Blog

  • Intoxicação por metanol: na UTI, Hungria não apresenta problema de visão

    Intoxicação por metanol: na UTI, Hungria não apresenta problema de visão

    O artista começou a apresentar quadro de cefaleia, náusea, vômito, turvação visual e acidose metabólica, após consumir vodca na casa de um amigo, em Brasília

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O rapper Hungria está consciente, orientado, estável, com respiração espontânea e sem alterações visuais. As informações foram confirmadas em boletim médico divulgado pela equipe do artista.

    “O Hospital DF Star informa que o cantor Gustavo da Hungria Neves (Hungria) permanece internado em Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Brasília. O artista deu entrada na unidade após suspeita de intoxicação por bebida adulterada. No momento, encontra-se consciente, orientado, estável, com respiração espontânea e sem alterações visuais. Ele iniciou tratamento específico, incluindo hemodiálise, como medida preventiva para a eliminação de substâncias tóxicas. Até o momento, não há previsão de alta hospitalar”, diz a nota oficial divulgada pela equipe do artista.

    Anteriormente, assessoria do músico informou que foram iniciadas sessões de hemodiálise, além de um tratamento com etanol. As medidas teriam sido tomadas por precaução.

    ENTENDA O CASO

    Músico apresenta quadro de cefaleia, náusea, vômito, turvação visual e acidose metabólica, informou a unidade de saúde. Os sintomas apareceram após ele consumir vodca na casa de um amigo, em Brasília.

    “O cantor encontra-se sob cuidados médicos após a suspeita de ter ingerido bebida adulterada, em situação que remete aos casos recentemente noticiados em São Paulo”, disse a equipe do artista.

    “Foi iniciado tratamento especializado e, no momento, o paciente está em investigação da etiologia do quadro”, disse o hospital DF Star.

    Boletim é assinado pelos médicos Leandro Machado, Guilherme Meyer e Allisson B Barcelos Borges.

    Equipe do cantor também anunciou o adiamento de shows. “Por orientação médica e com o objetivo de preservar sua saúde, os shows previstos para este final de semana serão remarcados. O artista permanece em acompanhamento e já está fora de risco iminente”, diz trecho de comunicado.

    Gustavo da Hungria Neves, ou ”Hungria Hip Hop”, começou a viralizar na internet aos 14 anos. Com mais de 12,1 milhões de seguidores no Instagram, o músico soma hits nacionais.

    Intoxicação por metanol: na UTI, Hungria não apresenta problema de visão

  • Lateral Vitinho é convocado para defender a seleção brasileira

    Lateral Vitinho é convocado para defender a seleção brasileira

    O lateral Vitinho, do Botafogo, foi convocado nesta quinta-feira (2) pelo técnico italiano Carlo Ancelotti para defender a seleção brasileira na próxima Data Fifa. O jogador do Glorioso ocupará a vaga de Vanderson, do Monaco (França), desconvocado por causa de uma lesão sofrida na última partida por sua equipe pela Liga dos Campeões da Europa.


     

    Na última quarta-feira (1), o comandante da seleção brasileira convocou os jogadores que defenderão o Brasil na Data Fifa de outubro contra a Coreia do Sul e o Japão. O destaque entre os 26 selecionados foi o retorno dos atacantes Rodrygo e Vinicius Júnior, ambos do Real Madrid (Espanha).

    O Brasil enfrenta a Coreia do Sul no dia 10 e outubro, a partir das 8h (horário de Brasília), no Estádio da Copa do Mundo de Seul, em Seul, e encara os japoneses no dia 14, a partir das 7h30, no Estádio Ajinomoto, em Tóquio.

    Senegal e Tunísia lideram seus respectivos grupos das Eliminatórias Africanas e podem garantir vaga na Copa do Mundo nos próximos dias

    Folhapress | 16:24 – 02/10/2025


    Lateral Vitinho é convocado para defender a seleção brasileira

  • Dólar fecha em alta e Bolsa tem forte queda com isenção do IR no Brasil e 'shutdown' dos EUA

    Dólar fecha em alta e Bolsa tem forte queda com isenção do IR no Brasil e 'shutdown' dos EUA

    O clima de cautela nos mercados globais com a paralisação parcial do governo norte-americano contaminou a Bolsa brasileira, que fechou em forte queda de 1,07%, a 143.949 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em alta de 0,21% nesta quinta-feira (2), cotado a R$ 5,339, com investidores no Brasil digerindo a aprovação do projeto de isenção do Imposto de Renda na Câmara dos Deputados.

