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  • Brasileira vai ao Mundial de taekwondo como número 1

    Brasileira vai ao Mundial de taekwondo como número 1

    RIO DE JANEIRO, RJ E SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Na agenda da pequena Maria Clara Pacheco tinha aulas de capoeira, jazz e balé. Ela gostava de praticar e se dedicava às atividades, mas faltava ação, pode-se assim dizer. “Queria fazer alguma arte marcial”, conta. A chegada ao taekwondo foi sem querer, mas a trajetória até aqui, não.

    A menina, que mostrou ser decidida desde nova, viu a família fazer bingos e empréstimos para seguir a caminhada no esporte, e hoje chega ao Mundial como líder do ranking, e com objetivos a alcançar neste começo de ciclo para os Jogos Olímpicos de Los Angeles. A tatuagem de Nike, Deusa grega da vitória, com anéis olímpicos, à mostra no braço direito, dá uma amostra disso.
    A brasileira, neste cenário, chega à China como uma das postulantes ao título. O torneio, que começa nesta sexta-feira (24), vai até dia 30.

    “Ser a líder do ranking tem o lado positivo e o negativo. A liderança impacta no chaveamento, e acaba tendo uma luta a menos. Ajuda na parte emocional, de confiança, na parte técnica e tática pelo fato de já ter enfrentado grande parte das meninas. O lado ruim é que chego com a mais visada, vão querer a minha cabeça (risos)”

    “Esse é um campeonato que estou sonhando desde 2023. Acredito que estou bem preparada, estou em um ano bom. Sinto que, a cada competição, estou evoluindo. As meninas vão querer a minha cabeça. Entendo as dificuldades, mas entendo que eu tenho condições e que, fazendo tudo certinho, posso ter alguma chance de brigar pelo topo do pódio”.

    MUDANÇAS APÓS PARIS

    O bom desempenho em 2025, na avaliação de Maria Clara, teve início com a frustração nos Jogos Olímpicos de Paris, no ano passado, quando foi eliminada nas quartas de final, após derrota para a chinesa Luo Zongshi.

    Mesmo que o adeus tenha sido diante da então número 1 do mundo, o desempenho foi aquém do esperado, e a atleta voltou ao Brasil determinada a mudar a rota. Atualmente, ela treina na Team One, com José Carlos Figueiredo Coelho Junior.

    “Desde os Jogos Olímpicos, tive várias mudanças. Eu tive um momento que me senti estagnada ali em 2023. Tinham lutas que, independentemente de estratégia, do treino, da condição física, eu não tinha condições de ganhar porque não estava preparada. Depois de Paris, vi que precisava mudar, tinha muito a melhorar e que se me mantivesse daquela forma, não ia conquistar coisa alguma”, começou.

    “Mudei meu treinador, mudei meu preparador físico, comecei a trabalhar com uma fisioterapeuta nova. Houve alterações na equipe multidisciplinar que trabalha por trás. Toda a parte técnica ali mudou. Estamos seguindo outra linha de treino, outra linha tática, e acredito que estou melhor, mais bem condicionada para aguentar essa quantidade de lutas e eventos seguidos”, completa Maria Clara.

    ‘SEMPRE GOSTEI DA PORRADA’

    O início de Maria Clara no taekwondo foi sem querer. O desejo inicial era praticar caratê, influência dos desenhos e séries que assistia à época, mas acabou seguindo o grupo errado, literalmente.

    “Vi um pessoal com uma roupinha branca a caminho de um treino. Acreditava que era um quimono de caratê e os segui para ver onde treinavam. Mas era dobok [roupa do taekwondo]. Chegando, perguntei ao mestre: ‘aqui é caratê?’. Ele disse que era taekwondo, mas que eu podia fazer uma aula experimental”, conta.

    Maria Clara foi ao tatame e sentiu um “amor ao primeiro chute”. Logo encontrou o elemento que sentia falta nas atividades anteriores.

    “Eu fiz a aula, gostei e não saí mais. Fiquei e comecei a tomar gosto pelas competições, pelos treinos. Larguei capoeira, jazz, balé… Gostei muito de chutar, foi algo que, logo no primeiro treino, me conquistou. Diria que sempre gostei da porrada, era o que sentia falta na capoeira, por exemplo. Não tinha contato, meu pé não batia em alguma coisa, minha mão não chegava em alguém”, lembra.

