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  • Lula encontra Alcolumbre e adia anúncio de Messias no STF para volta de viagem

    Lula encontra Alcolumbre e adia anúncio de Messias no STF para volta de viagem

    Lula teria decidido adiar para a volta de sua viagem à Ásia a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias (foto), para a corte

    BRASÍLIA, DF, E CURITIBA, PR (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) se reuniu na noite de segunda-feira (20) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), para discutir a indicação para a vaga de próximo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal). Depois da conversa, ele decidiu adiar para a volta de sua viagem à Ásia a indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a corte.

    Auxiliares de presidente afirmam que Lula mantém sua decisão, embora Alcolumbre tenha apontado sua preferência pelo senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e alertado para dificuldades para aprovação do nome de Messias no Senado.

    A expectativa é de que Lula indique Messias para a vaga que está aberta com a saída de Luís Roberto Barroso do Supremo, oficializada na semana passada.

    Lula já avisou a aliados que pretende indicar Messias. O presidente embarcou na manhã desta terça-feira (21) para Ásia e retorna ao Brasil daqui a uma semana.

    A expectativa de aliados do presidente, até então, era pela oficialização da indicação antes do embarque do presidente. A ideia era que houvesse uma edição extraordinária no Diário Oficial ainda nesta terça.

    Mas Lula pretende ter uma conversa com Pacheco, que é ex-presidente do Senado e preferido de Alcolumbre para a corte, antes de anunciar sua decisão.

    Ainda segundo pessoas a par da discussão, Lula gostaria de fazer esse gesto de consideração ao aliado. Auxiliares de Lula lembram que o presidente poderá fazer até quatro indicações para o STF em caso de reeleição e que, para esse projeto, contaria com uma candidatura forte em Minas.

    O presidente já afirmou publicamente sobre os planos para que Pacheco assumisse uma candidatura ao Governo de Minas Gerais em 2026, um importante colégio eleitoral para o petista.

    Responsável pelo agendamento da conversa entre Lula e Alcolumbre, o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), admite que Alcolumbre reafirmou sua torcida por Pacheco.

    “O Alcolumbre colocou [a Lula] a torcida pelo Rodrigo Pacheco. Era o que eu esperava. Ele foi defender o nome de Pacheco. Eu acho que Lula está com convicção formada [pelo Jorge Messias], mas não quero me precipitar”, diz.

    Jaques Wagner tomou café com o presidente Lula nesta terça, no Palácio da Alvorada, antes da viagem do mandatário à Ásia.

    O líder do governo no Senado também afirmou que o presidente Lula está convencido de que o melhor nome a disputar o Governo de Minas Gerais é o de Pacheco.

    Para Wagner, se a escolha de Lula for mesmo por Messias, o AGU não deve ter dificuldades para ser aprovado pela Casa. “Messias não é um nome que afronte ninguém, não é um nome que traga tensão”, diz.

    Para fazer as indicações, Lula tem conversado com membros do Congresso e Supremo. Também estavam entre nomes cotados para a posição o chefe do TCU (Tribunal de Contas da União), Bruno Dantas.

    O petista embarca na terça para participar da 47ª Cúpula das Associações do Sudeste Asiático e só volta ao Brasil no dia 28.

    O chefe da Advocacia-Geral da União se tornou o preferido por Lula para a corte após se consolidar como a principal referência jurídica do governo, chamado pelo presidente a opinar inclusive em temas políticos.

    Essa posição se consolidou no vácuo deixado por aquele que foi um dos principais opositores à escolha de Messias: o ministro Flávio Dino.

    No papel de coordenador jurídico da transição de governo, Messias atuou na redação de decretos de reestruturação da Esplanada, incluindo a definição do Orçamento para 2023.

    No primeiro ano do governo, Lula passou a descrever Messias como eficiente e discreto no cargo, a ponto de cogitá-lo para o STF. A vaga foi, no entanto, ocupada por Dino, então ministro da Justiça.

    Lula encontra Alcolumbre e adia anúncio de Messias no STF para volta de viagem

  • Chefe da segurança nacional de Israel é demitido por Netanyahu

    Chefe da segurança nacional de Israel é demitido por Netanyahu

    Binyamin Netanyahu demitiu Tzachi Hanegbi e disse que o conselheiro de segurança nacional de Israel será substituído imediatamente

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, demitiu nesta terça-feira (21) o conselheiro de segurança nacional do país, Tzachi Hanegbi.