    Dados de emprego dos Estados Unidos também foram destaque na sessão, na esteira da paralisação parcial do governo norte-americano.

    O clima de cautela nos mercados globais contaminou a Bolsa brasileira, que fechou em forte queda de 1,07%, a 143.949 pontos.

    O plenário da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade uma das principais promessas de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT): a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês. O projeto ainda precisa passar pelo Senado Federal antes de começar a valer em 2026.

    Além de promessa da última campanha, a isenção do IR também é a principal aposta do PT para alavancar a popularidade de Lula em ano eleitoral. A medida ainda inclui um desconto no imposto de quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.350 mensais.

    Ao todo, a desoneração da base da pirâmide de renda deve beneficiar até 16 milhões de contribuintes a um custo de R$ 31,2 bilhões no ano que vem, segundo o relator, deputado Arthur Lira (PP-AL). Para compensar a perda desses recursos, o governo propôs a criação de um imposto mínimo de 10% sobre a alta renda, também aprovado apesar das resistências.

    O alvo da medida de compensação são 141 mil contribuintes que recolhem, em média, uma alíquota efetiva de 2,5%, que reflete a proporção de impostos recolhidos em relação à renda total.

    Para a equipe de Fernando Haddad, ministro da Fazenda, a estrutura é injusta. A pasta elaborou estudos em que concluiu que taxar a alta renda melhora a desigualdade, e o governo deflagrou uma ofensiva nas redes sociais em defesa da medida.

    Em entrevista nesta manhã em Brasília, Haddad comemorou a aprovação na Câmara e disse não esperar dificuldades na tramitação no Senado.

    “Não acredito que vá haver problemas, inclusive porque este projeto não busca só justiça tributária, ele busca justiça tributária com ancoragem fiscal”, disse Haddad.

    O projeto levantou temores de ingerência fiscal no ano passado, o que, entre outros fatores, levou o dólar ao recorde histórico de R$ 6,20. Mais do que a isenção em si, o mercado temia que o texto fosse desidratado na Câmara sem uma compensação para a perda de receita, desequilibrando as contas públicas e impondo dúvidas sobre a sustentabilidade da dívida do governo.

    Mas, mesmo com a compensação, a leitura do mercado é que o projeto não é totalmente neutro.

    “Ele aumenta a renda disponível para camadas que recebem até R$ 5.000, e isso indica que ele não é neutro do ponto de vista da demanda”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX. Em outras palavras, o especialista vê como mais provável que o dinheiro extra recebido pelo trabalhador seja gasto do que poupado.

    “Mesmo que ele seja fisicamente neutro do ponto de vista das contas públicas, o projeto provavelmente pode resultar numa leve aceleração da demanda, o que complementa o desafio inflacionário enfrentado pelo Copom (Comitê de Política Monetária)”, afirma.

    Nesse sentido, as pressões inflacionárias poderão levar o comitê a manter a taxa Selic em 15% ao ano por mais tempo. Essa leitura tira a atratividade da Bolsa, por exemplo, e reforça a posição da renda fixa como a bola da vez nas decisões de investimento.

    “A queda do Ibovespa hoje é uma combinação de fatores: o mercado está digerindo a proposta de isenção do IR e, principalmente, acompanhando os desdobramentos do ‘shutdown’ do governo dos EUA. No momento, pesa mais o fator internacional, porque o presidente Donald Trump subiu o tom quanto aos impasses que estão tendo na cena política”, diz Ian Lopes, economista da Valor Investimentos.

