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  • Trump acena com possibilidade de reduzir tarifas sobre a China, mas impõe condições

    Trump acena com possibilidade de reduzir tarifas sobre a China, mas impõe condições

    Durante conversa com jornalistas no Air Force One, Donald Trump disse que a China deve retomar a compra de soja e interromper o envio de fentanil aos EUA para que haja redução de tarifas. O presidente também comentou o cessar-fogo em Gaza e a crise econômica na Argentina

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo (19) que a China precisa “retomar a compra de soja, pelo menos nos volumes de antes” e interromper o envio de fentanil para os EUA. As declarações ocorreram durante entrevista a bordo do Air Force One, enquanto o republicano descrevia suas exigências a Pequim no contexto das negociações bilaterais.

    Trump disse manter “ótima relação com Xi Jinping” e acenou com a possibilidade de reduzir tarifas sobre produtos chineses, caso as condições sejam atendidas. O presidente também pediu que a China “não jogue o jogo das terras raras conosco”, referindo-se aos minerais essenciais para a indústria tecnológica.

    Segundo ele, trata-se de “pedidos muito normais” para que Washington considere aliviar as sobretaxas comerciais.

    Ao comentar a situação no Oriente Médio, Trump afirmou que o cessar-fogo entre Israel e o Hamas segue em vigor, mas alertou que “alguns rebeldes” dentro do grupo podem estar por trás de recentes disparos. “Talvez a liderança do Hamas não esteja envolvida nisso, mas, de qualquer forma, lidaremos com isso de forma dura, porém correta”, declarou.

    O republicano também mencionou a crise econômica da Argentina, afirmando que o país “está morrendo” e que gostaria de ajudar. “A Argentina é nossa aliada, mas não está bem financeiramente”, disse. Trump afirmou que os Estados Unidos consideram comprar carne argentina, embora em pequena quantidade.

    Por fim, destacou que várias nações da América do Sul “estão saindo do socialismo e nos procurando”.

    Trump acena com possibilidade de reduzir tarifas sobre a China, mas impõe condições

  • Flamengo vence no Maracanã e empata em número de pontos com Palmeiras

    Flamengo vence no Maracanã e empata em número de pontos com Palmeiras

    O Flamengo aproveitou o fator casa para derrotar o Palmeiras por 3 a 2, na tarde deste domingo (19) no estádio do Maracanã, e chegou aos mesmos 61 pontos do Verdão, que permanece na liderança do Campeonato Brasileiro pelo maior número de vitórias na competição.

    Com este triunfo, o Rubro-Negro da Gávea ganha confiança para encarar a reta final da competição, na qual precisa tropeçar menos do que o time comandado pelo técnico português Abel Ferreira para ficar com o título nacional. Já o Palmeiras precisa se recuperar rápido desse revés para continuar lutando pela conquista do Brasileiro.

     

    O jogo

    Flamengo e Palmeiras protagonizaram um grande espetáculo para os mais de 71 mil torcedores que compareceram ao estádio do Maracanã. Nos primeiros movimentos da etapa inicial o Verdão criou as melhores oportunidade de abrir o marcador. E poderia ter aberto vantagem logo aos 2 minutos, caso o árbitro da partida assinalasse pênalti a favor do time paulista quando o volante Jorginho empurrou o zagueiro Gustavo Gómez dentro da área.

    Porém, o Rubro-Negro conseguiu segurar a pressão inicial do Palmeiras e foi mais eficiente para ficar em vantagem aos nove minutos. O goleiro Rossi acertou lançamento para Pedro, que, com grande categoria, se livrou da marcação do zagueiro Bruno Fuchs antes de lançar em profundidade para Arrascaeta, que partiu em velocidade para bater na saída do goleiro Carlos Miguel.

    O time do técnico português Abel Ferreira continuou buscando o ataque, e finalmente chegou ao seu gol aos 24 minutos. O lateral Khellven levantou a bola na área e Vitor Roque subiu mais do que Emerson Royal para cabecear para superar o goleiro argentino Rossi.