    Apesar de, naquele momento, ter escolhido focar no taekwondo, levou consigo uma herança das outras atividades que a ajudaram na luta.

    “[O taekwondo] Tem chutes semelhantes ao da capoeira, algumas técnicas parecidas. Estava acostumada a chutar alto. A movimentação do balé é totalmente diferente, mas me ajudou muito na flexibilidade. Desde pequena tinha de fazer a abertura na aula. Quando cheguei ao taekwondo e precisei chutar alto, foi um pouco mais fácil”, ela rememora.

    Natural de São Vicente, ela se mudou para São Caetano em 2021, quando fez 18 anos. “Sempre fui muito no sentido de que, quando decido alguma coisa, está decidido. Foi assim para ir para São Caetano. Fui para uma competição na final de 2021, depois de um ano de dedicação para bater peso, voltando de outra categoria e indo para uma que era mais rápida. Perdi na primeira luta e foi o que eu precisava. Eu precisava de mais trabalho. Voltei dessa viagem, falei com algumas pessoas e avisei à minha família que ia morar em São Caetano”.

    FUGIU DO REGIME, MAS…

    Às vésperas do Jogos de Paris, Maria Clara participou de um ensaio fotográfico para a capa da Revista Ela -em série sobre atletas que embarcariam para a capital francesa- e essa até que poderia ter sido a rotina profissional dela.

    Bem antes do início no taekwondo, Maria Clara fez um teste para ser modelo mirim, e passou, mas desistiu por causa da dieta alimentar que teria de seguir.
    “Eu fiz um teste de modelo, quando eu era mais nova, e passei. Eu iria pra São Paulo pra fazer um desfile com as agências e poder fechar um contrato. Só que o pessoal da equipe me deu algo tipo um manual das coisas que eu teria de seguir. Quando li a parte da dieta, que teria de comer bem… Eu era bem nova, gostava de comer besteira e falei para a minha mãe que não queria fazer dieta. Bati o pé e não quis continuar o processo”, compartilhou.

    Quis o destino, porém, que, com a vida de atleta, ela tivesse de seguir uma alimentação regrada. “A curiosidade é que entrei no taekwondo e, em dois anos, com as competições, já tinha de estar fazendo dieta. Além disso, corte de peso com desidratação. Mas, pelo taekwondo, eu aceitei. Para ser modelo não”, lembra, com bom humor.

    BINGOS E EMPRÉSTIMOS

    Antes de ver Maria Clara na trilha das medalhas e títulos, a família organizou rifas e fez até empréstimo para conseguir os valores necessários para que ela se mantivesse no esporte.

    “Meu pai sempre me apoiou a fazer esporte, mas, no começo, via como hobby e falava para seguir o caminho dos estudos. Ele não via o esporte como profissão. Minha mãe falava que, se era a minha vontade, iríamos fazer. Ela falava que a gente iria dar um jeito. Minha família tirou dinheiro de onde não tinha para eu continuar treinando e competindo. Contava moedas, fazia rifa, fazia bingo… Tudo para eu ter condição de lutar. Minha mãe sempre me passou essa confiança”, conta Maria Clara.

    Aos poucos, a resistência do pai foi minando a cada nova conquista da filha, e um cenário mais promissor no taekwondo. Foi ele, inclusive, que pegou um empréstimo para que Maria Clara desse um novo passo na carreira.

    “Tudo foi uma loucura. Conheço o esporte, passei por isso, mas, talvez, se não tivesse passado, não faria a loucura que minha mãe fez, não acreditaria tanto em alguém quanto minha mãe acreditou em mim. Eu não tive nenhum receio. Quando eu falei que ia para São Caetano, que achava que era o caminho que me faria bem, ela falou: ‘É nisso você acredita? Então tá bom’.

    A essa altura, meu pai já entendia melhor, apoiava bastante a seguir a carreira. Foi ele, inclusive, quem pediu um empréstimo para que eu pudesse fazer um circuito na Europa. Ficou uma dívida enorme, mas valeu a pena. E já está tudo quitado (risos)”, ela conta.