    A paralisação do governo dos Estados Unidos foi causada por falta de financiamento para serviços federais não essenciais, diante de um impasse entre republicanos e democratas no Congresso. A princípio, os efeitos disso se darão na interrupção de atividades das agências. O relatório de emprego payroll esperado para sexta-feira, por exemplo, foi adiado indefinidamente. Viagens aéreas serão atrasadas, pesquisas científicas, suspensas, e até 750 mil funcionários federais poderão ser dispensados, custando US$ 400 milhões ao governo.

    O problema principal para o mercado está na paralisação das agências estatísticas. Dados, sobretudo os de emprego e de inflação, servem como um termômetro da saúde econômica dos Estados Unidos, norteando as decisões de juros do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) e, por consequência, as de investimento dos operadores.

    O momento é especialmente sensível diante da cautela do Fed quanto ao ciclo de corte de juros, iniciado na reunião de setembro e cuja continuidade depende da evolução dos dados econômicos. A paralisação, segundo analistas, pode afetar tanto a qualidade quanto a pontualidade dos relatórios, diminuindo a visibilidade sobre a economia e, portanto, aumentando a incerteza na tomada de decisões.

    “Para os investidores, a não publicação do payroll em momento em que o Fed está em processo de corte de juros é preocupante”, diz o diretor da consultoria Wagner Investimentos, José Faria Júnior, em comentário enviado a clientes.

    Sem o payroll, o mercado agora se volta para relatórios mais laterais. O destaque do dia é a estimativa do Fed de Chicago, que prevê que a taxa de desemprego dos EUA “provavelmente” foi 4,3% em setembro.

    É a segunda vez que a métrica é publicada. A ideia é que ela seja divulgada duas vezes por mês para dar às autoridades uma ideia do estado do mercado de trabalho. O intuito, portanto, não é substituir o payroll, mas a ausência dele torna a leitura mais relevante do que o previsto à época de sua criação.

    A previsão sugere que o mercado de trabalho não está, por enquanto, em uma rápida deterioração, e os mercados financeiros continuam a refletir apostas pesadas em cortes de 0,25 ponto nos juros nas próximas duas reuniões do Fed, em outubro e dezembro.

    Dólar fecha em alta e Bolsa tem forte queda com isenção do IR no Brasil e 'shutdown' dos EUA

  • 'Shutdown' nos EUA pode afetar voos, parques, museus e consulados

    'Shutdown' nos EUA pode afetar voos, parques, museus e consulados

    O “shutdown” decorreu de um desacordo entre legisladores democratas e republicanos sobre como resolver um impasse do orçamento no Congresso

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O “shutdown” (paralisação econômica) que atinge os Estados Unidos deve causar prejuízos próximos de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,3 bilhões) por semana no turismo do país.

    A projeção é da U.S. Travel, entidade que representa os prestadores de serviços turísticos em território americano, e consta em nota enviada à Folha de S.Paulo nesta quinta-feira (2).

    O cálculo considera um montante que pode deixar de entrar no país em razão de problemas em serviços aéreos e fechamento de pontos turísticos geridos pelo governo federal -sem verba, esses locais, que incluem museus e parques nacionais, serão fechados.

    Em nota publicada nesta quarta-feira (1º), quando entrou em vigência o bloqueio econômico, o Consulado dos EUA em São Paulo já admite a possibilidade da interrupção na emissão de vistos.

    Segundo o órgão, o serviço permanece para emissão de passaportes e vistos já programados, e “continuarão enquanto a situação permitir”. Na publicação, feita no Instagram, o perfil também informou que a conta do consulado não será atualizada até a retomada total das operações.

    O “shutdown” atingiu o governo americano nesta quarta-feira, dia em que se inicia o ano fiscal naquele país. Ele decorreu de um desacordo entre legisladores democratas e republicanos sobre como resolver um impasse do orçamento no Congresso.

    Na prática, o bloqueio não afeta serviços essenciais como correios, previdência social e assistência de saúde Medicare -os servidores seguem trabalhando sem receber. Museus, parques e bibliotecas, no entanto, devem interromper totalmente os serviços.

