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  • Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

    Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

    Baterista enfrentava câncer no pâncreas e teve a morte anunciada pela banda nas redes sociais. Ícone do rock australiano, deixou legado marcado por engajamento político, sucessos internacionais e homenagens emocionadas da família e de fãs

    Rob Hirst, baterista e um dos fundadores da banda australiana Midnight Oil, morreu aos 70 anos em decorrência de um câncer no pâncreas.

    A morte do músico foi comunicada pela própria banda em uma nota publicada no Instagram nesta terça-feira, 20 de janeiro. Na mensagem, os integrantes lamentaram a perda e prestaram homenagem ao colega de décadas.

    “Estamos devastados e de luto pela perda do nosso irmão Rob. Por enquanto, não há palavras, mas sempre haverá canções”, escreveram Jim Moginie, Martin Rotsey e Pete Garrett, ao lado de uma foto do grupo com Hirst.

    A publicação gerou grande repercussão nas redes sociais, com fãs e artistas deixando mensagens de apoio, solidariedade e reconhecimento à trajetória do músico, considerado peça central na identidade sonora e política do Midnight Oil.

     
     
     

     
     
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    Em um comunicado separado publicado no Facebook e no Instagram, a banda afirmou que Rob Hirst enfrentou uma longa batalha contra a doença. “Após quase três anos de uma luta corajosa, Rob agora está livre da dor”, diz a mensagem.

    O texto acrescenta que o músico morreu de forma tranquila, cercado pela família. Os integrantes também pediram que aqueles que desejarem prestar homenagem a Rob façam doações às instituições Pankind, Pancreatic Cancer Australia ou Support Act.

    Rob Hirst dedicou grande parte da vida aos Midnight Oil, banda que ajudou a fundar em Sydney, em 1972. O grupo lançou o álbum de estreia homônimo em 1978, construiu uma carreira de sucesso internacional, conquistou 11 prêmios ARIA e foi incluído no Hall da Fama da ARIA em 2006, segundo a revista People.

    Hirst foi coautor de alguns dos maiores sucessos da banda, entre eles “Beds Are Burning”, “The Dead Heart”, “Blue Sky Mine”, “Forgotten Years” e “King of the Mountain”, músicas que ajudaram a definir o perfil político e engajado do Midnight Oil.

    Entre 2002 e 2015, a banda entrou em hiato. O retorno ocorreu em 2016, com o lançamento de mais dois álbuns. O último trabalho do grupo, “Resist”, chegou ao público em 2022 e foi seguido por uma turnê de despedida.

    Fora do Midnight Oil, Rob Hirst também desenvolveu uma carreira solo a partir de 2005. Em novembro do ano passado, lançou o que viria a ser seu último projeto individual, o EP “A Hundred Years or More”.

    Em 2020, o músico lançou ainda um álbum em colaboração com a filha, Jay O’Shea. Na época, ela compartilhou nas redes sociais detalhes sobre a relação dos dois e o processo criativo conjunto, após terem se reencontrado anos depois de ela ter sido adotada ainda bebê.

    “Para quem não sabe, fui adotada quando ainda era bebê e, há dez anos, encontrei meus pais biológicos. A história de como nos reencontramos parece ficção, de tão inacreditável”, escreveu Jay O’Shea.

    Ela explicou que o projeto musical nasceu como uma forma de aproximação entre pai e filha. “Na verdade, fizemos essa música como uma maneira de nos conhecermos melhor e, depois de muitas risadas, bons vinhos e muito queijo, essas canções nasceram”, afirmou.

    “Não havia parâmetros, diretrizes ou pressões sobre como uma colaboração entre pai e filha reunidos deveria soar. Cada música é um retrato. Cada música tem seu próprio espaço e sua própria história”, concluiu.

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    A mensagem da filha após a morte de Rob Hirst

    Após a morte do pai, Jay O’Shea se manifestou publicamente nas redes sociais. A cantora usou o Instagram para prestar uma homenagem a Rob Hirst, publicando uma foto dos dois juntos.

