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  • “Fui covardemente agredido”, diz Wanderlei sobre briga com Popó

    “Fui covardemente agredido”, diz Wanderlei sobre briga com Popó

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Wanderlei Silva se pronunciou neste domingo (28) após a confusão generalizada ocorrida ao término de sua luta contra Acelino Popó Freitas, no Spaten Fight Night 2.

    O ex-lutador de MMA publicou um vídeo no Instagram, em que exibe os ferimento e o olho inchado e sangrando. Wanderlei diz que foi “covardemente agredido”.

    “O time invadiu o ringue depois do resultado e eles vieram pra cima da gente, vieram mostrando o dedo e nos xingando”, disse Wanderlei Silva.

    O vídeo com o desabafo de Wanderlei está editado, mesclando o depoimento dele exibindo os ferimentos e cenas da luta. A peça ainda mostra áudios enviados por Popó a Fabrício Werdum antes da luta, provocando o ex-lutador, que fez parte da equipe de Wanderlei no evento. “Vai apanhar todo mundo”, diz Popó em um dos áudios publicados por Wanderlei e Werdum.


    “Eu em momento nenhum agredi ninguém. Estava ali tentando separar e de repente tomei um soco na nunca, e depois tomei mais um soco no olho. Fui covardemente agredido. Como vocês podem ver meu olho está sangrando até agora. Estou com muita dor de cabeça. Achei uma atitude muito triste”, disse Wanderlei Silva.

    “Primeiro, pedir desculpa para vocês. Eu procurei dar o meu melhor possível, praticar o que eu sempre pratiquei, que é o boxe. Infelizmente, eu tomei três cabeçadas, aqui dá para ver”, relatou Popó, mostrando os ferimentos no rosto.

    Folhapress | 11:48 – 28/09/2025

    “Fui covardemente agredido”, diz Wanderlei sobre briga com Popó

  • É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

    É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

    Em entrevista, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, incluiu o Brasil entre os países que, segundo ele, precisam “abrir seus mercados” para não prejudicar a economia americana. A declaração ocorre em meio ao tarifaço de Donald Trump e às negociações com Lula

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que é preciso “consertar” o Brasil e “um monte de países” que prejudicam comercialmente os Estados Unidos. A declaração foi dada em entrevista à emissora News Nation, neste sábado (27).

    Lutnick citou Brasil, Suíça e Índia, entre os países “para consertar”. “Esses são países que precisam reagir corretamente aos Estados Unidos. Abrir seus mercados, parar de tomar ações que prejudiquem os Estados Unidos, e é por isso que estamos em desvantagem com eles”, afirmou.

    De acordo com o secretário, as tarifas aplicadas por Donald Trump serão mantidas até que esses países abram seus mercados e com isso entendam que, “se querem vender para os consumidores americanos, é preciso ‘jogar bola’ com o presidente dos Estados Unidos.”

    “Um país pequeno como a Suíça tem um déficit comercial de US$ 40 bilhões [R$ 213,7 bilhões] com os EUA. Eles dizem: ‘Bem, é um pequeno país rico’. Sabe por que eles são um pequeno país rico? Porque nos vendem US$ 40 bilhões a mais em produtos”, disse Lutnick.

    Como já foi constatado desde antes do início do tarifaço, os Estados Unidos têm superávit na relação comercial com o Brasil. A diferença entre o que os americanos venderam e o que compraram em bens e serviços do Brasil em 2024 somou US$ 28,6 bilhões (R$ 152,8 bilhões). Este foi o saldo positivo para a nação comandada por Trump.

    Incluído em agosto no tarifaço de 50% aplicado pelos EUA a produtos de diversos países, o Brasil foi a única nação citada pelo secretário que não integra a nova rodada de tarifas anunciada por Donald Trump. A partir de 1º de outubro, penalizações que variam de 25% a 100% vão atingir setores como medicamentos, caminhões pesados, móveis e utensílios domésticos, afetando Irlanda, Suíça, Austrália, Coreia do Sul, Reino Unido, Índia, México, Alemanha, China, Japão, entre outros países.

