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  • Jennifer Lopez abre coração sobre divórcio de Ben Affleck

    Jennifer Lopez abre coração sobre divórcio de Ben Affleck

    A cantora disse ainda que o divórcio a fez desenvolver uma nova consciência sobre si mesma

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Jennifer Lopez, 56, abriu o coração sobre o fim de seu casamento com Ben Affleck, 53, revelando como a separação foi um ponto de virada em sua vida pessoal.

    Em entrevista ao CBS News, exibida no sábado (27), a atriz e cantora afirmou que, apesar da dor, o processo marcou um amadurecimento. “Foi a melhor coisa que poderia ter acontecido comigo, porque me mudou, me ajudou a crescer de maneiras que eu precisava crescer”, declarou.

    Lopez disse ainda que o divórcio a fez desenvolver uma nova consciência sobre si mesma. “Sou uma pessoa diferente agora do que era no ano passado”, contou.

    De acordo com o jornal El Nuevo Día, o período mais intenso do divórcio coincidiu com as gravações de O Beijo da Mulher-Aranha. Lopez estrelava o filme, enquanto Affleck assinava a produção. A artista contou que, mesmo entregando sua melhor performance diante das câmeras, enfrentava um verdadeiro turbilhão emocional fora dos sets.

    “Foi uma época muito difícil. A cada momento em que interpretava o papel, eu estava tão feliz? e, ao voltar, tudo desmoronava. Eu me perguntava: ‘Como posso lidar com isso?’”, disse Jennifer Lopez.

    Jennifer Lopez abre coração sobre divórcio de Ben Affleck

  • Ceará derrota São Paulo no encerramento da 25ª rodada do Brasileiro

    Ceará derrota São Paulo no encerramento da 25ª rodada do Brasileiro

    Na partida que encerrou a 25ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro, o Ceará foi até o Morumbis, na noite desta segunda-feira (29), e derrotou o São Paulo pelo placar de 1 a 0, graças ao faro de gol do atacante Pedro Henrique.

    Graças a este triunfo, o Vozão chegou aos 31 pontos, assumindo a 11ª colocação da classificação, e se afastado da zona de rebaixamento da competição (as quatro últimas colocações). Já o Tricolor, após o revés, permanece com 35 pontos, na 7ª posição.

     

    O único gol do confronto saiu aos 10 minutos da etapa final. Matheus Bahia tocou para o meio da área. Alisson conseguiu cortar parcialmente e a bola sobrou para Pedro Henrique, que avançou, driblou o goleiro Rafael e bateu para o fundo do gol vazio.

    A negociação dos 30% restantes foi feita com base em uma avaliação da McLaren em US$ 4,1 bilhões (R$ 21,81 bilhões), revelou a Bloomberg, agência de notícias especializada em mercado financeiro

    Folhapress | 09:15 – 30/09/2025


    Ceará derrota São Paulo no encerramento da 25ª rodada do Brasileiro

  • Yoná vence a Prova de Fogo em A Fazenda 17

    Yoná vence a Prova de Fogo em A Fazenda 17

    Peoa garantiu o lampião dos poderes e pode mudar os rumos da próxima Roça; veja quem está na Baia!

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Yoná Sousa foi a vencedora da prova de fogo de A Fazenda 17 nesta segunda-feira (29). Com o poder do lampião em mãos, a peoa poderá alterar a formação de roça da próxima terça-feira (30).

    Nizam Hayek, Duda Wendling, Will Guimarães e Tàmires Assis perderam a prova e estão na Baia.

    Os poderes que Yoná ganhou ainda não foi divulgado pela produção do programa. Um dos poderes será votado pelos telespectadores no site oficial do programa.