    “Não há palavras neste momento para descrever o sentimento de perder este grande amigo e pai. […] De coração partido. Amo você tanto, pai. J”, escreveu na legenda da imagem.

     
     
     

     
     
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    Morre Rob Hirst, fundador do Midnight Oil, aos 70 anos

  • Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

    Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

    Mudança anunciada por Greg Peters deve alterar a navegação no aplicativo móvel, integrar cenas de séries, filmes e podcasts em formato vertical e servir de base para novos testes e evoluções da plataforma nos próximos anos.

    Um dos CEOs da Netflix, Greg Peters, afirmou nesta terça-feira, 20, durante a apresentação de resultados da empresa, que a companhia pretende reformular a interface do aplicativo para celulares.

    Segundo o site TechCrunch, Peters disse que a mudança deve ajudar a impulsionar o crescimento da Netflix na próxima década e terá impacto semelhante ao da reformulação feita anteriormente no aplicativo para televisores, alterando a forma como os usuários navegam e consomem conteúdo no celular.

    O executivo explicou que a nova interface servirá como base para testes contínuos e aprimoramentos do serviço, permitindo à empresa evoluir sua oferta ao longo do tempo.

    Embora não tenha detalhado todas as novidades, Peters adiantou que o aplicativo passará a integrar de forma mais intensa conteúdos em vídeo vertical, formato popularizado por plataformas como TikTok, Instagram e YouTube. Esses vídeos devem trazer trechos de séries e filmes originais da Netflix.

    Além disso, os podcasts em vídeo que a plataforma pretende lançar ao longo de 2026 também serão exibidos nesse formato vertical. “Podem nos imaginar trazendo mais vídeos baseados em novos tipos de conteúdo, como podcasts em vídeo”, afirmou Peters.

    A expectativa é que a nova interface da Netflix seja disponibilizada para os aplicativos Android e iOS até o fim deste ano.

    Netflix planeja reformular app e aposta em vídeos verticais no celular

  • Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

    Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

    Governo orientou autoridades a desativar Bluetooth e evitar dispositivos sem fio por temor de ciberataques. Copenhague também defende presença permanente da Otan na Groenlândia diante das ameaças de anexação e de novas tarifas anunciadas por Donald Trump.

    A escalada das tensões entre os Estados Unidos e a Dinamarca em torno da Groenlândia levou o governo dinamarquês a adotar medidas preventivas na área de segurança digital. Segundo o jornal Le Parisien, autoridades do país orientaram integrantes das forças de segurança e funcionários de agências governamentais a desativarem o Bluetooth de celulares e evitarem o uso de fones sem fio, como AirPods, e outros dispositivos que utilizem essa tecnologia durante o exercício de suas funções.

    De acordo com a publicação, a recomendação foi reforçada por um comunicado do departamento de cibersegurança da polícia dinamarquesa, que pediu a desativação do Bluetooth em celulares, tablets, computadores e equipamentos similares, tanto no uso profissional quanto pessoal, até nova orientação. A medida reflete o receio de que autoridades possam ser alvo de ciberataques capazes de interceptar dados e comunicações sensíveis.

    Dinamarca defende presença da Otan na Groenlândia

    Nesta terça-feira (20), a primeira-ministra Mette Frederiksen afirmou que uma solução para a segurança da Groenlândia pode passar por uma presença permanente da Otan, nos moldes do que ocorre nos países bálticos. Segundo ela, Copenhague já apresentou esse pedido à aliança.

    “O que propusemos por meio da Otan é uma presença mais permanente na Groenlândia e em seu entorno”, declarou Frederiksen, após uma sessão de escrutínio parlamentar em Copenhague, em declarações citadas pela agência Ritzau.

    A proposta se inspira no modelo adotado no Mar Báltico, onde tropas da Otan estão permanentemente estacionadas na Estônia, Letônia e Lituânia, além de atuarem na vigilância marítima por meio da missão Baltic Sentinel. “Esse modelo pode ser transferido para a região do Ártico”, afirmou a premiê.

