Autor: REDAÇÃO

  • Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

    Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

    A influenciadora relatou ataques que vem sofrendo desde a separação de Zé Vaqueiro. O cantor saiu em defesa da ex-mulher, negou traição e pediu respeito ao público diante das especulações.

    Ingra Soares publicou uma carta emocionante dedicada ao filho Arthur, que morreu aos 11 meses em julho do ano passado. No texto, a influenciadora desabafa sobre os ataques que vem recebendo desde o anúncio do fim do casamento com Zé Vaqueiro, no último domingo (30/11), após seis anos de relacionamento. Desde então, surgiram rumores de que ela teria traído o cantor.

    “Mensagem para o céu. Eu espero, meu filho, que você esteja aí junto com o Papai do Céu, orando por sua mãe e me protegendo daí de cima. Porque aqui as coisas têm sido difíceis”, escreveu. Ela também falou sobre as acusações: “Tenho precisado aguentar tantas pessoas ruins me atacando, tentando a todo custo destruir a minha imagem, falando coisas sobre a minha índole sem nenhuma prova. E, se tivessem, você acha que já não teriam postado?”

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    Diante das especulações, Zé Vaqueiro veio a público nesta quarta-feira (3/12) defender a ex-mulher. O cantor negou qualquer traição e pediu respeito. “Eu não estou aqui para explicar o que aconteceu, estou aqui para defender a mãe dos meus filhos, que está sendo atacada injustamente. Meu rompimento com a Ingra não se deu por conta de traição. Foi por questões do dia a dia. Precisamos ter sabedoria e manter o respeito”, declarou.

    Ele acrescentou que não aceita as agressões dirigidas à influenciadora. “Não gosto de ver as pessoas atacando ela, porque ela não merece. Nossa história é linda. Como homem e como pai, eu peço respeito nesse momento.”

    As acusações contra Ingra não são recentes. Em agosto, circularam vídeos e comentários afirmando que a influenciadora teria traído o cantor. Na época, Zé Vaqueiro repudiou as fofocas. “A verdade sempre será a verdade, e a mentira sempre será a mentira. Eu seria incapaz de fazer algo que manchasse a visão que os meus filhos têm de mim. A mamãe está cansada de tudo isso”, afirmou Ingra.

    No fim da carta, a influenciadora relembrou a força que aprendeu com o filho. “Eu nunca vou conseguir entender o porquê, mas sigo acreditando que nada passa despercebido por Deus. Obrigada por me ensinar sobre resiliência. Depois de ver a sua luta pela vida, eu aprendi que, mesmo sangrando, eu não posso desistir.”

    Na época das primeiras acusações, Zé Vaqueiro também reagiu nas redes sociais e afirmou que o vídeo que circulava era falso. “Quem fez esse vídeo e está tentando, de alguma forma, fazer minha esposa passar por essa vergonha, não vai conseguir. E espero que você tenha essa mesma coragem no jurídico. Estou de olho nos comentários também. Boa noite, Deus abençoe”, escreveu.

    Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

  • Marcela faz novo desabafo após agressão de Dado.

    Marcela faz novo desabafo após agressão de Dado.

    A modelo publicou fotos de ferimentos e relatou agressões físicas, emocionais e psicológicas. Ela diz ter permanecido em silêncio por medo de julgamentos e rebate críticas de que teria exposto o caso por busca de visibilidade.

    Marcela Tomaszewski voltou a se pronunciar publicamente nesta quarta-feira (3) e divulgou novas imagens das agressões que, segundo ela, teria sofrido de Dado Dolabella. Nas fotos mais recentes, aparecem hematomas e um ferimento no dedo coberto de sangue. A modelo afirmou que decidiu expor esse material porque desejava mostrar a dimensão do que viveu. “Hoje decidi reunir aqui algumas imagens e conversas que mostram o que eu vivi, não só as agressões físicas, mas também as emocionais e psicológicas que começaram muito antes. E deixando claro, não foi apenas uma agressão por sal”, escreveu.

    Marcela disse que teme a forma como casos de violência contra mulheres têm sido tratados e que isso contribuiu para sua decisão de falar. “As notícias dos últimos dias estão me deixando cada vez mais assustada com o que vem acontecendo com tantas mulheres”, afirmou. Ela também comentou que se manteve em silêncio por receio da reação do público e pelo fato de a relação ser amplamente acompanhada nas redes sociais. “Fiquei em silêncio por medo do julgamento, por ser um relacionamento público, e porque desde o início estava claro para todos que eu era uma ótima mídia para limpar a linha homem agressivo dele.”

