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  • Guilherme está na roça; Carol, Yoná e Dudu disputam prova do fazendeiro

    Guilherme está na roça; Carol, Yoná e Dudu disputam prova do fazendeiro

    Miss Bumbum, ex-Ilhados com a Sogra e jornalista se enfrentam na próxima quarta-feira (8); sobrinho de Fábio Jr. é vetado e vai direto para disputa de votos do público

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Indicada pela fazendeira Rayane Figliuizzi, Carol Lekker ocupou o primeiro banquinho na formação de roça desta terça-feira (7) em A Fazenda 17.

    O segundo banquinho foi de Yoná Sousa, que recebeu 11 votos da casa. Em seguida, Saory Cardoso, dona do poder laranja, teve de escolher dois peões para que um deles fosse indicado por Yoná. Ela escolheu Guilherme Boury e Toninho Tornado. Yoná decidiu por Guilherme para ocupar o terceiro banquinho.

    Luiz Mesquita, dono do poder branco, teve de imunizar três colegas da dinâmica Resta Um. Ele escolheu livrar Fernando Sampaio, Shia Phoenix e Saory.

    Na dinâmica Resta Um, Dudu Camargo não foi salvo por ninguém e acabou ocupando o quarto banquinho da roça. Dudu escolheu Guilherme para ficar de fora da prova do fazendeiro.

    Na próxima quarta-feira (8), Carol, Dudu e Yoná disputam a prova. Um deles sairá fazendeiro da semana, enquanto os outros dois enfrentarão Guilherme na disputa pelos votos do público.

    Guilherme está na roça; Carol, Yoná e Dudu disputam prova do fazendeiro

  • Justiça nega pedido de Duilio e mantém investigação de cartões corporativos

    Justiça nega pedido de Duilio e mantém investigação de cartões corporativos

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Justiça de São Paulo negou o pedido de Duilio Monteiro Alves, ex-presidente do Corinthians, para interromper a investigação do Ministério Público sobre supostos gastos irregulares com cartões corporativos do clube.

    HABEAS CORPUS NEGADO

    O habeas corpus impetrado pela defesa do ex-presidente na semana passada foi negado. A defesa de Duilio buscava o trancamento definitivo do Procedimento Investigatório Criminal (PIC) conduzido pelo promotor Cássio Roberto Conserino. A investigação apura despesas da presidência do Corinthians entre os anos de 2018 e 2025, nas gestões de Andrés Sanchez, Augusto Melo e do próprio Duilio.

    O advogado de Duílio alega que a investigação se baseia em provas frágeis, como matérias jornalísticas e uma planilha de origem não comprovada que aponta R$ 86.524,62 em despesas pessoais.

    Além disso, o pedido de liminar argumenta que o caso é um assunto interna corporis, ou seja, de gestão interna do clube, e que a apuração pelo MP viola a autonomia da entidade desportiva.

    No documento, a defesa ressaltou que as contas da gestão de Duilio foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo (CD) do Corinthians, com o respaldo de uma auditoria externa, o que atestaria a regularidade dos gastos perante a própria organização.

    Apesar dos argumentos, a Justiça não viu urgência para suspender o procedimento de imediato. A investigação criminal prossegue enquanto o mérito do habeas corpus será julgado futuramente pela 8ª Câmara de Direito Criminal.

    Em contato com o UOL, a defesa de Duilio disse que tenta “afastar preventivamente qualquer constrangimento ilegal” ao ex-presidente, mas que a “medida não se opõe à realização de esclarecimentos legítimos”.