     

     

    Yoná vence a Prova de Fogo em A Fazenda 17

  • Putin ordena convocação de 135 mil novos soldados; Europa fica em alerta

    Putin ordena convocação de 135 mil novos soldados; Europa fica em alerta

    Putin ordenou a maior convocação do exército russo em 10 anos, com 135 mil novos soldados; a medida fez crescer temores de de ataques na Europa

    Nesta segunda-feira (29), Vladimir Putin ordenou o maior recrutamento militar em quase uma década, à medida que aumentam os temores de que a Rússia possa atacar a Europa. O líder político convocou 135.000 homens enquanto suas forças perdem mão de obra ao longo de uma frente de 995 quilômetros na Ucrânia.

    De acordo com o ‘The Sun’, o decreto, convoca homens de 18 a 30 anos para “serviço de rotina” de outubro a dezembro. Sendo essa a maior convocação para a época desde 2016. A Rússia está fazendo um esforço incessante para aumentar seu exército para 1,5 milhão de soldados.

    O Kremlin insiste que estas não são mobilizações de combate. Os generais de Moscou afirmam que recrutas não serão enviados para a Ucrânia — uma promessa que já quebraram antes.

    Analistas alertam que, mesmo que os novos recrutas não sejam enviados imediatamente, concluir o treinamento aumenta muito a probabilidade de eles acabarem no campo de batalha mais tarde.

    A escala do projeto revela a crise da Rússia.

    Estimativas de defesa ocidentais revelaram que mais de um milhão de soldados russos foram mortos ou feridos desde o início da invasão em 2022.

    Apesar desse derramamento de sangue, Putin aumentou constantemente o recrutamento anual em cerca de cinco por cento e elevou os gastos militares aos níveis mais altos da era soviética.

    Nos canais do Kremlin, Putin tentou projetar força.

    Putin ordena convocação de 135 mil novos soldados; Europa fica em alerta

  • Lula jamais se deixará ser humilhado em reunião com Trump, diz Celso Amorim

    Lula jamais se deixará ser humilhado em reunião com Trump, diz Celso Amorim

    As diplomacias dos dois países trabalham para que haja um encontro entre os líderes depois de sinalização do presidente americano, Donald Trump, durante a Assembleia-Geral da ONU

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ex-chanceler Celso Amorim, assessor especial de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para assuntos internacionais, disse à Folha de S.Paulo nesta segunda-feira (29) que o presidente jamais se deixará ser humilhado em eventual reunião presencial com Donald Trump.

    As diplomacias dos dois países trabalham para que haja um encontro entre os líderes depois de sinalização nesse sentido do presidente americano durante a Assembleia-Geral da ONU.

    Há temor, entretanto, de que Lula seja alvo de emboscada, como ocorreu quando outros líderes mundiais se reuniram com Trump. Questionado pela reportagem sobre a possibilidade de haver armadilha ou humilhação quando os dois se encontrarem, Amorim disse: “Lula jamais se deixará humilhar por Trump. Essa possibilidade não existe, pode tirar da cabeça”.

    Em fevereiro deste ano, o americano e o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelenski, bateram boca diante de jornalistas depois que Trump acusou o ucraniano de tentar causar a Terceira Guerra Mundial e de não ser grato o bastante pelo apoio americano na guerra contra a Rússia.

    Além disso, em maio, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, precisou assistir a um vídeo apresentado por Trump no Salão Oval que pretendia mostrar, com imagens tiradas de contexto, a existência de um “genocídio branco” na África do Sul. Já o premiê do Canadá, Mark Carney, precisou ouvir de Trump “nunca diga nunca” quando reafirmou que seu país jamais seria um estado anexado pelos EUA.

    Os três episódios, assim como outros momentos de desconforto e atritos entre Trump e líderes mundiais, levantaram o temor de que Lula pudesse ser alvo de constrangimento semelhante, o que motivou a busca do Itamaraty por uma ligação anterior a um encontro presencial -que aconteceria em um país neutro.