    DEBUTANTE E CAMPEÃ MUNDIAL

    Como grande parte das adolescentes brasileiras, Maria Clara teve seu baile de debutante ao completar 15 anos. A diferença esteve, talvez, no fato de que ela celebrou essa espécie de ritual de passagem já com um pódio de Mundial no currículo. Quando tinha 14 anos, conquistou o bronze no Mundial Cadete. No pódio, além de colocar a medalha no peito, ganhou uma peça que se tornaria seu amuleto.

    “É um faixa preta que ganhamos junto com a medalha. É mais uma faixa que é decorativa, veio dentro de uma caixinha. Achei muito bonita. Tinha sido uma conquista importante para mim e comecei a usá-la. Então, em todas as competições passei a usar e, depois disso, nunca mais consegui tirar. Ela é grande, pesada, não veste tão bem junto ao dobok, não é tão confortável, mas várias vezes já tentei trocar e, no aquecimento, batia aquela sensação que tinha de entrar com ela. Toda competição que eu vou, eu levo a minha faixa e só luto com ela”, ela diz.

     

    Brasileira vai ao Mundial de taekwondo como número 1

  • Fake news do Egito Antigo? Praga mortal em capital é um mito, indica estudo

    Fake news do Egito Antigo? Praga mortal em capital é um mito, indica estudo

    Estudo afirma que não há evidências de que a cidade de Akhenaton, atual Amarna, tenha sido destruída por uma epidemia mortal no século 14 a.C

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Uma das histórias mais conhecidas sobre o Egito antigo pode estar errada. Um novo estudo afirma que não há evidências de que a cidade de Akhenaton, atual Amarna, tenha sido destruída por uma epidemia mortal no século 14 a.C.

    A pesquisa foi publicada no American Journal of Archaeology e analisou vestígios arqueológicos e bioarqueológicos da região. O objetivo foi testar a ideia de que uma praga teria provocado mortes em massa e o abandono repentino da capital criada por Akhenaton.

    Escavações feitas entre 2005 e 2022 mostram um cenário diferente. Há sinais de vida dura, com doenças crônicas e desgaste físico. Mas não existe indício de colapso sanitário. Os sepultamentos seguem práticas tradicionais. Não há cemitério emergencial. Enterros múltiplos aparecem, mas em um padrão que os arqueólogos interpretam como cultural, não como resposta a uma crise.

    “Temos sido capazes de pegar essas expectativas e comparar o que vemos em Amarna com o que é esperado de uma cidade/cemitério afetado por uma epidemia”, disse Gretchen Dabbs, arqueóloga, em nota da Phys.org.

    Evidências analisadas “não apontam para mortalidade elevada” causada por doença contagiosa, diz estudiosa. O abandono da cidade também parece ter ocorrido de forma planejada. A população recolheu seus pertences, portanto, não há sinais de fuga desesperada.

    QUEM FOI AKHENATON

    Akhenaton governou o Egito por volta de (1353 – 1336 a.C.) durante o período do Novo Império e rompeu com a tradição religiosa que dominava o país havia séculos. Ele promoveu o culto exclusivo ao deus solar Aton, em uma das maiores mudanças religiosas da antiguidade. Para consolidar sua nova fé, transferiu a capital de Tebas para Akhenaton, uma cidade construída rapidamente e dedicada ao sol nascente.

    A ruptura teve forte impacto político. O novo culto enfraqueceu o poder dos sacerdotes de Amon. Após sua morte, o sistema religioso tradicional foi restaurado. O faraó foi afastado da memória oficial. Seu nome foi removido de cartuchos. Estátuas foram quebradas. Amarna deixou de ser útil ao Estado e perdeu seu status de capital.

    POR QUE ACREDITARAM NISSO?

    A cidade existiu por apenas 20 anos e membros da família real morreram no local. Textos hititas mencionam uma praga associada a prisioneiros egípcios. Cartas diplomáticas da época citam doenças em outras regiões.

    Essas referências se acumularam e passaram a ser tratadas como se fossem um único evento. “É um daqueles casos em que algo faz sentido lógico se você não olhar muito criticamente”, afirmou Dabbs ao Phys.org.