    “Uma paralisação é um golpe totalmente evitável para a economia de viagens dos Estados Unidos e afetando milhões de viajantes e empresas, ao mesmo tempo em que coloca uma pressão desnecessária sobre uma força de trabalho federal de viagens já sobrecarregada”, declarou o CEO da U.S. Travel, Geoff Freeman, em carta enviada ao Congresso.
    COMO FICAM OS VOOS

    Segundo a Brand USA, agência independente que promove o turismo americano pelo mundo, os voos e serviços aeroportuários ainda funcionam normalmente. Entretanto, a agência não dá garantias de que não haverá interrupções nos próximos dias.

    Isso porque 11 mil funcionários da Administração Federal de Aviação devem ser afastados durante o bloqueio. Já 13 mil controladores de voos devem seguir trabalhando, porém sem receber pagamentos.

    Segundo a agência Reuters, companhias aéreas dos EUA afirmam que a medida vai atrasar voos e gerar filas. Isso aconteceu em 2019, quando houve o último bloqueio. À época, o tráfego no aeroporto de Nova York foi reduzido. O país, naquele ano, ficou 35 dias sob influência da trava orçamentária.

    EMISSÃO DE VISTOS

    Segundo o Consulado dos EUA em São Paulo, os vistos programados serão emitidos. Não há clareza, porém, na continuidade do serviço durante o bloqueio, que não há prazo para acabar.

    Portanto, a emissão de novos vistos para turistas pode ser prejudicada nas próximas semanas, caso o impasse não seja resolvido pelo Congresso americano.

    HOTÉIS, POUSADAS E PASSEIOS

    Serviços privados continuarão funcionando normalmente, mas passeios em lugares administrados pelo governo federal serão interrompidos.

    Para driblar o impasse, há outras opções de passeios, como o Central Park, um dos parques mais populares do país, em Nova York.

    PONTOS TURÍSTICOS

    Em comunicado, a Brand USA informou que museus e sítios culturais têm recursos para seguirem abertos até a próxima segunda-feira (6). Depois disso, serão fechados. É o caso do s museus do Instituto Smithsonian em Washington.

    Outro espaço que deve ser afetado é o National Mall, também em Washington. Administrado pelo Serviço de Parques Nacionais (NPS, na sigla em Inglês), ele engloba uma esplanada que vai do Capitólio ao Lincoln Memorial, incluindo monumentos como o Washington Monument e memoriais de guerra. O local foi fechado na quarta-feira.

    O NPS não tem uma lista de quais parques serão fechados, mas em seu site oficial, já recomenda olhar páginas dos locais na internet antes da visita.

    Entre os parques nacionais mais visitados estão o Great Smoky Mountains, na Carolina do Norte, o Grand Canyon, no Arizona e Zion, em Utah.

    'Shutdown' nos EUA pode afetar voos, parques, museus e consulados

  • Ex-Masterchef é condenado por estupro de menina de 12 anos em SC

    Ex-Masterchef é condenado por estupro de menina de 12 anos em SC

    Jason de Souza Junior, ex-participante do reality show Masterchef, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo estupro de uma menina de 12 anos

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O chef de cozinha Jason de Souza Junior, ex-participante do reality show Masterchef, foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pelo estupro de uma menina de 12 anos em Florianópolis. A decisão foi confirmada nesta quarta-feira (1º) pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina. A defesa afirma que a condenação não reflete as provas e que recorrerá da sentença.

    O processo corre em segredo de Justiça por se tratar de um crime sexual contra criança. O caso ocorreu na tarde de 31 de dezembro de 2024, no bairro Trindade, próximo à Universidade Federal de Santa Catarina. No dia seguinte, o chef foi preso em Palhoça, na Grande Florianópolis, e desde então está detido no Presídio Masculino da capital catarinense.

    Em nota, o advogado Marcos Paulo Poeta dos Santos criticou a condenação e disse que Jason nega o crime. “Respeitamos a decisão judicial que condenou Jason de Souza Júnior a 12 anos de prisão, mas entendemos que ela não refletiu corretamente as provas dos autos. Jason nega o crime e confia na Justiça. Recorreremos da sentença com a convicção de que a verdade prevalecerá.”

