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  • Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

    Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

    Incêndios em unidade estratégica ocorrem em meio à escalada do conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel. Autoridades confirmam ausência de feridos, enquanto região enfrenta novos ataques e impactos no mercado global de petróleo

    Um ataque com drones atribuído ao Irã provocou incêndios em várias unidades da refinaria de Mina Al-Ahmadi, no Kuwait, informou a agência estatal Kuna, com base em dados da Kuwait Petroleum Corporation.

    “A Kuwait Petroleum Corporation informou que a refinaria de Mina Al-Ahmadi foi alvo de um ataque com drones na madrugada de hoje, que provocou incêndios em várias unidades operacionais”, disse a agência.

    Em comunicado, a estatal afirmou que equipes de bombeiros atuaram para conter as chamas e destacou que não houve registro de feridos.

    O Kuwait possui três refinarias de petróleo, e a unidade de Mina Al-Ahmadi já havia sido atingida em outros momentos do conflito. As instalações são fundamentais para a economia do país, já que sem elas a produção de petróleo precisaria ser interrompida por falta de processamento do combustível.

    A retomada das operações, nesses casos, costuma ser lenta por questões de segurança, o que pode manter os poços praticamente inativos até a normalização das atividades.

    A empresa também informou que a Autoridade Pública do Meio Ambiente do Kuwait monitora a qualidade do ar e que, até o momento, não foram identificados impactos negativos.

    Minutos antes do anúncio do incêndio, o governo kuwaitiano afirmou que suas defesas aéreas estavam interceptando ataques. “As defesas aéreas do Kuwait estão repelindo ataques hostis de mísseis e drones”, informou o Estado-Maior do Exército na rede X, acrescentando que “as explosões ouvidas foram resultado dessas interceptações”.

    O episódio ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio. Desde 28 de fevereiro, Estados Unidos e Israel realizam ataques contra o Irã, alegando impasses nas negociações sobre o programa nuclear do país, que Teerã afirma ter fins pacíficos.

    Em resposta, o Irã intensificou ações contra interesses americanos e israelenses na região e bloqueou o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo comercializado no mundo.

    Também nesta quinta-feira, as Forças de Defesa de Israel informaram que um ataque iraniano deixou um homem de 22 anos gravemente ferido na cidade de Harish, no centro de Israel. “Os sistemas de defesa permanecem operacionais para interceptar a ameaça”, disseram em comunicado.

    A imprensa estatal iraniana, por sua vez, informou que ataques dos Estados Unidos na província de Alborz, no norte do país, deixaram ao menos oito mortos e 95 civis feridos.

    O conflito já provocou mais de 3 mil mortes, principalmente no Irã e no Líbano, que passou a integrar a guerra após ações do grupo Hezbollah contra Israel.
     
     

     

    Ataque com drones iranianos causa incêndio em refinaria no Kuwait

  • Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

    Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

    A senadora Eliziane Gama (MA) sempre fez parte da base governista no Senado, e representa uma das pontes da esquerda com a comunidade evangélica, religião da qual faz parte

    Após a confirmação da pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República pelo PSD, a senadora Eliziane Gama (MA) desembarcou da sigla e assinou sua ficha de filiação ao PT na manhã desta quinta-feira, 2.

    Eliziane teve a ficha abonada em Salvador (BA) pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem ela quer ajudar a se reeleger na eleição de outubro. Lula está na capital baiana para visitar obras do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT).

    A senadora sempre fez parte da base governista no Senado, e representa uma das pontes da esquerda com a comunidade evangélica, religião da qual faz parte.

    A escolha do PSD pelo governador de Goiás como pré-candidato ao Palácio do Planalto pesou da decisão de Eliziane, uma vez que ela é apoiadora de Lula. A expectativa é que Caiado faça uma dobradinha com Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para criticar o governo federal.

    Para ela, o partido tomou um “novo trilho” com esse movimento, uma vez que Caiado é um nome mais à direita do que os outros dois ex-presidenciáveis da sigla: os governadores do Paraná, Ratinho Júnior, e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

    “O PSD decidiu seguir um novo trilho político no País, eu respeito mas tenho um pensamento diferente, que é público no Brasil. Mesmo com todas as garantias recebidas pelo presidente Kassab, decido que meu ciclo no PSD se encerra aqui e vou percorrer novos caminhos”, declarou Eliziane numa nota pública divulgada na quarta-feira.