    Depois de breve contato entre os dois líderes na Assembleia-Geral da ONU no último dia 23, Trump disse em seu discurso às delegações que teve ‘”excelente química” com Lula e que eles poderiam se encontrar em breve. A possibilidade mais aventada, e mencionada nesta segunda por Amorim, é uma reunião em outubro na Malásia, onde os dois comparecerão como convidados à cúpula da Asean (Associação de Nações do Sudeste Asiático).

    O assessor especial reforçou, entretanto, que a data e local do encontro ainda não estão definidos. “Pode ser que a Malásia seja a melhor opção, mas o mais importante é que a reunião seja produtiva, como querem os dois países”, complementou.

    Para Amorim, há vontade de Trump e de Washington de que uma reunião se concretize. “O Departamento de Estado não é contrário a uma ligação antes de um eventual encontro. É muito importante que [o governo americano] reconheça que o Brasil é um grande país, que é essencial que tenhamos boa relação e uma boa discussão nos temas em que há desacordo”, afirmou, mencionando questões comerciais -Lula já disse que vai colocar “tudo na mesa”, mas que aspectos como a soberania brasileira são inegociáveis.

    O assessor especial, que estava em Nova York para a Assembleia-Geral, ressaltou que, embora no discurso preparado Trump tenha feito duras críticas ao Brasil, quando improvisou, elogiou Lula. “O contato pessoal sempre é muito importante, ele pode mudar tudo”, afirmou, minimizando a conhecida imprevisibilidade do americano. “O mundo é imprevisível, aprendi isso nos meus 83 anos.”

    “Não se imaginava que o presidente Lula pudesse ter uma boa relação com o presidente [George W.] Bush, mas foi o que aconteceu”, afirmou, relembrando os contatos amigáveis que o brasileiro manteve com o americano em seu primeiro mandato, apesar de divergências sobre a Guerra do Iraque -na época, a diplomacia brasileira atuou para barrar uma chancela da ONU à invasão do país árabe pelo governo Bush, criando tensão entre Brasília e Washington.

    Sobre o plano de Trump para um cessar-fogo na Faixa de Gaza, divulgado pelo republicano nesta segunda, Amorim disse esperar que o movimento viabilize um Estado palestino. “O Brasil quer uma solução de dois Estados, com palestinos vivendo lado a lado e em paz com israelenses, e acredito que muitas pessoas dentro de Israel também têm essa visão, de que é preciso respeitar os direitos dos palestinos.”

    O assessor especial esteve na capital paulista nesta segunda para o evento USP Pensa Brasil, organizado pela Universidade de São Paulo. Na fala, cujo tema era “O Brasil e a nova desordem mundial”, o ex-ministro das Relações Exteriores disse: “Sou otimista. A desordem geralmente é uma transição para uma ordem melhor. Acredito na capacidade da humanidade de fazer esse movimento”.

    Lula jamais se deixará ser humilhado em reunião com Trump, diz Celso Amorim

  • CNU 2025 terá código de barras, regra para mulheres e prova em duas etapas

    CNU 2025 terá código de barras, regra para mulheres e prova em duas etapas

    Veja as novidades e o calendário do Concurso Nacional Unificado de 2025!

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O CNU (Concurso Nacional Unificado) chega à segunda edição, em 2025, com mudanças importantes em relação ao modelo aplicado no ano passado. Criado para unificar a seleção de servidores federais em um único processo, o exame -apelidado de “Enem dos Concursos”- estreou em 2024 com mais de 2 milhões de inscritos.

    Nesta edição, o concurso traz ajustes que vão da logística à formatação das provas, além de alterações nas regras de cotas e nos mecanismos de segurança. O objetivo do governo é corrigir falhas da primeira edição, que levaram à judicialização do concurso, e oferecer mais previsibilidade a quem disputa uma vaga no serviço público.

    Entre as diferenças entre as duas edições está o número de vagas. Em 2024 foram ofertadas 6.640, enquanto em 2025 são 3.652. Outra mudança está na divisão das áreas: no ano passado, o concurso contou com oito blocos temáticos; neste ano, são nove.

