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  • PF vai investigar emenda de R$ 6 milhões de deputado do PL

    PF vai investigar emenda de R$ 6 milhões de deputado do PL

    Em nota, Fraga afirmou que não tem responsabilidade sobre a execução do dinheiro e “reafirma seu compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos e a transparência dos atos administrativos”

    Por determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), R$ 6 milhões de uma emenda do deputado Alberto Fraga (PL-GO) para a área da saúde do Distrito Federal terão de ser devolvidos. Dino mandou notificar a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que investiguem suspeitas de irregularidades no uso dos recursos públicos.

    Em nota, Fraga afirmou que não tem responsabilidade sobre a execução do dinheiro e “reafirma seu compromisso com a correta aplicação dos recursos públicos e a transparência dos atos administrativos”.

    “Eventuais inconsistências devem ser apuradas com responsabilidade, respeitando os trâmites legais e o contraditório das instituições envolvidas.” A Secretaria de Saúde do DF disse que “trabalha de maneira transparente com os órgãos de controle”.

    A decisão foi tomada depois que o Ministério da Saúde apontou que a execução da emenda “demonstrou incompatibilidade com preços de mercado”. As verbas foram destinadas ao projeto A Tenda+, voltado ao atendimento médico itinerante no DF.

    PF vai investigar emenda de R$ 6 milhões de deputado do PL

  • Lula diz que Brasil passa por turbulência desnecessária porque Trump criou imagem mentirosa

    Lula diz que Brasil passa por turbulência desnecessária porque Trump criou imagem mentirosa

    “Não dá para a gente aceitar a criação de uma imagem mentirosa contra um país como o Brasil, que não tem contencioso no mundo”, afirmou o presidente Lula durante inauguração da fábrica da GWM

    IRACEMÁPOLIS, SP (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) disse nesta sexta (14) que o Brasil passa por uma turbulência desnecessária porque o presidente dos EUA, Donald Trump, criou uma imagem mentirosa sobre o país.

    “A ideia de passar para o mundo que o Brasil é um país horrível para negociar não é verdade, e eu não posso admitir que o presidente de um país do tamanho dos EUA possa contar a quantidade de inverdades que ele tem contado sobre o Brasil”, afirmou Lula durante evento de inauguração da fábrica da montadora GWM.

    “Não dá para a gente aceitar a criação de uma imagem mentirosa contra um país como o Brasil, que não tem contencioso no mundo.”

    Mais cedo, o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) disse que o investimento da empresa chinesa é prova de que o Brasil é um bom parceiro comercial.
    As falas durante o evento em Iracemápolis (a 166 km de São Paulo) são uma resposta a Trump. O presidente americano afirmou que o Brasil é um “péssimo parceiro comercial”.

    Lula afirmou que o Brasil é uma democracia em que os direitos humanos são respeitados, ao contrário do que dizem os EUA, e listou os motivos pelos quais o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) -que tem sido defendido por Trump- está sendo julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    “Ele não está sendo julgado por nenhuma acusação da oposição, de nenhum empresário, de nenhum deputado. Ele está sendo julgado por delação dos seus pares em função de uma tentativa de golpe que ele tentou dar no dia 8 de janeiro de 2023″, afirmou Lula.

    O presidente disse ainda que a acusação também considera a tentativa de assassiná-lo antes da posse, entre outros crimes.

    “Ele está sendo julgado porque ele colocou, junto com os seus comparsas, um caminhão com bomba no aeroporto de Brasília, na perspectiva de causar um verdadeiro desastre para evitar a posse do presidente eleito.”

    Lula diz que Brasil passa por turbulência desnecessária porque Trump criou imagem mentirosa

  • Mais de 600 mil ainda não aderiram a acordo sobre descontos no INSS

    Mais de 600 mil ainda não aderiram a acordo sobre descontos no INSS

    As devoluções pelo governo começaram no dia 27 de julho

    Pelo menos 613 mil aposentados e pensionistas do INSS, que têm direito ao ressarcimento de descontos indevidos, ainda não fizeram a adesão ao acordo para receber o dinheiro de volta.  