    A defesa de Duilio Monteiro Alves esclarece que impetrou Habeas Corpus no Tribunal de Justiça de São Paulo a fim de afastar preventivamente qualquer constrangimento ilegal decorrente de procedimento investigatório sem justa causa qualificada, apoiada em documentos apócrifos de origem duvidosa. A medida não se opõe à realização de esclarecimentos legítimos, mas à utilização de expediente investigatório genérico e indefinido, o chamado ‘fishing expedition’, em desacordo com os limites constitucionais e legais. A defesa reitera também sua plena confiança no Poder Judiciário para a correta apreciação da matéria – Lucas Lopes Knupp, advogado de Duilio

    Leila rebate Bap e diz: ‘Não estou comprando nem o Vasco nem a Netflix’

    Folhapress | 14:24 – 08/10/2025

    Justiça nega pedido de Duilio e mantém investigação de cartões corporativos

  • INSS repassou quase R$ 400 milhões em três anos a investigada em CPI

    INSS repassou quase R$ 400 milhões em três anos a investigada em CPI

    Relatório mostra transferências milionárias entre contas da própria titularidade; entidade foi procurada por telefone e e-mail, mas não respondeu

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Ambec (Associação de Aposentados Mutualista para Benefícios Coletivos) recebeu R$ 394,5 milhões de repasses do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) entre 2023 e abril deste ano, de acordo com relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

    O documento, obtido pela reportagem, levanta suspeitas sobre o volume das transações e aponta movimentações com indícios de atipicidade.

    O levantamento do Coaf mostra que a entidade, uma das principais investigadas no caso dos descontos irregulares em aposentadorias do INSS, fez transações milionárias para contas da própria titularidade. Também indica transferências para empresas ligadas a Maurício Camisotti, apontado como possível beneficiário do esquema de desvios.

    A reportagem procurou a Ambec por telefone e por e-mail ao longo de terça-feira (7), mas não foi respondida. A defesa de Camisotti negou irregularidades.

    A Ambec passou a ser nacionalmente conhecida neste ano, depois da operação da Polícia Federal e da CGU (Controladoria-Geral da União), em abril, contra entidades e empresas que teriam se beneficiado de descontos irregulares em benefícios previdenciários.

    As entidades tinham acordos com a Previdência para fazer descontos diretamente em benefícios, desde que autorizados pelos beneficiários, normalmente em troca de algum serviço. Os descontos, porém, estariam sendo realizados sem a anuência dos aposentados e pensionistas.

    O relatório elaborado pela PF na época da operação aponta a Ambec como a entidade que mais cresceu, proporcionalmente, no volume de descontos de 2021 para 2022. “Estrondosos 11.092.533% [de aumento], passando de R$ 135 arrecadados em 2021, para R$ 14.975.055 em 2022”, afirma o texto.

    O período analisado é anterior ao coberto pelo relatório do Coaf obtido pela reportagem, mas o documento da PF afirma que houve novo aumento nos anos seguintes.

    O relatório do Coaf obtido pela reportagem mostra que a Ambec recebeu R$ 242,4 milhões do Fundo do Regime Geral de Previdência Social entre dezembro de 2023 e setembro de 2024, R$ 23,4 milhões entre setembro e novembro de 2024 e R$ 128,7 milhões entre novembro de 2024 e abril de 2025. O crédito de R$ 23,4 milhões foi em um único depósito.

    O principal destino do dinheiro vindo do INSS, recebido pela Ambec em uma conta no Bradesco, foi outra conta da própria entidade no Itaú. Entre agosto de 2023 a abril de 2024, por exemplo, essa segunda conta recebeu R$ 112,9 milhões da primeira. Entre janeiro e junho de 2025, foram R$ 82,6 milhões em transações com essa origem e esse destino.

    Em um trecho do relatório, o Coaf afirma que “o faturamento não ampara a movimentação” de recursos.

    “Chama atenção a movimentação financeira apresentar-se incompatível com a capacidade financeira da cliente, considerando faturamento e o volume transacionado a crédito no período analisado, o que pode indicar que cliente tenha parte de sua renda na informalidade e/ou recursos transacionados sejam provenientes de atividade não declarada, além da possibilidade de favorecimento tributário/ocultação fiscal”, escreveu o órgão.

    Em outra parte do documento, o Coaf aponta “existência de contas que apresentem créditos e débitos com a utilização de instrumentos de transferência de recursos não característicos para a ocupação ou o ramo de atividade desenvolvida pelo cliente”.

    Parte das empresas que mais receberam da Ambec tem alguma ligação com Maurício Camisotti, segundo o relatório da PF. No documento, ele é mencionado como possível beneficiário final do esquema de descontos irregulares e como alguém que tinha influência sobre a entidade.