    Netanyahu afirmou que Hanegbi será substituído imediatamente. O premiê anunciou que pretende nomear o vice-chefe do Conselho de Segurança Nacional, Gil Reich, para o cargo de chefe interino.

    Tzachi Hanegbi ocupava o cargo há três anos. Em um comunicado à imprensa, o primeiro-ministro de Israel agradeceu o trabalho realizado por Hanegbi e lhe desejou sucesso.

    O conselheiro é membro sênior do partido Likud desde a década de 1990. Segundo a imprensa israelense, Hanegbi tinha divergências com o premiê e teria se oposto ao plano de Netanyahu de invadir a Cidade de Gaza.

    Hanegbi pediu uma “investigação completa” das falhas que levaram ao atentado de 7 de outubro de 2023. Ele também afirmou que tem responsabilidade pelo massacre que matou mais de 1.200 pessoas. “O terrível fracasso… deve ser investigado minuciosamente para garantir que as lições apropriadas sejam aprendidas e para ajudar a restaurar a confiança que foi quebrada”, escreveu.

    “Agradeci ao primeiro-ministro pelo privilégio de ser um parceiro na formulação da política externa e de segurança de Israel durante anos desafiadores – pela oportunidade de expressar uma posição independente em discussões delicadas e pelo diálogo profissional que mantivemos, mesmo em tempos de desacordo”, disse Tzachi Hanegbi, em comunicado à imprensa.

    Chefe da segurança nacional de Israel é demitido por Netanyahu

  • Thais Carla critica exclusão na moda

    Thais Carla critica exclusão na moda

    “Você quase não vê modelos plus size desfilando”, avaliou a influenciadora sobre a falta de corpos gordos na moda

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Thais Carla, 34, opinou sobre exclusão na moda e desafios antes de emagrecer mais de 75 kg. A dançarina admitiu que quer retornar às passarelas. “Quero voltar a desfilar. Também estou entrando em umas agências, tirando fotos para modelar. Estou entregando tudo que posso. Espero que meu corpo possa permear esse lugar”, contou ao Gshow em um desfile do São Paulo Fashion Week no domingo (19).

    De acordo com a influenciadora, falta de representatividade em desfiles. “A moda sempre foi um lugar de paixão para mim, mas nunca me via nas coisas. Nem sempre tem o lugar da pessoa gorda, parece que está retrocedendo. Você quase não vê modelo plus size desfilando. Realmente está se estreitando essa coisa da moda, do corpo e a ditadura da magreza.”

    Thais Carla também relembrou o desafio de vestir roupas antes de fazer sua cirurgia bariátrica. “Acho que a moda dá para todos, mas nem sempre é acessível a todos. Nosso corpo diz muita coisa, lembro que quando pesava 75 kg a mais tinha que mandar fazer minhas roupas”, declarou.

    Thais Carla critica exclusão na moda

  • Pai de Endrick cita Palmeiras, mas clube não pretende fazer proposta

    Pai de Endrick cita Palmeiras, mas clube não pretende fazer proposta

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Douglas Sousa, pai de Endrick, citou o Palmeiras em uma publicação sobre a saída do filho do Real Madrid. Mas o atacante de 18 anos não vestirá verde na próxima janela de transferências.

    O QUE ACONTECEU

    O jornalista Gabriel Amorim, do Podporco, fez um post no Instagram falando sobre a notícia da saída de Endrick do Real Madrid e o pai do jogadores escreveu: “Palmeiras teria que fazer uma proposta, um projeto”.

    O comentário do pai do atacante chegou à direção palmeirense, mas o clube sabe que a prioridade do estafe do jogador é de que ele siga no futebol europeu e não abrirá negociação. O UOL apurou que o Palmeiras teria total interesse em repatriar o jogador, mas vê o movimento como muito difícil.

    A situação é bem parecida com a de Gabriel Jesus, do Arsenal. As partes entendem que haverá um reencontro no futuro, mas não neste momento. O Palmeiras vendeu Endrick por 35 milhões de euros (R$ 218 milhões na cotação atual) ao Real, e o acordo pode chegar a 60 milhões de euros (R$ 375 milhões).