    O acordo garante que as vítimas da fraude possam receber os valores que foram descontados, de forma integral e corrigidos pela inflação, diretamente na conta bancária onde o benefício é pago.

    Podem fazer a adesão aqueles que contestaram e não receberam, em até 15 dias úteis, resposta da entidade ou associação responsável pelos descontos indevidos. Se enquadram todos que tiveram descontos entre março de 2020 e março de 2025 e aqueles com processo na justiça, que devem desistir da ação para ter o ressarcimento. 

    Ainda para aderir ao acordo, o beneficiário deve formalizar a contestação dos descontos junto à Previdência Social até o dia 14 de novembro, pelo aplicativo Meu INSS, na central 135 ou em agências dos Correios. Até agora, mais de 1,8 milhão de beneficiários, o que representa 75% dos que estão aptos, já aderiram ao acordo.  A expectativa é que 99% deles recebam os valores descontados indevidamente até a próxima segunda-feira, dia 18.

    Mais de 600 mil ainda não aderiram a acordo sobre descontos no INSS

  • Governo acha que Trump quer mudança de regime no Brasil e prevê ações para além de Bolsonaro

    Governo acha que Trump quer mudança de regime no Brasil e prevê ações para além de Bolsonaro

    Para uma fonte do Planalto, as ações de Trump visam a influenciar o processo eleitoral brasileiro. Nessa visão, a ideia do governo americano é garantir que exista um candidato com afinidade ideológica com Trump na cédula eleitoral da eleição presidencial do Brasil em 2026

    (CBS NEWS) – O governo brasileiro encara o tarifaço e as sanções impostas pelos Estados Unidos ao Brasil como uma tentativa de “mudança de regime” e acredita que as ações de presidente Donald Trump não se restringem a pressão sobre o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo STF (Supremo Tribunal Federal), marcado para setembro.

    Para uma fonte do Planalto, as ações de Trump visam a influenciar o processo eleitoral brasileiro. Nessa visão, a ideia do governo americano é garantir que exista um candidato com afinidade ideológica com Trump na cédula eleitoral da eleição presidencial do Brasil em 2026.

    O governo brasileiro também acredita que, caso haja vitória do presidente Lula (PT) no ano que vem, haverá questionamento da legitimidade da disputa no Brasil por parte de Trump. O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) vem afirmando há meses que, se Bolsonaro não estiver na cédula, os EUA não vão reconhecer a eleição no Brasil.

    O Planalto vê um movimento dos EUA de reafirmar a América Latina como seu quintal. Além de pressionar pela absolvição de Bolsonaro no julgamento do STF e criticar a prisão do ex-presidente da Colômbia Álvaro Uribe (de direita), Washington manifestou apoio à prisão da ex-presidente Cristina Kirchner (de esquerda) na Argentina.

    No final de julho, o nomeado de Trump para ser o próximo embaixador americano na Argentina, Peter Lamelas, afirmou que Cristina deveria “receber a justiça que merece”. “Se ela não fosse política, estaria na prisão. Ela está em prisão domiciliar por algum tipo de favoritismo político”, afirmou.

    O secretário de Estado americano, Marco Rubio, saiu em defesa de Uribe, dizendo que seu único crime foi “lutar e defender incansavelmente sua pátria” e acusou o Judiciário de ser “instrumentalizado” por “juízes radicais”.

    Uma das estratégias do governo brasileiro para não ficar isolado na América do Sul, para evitar um “grupo de Lima” contra o Brasil, como afirmam integrantes do governo, é criar vínculos com governos de direita na região. O grupo de Lima foi formado em 2017 com chanceleres de países com governos de direita e centro-direita da região que pressionavam pela saída do ditador Nicolás Maduro do poder na Venezuela e apoiavam o opositor Juan Guaidó.

    Fontes apontam para a visita do presidente de centro-direita do Equador, Daniel Noboa, a Brasília na segunda-feira (18), onde se reúne com Lula, como parte dessa aproximação com a direita. No caso da Argentina, apesar de não haver aproximação com Javier Milei, o Brasil está comprando gás do país.

