Autor: REDAÇÃO

  • Wagner Moura desponta como favorito ao Oscar, diz revista americana

    Wagner Moura desponta como favorito ao Oscar, diz revista americana

    Ele está no topo da disputa por melhor ator, à frente de nomes como DiCaprio e Chalamet; ‘O Agente Secreto’ também aparece bem posicionado em várias categorias de 2026

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O movimento em torno de “O Agente Secreto” ganhou um novo impulso nesta semana, quando a Hollywood Reporter, uma das publicações mais influentes da indústria, destacou Wagner Moura como o nome mais forte na corrida pelo Oscar de melhor ator.

    A avaliação, feita pelo jornalista Scott Feinberg -referência nas previsões de premiações -, coloca o brasileiro à frente de concorrentes de grande visibilidade, como Timothée Chalamet, Leonardo DiCaprio, Michael B. Jordan e George Clooney.

    A projeção positiva não se restringe ao trabalho de Moura. No levantamento, que atualiza semanalmente os favoritos em todas as categorias, o longa dirigido por Kleber Mendonça Filho aparece entre os oito primeiros na disputa de melhor roteiro original e figura como o quarto colocado na corrida pelo Oscar de filme internacional. O painel também atribui ao diretor brasileiro a 13ª posição entre possíveis indicados a Melhor Direção.

    Outras áreas técnicas do filme também foram mencionadas, ainda que em posições mais distantes: 17º lugar em melhor fotografia e 23º em melhor direção de arte. Mesmo assim, o conjunto de citações reforça o alcance internacional da produção.

    Lançado no início deste mês, após passar por Cannes e ser escolhido para representar o Brasil no Oscar 2026, “O Agente Secreto” mergulha no clima tenso da ditadura militar. A trama acompanha Marcelo, vivido por Wagner Moura, um especialista em tecnologia que retorna a Recife em 1977 em busca de tranquilidade, mas encontra uma cidade atravessada por vigilâncias, conspirações e segredos de Estado.

    O elenco, composto por nomes como Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Hermila Guedes, Isabél Zuaa e Alice Carvalho, ajuda a sustentar a atmosfera de paranoia política que estrutura o longa.

    Wagner Moura desponta como favorito ao Oscar, diz revista americana

  • Eduardo Bolsonaro diz que Moraes quer impedir direita de ter maioria no Senado em 2026

    Eduardo Bolsonaro diz que Moraes quer impedir direita de ter maioria no Senado em 2026

    Supremo formou maioria para tornar deputado réu sob acusação de coação ao atuar nos EUA; ele tinha pretensão de ser candidato ao Senado no próximo ano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) disse nesta sexta-feira (14) que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), quer impedir a direita de ter maioria no Senado em 2026, por isso votou para torná-lo réu na corte.

    Nesta tarde, a Primeira Turma do STF formou maioria para receber a denúncia contra o deputado federal sob a acusação de coação. Além de Moraes, votaram nesta sexta os ministros Flávio Dino e Cristiano Zanin. Cármen Lúcia, a outra integrante da Primeira Turma, tem até o dia 25 para apresentar sua posição.

    O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirma sofrer perseguição política do magistrado e diz que a acusação, na verdade, seria ao governo Donald Trump, nos EUA, por ter imposto sanções contra produtos brasileiros e autoridades.

    “Como crime de coação exige meio ilícito -e a [Lei] Magnitsky não é ilícita, é meio legal dos Estados Unidos- e um instrumento que esteja sob minha disposição, e Magnitsky eu não assino, nem tarifa eu assino, quem assina isso é o Trump e secretariado [dele], notoriamente são crimes que não competem a mim. Eu jamais poderia estar sendo acusado por isso”, disse em vídeo divulgado nas redes sociais.

    “Moraes está usando política dentro do tribunal para limar a possibilidade de a direita ter maioria no Senado ano que vem”, completou, citando ele próprio e o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), que era alvo de ação penal no STF, suspensa pela Câmara no mês passado.

    O filho do ex-presidente, em entrevista à CNN, comparou-se ao pai, que está condenado e em prisão domiciliar, e classificou o processo como “gambiarra jurídica”.

    “Essa gambiarra jurídica é só a tentativa do tribunal de me tornar inelegível a todo custo. Já fizeram isso com o meu pai e, agora, querem fazer comigo”, afirmou.

    Eduardo Bolsonaro e o empresário Paulo Figueiredo foram acusados pela PGR de articularem ações junto ao governo do Estados Unidos com o objetivo de intervir nos processos contra Jair Bolsonaro no Brasil.