    Endrick perdeu espaço no Real Madrid após lesão e aceitou uma transferência para ter mais minutos. Ele não joga desde o dia 18 de maio, quando se machucou em jogo contra o Sevilla.

    A ideia do atacante é fazer um bom início de ano em 2026 para retornar à seleção brasileira. A camisa 9 segue sem dono no time de Carlo Ancelotti.

    Pai de Endrick cita Palmeiras, mas clube não pretende fazer proposta

  • Golpe: Zanin vota e soma 2 votos para condenar núcleo de desinformação

    Golpe: Zanin vota e soma 2 votos para condenar núcleo de desinformação

    Ministro seguiu voto do relator Alexandre de Moraes no julgamento do ‘Núcleo 4’ da trama golpista; Zanin disse haver “clara divisão de tarefas” que caracterizaram a organização criminosa, cujo objetivo era a “deposição do governo legitimamente eleito”

    O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), seguiu na íntegra o voto do relator, Alexandre de Moraes, e também votou nesta terça-feira (21) pela condenação dos sete réus do núcleo de desinformação da trama golpista que tentou manter o ex-presidente Jair Bolsonaro no poder, apesar de derrota eleitoral. 

    A Primeira Turma do Supremo continua, nesta terça, a julgar o núcleo 4 da trama, que foi apelidado de núcleo da desinformação. Segundo a acusação, os sete integrantes desse grupo atuaram para disseminar informações falsas contra o processo eleitoral, além de monitorar e coordenar ataques contra adversários políticos. 

    Zanin disse haver “clara divisão de tarefas” que caracterizaram a organização criminosa, cujo objetivo era a “deposição do governo legitimamente eleito”. A seu ver, esse núcleo de réus deu “contribuição efetiva na construção de uma realidade distorcida”, de modo a viabilizar a instigação de atos violentos por apoiadores.  

    O ministro concordou ainda com Moraes ao absolver o engenheiro Carlos Cesar Rocha dos crimes de golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio tombado, condenando-o apenas por integrar organização criminosa e atentar contra o Estado Democrático de Direito. 

    Para Zanin, há “dúvida razoável” de que Rocha, presidente do Instituto Voto Legal, sabia estar contribuindo para um golpe no momento em que avalizou um relatório com informações falsas sobre a urna eletrônica. 

    Denúncia

    Segundo a acusação, integrantes do núcleo 4 montaram, por exemplo, uma espécie de “Abin paralela”, que utilizava a estrutura da Agência Brasileira de Inteligência para monitorar adversários do grupo criminoso e produzir informações falsas que pudessem ser exploradas por outros integrantes da organização criminosa. 

    Outro ponto central da denúncia diz respeito a uma campanha de difamação e ataques virtuais contra os comandantes do Exército e da Aeronáutica em 2022, com o objetivo de pressioná-los a aderir aos planos golpistas. 

    Integrantes do núcleo 4 também foram acusados de produzir e divulgar um relatório com informações falsas com supostas falhas em urnas eletrônicas. O documento serviu como base de uma ação eleitoral aberta pelo PL, partido de Bolsonaro, questionando o resultado das eleições de 2022. “Uma das coisas mais bizarras que a Justiça Eleitoral já recebeu”, comentou Moraes. 

    Sessão

    O julgamento do núcleo 4 teve início na terça passada, quando Moraes leu o relatório detalhando a tramitação do caso e se manifestaram o procurador-geral da República, Paulo Gonet e os advogados dos réus. 

    Nesta terça, os ministros começaram a votar. Por ser o relator, Moraes votou primeiro, seguido por Cristiano Zanin. Após breve intervalo para almoço, a análise deve seguir com o voto de Luiz Fux, depois Cármen Lúcia e Flávio Dino, que vota por último por ser presidente da Primeira Turma. 

    Réus

    Fazem parte deste núcleo 4: 

    Ailton Gonçalves Moraes Barros (major da reserva do Exército); 

    Ângelo Martins Denicoli (major da reserva do Exército); 

    Giancarlo Gomes Rodrigues (subtenente do Exército); 

    Guilherme Marques de Almeida (tenente-coronel do Exército); 

    Reginaldo Vieira de Abreu (coronel do Exército); 

    Marcelo Araújo Bormevet (policial federal) e 

    Carlos Cesar Moretzsohn Rocha (presidente do Instituto Voto Legal). 

