenha rido delas, a mensagem final é “claramente desonesta”.

    “Imagino que seja típico da Anthropic usar um anúncio enganoso para criticar anúncios enganosos teóricos que não existem de verdade, mas um anúncio do Super Bowl não é onde eu esperaria isso”, escreveu em postagem na quarta-feira (4).

    Em uma das peças, a Anthropic traz um jovem que quer uma barriga tanquinho rápido. Com um tom suave, porém robótico, de um chatbot de IA, um homem musculoso responde: “Perfeito, esse é um objetivo claro e atingível. Gostaria que eu fizesse uma rotina de exercícios personalizada?”. Ele pergunta informações sobre o jovem -idade, peso e altura-, mas interrompe o plano fitness para fazer uma propaganda de palmilhas que adicionam até 3cm de altura e ajudam “baixinhos a ficarem de pé de forma orgulhosa”. Ele, em seguida, fornece um cupom para descontos.

    O comercial leva o nome de “Violação”. Os outros três são intitulados “Traição”, “Engano” e “Perseguição”, que também satirizam anúncios no meio de interações com chatbots, aqui personificados por atores.

    Altman afirmou que os anúncios no ChatGPT não serão bem assim. “Obviamente, jamais veicularíamos anúncios da maneira como a Anthropic os descreve. Não somos ingênuos e sabemos que nossos usuários rejeitariam isso”, escreveu.

    A introdução de anúncios no ChatGPT foi apresentada em 17 de janeiro, e Altman já havia expressado, ele próprio, ressalvas para a veiculação de propagandas no ChatGPT. A mudança, porém, ocorre em um momento em que a OpenAI busca maneiras de aumentar a receita para arcar com o investimento de US$ 1,4 trilhão prometido para infraestrutura de IA nos próximos oito anos.

    O movimento também ocorre em meio às desconfianças crescentes do mercado sobre a sustentabilidade dos investimentos massivos em inteligência artificial. Nesta semana, temores de uma bolha de IA voltaram a rondar as mesas de operação depois que a Anthropic anunciou uma nova ferramenta de automação.

    Cerca de US$ 285 bilhões deixaram o setor de software, serviços financeiros e gestão de ativos nos índices S&P500 e Nasdaq na terça-feira, dando início a uma sequência de três sessões de baixa conforme investidores expressam preocupação com a disrupção causada pela tecnologia de IA.

    Os planos de investimento exorbitantes em IA de grandes empresas de tecnologia, incluindo Alphabet (dona do Google) e Amazon, só adicionaram mais fogo à fogueira. Quatro das maiores empresas de tecnologia juntas previram gastos de capital que chegarão a cerca de US$ 650 bilhões em 2026, destinados a novos data centers e aos equipamentos necessários para operá-los.

    Por isso a necessidade da dona do ChatGPT em aumentar as fontes de receita: a OpenAI está se preparando para um IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês) no quarto trimestre de 2026 e precisa driblar os temores que rondam os mercados dos EUA. O histórico também é favorável, já que a introdução de anúncios impulsionou o crescimento de gigantes de tecnologia como Meta e Alphabet.

    “Nós acreditamos que todos merecem usar IA e estamos comprometidos com o acesso gratuito, porque acreditamos que o acesso gera autonomia. Mais texanos usam o ChatGPT gratuitamente do que o total de usuários do Claude nos EUA, então temos um problema com um formato diferente do deles”, disse Altman, acrescentando que as versões pagas do ChatGPT não mostram anúncios.

    Ele ainda aproveitou para criticar o modelo de negócios da Anthropic -ainda que o ChatGPT seja o nome mais popular do setor, o Claude é o favorito entre os engenheiros de software, que afirmam que o Claude Code e o Claude Cowork transformaram o setor.