    Os relatórios do Coaf analisados pela reportagem apontam para R$ 59,9 milhões pagos à Rede Mais Saúde, administrada pelo filho de Camisotti, Paulo Otávio Montalvão Camisotti. Também há R$ 16,1 milhões repassados à Prospect Consultoria Empresarial, de Antonio Carlos Camilo Antunes.

    Antunes é apontado pelos investigadores como operador do esquema de descontos irregulares. Ele ficou conhecido como “Careca do INSS” e se tornou um dos nomes mais famosos do escândalo.

    O investigado prestou depoimento à CPI no fim de setembro e negou irregularidades. “A Prospect sempre pautou sua atuação dentro dos limites da legalidade”, disse ele.

    Camisotti disse, por meio de sua defesa, sua empresa prestou serviços administrativos e tecnológicos para a Ambec, sem participar das captação ou gerenciamento dos associados. “O empresário reforça que nunca obteve qualquer vantagem indevida, o que será provado por sua defesa”, afirmou a defesa em nota.

    A Rede Mais Saúde afirmou, por meio de nota, que os recursos recebidos foram em troca de prestações de serviços, “tais como descontos em consultas e exames, telemedicina e outros serviços de saúde”. Também disse que cancelou os contratos com a Ambec depois da operação da Polícia Federal.

    Tanto Antunes quanto Camisotti estão presos desde 12 de setembro. A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) validou a prisão, decretada sob o argumento de que os dois tentavam frustrar as investigações sobre os descontos em benefícios previdenciários.

    INSS repassou quase R$ 400 milhões em três anos a investigada em CPI

  • Trump recorre à IA para criar factoides e tirar foco do apagão do governo

    Trump recorre à IA para criar factoides e tirar foco do apagão do governo

    Trump tem feito experimentos com tecnologia e repercutido mais em jornais do que nas redes; conteúdo tem origem em podcasts; especialista fala em tática diversionista

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A paralisação do governo americano causada pela falta de consenso no Congresso sobre o orçamento federal já afeta os serviços do governo dos EUA, mas foi por outro ângulo que Trump ganhou espaço na mídia na última sexta (3): um vídeo feito com inteligência artificial no qual exalta a atuação de um de seus mais altos funcionários.

    O material foi publicado na Truth Social, rede social do mandatário americano, na qual não há regras sobre a divulgação de materiais produzidos com IA.

    O deepfake -um vídeo gerado com IA copiando a aparência de alguém (o próprio Trump no caso)- mostra o presidente americano tocando percussão para Russ Vought, o diretor do escritório de gestão e orçamento dos EU, que, vestido como a Morte, corta gastos com uma foice.

    O post de Trump é um corte de vídeo feito, pelo influenciador Brenden Dilley, o líder do Dilley Meme Team, uma autodeclarada milícia online de Trump formada por 21 contas espalhadas entre X, Rumble e Truth Social. Subiu primeiro na rede social Rumble, que não impõe moderação.

    O discurso oficial da Casa Branca, assinado por Vought, é que o fechamento da máquina pública é uma oportunidade para demitir servidores públicos culpando os democratas por não aceitarem o orçamento. Ao mesmo tempo, um levantamento da YouGov encomendado pela Economist mostra que a maioria da população americana liga a piora dos serviços à atuação do Partido Republicano, de Trump.

    Em vez de tratar do assunto, o presidente americano publicou uma sequência de vídeos de IA, da qual o vídeo de Vought foi o primeiro. Depois, apareceu com as vestes jedi de Star Wars em frente a um precipício e, na sequência, arremessando bonés na cabeça de apoiadores no salão oval da Casa Branca -tudo era artificial.

    O episódio não é inédito, uma vez que Trump divulgou montagens de democratas vestindo sombreiros mexicanos depois de ter sua proposta de orçamento recusada e publicou um vídeo de IA de uma suposta “riviera Palestina” com homens árabes vestidos de dançarinas do ventre.

    Para a fundadora da agência de checagem Lupa, Cristina Tardáguila, Trump usa esse material que beira o ofensivo como uma tática diversionista para ditar a pauta dos veículos de comunicação.