    A proposta do tarifaço pretende proteger a indústria americana dos produtos importados. É em razão dessa política, no entanto, que o dólar vem perdendo valor em todo o mundo e é esperado um aumento da inflação no território americano.

    Em breve encontro na semana passada, durante a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, Donald Trump encontrou rapidamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que entre eles ocorreu “uma química excelente. Os mandatários dos dois países devem se reunir presencialmente nos próximos dias.

    É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

  • Lula acumula maré favorável e aplaca clima precoce de fim de governo

    Lula acumula maré favorável e aplaca clima precoce de fim de governo

    Após meses em baixa, Lula recupera fôlego político com vitórias no Congresso, reação às tarifas dos EUA e melhora nos índices de aprovação. O governo aposta em pautas sociais e econômicas para consolidar terreno rumo a 2026, enquanto a oposição enfrenta divisões internas

    (CBS NEWS) – A gestão Lula (PT) acumulou uma coleção de situações políticas favoráveis, incluindo a saída da defensiva na relação com o Congresso, o que possibilitou reverter o clima observado há apenas três meses, de governo dado como acabado e de uma reeleição improvável.

    O até agora fundo do poço de Lula 3 começou a ser desenhado em janeiro quando o Ministério da Fazenda teve que recuar em uma medida que considerava correta por causa de um vídeo de Nikolas Ferreira (PL-MG) sobre o Pix que superou a casa de 300 milhões de visualizações, passou pela mais baixa aprovação popular das três gestões do petista, no mês seguinte, e culminou com a derrubada de seus decretos sobre o IOF por quase 400 votos na Câmara, em 25 de junho.

    Nesse dia, o clima no Congresso era de governistas desnorteados e oposicionistas comemorando a aplicação de uma das maiores derrotas a Lula com o apoio em massa de partidos que controlavam 11 ministérios.

    Era a primeira vez em 30 anos que um decreto presidencial era derrubado por votação do Congresso.

    Nas derrotas anteriores Lula sempre buscava contemporizar e dizer que a relação de governo e Congresso era assim mesmo, até pela esquerda minoritária na Câmara e no Senado.

    Mas a humilhação sofrida no caso do IOF teve outra resposta.

    O governo acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) e conseguiu recuperar parte dos decretos por meio de decisões de Alexandre de Moraes.

    No campo político, o PT começou a patrocinar nas redes uma forte ofensiva com o mote ricos versus pobres, com vídeos produzidos por inteligência artificial e que tiveram como alvo o Congresso, o centrão e a oposição, tachados de defensores de milionários e de privilégios em detrimento dos interesses do povo.

    A iniciativa bem-sucedida tirou o governo das cordas pela primeira vez nas redes sociais, colocando a oposição e o centrão, que insistiam em outro mote, o de “ninguém aguenta mais imposto”, na defensiva.

    Tanto é que foi recolhida a inclinação do centrão na ocasião de derrubar toda a proposta de compensação do governo -elevação da taxação dos mais ricos- ao projeto de aumento da faixa de isenção do Imposto de Renda.

    Nessa mesma época, em 9 de julho, o anúncio pelo governo de Donald Trump da sobretaxa de 50% ao Brasil balançou mais ainda o xadrez político nacional.

    A ofensiva contra os interesses econômicos brasileiros permitiu a Lula e ao PT retomar a defesa da soberania nacional e das cores verde e amarelo, bandeiras de posse quase exclusiva do bolsonarismo havia anos. A atuação da família do ex-presidente em prol das sanções também entrou no discurso e na campanha governista na linha de carimbar os Bolsonaros como os pais do tarifaço.

    O embate EUA-Brasil também chamuscou a principal aposta para derrotar Lula em 2026, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    O governador de São Paulo adotou uma reação inicial errática sob o impacto da crise e, como mostrou o Painel da Folha, manifestou recentemente desânimo a aliados com uma candidatura presidencial.

    Entre outros motivos, ele avaliaria que o uso de uma bandeira gigante dos EUA durante a manifestação bolsonarista no dia da Independência do Brasil -e no momento em que o país é alvo das tarifas- será bastante explorada pelos petistas na campanha, assim como a participação de Lula na Assembleia-Geral das Nações Unidas.

