Blog

  • Lula sustenta liderança e venceria todos os adversários em 2º turno, aponta Genial/Quaest

    Lula sustenta liderança e venceria todos os adversários em 2º turno, aponta Genial/Quaest

    Pesquisa Genial/Quaest apontou que em eventual disputa contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), Lula tem 45% das intenções de voto, contra 33% do governador de São Paulo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) sustenta vantagem sobre adversários e continuaria a vencer em todos os cenários de segundo turno testados para as eleições presidenciais de 2026, segundo nova pesquisa Genial/Quaest.

    Em eventual disputa contra Tarcísio de Freitas (Republicanos), que é um principais cotados na direita, Lula tem 45% das intenções de voto, contra 33% do governador de São Paulo.

    Em relação à pesquisa realizada em setembro, Lula oscilou para cima (antes tinha 43%) e Tarcísio para baixo (antes tinha 35%) -a vantagem do petista passou de 8 para 12 pontos na simulação de segundo turno.

    Foram realizadas 2.004 entrevistas presenciais com eleitores em 120 municípios, de 2 a 5 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.

    Jair Bolsonaro (PL), inelegível pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e condenado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no caso da trama golpista de 2022, aparece com 36% na simulação de segundo turno, enquanto Lula venceria com 46%.

    Em cenário contra Eduardo Bolsonaro (PL-SP), o petista tem 46% contra 31% do deputado. Com Michelle Bolsonaro (PL), Lula tem 46% ante 34% da ex-primeira-dama.

    No cenário contra Ciro Gomes (PDT), o petista marca 41% ante 32% do ex-ministro. Frente a Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, Lula soma 44% e o adversário, 31%. Já ante Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, o placar é de 47% a 32%.

    Com Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, o resultado é 46% a 31%. Já contra Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul, 45% a 22%.

    O levantamento indica estabilidade na recuperação da imagem do governo, em meio aos rachas na direita e à adesão popular a pautas como a reforma do Imposto de Renda e a rejeição à anistia a Bolsonaro e à PEC da Blindagem.

    Após um início de 2025 marcado por crises de popularidade, como a taxação do Pix e os descontos indevidos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o Planalto tenta capitalizar o discurso de soberania nacional, associar a família Bolsonaro à crise do tarifaço de Donald Trump e reforçar a imagem de Lula como aliado das classes mais pobres.

    Apesar da liderança de Lula, a maioria dos eleitores ainda acredita que ele não deveria disputar a reeleição: 56% defendem que ele não concorra, e 42% acham que ele deve tentar novo mandato.

    Nesta quinta (9), Lula disse em entrevista para a rádio Apiatã, da Bahia, que será candidato para 2026 se tiver com vigor físico e motivação.

    “Se eu, no momento em que decidir, estiver com a motivação que eu tenho hoje, com o vigor físico que eu tenho hoje e com a vontade que eu tenho hoje, eu não tenho dúvida nenhuma de que serei candidato a presidente da República para o quarto mandato”, afirmou.

    “Se eu estiver do jeito que estou, serei candidato a presidente da República para ganhar as eleições, porque tenho certeza de que os nossos possíveis adversários devem estar muito mais preocupados, pois sabem que vai ser difícil derrotar a gente na eleição”, continuou.

    Ensaiada dois meses atrás, a iniciativa de governadores de direita em busca de unidade contra a gestão Lula perdeu fôlego diante de rachas no segmento e da relutância de Bolsonaro em indicar um sucessor para 2026.

    São exemplos a recente troca de ataques envolvendo Caiado e o senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), além da resistência de ministros de ambos os partidos de deixarem o governo Lula com o desembarque da federação formada pelas duas legendas.

    O apoio à candidatura de Bolsonaro manteve o patamar após queda depois de o ex-presidente ser condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe. Seguem achando que o ele deveria desistir da corrida e apoiar outro nome 76%. Os que acreditam que ele deve seguir candidato são 18%.

    Entre os bolsonaristas, os que defendem que o ex-presidente passe o bastão são 47%. Os que acham que ele deve insistir na disputa, 52%.