    Segundo a plataforma de monitoramento Palver, os vídeos repercutem mais na imprensa do que nas redes sociais. Uma busca que relacionava Vought ao meme “Reaper” (o “Ceifador”, personagem que representa a morte) na plataforma Palver retornou 406 artigos noticiosos e zero menções em grupos de WhatsApp e Telegram brasileiros monitorados -o número também é zero entre contas brasileiras relevantes no X (ex-Twitter) e no Instagram.

    Uma busca do vídeo no X mostra que a maior repercussão do vídeo, além da republicação por Trump, foi em uma parcela da bolha trumpista. No TikTok, tampouco houve grande repercussão. Ao mesmo tempo, o assunto foi tema de episódio do podcast diário do New York Times, o Daily.

    Tardáguila compara essa operação aos factoides criados pelo ex-prefeito carioca Cesar Maia, que proibiu videogames violentos e criticou o horário de verão durante momentos de crise. Procurado, Maia disse que não usaria essa estratégia nos dias de hoje. “Vivemos outro momento com outras implicações.”

    Na era das redes sociais, essa tática recebe o nome de “trolling”, em referência a “troll”, monstro nórdico conhecido por ser traiçoeiro. O troll é o usuário de internet que publica material ofensivo para chamar atenção.

    Dilley, o autor original do vídeo, se identifica como um “mestre troll”.

    Na imprensa, sobretudo americana, o vídeo de Vought chocou por usar uma paródia feita com IA de uma famosa música americana protegida por direitos autorais -“(Don’t Fear) the Reaper” da banda Blue Öyster Cult.

    Em sua página oficial no Facebook, a banda disse que não foi notificada do uso da própria música, que foi base da paródia feita com IA divulgada por Trump.

    “Os direitos autorais da música pertencem 100% à Sony Music, e a banda Blue Oyster Cult não tem direito algum sobre o uso da faixa.”

    Procurada, a Sony não quis comentar o caso.

    No YouTube, por exemplo, onde há regras rígidas contra reprodução de imagens e sons protegidos por direitos autorais, o vídeo seria derrubado pela moderação.

    O videocast de Dilley também está online no Spotify desde o dia 3 de outubro. A plataforma de streaming de música, que implementou regras para impedir que artistas tenham a voz copiada em músicas geradas com IA, não respondeu aos questionamentos da reportagem.

    Os 21 membros da autodeclarada milícia digital Dilley Meme Team produzem memes, divulgam-nos de forma organizada na rede e, de acordo com a descrição de sua página, levam com frequência suas criações às contas do presidente Trump e até a comícios presidenciais.

    Ainda segundo Dilley, o grupo consegue dinheiro nas redes com publicidade programática e venda direta de anúncios e direciona parte das receitas ao diretório do presidente americano. Na corrida presidencial de 2024, uma empresa em nome do influenciador doou US$ 7.000 à campanha de Trump.

    Dilley disse em podcast que já recebeu intimações por usar músicas sem autorização, mas nunca teve de retirar nada do ar. “Vou limpar o traseiro com as intimações”, afirmou. Procurado pela reportagem nas redes sociais e via email, ele não respondeu.

    Segundo o ativista, as músicas são feitas com trilha sonora de karaokê e a letra e a canção são feitas com ferramentas de IA -ele não mencionou quais. O uso de trilhas sonoras de karaokê para fazer paródias é permitido na jurisprudência dos Estados Unidos.

    Porém, segundo Dilley, a maior proteção desse conteúdo é o próprio Trump: “Depois que o presidente posta, quero ver pedirem que remova o vídeo”, disse.

    Trump recorre à IA para criar factoides e tirar foco do apagão do governo

  • Amigas flagram gravação da cena da morte de Odete Roitman e entregam nova suspeita

    Amigas flagram gravação da cena da morte de Odete Roitman e entregam nova suspeita

    As amigas estavam hospedadas no icônico Copacabana Palace e gravaram trechos da novela; a autora Manuela Dias deixou claro que seriam cinco os suspeitos de ter matado a vilã da trama

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Imagine estar no Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, no exato momento em que cenas da morte de Odete Roitman, em “Vale Tudo”, são gravadas. E detalhe: você vê tudo de camarote. Foi isso o que aconteceu com um trio de amigas que estava por trás das câmeras na hora em que César (Cauã Reymond) sai do hotel em meio à tensão pelo assassinato da protagonista.