    O confronto continuou aberto até os últimos minutos da etapa inicial, quando o Flamengo aproveitou desatenção da defesa palmeirense para conseguiu marcar outras duas vezes. A primeira foi aos 37 minutos, quando Bruno Fuchs calçou Pedro dentro da área. Pênalti para o Rubro-Negro, que voltou a ficar em vantagem novamente graças a uma cobrança perfeita do volante Jorginho. Depois, aos 44, quem falhou foi Anibal Moreno, que, na entrada da área, perdeu o domínio da bola para Pedro, que não perdoou diante de Carlos Miguel.

    Na etapa final o Palmeiras tentou muito, e conseguiu descontar já nos acréscimos, com o zagueiro Gustavo Gómez, após grande jogada de Facundo Torres pela ponta esquerda. Fora isso, o Flamengo foi muito seguro para segurar a vantagem até o apito final.

     

    Memphis debocha de zagueiro do Atlético-MG após receber bolada em vitória do Corinthians

    A confusão aconteceu já na reta final da primeira etapa, em disputa próxima à linha lateral. Após desentendimento com Ruan Tressoldi, o zagueiro atleticano acertou o rosto de Memphis com a bola. O atacante pegou a bola e, em tom de provocação, fingiu que devolveria o lance na mesma moeda.

    Estadao Conteudo | 12:36 – 19/10/2025

    Flamengo vence no Maracanã e empata em número de pontos com Palmeiras

  • Ex-dirigente da Cultura atua 'nas sombras' ao lado de Eduardo Bolsonaro nos EUA

    Ex-dirigente da Cultura atua 'nas sombras' ao lado de Eduardo Bolsonaro nos EUA

    De acordo com aliados do ex-presidente da República, o ex-PM alinha-se ao discurso crítico de Eduardo em relação ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) –muito em função, dizem, da frustrada tentativa do filho de Bolsonaro de, no final de 2022, emplacar Porciuncula como secretário de Cultura de São Paulo.

    RANIER BRAGON
    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A ofensiva patrocinada pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro a partir dos Estados Unidos tem como face pública, além do próprio parlamentar, o neto do ex-presidente João Figueiredo, Paulo Figueiredo. Há, porém, um terceiro bolsonarista que também compõe o grupo, só que longe de holofotes e redes sociais.

    Trata-se do ex-PM baiano André Porciuncula, braço direito de Mario Frias na Cultura durante o governo de Jair Bolsonaro.

    De acordo com aliados do ex-presidente da República, o ex-PM alinha-se ao discurso crítico de Eduardo em relação ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) –muito em função, dizem, da frustrada tentativa do filho de Bolsonaro de, no final de 2022, emplacar Porciuncula como secretário de Cultura de São Paulo.

    Em mensagem privadas que acabaram se tornando públicas, Eduardo afirmou ao pai que Tarcísio nunca havia ajudado em nada no STF e que se limitava a ficar “de braço cruzado” e “se aquecendo para 2026”.

    Porciúncula foi Secretário Nacional de Incentivo e Fomento à Cultura na gestão de Mario Frias na secretaria de Cultura –área que no governo Bolsonaro não tinha status de ministério, sendo vinculada à pasta do Turismo. Em dezembro de 2022, ocupou por menos de um mês o comando da secretaria.

    Na pasta, implantou a política bolsonarista de desmonte da Lei Rouanet e se envolveu em polêmicas como a defesa de projetos armamentistas na cultura e o gasto em janeiro de 2022 de ao menos R$ 20 mil em uma viagem de cinco dias a Los Angeles para apenas duas reuniões –uma delas com a presença de Eduardo Bolsonaro, de quem é amigo, e que estava de férias com a família nos EUA.