    A escolha por Caiado desagradou outros nomes do PSD. Preterido pelo presidente nacional, Gilberto Kassab, Leite publicou uma mensagem nas redes sociais em que diz ter conversado com o correligionário para cumprimentá-lo pela candidatura, mas não declarou apoio ao projeto presidencial da legenda.

    Com a saída de Eliziane, a bancada do PSD diminui de 13 para 11 senadores, uma vez que o ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco também desembarcou da sigla. Ele se fililou ao PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin na última noite, de olho no apoio de Lula para sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais.

    A senadora deve marcar nos próximos dias conversas com os novos colegas de partido no Maranhão, principalmente com o vice-governador, Felipe Camarão (PT). A troca de siglas não muda o cenário para Eliziane, que mantém o apoio de Lula.

    O senador Weverton Rocha (PDT), eleito com Eliziane no Maranhão em 2018, também tentará um novo mandato.

    Senadora alega insatisfação com candidatura presidencial de Caiado, deixa PSD e se filia ao PT

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  • IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

    IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

    Os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de produtos do fumo (28,6%), outros equipamentos de transporte (26,6%) e indústrias extrativas (14,8%)

    A indústria brasileira chegou a fevereiro operando 3,2% acima do patamar de fevereiro de 2020: 11 das 25 atividades investigadas estão operando em nível superior ao pré-crise sanitária. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

    Em fevereiro, os níveis mais elevados em relação ao patamar de fevereiro de 2020 foram os registrados pelas atividades de produtos do fumo (28,6%), outros equipamentos de transporte (26,6%), indústrias extrativas (14,8%) e produtos alimentícios (6,0%).

    No extremo oposto, os segmentos mais distantes do patamar pré-pandemia são vestuário e acessórios (-25,5%), móveis (-21,9%), produtos diversos (-14,8%) e impressão e reprodução de gravações (-13,7%).

    Entre as categorias de uso, a produção de bens de capital está 7,6% acima do nível de fevereiro de 2020. A fabricação de bens intermediários está 6,0% acima do pré-covid. Os bens duráveis estão 9,7% abaixo do pré-pandemia, e os bens semiduráveis e não duráveis estão 2,4% aquém do patamar de fevereiro de 2020.

    IBGE: indústria opera 3,2% acima do patamar de fev/2020, no pré-pandemia

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  • Países do Golfo e Ásia avaliam medidas para contornar bloqueio do Estreito de Ormuz

    Países do Golfo e Ásia avaliam medidas para contornar bloqueio do Estreito de Ormuz

    Em meio às demandas por petróleo e derivado, navios cobrem distâncias longas para entregas e ocorrem reviravoltas no fluxo; Reino Unido convocará mais uma reunião de planejadores militares na próxima semana

    Países do Golfo Pérsico e da Ásia começam a avaliar medida para contornar o Estreito de Ormuz e continuar a exportar petróleo e gás, em meio ao bloqueio iraniano diante da guerra com os Estados Unidos e Israel.

    Funcionários e executivos da indústria afirmaram ao Financial Times que novos oleodutos podem ser a única maneira de reduzir a vulnerabilidade duradoura dos países do Golfo à interrupção no estreito, embora tais projetos sejam caros, politicamente complexos e levem anos para serem concluídos.

    O conflito atual evidenciou o valor estratégico do oleoduto Leste-Oeste de 1.200 km da Arábia Saudita, entregando 7 milhões de barris de petróleo por dia ao porto do Mar Vermelho em Yanbu, contornando completamente Ormuz.

    O Iraque, especificamente, começou a exportar petróleo bruto usando caminhões-tanque através da Síria, segundo o Ministério do Petróleo do país. Membro fundador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), o Iraque é extremamente dependente de suas exportações da commodity, que representam cerca de 90% das receitas de seu orçamento.

    Também enfrentando problemas pela rota tradicional, a Coreia do Sul negou a possibilidade de pagar taxas a Teerã pela passagem de petróleo e gás, após relatos da mídia local. “Revisar o pagamento de taxas de trânsito de Ormuz é completamente falso e não é algo em consideração”, disse um porta-voz do governo à Reuters.

    O Reino Unido convocará mais uma reunião de planejadores militares na próxima semana para discutir “opções viáveis” para tornar o Estreito de Ormuz “seguro para navegação”, disse o Ministério da Defesa britânico nesta quinta-feira. A Grã-Bretanha acusou o Irã de manter a economia mundial como refém, enquanto diplomatas de mais de 40 países realizaram conversas sobre maneiras de pressionar Teerã a reabrir a rota hoje.