    Em vídeos que circulam pelas redes sociais, as três comentam sobre a gravação na hora em que ela acontece. Porém, um detalhe que passou despercebido por elas adiciona mais um nome à lista de suspeitos.

    Isso porque nas imagens gravadas por elas é possível ver a atriz Teca Pereira, intérprete de Nice, saindo logo depois de César. Nice era a mulher idosa que cuidava de Leonardo (Guilherme Magon) e escondia esse segredo para Odete (Debora Bloch). Ela recebia dinheiro para manter esse mistério sobre a suposta morte do rapaz. Na trama, foi dada como morta.

     
     
     

     
     
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    Uma publicação compartilhada por Luana Fernanda Lima (@luanalimaaofc)

    Vale lembrar que Olavo (Ricardo Teodoro) não conseguiu dar o tiro fatal da janela do hotel e disse que havia ficado preso no elevador “com uma senhora que poderia ter uns 120 anos”, uma referência que pode ser de Nice.

    Ao Fantástico e também durante o capítulo derradeiro, a autora Manuela Dias deixou claro que seriam cinco os suspeitos: César (Cauã Reymond), Celina (Malu Galli), Heleninha (Paolla Oliveira), Maria de Fátima (Bella Campos) e Marco Aurélio (Alexandre Nero). Porém, há indícios de que mais gente possa entrar nessa lista.

    Amigas flagram gravação da cena da morte de Odete Roitman e entregam nova suspeita

  • Casares muda postura e implementa mais abertura na gestão do São Paulo

    Casares muda postura e implementa mais abertura na gestão do São Paulo

    (UOL/FOLHAPRESS) – O São Paulo decidiu abrir uma nova fase de transparência em sua gestão. Após reavaliação interna e manifestações nas arquibancadas, o presidente Julio Casares aprovou um pacote de medidas que pretende aproximar o torcedor das decisões do clube.

    MAIS TRANSPARÊNCIA

    As mudanças atingem tanto o campo administrativo quanto o futebol, em meio aos pedidos do clube à CBF para divulgação dos áudios do VAR no Choque-Rei.

    Segundo fontes no Morumbis, a decisão de ampliar a transparência foi influenciada pelo recente pedido do clube à CBF por mais transparência sobre a atuação da arbitragem no clássico de domingo. A avaliação interna foi de que, se o São Paulo exige mais abertura na confederação, precisa também adotar o mesmo padrão de clareza dentro de casa.

    No lado financeiro, o São Paulo passará a publicar relatórios periódicos -a cada 45 a 60 dias- detalhando a situação econômica e as movimentações mais recentes.

    Os valores das transferências de jogadores vendidos também serão divulgados oficialmente. Os números das negociações recentes de jovens formados nas categorias de base de Cotia têm sido cerne de insatisfação de torcedores.

    No dia a dia do time, o clube retomará parte da abertura com a imprensa. Está previsto que, a partir da próxima semana, um dos treinamentos seja acessível aos jornalistas, ainda que apenas em parte.

    Além disso, boletins médicos com atualizações sobre o elenco passarão a ser divulgados semanalmente. O clube tem sofrido com uma onda de lesões no recorte recente e já havia mudado sua postura há algumas semanas, quando passou a divulgar relatórios médicos explicitando os passos da recuperação de alguns jogadores do departamento médico.

    Outro ponto aprovado é a realização de coletivas mensais, comandadas por Casares ou um profissional do futebol -como dirigente, jogador, médico ou outro funcionário, para discutir temas de interesse do clube e responder a questionamentos públicos. A previsão é de uma por mês.

    As medidas surgem em meio a um ambiente político turbulento. Desde a eliminação para a LDU na Copa Libertadores, protestos contra Casares e outros dirigentes passaram a ganhar corpo entre a torcida. Principal organizada do clube, a Independente chegou a organizar uma manifestação em frente ao Morumbis antes do jogo contra o Ceará, no último dia 29.