    Entre eleitores de direita não bolsonaristas, 72% preferem outro nome, contra 25% favoráveis a Bolsonaro.

    Foram testados oito cenários de primeiro turno. Em todos Lula lidera.

    Eduardo Bolsonaro é o político mais rejeitado entre os eleitores, com 68% dizendo que não votariam nele. Em rodada anterior da pesquisa, ele empatava no limite da margem de erro com seu pai, Jair Bolsonaro, que marcava 64%, agora 63%. A dupla é seguida por Michelle (61%) e Ciro Gomes (50%).

    Eduardo está nos EUA desde março, de onde comanda uma campanha por sanções para livrar seu pai da prisão. Ele é alvo de uma representação no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados que pede a perda do mandato por quebra de decoro.

    Os congressistas que apresentaram o documento sustentam, entre outras coisas, que Eduardo fez ataques reiterados a instituições, especialmente ao STF; incitou contra o processo eleitoral ao afirmar que “sem anistia para Jair Bolsonaro não haverá eleição em 2026”; e ainda atuou junto a autoridades estrangeiras para constranger instituições brasileiras.

    O relator da representação defendeu nesta quarta-feira (8) o arquivamento do caso.

    VEJA AS MARGENS DE ERRO, EM PONTOS PERCENTUAIS, PARA CADA GRUPO DA PESQUISA GENIAL/QUAEST:

    – Escolaridade: até ensino fundamental (4), médio completo (3), superior completo (4)
    – Renda: até 2 salários mínimos (4), de 2 a 5 (3), mais de 5 (4)
    – Religião: católicos (3), evangélicos (4)
    – Região: Sudeste (3), Nordeste (4), Sul (6), Centro-Oeste/Norte (8)
    – Posicionamento político: lulista (5), esquerda não lulista (6), direita não bolsonarista (5), bolsonarista (6), sem posicionamento (6)

    Lula sustenta liderança e venceria todos os adversários em 2º turno, aponta Genial/Quaest

  • Luís Roberto Barroso anuncia que vai se aposentar do STF

    Luís Roberto Barroso anuncia que vai se aposentar do STF

    A saída do ministro do Supremo Tribunal Federal já era especulada há alguns dias quando deixou a presidência da corte

    Na noite desta quinta-feira (9), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Luís Roberto Barroso, anunciou sua aposentadoria da corte.

    Luís Roberto Barroso anuncia que vai se aposentar do STF

  • Lucas Rangel e Lucas Bley celebram nascimento da filha, Mia, nos Estados Unidos

    Lucas Rangel e Lucas Bley celebram nascimento da filha, Mia, nos Estados Unidos

    Os influenciadores compartilharam as primeiras imagens da bebê que nasceu nos Estados Unidos; a menina é fruto de uma barriga solidária, e os dois acompanharam todo o parto de perto

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Lucas Rangel, 27, e Lucas Bley, 32, vivem um dos momentos mais marcantes de suas vidas. O casal anunciou o nascimento da filha, Mia, nesta quarta-feira (9), nos Estados Unidos.

    A menina é fruto de uma barriga solidária, e os dois acompanharam todo o parto de perto, vestindo toucas e roupas hospitalares antes de entrarem na sala de cirurgia.

    Nas redes sociais, os influenciadores dividiram a emoção com os seguidores. “No dia 6 de outubro, às 14h50, nossa princesa Mia veio ao mundo. Nunca imaginamos sentir um amor tão grande nessa vida, e depois de tanto tempo ela está em nossos braços”, escreveram na legenda de uma sequência de fotos em família.

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação compartilhada por Lucas Rangel (@lucasranngel)

    Em outra publicação, Bley se declarou para a filha e o marido: “Ela é a princesa mais linda desse mundo todo! Estou completamente apaixonado. Meu amor, o papai te ama tanto.” Já Rangel brincou com a expectativa dos fãs antes do nascimento, escrevendo: “Prontos para conhecer o rostinho mais lindo do mundo?”.

    O casal está junto desde 2020 e oficializou a união em novembro do ano passado, com uma cerimônia luxuosa no Palácio Tangará, em São Paulo, reunindo amigos, familiares e nomes do meio artístico. Em maio, eles anunciaram a gestação e, desde então, compartilharam cada etapa do processo com os seguidores.