    Ela pede cautela ao justificar um desfecho histórico a partir de informações isoladas. “Devemos ter cuidado ao usar dados de locais distintos no tempo e no espaço para fazer argumentos específicos sobre Amarna, ou qualquer local antigo”, disse.

    O que ainda pode ser descoberto? O estudo não descarta totalmente a presença de doenças em Amarna. Mas os autores alertam que a simples identificação de um patógeno não prova a existência de uma epidemia. Ele pode ter circulado sem causar mortes em larga escala.

    Tensões políticas e religiosas provavelmente tiveram papel mais decisivo no destino da cidade do que uma doença desconhecida. A queda de Akhenaton parece estar mais ligada ao fim de um reinado controverso do que a uma praga devastadora. Isso é o que indica a pesquisa.

     

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  • Paula Toller ganha autorização judicial para usar músicas compostas com Leoni

    Paula Toller ganha autorização judicial para usar músicas compostas com Leoni

    Leoni havia se recusado a liberar sete canções, entre elas “Como eu quero” e “Pintura íntima”, para Paula Toller usar em suas apresentações e shows; a justiça manteve a sentença de primeira instância e negou o recurso do músico

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Paula Toller conseguiu na Justiça o direito de usar músicas compostas em parceria com Leoni em um vídeo que celebra seus 40 anos de carreira. A decisão, unânime, foi da 16ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, que manteve a sentença de primeira instância e negou o recurso do músico.

    A disputa começou quando Leoni se recusou a autorizar o uso de sete canções no show “Amorosa – Turnê 40 Anos”, gravado ao vivo no Rio de Janeiro e previsto para lançamento em vídeo. O compositor, coautor de sucessos como “Pintura Íntima” e “Como Eu Quero”, alegava que a Lei de Direitos Autorais lhe dava o direito de vetar o uso das obras sem precisar justificar o motivo.

    Paula argumentou que a recusa era sem fundamento, motivada por desentendimentos pessoais e disputas judiciais antigas.

    O tribunal entendeu que, por se tratar de músicas criadas em coautoria entre apenas dois artistas, uma interpretação literal da lei daria a um deles poder de veto absoluto, o que fere o princípio da razoabilidade (garantia de que os atos sejam coerentes, proporcionais e baseados no bom senso) e a função social da arte (segundo a qual a criação artística deve servir ao interesse coletivo e à difusão cultural, não apenas à vontade individual do autor).

    O relator, desembargador Carlos Gustavo Direito, destacou que não houve prejuízo comprovado a Leoni e que impedir Paula de cantar músicas essenciais à sua carreira seria desproporcional. A corte também rejeitou a tentativa de Leoni de comparar o caso a outro processo movido por Paula, quando ela o acusou de usar “Pintura Íntima” em uma paródia política sem autorização.

    Com a decisão, Paula Toller está autorizada a incluir as músicas no audiovisual e disponibilizá-las em plataformas digitais. Leoni teve o recurso negado e foi condenado ao pagamento de honorários e possíveis indenizações.

    Paula Toller ganha autorização judicial para usar músicas compostas com Leoni

  • Fabinho Soldado vira alvo político e deve ser demitido do Corinthians

    Fabinho Soldado vira alvo político e deve ser demitido do Corinthians

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Fabinho Soldado deve deixar o Corinthians ao final desta temporada. A reportagem apurou que a pauta já está encaminhada na diretoria do clube paulista, mas o martelo será batido após o término da campanha na Copa do Brasil.

    O executivo de futebol possui respaldo no elenco do Corinthians, e entende-se que uma saída neste momento poderia ‘abalar’ o ambiente na reta final da temporada. Apesar da vida mais tranquila no Brasileirão, o clube está na semifinal da Copa do Brasil e enfrentará o Cruzeiro em dezembro.

    Quem defende a mudança alega que Fabinho é “herança” da gestão Augusto Melo. Existe um movimento interno na Presidência para a troca de comando no futebol.

    O entendimento é que o executivo tem um salário alto e retrospecto de negociações mal-sucedidas. Recentemente, o Cori (Conselho de Orientação do Corinthians) convocou Fabinho para prestar esclarecimentos sobre negócios recentes, mas a presença foi “barrada” pelo presidente Osmar Stabile. A reportagem apurou que Stabile embarcou na pauta depois de muita pressão nos bastidores.