    O procurador-geral Paulo Gonet viu na ação da dupla o crime de coação, que consiste em “usar de violência ou grave ameaça, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, contra autoridade, parte, ou qualquer outra pessoa que funciona ou é chamada a intervir em processo judicial”.

    O processo contra os dois acabou desmembrado. Moraes determinou que Eduardo fosse intimado por edital, sob alegação de que ele dificultava o andamento do processo; já Figueiredo mora nos Estados Unidos há mais de dez anos e será notificado pessoalmente, por meio de cooperação jurídica internacional.

    A acusação da PGR diz que Eduardo e Figueiredo, desde o recebimento da denúncia contra Bolsonaro no Supremo, passaram a articular sucessivas e continuadas ações para intervir no processo penal.

    O procurador afirma que Eduardo e Figueiredo tentaram explorar o relacionamento que mantêm com integrantes do governo americano e assessores e conselheiros do presidente Donald Trump e que se valeram dessa rede de contatos para constranger a atuação do Supremo.

    Nessa fase do processo, os ministros do STF analisam se a denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) traz indícios mínimos de autoria e materialidade que justificam a abertura de um processo penal contra Eduardo. Com a confirmação do resultado, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se tornará réu e responderá ao Supremo pelos crimes de que foi acusado.

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  • STF torna Eduardo Bolsonaro réu por atuação nos EUA

    STF torna Eduardo Bolsonaro réu por atuação nos EUA

    O colegiado formou maioria para transformar o parlamentar em réu pelo crime de coação no curso do processo. A acusação foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

    A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, receber a denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Com o voto da ministra Cármen Lúcia registrado neste sábado (15), o colegiado formou maioria para transformar o parlamentar em réu pelo crime de coação no curso do processo. A acusação foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

    Segundo a PGR, Eduardo Bolsonaro tentou interferir — a partir do exterior — no julgamento de um processo que envolve seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar organização criminosa com o objetivo de mantê-lo no poder após a derrota eleitoral de 2022. Para a Procuradoria, a atuação do deputado buscou pressionar autoridades brasileiras e barrar o andamento da ação penal por meio de articulações internacionais.

    O julgamento ocorre no plenário virtual do Supremo, onde os ministros registram os votos eletronicamente. Apesar de a votação já ter atingido unanimidade entre os quatro integrantes da Primeira Turma, o prazo para análise permanece aberto até 25 de novembro. Até lá, é possível que algum ministro altere o voto, peça vista ou solicite remessa do caso ao plenário — algo que, segundo a Corte, não tem sido comum nesse colegiado.

    Além de Cármen Lúcia, votaram pelo recebimento da denúncia os ministros Alexandre de Moraes, relator do caso, Flávio Dino e Cristiano Zanin. Após o encerramento do prazo, será publicada a ata do julgamento, e o processo seguirá para fase de instrução, com oitiva de testemunhas, coleta de provas e o interrogatório do réu. Com a decisão, fica aberta ação penal contra Eduardo Bolsonaro.

    No voto que embasou a abertura do processo, Alexandre de Moraes afirmou que o deputado “insistiu na estratégia de ameaçar gravemente os ministros do Supremo”, buscando favorecer Jair Bolsonaro. De acordo com o relator, essa ameaça se concretizou por meio da obtenção de sanções do governo dos Estados Unidos, incluindo tarifas de exportação — o chamado “tarifaço” —, suspensão de vistos de entrada e aplicação dos efeitos da Lei Magnitsky ao próprio ministro.

    Segundo Moraes, as medidas do governo Donald Trump foram decretadas sob a alegação, sem provas, de que o Brasil estaria cometendo injustiças contra Bolsonaro. Também foram sancionados pela lei norte-americana Moraes, sua esposa Viviane de Moraes, outros ministros do STF e o advogado-geral da União, Jorge Messias, que tiveram vistos cancelados.

    Para a PGR, Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo atuaram para criar instabilidade e medo, projetando represálias estrangeiras com o objetivo de impedir condenações ligadas ao caso do golpe. A Procuradoria concluiu que ambos praticaram coação no curso do processo, crime punido com pena de um a quatro anos de prisão, e que a estratégia buscava proteger Jair Bolsonaro.