    A modelo também mencionou como se sentia dentro da relação. Segundo ela, a imagem de “princesa” era incentivada pelo ator para reforçar um personagem. “Segundo ele eu era ‘uma princesa’ para o público dele. Mas por quê? Essa visão era a que ele queria que todos tivessem. Sou uma mulher forte e ouvi muito que eu deveria ser mais feminina. Por que será?”, questionou. Marcela afirma que acreditou, durante muito tempo, que conseguiria se desvincular desse relacionamento sem que sua história fosse desacreditada. “Me calei por medo de não acreditarem em mim, por medo de tudo o que poderia vir depois. E, ironicamente, agora quem está sendo julgada sou eu: a vítima.”

    Nas redes sociais, ela também rebateu a acusação de que teria exposto o caso em busca de visibilidade. “Para quem diz que fiz isso por mídia, deixo algo muito claro: se eu quisesse aproveitar qualquer exposição, eu teria lançado a minha marca, porque meu Instagram ultrapassou 90 milhões de visualizações com tudo isso acontecendo”, afirmou. Ao final do desabafo, declarou que não pretende usar o episódio para benefício próprio. “Sim, já ouvi de diversos assessores a frase marketing ruim não existe. Mas eu me recuso. Jamais lançaria algo que construí com amor, dedicação e pensando em mulheres em meio a tamanha dor.”
     
     
     

     

     
     
     

     
     
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  • Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

    Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

    O texto do parlamentar deve ser votado nesta quarta-feira (3), na Câmara dos Deputados, em uma subcomissão que analisa o tema. Em seguida, se aprovada, a matéria será levada à discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

    Ministros do governo federal anunciaram na tarde desta terça-feira (2) uma posição contrária ao parecer do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) sobre a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem o fim da escala de trabalho 6×1.

    O texto do parlamentar deve ser votado nesta quarta-feira (3), na Câmara dos Deputados, em uma subcomissão que analisa o tema. Em seguida, se aprovada, a matéria será levada à discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

    “O governo quer aqui reafirmar aos parlamentares que a nossa posição é de fim da escala 6 por 1. Nós entendemos que tem que ter qualidade de vida na vida dos trabalhadores”, afirmou a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

    “Não adianta só reduzir a jornada, é necessário também que os trabalhadores tenham um tempo para resolver os seus problemas, tempo de lazer, tempo de cuidar da sua família”, acrescentou a ministra, em declaração à imprensa.

    Gleisi estava acompanhada do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), autor da primeira proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre o tema na Câmara (PEC 221/2019), e da deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), autora do projeto de lei 67/2025, que também propõe a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas.

    “Nós fomos surpreendidos pelo relatório da subcomissão. Então, vamos seguir defendendo essa posição do fim da escala de trabalho 6×1, sem redução do salário, no Parlamento, na sociedade, nas ruas, e dialogar com o conjunto dos parlamentares. É uma pauta aprovada por mais de 70% da população brasileira em todas as pesquisas”, disse o ministro Guilherme Boulos.

    Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

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  • Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

    Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

    Na época, Giulia estava no ensino médio e ficou incomodada com os comentários dos colegas. Segundo ela, os alunos pesquisaram o nome de Flávia no Google e exibiram as imagens para a turma. “Eles colocaram lá [no Google], e estava um burburinho, tipo… ‘Ai, gente!’”, lembrou.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Giulia Costa contou que a mãe, Flávia Alessandra, foi convocada pela escola após posar para a Playboy. No podcast Nepograma, apresentado por Luísa Perissé, ela explicou que a situação aconteceu na segunda vez em que Flávia posou para a revista quando colegas buscaram na aula de informática o ensaio nu da atriz.

    Na época, Giulia estava no ensino médio e ficou incomodada com os comentários dos colegas. Segundo ela, os alunos pesquisaram o nome de Flávia no Google e exibiram as imagens para a turma. “Eles colocaram lá [no Google], e estava um burburinho, tipo… ‘Ai, gente!’”, lembrou.

    Giulia afirmou que um dos meninos chegou a comentar que a mãe era “gostosa” e recebeu advertência.

    A direção, sem saber como lidar com a situação “anormal”, chamou Flávia para conversar. Segundo Giulia, a atriz ameaçou tirar ela da escola caso a instituição não achasse uma maneira de apaziguar o comportamento inadequado dos alunos.

    Na conversa, Giulia Costa também comentou que os ensaios nunca foram tabu em casa. “Hoje moro sozinha e fico pelada mesmo. Eu amo cozinhar pelada, fico fazendo omelete pelada”, disse, explicando que a nudez sempre foi tratada de forma natural em sua família.

    Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

  • Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Com mais de 650 desaparecidos e centenas de milhares de desabrigados, o governo indonésio é cobrado a decretar estado de emergência, enquanto organizações humanitárias afirmam que a medida é essencial para ampliar a resposta ao desastre.

    As inundações que devastaram a ilha de Sumatra, na Indonésia, alcançaram um número de vítimas ainda mais alarmante. A Agência Nacional de Gestão de Desastres do país (BNPB) informou nesta quarta-feira que o total de mortos subiu para 804, um salto significativo em relação ao balanço anterior, que contabilizava 631 vítimas. Mais de 650 pessoas seguem desaparecidas e centenas de milhares foram obrigadas a deixar suas casas.

    Mesmo diante da tragédia, que inclui milhares de feridos e destruição generalizada em várias regiões de Sumatra, o governo indonésio ainda resiste às pressões para decretar estado de emergência. A medida é considerada essencial por especialistas e organizações humanitárias, que afirmam que isso permitiria ampliar recursos e melhorar a coordenação dos esforços de assistência.

    A Indonésia decretou estado de emergência apenas em três ocasiões desde que existem registros: durante o terremoto e tsunami de 1992, no tsunami de 2004 que deixou dezenas de milhares de mortos e na pandemia de covid-19.

    A comparação com o Sri Lanka, que enfrenta enchentes e já declarou estado de emergência solicitando ajuda internacional, tem aumentado a cobrança sobre Jacarta. A Amnistia Internacional na Indonésia afirmou que a medida é “urgentemente necessária” para mobilizar forças nacionais e internacionais no apoio às vítimas.

    Segundo as autoridades locais, a catástrofe foi agravada pelo volume excepcional de chuva que atingiu a região por um período prolongado, levando rios ao transbordamento e causando destruição em larga escala.
     
     

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

  • "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

    "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

    Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que estava ansioso para ver e conversar com Lula em breve, acrescentando que “muito coisa boa resultará desta parceria recém-formada!”, segundo informações da agência Reuters. 

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta terça-feira (2) sobre o telefonema que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Para repórteres na Casa Branca, Trump disse que os dois falaram sobre sanções, uma aparente referência às sanções de sua administração ao Judiciário brasileiro por causa do processo criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Trump afirmou ainda que ele e Lula “tiveram uma ótima conversa”, acrescentando: “Falamos sobre comércio. Falamos sobre sanções, porque, como vocês sabem, eu os sancionei em relação a certas coisas que aconteceram.”

    Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que estava ansioso para ver e conversar com Lula em breve, acrescentando que “muito coisa boa resultará desta parceria recém-formada!”, segundo informações da agência Reuters. 

    Lula

    Mais cedo, a Presidência da República informou que Lula, durante telefonema com Trump, afirmou que deseja “avançar rápido” nas negociações para retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo norte-americano, que ainda vigora sobre alguns produtos brasileiros, .

    Lula e Trump também conversaram sobre cooperação para o combate ao crime organizado. Em comunicado, o Palácio do Planalto informou que a conversa entre os líderes foi “muito produtiva” e durou 40 minutos.

    No dia 20 de novembro, a Casa Branca anunciou a retirada de 238 produtos da lista do tarifaço, entre eles, café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.

    De acordo com o governo, 22% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ainda permanecem sujeitas às sobretaxas. No início da imposição das tarifas, 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estavam submetidas a alíquotas adicionais.

    Na conversa com Trump, Lula indicou ter sido muito positiva a decisão do governo estadunidense, mas destacou que “ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações”.

    Tarifaço

    O tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada pelo presidente Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter a relativa perda de competitividade da economia dos Estados Unidos para a China nas últimas décadas.

    No dia 2 de abril, Trump impôs barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, na ocasião, foi imposta a taxa mais baixa, de 10%. Mas, em 14 de novembro, o país norte-americano também isentou determinados produtos agrícolas brasileiros dessas tarifas recíprocas.

    Já em 6 de agosto, entrou em vigor uma tarifa adicional de 40% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo Trump, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

    As decisões dos EUA, de revogar parte das tarifas, foi influenciada pelo diálogo recente entre Trump e o presidente Lula, durante encontro na Malásia, em outubro, e outros contatos telefônicos que foram seguidos de negociações entre as equipes dos dois países.