    Apesar de o brasileiro ter mantido as críticas a Trump, no encontro em Nova York na semana que passou os dois presidentes conversaram brevemente, episódio que foi descrito em tom de simpatia pelo norte-americano, segundo quem houve “uma excelente química” entre os dois.

    A ida para ofensiva em relação ao Congresso permitiu a Lula ainda em julho uma atitude até então incomum em seu terceiro mandato, a de confrontar diretamente os principais líderes no Congresso -ele contrariou orientação da chefia de sua articulação política e vetou o projeto que aumentava de 513 para 531 o número de deputados federais.

    A maré positiva a Lula coincidiu também com a prisão domiciliar e, depois, condenação pelo STF de seu principal rival na arena eleitoral, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), já em setembro.

    No mês atual, Lula viu ainda a recuperação de parte de sua popularidade. O Datafolha mostrou que em meio ao julgamento da trama golpista e dos ataques de Donald Trump, a aprovação do governo subiu para 33%, melhor índice do ano, se aproximando da reprovação, de 38%.

    Em fevereiro, mês em que ele atingiu a pior marca de suas três gestões, só 24% aprovavam o governo, contra rejeição de 41%.

    Já no fim de semana passado, várias capitais do país abrigaram protestos contra a proposta de anistia a Bolsonaro e a chamada PEC da Blindagem. O projeto foi arquivado pelo Senado após a repercussão negativa e os protestos de rua, representando um desgaste a mais para a Câmara e o centrão.

    Diferentemente de meses atrás, o governo vê facilitada a tramitação no Congresso do pacote de medidas que deve compor o combo da candidatura à reeleição do petista.

    Na semana que passou, o Congresso aprovou, no último dia do prazo, a medida provisória que reduz o valor da conta de luz de famílias de baixa renda e o “Agora Tem Especialistas”, principal aposta de Lula para emplacar uma marca forte na área da saúde.

    Nos próximos dias, a Câmara promete votar o projeto que amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda, promessa eleitoral de Lula em 2022 e que deve ser uma de suas bandeiras eleitorais no ano que vem.

    “Subestimaram o Lula, ele é presidente pela terceira vez, tem capacidade, experiência política. Os resultados do governo já eram bons e agora estamos com deflação no preço dos alimentos, dólar caindo, e a oposição muito fragilizada, sem projeto, com pautas antipopulares como anistia e blindagem”, diz o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (RJ). “O Lula e o governo souberam utilizar isso muito bem para virar o jogo.”

    Já o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), diz que a tendência no Congresso continua sendo a de os partidos de centro-direita abandonarem o governo nos próximos meses. “A leve recuperação, para mim, se deve à queda no preço do arroz e feijão, a leve melhora nos preços do supermercado.”

    “O governo, através do ‘judicialismo de coalizão’, com seus ministros cometendo a ditadura da toga, fechando o Congresso Nacional, ele está utilizando toda essa máquina junto com o STF para sufocar e colocar a opinião pública contra o Congresso”, diz o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB).

    Lula acumula maré favorável e aplaca clima precoce de fim de governo

  • Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

    Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

    Trump voltou a defender as tarifas comerciais, alegando que elas garantem a liderança dos EUA em inteligência artificial e atraem empresas para o país. Segundo ele, companhias automotivas e de tecnologia já estão transferindo parte da produção da China, México e Canadá para território american

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (29) sua política de tarifas comerciais, afirmando que elas são fundamentais para manter o país na liderança global em inteligência artificial (IA), atrair novos investimentos e fortalecer a indústria nacional. “Se tirássemos tarifas, seríamos um país de terceiro mundo”, declarou a repórteres.

    Segundo o republicano, as medidas têm incentivado empresas, especialmente dos setores automotivo e de tecnologia, a transferirem parte da produção para os EUA, deixando países como China, México e Canadá. Trump voltou a afirmar que a dependência econômica é maior do lado chinês: “A China precisa mais dos Estados Unidos do que nós precisamos dela”, disse.

    Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

  • Ofensiva de Trump desafia Fachin no STF após tensão no comando do TSE com ataques de Bolsonaro

    Ofensiva de Trump desafia Fachin no STF após tensão no comando do TSE com ataques de Bolsonaro

    Edson Fachin assume a presidência do STF em meio a tensões inéditas com os Estados Unidos, que aplicaram sanções a ministros da corte. Mais discreto que Barroso, ele terá de lidar com desafios internacionais e ataques persistentes do bolsonarismo

    (CBS NEWS) – Pela segunda vez, os ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) Luís Roberto Barroso e Edson Fachin se sucedem no comando de um órgão em um momento de alta tensão e marcado por ataques ao Judiciário.

    Em 2022, a ameaça era interna. Fachin assumia a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) num momento em que o então presidente Jair Bolsonaro (PL) mais uma vez subia o tom de contestação às urnas e à Justiça Eleitoral -e quando a participação dos militares em comissão do tribunal ganhava contornos preocupantes, alinhada aos interesses do então mandatário.

    Passados mais de três anos, o ministro volta a receber o bastão de Barroso nesta segunda-feira (29). Desta vez, porém, para assumir a presidência do Supremo. Se antes o foco de preocupação vinha do próprio presidente da República, que já ameaçava não aceitar o resultado da eleição, agora ela vem de fora.

    Fachin assume a corte diante de uma desafiadora e inédita campanha de punições a ministros do STF por parte de uma potência estrangeira.

    Além de ter aplicado tarifas de 50% ao Brasil, citando como uma das justificativas o julgamento de Bolsonaro, o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, já cancelou vistos da maioria dos magistrados do Supremo e aplicou a Lei Magnitsky -sanção destinada a torturadores e violadores de direitos humanos- ao ministro Alexandre de Moraes. Na semana passada, a punição foi estendida até mesmo à esposa do magistrado.

    Alguns dias após o tarifaço, aplicado em julho, o ministro Barroso publicou uma manifestação no site do tribunal dizendo que cabia ao Executivo a resposta política imediata, mas que, enquanto chefe do Judiciário, cabia a ele fazer uma reconstituição dos fatos.

    Segundo o ministro, as sanções eram fundadas “em compreensão imprecisa dos fatos ocorridos no país nos últimos anos”. Além de outras manifestações do presidente da corte negando, por exemplo, que haveria uma caça às bruxas contra Bolsonaro, duas notas institucionais da corte foram publicadas a respeito das punições.

    Apesar de ter um perfil mais contido e reservado que a maioria dos seus pares, Fachin não deixou de condenar a postura dos EUA.

    “Eu entendo que punir um juiz por decisões que tenha tomado é um péssimo exemplo de interferência indevida. Ainda mais quando isso advém de um país estrangeiro”, afirmou em palestra no mês passado, ao mesmo tempo em que falou também da importância da autocontenção do Judiciário.

    Ana Cláudia Santano, que é coordenadora da Transparência Eleitoral Brasil e acompanhou de perto os desafios da eleição de 2022, representando a sociedade civil no comitê de transparência criado pelo TSE, ressalta que o cenário agora é outro. “É um momento desafiador muito mais complexo justamente porque esses conflitos não são internos, eles são internacionais”, diz ela, apontando a imprevisibilidade de Trump como complicador.

    A professora de direito avalia ainda que a situação sobre como responder às sanções traz um dilema. Ela pondera, por exemplo, que é preciso que a corte tenha muito cuidado ao publicar notas sobre as sanções tanto para não adentrar competências da diplomacia brasileira quanto para que não se adiante juízo sobre processos.

    Se já é uma incógnita como o tópico Trump se desenrolará -e se o pior já passou-, ao longo de seu mandato, Fachin deve enfrentar outros momentos desafiadores e turbulentos.

    Passado o julgamento do ex-presidente, o bolsonarismo promete seguir com a bandeira anti-STF e a defesa de uma anistia ampla. O resultado da próxima eleição pode aumentar ou diminuir a temperatura do cenário deflagrado. Sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes, já há mais de uma ação na corte discutindo a constitucionalidade da regra atual sobre impeachment de ministros.

    E, apesar de a PEC da Blindagem ter sido enterrada, não deixa de existir o fantasma de que propostas restringindo os poderes do Supremo avancem no Congresso -insatisfeito com ações envolvendo emendas parlamentares.