    Os blocos temáticos do concurso funcionam como um sistema que agrupa cargos de diferentes órgãos públicos em áreas de atuação semelhantes, como Saúde, Educação, Tecnologia e Administração.

    AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO FEMININA NA SEGUNDA FASE

    Uma das novidades dessa edição é que para definir os candidatos que seguirão para a segunda fase (a prova discursiva), o governo vai calcular o equivalente a nove vezes o total de vagas de cada cargo. Essa conta será feita tanto para as vagas de ampla concorrência quanto para as de cotas.

    Assim, se houver 20 vagas, serão chamados para a discursiva 180 candidatos no total (20 x 9). Desses, 35% são destinados a cotas (117 para ampla concorrência e 63 para cotas).

    Quando o percentual de mulheres convocadas para a segunda fase for menor do que 50% dos classificados em ampla concorrência, o governo vai chamar mais mulheres para que haja a mesma quantidade de homens e de mulheres na disputa da segunda etapa.

    No exemplo acima, se entre os 117 da ampla concorrência houver 65 homens e 52 mulheres, outras 13 mulheres serão chamadas, totalizando 65 homens e 65 mulheres.

    Isso não quer dizer que haverá uma cota de contratação de mulheres com o mínimo de 50% de mulheres. No final, o critério para a convocação dos aprovados será a pontuação dos candidatos.

    Letícia Bastos, professora de Língua Portuguesa do Gran Concursos, diz que essa é uma medida inédita. “Na prática, isso corrige distorções históricas e amplia as chances femininas de disputar a discursiva, especialmente em áreas onde a participação delas é menor. Para os homens, não há eliminação, mas pode haver redistribuição de vagas na classificação”, afirma a professora.
    Segunda a especialista, esse o desempenho técnico continua sendo decisivo para todos.

    POLÍTICA DE COTAS

    Neste ano, 35% das vagas do CNU estão destinadas a ações afirmativas. No ano passado, pessoas com deficiência tiveram reservadas 5% das vagas, pessoas negras tiveram 20% e indígenas tiveram 30% das vagas reservadas nas especialidades dos cargos da Funai.

    Segundo o MGI, o novo percentual, além de obedecer à legislação vigente, fortalece a presença de grupos historicamente sub-representados no serviço público.

    A distribuição deste ano é feita da seguinte forma:

    – 25% para pessoas pretas e pardas
    – 3% para indígenas
    – 2% para quilombolas
    – 5% para pessoas com deficiência

    COMO SERÁ FEITA A VERIFICAÇÃO DAS COTAS?

    Bruno Bezerra, professor do Estratégia Concursos, diz que a verificação de cotas varia conforme a condição declarada pelo candidato.

    No caso dos candidatos negros, a autodeclaração será avaliada por uma comissão com cinco integrantes, que deve ser diversa em termos de gênero, cor e, sempre que possível, origem regional. “O reconhecimento será feito pela maioria da comissão, com base exclusivamente no critério fenotípico. Ou seja, não serão aceitos documentos de ancestralidade, fotos enviadas anteriormente ou certidões de outros concursos”, diz o professor.

    Para candidatos indígenas, a verificação será documental, feita por uma comissão composta por pessoas de notório saber na área e, majoritariamente, por indígenas. Entre os documentos aceitos estão: documento de identificação emitido por órgão oficial com indicação de pertencimento étnico; declaração de comunidade ou organização representativa assinada por pelo menos três membros da etnia; além de comprovantes de habitação em comunidades indígenas, documentos de escolas indígenas ou de órgãos de saúde indígena.

    Os candidatos quilombolas também passam por análise documental, realizada por comissão com maioria de quilombolas. O candidato deve apresentar declaração assinada por três lideranças da associação da comunidade, e certificação da Fundação Cultural Palmares reconhecendo a comunidade como quilombola.

    ERRO DA BOLINHA

    No ano passado, um dos principais problemas do CNU foi o caso dos candidatos que não preencheram toda a identificação do cartão de respostas e que, por isso, seriam eliminados da seleção.