    Diante das pressões do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para anexar a Groenlândia, o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, e a ministra das Relações Exteriores do território autônomo, Vivian Motzfeldt, apresentaram ao secretário-geral da Otan, Mark Rutte, a proposta de uma missão de segurança no entorno da ilha.

    Frederiksen disse ainda que houve “uma resposta positiva” da Otan ao compromisso de reforçar a segurança na região. Ela mencionou também os exercícios militares “Resistência Ártica”, conduzidos pelas Forças Armadas dinamarquesas na Groenlândia com a participação de aliados europeus, ressaltando que as ações não representam uma reação contra os Estados Unidos e que houve “total transparência” com Washington.

    No sábado, Trump anunciou a intenção de impor tarifas de 10% a partir de fevereiro e de 25% a partir de junho sobre produtos de oito países europeus que se opõem ao controle americano da Groenlândia. A lista inclui Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos e Finlândia, além de Noruega e Reino Unido. Segundo o presidente americano, as tarifas permaneceriam em vigor até que fosse alcançado um acordo para a “compra total da Groenlândia” pelos Estados Unidos.

    Dinamarca pede a funcionários do governo que desativem Bluetooth

  • Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

    Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

    Vinícius Júnior foi o destaque da goleada do Real Madrid sobre o AS Monaco por 6 a 1, na noite de terça-feira, pela Liga dos Campeões. Em meio a um momento delicado na relação com a torcida, o atacante brasileiro deu três assistências e marcou um gol, afastando as críticas recentes.

    Em entrevista à TNT Sports, Vini afirmou que não entra em campo para responder a críticas, mas admitiu que se sente abalado ao ser vaiado no Santiago Bernabéu.

    “Eu nunca quero responder a ninguém. Sei do meu potencial e até onde posso chegar. Claro que fico triste. Não quero ser vaiado dentro da minha casa, onde me sinto tão bem. Nos últimos jogos, sempre que eu errava, vinha a vaia. Eles têm esse direito, pagam caro pelo ingresso. Às vezes não entendo, mas estou aqui para evoluir e lutar sempre por esse time e por esse clube, que já me deram tanto”, disse o atacante.

    Questionado sobre rumores de que teria influenciado a saída de Xabi Alonso, Vinícius negou qualquer relação. “Não tem nada de verdade. O que posso fazer é dentro de campo: entrar e dar o meu máximo. Nem sempre estarei no melhor momento técnico, mas sempre me dediquei ao time. Quando falta gol, tento dar assistência; quando é preciso defender, eu ajudo. Claro que não sou o melhor defensor da equipe”, afirmou.

    O camisa 7 voltou a comentar a relação com a torcida e com a imprensa. “A imprensa fala o que quer, os torcedores criticam como acham que devem. Mas acredito que a melhor forma de evoluir é ser acolhido em casa, no Bernabéu, pelos melhores torcedores do mundo. Isso exige muito dos jogadores. Preciso estar sempre na minha melhor versão. O último ano foi difícil, não consegui jogar como queria, mas é importante seguir em frente, porque quero ficar aqui por muito tempo”, afirmou, indicando o desejo de seguir no clube.

    Sobre a renovação de contrato, Vinícius disse que o tema é tratado com tranquilidade. “Ainda tenho mais um ano de contrato. Confio no presidente, ele confia em mim, temos uma relação muito boa. No momento certo vamos resolver. Não há pressa”, concluiu.

    Vinícius Júnior foi alvo de vaias intensas no jogo do Real Madrid contra o Levante, disputado no último fim de semana. A atuação de alto nível diante do AS Monaco, no entanto, deve ter colocado um ponto final no clima de conflito.

    O atacante brasileiro chegou a ser apontado como um dos responsáveis pela saída de Xabi Alonso, mas agora passa a recuperar o status de jogador intocável sob o comando de Álvaro Arbeloa.