    No comunicado mais recente, agradeceram o carinho recebido: “Obrigado pelas mensagens, pelas orações e por todo amor enviado -mesmo de longe! Vocês são incríveis.”

    Com Mia nos braços, Rangel e Bley agora iniciam uma nova fase. “Filha, você é o maior presente que poderíamos ter. Vamos te proteger, te amar e construir uma linda família com você. Saiba que já é muito amada por todos ao seu redor. Que Deus te abençoe hoje e sempre”, completaram.

    Lucas Rangel e Lucas Bley celebram nascimento da filha, Mia, nos Estados Unidos

  • Ataque a sinagoga: 'Manipulador, não extremista', diz mulher de suspeito

    Ataque a sinagoga: 'Manipulador, não extremista', diz mulher de suspeito

    Jihad al-Shamie atropelou e esfaqueou pessoas em frente a uma sinagoga em Manchester, na Inglaterra; polícia disse que ele alegou ligação com o Estado Islâmico

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Mulher de Jihad al-Shamie, o homem que atacou pessoas em uma sinagoga em Manchester, na Inglaterra, disse que ele era “manipulador”, mas não mostrava sinais de extremismo.

    “Ele não parecia radicalizado”, disse a mulher de Shamie. Em entrevista ao jornal britânico The Guardian, a mulher, que não se identificou, disse que ele era violento e manipulador.

    Vivia colado em seu celular. Segundo a mulher, Jihad al-Shamie passava muito tempo no celular vendo canais de notícias árabes.

    Eles eram casados desde 2021. Ela disse que o relacionamento foi conturbado e ela pediu divórcio, mas ele recusou. Ele tinha ao menos mais uma esposa, que o definiu como “intimidador, controlador e agressivo”.

    Jihad al-Shamie era investigado por estupro. Segundo informações obtidas pelo Guardian, ele estava em liberdade condicional enquanto era investigado por este crime.

    “Ele era terrorista o tempo todo ou estava gritando por socorro?”, questiona a primeira esposa. Ela levantou a hipótese de que o ataque tenha sido motivado pela suspeita de estupro. “Talvez [ele tenha feito isso por causa] da sua vida problemática, porque ele está enganando muita gente. Aparentemente, ele estava sendo acusado de estupro pela polícia. Há tantas perguntas.”

    Polícia disse que ele alegou ligação com o Estado Islâmico. nesta quarta-feira (8), a polícia afirmou que Shamie ligou para os serviços de emergência logo antes do ataque à sinagoga e afirmou ter relação com o grupo terrorista. Ele, porém, não estava no radar por envolvimento com terrorismo.

    Jihad al-Shamie atropelou e esfaqueou pessoas em frente a uma sinagoga. Duas pessoas morreram e três ficaram feridas em estado grave. Um dos mortos e um dos feridos foram atingidos por tiros da polícia. Shamie também foi morto pela polícia.

    Ataque a sinagoga: 'Manipulador, não extremista', diz mulher de suspeito

  • Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

    Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – No confronto amistoso desta sexta-feira (10) contra a Coreia do Sul, o técnico Carlo Ancelotti deve apostar, pela primeira vez à frente da seleção brasileira, na dupla de ataque formada por Vinicius Junior e Rodrygo.

    Segundo o treinador italiano, o objetivo para a partida contra os coreanos é ter uma equipe que, além de defender bem, também consiga criar mais jogadas quando estiver com a posse da bola, levando perigo ao gol adversário.

    “Gostei muito do jogo defensivo nas partidas de junho e setembro. A equipe defendeu muito bem, compacta, unida, com compromisso, intensa. Onde tem que melhorar, e creio que amanhã é uma oportunidade, é no jogo com a bola”, afirmou Ancelotti em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (9), em Seul.

    “É onde a equipe tem que mostrar a qualidade que tem com os jogadores individualmente, porque tem muitíssima qualidade”, acrescentou o técnico.