    Na avaliação de Ana Laura Pereira Barbosa, professora de direito da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), será positivo se Fachin encampar reformas do processo decisório da corte, para fortalecê-la. “Seria uma forma por meio da qual o tribunal poderia se proteger ainda mais de ataques e reforçar a sua independência, imparcialidade e competência para arbitrar as questões constitucionais”, diz ela.

    Além de destacar a personalidade mais discreta de Fachin como aspecto positivo para a construção da imagem da corte como órgão colegiado, Ana Laura acredita que, passado o grosso das ações do 8 de Janeiro e o julgamento de Bolsonaro, o ministro terá maior potencial de ação que Barroso com a pauta da corte.

    Em 2022, quando esteve à frente do TSE, em que tinha também função administrativa, Fachin manteve posição firme em meio à tensão gerada por Bolsonaro.

    Além de ter acumulado declarações fortes em defesa da Justiça Eleitoral e do pleito, o ministro atuou para melhor estruturar equipe do tribunal que lidava com desinformação eleitoral e para informar e preparar a comunidade internacional quanto ao que se passava no Brasil.

    Buscou ainda, diante da escalada de questionamentos das Forças Armadas dando munição à campanha contra as urnas empreendida pelo então presidente, isolar tais ações. Além de ter negado a implementação de sugestões dos militares ou pedidos para reuniões particulares, fora da comissão que tinha sido criada pelo ministro Barroso, Fachin chegou a afirmar, por exemplo, que quem “trata de eleição são forças desarmadas” e que não havia “poder moderador para intervir na Justiça Eleitoral.

    “Para remover a Justiça Eleitoral de suas funções terão que antes remover este presidente da sua presidência. Diálogo sim, joelhos dobrados, jamais”, disse em evento à época dos ataques do ex-presidente.

    Ofensiva de Trump desafia Fachin no STF após tensão no comando do TSE com ataques de Bolsonaro

  • Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

    Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

    Brincadeira de Trump ao anunciar ordem executiva para manter o TikTok nos EUA levanta preocupações sobre possível favorecimento a conteúdos conservadores. Oracle deve liderar a supervisão do algoritmo, enquanto a ByteDance terá participação mínima no novo conselho

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na semana passada uma ordem executiva que garante a permanência do TikTok no país. Durante o anúncio, ele brincou que tornaria o algoritmo da plataforma “100% MAGA”, sugerindo que poderia favorecer conteúdos alinhados ao seu governo.

    Trump afirmou que “todos serão tratados de forma justa” com a conclusão do acordo, que dará aos EUA total controle sobre o que é exibido aos usuários da rede social. Apesar do tom de brincadeira, críticos temem que o TikTok passe a privilegiar conteúdos de viés conservador.

    Segundo o site Ars Technica, a participação da Oracle e o apoio da família Murdoch, dona da Fox News, levantaram dúvidas sobre a neutralidade da plataforma. Analistas já comparam a operação à compra do Twitter por Elon Musk, que transformou a rede social no atual X.

    De acordo com a Associated Press, a Oracle será responsável por supervisionar o algoritmo e a segurança do TikTok nos EUA. O vice-presidente J.D. Vance afirmou que o novo acordo garante que investidores americanos terão controle total sobre o sistema da rede social.

    Trump também destacou que Oracle, Dell e o grupo de mídia de Rupert Murdoch integrarão o conselho da nova empresa americana do TikTok, na qual a ByteDance, empresa-mãe chinesa, terá participação reduzida a no máximo 20%.

    O negócio ainda não foi finalizado, mas a proposta prevê que investidores norte-americanos fiquem com até 80% do controle. Washington alega que a mudança é essencial para a segurança nacional, sob o argumento de que o algoritmo do TikTok pode ser manipulado por autoridades chinesas para influenciar o conteúdo de forma imperceptível.
     
     

     

    Algoritmo do TikTok será "100% MAGA", diz Trump

  • Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

    Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

    Com cada vez mais informações pessoais e financeiras armazenadas no celular, roubos podem gerar golpes graves. Medidas preventivas, como autenticação em dois fatores e backups, somadas a ações rápidas após o crime, ajudam a reduzir riscos e prejuízos

    Ninguém sabe quando pode ser vítima de um assalto e perder o celular, mas é possível adotar algumas medidas de prevenção para minimizar os prejuízos. Com cada vez mais funções centralizadas no aparelho, como acesso a bancos, redes sociais, e-mails, contatos e senhas, a perda ou roubo pode expor informações pessoais e profissionais sensíveis.