    Parte do elenco manteve silêncio nas redes sociais após a demissão do treinador, enquanto outros atletas publicaram mensagens de agradecimento. Sete jogadores ainda não se pronunciaram publicamente sobre a saída do espanhol do comando do clube

    Notícias ao Minuto | 08:10 – 13/01/2026


    Vini Jr. avisa Real Madrid: “Não quero ser vaiado na minha casa”

  • Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

    Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

    Tetsuya Yamagami foi considerado culpado pelo ataque que matou o ex-primeiro-ministro em 2022. Crime chocou o país, expôs falhas na segurança, levou ao escrutínio da Igreja da Unificação e resultou em mudanças na legislação sobre armas.

    O homem acusado de assassinar a tiros o ex-primeiro-ministro japonês Shinzo Abe foi considerado culpado nesta terça-feira por um tribunal do Japão e condenado à prisão perpétua. Tetsuya Yamagami, de 45 anos, atacou o ex-líder durante um comício eleitoral em julho de 2022, na cidade de Nara, cerca de dois anos após Abe deixar o cargo.

    A sentença foi anunciada pelo juiz Shinichi Tanaka durante audiência realizada no tribunal de Nara, próximo a Quioto. Yamagami utilizou uma arma caseira para cometer o crime, em 8 de julho de 2022, em plena atividade de campanha.

    No início do julgamento, em outubro, o réu confessou o assassinato. O Ministério Público havia pedido prisão perpétua, classificando o caso como um crime sem precedentes no Japão do pós-guerra e destacando as consequências profundas para a sociedade japonesa.

    Embora a pena de prisão perpétua no Japão preveja, em tese, a possibilidade de liberdade condicional, especialistas apontam que muitos condenados acabam morrendo sob custódia.

    O assassinato de Shinzo Abe causou forte comoção em um país onde crimes com armas de fogo são extremamente raros. O caso também trouxe à tona o motivo alegado por Yamagami, que afirmou ter escolhido Abe como alvo devido a supostos vínculos do ex-premiê com a Igreja da Unificação, também conhecida como Moonies.

    Fundada em 1954 na Coreia do Sul por Sun Myung Moon, a Igreja da Unificação passou a ser alvo de intenso escrutínio após o crime, acusada de pressionar financeiramente seus fiéis e de manter relações estreitas com políticos japoneses. Abe havia participado de eventos organizados por entidades ligadas à igreja.

    Durante o processo, a promotoria afirmou que Yamagami nutria profundo ressentimento contra a organização religiosa. Segundo os investigadores, ele começou a planejar o ataque em 2020, pesquisando na internet como fabricar uma arma de fogo e realizando testes em áreas montanhosas isoladas.

    A defesa destacou o histórico familiar do réu, incluindo o suicídio do pai quando ele tinha quatro anos e o impacto financeiro causado pelas doações feitas pela mãe à Igreja da Unificação. Ela teria entregue cerca de 100 milhões de ienes à organização, o que levou a família à ruína. Yamagami abandonou os estudos e tentou tirar a própria vida em 2005. Um irmão morreu dez anos antes, em um caso também tratado como suicídio.

    Segundo a acusação, Yamagami acreditava que matar uma figura tão influente quanto Abe chamaria a atenção pública para a atuação da igreja.

    As investigações revelaram ligações entre a Igreja da Unificação e membros do Partido Liberal Democrático, legenda de Abe, o que resultou na renúncia de quatro ministros à época. Um levantamento interno do partido indicou que metade dos parlamentares tinha algum tipo de vínculo com a organização.

    Em abril de 2025, um tribunal determinou a dissolução da filial japonesa da Igreja da Unificação, citando danos sem precedentes à sociedade.

    O caso também expôs falhas graves na segurança do ex-primeiro-ministro, já que os agentes presentes não reagiram imediatamente ao primeiro disparo. Após o crime, o Japão endureceu sua legislação sobre armas em 2024, passando a criminalizar também o compartilhamento de instruções para fabricação ou venda de armamentos nas redes sociais.