    “A Anthropic oferece um produto caro para pessoas ricas. Estamos felizes que eles façam isso e nós também estamos fazendo, mas também acreditamos firmemente que precisamos levar a IA a bilhões de pessoas que não podem pagar por assinaturas”, disse. A OpenAI lançou sua própria ferramenta de programação, a Codex, e anunciou mais ferramentas para empresas, como a plataforma Frontier, que gerencia agentes de IA.

    A Anthropic já saiu em defesa de seu modelo de negócios no passado. Em um discurso no Fórum Econômico Mundial no mês passado, em Davos, o CEO Dario Amodei afirmou que a empresa não precisa “maximizar o engajamento de um bilhão de usuários gratuitos por estarmos em uma corrida mortal com algum outro grande concorrente”. O carro-chefe da dona do Claude são grandes contratos comerciais e assinaturas pagas.

    Em uma publicação no blog da Anthropic, a empresa também abordou a política de não incluir anúncios no chatbot como parte do princípio “ser genuinamente prestativo”, um dos fundamentos da “Constituição de Claude”, que descreve a visão para o caráter do chatbot e como a companhia treinou o modelo de IA generativa.

    “Um modelo de negócios baseado em publicidade introduziria incentivos que poderiam ir contra esse princípio”, diz a publicação.

    Amodei também já falou anteriormente sobre os riscos representados pela tecnologia e por aqueles que a controlam. As empresas poderiam, por exemplo, “usar seus produtos de IA para manipular sua enorme base de usuários consumidores, e o público deve estar atento ao risco que isso representa”.

    A escolha pelo Super Bowl como palco desse embate não é à toa. A final do campeonato de futebol americano é considerado um dos grandes eventos do calendário dos Estados Unidos, se não o maior. A edição do ano passado atraiu um recorde de 127,7 milhões de telespectadores via TV e streaming no país.

    A deste ano deve ser a maior para a indústria publicitária dos EUA, com algumas das maiores marcas do mundo pagando mais de US$ 10 milhões por propagandas de 30 segundos.

    A OpenAI também deve exibir seu próprio comercial neste domingo. “Ele é sobre construtores e como qualquer pessoa agora pode construir qualquer coisa”, escreveu Altman.

    Guerra entre donos do ChatGPT e Claude chega ao Super Bowl

  • 'Tarcisão do asfalto' acumula atrasos, derrotas no TCE e baixo investimento em estradas

    'Tarcisão do asfalto' acumula atrasos, derrotas no TCE e baixo investimento em estradas

    Ex-ministro da Infraestrutura e atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas enfrenta entraves em licitações bilionárias, suspensões determinadas pelo Tribunal de Contas e execução orçamentária abaixo do previsto no DER, o que gera desgaste político e frustra aliados às vésperas do período eleitoral

    (CBS NEWS) O ex-ministro da Infraestrutura e atual governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), eleito em 2022 sob o apelido de “Tarcisão do Asfalto”, chega às vésperas do período eleitoral com um histórico de entraves no setor rodoviário, área apontada como uma de suas principais vitrines de gestão.

    O apelido foi criado durante a campanha para associar o então candidato à imagem de um executor eficiente de obras. Embora tenha conseguido destravar o principal projeto do setor, a retomada do trecho norte do Rodoanel, as licitações mais relevantes elaboradas por sua equipe enfrentaram sucessivos obstáculos ao longo dos três primeiros anos de mandato, gerando desgaste político, sobretudo com aliados no interior do estado.

    Em 2025, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), responsável pelas obras rodoviárias, suspendeu licitações que, somadas, ultrapassariam R$ 5 bilhões em investimentos. O órgão encerrou o ano aplicando apenas 30,6% do orçamento previsto, pouco mais de R$ 1,1 bilhão de um total de R$ 3,6 bilhões. Para 2026, o orçamento destinado ao DER caiu para R$ 2,2 bilhões.

    As suspensões resultaram em obras que deixaram de sair do papel e provocaram insatisfação entre prefeitos e deputados estaduais, que esperavam utilizar esses projetos como vitrine eleitoral. Diante das dificuldades de articulação política, Tarcísio promoveu, no fim de janeiro, uma troca no comando da área, na tentativa de reduzir ruídos com aliados.