    No último compromisso pelas Eliminatórias, o Brasil foi derrotado por 1 a 0 pela Bolívia, em jogo sob forte influência da altitude da cidade de El Alto, mas no qual a equipe nacional também enfrentou sérias dificuldades do meio para frente.

    Na ocasião, Vinicius Junior, que estava suspenso para a partida anterior contra o Chile, acabou não sendo convocado por opção do treinador. Já Rodrygo, que iniciou a temporada pelo Real Madrid começando a maioria das partidas no banco, receberá a primeira chance com Ancelotti na seleção nos amistosos contra a Coreia e o Japão.

    No time merengue, o trio conquistou junto os títulos da Champions League (2021/22 e 2023/24), do Campeonato Espanhol (2021/22 e 2023/24) e da Copa Intercontinental (2024), além da Supercopa da Uefa (2022 e 2024), da Supercopa da Espanha (2021/22 e 2023/24) e da Copa do Rei (2022/23).

    Embora não esteja jogando com tanta regularidade no time espanhol, todas as vezes em que entrou Rodrygo jogou bem e demonstrou estar em boa condição física, afirmou Ancelotti.

    O treinador disse ainda que o atacante é “muito importante” para a seleção, por poder atuar em diferentes posições do ataque. “Creio que ele pode adicionar muito à equipe nacional.”

    A última vez em que Vinicius Junior e Rodrygo atuaram juntos pela seleção brasileira foi no fim de março, na derrota para a Argentina por 4 a 1, que acabou resultando na demissão do técnico Dorival Júnior.

    De volta à equipe nacional, Rodrygo celebrou a oportunidade e disse sentir-se preparado para assumir o desafio no ataque da seleção ao lado de Vinicius Junior.

    “Pareceu uma eternidade. Passei por muitas coisas durante esse tempo. Mas foi bom para refletir, esfriar a cabeça e colocar a cabeça no lugar. Hoje me sinto pronto para estar aqui novamente. Para entregar o meu melhor e mostrar minha melhor versão no futebol”, disse o atacante de 24 anos.

    A seleção brasileira terá pela frente uma equipe que chega embalada. Nas últimas 19 partidas, a Coreia do Sul teve apenas uma derrota, para o Japão -em partida que não era válida pelas Eliminatórias-, com outras 12 vitórias e 6 empates, sendo a única seleção asiática a carimbar a vaga para a Copa do Mundo de 2026 de maneira invicta.

    O principal nome do time é o atacante e capitão Son Heung-min, 33, que atuou por uma década no Tottenham, da Premier League, onde conquistou a Liga Europa, em maio, antes de se transferir para o Los Angeles FC, dos Estados Unidos, por US$ 26,5 milhões (R$ 141,5 milhões) -maior contratação da história da MLS (liga de futebol norte-americana).

    Contra o Brasil, Son deve completar 137 partidas pela equipe nacional, tornando-se o jogador que mais vezes defendeu a seleção coreana na história.
    Além de Son, a Coreia conta com outros nomes importantes no cenário internacional, caso do zagueiro Min-jae, do Bayern de Munique, e do meia-atacante Kang-in, do Paris Saint-Germain.

    O retrospecto é amplamente favorável à seleção brasileira. Em oito confrontos até aqui, o Brasil venceu sete e perdeu apenas um, em amistoso disputado em 1999. No último encontro, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2022, o Brasil venceu por 4 a 1, gols de Vinicius Junior, Neymar, Richarlison e Lucas Paquetá.

    FICHA TÉCNICA: COREIA DO SUL X BRASIL (AMISTOSO)

    Local: Estádio da Copa do Mundo de Seul
    Horário: 8h (de Brasília)
    Árbitro: Abdurahman Ibrhaim Al-Jassim (QAT)
    Transmissão: Globo, SporTV e Ge TV
    Brasil: Bento; Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos; Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá; Rodrygo, Vinicius Junior e Matheus Cunha
    Técnico: Carlo Ancelotti
    Coreia do Sul: Seung-gyu; Moon-hwan, Min-jae, Yu-min, Ju-Sung; Jae-sung, Jin-gyu; Kang-in, Du-jae, Castrop; Son Heung-min
    Técnico: Hong Myung-Bo