    Assassino de ex-premiê é condenado à prisão perpétua no Japão

  • Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

    Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

    Esposa de Alec Baldwin reagiu a comentários sobre a roupa usada por Carmen, de 12 anos, defendeu a educação sem vergonha, criticou julgamentos entre mulheres e usou metáforas para explicar como o patriarcado influencia padrões de comportamento e beleza.

    Hilaria Baldwin, esposa de Alec Baldwin, se manifestou nas redes sociais após críticas ao visual da filha Carmen, de 12 anos. Em uma publicação no Instagram, ela destacou a importância de “falar sobre predadores”, mas afirmou que comentários humilhantes e excludentes feitos por outras mulheres podem ser ainda mais prejudiciais.

    A ex-participante do programa Dancing with the Stars reagiu a críticas direcionadas à roupa usada pela filha em um vídeo publicado anteriormente. Nas imagens, Carmen aparece vestindo uma saia bege, top branco e meia-calça, ao lado das irmãs mais novas, Ilaria e María.

    Em um dos comentários, um seguidor questionou: “Como é possível deixar uma criança de 12 anos se vestir assim?”. A mensagem motivou a resposta de Hilaria, de 41 anos, mãe de sete filhos, que decidiu se posicionar publicamente sobre o tom das críticas direcionadas à menina.
     
     
     

     
     
     

     
     
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    “Olá, eu sou Hilaria Baldwin e quero falar sobre como esse comentário está ligado ao patriarcado e como ele nos deixa profundamente tristes. Aprendi com pessoas incríveis, cientistas, feministas e mulheres muito inteligentes, sobre o que isso significa e sobre como todos podemos fazer melhor para que a próxima geração não precise lidar com o lixo que nós tivemos de enfrentar”, disse Hilaria Baldwin em um vídeo publicado em seu Instagram.

    Na sequência, a esposa de Alec Baldwin usou uma fatia de bolo como metáfora para explicar o darwinismo social e o papel do patriarcado na construção dos padrões de beleza impostos às mulheres.

    “Acreditamos que existe uma quantidade limitada de recursos e que todos precisam correr para garantir sua fatia de bolo. Quem aparece no caminho, a gente empurra para fora. Mas isso não é verdade”, afirmou.

    Ela explicou a analogia a partir das fases da vida feminina. “Quando somos bebês e meninas pequenas, somos vistas como zona segura. Depois vêm as mulheres no auge da vida, que deixam de ser zona segura. E, mais tarde, as mulheres idosas voltam a ser consideradas zona segura”, disse.

    “Quando somos pequenas, não intimidamos, não queremos o bolo. Já as mulheres no auge da vida são vistas como aquelas que disputam o bolo. Mas lembrem-se: há bolos, sorvetes, sobremesas em abundância, e sempre é possível fazer mais. As mulheres idosas são vistas como zona segura porque se acredita que, quando chegamos lá, já não existe mais bolo”, continuou.

    Hilaria afirmou que essas transições são desconfortáveis e destacou a importância de educar pré-adolescentes para a vida adulta sem culpa ou vergonha. “Cuidar deles não passa por comentários no Instagram ou por envergonhar alguém. O que faço com meus filhos é conversar, dizendo que precisam ter cuidado na internet e na rua. Eles estão muito seguros”, afirmou.

    Ela também comentou diretamente as críticas ao visual da filha. “Usar uma blusa sem mangas, uma saia e meia-calça é algo que ela sempre usou. Por que isso te deixa desconfortável? É importante falar sobre predadores, sim, mas, no fim das contas, as mulheres podem machucar muito mais umas às outras com esse tipo de comentário, que é humilhante e nada inclusivo”, ressaltou.

    “Estamos todas do mesmo lado”, concluiu, retomando a metáfora do bolo. “Podemos fazer mais bolos, compartilhar a receita, garantir segurança para todas e cuidar umas das outras de forma inclusiva, como um time.”