    Nesta quarta-feira (22), o presidente falou publicamente sobre o assunto e defendeu Fabinho durante sorteio para definição dos mandos da Copa do Brasil.

    “Gostaria de esclarecer que Fabinho Soldado está garantido como executivo de futebol do Corinthians. Toda essa especulação, além de mentirosa, atrapalha o andamento do futebol como um todo. (…) Todas as decisões são exclusivas do presidente”, disse.

    No mesmo evento, Fabinho também comentou sua situação: “Já se fala de quase dois anos que estou no clube, e até aqui foram feitas diversas ações para que o Corinthians evolua. O presidente Osmar está me dando completa autonomia para trabalhar. Meu alinhamento é muito direto com ele. O que vem de fora, comentários que surgem? Digo com toda certeza que estou focado”.

    Messi está no Inter Miami desde 2023, onde tem 82 jogos disputados, marcou 71 gols e deu 37 assistências; “Fico muito feliz em ficar aqui e continuar com esse projeto que, além de ser um sonho, se tornou uma bela realidade”, disse o jogador

    Folhapress | 14:48 – 23/10/2025

    Fabinho Soldado vira alvo político e deve ser demitido do Corinthians

  • Trump e Xi Jinping vão se encontrar na próxima quinta, diz Casa Branca

    Trump e Xi Jinping vão se encontrar na próxima quinta, diz Casa Branca

    O presidente norte-americano irá se reunir com seu homólogo chinês na quinta-feira, 30 de outubro, na Coreia do Sul, durante a cimeira dos países da APEC, segundo anunciou a Casa Branca

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Casa Branca anunciou nesta quinta-feira (23) que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vai se encontrar o líder chinês, Xi Jinping, na próxima quinta-feira (30) em uma reunião bilateral.

    Encontro deverá acontecer durante uma viagem de vários países à Ásia. A informação foi confirmada pela secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em entrevista coletiva.

    Líder norte-americano também deve se encontrar com outros presidentes. Entre eles, da Malásia, Japão e Coreia do Sul.

    Trump e Xi Jinping vão se encontrar na próxima quinta, diz Casa Branca

  • Grávida, prima de Ana Castela morre aos 35 em Cuiabá

    Grávida, prima de Ana Castela morre aos 35 em Cuiabá

    Nessa quarta-feira (22), a cantora havia feito um pedido nas redes sociais por doações de sangue para ajudar a prima; causa da morte não foi divulgada

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Morreu nesta quinta-feira (23) aos 35 anos Paula Proença Castela Ribeiro, prima de Ana Castela. A notícia da morte foi divulgada pela igreja que Paula frequentava.

    “A Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança – Cáceres manifesta seu profundo pesar pelo falecimento da nossa querida irmã Paula Proença Castela Ribeiro, uma verdadeira adoradora do Senhor, exemplo de fé, dedicação e amor à obra de Deus”, diz uma postagem no Instagram da igreja.

    A causa da morte não foi divulgada. O hospital em que Paula estava internada foi procurado, e este texto será atualizado quando houver mais informações. Nesta quarta-feira (22), Ana Castela havia compartilhado uma campanha de doação de sangue para a prima. “Ela tá gravidinha, então obrigada a cada um de vocês”, disse a cantora.

    Após a postagem da cantora, o banco de sangue ficou lotado. A boiadeira, que estava a caminho de Portugal para trabalho, agradeceu o carinho dos fãs que compartilharam e participaram da campanha. Ela ainda não se manifestou sobre a morte da prima.

    “Deus abençoe imensamente do fundo do meu coração cada um de vocês. Vocês não têm noção do quanto isso vai ajudar a minha prima, do quanto vai deixar a minha família feliz”, disse Ana Castela, nesta quarta-feira.

    Grávida, prima de Ana Castela morre aos 35 em Cuiabá

  • Fonseca encara canadense que venceu Nadal aos 18 anos e ocupou top-10

    Fonseca encara canadense que venceu Nadal aos 18 anos e ocupou top-10

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – João Fonseca enfrentará o canadense Denis Shapovalov, cabeça de chave e número 23 do mundo, nas quartas de final do ATP 500 da Basileia, na Suíça.