    Todos os sete respondem pelos crimes de organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado pela violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado.

    Em geral, as defesas afirmaram, em alegações finais por escrito, que a PGR não conseguiu individualizar as condutas de cada réu nem apresentou provas cabais dos crimes, sendo o processo composto apenas por indícios e suposições, numa narrativa genérica. 

    Tais alegações foram reforçadas pelos advogados da tribuna da sala de audiências, em que cada defensor teve até uma hora para argumentar em favor de seus clientes. 

    Núcleos 

    O julgamento do golpe de Estado foi dividido pela PGR, com aval do Supremo, em diversos núcleos, agrupados de acordo com seu papel dentro da organização criminosa. 

    Como integrante do núcleo 1, ou “crucial”, o próprio Bolsonaro já foi condenado pela Primeira Turma do Supremo como líder da organização criminosa. Outras seis pessoas também foram condenadas no mesmo julgamento. 

    Além do núcleo 4, serão julgados ainda neste ano os núcleos 2 e 3. O julgamento do núcleo 3 está marcado para 11 de novembro. O grupo 2 será julgado em dezembro. 

    Golpe: Zanin vota e soma 2 votos para condenar núcleo de desinformação

  • Chuva de meteoros Oriônidas pode ser vista na madrugada de terça (21) para quarta (22)

    Chuva de meteoros Oriônidas pode ser vista na madrugada de terça (21) para quarta (22)

    Brasileiros poderão acompanhar o fenômeno, com visualização facilitada pela lua nova; evento anual ocorre quando a Terra atravessa os detritos deixados pelo cometa Halley

    BOGOTÁ, COLÔMBIA (CBS NEWS) – Uma olhada para o céu noturno desta noite e das próximas pode garantir ao espectador uma bela chuva de meteoros. O pico da chuva de meteoros Oriônidas está cruzando os céus, na madrugada de terça-feira (21) para quarta (22).

    Segundo a Nasa, são esperados cerca de 20 meteoros por hora nos céus. A chuva de meteoros é visível tanto no Hemisfério Norte quanto no Sul, então, brasileiros também podem presenciar o show no céu.

    Como é costume em eventos do tipo, ter a chance de ver o fenômeno depende de uma mãozinha dos céus –ou seja, um céu aberto. As chances de visualização também sempre são melhoradas quando buscamos locais mais escuros para sentar -ou deitar, por que não- e fixar o olhar nas estrelas.

    A boa notícia é que se soma ao pico o fato de que estamos em lua nova, o que tornará os céus mais escuros.

    A chuva de meteoros Oriônidas é um evento anual, que ocorre quando a Terra atravessa os detritos deixados pelo cometa Halley.

    Na verdade, as Oriônidas se estedem de 26 de setembro até 22 de novembro. Porém, o pico ocorre agora, então, este é o momento para olhar para os céus.

    Como o nome indica, os Oriônidas parecem vir da constelação de Órion -o chamado radiante da chuva.

    Nos próximos meses, outras chuvas de meteoros ainda poderão ser observadas do Brasil. São elas a Leônidas, em novembro, e a Geminídeas, em dezembro.

    Chuva de meteoros Oriônidas pode ser vista na madrugada de terça (21) para quarta (22)

  • Homem é preso em Portugal após oferecer 100 mil euros para matar brasileira

    Homem é preso em Portugal após oferecer 100 mil euros para matar brasileira

    Depois de mais de um ano desde a primeira ameaça de morte à jornalista Stefani Costa, do Opera Mundi, o luso-brasileiro Bruno Silva foi preso em Portugal

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Polícia Judiciária de Portugal prendeu nesta terça-feira (21) um homem de 30 anos, de nacionalidade luso-brasileira, acusado de incitar violência contra imigrantes nas redes sociais.

    Suspeito oferecia recompensas financeiras nas redes sociais, segundo as autoridades. Ele publicou ofertas em dinheiro para quem cometesse um massacre contra imigrantes e atentasse contra a vida de uma jornalista brasileira em Lisboa.