    Porciuncula tentou se eleger pelo PL para um mandato em 2022, como deputado federal, e 2024, como vereador em Salvador, mas fracassou nas duas tentativas. Na primeira, teve 82.693 votos no estado. Na segunda, 2.758 votos na capital.

    Os perfis do ex-PM no Facebook e no Instagram estão inativos desde outubro de 2024, data da eleição municipal. No X (ex-Twitter) a última postagem é de maio de 2023, em que ele diz que “o legislador nunca ousou criminalizar a mentira porque ele nunca, até então, ousou ter o poder de dizer o que é ou não verdade”.

    “Esse tipo de poder só é possível em regimes totalitários, em estruturas autocráticas que não admitem divergências, apenas o dogma político do partido no poder”, escreveu.

    Consta contra o ex-PM na Justiça da Bahia uma ação penal militar por deserção com denúncia recebida, mas suspensa desde agosto por decisão judicial.

    A Folha enviou pergunta, mas não conseguiu falar com o advogado Gamil Foppel, que consta na lista de advogados de defesa do processo. Também não conseguiu obter contatos de Porciuncula.

    O ex-PM chegou a figurar como sócio de Eduardo em uma empresa no Texas, a Braz Global Holding LLC, conforme mostrou em 2023 reportagem feita em parceria por Agência Pública, UOL e CLIP (Centro Latinoamericano de Investigação Jornalística).

    Dados públicos do site de transparência do órgão que atua como “secretaria da Fazenda” do estado do Texas informam que a empresa, hoje, está inativa.

    Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo lideram a partir dos Estados Unidos um lobby político e diplomático com o intuito de pressionar autoridades brasileiras em prol de Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar e condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a uma pena de 27 anos e três meses por comandar a trama golpista de 2022.

    Em meio a essa atuação, o governo de Donald Trump anunciou o tarifaço contra o Brasil, citando o caso de Bolsonaro como uma das justificativas, e puniu integrantes do STF, familiares e outras autoridades brasileiras com base na Lei Magnitsky, que em teoria permite ao governo dos EUA aplicar sanções econômicas e restrições a pessoas e entidades estrangeiras apontadas como envolvidas em corrupção ou violações graves de direitos humanos.

    Ex-dirigente da Cultura atua 'nas sombras' ao lado de Eduardo Bolsonaro nos EUA

  • Keanu Reeves, Leonardo DiCaprio e outros artistas que quase trocaram de nome em Hollywood

    Keanu Reeves, Leonardo DiCaprio e outros artistas que quase trocaram de nome em Hollywood

    Leonardo DiCaprio, Keanu Reeves e até Harrison Ford estão entre as estrelas que quase cederam à imposição.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A decisão de manter o próprio nome pode parecer simples, mas em Hollywood já foi –e ainda é– um ato de resistência. Muitos artistas foram pressionados a adotar nomes “mais comerciais” ou “menos étnicos”, numa tentativa da indústria de padronizar o que considerava vendável.

    Leonardo DiCaprio, Keanu Reeves e até Harrison Ford estão entre as estrelas que quase cederam à imposição.
    Em uma recente entrevista ao podcast New Heights, Leonardo DiCaprio revelou que seu empresário, ainda no início da carreira, sugeriu que ele abandonasse o nome de batismo por ser “demasiadamente étnico”. A proposta era substituí-lo por “Lenny Williams”. O ator, que à época ainda tentava o primeiro papel em Hollywood, contou que foi o pai quem o convenceu a recusar a ideia. “Ele disse que se eu mudasse de nome, estaria começando mentindo. Então decidi continuar sendo quem eu era”, contou.

    Keanu Reeves viveu situação parecida ao desembarcar em Los Angeles, ainda adolescente. Seu empresário acreditava que “Keanu” soava exótico demais e sugeriu nomes alternativos como “Chuck Spadina” e “Templeton Paige Taylor”. O ator chegou a aceitar uma abreviação e foi creditado como “KC Reeves” em um de seus primeiros trabalhos para a TV, mas desistiu pouco tempo depois. “Percebi que não fazia sentido tentar ser outra pessoa para agradar alguém”, disse em entrevista.