    Ancelotti busca solução para o ataque da seleção com dupla Vinicius Jr. e Rodrygo

  • Lula diz que imposto para ricos é questão de dias e que trabalhador não deixará barato

    Lula diz que imposto para ricos é questão de dias e que trabalhador não deixará barato

    Lula afirmou que os trabalhadores que ganham até R$ 5.000 não vão pagar Imposto de Renda, em referência ao projeto aprovado na Câmara e que precisa passar pelo Senado

    CAMAÇARI, BA E SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) lamentou nesta quinta-feira (9) em Camaçari (50 km de Salvador) a decisão do Congresso Nacional de retirar de pauta a MP (medida provisória) que previa aumento de impostos. Ele afirmou que a ampliação de impostos para os mais ricos é uma questão de dias e disse que os trabalhadores “não podem ficar quietos”.

    “Ontem [quarta-feira] foi triste porque uma parte do Congresso Nacional votou contra a taxação que a gente queria fazer dos bilionários deste país, daqueles que ganham muito e pagam pouco. E vocês não podem ficar quietos”, afirmou o presidente na inauguração da fábrica da montadora BYD na Bahia.

    Nesta quarta-feira (8), a Câmara dos Deputados impôs uma derrota ao presidente ao enterrar a MP, proposta que o governo considerava importante para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em 2026, ano eleitoral.

    Originalmente, a MP previa mudanças na tributação de uma série de investimentos, incluindo a retirada de isenção de ativos como LCI (Letras de Crédito Imobiliário), LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) e debêntures incentivadas (usadas em projetos de infraestrutura).

    Lula afirmou que os trabalhadores que ganham até R$ 5.000 não vão pagar Imposto de Renda, em referência ao projeto aprovado na Câmara e que precisa passar pelo Senado, mas os demais são alcançados por uma alíquota que chega a 27,5%. E disse que não houve acordo para que “os ricaços” pagassem 12%.

    “Eles podem saber que é uma questão de dias: eles vão pagar o imposto que merecem aqui no Brasil porque o povo trabalhador não deixará isso barato.”

    Para compensar o aumento na isenção do IR, o governo propôs a criação de um imposto mínimo, que será cobrado de pessoas com ganhos a partir de R$ 600 mil anuais (o equivalente a R$ 50 mil mensais). A alíquota será progressiva até atingir o patamar máximo de 10% para quem ganha a partir de R$ 1,2 milhão ao ano.

    O presidente participou nesta quarta-feira da segunda cerimônia de inauguração da fábrica de carros da montadora chinesa. Em junho, o primeiro evento ocorreu sem que os veículos estivessem sendo montados.

    Em discurso, Lula também falou sobre a crise tarifária com os Estados Unidos e se disse otimista em um desfecho favorável após a conversa que teve com o republicano Donald Trump.

    “Acho que nosso problema com os Estados Unidos será resolvido porque a gente quer estar bem com a China, com os Estados Unidos, com a Argentina, com o Uruguai, com a Bolívia. Não queremos estar mal com nenhum país” disse.

    Lula também disse querer fortalecer as relações com a China e se considerar amigo do líder chinês Xi Jinping: “Nós nos tratamos como dois países importantes do sul global e não aceitamos que ninguém meta o dedo no nosso nariz. Nós queremos ser respeitados e tratados com muita decência”.

    Além de Lula, a celebração teve a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin, dos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Sidônio Palmeira (Secom) e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT).

    Ex-governador (2015 a 2022), Costa foi um dos principais articuladores da instalação da fábrica da BYD em Camaçari, tendo ainda defendido diversos pedidos da montadora junto ao governo federal.

    A montadora chinesa assumiu o parque industrial que era da Ford, que atuou na Bahia entre 2001 e 2021. O complexo industrial será composto por três fábricas, com investimento previsto de R$ 5,5 bilhões e capacidade inicial de produção de 150 mil carros elétricos e híbridos por ano.

    E disse também que o objetivo da montadora é atingir a capacidade de 600 mil unidades produzidas por ano, para atender ao mercado nacional e a países da América Latina.