    No início do exame, foram distribuídos três tipos de caderno de prova para os candidatos, identificados pelos números 1, 2 e 3. Essa identificação deveria ser assinalada em campo próprio no cartão-resposta, sob pena de desclassificação, conforme a previsão do edital.

    Depois, a Justiça Federal no Tocantins determinou ao MGI o cancelamento da eliminação de candidatos.

    Para evitar que o erro aconteça mais uma vez, o ministério adotou um novo sistema de segurança em que cada prova terá um código de barras individual.

    Bezerra explica que esse código identifica automaticamente o candidato e a versão da prova, sem expor dados pessoais aos corretores. “Na prática, o aluno não precisará mais se preocupar em marcar manualmente o tipo de prova, e o risco de eliminação por esse erro desaparece. Isso é fundamental quando diferentes versões são aplicadas em uma mesma sala”, diz o especialista.

    PROVA EM DOIS DIAS

    Nesta edição, o candidato terá a aplicação de provas em dois dias diferentes: um será destinado à prova objetiva, no dia 5 de outubro e, apenas se habilitado, voltará para a discursiva em 7 de dezembro. Segundo Letícia Bastos, do Gran Concursos, essa divisão traz impactos importantes.

    “Isso permite que, nesta primeira fase, o foco seja total na prova objetiva, sem dividir energia com a escrita. Ao mesmo tempo, exige planejamento logístico: quem for convocado para a segunda etapa terá que organizar viagem, hospedagem e rotina de estudos para não perder ritmo entre as fases”, diz a professora.

    VEJA O CALENDÁRIO DO CNU 2025

    Para cargos de nível superior, a prova objetiva será realizada em 5 de outubro, das 13h às 18h, e a discursiva em 7 de dezembro, das 13h às 16h. Os candidatos a cargos de nível intermediário farão as provas nos mesmos dias, mas em horários reduzidos: 5 de outubro, das 13h às 16h30, e 7 de dezembro, das 13h às 15h.

    O gabarito oficial está previsto para ser divulgado no dia 6 de outubro.
    VEJA O CALENDÁRIO DO CNU 2

    Evento – data

    • Aplicação das provas objetivas – 5/10/2025
    • Divulgação preliminar dos gabaritos das provas objetivas – 6/10/2025
    • Prazo para interposição de eventuais recursos quanto às questões formuladas e/ou aos gabaritos divulgados – 7 e 8/10/2025
    • Disponibilização da imagem do cartão de respostas – 12/11/2025
    • Divulgação das notas finais das provas objetivas e convocação para as pessoas candidatas para a realização da prova discursiva – 12/11/2025
    • Obtenção impressa do Cartão de Confirmação de Inscrição para realização da prova discursiva no endereço eletrônico – 1/12/2025
    • Aplicação da prova discursiva – 7/12/2025
    • Divulgação da Nota Preliminar da Discursiva e disponibilização do espelho de correção. – 23/01/2026
    • Interposição de eventuais pedidos de revisão das notas da prova discursiva – 26/01 e 27/01/2026
    • Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas da Prova
    • Discursiva e do Resultado Definitivo da prova discursiva. – 18/02/2026
    • Divulgação do resultado dos pedidos de revisão das notas dos títulos e do resultado definitivo dos procedimentos para as pessoas candidatas negras, indígenas e quilombolas e para as pessoas com deficiência – 18/02/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após a realização das fases 1 a 4 – 20/02/2026
    • 1ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 20/02/2026
    • Período para a 1ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 21/02 a 23/02/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 1ª confirmação de interesse – 27/02/2026
    • 2ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 27/02/2026
    • Período para a 2ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 28/02 a 02/03/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 2ª confirmação de interesse – 6/03/2026
    • 3ª Convocação para confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 6/03/2026
    • Período para a 3ª confirmação de interesse das pessoas candidatas classificadas – 7/03 a 9/03/2026
    • Previsão de divulgação das listas com as classificações das pessoas candidatas, em vagas imediatas e lista de espera, após o resultado da 3ª confirmação de interesse – 16/03/2026
    • Início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de Investigação Social e Funcional, a realização da Defesa de Memorial e Prova Oral e o Curso ou Programa de Formação – 16/03/2026