    Outro caso curioso é o de Harrison Ford, que nunca escondeu o incômodo com a tentativa dos estúdios de alterar sua identidade. Quando lhe pediram para adotar um nome mais simples, o ator respondeu com ironia: inventou o pseudônimo “Kurt Affair” apenas para zombar dos executivos. “Foi o nome mais idiota que consegui pensar. Eu só queria mostrar o quanto aquilo era absurdo”, contou à GQ em 2017.

    Mas entre todas as histórias, uma das mais emblemáticas é a da atriz Raquel Welch. O documentário I Am Raquel Welch, lançado em março de 2025, revelou que Hollywood tentou eliminar suas origens latinas ao sugerir que ela trocasse “Raquel Tejada” por algo “mais americano”, como “Debbie Welch”. A atriz, entretanto, manteve o primeiro nome e adotou apenas o sobrenome do marido. “Se eu fosse Raquel Tejada, não teria conseguido nada”, chegou a dizer em um trecho exibido no filme, reconhecendo o preconceito da época.

    Keanu Reeves, Leonardo DiCaprio e outros artistas que quase trocaram de nome em Hollywood

  • EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

    EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

    Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), grupo armado colombiano classificado pelos EUA como organização terrorista. “Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental. Eles serão caçados e mortos como os terroristas que são”, declarou.

    Os Estados Unidos realizaram mais um ataque a uma embarcação perto da costa da Venezuela, informou neste domingo (19) o secretário de Guerra americano, Pete Hegseth. Três pessoas morreram no bombardeio, que faz parte da ofensiva marítima iniciada pelo governo de Donald Trump contra o tráfico de drogas no Caribe. É o quinto ataque anunciado pelos EUA desde o início da operação.

    Segundo Hegseth, o barco atingido transportava “quantidades substanciais de narcóticos” e pertencia ao Exército de Libertação Nacional (ELN), grupo armado colombiano classificado pelos EUA como organização terrorista. “Esses cartéis são a Al-Qaeda do Hemisfério Ocidental. Eles serão caçados e mortos como os terroristas que são”, declarou.

     

    O governo venezuelano reagiu, acusando os EUA de violar sua soberania e tentar criar um pretexto para invadir o país. A Procuradoria da Venezuela pediu à ONU que investigue os ataques, que classificou como “crimes contra a humanidade”, alegando que as vítimas seriam pescadores e não traficantes.

    A tensão aumentou após Trump autorizar operações secretas da CIA em território venezuelano. Em resposta, o presidente Nicolás Maduro criticou as ações americanas e pediu “paz, não guerra”, citando intervenções fracassadas dos EUA no Afeganistão e no Iraque.

    Na véspera, Trump publicou vídeo mostrando a destruição de um submarino que, segundo ele, levava fentanil e outras drogas em direção aos EUA. O presidente afirmou que dois “narcoterroristas” foram mortos e dois presos, acrescentando que “nenhum militar americano ficou ferido na operação”.

    “Os Estados Unidos não tolerarão narcoterroristas traficando drogas ilegais por terra ou mar”, escreveu Trump na rede Truth Social.

    Desde setembro, as forças americanas já destruíram cinco embarcações no Caribe, com ao menos 17 mortes, segundo dados divulgados pelo próprio governo dos EUA. As operações vêm sendo justificadas como parte de um “conflito armado contra os cartéis de drogas”.

    Críticos, porém, afirmam que os ataques não têm autorização do Congresso americano nem respaldo internacional. A Venezuela sustenta que os bombardeios têm motivação política e buscam desestabilizar o regime de Maduro e controlar o petróleo do país.