    Segundo a defesa, trata-se de “mais um caso em que um cidadão é levado à prisão com base exclusivamente no valor do depoimento da vítima, mesmo quando isso contraria os outros elementos de prova”.

    Em janeiro, quando a prisão foi efetuada, a defesa de Jason afirmou que ele havia conhecido a vítima em um aplicativo de namoro, onde ela supostamente indicava idade superior à verdadeira.

    A família da vítima, entretanto, declarou à época que o homem não conhecia a criança nem seus parentes. De acordo com o relato, ela foi abordada por Jason no portão de casa, quando o suspeito estaria armado. Após cometer o crime, ele teria deixado a menina novamente nas proximidades da residência, de onde ela conseguiu retornar e contar o que havia acontecido. Os familiares a levaram ao hospital e acionaram a polícia.

    Segundo a Polícia Civil, a investigação foi conduzida em sigilo. Durante o interrogatório, Jason permaneceu em silêncio e não confessou o crime.

    O chef participou da nona temporada do Masterchef, exibida em 2022, mas foi eliminado ainda nas etapas iniciais do programa.

    Ex-Masterchef é condenado por estupro de menina de 12 anos em SC

  • Brasil chega com seis surfistas às oitavas de final em etapa de Portugal

    Brasil chega com seis surfistas às oitavas de final em etapa de Portugal

    (UOL/FOLHAPRESS) – O Brasil segue com força no Challenger Series da Ericeira, quarta etapa da divisão de acesso à elite mundial do surfe. Ao todo, são seis surfistas verde-amarelos nas oitavas de final da competição, sendo quatro no masculino e duas no feminino.

    Nesta quinta-feira, quarto dia de disputas, Samuel Pupo foi o grande destaque: o atual campeão da etapa venceu sua bateria e garantiu vaga nas oitavas de final.

    Ao lado dele, também avançaram Lucas Vicente, Jadson André e Mateus Herdy, todos em segundo lugar em suas baterias.

    Já Edgard Groggia e Ian Gouveia acabaram eliminados.

    BRASIL NA PONTA

    Com os resultados, Mateus Herdy assumiu a liderança do ranking do Challenger Series. O catarinense é agora o único brasileiro dentro do top 10 -zona que garante acesso ao Championship Tour em 2026.

    Logo atrás dele aparece o sul-africano Luke Thompson, que também segue vivo no torneio.

    Outro destaque é Samuel Pupo, que vem em busca do bi na Ericeira. Depois da vitória desta quinta-feira (02), o paulista ganhou cinco posições no ranking e aparece em 11º lugar, apenas uma posição atrás da zona de classificação.

    Vale lembrar que ele começou o ano no CT, mas caiu no corte de meio de temporada e agora tenta a reclassificação.

    OITAVAS

    Nas oitavas de final, o Brasil terá confrontos diretos e duelos duros pela frente.

    Samuel Pupo e Lucas Vicente se enfrentam em um duelo 100% brasileiro, garantindo ao menos um representante verde-amarelo nas quartas.

    Já Jadson André encara o espanhol-basco Adur Amatriain, enquanto Mateus Herdy, atual líder do ranking, terá pela frente o australiano Morgan Cibilic.

    BRASILEIRAS NA DISPUTA

    Entre as mulheres, Sophia Medina e Laura Raupp também estão garantidas nas oitavas, mas ainda não estrearam na fase.

    Sophia, irmã do tricampeão mundial Gabriel Medina, enfrenta a australiana India Robinson, enquanto Laura mede forças com a portuguesa Yolanda Hopkins diante da torcida local.

    Brasil chega com seis surfistas às oitavas de final em etapa de Portugal

  • Fundador do Spotify deixa cargo de CEO em meio a críticas por investimentos

    Fundador do Spotify deixa cargo de CEO em meio a críticas por investimentos

    Daniel Ek fundou o streaming de música em 2006, na Suécia, e tem estado à frente da empresa desde então; a companhia será comandada por dois co-CEOs a partir de janeiro de 2026, segundo comunicado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O fundador do Spotify, Daniel Ek, está deixando o cargo de CEO e passará a assumir o cargo de presidente executivo a partir de 1º de janeiro de 2026.