    Tratativas

    O Brasil busca avançar nas tratativas para retirar novos produtos da lista de itens tarifados. Após algum alívio para o agronegócio, o governo avalia que os produtos industriais permanecem como foco de preocupação. Parte desses segmentos, especialmente bens de maior valor agregado ou fabricados sob encomenda, têm mais dificuldade para redirecionar exportações para outros mercados.

    Temas não tarifários também seguem na pauta de discussão, incluindo áreas como terras raras, big techs, energia renovável e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata).

     

     

    "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

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  • Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Vídeo em que Patrizio Pazzani insulta clientes viralizou e gerou reação internacional. Empresário pediu desculpas após repercussão, enquanto autoridades locais criticaram o comportamento e tentam reparar o desgaste diplomático.

    Patrizio Pazzani, 58, irmão do ex-jogador italiano Giampaolo Pazzini, provocou uma polêmica internacional após gravar e publicar um vídeo em que insulta turistas de Taiwan dentro de sua pizzaria em Montecatini Terme, na Toscana. O episódio ocorreu no início de novembro, quando um grupo de 16 visitantes pediu cinco pizzas e três cervejas, pedido que irritou o empresário e o levou a registrar a cena com comentários ofensivos.

    Segundo o jornal La Nazione, os turistas, que não falavam italiano, sorriram ao perceber que estavam sendo filmados porque imaginaram se tratar de um material promocional. No vídeo, Pazzani reclama: “São 16 pessoas, mas só pediram cinco pizzas e três cervejas. Que absurdo. Isso é demais.” Ele também teria afirmado que as pizzas eram “um pouco pequenas” e pedido que o grupo deixasse o estabelecimento enquanto comia. Em outro momento, segundo a imprensa italiana, o empresário usa a expressão “chineses de m*” para se referir aos visitantes. A gravação, posteriormente excluída, viralizou rapidamente e repercutiu na mídia taiwanesa.

    @simonapeselli #simonapeselli #intervistaapatriziopazzini #ilristoratorechiedescusa #nonvolevooffendereilpopolocinese #montecatiniterme suono originale – Simona Peselli

    O caso ganhou ainda mais repercussão porque Pazzani insistiu em relacionar China e Taiwan de forma depreciativa ao longo do vídeo. Diante da pressão internacional, ele publicou em 16 de novembro um pedido de desculpas no TikTok. “Não tive a intenção de insultar ninguém. Nós, italianos, somos um povo brincalhão. Já viajei para o Oriente, para a China, lugares lindos com pessoas maravilhosas”, afirmou. O vídeo de retratação já ultrapassa 880 mil visualizações.

    O prefeito de Montecatini, Claudio Del Rosso, também se pronunciou sobre o episódio. Ele declarou: “Todos nós conhecemos o protagonista deste vídeo e sabemos que ele é alguém que pode fazer piadas em qualquer situação e com qualquer pessoa. Tenho certeza de que não havia intenção de ofender, mas ele cometeu um erro, um erro grave. As desculpas são necessárias.” O prefeito reforçou que reconhece China e Taiwan como países distintos e informou que convidaria representantes diplomáticos asiáticos para um encontro a fim de reafirmar o espírito de hospitalidade da cidade.

    Nas redes sociais, internautas criticaram duramente o comportamento de Pazzani e defenderam os turistas. Usuários relataram que dividir pizzas é prática comum em restaurantes italianos. Uma pessoa escreveu: “A pizzaria deveria ser fechada, a falta de respeito foi ofensiva demais.” Outra comentou: “Meu marido e eu nunca conseguimos comer uma pizza inteira. Sempre pedimos uma e dividimos.”

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

  • Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

    Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

    Vanessa, passageira de um voo da Delta Airlines, relatou ter chorado por quase duas horas após ver uma mensagem cruel enviada pelo homem ao seu lado, que a chamou de “mulher enorme”. Em processo de perda de peso, ela disse que o comentário abalou sua autoestima.

    Uma mulher contou nas redes sociais como uma mensagem enviada por um passageiro ao seu lado arruinou sua viagem de avião e a fez chorar durante quase duas horas. A situação, segundo ela, mostrou como a crueldade de alguém pode afetar profundamente outra pessoa de forma inesperada.

    A passageira, Vanessa, viajava de Tampa, na Flórida, para Nova York em um voo da Delta Airlines quando o episódio aconteceu. “Acabamos de decolar e eu não consigo parar de chorar”, relatou ao descrever o que viu.

    De acordo com Vanessa, o homem sentado ao lado dela enviou uma mensagem dizendo “urgh, uma mulher enorme sentou ao meu lado”. “Eu vi, porque tenho olhos na cara, e agora me sinto presa pelas próximas duas horas”, contou.