    Após duas graves lesões nos joelhos, Éder Militão revelou que chegou a pensar em encerrar a carreira. O zagueiro do Real Madrid celebrou o retorno à boa forma e agradeceu o apoio da família, destacando a superação física e emocional após dois anos de recuperação

    Folhapress | 13:00 – 08/10/2025

    Casares muda postura e implementa mais abertura na gestão do São Paulo

  • União Brasil expulsa Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

    União Brasil expulsa Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

    Celso Sabino (foto) é deputado federal pelo Pará e se licenciou do mandato em 2023 para ocupar a cadeira de ministro do Turismo na gestão petista, no lugar de Daniela Carneiro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O comando nacional do União Brasil decidiu punir Celso Sabino nesta quarta-feira (8) em função da permanência dele no governo Lula, no qual ocupa a pasta do Turismo. O partido anunciou no mês passado o desembarque da gestão petista.

    A legenda abiu um processo de expulsão, com envio do caso ao Conselho de Ética, para análise em 60 dias; dissolveu o diretório do Pará, controlado por Sabino; e afastou-o de toda atividade partidária. Ele era integrante da executiva nacional e do diretório nacional.

    A decisão pela punição ocorreu durante uma reunião realizada nesta manhã, com membros da executiva nacional do União Brasil convocados pelo presidente da legenda, Antônio Rueda.

    Sabino participou da reunião e disse em entrevista à imprensa que decidiu permanecer no governo Lula, sob a justificativa de que se envolveu pessoalmente com a COP30 e que não pode abandonar sua pasta agora, faltando poucos dias para a realização do evento. Sua base eleitoral, o Pará, é sede do encontro diplomático.

    “Estamos a 30 dias da COP30, maior reunião diplomática do mundo. Não é oportuno que haja uma interrupção no trabalho. Vou permanecer pelo bem do povo do Pará, pela COP30”, disse ele.

    Também afirmou que entende que o atual governo representa hoje o melhor projeto para o país e que deve sair candidato nas eleições de 2026, quando deverá deixar a Esplanada e voltar para o Legislativo, em função da obrigatoriedade de desincompatibilização.

    Disse ainda que o União Brasil tomou decisões equivocadas e que os partidos precisam atender aos interesses da população.

    Presente na reunião, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), pré-candidato ao Planalto, disse que Sabino faz o jogo do PT e se comporta como traidor.

    “Se ele quiser ficar no governo mesmo, é uma imoralidade ímpar. Soldado do Lula e soldado do União Brasil? Como é isso? É uma condição que não pode ser admitida”, disse Caiado, antes de entrar na reunião.

    Além de Sabino, o PP também comunicou nesta quarta que o ministro do Esporte, André Fufuca, foi afastado das decisões partidárias, da vice-presidência nacional do partido e da presidência da sigla no Maranhão. A punição ocorreu pela resistência de Fufuca em deixar o ministério.

    “O partido reitera o posicionamento de que não faz e não fará parte do atual governo, com o qual não nutre qualquer identificação ideológica ou programática”, justificou o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), em nota.

    Sabino é deputado federal pelo Pará e se licenciou do mandato em 2023 para ocupar a cadeira de ministro do Turismo na gestão petista, no lugar de Daniela Carneiro.

    União Brasil expulsa Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

  • União Brasil abre processo de expulsão contra Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

    União Brasil abre processo de expulsão contra Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

    Celso Sabino (foto) é deputado federal pelo Pará e se licenciou do mandato em 2023 para ocupar a cadeira de ministro do Turismo na gestão petista, no lugar de Daniela Carneiro

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O comando nacional do União Brasil decidiu punir Celso Sabino nesta quarta-feira (8) em função da permanência dele no governo Lula, no qual ocupa a pasta do Turismo. O partido anunciou no mês passado o desembarque da gestão petista.

    A legenda abiu um processo de expulsão, com envio do caso ao Conselho de Ética, para análise em 60 dias; dissolveu o diretório do Pará, controlado por Sabino; e afastou-o de toda atividade partidária. Ele era integrante da executiva nacional e do diretório nacional.