    Auxiliares próximos ao governador afirmam, no entanto, que o ambiente adverso não deve comprometer seu desempenho eleitoral. Eles citam como trunfos a entrega do Rodoanel, a expansão de linhas de metrô e o avanço de promessas como o trem entre São Paulo e Campinas e o túnel entre Santos e Guarujá.

    Procurado, o governo estadual defendeu suas ações e afirmou ter destravado obras paralisadas e reformulado projetos inacabados de gestões anteriores, destacando compromisso com eficiência administrativa e segurança jurídica.

    Os recursos do DER são direcionados principalmente a obras de conservação, como recapeamento e sinalização, e de ampliação, incluindo duplicações e pavimentação de estradas não concedidas. Atualmente, cerca de 9.800 quilômetros de rodovias estão sob responsabilidade do órgão, enquanto aproximadamente 6.800 quilômetros são administrados por concessionárias privadas.

    Parte das intervenções ocorre em rodovias concedidas à iniciativa privada. Integrantes do governo avaliam que, nesses casos, eventuais ganhos eleitorais são neutralizados por críticas ao sistema de pedágio free flow, tema que levou o governador a recuar da instalação de ao menos dez pontos de cobrança no ano passado.

    As suspensões de licitações ocorreram em meio a um ambiente de tensão entre o DER e o setor da construção civil. Empresários relataram à Folha, ao longo de 2024 e 2025, insatisfação com exigências técnicas consideradas inviáveis em alguns editais. As licitações de maior valor motivaram questionamentos no Tribunal de Contas do Estado (TCE), que determinou diversas paralisações. O governo afirma que suspensões para adequação às recomendações são previstas em lei e foram prontamente atendidas.

    Um caso simbólico ocorreu em 2023, quando a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística prometeu a abertura de uma estrada de cinco quilômetros na comunidade Quilombo dos Bombas, em Iporanga. O edital foi lançado em novembro de 2024, suspenso no mês seguinte e a obra só começou em junho de 2025, com previsão de conclusão para o fim deste semestre.

    Outra contratação de grande porte, prevista em 2024, era um edital de R$ 4,3 bilhões para conservação de rodovias em 30 lotes. O processo foi paralisado em outubro de 2025 após questionamentos do TCE e relançado em janeiro por R$ 4,7 bilhões. Uma licitação adicional de R$ 915 milhões para manutenção de pistas e sinalização também foi suspensa.

    Em um dos episódios apontados como falha técnica, o DER contratou, em janeiro de 2025, uma empresa para melhorias em um trecho da rodovia Raposo Tavares que já estava sob concessão privada. O contrato, de R$ 1,8 milhão, precisou ser extinto.

    Em nota, o governo informou que a área de engenharia do DER concluiu projetos executivos com estimativa de R$ 3,7 bilhões em investimentos, abrangendo 363 quilômetros de rodovias. A gestão afirma ainda ter reformulado, licitado e executado 51 projetos desde 2023 e revisado 76 obras herdadas de administrações anteriores, gerando economia de aproximadamente R$ 218 milhões.

    Segundo o governo, o programa SP para Toda Obra reúne cerca de 1.500 projetos, com investimento total superior a R$ 30 bilhões, em mais de 21 mil quilômetros de vias, e trata a infraestrutura como política de Estado, com planejamento integrado, critérios técnicos e transparência.
     

     
     

    'Tarcisão do asfalto' acumula atrasos, derrotas no TCE e baixo investimento em estradas

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  • Caso de pênis congelado no esqui antecede polêmica inusitada nos Jogos

    Caso de pênis congelado no esqui antecede polêmica inusitada nos Jogos

    O esquiador finlandês Remi Lindholm, de 28 anos, sabe bem como o frio extremo pode ir além do desconforto físico comum aos esportes de inverno. Em duas ocasiões distintas, ele sofreu um episódio raro e doloroso: o congelamento do pênis durante competições oficiais, situação que voltou a ganhar atenção às vésperas dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina.