    CNU 2025 terá código de barras, regra para mulheres e prova em duas etapas

  • BBB 26 terá retorno de ex-participantes e 5 Casas de Vidro

    BBB 26 terá retorno de ex-participantes e 5 Casas de Vidro

    BBB 26 terá ex-participantes de volta ao jogo, cinco casas de vidro espalhadas pelo Brasil, reservas em “laboratório” prontos para substituir brothers e três big fones controlados pelo público, prometendo a edição mais interativa e imprevisível da história do reality

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Globo anunciou nesta segunda-feira (29) grandes mudanças para o BBB 26, como a participação de ex-BBBs que marcaram as últimas edições do programa.

    Portanto, dessa vez, serão três grupos na casa: além de pipocas e camarotes, há uma nova categoria: os veteranos. Ex-BBBs marcantes das últimas edições retornam para se misturar aos novatos, prometendo estratégia e nostalgia.

    OUTRAS NOVIDADES TAMBÉM FORAM ANUNCIADAS.

    A temporada começará com cinco casas de vidro simultâneas, uma em cada região do Brasil. De lá, o público elegerá quem, de fato, entrará no confinamento principal.

    Substituição em tempo real. Pela primeira vez na história do programa, o público poderá substituir qualquer participante da casa. A vaga será conquistada por um grupo de reservas confinados em um “laboratório”, um espaço extra onde, segundo a emissora, precisarão provar seu valor ao público para ganhar a chance de entrar no jogo.

    Três big fones. A casa contará com três telefones. Caberá ao público decidir qual deles tocará e, mais do que isso, qual a mensagem que será transmitida aos brothers.

    BBB 26 terá retorno de ex-participantes e 5 Casas de Vidro

  • Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    (CBS NEWS) – O novo momento pelo qual passa o presidente Lula (PT) abriu uma oportunidade para ampliação de alianças regionais do governo ao cent…
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    Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

  • Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    Aliados avaliam que o presidente vive um momento político favorável após acenos de Donald Trump e derrotas da oposição no Congresso. O governo tenta usar o cenário para conter debandada do centrão e costurar novas alianças regionais de olho em 2026

    (FOLHAPRESS) – O novo momento pelo qual passa o presidente Lula (PT) abriu uma oportunidade para ampliação de alianças regionais do governo ao centro, na opinião de seus aliados. Antes decididos a desembarcar da base governista para aderir a uma candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), integrantes do centrão agora admitem desacelerar o movimento, à espera de novos lances da política nacional.

    Pesa para essa reavaliação a incerteza sobre a disposição de Tarcísio para um confronto com o presidente no ano que vem, além dos rachas internos que marcam a direita sobre quem apresentar como candidato adversário do petista em 2026, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL).

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, a gestão Lula acumulou nos últimos três meses uma rara coleção de situações políticas positivas, que culminou com uma manifestação de simpatia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após semanas de críticas ao governo brasileiro e a aplicação de sanções econômicas ao país e a autoridades brasileiras.

    Na terça-feira (23), os dois líderes se cumprimentaram e falaram brevemente entre o discurso de Lula na Assembleia-Geral das Nações Unidas e o do americano. Em sua fala, Trump disse que houve uma “excelente química” com o petista e anunciou que os dois falariam na próxima semana. “Eu só faço negócios com pessoas de quem eu gosto”, afirmou. “E eu gostei dele, e ele de mim. Por pelo menos 39 segundos nós tivemos uma química excelente, isso é um bom sinal.”