    A decisão pela punição ocorreu durante uma reunião realizada nesta manhã, com membros da executiva nacional do União Brasil convocados pelo presidente da legenda, Antônio Rueda.

    Sabino participou da reunião e disse em entrevista à imprensa que decidiu permanecer no governo Lula, sob a justificativa de que se envolveu pessoalmente com a COP30 e que não pode abandonar sua pasta agora, faltando poucos dias para a realização do evento. Sua base eleitoral, o Pará, é sede do encontro diplomático.

    “Estamos a 30 dias da COP30, maior reunião diplomática do mundo. Não é oportuno que haja uma interrupção no trabalho. Vou permanecer pelo bem do povo do Pará, pela COP30”, disse ele.

    Também afirmou que entende que o atual governo representa hoje o melhor projeto para o país e que deve sair candidato nas eleições de 2026, quando deverá deixar a Esplanada e voltar para o Legislativo, em função da obrigatoriedade de desincompatibilização.

    Disse ainda que o União Brasil tomou decisões equivocadas e que os partidos precisam atender aos interesses da população.

    Presente na reunião, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), pré-candidato ao Planalto, disse que Sabino faz o jogo do PT e se comporta como traidor.

    “Se ele quiser ficar no governo mesmo, é uma imoralidade ímpar. Soldado do Lula e soldado do União Brasil? Como é isso? É uma condição que não pode ser admitida”, disse Caiado, antes de entrar na reunião.

    Além de Sabino, o PP também comunicou nesta quarta que o ministro do Esporte, André Fufuca, foi afastado das decisões partidárias, da vice-presidência nacional do partido e da presidência da sigla no Maranhão. A punição ocorreu pela resistência de Fufuca em deixar o ministério.

    “O partido reitera o posicionamento de que não faz e não fará parte do atual governo, com o qual não nutre qualquer identificação ideológica ou programática”, justificou o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI), em nota.

    Sabino é deputado federal pelo Pará e se licenciou do mandato em 2023 para ocupar a cadeira de ministro do Turismo na gestão petista, no lugar de Daniela Carneiro.

    União Brasil abre processo de expulsão contra Sabino após ministro decidir ficar no governo Lula

  • Desabamento em restaurante de Fogaça deixa feridos: "situação grave"

    Desabamento em restaurante de Fogaça deixa feridos: "situação grave"

    Uma vítima foi levada para o Hospital das Clínicas pelo Corpo de Bombeiros; outra vítima está em estado grave

    Na tarde desta quarta-feira (8), um desabamento no restaurante Jamile, de Henrique Fogaça, em São Paulo, deixou seis pessoas feridas, uma delas está sob escombros, em estado grave. Uma vítima foi levada para o Hospital das Clínicas por via terrestre.

    De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o teto do restaurante, localizado na Bela Vista, região central da capital paulista, desabou. Inicialmente, os funcionários pensaram que se tratava de uma explosão na de gás na cozinha, porém os bombeiros identificaram um problema na estrutura do teto.

    Conforme a Secretaria da Segurança Pública, equipes da Polícia Militar, incluindo o policiamento territorial e o Corpo de Bombeiros, estão no local prestando socorro às vítimas e oferecendo assistência aos familiares e demais presentes.

    O chef Henrique Fogaça, conhecido por seu trabalho no Masterchef Brasil, é o proprietário do Jamile, que é um restaurante moderno e contemporâneo na região.

    Desabamento em restaurante de Fogaça deixa feridos: "situação grave"

  • Custo da cesta básica cai em 22 capitais em setembro

    Custo da cesta básica cai em 22 capitais em setembro

    Tomate, arroz, batata e café em pó puxaram quedas, de acordo com pesquisa da Conab e Dieese. Fortaleza, Palmas, Rio Branco e São Luís registram maiores reduções

    O valor do custo dos alimentos básicos, a chamada cesta básica, teve redução em 22 das 27 capitais brasileiras entre agosto e setembro. As reduções mais expressivas ocorreram em Fortaleza (-6,31%), Palmas (-5,91%), Rio Branco (-3,16%), São Luís (-3,15%) e Teresina (-2,63%). A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos foi divulgada nesta quarta-feira, 8 de outubro, pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese)

    “A redução do custo da cesta básica em boa parte das capitais é sinal importante de que as políticas do Governo do Brasil de abastecimento e apoio à produção de alimentos estão funcionando”, disse Edegar Pretto, presidente da Conab.