    Ele prometia um apartamento em Lisboa e um bônus de 100 mil euros pelo ataque à jornalista. A publicação viralizou e causou forte impacto na segurança pública, gerando indignação e repúdio em diversos setores da sociedade, segundo a Polícia Judiciária.

    O suspeito, identificado como Bruno Silva, ameaçou a jornalista brasileira Stefani Costa em setembro, segundo o jornal português SIC Notícias. O caso foi denunciado à polícia e um pedido de ajuda foi feito ao consulado e à embaixada do Brasil em Portugal.

    Bruno publica mensagens xenofóbicas e pede que imigrantes não entrem em Portugal em postagens nas redes sociais. A publicação com a ameaça à jornalista brasileira foi apagada do X.

    Silva já tem antecedentes criminais por discriminação, incitação ao ódio e à violência, segundo a polícia. Ele será apresentado ao tribunal amanhã, quando serão definidas as medidas cautelares.

    Homem é preso em Portugal após oferecer 100 mil euros para matar brasileira

  • Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

    Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

    Apresentadora Adriane Galisteu diz que público não sabe muito sobre a relação; obra estreia após série da Netflix que reduziu a história dela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Adriane Galisteu protagoniza uma série documental sobre seu namoro com Ayrton Senna, que busca exibir o ponto de vista da apresentadora sobre o polêmico relacionamento. Por anos, Galisteu falou pouco sobre o assunto.

    “Meu Ayrton por Adriane Galisteu” chega à HBO Max no dia 6 de novembro, quase um ano após a estreia de “Senna”, série da Netflix sobre o piloto de Fórmula 1 que trata da apresentadora de forma passageira, em um trecho de aproximadamente um minuto -no total, são seis episódios de cerca de uma hora cada.

    Parte do público reclamou de falta de aprofundamento, dado que o relacionamento entre os dois tomou o último ano e meio da vida de Senna. Galisteu não tem boa relação com a família dele, e por isso teria tido sua participação na série reduzida.

    “Não é de agora, é da vida inteira. Mas eles não vão conseguir me apagar. Podem contar uma história muito diferente da que vivi, mas estou viva para contar a minha versão. Quem viveu com o Senna por 24 horas, dormiu, acordou, se divertiu, chorou, fomos eu e ele”, disse Galisteu no reality “Barras Invisíveis”, que mostra como ela equilibra o lado profissional com a vida pessoal.

    A HBO Max liberou nesta terça-feira um comercial do documentário. Nele, Galisteu diz que “há muitas coisas que as pessoas não sabem” sobre o namoro com o piloto.

    Série dá versão de Adriane Galisteu sobre namoro com Ayrton Senna

  • Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

    Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Quem acredita que o Palmeiras não terá um adversário brasileiro pela frente na noite desta quinta-feira, pela ida da semifinal da Libertadores, está enganado: a LDU, do Equador, é comandada pelo gaúcho Tiago Nunes -que vem para o duelo em clima de revanche em dose dupla.

    LEMBRA DELE?

    Tiago Nunes já enfrentou o alviverde como treinador em nove oportunidades: três pelo Athletico-PR, quatro pelo Corinthians e outras duas pelo Ceará.

    Ele só venceu o adversário em uma delas, em 2020, no Dérbi ocorrido pela 1ª fase do Campeonato Paulista. Na ocasião, Gil marcou o único gol do clássico -disputado sem torcida diante da pandemia.

    Aquele jogo antecedeu capítulos doloridos para o comandante, que perdeu o título do estadual justamente para o Palmeiras em final decidida nos pênaltis e que, um mês depois do vice-campeonato em questão, acabou demitido do Corinthians após nova derrota para o rival, na época comandado por Vanderlei Luxemburgo.

    O tempo passou, e Tiago Nunes teve rápida passagem pelo Grêmio antes de chegar ao Ceará e reencontrar o alviverde, agora de Abel Ferreira, já em outubro de 2021, no 1º turno do Brasileiro.