     
     
     

     
     
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    Além de Carmen, de 12 anos, Alec Baldwin e Hilaria Baldwin também são pais de Rafael Thomas, de 10, Leonardo Ángel Charles, de 9, Romeo Alejandro David, de 7, Eduardo Lucas, de 5, María Lucía Victoria, de 4, e Ilaria Catalina Irena, de 2 anos. O ator ainda é pai de Ireland Baldwin, de 29 anos, fruto de seu relacionamento com a ex-esposa Kim Basinger.

    Esposa de Alec Baldwin responde a críticas sobre look da filha de 12 anos

  • Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base

    Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base

    O Air Force One apresentou uma falha elétrica logo após a decolagem e precisou retornar a Washington por precaução. Donald Trump seguirá para o Fórum Econômico Mundial em Davos em outra aeronave, segundo informou a Casa Branca.

    O avião presidencial dos Estados Unidos, o Air Force One, apresentou um pequeno problema elétrico no início da viagem ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, e precisou retornar à base em Washington. O presidente Donald Trump deverá seguir viagem em outra aeronave.

    Segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, a decisão de retornar foi tomada após a decolagem, quando a tripulação identificou a falha elétrica e, por precaução, optou por regressar. A informação foi divulgada pela Associated Press.

    Um repórter que estava a bordo relatou que as luzes da cabine de imprensa se apagaram brevemente logo após a decolagem, sem que fosse apresentada uma explicação oficial no momento.

    Trump embarcará em outro avião e continuará a viagem para Davos, onde é esperado ainda nesta quarta-feira.

    Os dois aviões atualmente utilizados como Air Force One estão em operação há quase quatro décadas. A Boeing trabalha na substituição das aeronaves, mas o programa acumula sucessivos atrasos.

    No ano passado, a família governante do Catar presenteou Trump com um jato Boeing 747-8 de luxo para integrar a frota presidencial, iniciativa que gerou forte repercussão. A aeronave passa atualmente por adaptações para atender aos requisitos de segurança.

    Leavitt fez uma brincadeira com os repórteres a bordo na noite de terça-feira, afirmando que, naquele momento, um jato do Catar parecia “uma opção bem melhor”.

    Avião de Trump que seguia para Davos sofre "problema" elétrico e regressa à base

  • Trump discursa hoje no Fórum de Davos em clima de alta tensão com Europa

    Trump discursa hoje no Fórum de Davos em clima de alta tensão com Europa

    Fala do presidente americano ocorre às 10h30 (horário de Brasília) e é aguardada com expectativa diante da escalada de tensões diplomáticas e comerciais com países europeus, após ameaças de anexação do território e anúncio de novas tarifas.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, discursa nesta quarta-feira no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. A fala é aguardada com grande expectativa diante do clima de forte tensão entre os Estados Unidos e a Europa, provocado pela disputa em torno da Groenlândia.

    A edição deste ano do fórum, que reúne anualmente em Davos líderes políticos e econômicos de todo o mundo, ocorre em um cenário de elevada instabilidade global e tem Trump como principal figura do evento, em meio a um ambiente marcado por conflitos diplomáticos e comerciais.

    O presidente norte-americano volta a participar presencialmente do Fórum de Davos após seis anos. A última vez foi em 2020, durante seu primeiro mandato na Casa Branca, entre 2017 e 2021.

    Nas últimas semanas, Trump tem ameaçado anexar a Groenlândia, território autônomo sob soberania da Dinamarca e integrante da Otan. Segundo ele, a segurança e a vigilância da ilha ártica teriam sido negligenciadas, abrindo espaço para a influência da China ou da Rússia. A argumentação é rejeitada pela maioria dos países europeus, que defendem a soberania e a integridade territorial da Groenlândia.

    A escalada das tensões levou países europeus aliados a enviarem tropas à região para a realização de exercícios militares. No sábado passado, Trump anunciou ainda a imposição de tarifas comerciais adicionais, a partir de fevereiro, sobre produtos de oito países europeus que se alinharam à Dinamarca, entre eles França, Reino Unido e Alemanha. As taxas poderiam chegar a 25% a partir de 1º de junho, caso não haja um acordo que, segundo o presidente americano, garanta o controle total da Groenlândia.