    Shapovalov avançou na competição após vitória por 2 sets a 0 contra o francês Valentin Royer. O embate aconteceu na manhã desta quinta-feira (23), e o canadense levou a melhor com parciais de 7/6 e 6/2.

    O canadense já conquistou dois títulos este ano -ATP 2025 de Los Cabos e ATP 500 de Dallas- e costuma brilhar na quadra dura. Os quatro títulos da carreira de Shapovalov vieram neste tipo de quadra. Ele foi campeão em Belgrado (2024) e Stockholm (2019).

    Foi neste piso, inclusive, que ele venceu, aos 18 anos, o então número dois do mundo Rafael Nadal. Jogando em casa, o então jovem tenista, nº 143 do mundo, impediu que o espanhol assumisse o topo do ranking da ATP ao vencer o embate pelas oitavas de final do Masters 1000 de Montreal (CAN) de 2017.

    No mesmo torneio, Shapovalov se tornou o mais jovem tenista da história a chegar a uma semifinal de Masters 1000. Ele acabou eliminado na semi após derrota por 2 sets a 0 para o alemão Alexander Zverev.

    O canadense já integrou o top-10 em duas oportunidades. A primeira vez aconteceu em setembro de 2020 e durou apenas uma semana. Shapovalov retornou à décima colocação em 12 de julho de 2021, onde permaneceu por aproximadamente dois meses.

    Será o primeiro embate entre Shapovalov e João Fonseca, e o brasileiro chega mais descansado. Isso porque ele venceu o tcheco Jakub Mensik, nesta quarta-feira (22), por WO, pelas oitavas de final. A ATP ainda não divulgou a data e horário da partida.

    Fonseca encara canadense que venceu Nadal aos 18 anos e ocupou top-10

  • Líder do PT recorre para levar a plenário arquivamento de cassação de Eduardo Bolsonaro

    Líder do PT recorre para levar a plenário arquivamento de cassação de Eduardo Bolsonaro

    Votação pelos deputados depende de que o presidente da Casa, Hugo Motta, paute o caso; Conselho de Ética votou para arquivar caso contra Eduardo Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O líder do PT na Câmara dos Deputados, Lindbergh Farias (RJ), apresentou, nesta quinta-feira (23), um recurso contra a decisão do Conselho de Ética da Casa de arquivar o processo que pedia a cassação de Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

    Com isso, o recurso deve ser votado no plenário, que pode manter o arquivamento ou revertê-lo. Não há prazo para que o tema seja pautado, o que depende de decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    Para protocolar o recurso, são necessárias ao menos 52 assinaturas e, segundo Lindbergh, mais de 80 deputados assinaram a peça.

    Nesta quarta-feira (22), o Conselho de Ética arquivou a representação que pedia a cassação do mandato de Eduardo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) está desde fevereiro nos Estados Unidos, de onde patrocina um lobby junto a autoridades norte-americanas para que tomem medidas a favor de seu pai.

    O órgão da Câmara aprovou por 11 votos a 7 o parecer do relator, Marcelo Freitas (União Brasil-MG), segundo quem a atuação de Eduardo está amparada no exercício da liberdade de expressão e na imunidade parlamentar, representando “opinião política em contexto de debates internacionais”.

    Eduardo ainda pode perder o mandato por faltas, mas, pelas regras da Câmara, isso só pode ocorrer em 2026.

    A decisão que o poupa foi bancada pela oposição e pelo centrão, que votou em peso pelo arquivamento. Dos partidos de centro e de direita, apenas os deputados Castro Neto (PSD-PI) e Ricardo Maia (MDB-BA) votaram pelo prosseguimento das investigações contra Eduardo.

    O PSOL, por meio dos deputados Chico Alencar (PSOL-RJ) e Paulo Lemos (PSOL-AP), apresentou voto em separado ao parecer do relator argumentando que há provas de quebra do decoro parlamentar, como a declaração de que uma anistia a Bolsonaro era condicionante para a realização das eleições de 2026.

    A posição do partido de esquerda, porém, não foi acolhida.

    A representação pela perda do mandato de Eduardo por quebra de decoro parlamentar foi apresentada pelo PT sob o argumento de o filho de Bolsonaro fez ataques reiterados a instituições, especialmente ao STF (Supremo Tribunal Federal), e atuou junto a autoridades estrangeiras para constranger instituições brasileiras.