    Lula diz que imposto para ricos é questão de dias e que trabalhador não deixará barato

  • Diretor de 'Vale Tudo' revela 'estratégia' para gravar assassinato de Odete

    Diretor de 'Vale Tudo' revela 'estratégia' para gravar assassinato de Odete

    Em Vale Tudo, a vilã Odete Roitman (Debora Bloch) foi baleada em sua suíte no Copacabana Palace, tradicional hotel do cenário carioca

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Enquanto a Globo não revela quem matou Odete Roitman (Debora Bloch), o diretor Paulo Silvestrini revelou detalhes inéditos dos bastidores da gravação da cena que movimentou as redes sociais na segunda-feira (06).

    Na história, a personagem foi baleada em sua suíte no Copacabana Palace, tradicional hotel do cenário carioca. Ao longo do capítulo exibido na segunda, o público acompanhou um grupo de suspeitos que circulam pelos arredores do estabelecimento.

    As filmagens movimentaram equipe da novela não apenas no Estúdios Globo, na Zona Oeste do Rio, mas também no próprio hotel, na Zona Sul. Alvo de curiosidade, parte das gravações foram presenciadas pelo público presente em Copacabana, fator que a direção encarou como um estímulo.

    Para ele, “gravar em locação é sempre um desafio”. “Entendemos a presença do público não com interferência, mas como carinho e interesse pelo nosso trabalho. Além disso, o Rio de Janeiro é uma cidade acostumada às câmeras. As equipes da TV Globo integram a paisagem urbana”, pontua Silvestrini em entrevista ao Gshow.

    “Eu, Manuela Dias (autora) e Luciana Monteiro (gerente de produção) combinamos uma estratégia de realização e éramos de fato os únicos que sabiam tudo que seria feito. Os líderes criativos trabalham em grande sintonia o que garantiu unidade ao resultado”, disse.

    Ao total, foram gravados dez finais, garantindo a surpresa no desfecho de Odete Roitman. “Houve controle rigoroso de acesso ao set”, explica Silvestrini. “Somente os profissionais imprescindíveis à realização das cenas estavam presentes. Nossa equipe é muito afinada, todos os profissionais trabalham de forma integrada e colaborativa”, contextualiza o diretor.

    Diretor de 'Vale Tudo' revela 'estratégia' para gravar assassinato de Odete

  • ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

    ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A CBF (Confederação Brasileira de Futebol) divulgou nesta quinta-feira (9) o áudio do VAR da partida entre São Paulo e Palmeiras que terminou com a vitória do time de Abel Ferreira por 3 a 2. O jogo foi marcado pela não marcação de um pênalti a favor do time tricolor.

    O lance ocorreu aos nove minutos do segundo tempo, quando o jogo ainda estava 2 a 0 para o São Paulo. O meia Allan escorregou em campo e derrubou o atacante chileno Gonzalo Tapia dentro da área. O árbitro Ramon Abatti Abel entendeu tratar-se de choque normal e mandou o jogo ter prosseguimento, sem que o VAR Ilbert Estevam da Silva o chamasse para uma verificação por imagem.

    A dupla de arbitragem acabou afastada pela CBF para passar por treinamento antes de voltar a apitar partidas do Campeonato Brasileiro.

    “Escorregou, escorregou. O jogador escorrega, os dois estão olhando para a bola, pode seguir”, disse Ramon.

    “Temos o jogador do Palmeiras que escorrega e ele tem contato com seu adversário, totalmente acidental, provocado justamente por esse escorregão”, corroborou Estevam da Silva.

    O juiz do VAR acrescentou que a bola estava saindo da área, e não estava sob o controle de nenhum dos atletas.

    “É um choque de jogo. Não é entrada [faltosa]”, afirmou Abatti Abel.

    Pouco depois desse lance, Andreas Pereira cometeu falta muito dura em Marcos Antônio, acertando o adversário com a sola do chuteira bem acima da linha do tornozelo.

    Nesse caso, o árbitro apontou que o atleta do Palmeiras rolou o pé sobre a bola antes do choque, o que tornava correta a aplicação apenas de cartão amarelo.