    O primeiro caso ocorreu em 2021, na etapa da Copa do Mundo de Ruka, na Finlândia. Em entrevista ao tabloide britânico Daily Star, Lindholm resumiu a experiência como “uma dor praticamente insuportável”. Na ocasião, as temperaturas extremamente baixas afetaram várias partes do corpo dos atletas, mas o finlandês acabou enfrentando uma consequência ainda mais severa.

    [Legenda]© Getty  

    Um ano depois, o problema se repetiu nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim 2022. Durante a prova masculina de esqui cross-country de 50 km  reduzida para 30 km por causa dos ventos fortes , Lindholm voltou a sofrer congelamento genital. Ao site australiano News.com.au, ele relatou que a posição final na corrida se tornou irrelevante diante da dor. “Vocês provavelmente conseguem imaginar o que estava congelado quando cheguei à linha de chegada. Foi uma das piores competições da minha carreira”, disse.

    Segundo o atleta, o momento mais crítico veio após o término da prova, quando o corpo começou a recuperar a temperatura. “Quando as partes do corpo começaram a esquentar, a dor ficou insuportável”, contou. Lindholm precisou receber uma bolsa de água quente para acelerar o processo de descongelamento.

    Apesar de os episódios terem ficado no passado, a história de Remi Lindholm segue como uma das mais curiosas já relatadas em competições de esqui extremo. O finlandês, no entanto, não está nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. Segundo o site News, a federação do país optou por outros atletas para compor a equipe olímpica.

    Do congelamento ao debate sobre vantagem esportiva

    A história de Lindholm acabou abrindo espaço para um tema inusitado que também passou a circular nos bastidores dos esportes de inverno. Em janeiro, o jornal alemão Bild revelou denúncias de que alguns atletas do salto de esqui estariam recorrendo à aplicação de ácido hialurônico no pênis antes das medições oficiais dos trajes.

    A substância, que não é proibida, pode aumentar a circunferência em um ou dois centímetros. Segundo a Federação Internacional de Esqui (FIS), isso poderia ampliar a área de superfície do macacão e melhorar a aerodinâmica durante o voo. “Cada centímetro extra em um traje conta. Se a área de superfície aumentar 5%, você voa mais longe”, afirmou ao Bild Sandro Pertile, diretor de provas masculinas da entidade.

    Durante entrevista coletiva em Milão, o diretor-geral da Agência Mundial Antidoping (Wada), Olivier Niggli, disse não ter conhecimento detalhado do caso, mas foi direto ao comentar o tema. “Se algo concreto surgir, vamos investigar para avaliar se há relação com doping”, afirmou. O presidente da Wada, Witold Banka, tratou o assunto com ironia: “O salto de esqui é muito popular na Polônia, então prometo que vou analisar isso”.

    A FIS, por sua vez, nega que haja qualquer indício da prática. Em nota, a entidade explicou que os atletas são medidos com scanners 3D, usando apenas roupa íntima justa, e que as regras já preveem tolerâncias técnicas de centímetros nas medições. Até agora, não há confirmação oficial de irregularidades.

    Injeções de ácido no pênis se tornam tema de discussão nas Olimpíadas

    “Cada centímetro extra em um traje conta. Se o seu traje tiver uma área de superfície 5% maior, você voa mais longe”, disse Sandro Pertile, diretor de provas masculinas da FIS.

    Notícias ao Minuto Brasil | 08:00 – 07/02/2026

     
     

    Caso de pênis congelado no esqui antecede polêmica inusitada nos Jogos

  • Noiva de Jake Paul, patinadora enfrenta críticas por postura de “diva”

    Noiva de Jake Paul, patinadora enfrenta críticas por postura de “diva”

    Patinadora holandesa e noiva de Jake Paul foi criticada por viajar separada da delegação para Milão-Cortina. Comentários de analistas locais apontam incômodo com a exposição e o tratamento exclusivo dado à atleta às vésperas das competições.