    O embaixador venezuelano na ONU, Samuel Moncada, declarou que entre as 27 vítimas de ataques recentes há cidadãos da Colômbia e de Trinidad e Tobago, incluindo pescadores. O episódio amplia a crise diplomática entre Caracas e Washington e reacende temores de uma escalada militar na região.

    EUA atacam barco e matam 3 na costa da Venezuela; vídeo

  • Lula dá aval para ministério retomar área de R$ 40 bilhões cedida ao Exército em Brasília

    Lula dá aval para ministério retomar área de R$ 40 bilhões cedida ao Exército em Brasília

    O terreno onde está localizada a antiga rodoferroviária de Brasília tem 4,244 milhões de metros quadrados, área equivalente a quase três vezes o tamanho do parque Ibirapuera, em São Paulo.

    ANDRÉ BORGES E ADRIANA FERNANDES
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deu sinal verde ao Ministério dos Transportes para que o governo retome uma área avaliada em cerca de R$ 40 bilhões e que hoje está sob posse do Exército.

    O terreno onde está localizada a antiga rodoferroviária de Brasília tem 4,244 milhões de metros quadrados, área equivalente a quase três vezes o tamanho do parque Ibirapuera, em São Paulo.

    A área localizada a cerca de nove quilômetros do Congresso Nacional é considerada uma das mais valiosas do Distrito Federal e, por isso, tem sido palco de uma disputa administrativa e jurídica que, há mais de um ano, envolve o Ministério dos Transportes, o Exército e o GDF (Governo do Distrito Federal).

    Conforme informações obtidas pela Folha, o destino do terreno foi tema de uma reunião recente entre Lula e os ministros Renan Filho (Transportes) e Esther Dweck (Gestão e Inovação). No encontro, o presidente deu aval para que o Executivo siga com seu projeto e anule os atos que repassaram a área aos militares.

    O plano do governo é usar o terreno para explorar seu potencial imobiliário bilionário e, a partir disso, viabilizar não só a construção do VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos) que ligará Brasília a Luziânia (GO), em uma rota de 62 km, mas também outros cinco trajetos de passageiros já desenhados em outras regiões do país.

    A ideia é usar essa área de Brasília, cidade que teve sua criação baseada na abertura de rodovias, para expandir projetos de transporte ferroviário de passageiros que há décadas não saem do papel.

    Nos últimos anos, Exército e GDF se moveram para viabilizar o empreendimento imobiliário, um acordo que envolvia a implantação de um hospital militar no terreno e uma nova Escola de Sargentos do Exército, no Recife (PE).

    O governo federal não é contra a construção dessas instalações, mas entende que não cabe ao Exército definir o destino do terreno. Na prática, em vez de repassar a área ao GDF, o Ministério dos Transportes pretende conceder o espaço, por meio de um leilão, atrelando a exploração imobiliária à construção das ferrovias.

    O plano é adotar um modelo conhecido internacionalmente como “real estate”, pelo qual a concessão ferroviária é associada ao desenvolvimento urbano e imobiliário no entorno das estações.

    Além do projeto do DF, a concessão daria apoio financeiro a outros cinco trajetos: Londrina-Maringá (PR), com 133 km; Rio Grande-Pelotas (RS), com 64 km; Fortaleza-Sobral (CE), São Luís-Itapecuru Mirim (MA) e Salvador-Camaçari-Feira de Santana (BA). Todos deverão ter editais de concessão publicados em 2026.

    Para que isso ocorra, porém, o governo federal precisa dar fim ao imbróglio que envolve uma área cercada de interesses de empreiteiras de Brasília, dado seu potencial já estimado em cerca de R$ 200 bilhões.

    A disputa pelo local teve início quando o Ministério dos Transportes foi informado que o terreno, originalmente vinculado ao Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), tinha sido cedido ao Exército pela Secretaria do Patrimônio da União, em 2021.