    Em meio às demandas por petróleo e derivado, navios cobrem distâncias longas para entregas e ocorrem reviravoltas no fluxo. De acordo com rastreamento e fontes da Bloomberg, o STI Solace, um petroleiro de 250 metros de comprimento, está agora passando pela África Ocidental transportando diesel. Após ser carregado no Reino Unido na segunda metade de março, o petroleiro está a cerca de um terço do caminho de uma viagem de mais de 19.312 km até a Austrália.

    O que torna o envio particularmente chamativo é a direção da viagem: a Europa geralmente importa diesel em vez de exportá-lo.

    Países do Golfo e Ásia avaliam medidas para contornar bloqueio do Estreito de Ormuz

  • Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

    Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

    Dados fazem parte do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas

    O Congresso Nacional converteu em lei apenas 23% das medidas provisórias do terceiro governo Lula (PT). É a menor taxa registrada desde a Emenda Constitucional 32, de 2001, que proibiu a reedição de MPs e fixou prazo máximo de 120 dias para cada medida, encerrando a prática de manter normas provisórias em vigor indefinidamente por renovação automática.

    Os dados são do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas, independentemente do partido no poder.

    Das 192 MPs editadas por Lula no terceiro mandato, 38 foram convertidas em lei. Outras 26 ainda estavam em tramitação no fechamento do levantamento. Das 166 com desfecho definido, 128 – ou 77% – não chegaram a se tornar lei. Na maior parte dos casos, o mecanismo foi a caducidade: o prazo máximo de 120 dias, composto por dois períodos consecutivos de 60 dias, se encerrou sem que o Congresso deliberasse sobre o texto.

    Ao não pautar uma MP dentro do prazo, o Congresso a barra sem assumir o custo político de uma rejeição formal. O estudo descreve o fenômeno como \”veto silencioso\”, estratégia que se consolidou nos últimos anos e permite ao Legislativo exercer poder concreto sem confronto direto com o Executivo.

    A série histórica levantada pelo Ranking dos Políticos começa no período pós-EC 32 do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, que abrange o último ano e meio de seu governo: 102 MPs editadas, 84 aprovadas, taxa de 82,3%. No primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2006, o índice subiu para 90,4%, o mais alto do período analisado: das 240 MPs editadas, 217 foram aprovadas. A partir daí, a tendência geral é de queda.

    No segundo mandato, a taxa recuou para 83,2%, com 149 aprovações em 179 MPs editadas. No primeiro governo de Dilma Rousseff, caiu para 74,4%, com 108 aprovações em 145 MPs. No segundo mandato dela, encerrado pelo impeachment, o índice foi de 78%, com 46 aprovações em 59 MPs editadas. Michel Temer registrou 75%, com 108 aprovações em 144 MPs e Jair Bolsonaro chegou a 68,3%, com 194 aprovações em 284 MPs editadas, o maior volume do período, parcialmente explicado pelo uso intensivo do instrumento durante a pandemia de Covid-19.

    O contraste com o período anterior à reforma constitucional é ainda mais expressivo. No governo Fernando Collor, o Plano Collor foi implementado por meio de 17 medidas provisórias, incluindo o confisco da poupança. Todas foram aprovadas pelo Congresso sem alteração de nenhum dispositivo, retrato de uma época em que o Executivo legislava com quase nenhuma resistência parlamentar.

    O levantamento aponta dois fatores estruturais para a reversão desse padrão. O primeiro é o fortalecimento orçamentário do Parlamento, em especial após a institucionalização das emendas parlamentares impositivas, que deram a deputados e senadores capacidade de entrega direta de políticas públicas em suas bases eleitorais, reduzindo a dependência da intermediação do governo federal.

    O segundo é a polarização política iniciada nas eleições de 2014, que fragmentou coalizões tradicionais, culminou no impeachment de Dilma Rousseff e produziu um ambiente de desconfiança persistente entre os Poderes.

    A isso se soma uma mudança de comportamento dos próprios presidentes. A partir do segundo mandato de Lula, os governos passaram a recorrer com mais frequência a outros instrumentos legislativos, como projetos de lei, propostas de emenda constitucional e projetos de lei complementar, enviados pelo próprio Executivo ou por líderes dos partidos da base. As MPs foram deixando de ser a principal via de produção legislativa do Executivo.