    A patinadora holandesa Jutta Leerdam, de 27 anos, noiva do boxeador e influenciador Jake Paul, virou alvo de críticas em seu país logo no início dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina, que começaram oficialmente nesta sexta-feira (6). Fora das pistas, a atleta passou a ser chamada de “diva” por comentaristas e veículos da imprensa holandesa, em meio a questionamentos sobre sua postura durante a chegada à Itália.

    Segundo o jornal britânico Daily Mail, a repercussão negativa começou após Leerdam decidir viajar para o evento em um jato particular, separada do restante da delegação da Holanda. Ela desembarcou acompanhada por sua equipe pessoal, foi recebida com bandeiras personalizadas e cupcakes com mensagens de apoio e seguiu em um carro exclusivo até a Vila Olímpica. Antes de iniciar os treinos, ainda posou para selfies em frente aos anéis olímpicos.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução – Redes Sociais  

    A atitude incomodou analistas esportivos no país. O comentarista Johan Derksen foi um dos mais críticos. “Ela já vive como uma milionária, com jatos particulares e tudo mais. O comportamento dela me parece horrível, típico de uma diva. Se eu fosse o treinador dela, não toleraria isso”, afirmou.

    Derksen também avaliou que a imagem pública da patinadora começa a gerar desgaste. “Aos poucos, toda a Holanda está começando a ficar um pouco cansada do comportamento dela”, disse.

    As críticas foram reforçadas por Valentijn Driessen, colunista do jornal De Telegraaf, que apontou um excesso de atenção em torno da atleta. “Em todo lugar ao longo da estrada você vê: ‘Apoie Jutta, apoie Jutta’. Tenho a impressão de que ela é a única representante holandesa de todos os Jogos Olímpicos”, escreveu.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução – Redes Sociais  

    Apesar da polêmica, Jutta Leerdam é um dos principais nomes da patinação de velocidade mundial. Ela compete desde os 11 anos, soma sete títulos mundiais e conquistou a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, em 2022. Em Milão-Cortina, chega como uma das grandes esperanças de pódio da Holanda.

    Noiva de Jake Paul, patinadora enfrenta críticas por postura de “diva”

  • Brad Arnold, vocalista da banda 3 Doors Down, morre aos 47 anos

    Brad Arnold, vocalista da banda 3 Doors Down, morre aos 47 anos

    Diagnosticado com câncer renal em estágio avançado, o cantor havia revelado a doença em 2025 e levou a banda a cancelar turnês. Brad Arnold morreu enquanto dormia, cercado pela família, deixando um legado marcado por sucessos do rock dos anos 2000

    SÃO PAULO, SP (FOLHARPESS) – O vocalista e fundador da banda americana de rock 3 Doors Down, Brad Arnold, morreu neste sábado (7), aos 47 anos. Ele tinha um câncer renal em estágio avançado. Segundo comunicado divulgado pela banda em suas redes sociais, o artista morreu enquanto dormia, cercado por sua mulher e família.

    “Sua música ecoou muito além dos palcos, criando momentos de conexão, alegria, fé e experiências compartilhadas que permanecerão vivos por muito tempo depois de suas apresentações. Acima de tudo, ele foi um marido dedicado para Jennifer, e sua gentileza, bom humor e generosidade tocaram todos que tiveram a sorte de conhecê-lo. Aqueles mais próximos se lembrarão não apenas de seu talento, mas também de sua humanidade, humildade, fé e profundo amor pela família e pelos amigos”, diz a nota.

    Arnold havia revelado o diagnostico de câncer aos fãs em maio de 2025. A notícia fez com que a banda cancelasse shows nos últimos meses.