    Ela explicou que está em processo de perda de peso nos últimos meses e que aquele comentário acabou abalando sua autoestima. “Perdi 60 libras [27 quilos] e estava me sentindo muito bem comigo mesma”, escreveu em um vídeo no TikTok, no qual pediu palavras de carinho aos seguidores.

    @soberspouse

     

    original sound – DJ Rehab

    Em publicações posteriores, Vanessa disse que o homem percebeu que ela tinha visto a mensagem e começou a digitar rapidamente outras frases para empurrar o comentário para fora da tela. “Viajar sendo uma pessoa gorda é muito difícil”, desabafou.

    O relato, publicado em 26 de novembro, viralizou e recebeu apoio de milhares de pessoas contrárias ao body shaming, prática de humilhar alguém com comentários sobre sua aparência física. Vanessa agradeceu o acolhimento e afirmou que o apoio recebido a ajudou a recuperar a confiança para seguir sua jornada de perda de peso.

     

     

    Mulher chora em voo após passageiro enviar mensagem cruel sobre ela

  • Instagram testa mudança que afeta forma de publicar na plataforma

    Instagram testa mudança que afeta forma de publicar na plataforma

    Alguns usuários relatam notificações ao tentar incluir mais de três hashtags em um post, indicando que a rede social pode estar avaliando uma nova limitação antes de decidir se irá adotá-la de forma definitiva.

    O Instagram parece ter começado a limitar o número de hashtags por publicação, com alguns usuários recebendo um aviso ao tentar postar conteúdo com mais de três hashtags.

    Segundo o site GSMArena, a plataforma não anunciou oficialmente a mudança, e a notificação não aparece para todos. A medida, portanto, pode estar em fase de testes ou sendo liberada gradualmente para parte dos usuários.

    Também é possível que a empresa queira observar como a restrição afeta o comportamento na plataforma antes de decidir se a mudança será ou não adotada de forma definitiva.

    Não há confirmação sobre a expansão da medida para todos os perfis. Caso seja implementada globalmente, a limitação pode representar mais um passo na direção de tornar o Instagram uma rede cada vez mais orientada a influenciadores, reduzindo a possibilidade de usuários descobrirem novas contas por meio de hashtags.

    Instagram testa mudança que afeta forma de publicar na plataforma

  • Eduardo Bolsonaro muda tom e celebra diálogo político entre Trump e Lula

    Eduardo Bolsonaro muda tom e celebra diálogo político entre Trump e Lula

    O deputado classificou como positiva a conversa entre os presidentes e voltou a defender a legitimidade das sanções norte-americanas, enquanto Lula e Trump discutem a retirada de sobretaxas e a cooperação no combate ao crime organizado.

    O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou nesta terça-feira, 2, o telefonema entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em publicação no X, o parlamentar afirmou ter recebido a notícia “com otimismo” e defendeu que a aproximação entre os dois governos pode abrir “caminhos importantes”, desde que guiada por princípios claros.

    Eduardo, que recentemente criticou a falta de diálogo entre parlamentares brasileiros e autoridades norte-americanas durante a crise bilateral, voltou a justificar as sanções impostas pelos Estados Unidos ao Brasil. Para ele, medidas punitivas comerciais são legítimas quando outras alternativas de negociação são esgotadas.

    Lula telefonou a Trump no início da tarde. Segundo o Palácio do Planalto, a conversa durou cerca de 40 minutos e tratou do tarifaço aplicado pelos EUA, além de temas como cooperação no combate ao crime organizado. A Presidência informou que Lula manifestou interesse em acelerar as tratativas para retirar a sobretaxa de 40% que ainda incide sobre parte dos produtos brasileiros.

    Em Washington, Trump confirmou a conversa a repórteres e mencionou ter discutido comércio e sanções. Ele afirmou que os dois tiveram “uma ótima conversa” e que espera encontrar Lula em breve, destacando que a parceria recém-formada pode gerar “muita coisa boa”, segundo a agência Reuters.

    No mês passado, a Casa Branca retirou 238 itens da lista de produtos tarifados, incluindo café, frutas tropicais, carnes e especiarias. Ainda assim, 22% das exportações brasileiras continuam sujeitas às sobretaxas, índice que chegou a 36% no início do tarifaço.

    De acordo com o governo brasileiro, Lula considerou positiva a redução anunciada pelos Estados Unidos, mas ressaltou que ainda há produtos pendentes de negociação e que o Brasil pretende avançar rapidamente nas discussões.

    Eduardo Bolsonaro muda tom e celebra diálogo político entre Trump e Lula

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