    Abatti Abel chega a fazer um desabafo no lance em que os são-paulinos pedem cartão vermelho ao volante do Palmeiras. Após o atacante Luciano perguntar “o que você quer que eu faça, cale a boca?”, o árbitro responde. “Ah, Luciano, por favor. Você reclama de ter nascido, impressionante.”

    “Você vê a complexidade que é apitar o futebol brasileiro? Não dá paz. Difícil, né?”, afirmou o árbitro.

    A CBF inicialmente afirmou que, como os lances não foram para revisão, não haveria a publicação do áudio da conversa entre os árbitros. O São Paulo, porém, cobrou da entidade a divulgação dos áudios.

    “Existe um protocolo de não ceder os áudios quando o VAR não chama o árbitro de campo para o monitor. Presidente [da CBF, Samir Xaud], vamos quebrar o protocolo. Nós precisamos do áudio para imaginar o que aconteceu. Se houve, que tipo de diálogo aconteceu entre a cabine do VAR e o árbitro de campo?”, questionou o presidente do clube, Julio Casares.

    “Vamos reconhecer com a divulgação desse áudio do VAR que a nossa arbitragem está chegando no fundo do poço e que mostrar esse áudio é o começo de uma mudança”, acrescentou o dirigente.

    Sob pressão, a CBF solicitou à Fifa a liberação para a divulgação do áudio, recebendo a anuência da entidade máxima do futebol na quarta-feira (8).

    “Desde o início da nossa gestão estamos atuando em problemas estruturais do futebol brasileiro, mexendo em questões que havia décadas demandavam mudanças. Já anunciamos o novo calendário do futebol masculino, estamos finalizando o do feminino e no mês que vem vamos divulgar as regras do fair play financeiro. A arbitragem está entre essas prioridades. Ampliamos agora a divulgação dos áudios, em nome da transparência”, declarou o presidente da CBF, Samir Xaud.

    “Sempre consultamos a Fifa em questões que fogem à rotina: regras, resoluções, protocolos ou determinações da própria Ifab (International Football Association Board)/Fifa. Nessa consulta argumentamos que apresentar as checagens de grande impacto, mesmo sem ida do árbitro à cabine, reforçaria a integridade de nossas competições. Recebemos a liberação, para fins de instrução e transparência”, afirmou Rodrigo Cintra, presidente da comissão de arbitragem.


    ‘Escorregou. Pode seguir’: CBF divulga áudio do VAR de São Paulo x Palmeiras

  • Chefe do Hamas em Gaza declara fim da guerra com Israel

    Chefe do Hamas em Gaza declara fim da guerra com Israel

    Khalil Al-Hayya (foto) é o porta-voz do Hamas e confirmou o acordo; expectativa é que todos os reféns vivos sejam libertados até a segunda-feira (13)

    Na tarde desta quinta-feira (9), Khalil Al-Hayya, membro da alta cúpula do grupo terrorista Hamas, declarou o fim da guerra com Israel. O chefe do grupo disse ter recebido garantias dos Estados Unidos e de mediadores de países árabes sobre um cessar-fogo permanente.

    O acordo de paz tinha sido anunciado por Donald Trump na Casa Branca, em Washington. Segundo o presidente dos Estados Unidos, Israel e Hamas concordaram com a implementação de uma primeira fase para o fim da guerra.

    Em declarações na Casa Branca, Trump falou sobre o acordo de paz: “Eu acho que será uma paz duradoura, e espero que seja uma paz eterna no Oriente Médio. Os reféns devem ser libertados na segunda ou terça-feira. Pegá-los é um processo complicado. Esse será um dia de alegria, vou tentar visitar [Israel]. Estamos olhando as datas e iremos ao Egito, onde teremos uma assinatura oficial [do acordo]”, afirmou, elogiando também países árabes da região que participaram das negociações.

    Al-Hayya foi um porta-voz do grupo terrorista nas conversas sobre o plano de paz proposto pelos Estados Unidos na Faixa de Gaza.

    Por outro lado, Israel, fez uma reunião com o grupo de ministros do governo de Benjamin Netanyahu, mas ainda não confirmou se aceita o acordo oficialmente.