    “Tenho algumas notícias não muito boas para vocês hoje. Então, fiquei doente há algumas semanas e fui ao hospital para fazer exames, e recebi o diagnóstico de carcinoma de células renais com metástase no pulmão. E está no estágio quatro, o que não é nada bom”, disse ele na época.

    No vídeo, ele também afirmou não estar com medo. “Sinceramente, não estou com medo nenhum. Mas isso vai nos obrigar a cancelar nossa turnê neste verão. Lamentamos muito por isso. Eu adoraria que vocês orassem por mim sempre que puderem. E acho que está na hora de eu ouvir ‘It’s Not My Time’ um pouquinho, né?”

    Arnold ajudou a formar a banda em 1996, no estado americano do Mississippi, ao lado do então guitarrista Matt Roberts e do baixista Todd Harrell. O 3 Doors Down alcançou a fama com o álbum de estreia “The Better Life”, lançado em 2000.

    O trabalho de estúdio mais recente da banda, “Us and the Night”, saiu em 2016. Arnold também foi o responsável por compor e produzir, aos 15 anos, o sucesso “Kryptonite”, uma das músicas mais lembradas do grupo.

    Brad Arnold, vocalista da banda 3 Doors Down, morre aos 47 anos

  • Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

    Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

    Compatibilidade, hoje restrita aos Pixel 10, deve chegar a outros celulares Android nos próximos meses. Segundo o Google, a ideia é facilitar o envio de arquivos entre aparelhos Android, iPhones, iPads e Macs por meio do Quick Share

    O Google planeja expandir a compatibilidade do AirDrop, sistema de compartilhamento de arquivos da Apple, para um número maior de smartphones Android. A informação foi divulgada pelo site Android Authority e confirmada por executivos da empresa.

    Desde o ano passado, os aparelhos Pixel 10 já conseguem trocar arquivos com iPhones por meio do AirDrop, usando o recurso Quick Share, nativo do Android. Agora, a intenção é levar essa integração para outros modelos e marcas que utilizam o sistema operacional do Google.

    De acordo com Eric Kay, vice-presidente de engenharia do Android, o desenvolvimento exigiu um esforço significativo para garantir que a solução funcionasse não apenas com iPhones, mas também com iPads e computadores Mac. Segundo ele, após a fase inicial de testes bem-sucedidos, o Google passou a trabalhar com parceiros para ampliar a compatibilidade em todo o ecossistema Android.

    “Investimos muito tempo e energia para provar que isso era possível. Agora, estamos prontos para dar o próximo passo e expandir essa integração”, afirmou Kay, indicando que novos anúncios devem ser feitos em breve.

    Embora o Google ainda não tenha divulgado quais fabricantes participarão dessa expansão, a empresa Nothing já confirmou publicamente que trabalha para tornar seus celulares compatíveis com o AirDrop. A expectativa é que outras marcas sigam o mesmo caminho, facilitando a troca de arquivos entre dispositivos Android e Apple sem a necessidade de aplicativos de terceiros.
     
     

    Compatibilidade com o AirDrop da Apple chegará a mais celulares Android

  • Fluminense pega o Maricá no Maracanã para confirmar a liderança da Taça Guanabara

    Fluminense pega o Maricá no Maracanã para confirmar a liderança da Taça Guanabara

    O Campeonato Carioca chega à sua sexta e última rodada da Taça Guanabara com um confronto que promete tirar o fôlego dos torcedores neste domingo (8). Fluminense, líder do Grupo A, enfrenta o Maricá, lanterna do Grupo B, às 20h30, no Maracanã, em partida que coloca frente a frente equipes com diferentes objetivos.

    O Fluminense chega embalado por uma sequência positiva e quer confirmar a liderança do Grupo A. No último domingo (1), venceu o Botafogo por 1 a 0, no estádio Nilton Santos, pelo Carioca, resultado que o manteve na liderança, com 12 pontos, e garantiu a classificação para as quartas de final. Já na última quinta-feira (5), empatou em 1 a 1 com o Bahia, na Arena Fonte Nova, pela segunda rodada do Brasileirão.