    O gesto abalou os bolsonaristas que ainda contam com as ameaças de Trump como trunfo para reversão da condenação de Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    No Palácio do Planalto, a estratégia é aproveitar a onda para negociar alianças nos estados na tentativa de deter o avanço de coligações entre os partidos de centro ou, se não for possível, costurar apoios regionais para a montagem de palanques.

    Dois políticos influentes do centrão reconhecem que há uma mudança de ares, mas ponderam que isso é a fotografia do momento –eles dizem que até as eleições muitas coisas podem acontecer.

    Um deles lembra que há dois meses Lula estava fraco politicamente. Agora, a projeção para 2026 é outra, com o petista despontando como favorito, mas não está descartada uma nova reviravolta.

    Um integrante da cúpula da Câmara diz que o governo está aproveitando “os bons ventos” do noticiário das últimas semanas. Ele lembra, no entanto, que ainda há um cenário desfavorável ao Executivo no Congresso, num momento em que são discutidas matérias de interesse da gestão federal. E que problemas que o governo enfrentava há alguns meses, como a busca de alternativas à alta do IOF (Imposto Sobre Circulação) para elevar a arrecadação, voltarão ao debate até o fim do ano.

    Nos últimos dias, até mesmo nomes do PP e do União Brasil que vinham incentivando o desembarque da gestão petista passaram a reavaliar o momento.

    A articulação de um encontro entre Lula e o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, seria uma amostra dessa nova fase que o governo atravessa. Como a Folha mostrou, políticos procuraram o dirigente partidário e o Palácio do Planalto numa tentativa de distensionar o clima.

    Estariam atuando nesse movimento nomes como os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e do PT, Edinho Silva. A expectativa, segundo pessoas a par das conversas, é que uma reunião entre os dois aconteça nos próximos dias.

    Um integrante da cúpula do União Brasil diz que há disposição para o diálogo. Ele reconhece que uma ruptura total da sigla com o Executivo não é vantajosa para nenhum lado. Nesse cenário, não está descartada a possibilidade de recuar da decisão de proibir filiados de permanecerem no governo.

    Outro líder do grupo, por sua vez, nega mudança expressiva na estratégia e diz apostar que a direita vai se unir para lançar uma candidatura competitiva contra Lula.

    Na avaliação de interlocutores do presidente, o governo saiu da defensiva na relação com o Congresso, especialmente depois da derrota da PEC (proposta de emenda à Constituição) da Blindagem. O texto previa que processos contra parlamentares só poderiam ser abertos no STF após autorização de deputados e senadores e sua aprovação provocou manifestações no domingo (21). O Senado rejeitou a proposta por unanimidade, o que causou estresse na relação entre deputados e senadores.

    Acuados, parlamentares tiveram que reavaliar o cronograma, admitindo priorizar pautas de interesse do governo, como o projeto que isenta de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000.

    Além disso, sob reserva, dirigentes partidários reconhecem na Polícia Federal um poder de investigação sobre a atuação parlamentar e o destino de suas emendas ao Orçamento. Nem todos estariam dispostos a enfrentar a máquina governista.

    Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

  • Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    Aliados veem momento favorável para atrair centro para palanques de Lula nos estados

    Aliados avaliam que o presidente vive um momento político favorável após acenos de Donald Trump e derrotas da oposição no Congresso. O governo tenta usar o cenário para conter debandada do centrão e costurar novas alianças regionais de olho em 2026

    (CBS NEWS) – O novo momento pelo qual passa o presidente Lula (PT) abriu uma oportunidade para ampliação de alianças regionais do governo ao centro, na opinião de seus aliados. Antes decididos a desembarcar da base governista para aderir a uma candidatura de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), integrantes do centrão agora admitem desacelerar o movimento, à espera de novos lances da política nacional.

    Pesa para essa reavaliação a incerteza sobre a disposição de Tarcísio para um confronto com o presidente no ano que vem, além dos rachas internos que marcam a direita sobre quem apresentar como candidato adversário do petista em 2026, diante da inelegibilidade de Jair Bolsonaro (PL).