    Em meio às movimentações de Eduardo, o governo de Donald Trump anunciou o tarifaço contra o Brasil, citando o caso de Bolsonaro como uma das justificativas, e puniu integrantes do STF, familiares e outras autoridades brasileiras com base na Lei Magnitsky, que em teoria permite ao governo dos EUA aplicar sanções econômicas e restrições a pessoas e entidades estrangeiras apontadas como envolvidas em corrupção ou violações graves de direitos humanos.

    O parlamentar também foi denunciado pela PGR (Procuradoria-Geral da República) sob a acusação de recorrer ao governo Trump para coagir autoridades brasileiras a enterrar o processo contra Bolsonaro pela trama golpista de 2022.

    Líder do PT recorre para levar a plenário arquivamento de cassação de Eduardo Bolsonaro

  • Trump ameaça interromper apoio a Israel caso país anexe Cisjordânia ocupada

    Trump ameaça interromper apoio a Israel caso país anexe Cisjordânia ocupada

    Alerta acontece um dia depois de o parlamento israelense ter aprovado um projeto de lei para a anexação da Cisjordânia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que Israel vai perder o apoio de Washington caso avance com a anexação da Cisjordânia ocupada. As declarações foram feitas no dia 15 de outubro e publicadas nesta quinta-feira (23) pela revista americana Time.

    “Isso não vai acontecer. Não vai acontecer porque eu dei a minha palavra aos países árabes. E eles [israelenses] não podem fazer isso agora. Tivemos grande apoio árabe”, disse Trump ao ser questionado sobre as consequências para Israel caso anexe o território. “Israel perderia todo o apoio dos EUA.”

    O republicano também afirmou acreditar que a Arábia Saudita deve se juntar ainda neste ano aos Acordos de Abraão, que normalizaram as relações entre Israel e alguns países árabes. Segundo ele, os sauditas “tinham um problema com Gaza e outro com o Irã”, mas que essas duas questões foram resolvidas.

    Em sintonia com Trump, o vice-presidente americano, J. D. Vance, afirmou mais cedo nesta quinta que Israel não anexará formalmente a Cisjordânia, território palestino ocupado militarmente por Israel desde 1967. A declaração ocorreu um dia após o Knesset, o Parlamento israelense, ter aprovado de forma preliminar dois projetos de lei que abrem caminho para a anexação do território.

    “Se foi uma manobra política, foi uma manobra política muito estúpida e eu, pessoalmente, me sinto um pouco ofendido”, disse Vance ao encerrar sua visita a Israel.

    O vice de Trump viajou ao país na tentativa de salvar o acordo de paz entre Tel Aviv e o grupo terrorista Hamas, após dias de violações e bombardeios contra o território palestino. Ele reforçou que Trump não permitirá a anexação da Cisjordânia.

    O ministro de Relações Exteriores, Gideon Saar, retrucou, afirmando que Israel “é um país livre, onde as pessoas podem falar o que pensam”, mas depois afirmou que o país está comprometido com o plano de cessar-fogo. Por ora, acrescentou, o governo não apoiará o avanço dos projetos de lei.

    A primeira proposta aprovada no Parlamento estipula que “a lei, Justiça, administração e soberania” israelenses serão aplicadas sobre toda a Cisjordânia, sem exceção. Hoje, o território é dividido em zonas territoriais e governado parcialmente pela Autoridade Palestina, embora Tel Aviv mantenha controle militar e de segurança. A segunda, aprovada com apoio de partidos de centro, prevê a anexação de um assentamento próximo a Jerusalém.

    Os projetos ainda precisam passar por mais três votações no Knesset antes de virarem lei. A construção de assentamentos tem se expandido rapidamente desde 2022, quando o governo de Netanyahu, o mais à direita da história de Israel, assumiu o poder.

    Membros da coalizão de Netanyahu pressionam o governo a anexar a Cisjordânia como resposta à onda de reconhecimento diplomático do Estado da Palestina liderada por Reino Unido, França e Canadá, mas o premiê tenta evitar novos desgastes com os EUA.