    O embate transatlântico domina os debates do Fórum de Davos deste ano, que tem como tema “Um Espírito de Diálogo”. Na terça-feira, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou que a resposta da União Europeia às ameaças tarifárias será “firme, unida e proporcional”.

    Também em Davos, o presidente francês Emmanuel Macron alertou que a União Europeia pode ser forçada a recorrer ao instrumento de combate à coerção comercial contra os Estados Unidos, classificando a postura americana como “uma agressão inútil” e “uma loucura”.

    O discurso de Trump está previsto para as 10h30 (horário de Brasília).
     
     

     

    Trump discursa hoje no Fórum de Davos em clima de alta tensão com Europa

  • Aline Campos é eliminada do BBB 26 com 61,64% dos votos

    Aline Campos é eliminada do BBB 26 com 61,64% dos votos

    Aline recebeu 60,42% dos votos únicos, ante 33,02% de Milena e 6,56% de Ana Paula. Já no voto da torcida, a eliminada recebeu 64,5% dos votos, enquanto Milena foi votada por 31,27% do público e Ana Paula por 4,23%

    (CBS NEWS) – Aline Campos é a primeira eliminada do BBB 26 (Globo), com 61,64% dos X milhões de votos. O anúncio da eliminação foi dado por Tadeu Schmidt na noite desta terça-feira (20). Ana Paula Renault (5,86%) e Milena Moreira (32,50%) disputaram a berlinda com a sister.

    Durante sua estadia no programa, arrumou uma rivalidade com a veterana Ana Paula Renault após afrontar a sister sobre um comentário feito há dez anos. Ela se aproximou de Sol Vega e Jordana Morais.

    Aline recebeu 60,42% dos votos únicos, ante 33,02% de Milena e 6,56% de Ana Paula. Já no voto da torcida, a eliminada recebeu 64,5% dos votos, enquanto Milena foi votada por 31,27% do público e Ana Paula por 4,23%.

    Durante o discurso de eliminação, Tadeu Schmidt afirmou que a dançarina não merecia sair tão cedo do jogo. “Ótima personagem, mas não no sentido de interpretar um personagem. Uma personalidade absolutamente peculiar”, comentou o apresentador.

    Aline Campos é eliminada do BBB 26 com 61,64% dos votos

  • Flávio embarca para Israel em busca de alianças internacionais

    Flávio embarca para Israel em busca de alianças internacionais

    Pré-candidato à Presidência, senador participa de conferência contra o antissemitismo em Jerusalém, busca aproximação com lideranças da direita internacional e sinaliza posições de política externa, como a defesa da transferência da embaixada brasileira de Tel Aviv para Jerusalém.

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, embarcou na manhã desta terça-feira, 20, para Israel, onde participará de um evento contra o antissemitismo e tentará se reunir com lideranças políticas de direita do país.

    Flávio deve discursar na “Conferência Anual de Combate ao Antissemitismo”, marcada para os dias 26 e 27 de janeiro de 2026, em Jerusalém. O evento contará também com a presença do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Após a conferência, está previsto um jantar do qual ambos devem participar.

    Sem ainda oficializar sua candidatura no Brasil, Flávio Bolsonaro planeja uma série de viagens internacionais para ampliar sua projeção junto a políticos da direita, incluindo compromissos no Bahrein e em países da América Latina.

    As viagens também funcionam como uma forma de sinalizar diretrizes de um eventual governo. No domingo, 18, o senador defendeu que, caso seja eleito presidente, o Brasil transfira sua embaixada em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, proposta que já havia sido defendida pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante seu mandato. À época, Bolsonaro recuou da mudança e optou pela abertura de um escritório comercial em Jerusalém.

    Flávio embarca para Israel em busca de alianças internacionais

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política