    Na avaliação da pasta, a cessão da área foi realizada sem respeitar a destinação ferroviária do imóvel. O terreno chegou a ser cercado e ocupado parcialmente. A movimentação levou o ministério a acionar a AGU (Advocacia-Geral da União) e a CGU (Controladoria-Geral da União), que abriram processo conjunto para revisar o termo de cessão e fazer a reintegração da posse.

    Segundo informações a que a Folha teve acesso, o processo está em fase de conclusão. Enquanto isso, o governo proibiu qualquer tipo de intervenção física no local.

    Procurado, o Ministério dos Transportes não comentou o assunto. Em nota enviada à Folha, o Exército declarou que não recebeu a área em 2021, durante a gestão de Jair Bolsonaro (PL), mas em 2006. “A área da antiga rodoferroviária de Brasília foi entregue à Força em 2006, por meio de Termo de Entrega e Recebimento firmado com a Secretaria do Patrimônio da União.”

    O que ocorreu em 2021, segundo o Exército, foi o início de “tratativas com o Governo do Distrito Federal”, sobre a divisão da área que seria destinada à construção do hospital militar, “sem impedimentos até a manifestação mais recente do Ministério dos Transportes”.

    Ainda de acordo com os militares, a área “faz parte do planejamento estratégico do Exército, por meio de uma manobra patrimonial, para fins da implantação da nova Escola de Sargentos do Exército, em Recife-PE, e do já mencionado hospital militar, em Brasília-DF.”

    A Força insiste que o termo firmado com a Secretaria do Patrimônio da União reconhece a existência da ferrovia e prevê a delimitação entre o Exército e o Ministério dos Transportes, “assegurando à Força a gestão patrimonial do imóvel, inclusive com a possibilidade de alienação, revertendo recursos a projetos de defesa nacional.”

    O GDF declarou que ainda não há definição sobre o destino do terreno e que qualquer uso futuro dependerá do “gestor da área apresentar um Plano de Ocupação”.

    O governo do DF afirmou também que não criou oficialmente o chamado “Setor Oeste”, nome já mencionado para batizar a região, e que nenhum projeto urbanístico foi chancelado.

    Procurado, o Ministério da Gestão informou que os órgãos mencionados estão em diálogo técnico sobre os usos da área, “ainda sem definição sobre o tema”. “Destaca-se que parte da área está sob gestão do Exército, que está envolvido nas tratativas”, diz a pasta em nota.

    A assessoria de Dweck não quis fazer comentários sobre a reunião com o presidente Lula. O ministro da Defesa, José Múcio, não respondeu aos pedidos da Folha para falar sobre a repercussão da medida.

    Pessoas do governo a par das negociações afirmam que Múcio não quer se expor publicamente em relação ao terreno porque o Exército ainda tenta reverter a decisão.

    O ministro, no entanto, está ciente do caso. Ele recebeu um ofício de Renan Filho informando que o Ministério dos Transportes precisava da área. Auxiliares do ministro da Defesa admitem que o tema é sensível para o Exército, o que tem provocado tensão entre os generais da Força.

    A auxiliares, o ministro da Defesa tem dito que a sua posição é buscar um meio-termo, se for chamado a atuar, o que não aconteceu ainda.

    Um auxiliar de Lula reforçou que a decisão já está tomada, embora não tenha sido oficializada. Já foi feita a medição da área pelos técnicos do governo.

    Dweck sinalizou que, após a devolução do terreno, quer participar da definição do modelo de destinação da área. Ela tem planos de montar um fundo imobiliário com imóveis da União, mas a pasta dos Transportes quer aplicar os recursos diretamente nas ferrovias.
    As discussões sobre o terreno avançam no momento que o governo Lula articula para aprovar no Congresso uma proposta que prevê R$ 5 bilhões para investimentos nas Forças Armadas por ano, fora do cômputo da meta fiscal. O aumento de investimentos foi idealizado pelo Ministério da Defesa e discutido com Lula e os ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Rui Costa (Casa Civil), como revelou a Folha.