    O técnico Luís Zubeldía vai manter o planejamento de preservar seus principais jogadores. A tendência é que atletas que estão sendo pouco utilizados neste início de temporada recebam uma chance neste jogo.

    O meia Jefferson Savarino, desfalque contra o Bahia, pode entrar em campo como titular pela primeira vez com a camisa tricolor. Zubeldía não revelou detalhes sobre o motivo da ausência no compromisso pelo campeonato nacional, mas afirmou que conta com o venezuelano.

    O volante Hércules e o atacante Soteldo treinaram com o restante do elenco e podem ser novidades no banco de reservas. Eles se lesionaram no fim do ano passado e ainda não estrearam nesta temporada, mas estão recuperados e vivem a expectativa de retornar.

    O Maricá é o lanterna do Grupo B, com três pontos, e entra em campo pressionado. Precisa vencer e torcer por derrotas do Nova Iguaçu diante da Portuguesa e do Flamengo contra o Sampaio Corrêa. Só assim ele deixa de participar do quadrangular final que vai definir o rebaixado para a Série A-2.

    O Maricá conta com um velho conhecido da torcida tricolor. O experiente volante Wellington, que atuou no clube das Laranjeiras de 2021 à 2023, é o principal nome do grupo que busca surpreender o time de Zubeldía. Ele fez parte do elenco campeão carioca pelo Fluminense em 2022.

    O lateral-esquerdo Marcelinho deve ser novidade na equipe treinada por Marcus Alexandre. Ele é o favorito para substituir Rafael Carioca, que cumpre suspensão pelo acúmulo de cartões amarelos.

    O atacante Café, destaque na Série D do ano passado, disputa a titularidade com Almir Sóta. O escolhido deve formar o trio de ataque titular com Denilson e Pablo Thomaz.

    FICHA TÉCNICA

    FLUMINENSE X MARICÁ

    FLUMINENSE – Fábio; Guga, Ignácio, Igor Rabello e Guilherme Arana; Facundo Bernal, Otávio e Ganso; Santi Moreno, Matheus Reis e Savarino. Técnico: Luís Zubeldía.

    MARICÁ – Yuri Duarte; Magno Nunes, Victor Pereira, Rafael Forster e Marcelinho; Wellington, Magno Souza e Caio Vitor; Denilson, Pablo Thomaz e Café. Técnico: Marcus Alexandre.

    ÁRBITRO – Bruno Mota Correia (RJ).

    HORÁRIO – 20h30.

    LOCAL – Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).

    Arias tem como posição principal a ponta direita, mas também pode atuar como meia ofensivo (mais centralizado) e como ponta esquerda. Seu pé direito é o predominante.

    Folhapress | 11:30 – 07/02/2026

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  • Anitta ironiza pregação durante show: 'Quero contar as lendas dos orixás´

    Anitta ironiza pregação durante show: 'Quero contar as lendas dos orixás´

    Cantora reagiu com ironia e cordialidade ao vídeo de um grupo religioso que foi aos Ensaios da Anitta, em Curitiba, para evangelizar o público. No comentário, ela citou sua vivência na igreja e sugeriu uma troca de histórias sobre diferentes crenças

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Anitta comentou na postagem de um grupo que foi a seu show em Curitiba para falar de religião.

    Grupo comprou ingressos para os Ensaios da Anitta na intenção de debater religião com pessoas na plateia. “A gente está aqui pregando o evangelho de Jesus e lembrando essas pessoas de que Jesus morreu a morte delas”, diz um dos integrantes em vídeo que viralizou no Instagram. Eles foram ao show em Curitiba no último sábado (31).

    No vídeo, eles mostram as técnicas que utilizaram para abordar pessoas. “Aqui a Ana se ofereceu para tirar foto de um grupo onde tivemos abertura para pregar o evangelho de Jesus”, diz um trecho.