    Em setembro, os menores valores médios da cesta básica foram registrados em Aracaju (R$ 552,65), Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74), Natal (R$ 610,27) e João Pessoa (R$ 610,93), cidades das regiões Norte e Nordeste que têm composição diferente da cesta. O maior custo ficou em São Paulo (R$ 842,26). 

    “A redução do custo da cesta básica em boa parte das capitais é sinal importante de que as políticas do Governo do Brasil de abastecimento e apoio à produção de alimentos estão funcionando. A Conab e o Dieese trabalham para garantir transparência nos preços e contribuir com ações que assegurem comida de qualidade e a preços justos na mesa das famílias brasileiras”, afirma o presidente da Conab, Edegar Pretto.

    TOMATE – O tomate teve queda em 26 capitais entre agosto e setembro, com variações de -47,61% em Palmas a -3,32% em Campo Grande. O aumento da oferta, resultado da colheita da safra nacional, ajudou a reduzir os valores no varejo. Apenas Macapá registrou alta (4,41%).

    ARROZ – O arroz agulhinha ficou mais barato em 25 das 27 cidades, com destaque para Natal (-6,45%), Brasília (-5,33%) e João Pessoa (-5,05%). Mesmo com as exportações aquecidas, o recorde de produção da safra 2024/25 manteve o excedente interno elevado, o que reduziu as cotações. A única alta ocorreu em Vitória (1,29%), e o preço se manteve estável em Palmas.

    AÇÚCAR – O preço do açúcar caiu em 22 capitais, com variações de -17,01% em Belém a -0,26% em São Luís. O aumento da produção nas usinas paulistas e a previsão de maior oferta na Ásia provocaram queda nos preços externos e, consequentemente, no mercado interno. Apenas em Goiânia (0,51%) e João Pessoa (0,49%) o preço médio subiu.

    CAFÉ – O café em pó caiu em 14 capitais. As maiores reduções ocorreram no Rio de Janeiro (-2,92%) e em Natal (-2,48%). Apesar da valorização internacional do grão, os preços elevados nos supermercados inibiram a demanda, reduzindo as cotações médias. As maiores altas foram em São Luís (5,10%) e em Campo Grande (4,32%).

    BATATA – No caso da batata, coletadas nas cidades do Centro-Sul, em dez capitais o produto ficou mais barato, com reduções do valor médio entre -21,06% em Brasília e -3,54% em Porto Alegre. A queda se deve à maior oferta, com o avanço da colheita da safra de inverno. Só Belo Horizonte apresentou elevação (3,07%).

    CARNE BOVINA – Já na carne bovina de primeira, as quedas mais acentuadas ocorreram em Macapá (-2,41%), Natal (-1,13%) e São Luís (-1,03%). A estiagem limitou a oferta, enquanto a baixa demanda impediu altas mais generalizadas. O produto subiu em 16 capitais e caiu em 11. A maior alta foi registrada em Vitória (4,57%).

    TRIMESTRE – O estudo trouxe ainda o recorte entre julho e setembro de 2025, que indicou queda no preço dos alimentos em 25 das 27 cidades em que é feito o levantamento no período. A capital que apresentou maior queda foi Fortaleza, com -8,96%, com a cesta passando de R$ 738,09 em julho para R$ 677,42 em setembro, R$ 60,67 a menos. São Luís/MA (-6,51%), Recife/PE (-6,41%) e João Pessoa/PB (-6,07%) aparecem na sequência. Nos últimos três meses analisados, as duas únicas capitais que apresentaram alta foram Macapá/AP (+0,94%) e Campo Grande (+0,63%).

    PARCERIA – A coleta de preços de alimentos básicos foi ampliada de 17 para 27 capitais brasileiras em 2025, resultado da parceria entre a Conab e o Dieese. A iniciativa reforça a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os primeiros resultados com todas as capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025, com base nos dados de julho.

    Custo da cesta básica cai em 22 capitais em setembro