    STF torna Eduardo Bolsonaro réu por atuação nos EUA

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  • EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

    Um menino de 11 anos morreu, na manhã de sexta-feira, ao ter sido baleado durante um desentendimento de trânsito. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    Um menino de 11 anos morreu na manhã de sexta-feira após ser baleado durante um desentendimento no trânsito em uma rodovia de Las Vegas, nos Estados Unidos. Um jovem de 22 anos foi detido e acusado de homicídio.

    “Hoje perdemos uma vida que não precisava ter sido perdida. Um menino de 11 anos estava a caminho da escola e esse ato sem sentido tirou sua vida”, disse o chefe de polícia de Henderson, Reggie Rader, segundo a NBC News.

    O incidente aconteceu por volta das 7h30 (horário local), quando dois motoristas tentavam ultrapassar um ao outro na rodovia congestionada. Um deles conseguiu fazê-lo pela pista de emergência, o que levou a uma discussão verbal.

    “O suspeito pegou uma arma e atirou contra o veículo da vítima, atingindo um passageiro de 11 anos que estava sentado no banco de trás”, afirmou Rader.

    O padrasto do menino, que dirigia o carro, acabou colidindo com o veículo do suspeito, identificado como Tyler Matthew Johns, fazendo com que ambos os automóveis parassem. No entanto, segundo a ABC News, os motoristas saíram dos carros e continuaram discutindo.

    Um policial do Departamento de Polícia de Las Vegas passava pelo local por acaso. Ao perceber a situação, confiscou a arma e prendeu o jovem de 22 anos.

    O agressor era o único que portava uma arma de fogo, segundo as autoridades.

    “Preciso que todos tenham mais paciência no trânsito. Temos a obrigação de cuidar uns dos outros. Não vale a pena se envolver nesse tipo de comportamento, seja qual for o lado”, alertou Rader.

    A rodovia permanecerá interditada ao tráfego “por muito tempo”, acrescentou.

    “Não sei por que as pessoas são tão impacientes. […] Meu apelo à comunidade, especialmente agora que entramos na época festiva, é que reduzam a velocidade. Vocês vão chegar ao destino — só precisam chegar com segurança”, disse.

    EUA: Criança de 11 anos morre baleada em desentendimento no trânsito

  • É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

    É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

    Apesar de não haver dados que comprovem que os celulares atraem descargas elétricas, há alguns cuidados que deve ter com o uso de aparelhos eletrônicos durante uma tempestade como a que atingiu o país esta semana.

    Quando tempestades atingem nossos dias, muitas dúvidas, inseguranças e receios acabam surgindo. Uma delas está relacionada ao uso de celulares durante uma trovoada.

    A dúvida aparece principalmente pelo medo de que um smartphone possa atrair descargas elétricas durante uma tempestade.

    Para esclarecer essa questão, o TechTudo explica que é possível usar o celular sem medo de que algo grave aconteça. Em alguns casos, porém, é importante tomar certas precauções.

    Segundo a publicação brasileira, no país as principais vítimas de raios são pessoas em áreas abertas, em zonas rurais, e pessoas dentro de casa em contato com objetos ligados à rede elétrica ou telefônica.

    Dito isso, dentro de casa durante uma tempestade, é recomendado evitar mexer no celular caso ele esteja carregando. Já ao ar livre, é preciso considerar que pode ser arriscado usar o celular em áreas abertas.

    A CNN Brasil, por sua vez, lembra que raios são descargas atmosféricas que, em regiões tropicais, geralmente ocorrem durante chuvas. Essas descargas tendem a ser atraídas pelos pontos mais altos do local, especialmente quando há objetos metálicos.

    Na mesma linha, o TechTudo reforça que celulares são aparelhos pequenos demais para funcionarem como um “ímã” para raios. Pelo contrário, árvores, postes, antenas e corpos d’água têm muito mais probabilidade de serem atingidos.

    É seguro mexer no celular durante uma tempestade? Entenda

  • Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reuniu-se na sexta-feira com altos responsáveis do Pentágono na Casa Branca, para discutir várias opções para uma possível ação militar na Venezuela, de acordo com o jornal The Washington Post.

    O secretário de Defesa, Pete Hegseth, e o chefe do Estado-Maior Conjunto, Dan Caine, visitaram a Casa Branca pelo segundo dia consecutivo.

    Um alto funcionário do governo explicou que o presidente recebeu “uma série de opções” e continua “estrategicamente indeciso” sobre suas ações futuras, segundo o Washington Post, citado pela agência EFE.

    A reunião privada, de acordo com o Post, ocorreu 24 horas depois de Hegseth ter anunciado em sua conta oficial na rede social X o início da Operação Lança do Sul na região, com o objetivo de combater o narcotráfico, embora sem detalhar metas ou operações específicas.