    Na quarta (22), Netanyahu rejeitou de forma contundente a ideia de que seu país seja um vassalo dos EUA. A declaração foi feita ao lado de Vance, após uma reunião em Jerusalém. “Temos uma aliança entre parceiros que compartilham valores comuns”, disse Bibi, como o premiê é conhecido.

    Vance fez coro a Netanyahu, reafirmando que os EUA não veem Israel como um Estado subordinado, mas como um aliado estratégico.

    O chefe da diplomacia americana, Marco Rubio, já havia dado um puxão de orelha público na noite de quarta, antes de embarcar a Tel Aviv, afirmando que o avanço de dois projetos no Parlamento pode colocar em risco o já frágil acordo de cessar-fogo.

    “O presidente deixou claro que não apoiaríamos isso neste momento, e acreditamos que isso representa uma ameaça potencial ao acordo de paz”, disse o americano a repórteres.

    Vance e Rubio fazem parte de um esforço de membros do alto escalão de Trump que têm viajado a Israel com o objetivo de não deixar o acordo de cessar-fogo ruir.

    Os EUA, assim como Israel, criticaram nesta quinta-feita (23) o parecer da Corte Internacional de Justiça, ligada às Nações Unidas, que afirmou que Israel tem a obrigação de garantir que as necessidades básicas da população civil da Faixa de Gaza sejam atendidas. A chancelaria israelense afirmou que Tel Aviv “cumpre integralmente suas obrigações sob o direito internacional”.

    Durante a última madrugada, moradores de Gaza relataram tiros e bombardeios de tanques em Khan Yunis, no sul do território, e também na capital. O Ministério da Saúde palestino, controlado pelo Hamas, afirmou que uma pessoa morreu devido ao fogo israelense.

    Na segunda (20), três pessoas foram mortas após as Forças Armadas de Israel voltaram a atacar Gaza. Os militares israelenses disseram ter atirado contra terroristas que ultrapassaram um limite territorial estabelecido pelo acordo de cessar-fogo.

    Trump ameaça interromper apoio a Israel caso país anexe Cisjordânia ocupada

  • Messi renova contrato com o Inter Miami até 2028

    Messi renova contrato com o Inter Miami até 2028

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Lionel Messi seguirá no Inter Miami. Nesta quinta-feira (23), o clube estadunidense anunciou a renovação do contrato com o astro argentino por mais três anos.

    O contrato será válido até dezembro de 2028. O clube postou um vídeo de Messi assinando o novo vínculo já dentro das obras do Miami Freedom Park, estádio construído para ser a casa do time.

    !Ele está em casa. Você está? Garanta seus ingressos para 2026″, diz publicação do Inter Miami.

    Messi está no Inter Miami desde 2023, quando deixou o PSG. O argentino tem 82 jogos disputados, marcou 71 gols e deu 37 assistências.

    “Fico muito feliz em ficar aqui e continuar com esse projeto que, além de ser um sonho, se tornou uma bela realidade. Desde que cheguei a Miami, estou muito feliz, então estou realmente feliz por continuar aqui”, afirma Messi.

    O Inter Miami deu um salto em sua breve história desde a chegada de Messi. A equipe foi campeã da última temporada regular da MLS -acabou ficando sem o título geral porque perdeu nos playoffs. Além disso, conquistou a Copa das Ligas, torneio realizado entre times dos Estados Unidos e do México, em 2023.

    A equipe quebrou uma escrita no Mundial de Clubes deste ano. Ao vencer o Porto por 2 a 1, de virada e com gol de Messi, o Inter Miami se tornou o primeiro clube a vencer um rival europeu na competição desde 2012 — o Corinthians havia sido o último. O time do argentino foi eliminado nas oitavas de final, pelo PSG.

    Messi e Inter Miami têm uma decisão pela frente. A equipe vai enfrentar o Nashville nas oitavas de final da atual edição da MLS. O primeiro jogo do confronto ocorre amanhã.

    Famílias das vítimas do incêndio do Ninho do Urubu classificam absolvição dos sete acusados como uma afronta à memória dos adolescentes mortos e prometem recorrer da decisão; Ministério Público também anunciou que vai apelar

    Agência Brasil | 13:00 – 23/10/2025

    Messi renova contrato com o Inter Miami até 2028