    Além do impacto financeiro, o roubo de celulares no Brasil tem sido acompanhado de fraudes e golpes, como transferências bancárias via PIX, uso de aplicativos de mensagens para pedir dinheiro a contatos e até clonagem de chips. Por isso, proteger o dispositivo e agir rapidamente em caso de furto é essencial.

    O que fazer antes do roubo

    Ative a autenticação em dois fatores em aplicativos de bancos, e-mail e redes sociais.

    Utilize um gerenciador de senhas para criar combinações seguras e difíceis de adivinhar.

    Configure alertas de login e acesso em seus serviços digitais.

    Faça backups regulares das informações, de preferência em nuvem.

    Ative funções de rastreamento, como Buscar iPhone no iOS ou Encontrar meu dispositivo no Android.

    O que fazer depois do roubo

    Bloqueie o celular imediatamente por meio das ferramentas oficiais, como iCloud ou Google.

    Troque todas as senhas de serviços usados no aparelho, priorizando aplicativos de banco e e-mail.

    Entre em contato com a operadora para bloquear o chip e evitar clonagens.

    Registre boletim de ocorrência, já que muitos bancos exigem o documento em casos de fraude.

    Avise familiares, amigos e colegas de trabalho para ficarem atentos a mensagens suspeitas.

    Notifique seu banco e, se possível, peça o bloqueio preventivo de transações até garantir a segurança.

    Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, só em 2024 foram registrados mais de 300 mil roubos e furtos de celulares no estado. Em nível nacional, o Brasil lidera o ranking mundial de fraudes digitais relacionadas a dispositivos móveis, de acordo com levantamento da empresa de cibersegurança Kaspersky.

    Celular roubado: como proteger seus dados antes e depois do crime

  • Tufão Bualoi faz 2 mortos e deixa 17 pescadores desaparecidos; imagens

    Tufão Bualoi faz 2 mortos e deixa 17 pescadores desaparecidos; imagens

    Fenômeno climático já passou pelas Filipinas e segue para o Laos após provocar a morte de duas pessoas, deixar 17 pescadores desaparecidos, destruir casas, inundar plantações e obrigar a retirada de mais de 28 mil moradores

    O tufão Bualoi, que atingiu as Filipinas e seguiu em direção ao Vietnã antes de se mover para o Laos, deixou um rastro de destruição e mortes na região. Ondas de até oito metros provocaram o desaparecimento de embarcações de pescadores e agravaram os danos.

    Segundo informações da agência Reuters, ao menos duas pessoas morreram e 17 estão desaparecidas. Uma das vítimas foi arrastada por uma inundação na cidade de Hue, enquanto outra morreu após ser atingida pela queda de uma árvore na província de Thanh Hoa, ambas na região costeira do país.

    Os desaparecidos são pescadores que estavam em três embarcações. Dois barcos foram atingidos pelas ondas na província de Quang Tri, e um terceiro perdeu contato com a terra firme durante a tempestade.

    Moradores relataram momentos de pânico. “Já passei por muitas tempestades, mas esta foi uma das mais fortes”, disse Nguyen Tuan Vinh, de 45 anos, que ajudava a limpar os destroços em sua comunidade. Outro residente contou ter passado a noite acordado com medo de que a casa fosse destruída pelos ventos.

    De acordo com a agência governamental de gestão de desastres, o Bualoi destruiu ao menos 245 casas, inundou 1.400 hectares de plantações de arroz, bloqueou acessos e levou ao fechamento de quatro aeroportos, cancelando centenas de voos. Ao todo, 28.500 pessoas precisaram ser retiradas de suas residências por precaução.