    Fontes consultadas pelo jornal afirmam que algumas forças norte-americanas posicionadas na região “estão se preparando para possíveis ordens de ataque”.

    Outro funcionário afirmou que Washington está “muito ciente do que está acontecendo na Venezuela, das conversas entre os aliados de Maduro e a cúpula do seu regime”, e alertou que o presidente venezuelano “está muito assustado — e com razão”, diante da variedade de opções “prejudiciais” que Trump tem à disposição.

    Desde agosto, os Estados Unidos reforçaram significativamente sua presença militar no sul do Caribe sob o pretexto de uma missão antidrogas.

    Cerca de 10 mil soldados foram mobilizados, segundo fontes oficiais, e um dos principais navios da Marinha dos EUA, o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o maior do Pentágono, foi posicionado próximo à costa venezuelana.

    Em outubro, Trump declarou que não descartava possíveis ataques a alvos terrestres tanto na Venezuela quanto na Colômbia, cujos presidentes ele acusa de serem narcotraficantes.

    Por sua vez, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu à população que se prepare para uma possível “luta armada” e anunciou o envio de 200 mil soldados para o país.

    Trump discute com Pentágono opções para ação militar na Venezuela

  • E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

    Num e-mail datado de 8 de fevereiro de 2017, Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser “perigoso”, notando que conheceu “pessoas muitas más”, mas nenhuma “tão má quanto Trump”. Esta troca de e-mails entre Epstein e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, aconteceu semanas depois de o republicano ter sido eleito presidente dos Estados Unidos.

    Há novos detalhes sobre os e-mails de Jeffrey Epstein nos quais aparece o nome de Donald Trump. Em um dos e-mails recentemente divulgados, o magnata norte-americano afirmou que o atual presidente dos Estados Unidos era “perigoso”, descrevendo-o como a pior pessoa que já conheceu.

    Na quarta-feira, o Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes divulgou mais de 20 mil páginas de documentos do espólio de Jeffrey Epstein, incluindo uma suposta conversa entre o predador sexual e o ex-secretário do Tesouro, Larry Summers, datada de 8 de fevereiro de 2007.

    Essa troca de e-mails aconteceu cerca de três semanas depois de Donald Trump assumir a presidência dos EUA, em 20 de janeiro de 2017.

    No e-mail, citado pela ABC News, Jeffrey Epstein escreveu a Larry Summers: “Lembre-se do que eu te disse. Já conheci pessoas muito ruins, mas nenhuma tão ruim quanto Trump. Ele não tem uma célula decente no corpo… então sim, ele é perigoso.”

    “Quer fotos do Donald com garotas…?”

    Em outro e-mail anterior, datado de 8 de dezembro de 2015, Epstein conversava com o então jornalista do The New York Times, Landon Thomas Jr., sugerindo possíveis linhas de investigação.

    A troca começou depois que Thomas escreveu um artigo no qual Donald Trump descrevia Epstein como “um cara fantástico” que “gosta de mulheres bonitas”.

    “Agora todo mundo está vindo atrás de mim porque acham que eu tenho informações bombásticas sobre você e o Trump”, escreveu o jornalista. Epstein respondeu sugerindo que Thomas investigasse as finanças do republicano antes de entrar em assuntos mais pessoais.

    Em um dos e-mails, Epstein escreveu: “Quer fotos do Donald com garotas de biquíni na minha cozinha?”. O jornalista respondeu: “Sim”.

    Não está claro se Epstein realmente possuía essas fotos ou se chegou a enviá-las ao jornalista do New York Times.

    Mas os e-mails sobre Trump não pararam aí. Epstein teria enviado mensagens sugerindo que repórteres “perguntassem ao mordomo sobre Donald, que quase atravessou uma porta e deixou a marca do nariz no vidro enquanto mulheres jovens nadavam na piscina”. Segundo Epstein, “ele estava tão concentrado que bateu na porta”.

    Trump “sabia das meninas” ou os e-mails são falsos?

    Os democratas do Comitê de Supervisão divulgaram documentos que incluem e-mails trocados em 2019 entre Epstein e uma pessoa próxima a Donald Trump, nos quais o criminoso sexual alegou que o magnata “sabia das meninas”.

    Em um e-mail enviado a Michael Wolff, por exemplo, Epstein escreveu: “É claro que ele sabia sobre as garotas, pois pediu à Ghislaine para parar”.