    Com a Unasul extinta e a Celac bloqueada, o Brasil quer usar o Mercosul e a OTCA para discutir temas que podem unir a região, como mudança do clima e cooperação energética.

    Além disso, Lula vai continuar com seu movimento de aproximação com países afetados pelas tarifas de Trump. Nesta semana, ele irá conversar por telefone com o presidente da França, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Friedrich Merz, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa.

    Sanções financeiras

    Integrantes do governo não acham provável os EUA imporem sanções contra os bancos brasileiros, por potencialmente estarem desrespeitando a Lei Magnitsky ao manter operações do ministro Alexandre de Moraes, do STF.

    Eduardo Bolsonaro tem discutido a questão com autoridades americanas. Mas uma fonte do governo acha que isso seria uma ação temerária, pois poderia gerar instabilidade no sistema financeiro. E apontam que sanções financeiras iriam atingir em cheio a Faria Lima, um eleitorado fiel de Bolsonaro.

    Eles acham, no entanto, que há chances de sanções da Lei Magnitsky contra outros membros do Judiciário, antes ou depois do julgamento de Bolsonaro.

    Governo acha que Trump quer mudança de regime no Brasil e prevê ações para além de Bolsonaro

  • Rússia restringe chamadas no WhatsApp e Telegram por “segurança nacional”

    Rússia restringe chamadas no WhatsApp e Telegram por “segurança nacional”

    O órgão regulador da internet na Rússia afirmou que os aplicativos estariam sendo usados para extorsão e atividades de sabotagem. O WhatsApp respondeu que Moscou tenta restringir o direito de milhões de cidadãos a comunicações seguras

    O aplicativo de mensagens WhatsApp começou a ter funções restringidas na Rússia, segundo comunicado divulgado pelo órgão regulador da internet do país, o Roskomnadzor, nesta semana.

    De acordo com a agência Associated Press, a limitação atinge parcialmente as chamadas de voz no WhatsApp e também no Telegram. O regulador russo alegou que ambos os aplicativos estrangeiros “tornaram-se os principais serviços de voz usados para enganar e extorquir dinheiro, bem como envolver cidadãos russos em atividades de sabotagem e terrorismo”.

    O Roskomnadzor afirmou ainda que tentou contato com as duas plataformas para discutir medidas de contenção, mas que “os donos dos serviços ignoraram os pedidos”.

    Em resposta, um representante do WhatsApp declarou que o aplicativo “desafia as tentativas do governo russo de violar os direitos dos cidadãos a comunicações seguras”, e afirmou que essa seria a razão por trás da decisão de Moscou de tentar bloquear o acesso de mais de 100 milhões de usuários no país.

    O WhatsApp não é o primeiro serviço da Meta a enfrentar restrições na Rússia. O Facebook e o Instagram estão oficialmente bloqueados desde a invasão russa à Ucrânia, em fevereiro de 2022.

    Rússia restringe chamadas no WhatsApp e Telegram por “segurança nacional”

  • Eduardo Bolsonaro pode ser cassado; Conselho de Ética já analisa caso

    Eduardo Bolsonaro pode ser cassado; Conselho de Ética já analisa caso

    O Conselho de Ética da Câmara iniciou a análise de quatro representações contra Eduardo Bolsonaro. Os pedidos, apresentados por PT e PSOL, apontam quebra de decoro parlamentar e podem levar à cassação do mandato

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) agora é alvo de uma análise formal do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Nesta sexta-feira, 15, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), autorizou o envio de quatro representações que acusam o parlamentar de quebra de decoro por atuar contra a soberania nacional.

    Os pedidos, protocolados pelos partidos PT e PSOL, estavam aguardando uma decisão na Mesa Diretora por semanas. O despacho de Motta para liberar a tramitação das ações ocorre após intensa pressão de partidos que apoiam o governo atual.

     
    Declarações de Eduardo Bolsonaro motivaram representações

    Eduardo Bolsonaro está fora do país desde março e, em suas recentes declarações, tem criticado publicamente autoridades brasileiras. Ele afirmou que um possível recuo nas articulações por sanções internacionais contra o Brasil dependeria da aprovação, no Congresso, de um projeto que concederia anistia a envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023.