    No único confronto entre os dois até nesta terça-feira (21), melhor para o português: o Palmeiras fez 2 a 1 fora de casa e, de quebra, encerrou um tabu de 24 anos sem vitória sobre o Ceará no Castelão -as equipes voltaram a se enfrentar meses depois, mas os paulistas foram comandados por Paulo Victor Gomes, que trabalhava com o elenco sub-20 e foi acionado para a última rodada do torneio nacional.

    Tiago Nunes se reinventou longe do Brasil e, recentemente, virou bicho-papão dos times de seu país-natal. Somente nesta edição da Libertadores, comandando a LDU, ele eliminou Botafogo e São Paulo, nas oitavas e nas quartas, respectivamente.

    “A gente tem que ter o máximo de respeito e buscar soluções para superar essa série. A Libertadores é uma competição de dois jogos e tem o aspecto do momento. Qualquer coisa pode acontecer. Por já ter passado por situações parecidas e eliminado gigantes, sei que, às vezes, os ventos sopram a favor. Estamos trabalhando para surpreender as pessoas que, em muitas vezes, olham um futebol que não está perto delas com um pouco de nariz torcido”, disse Tiago Nunes.

    Tiago Nunes contra Palmeiras (9 jogos)
    1 vitória
    2 empates
    6 derrotas

    Tiago Nunes contra Abel (1 jogo)
    1 derrota

    João Fonseca volta a vencer depois de não jogar em Xangai e sofrer derrota precoce na Bélgica; o brasileiro teve trabalho para defender os saques potentes de Giovanni Mpetshi Perricard, recordista em Wimbledon

    Folhapress | 14:24 – 21/10/2025

    Palmeiras e Abel reencontram Tiago Nunes, que vive clima de revanche na LDU

  • Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo

    Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo

    O secretário Robson Barreirinhas participou de audiência da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado; “Há que se falar em um reequilíbrio da tributação em favor da população brasileira”, disse

    O secretário especial da Receita Federal Robson Barreirinhas disse, nesta terça-feira (21), que a reforma do imposto de renda é um resgate em favor da população brasileira. 

    Ele participou de audiência na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado sobre o PL 1.087/2025 que trata da isenção de cobrança do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil.

    O texto foi aprovado de forma unânime na Câmara dos Deputados no dia 1º de outubro e agora é analisado no Senado.

    “É importante lembrar que a tabela do Imposto de Renda ficou sem correção de 2015 a 2022, uma defasagem de quase 60% da tabela. Se a tabela do imposto de renda fosse atualizada como foi no período anterior a 2015, não estaríamos tendo essa discussão da reforma”, disse o secretário.

    Segundo Barreirinhas, o governo está fazendo nesse momento uma correção forte, mais equilibrada, para as pessoas mais pobres, com a arrecadação dos que ganham mais.

    “Não há o que se falar em prejuízo para estados e municípios. Há que se falar em um reequilíbrio da tributação em favor da população brasileira. União, estados e municípios são parceiros no imposto de renda”, afirmou.

    Atualmente, são isentos do imposto quem ganha até R$ 3.036. O projeto determina que, em 2026, as pessoas que ganham até R$ 5 mil, terão um desconto mensal de até R$ 312,89, de modo que o imposto devido seja zero. Já quem ganha de R$ 5.000,01 até R$ 7.350,00, o desconto será de R$ 978,62.

    Segundo o governo, com a aprovação da proposta, serão beneficiados com a isenção mais de 26,6 milhões de contribuintes, em 2026.

    Para compensar a isenção, cujo custo está estimado será de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos, o projeto prevê a tributação das pessoas com rendimentos acima de R$ 600 mil por ano, com uma alíquota progressiva de até 10%.

    A alíquota máxima incidirá para quem recebe anualmente a partir de R$ 1,2 milhão. Além disso, ela não será aplicada para quem já paga a alíquota máximo do IR, que é de 27,5%.

    André Horta Melo, diretor institucional do Comitê Nacional dos Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz), também destacou a importância da tributação dos dividendos.

     “Essa exceção brasileira termina com esse projeto de forma muito louvável, porque é um país desigual, e é justamente na tributação dos dividendos que é mais fácil exercitar a redução de desigualdades e isso está faltando no nosso sistema tributário. Essa volta da tributação de dividendos é central nesse projeto”, afirmou Melo.

    Para secretário da Receita isenção do IR é resgate em favor do povo