    Casa Branca diz que e-mails são “narrativa falsa”. E Trump?

    A Casa Branca afirmou que a divulgação dos e-mails é uma tentativa de “criar uma narrativa falsa para difamar o presidente”.

    “Os democratas divulgaram seletivamente esses e-mails para a mídia de esquerda para criar uma narrativa falsa e difamar o presidente Trump”, disse a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, segundo a BBC.

    Ela acrescentou: “A ‘vítima não identificada’ mencionada nos e-mails é Virginia Giuffre — que já faleceu — e que afirmou repetidamente que o presidente Trump não esteve envolvido em nenhuma irregularidade e que ‘não poderia ter sido mais respeitoso’ nas poucas interações que tiveram.”

    Donald Trump também reagiu, dizendo que “apenas um republicano muito mau ou muito estúpido cairia nessa armadilha”, atacando os democratas.

    “Os democratas estão tentando ressuscitar a farsa Jeffrey Epstein porque farão de tudo para desviar a atenção do quão mal se saíram com a paralisação do governo e tantos outros assuntos”, escreveu Trump em sua plataforma Truth Social.

    Ele continuou: “Apenas um republicano muito mau ou estúpido cairia nessa armadilha. Os democratas custaram ao nosso país 1,5 bilhão de dólares com suas recentes maldades de fechar nosso país, colocando muitos em risco — eles deveriam pagar um preço justo.”

    E-mails? Jeffrey Epstein acusou Donald Trump de ser "perigoso"

  • Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

    Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

    Cantora Taylor Swift escreveu uma carta a Liam Payne em 2017 e disse que ia “torcer sempre” pode ele. Agora esse manuscrito vai ser leiloado, em dezembro, com uma avaliação entre 5 a 11 mil euros.

    Taylor Swift escreveu uma carta para o falecido Liam Payne em 2017, e ela agora será leiloada em dezembro.

    De acordo com a People, a carta continha uma mensagem da cantora demonstrando apoio a Liam em sua carreira solo. O leilão acontecerá no dia 2 de dezembro pela Omega Auctions, e o item está avaliado entre 5 e 11 mil euros.

    Segundo a descrição, citada pela People, o bilhete foi entregue a Payne — que morreu aos 31 anos no dia 16 de outubro de 2024 — antes das respectivas apresentações no Capital FM Jingle Bell Ball daquele ano, na O2 Arena, em Londres. Taylor Swift e Liam Payne se apresentaram no evento em 10 de dezembro de 2017.

    “Liam, há quanto tempo! Estou tão feliz por você, você está arrasando. Sou obcecada por ‘Bedroom Floor’. É tão bom te ver de longe, estou sempre torcendo por você. Boa sorte hoje à noite”, dizia o bilhete assinado por Taylor Swift, com indicação de que fosse entregue a Liam.

    “Bedroom Floor”, a música mencionada por Taylor Swift na carta, foi lançada em outubro daquele ano. Ela sucedeu o single de estreia solo “Strip That Down” (lançado em maio de 2017) e “Get Low” (de julho de 2017).

    A carreira solo de Liam Payne começou após a banda da qual ele fazia parte, One Direction, anunciar um hiato em agosto de 2015. A pausa, por tempo indeterminado, teve início em janeiro de 2016, após o lançamento do quinto álbum de estúdio e depois da saída de Zayn Malik do grupo, em março de 2015.

    Vale lembrar também que Taylor Swift cruzou seu caminho com o dos One Direction diversas vezes e chegou a namorar um dos membros da banda, o cantor Harry Styles. O ex-casal foi visto junto pela primeira vez em março de 2012 e se separou em janeiro de 2013.

    Em 2016, por exemplo, a cantora também foi fotografada ao lado de Niall Horan e Louis Tomlinson na festa pós-gala do Billboard Music Awards, e colaborou com Zayn Malik na música “I Don’t Wanna Live Forever”, de 2016.

    Já faz um ano que Liam Payne morreu

    O leilão da carta de Taylor Swift a Liam Payne acontece um ano após a morte do cantor. O artista morreu no dia 16 de outubro de 2024, após cair da varanda de um hotel em Buenos Aires, na Argentina.

    No dia em que se completou um ano de sua morte, fãs de Liam Payne se reuniram para prestar homenagem em sua cidade natal, Wolverhampton.

    “Amamos você”; “Espero que esteja em um lugar melhor”; “Você será sempre lembrado”. Essas foram algumas das mensagens deixadas em arranjos de flores, cartões e cartazes próximos a um coreto no West Park.