    A companhia será comandada por dois co-CEOs a partir de janeiro de 2026, segundo comunicado. O atual diretor de produtos e tecnologia Gustav Söderström e o diretor comercial Alex Norström irão assumir como co-CEOs. Ek vai continuar na empresa na função de presidente executivo.

    Söderström e Norström vão liderar o desenvolvimento estratégico e a execução operacional da empresa, como vem sendo desde 2023. Os novos co-CEOs se reportarão a Daniel Ek e farão parte do Conselho de Administração da empresa, sujeito à aprovação dos acionistas.

    “Nos últimos anos, deleguei grande parte da gestão diária e da direção estratégica do Spotify para Alex e Gustav… Essa mudança simplesmente alinha os cargos à forma como já operamos”, disse Daniel Ek.

    Ek vai focar na alocação de recursos, no planejamento de longo prazo do Spotify e no apoio à liderança da empresa. Todas as mudanças vão começar em 1º de janeiro de 2026.

    Fundada em 2008, plataforma tem agora uma biblioteca com mais de 100 milhões de músicas, 7 milhões de títulos de podcasts e 350 mil audiolivros. Além disso, contam com mais de 696 milhões de usuários, incluindo 276 milhões de assinantes.

    FUNDADOR FOI ALVO DE CRÍTICAS AO INVESTIR EM STARTUP MILITAR

    Ek investiu na startup alemã Helsing, que fabrica drones de combate com inteligência artificial. Segundo a Reuters, a empresa recebeu mais de US$ 1 bilhão e agora é a maior startup de defesa da Europa, valendo US$ 12 bilhões. O investimento, no entanto, gerou críticas.

    Bandas como Massive Attack, King Gizzard & the Lizard Wizard e Hotline TNT tiraram suas músicas do Spotify em protesto. O Spotify não comentou o caso, mas indicou uma nota da Helsing, que afirmou que sua tecnologia só é usada por países europeus para se defender da Rússia na guerra na Ucrânia, e negou que ela esteja sendo usada em outras zonas de guerra.

    O fundador já foi criticado por disputas com artistas sobre pagamento e decisões polêmicas nos investimentos em podcasts. Seus apoiadores dizem que ele ajudou a combater a pirataria com um modelo legal de streaming musical, mas os críticos alertam que o Spotify tem poder demais sobre os artistas, o que prejudica especialmente as gravadoras independentes.

    Fundador do Spotify deixa cargo de CEO em meio a críticas por investimentos

  • Chefe do órgão que regula mídia nos EUA irá ao Senado falar sobre Jimmy Kimmel

    Chefe do órgão que regula mídia nos EUA irá ao Senado falar sobre Jimmy Kimmel

    Brendan Carr, chefe da Comissão Federal de Comunicações (FCC), testemunhará no Senado americano por conta da suspensão do programa de Jimmy Kimmel, Jimmy Kimmel Live!

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Brendan Carr, chefe da Comissão Federal de Comunicações (FCC), principal órgão regulador de mídia nos Estados Unidos, testemunhará no Senado americano por conta da suspensão do programa de Jimmy Kimmel, Jimmy Kimmel Live!, que ficou fora do ar durante uma semana em setembro após o apresentador comentar o assassinato do influenciador trumpista Charlie Kirk.

    “A turma do Maga [movimento Make America Great Again] está desesperada para caracterizar esse garoto que matou Charlie Kirk como qualquer coisa que não seja um deles e fazendo de tudo para tirar proveito político disso”, disse ele durante uma das transmissões do talk show.

    “Entre uma acusação e outra, também houve luto”, acrescentou. No dia do assassinato, ele fez uma publicação em seu Instagram, em que condenou o ataque e desejou o bem da família de Kirk.

    Carr condenou os comentários de Kimmel ao participar de um podcast conservador, em que aconselhou as emissoras americanas a lidarem com colocações do tipo. “Nós podemos fazer isso do jeito fácil ou difícil”, disse ele na ocasião.