    O deputado também sugeriu que o próprio Hugo Motta e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), poderiam ser alvos de retaliações por parte dos Estados Unidos, caso a anistia não seja aprovada.

     Próximos passos no Conselho de Ética

    Com a autorização de Hugo Motta, o Conselho de Ética dará início aos procedimentos internos para avaliar os casos. Segundo o regimento da Câmara, o colegiado tem a obrigação de se reunir para formalizar a abertura dos processos. Na sequência, serão sorteados três nomes entre os membros do Conselho, e seu presidente designará um relator para cada uma das quatro representações.

    Eduardo Bolsonaro pode ser cassado; Conselho de Ética já analisa caso

  • Reforço militar dos EUA na América Latina gera apreensão em Brasília

    Reforço militar dos EUA na América Latina gera apreensão em Brasília

    O presidente Donald Trump ordenou o envio de submarinos, navios de guerra e fuzileiros ao Mar do Caribe Meridional. O movimento, voltado ao combate ao narcotráfico, também pressiona o governo de Nicolás Maduro, gerando apreensão em Brasília

    O governo brasileiro acompanha com cautela a decisão dos Estados Unidos de reforçar sua presença militar no Mar do Caribe Meridional. A operação, anunciada pelo presidente Donald Trump, prevê o envio de navios de guerra, submarinos e aeronaves para atuar sob o comando do Southcom, responsável pelas operações americanas na região.

    Segundo fontes de defesa citadas por veículos internacionais, o destacamento inclui o Grupo Anfíbio de Prontidão Iwo Jima, a 22ª Unidade Expedicionária de Fuzileiros Navais, além de um submarino nuclear e contratorpedeiros. O objetivo declarado por Washington é combater organizações de narcotráfico na América Latina, mas analistas apontam também pressão direta sobre o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela.

    O movimento ocorre dias depois de Trump anunciar um aumento para US$ 50 milhões na recompensa por informações que levem à captura de Maduro, acusado pelo Departamento de Justiça dos EUA de envolvimento com narcotráfico. O presidente venezuelano respondeu chamando a iniciativa de “ameaça imperialista” e advertiu que qualquer ataque poderia significar “o fim do império americano”.

    Em Brasília, a leitura inicial é de que o deslocamento militar causa preocupação “em qualquer circunstância”, segundo assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo a BBC. Embora o governo mexicano, liderado por Claudia Sheinbaum, tenha minimizado o risco de intervenção direta por ocorrer em águas internacionais, fontes diplomáticas brasileiras monitoram o avanço da operação.

    De acordo com informações divulgadas pela CNN Americana, os reforços enviados pelos EUA também visam enfrentar “ameaças à segurança nacional” atribuídas a grupos narcoterroristas da região. Um oficial da Marinha americana declarou que a tropa está preparada para “executar ordens legais e apoiar os comandantes combatentes conforme necessário”.

    Reforço militar dos EUA na América Latina gera apreensão em Brasília

  • Petição exige fim de medida do YouTube que estima idade com IA

    Petição exige fim de medida do YouTube que estima idade com IA

    A plataforma informou que começou a testar o uso de funções de IA nos Estados Unidos para descobrir se os usuários são maiores de idade na plataforma

    Uma petição pública, com mais de 90.000 assinaturas, exige que o YouTube volte atrás na implementação de uma medida que usa Inteligência Artificial (IA) para verificar a idade dos usuários. No final de julho, o aplicativo informou que começou a testar o uso de funções de IA nos Estados Unidos para descobrir se os usuários são maiores de idade na plataforma, com base em vários sinais, como os tipos de vídeos pesquisados, a categoria dos vídeos ou o tempo da conta.

    A medida pretende oferecer “as experiências e proteções mais adequadas para cada idade”, destaca a plataforma.

    Contudo, a nova funcionalidade de IA do YouTube está gerando grande contestação, tendo sido criada uma petição nos Estados Unidos que já soma mais de 90.000 assinaturas devido ao receio de violação de privacidade dos usuários.

    Os autores da petição, disponível na plataforma Change.org, temem a análise de “todo o seu histórico de visualizações e comportamento para estimar a sua idade”, estando em causa a “vigilância em massa e controle de dados (…) que viola a privacidade e a autonomia”.