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, a gestão Lula acumulou nos últimos três meses uma rara coleção de situações políticas positivas, que culminou com uma manifestação de simpatia do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após semanas de críticas ao governo brasileiro e a aplicação de sanções econômicas ao país e a autoridades brasileiras.

    Na terça-feira (23), os dois líderes se cumprimentaram e falaram brevemente entre o discurso de Lula na Assembleia-Geral das Nações Unidas e o do americano. Em sua fala, Trump disse que houve uma “excelente química” com o petista e anunciou que os dois falariam na próxima semana. “Eu só faço negócios com pessoas de quem eu gosto”, afirmou. “E eu gostei dele, e ele de mim. Por pelo menos 39 segundos nós tivemos uma química excelente, isso é um bom sinal.”

    O gesto abalou os bolsonaristas que ainda contam com as ameaças de Trump como trunfo para reversão da condenação de Bolsonaro pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    No Palácio do Planalto, a estratégia é aproveitar a onda para negociar alianças nos estados na tentativa de deter o avanço de coligações entre os partidos de centro ou, se não for possível, costurar apoios regionais para a montagem de palanques.

    Dois políticos influentes do centrão reconhecem que há uma mudança de ares, mas ponderam que isso é a fotografia do momento –eles dizem que até as eleições muitas coisas podem acontecer.

    Um deles lembra que há dois meses Lula estava fraco politicamente. Agora, a projeção para 2026 é outra, com o petista despontando como favorito, mas não está descartada uma nova reviravolta.

    Um integrante da cúpula da Câmara diz que o governo está aproveitando “os bons ventos” do noticiário das últimas semanas. Ele lembra, no entanto, que ainda há um cenário desfavorável ao Executivo no Congresso, num momento em que são discutidas matérias de interesse da gestão federal. E que problemas que o governo enfrentava há alguns meses, como a busca de alternativas à alta do IOF (Imposto Sobre Circulação) para elevar a arrecadação, voltarão ao debate até o fim do ano.

    Nos últimos dias, até mesmo nomes do PP e do União Brasil que vinham incentivando o desembarque da gestão petista passaram a reavaliar o momento.

    A articulação de um encontro entre Lula e o presidente do União Brasil, Antonio Rueda, seria uma amostra dessa nova fase que o governo atravessa. Como a Folha mostrou, políticos procuraram o dirigente partidário e o Palácio do Planalto numa tentativa de distensionar o clima.

    Estariam atuando nesse movimento nomes como os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), e do PT, Edinho Silva. A expectativa, segundo pessoas a par das conversas, é que uma reunião entre os dois aconteça nos próximos dias.

    Um integrante da cúpula do União Brasil diz que há disposição para o diálogo. Ele reconhece que uma ruptura total da sigla com o Executivo não é vantajosa para nenhum lado. Nesse cenário, não está descartada a possibilidade de recuar da decisão de proibir filiados de permanecerem no governo.

    Outro líder do grupo, por sua vez, nega mudança expressiva na estratégia e diz apostar que a direita vai se unir para lançar uma candidatura competitiva contra Lula.

    Na avaliação de interlocutores do presidente, o governo saiu da defensiva na relação com o Congresso, especialmente depois da derrota da PEC (proposta de emenda à Constituição) da Blindagem. O texto previa que processos contra parlamentares só poderiam ser abertos no STF após autorização de deputados e senadores e sua aprovação provocou manifestações no domingo (21). O Senado rejeitou a proposta por unanimidade, o que causou estresse na relação entre deputados e senadores.

    Acuados, parlamentares tiveram que reavaliar o cronograma, admitindo priorizar pautas de interesse do governo, como o projeto que isenta de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000.

    Além disso, sob reserva, dirigentes partidários reconhecem na Polícia Federal um poder de investigação sobre a atuação parlamentar e o destino de suas emendas ao Orçamento. Nem todos estariam dispostos a enfrentar a máquina governista.

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