    Onúncio da suspensão foi feito no dia 17 pela Sinclair e pela Nexstar, duas grandes donas de afiliadas da ABC. É à comissão presidida por Carr que cabe a aprovação de uma grande fusão em andamento entre a Nexstar e a empresa Tegna, que, uma vez aprovada, traria à primeira o alcance televisivo a 90% dos domicílios americanos.

    Quando a Disney, dona da ABC, optou por retomar a transmissão do programa, decisão que sucedeu uma série de protestos de celebridades e prejuízos por parte da empresa, Carr afirmou não ter tido qualquer relação com a decisão de suspender Kimmel.

    Chefe do órgão que regula mídia nos EUA irá ao Senado falar sobre Jimmy Kimmel

  • Corinthians vai à CBF por polêmicas, e presidente sugere criação de ‘guia’

    Corinthians vai à CBF por polêmicas, e presidente sugere criação de ‘guia’

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Corinthians entrou em contato com a CBF e registrou reclamações sobre o pênalti polêmico marcado para o Internacional, nesta quarta-feira (1º), e que originou o gol do empate por 1 a 1. Ao UOL, o presidente Osmar Stabile sugeriu a criação de um “guia” que poderia ser consultado por árbitros durante as partidas.

    O Corinthians questionou a atuação do árbitro Rodrigo José Pereira de Lima e do VAR, Gilberto Rodrigues Castro Junior, no jogo disputado no Beira-Rio.

    A indignação corintiana se dá pelo pênalti marcado após lance envolvendo Cacá e Bruno Henrique. Em campo, nada foi marcado, mas a decisão mudou após o juiz ir ao VAR. O clube paulista também questiona o fato de os cinco minutos de acréscimos já estarem estourados quando o lateral que originou a marcação foi cobrado.

    A indignação do Corinthians começou no domingo e chegou ao ápice nesta quarta-feira. Em posicionamento enviado ao UOL [veja a íntegra no final da matéria], o presidente do clube paulista questionou a “inconsistências nas decisões” dos árbitros nos jogos contra Flamengo e Internacional, as quais definiu como “absurdas e inaceitáveis”.

    Stabile pede urgência à CBF no ajuste dos parâmetros definidos para a arbitragem. Uma das soluções sugeridas pelo presidente é que a entidade crie uma cartilha com os critérios e que poderia ser consultada pelos árbitros e assistentes durante os jogos.

    “Este material poderia servir como um guia que eles levassem “debaixo do braço” durante os jogos, permitindo consultas imediatas e decisões mais assertivas a cada lance. Essa ação proporcionaria maior transparência, uniformidade e confiança nas decisões tomadas dentro de campo”, disse Omar.

    O presidente do Corinthians vê estagnação quanto à busca pela justiça esportiva.

    “A falta de clareza e a aparente ausência de um protocolo rígido levam a erros que comprometem a integridade das partidas e frustram jogadores, técnicos e torcedores. Não é possível que em pleno século XXI ainda enfrentemos situações decorrentes da estagnação, onde não há desenvolvimento contínuo nem aprimoramento nas práticas adotadas”, afirma.

    VEJA O POSICIONAMENTO COMPLETO

    “Gostaria de expressar minha profunda preocupação em relação à constante inconsistência nas decisões da arbitragem nos jogos do Corinthians, situação que considero absolutamente absurda e inaceitável. Não podemos aceitar que, a cada partida, nosso time seja prejudicado por critérios que parecem não ter clareza ou uniformidade. Isso não apenas afeta o desempenho esportivo, mas também a credibilidade como um todo.

    Acredito firmemente que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deve agir com urgência para ajustar esses parâmetros. A falta de clareza e a aparente ausência de um protocolo rígido levam a erros que comprometem a integridade das partidas e frustram jogadores, técnicos e torcedores. Não é possível que em pleno século XXI ainda enfrentemos situações decorrentes da estagnação, onde não há desenvolvimento contínuo nem aprimoramento nas práticas adotadas.