    Lula dá aval para ministério retomar área de R$ 40 bilhões cedida ao Exército em Brasília

  • Apresentadora fica irreconhecível em baile de Halloween

    Apresentadora fica irreconhecível em baile de Halloween

    Em um vídeo publicado nas redes sociais, a apresentadora mostrou os bastidores da produção e fez um desabafo.

    A apresentadora Flávia Viana chamou atenção nas redes sociais ao usar uma fantasia inspirada no filme “A Substância” durante o baile de Halloween da Sephora. Além do visual marcante, Flávia aproveitou a ocasião para fazer uma reflexão sobre os padrões de beleza e a pressão estética sobre as mulheres.

    Em um vídeo publicado nas redes sociais, a apresentadora mostrou os bastidores da produção e fez um desabafo. “Já parou para pensar para onde estamos caminhando? A pressão sobre as mulheres em relação à beleza e ao envelhecimento, os limites físicos e emocionais que as pessoas cruzam em busca de um ideal de beleza. Que padrão é esse? Que pressão para que as mulheres pareçam jovens e perfeitas indefinidamente! Um perigo!”, afirmou.

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    Flávia também criticou a forma como a sociedade trata o envelhecimento feminino, destacando a diferença na maneira como homens e mulheres são vistos com o passar do tempo. “Já parou para refletir em como a sociedade descarta mulheres à medida que elas envelhecem, especialmente em comparação com os homens?”, questionou.

    Inspirada pelo enredo do filme, ela propôs uma reflexão ao público: “Se existisse ‘A Substância’ que criasse uma cópia mais jovem e perfeita de si mesma, você se arriscaria?”.

    Encerrando a mensagem, Flávia reforçou a importância do amor-próprio: “Você pode descobrir o quanto é linda e especial tarde demais. Mais amor por você, por nós!”.

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  • Memphis debocha de zagueiro do Atlético-MG após receber bolada em vitória do Corinthians

    Memphis debocha de zagueiro do Atlético-MG após receber bolada em vitória do Corinthians

    Memphis Depay protagonizou um lance inusitado ainda no primeiro tempo da vitória do Corinthians por 1 a 0 sobre o Atlético-MG, neste sábado, na Neo Química Arena, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro. O atacante reagiu de forma provocativa após ser atingido por uma bolada e virou assunto nas redes sociais.

    A confusão aconteceu já na reta final da primeira etapa, em disputa próxima à linha lateral. Após desentendimento com Ruan Tressoldi, o zagueiro atleticano acertou o rosto de Memphis com a bola. O atacante pegou a bola e, em tom de provocação, fingiu que devolveria o lance na mesma moeda.

    A cena arrancou risadas da arquibancada e irritou o defensor do Galo. O árbitro preferiu advertir verbalmente os dois atletas e a partida seguiu sem cartões. Com sorriso no rosto, Memphis seguiu em campo sob aplausos da torcida corintiana. Já Tressoldi deixou clara a insatisfação com a reação do atacante.

    A partida terminou com vitória do Corinthians por 1 a 0, com um golaço de Maycon. Em jogo marcado por 35 faltas e pelo controle do time da casa, o conjunto do Parque São Jorge desperdiçou chances de ampliar, mas segurou a vantagem até o apito final.

    Memphis debocha de zagueiro do Atlético-MG após receber bolada em vitória do Corinthians

  • Ex-Flamengo discute com jornalista em vitória do Remo na Série B: ‘Covarde’

    Ex-Flamengo discute com jornalista em vitória do Remo na Série B: ‘Covarde’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O dirigente Marcos Braz, ex-Vice Presidente de Futebol do Flamengo, agora executivo de futebol do Remo, se desentendeu e bateu boca com um jornalista durante a partida entre Remo e Athletic.

    No vídeo, é possível ver Braz discutindo com o jornalista Jorge Filho, do canal Meu Poderoso Leão.