    Tufão Bualoi faz 2 mortos e deixa 17 pescadores desaparecidos; imagens

  • Ana Castela pesca pela primeira vez em viagem com Zé Felipe e família

    Ana Castela pesca pela primeira vez em viagem com Zé Felipe e família

    A cantora se divertiu em passeio no Pantanal ao lado de Zé Felipe, Leonardo e Poliana Rocha, onde registrou seu primeiro peixe. O momento rendeu brincadeiras, reforçou rumores de romance e contou até com montagem em inteligência artificial para ampliar a captura

    Ana Castela aproveitou o domingo (28) em clima de descontração no Pantanal ao lado de Zé Felipe e dos pais do cantor, Leonardo e Poliana Rocha. Durante o passeio, a boiadeira viveu uma experiência inédita: pescou seu primeiro peixe. “Meu primeiro peixe”, escreveu em tom de comemoração nas redes sociais, onde também publicou registros do momento.

     
     
     

     
     
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    Com humor, Ana compartilhou até uma montagem feita por inteligência artificial para aumentar o tamanho da captura e brincou: “Peguei um tubarão, mas não coube na foto”. Zé Felipe reagiu com emojis de risada e um coração, enquanto ela ainda se impressionava com a pesca do sertanejo: “Olha o tamanho! O Zé pegou um enorme”, disse, admitindo ter medo de peixe.

     
     
     

     
     
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    A aproximação acontece em meio à divulgação da parceria musical Sua Boca Mente. Solteiro desde o fim do casamento com Virginia Fonseca, em maio deste ano, Zé Felipe tem sido constantemente associado à boiadeira. Ana, por sua vez, não assume publicamente um relacionamento desde o término com Gustavo Mioto, no fim de 2024.

    Enquanto as especulações correm soltas, Poliana Rocha fez questão de mandar um recado de apoio. Em publicação recente, desejou felicidade ao filho e também à ex-nora. “Filho, neste novo capítulo da sua vida, que você encontre felicidade e realizações. Estarei sempre torcendo por você. Para minha ex-nora, desejo tudo de melhor nesta vida. Rivalidade é criada por vocês”, afirmou.

    Ana Castela pesca pela primeira vez em viagem com Zé Felipe e família

  • Casal indiano pede divórcio após brigas entre cão e gato de estimação

    Casal indiano pede divórcio após brigas entre cão e gato de estimação

    Unidos pelo amor aos animais, marido e mulher viram o sonho do casamento ruir quando cachorro e gato passaram a conviver sob o mesmo teto. Tentativas de reconciliação, mediação judicial e terapia falharam, já que nenhum deles aceita abrir mão do próprio pet

    Um casal da Índia, casado em dezembro de 2024, entrou com pedido de divórcio menos de um ano depois devido a um impasse inusitado: seus animais de estimação não conseguem conviver sob o mesmo teto. O marido é dono de um cachorro e a esposa de um gato, e a animosidade entre os dois animais tornou a vida conjugal insustentável.

    De acordo com o India Today, a relação do casal começou justamente pela paixão em comum por animais. Antes do casamento, trocavam fotos e histórias divertidas sobre o cão e o gato, mas a convivência conjunta revelou o conflito. Em sessões de terapia determinadas pelo tribunal, a mulher relatou que o cachorro do marido late constantemente para o gato, deixando-o assustado, estressado e até sem comer.

    O marido, por sua vez, afirmou ao The Independent que a esposa havia prometido não levar o gato para a casa do casal, mas descumpriu o acordo. Ele também acusa o felino de causar problemas, inclusive ao rondar o aquário da família e de já ter agido de forma violenta contra o cachorro.

    Apesar de tentativas de reconciliação, incluindo mediação judicial e a intervenção das famílias, nenhuma das partes aceita abrir mão do próprio animal. “Todos os esforços possíveis estão sendo feitos para salvar o casamento, mas a esposa não está disposta a se desfazer do gato”, disse um dos terapeutas que acompanha o caso.

    Para o conselheiro familiar Shail Awasthi, o impasse vai além da rivalidade entre cão e gato e reflete mudanças sociais na Índia. Segundo ele, cresce a tendência de pessoas priorizarem os laços com animais de estimação em detrimento das relações humanas. “Quando os parceiros se recusam a se adaptar, casamentos como esse entram em colapso”, afirmou.
     
     

    Casal indiano pede divórcio após brigas entre cão e gato de estimação