    Uma possível solução seria a elaboração de uma cartilha detalhada que contenha todos os critérios de arbitragem, a qual dever ser disponibilizada para os árbitros e assistentes. Este material poderia servir como um guia que eles levassem “debaixo do braço” durante os jogos, permitindo consultas imediatas e decisões mais assertivas a cada lance. Essa ação proporcionaria maior transparência, uniformidade e confiança nas decisões tomadas dentro de campo.

    É fundamental que a CBF perceba que avançar nesse sentido é imprescindível para evitar questionamentos constantes e para garantir o equilíbrio que todo esporte deve prezar. A busca por melhorias contínuas não deve ser vista como crítica destrutiva, mas sim como um direcionamento construtivo em prol do desenvolvimento do futebol brasileiro.

    Reforço a importância de um diálogo aberto entre os envolvidos, incluindo clubes, árbitros, comissão técnica e dirigentes, para juntos encontrarmos soluções viáveis e eficazes. É preciso romper com a estagnação e caminhar rumo a um futuro em que a justiça esportiva prevaleça.

    Agradeço a atenção dispensada e coloco-me à disposição para contribuir no que for possível para a evolução do nosso amado esporte.”

    POLÊMICAS ENVOLVENDO O CORINTHIANS

    O clube paulista vive semana de revolta com a arbitragem. Tudo começou no último domingo, quando o clube questionou a marcação de um lateral para o Flamengo e que originou o gol da virada dos cariocas na vitória por 2 a 1, em Itaquera. Na visão do Alvinegro, a marcação foi invertida, já que a bola teria desviado por último em Plata e não em Gustavo Henrique.

    O ápice veio nesta quarta-feira (01), com o pênalti marcado no último lance e que deu o empate ao Internacional por 1 a 1. Após o jogo, jogadores e o executivo de futebol Fabinho cercaram o árbitro, que contou com bloqueio da polícia para conter os ânimos.

    Dorival Júnior também deixou o jogo revoltado. O técnico foi expulso após questionar a ida do árbitro ao VAR no lance do pênalti e ficou esperando o árbitro no túnel de acesso aos vestiários. Ele, Fabinho Soldado e Osmar Stabile dirigiram críticas ao juiz pernambucano em sua saída do gramado.

    Corinthians vai à CBF por polêmicas, e presidente sugere criação de ‘guia’

  • Fachin adia por 30 dias votação de vínculo entre motoristas e apps

    Fachin adia por 30 dias votação de vínculo entre motoristas e apps

    Tempo é para que ministros examinem melhor a medida; a Corte ouviu novas sustentações das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, informou nesta quinta-feira (2) que a votação sobre a validade do vínculo de emprego entre motoristas e aplicativos deve ser em 30 dias.

    A previsão do ministro foi dada na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, após a Corte ouvir novas sustentações orais das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo. 

    Após as sustentações, o julgamento foi suspenso. “Os ministros deste tribunal entenderam por bem, até para examinar tudo que já foi aportado nas sustentações, um intervalo entre esta data e a retomada do julgamento de aproximadamente 30 dias”, disse Fachin.

    A Corte julga duas ações relatadas pelos ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes e que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.Durante as primeiras sustentações na sessão de quarta-feira (1), o Rappi sustentou que a empresa é uma plataforma digital que faz a “união digital” entre quem quer vender um serviço e quem quer comprar.

    A Uber argumentou que é uma empresa de tecnologia e faz uma “intermediação tecnológica” com os motoristas, que são responsáveis pelas corridas. Segundo a plataforma, o reconhecimento do vínculo poderia reduzir o ganho dos motoristas.

    A Associação dos Trabalhadores por Aplicativo Motociclistas do Distrito Federal e Entorno (Atam-DF) destacou que a modalidade de trabalho é precarizada e disse que não pode ser criada uma “casta” de trabalhadores sem direitos.

    O advogado-geral da União, Jorge Messias, também se manifestou durante o julgamento, e defendeu que os trabalhadores devem ter direitos básicos assegurados. 

    A decisão que será tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em tribunais de todo o país à espera do posicionamento dos ministros sobre a questão. 

    Fachin adia por 30 dias votação de vínculo entre motoristas e apps