    O processo se acentuou após 2022. A disputa polarizada entre Lula e Bolsonaro produziu um Congresso heterogêneo, com parcela da bancada estruturalmente inclinada à oposição ao Executivo eleito, não por estratégia conjuntural, mas por composição eleitoral.

    O estudo conclui que o presidencialismo brasileiro preserva sua capacidade de ação, mas o centro decisório se deslocou. A medida provisória, instrumento que na origem simbolizava a força unilateral do Executivo, passou a medir a capacidade de cada governo de entrar em consenso com o Parlamento antes de agir.

    Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

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  • Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

    Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

    Parlamentar gravou vídeo em que aparece com o nariz sangrando. Na quarta, a médica Fabiana Marangoni, com quem foi casado, registrou boletim de ocorrência contra o político na Delegacia de Defesa da Mulher

    Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.

    A médica Fabiana Marangoni, ex-mulher do deputado federal Fernando Marangoni (Podemos-SP), denunciou o parlamentar por violência doméstica, na quarta-feira, 1°, na Delegacia de Defesa da Mulher em Santo André, região metropolitana de São Paulo.

    Em um vídeo que circula nas redes sociais, Fabiana explica que ela não foi espancada nem que “Fernando quebrou todo o apartamento do casal. Isso é mentira”, disse.

    “Sim, nos desentendemos, houve sim agressão física. Eu apenas quero que ele saia do apartamento”, acrescentou.

    Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Civil investiga um homem, de 46 anos, por violência doméstica. A pasta acrescentou que a vítima compareceu à delegacia, onde foi solicitada uma medida protetiva de urgência à Justiça. A perícia foi acionada, bem como exame de corpo de delito ao Instituto Médico Legal (IML).

    Em nota, o deputado Fernando Marangoni informou que não é verdade a informação de que ele agrediu Fabiana nem que tinha sido levado para a delegacia. “O fato é que tivemos uma discussão pela manhã e minha esposa, com quem fui casado por 23 anos, me agrediu”, afirma a nota.

    Um vídeo enviado à reportagem pela equipe do deputado mostra Marangoni se gravando com o nariz sangrando supostamente depois da discussão. “Mais uma agressão por parte da minha mulher. Acabou. É a última. Estou indo embora”, mostra o vídeo.

    De acordo com o deputado, o casal está divorciado há seis meses, mas tinham um acordo de ambos morarem ainda no mesmo apartamento, mas dormindo em quartos separados. Maragoni e Fabiana têm três filhas.

    “Nunca desrespeitei nenhum direito de minha esposa e de qualquer outra mulher”, diz trecho da nota. “Estou certo de que recuperaremos a paz em nosso lar, em nome da família que construímos”.

    O deputado disse ainda que possui um compromisso com os direitos das mulheres e que ele foi relator de um projeto que “aumenta a proteção à mulher”, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

    Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

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  • Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

    Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

    (FOLHAPRESS) O presidente do Barcelona, Joan Laporta, chamou de “vergonha” a lesão sofrida por Raphinha no amistoso entre Brasil e França, disputado em Massachusetts, nos Estados Unidos, na semana passada. O atacante sentiu um problema no músculo posterior da coxa direita e deve ficar afastado por cinco semanas.

    “É revoltante que num jogo amistoso um dos seus melhores jogadores se machuque”, disse Laporta. O dirigente criticou a Fifa (Federação Internacional de Futebol) pelo calendário sobrecarregado e afirmou que a entidade deveria levar em conta as competições dos grandes clubes ao programar datas de jogos de seleções.

    Laporta também defendeu Raphinha de críticas. “Não se pode transferir a responsabilidade ao jogador. São profissionais, jogam pelo seu país e dão tudo”, disse.

    Para o presidente, o problema é estrutural e vem se agravando —ele afirma lutar por um calendário menos congestionado desde seu primeiro mandato no clube.

    A lesão ocorre em momento decisivo para o Barcelona. Raphinha não estará disponível para os dois jogos das quartas de final da Champions League contra o Atlético de Madrid, marcados para 8 e 14 de abril. No caso de a equipe catalã avançar, sua presença também será incerta no primeiro duelo das semifinais, previsto para o fim de abril.

    É a terceira vez na temporada que o brasileiro lesiona o mesmo músculo. Com a ausência, Marcus Rashford deve ganhar espaço. O inglês, em prestado pelo Manchester United, marcou 10 gols e deu 13 assistências em 39 jogos pelo clube.