    Eles aparecem conversando com diferentes grupos. Algumas pessoas têm a identidade oculta, outras não.

    Anitta deixou um comentário na publicação. “Adorei! Cantei na igreja católica por anos, adoro a história de Jesus. Quando tem evento de vocês? Quero contar pra vocês as lendas dos orixás e de alguns Deuses Hindus que eu gosto bastante”, escreveu a cantora, concluindo a mensagem com um emoji de coração.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução – Redes Sociais  

     

    Anitta ironiza pregação durante show: 'Quero contar as lendas dos orixás´

  • ‘A gente tentou controlar, mas não aconteceu nada grave’, diz Crespo após virada do São Paulo

    ‘A gente tentou controlar, mas não aconteceu nada grave’, diz Crespo após virada do São Paulo

    Por mais que tenha sofrido recentemente com turbulências políticas, o clima nos vestiários do São Paulo é bom. Neste sábado, o time de Hernán Crespo venceu o Primavera, de virada, e entrou no G-8 do Paulistão, algo que parecia improvável até poucos dias atrás. Segundo o técnico tricolor, a oscilação é “normal”, mas o bom rendimento de jogadores como Lucas e Ferreirinha foi fundamental para a retomada no MorumBis.

    “Acho que o time se comportou bem. Criou ocasiões no primeiro tempo. Talvez, nos últimos momentos da primeira etapa, tivemos dificuldade para recuperar a bola, porque houve um desgaste grande para criar”, avaliou Crespo em entrevista coletiva.

    Logo na volta dos vestiários, porém, o clube tricolor acabou sendo surpreendido. Gabriel Poveda, aos oito minutos, abriu o placar para os visitantes. A virada só veio bem mais tarde. Lucas, aos 25, empatou, e Calleri, aos 32 minutos do segundo tempo, garantiu a vitória.

    “No segundo tempo, mudamos, porque achávamos que tínhamos de colocar mais peso ofensivo, já que precisávamos de um pouco mais de qualidade. Ao mesmo tempo, a escolha da escalação foi por conta do desgaste da sequência de jogos. A ideia era tentar não arriscar o Luciano, mas é assim. Ele entrou bem”, acrescentou o técnico argentino, enfatizando os problemas relacionados ao calendário brasileiro.

    “Até podia perder, porque os jogos são assim. Você cria muito, talvez tenha de deixar espaços atrás. Jogar no Morumbi é tentar colocar pressão, abrir o placar cedo e começar a correr riscos”, analisou Crespo.

    O treinador voltou a destacar o desgaste físico, especialmente pela falta de ritmo de alguns jogadores. Ainda assim, algo pouco comum aconteceu no MorumBis: Lucas Moura, principal nome da partida, atuou praticamente o jogo inteiro e só foi substituído aos 46 minutos do segundo tempo, dando lugar a Pedro Ferreira.

    “Sim, estávamos muito bem, mas com um desgaste muito grande, porque criamos bastante. Temos dois jogadores criativos, como Ferreirinha e Lucas, que estavam indo muito bem. Nesse momento, fizeram cerca de meia hora muito boa. Depois, começaram a sentir o desgaste dessa pressão. Quando isso acontece, começamos a ter dificuldades defensivas, a chegar mais tarde para recuperar a bola, o campo começa a ficar maior, e eles ganharam um pouco de coragem. Tentamos controlar, não aconteceu nada grave, mas é normal”, finalizou o treinador.

    O São Paulo volta a entrar em campo na quarta-feira, quando recebe o Grêmio, pela terceira rodada do Brasileirão. O time paulista é o sétimo colocado, com quatro pontos em seis disputados.
     

    Arias tem como posição principal a ponta direita, mas também pode atuar como meia ofensivo (mais centralizado) e como ponta esquerda. Seu pé direito é o predominante.

    Folhapress | 11:30 – 07/02/2026

     
     

    ‘A gente tentou controlar, mas não aconteceu nada grave’, diz Crespo após virada do São Paulo