     

    Chefe do Hamas em Gaza declara fim da guerra com Israel

  • Derrubada de MP é 'torcida contra o país', diz secretário-executivo da Fazenda

    Derrubada de MP é 'torcida contra o país', diz secretário-executivo da Fazenda

    O Centrão e a direita se uniram para derrubar a medida provisória do governo que tinha foco em aumentar impostos contra Bets e fim de isenções para grandes empresas; pautas tinham apoio da população

    BERLIM, ALEMANHA (FOLHAPRESS) – Em Berlim para negociações em torno do Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), Dario Durigan, secretário-executivo da Fazenda, afirmou nesta quinta-feira (9) que a derrubada da medida provisória de aumento de impostos é “torcida contra o país”.

    A derrota, segundo Durigan, um dos principais articuladores do governo sobre o tema no Congresso, prejudica “o maior ajuste fiscal da história recente do país”. E ele aponta como responsáveis “o mesmo grupo que apoiou os EUA numa coisa infundada contra o Brasil” e que “em 2022 adotou mecanismo para gastar com claro sentido eleitoral”.

    A crítica segue a linha adotada pelo governo Lula, que aponta para um movimento capitaneado pelo centrão e pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), nome do momento para o bolsonarismo na corrida pelo Planalto.

    Na véspera, horas antes de a Câmara enterrar a MP que o governo considerava importante para sustentar a arrecadação e reduzir despesas obrigatórias em 2026, quando Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve disputar a reeleição, Durigan dava contornos históricos à reforma fiscal promovida pelo atual governo em um painel sobre o acordo União Europeia-Mercosul.

    “A pergunta que temos que responder é qual país a gente quer”, declarou o secretário-executivo na quarta. Em evento na embaixada do Brasil em Berlim, ao lado de autoridades do governo alemão, explicava a disposição do país de ser um ator relevante no cenário internacional. O tom não mudou no dia seguinte.

    “A gente tem construído no Brasil soluções acordadas com o Congresso. É uma pena que ontem a gente não tenha visto isso, muito embora o esforço tenha sido feito junto com o Congresso por uma solução justa. Uma solução que coloque o compromisso social como prioridade, mas que traga também o sentido de responsabilidade fiscal para o país.”

    Na visão de Durigan, a MP deveria ser entendida como uma extensão de uma política “transparente”, porque o Brasil “precisa de fato diminuir os benefícios fiscais, melhorar a progressividade da tributação”. Listou a reforma tributária no consumo como exemplo de sucesso da negociação com o Congresso.

    “O debate de ontem era para seguir nessa linha. Seguir diminuindo assimetrias, por exemplo, dentro do sistema financeiro, com mais tributação de juros sobre capital próprio, mais tributação de alguns bancos digitais, que acabam pagando muito menos do que bancos tradicionais, quando não há justificativa para isso”, disse.

    Durigan também refutou as críticas de que a medida provisória seria meramente arrecadatória. “Existiam quatro itens nessa medida provisória que faziam corte de gastos e que não foram aprovados pelo Congresso. Como a limitação do fundo do DF não foi aprovada no ano passado. Essas medidas dariam uma economia de R$ 15 bilhões por ano de 2026”, ponderou.

    Sobre próximos passos, Durigan declarou que se reunirá com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em busca de medidas que mantenham o “sentido” da política do governo. Não quis comentar alternativas, mas afirmou que a pasta deve considerar a priorização do projeto de lei que trata de benefícios fiscais.

    “A Receita Federal disponibilizou um instrumento em que as empresas declaram o quanto elas estão gozando de benefício fiscal, concretamente. As projeções que a gente tinha de benefício fiscal estão sendo superadas pelas declarações das próprias empresas”, contou o secretário, que estima um gasto de R$ 700 bilhões com a rubrica.

    “O que estamos propondo é diminuir 10% e manter 90% do benefício. Essa, por exemplo, é uma medida que deveria ser aprovada, porque já houve um consenso tratado pelos presidentes das duas casas, em várias reuniões”, disse.

    Derrubada de MP é 'torcida contra o país', diz secretário-executivo da Fazenda