    O contrato do português Franclim Carvalho, de 39 anos, com o Botafogo vai até o fim de 2027. Ex-auxiliar de Arthur Jorge assume equipe após demissão Martín Anselmi

    Agência Brasil | 19:12 – 02/04/2026

    Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

  • Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

    Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

    Justiça autorizou retorno de Agostina Páez após pagamento da fiança de R$ 97 mil; crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar em Ipanema, zona sul do Rio

    A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país.

    Segundo o jornal argentino La Nácion, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1).  

    À imprensa local, ela disse estar arrependida de ter reagido mal no episódio. Na denúncia, Agostina se referiu a um negro, empregado de um bar, de forma pejorativa, e ao deixar o estabelecimento usou a palavra “mono”, que em espanhol significa macaco, além de imitar os gestos do animal. Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas racistas para os outros dois funcionários do bar, o que caracterizou três crimes.

    Volta

    Na terça-feira (31), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a volta da advogada a seu país natal, com a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica. No entanto, ela continuará respondendo ao processo de injúria racial. 

    Ela chegou a ser presa por algumas horas no dia 6 de fevereiro, mas foi solta com a ordem de usar tornozeleira eletrônica. 

    Após ter retirado a tornozeleira eletrônica e pagar fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, determinada pela Justiça, a advogada argentina Agostina Páez, pode deixar o país.

    O crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar da Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, zona sul do Rio. Agostina Páez discutiu com funcionários do bar por causa de uma suposta cobrança indevida na conta. 

    A argentina usou termos pejorativos e chamou um funcionário de momo, macaco em espanhol, e fez gestos imitando um macaco, registrados por uma câmera de segurança da região.

    A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, determinou o pagamento da caução, entre outras medidas, para a advogada argentina deixar o país. 

    A liminar foi expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, relator do caso. 

    Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

  • Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

    Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

    O Botafogo está de técnico novo: o português Franclim Carvalho, de 39 anos, foi anunciado pelo clube nesta quinta-feira (2). Ele substituirá o argentino Martín Alsemi, demitido há 11 dias. Carvalho já é um velho conhecido do clube carioca: ele foi o principal auxiliar técnico do compatriota Arthur Jorge (atualmente no Cruzeiro), que em 2024 conduziu o time à conquista dos títulos do Brasileirão e da Copa Libertadores da América. O contrato de Carvalho vai até o fim de 2027. 

    O novo técnico deve chegar ao Rio de Janeiro no fim de semana. Ele comandará o Botafogo em parceria com os auxiliares Luís Felipe e Luís Viegas, o preparador físico Fábio Monteiro e o preparador de goleiros Ricardo Matos.

     

    Antes da primeira passagem pelo Botafogo como auxiliar técnico, Franclim Carvalho também trabalhou com Arthur Jorge no Braga (Portugal), onde faturaram a taça da Liga de Portugal.

    Franclim Carvalho se junta a outros quatro técnicos portugueses que comandam equipes da elite do futebol nacional: Abel Braga (Palmeiras), Arthur Jorge (Cruzeiro), Leo Jardim (Flamengo) e Luís Castro (Grêmio). Os demais treinadores estrangeiros no país são Luis Zubeldía (Fluminense) e Paulo Pezzolano (Internacional), ambos argentinos.

    O treinador corintiano revelou que Alan será punido pela expulsão, após fazer um gesto obsceno; “Ele sabe que errou. Isso tudo vai ser conversado e posições serão tomadas”, disse

    Estadao Conteudo | 16:24 – 02/04/2026


    Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

  • Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Em críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1

    O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, disse que não dispensa “fazer contas” sobre os impactos do eventual fim da chamada escala 6×1. “Tem que fazer conta, o próprio presidente pediu para a área econômica. Mas o presidente está convencido que temos um caminho a trilhar nesse campo”.

    Em críticas à gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1. Para ele, o governador de São Paulo tem visão de mundo “desequilibrada”, favorecendo “só o capital”. “Essa visão atrasada de favorecer só o capital não funciona”, avaliou, em entrevista ao ICL News.

    Haddad também comentou sobre a discussão de eventualmente reverter a autorização das bets ou limitar as ações desse setor. “Não sei se os bolsonaristas no Congresso querem, ele são a favor e liberaram bets para crianças”, declarou.

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

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