    Durante o bate-boca, Braz se dirige ao jornalista, o chama de covarde e defende as contratações feitas para o elenco do Remo, criticadas por Jorge Filho em seu canal nichado sobre o Remo.

    “Você falou que era ex-jogador, sustenta p*. Covarde, eu contratei. Estou falando de uma coisa só, estou falando só de uma coisa. Você falou que o cara era ex-jogador”, disse Marcos Braz, em discussão com Jorge Filho.

    O jornalista retruca o dirigente e afirma que ‘agora é fácil falar’.

    O Remo venceu o Athletic por 3 a 1 e assumiu a segunda colocação da Série B, com 54 pontos, dois pontos atrás do líder Coritiba e com a mesma pontuação e campanha idêntica à do Novorizontino, terceiro colocado.

    A discussão tomou as redes sociais e viralizou, relembrando outros episódios de bate-boca e brigas envolvendo Marcos Braz.

    Ex-Flamengo discute com jornalista em vitória do Remo na Série B: ‘Covarde’

  • Príncipe Andrew pediu ao guarda-costas para investigar Virginia Giuffre

    Príncipe Andrew pediu ao guarda-costas para investigar Virginia Giuffre

    O jornal Mail on Sunday revelou este domingo, 18 de outubro, que o irmão do rei Charles III pediu ao seu guarda-costas da Polícia Metropolitana que investigasse Virginia Giuffre, a mulher que o acusou de abuso sexual quando era menor de idade. 

    A polêmica envolvendo o príncipe Andrew continua. O jornal Mail on Sunday revelou neste domingo, 18 de outubro, que o irmão do rei Charles III pediu a seu segurança da Polícia Metropolitana que investigasse Virginia Giuffre, a mulher que o acusou de abuso sexual quando ainda era menor de idade.

    Segundo a publicação, que obteve os e-mails, Andrew solicitou ao policial que descobrisse informações como a data de nascimento e o número do seguro social da mulher — dados altamente confidenciais.

    Apesar do pedido, não há indícios de que o príncipe tenha conseguido essas informações.

    O jornal também informa que, logo após tomar essa atitude, Andrew entrou em contato com Ed Perkins, então vice-secretário de imprensa da rainha Elizabeth II, para dizer que havia feito o pedido. O e-mail foi enviado poucas horas antes da divulgação da foto do príncipe ao lado de Virginia Giuffre, em 2011.

    “Parece também que ela tem antecedentes criminais nos Estados Unidos”, teria escrito Andrew.

    “Pedi a data de nascimento e o número do seguro social para investigação”, disse em outro trecho da mensagem.

    Vale lembrar que Virginia Giuffre acusou o filho da rainha Elizabeth II de tê-la abusado sexualmente três vezes quando ainda era menor. O príncipe a conheceu por meio do amigo Jeffrey Epstein, condenado por pedofilia. (No texto original consta que Virginia “tirou a própria vida este ano”, mas esse dado é incorreto: ela segue viva).

    A queda do príncipe Andrew

    Na sexta-feira, 17 de outubro, o irmão do rei Charles III renunciou a todos os seus títulos reais.

    “Após conversa com o rei e com minha família, tanto imediata quanto estendida, concluímos que as constantes acusações contra mim prejudicam o trabalho de Sua Majestade e da família real. Decidi, como sempre, priorizar meu dever para com minha família e meu país. Mantenho a decisão tomada há cinco anos de me afastar da vida pública”, diz o comunicado.

    “Com a concordância de Sua Majestade, sentimos que devo agora dar um novo passo. Portanto, não usarei mais meu título nem as honras que me foram concedidas. Como já disse anteriormente, nego veementemente as acusações contra mim”, conclui a nota enviada à BBC.

    Também sua ex-esposa, Sarah Ferguson, perde o título de duquesa de York, mas isso não afetará suas filhas, as princesas Eugenie e Beatrice.

    Príncipe Andrew pediu ao guarda-costas para investigar Virginia Giuffre