    Quando um usuário for identificado como adolescente serão automaticamente aplicadas uma série de medidas de segurança, que consistem em desativar a publicidade personalizada, ativar ferramentas de bem-estar digital e adicionar salvaguardas às recomendações.

    A plataforma também alertou que, se o sistema calcular erroneamente que um usuários tem menos de 18 anos, este poderá verificar a sua idade através de um cartão de crédito ou de um documento de identificação oficial.

    A petição pode ser consultada através da seguinte ligação: 

    Petição exige fim de medida do YouTube que estima idade com IA

  • Família de Padilha, ministro de Lula, tem visto aos EUA cancelado

    Família de Padilha, ministro de Lula, tem visto aos EUA cancelado

    A mulher a filha de Padilha receberam comunicados dizendo que “surgiram informações de que o senhor pode estar inelegível para o visto”

    WASHINGTON, EUA (CBS NEWS) – Familiares do ministro Alexandre Padilha (Saúde) tiveram o visto aos Estados Unidos cancelado, segundo informou o próprio consulado do país em São Paulo aos parentes.

    A medida foi tomada dois dias depois de o Departamento de Estado do governo Donald Trump cancelar o visto de funcionários que implementaram o Mais Médicos.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, Padilha havia sido incluído na lista. O ministro, porém, está com o visto vencido, por isso a medida não o atingiu.

    A mulher a filha de Padilha receberam comunicados dizendo que “surgiram informações de que o senhor pode estar inelegível para o visto”. A informação foi antecipada pelo G1 e confirmada pela Folha de S.Paulo.

    Na quarta (13), o Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou que revogaria vistos de autoridades brasileiras e ex-funcionários da Opas (Organização Pan Americana de Saúde) que tivessem atuado na contratação de médicos cubanos no Mais Médicos.

    A gestão Trump afirmou que havia revogado os vistos de Mozart Júlio Tabosa Sales e Alberto Kleiman. O Departamento de Estado justificou a medida porque ambos “trabalharam no Ministério da Saúde do Brasil durante o programa Mais Médicos e desempenharam um papel no planejamento e na implementação do programa”.

    Mozart é atualmente secretário de Atenção Especializada à Saúde e muito próximo do ministro Alexandre Padilha (Saúde). Já Kleiman é coordenador-geral para COP30 da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), organização intergovernamental da qual fazem parte os governos de países que têm floresta amazônica em seus territórios.

    O Mais Médicos foi implementado em 2013, durante o governo Dilma Rousseff. À época, Padilha também era ministro da Saúde e os afetados nesta quarta pela decisão dos EUA trabalhavam com ele.

    Família de Padilha, ministro de Lula, tem visto aos EUA cancelado

  • Trump diz que definirá tarifas sobre aço e chips na semana que vem; no início serão baixas

    Trump diz que definirá tarifas sobre aço e chips na semana que vem; no início serão baixas

    “As tarifas de aço e chips terão uma taxa menor no início”, disse Trump em conversas com repórteres

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que irá definir as tarifas sobre aço e chips na próxima semana, em comentários para repórteres a bordo do Air Force One, a caminho para o Alasca, onde se encontrará com o homólogo russo, Vladimir Putin, nesta sexta-feira. “As tarifas de aço e chips terão uma taxa menor no início”, disse, sem fornecer mais detalhes.

    Trump ainda fez comentários sobre a guerra na Ucrânia, afirmando que Putin queria tomar o país por inteiro. “Se eu não fosse presidente, ele teria feito isso”, disse.

    Segundo Trump, Putin está interessado na economia norte-americana. Ele não deu detalhes a respeito.

    O encontro entre os dois presidentes deve ocorrer por volta das 16 horas de Brasília. Há a expectativa de uma coletiva de imprensa após o encontro. Trump disse nos últimos dias que iria telefonar para os líderes europeus e para o presidente da Ucrânia, Volodmir Zelenski, após o término do encontro.

    Trump diz que definirá tarifas sobre aço e chips na semana que vem; no início serão baixas