    Carta que Taylor Swift escreveu para Liam Payne em 2017 vai ser leiloada

  • China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

    A China está desaconselhando os cidadãos do país a viajarem para o Japão, após declarações da primeira-ministra nipônica, Sanae Takaichi, sobre uma eventual intervenção de Tóquio num conflito no estreito de Taiwan.

    “Recentemente, os líderes japoneses fizeram declarações abertamente provocadoras em relação a Taiwan, prejudicando gravemente o clima de intercâmbio entre os povos”, declarou, na noite de sexta-feira, a embaixada da China em Tóquio nas redes sociais.

    “O Ministério das Relações Exteriores e a embaixada e consulados da China no Japão lembram solenemente aos cidadãos chineses que evitem viajar para o Japão em um futuro próximo”, acrescenta a nota.

    Há uma semana, a nova primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, afirmou no parlamento que, se uma situação de emergência em Taiwan implicasse “o envio de navios de guerra e o uso da força, isso poderia representar uma ameaça à sobrevivência do Japão”.

    “Temos de considerar o pior cenário”, acrescentou.

    As declarações foram amplamente interpretadas como uma indicação de que um ataque a Taiwan poderia justificar o apoio militar de Tóquio à ilha.

    De acordo com a legislação japonesa, o país só pode intervir militarmente em determinadas condições, especialmente em caso de ameaça existencial — Taiwan fica a apenas 100 quilômetros da ilha japonesa mais próxima.

    Na sexta-feira, Pequim anunciou ter convocado o embaixador do Japão, considerando “extremamente graves” as declarações de Sanae Takaichi.

    Por sua vez, o Japão afirmou ter feito o mesmo com o embaixador da China, após uma ameaça considerada “extremamente inadequada” por parte do cônsul-geral chinês em Osaka, Xue Jian.

    Em uma mensagem posteriormente apagada da rede social X, Xue ameaçou “cortar a cabeça suja sem a menor hesitação”, citando um artigo que relatava a fala de Takaichi.

    Tóquio afirmou na sexta-feira que sua posição sobre Taiwan permanecia inalterada e defendeu “a paz e a estabilidade”.

    Taiwan é uma ilha com governo próprio desde 1949, que a China considera uma “província rebelde” e parte inalienável de seu território, tendo ameaçado várias vezes recorrer à força para alcançar a reunificação.

    Apesar de ter reconhecido a República Popular da China como o único governo legítimo em 1972, o Japão mantém relações não oficiais com Taipé. O ex-primeiro-ministro Shinzo Abe (1954–2022), inclusive, defendeu publicamente que qualquer invasão da ilha justificaria uma resposta militar japonesa, dentro do acordo de segurança com os Estados Unidos.

    China desaconselha viagens para o Japão: "Declarações provocadoras"

  • Bruna Marquezine revela ter guarda compartilhada de cachorros com João Guilherme

    Bruna Marquezine revela ter guarda compartilhada de cachorros com João Guilherme

    Em participação no programa de Angélica, atriz também falou sobre pressões ao completar 30 anos; artista também contou que acreditava que a apresentadora não gostava dela

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Bruna Marquezine revelou que mantém guarda compartilhada dos cachorros com o ex-namorado João Guilherme. Na noite de quinta-feira (13) no “Angélica ao Vivo”, a atriz contou que a cadelinha Chihiro, levada ao estúdio, e Haku foram adotados durante uma viagem ao Japão e acabaram virando “irmãos”: nasceram no mesmo dia, embora sejam de raças diferentes.

    “Fui duas vezes ao Japão, é uma viagem incrível e transformadora. E ela veio de lá! Fui uma vez e fiquei encantada com os cachorros, aí voltei meses depois e já saí do Brasil com essa intenção”, lembrou Bruna.

    Ela também contou que mantém guarda compartilhada do pets com o ex-namorado.”Eles amam ficar juntos. Então sempre damos um jeito de eles se encontrarem”.

    Ao lado de Heloísa Périssé e Marcos Palmeira, a atriz também comentou a relação com o tempo e a chegada dos 30 anos, completados em agosto. Bruna contou ter vivido uma “pré-crise” ao sentir a pressão da indústria e da sociedade sobre envelhecimento e maternidade, chamando esse controle sobre o corpo feminino de cruel.

    Heloísa, de 59 anos, respondeu em tom bem-humorado, dizendo viver a “segunda adolescência” e defendendo que essa fase é a melhor, com independência financeira e emocional.

    O programa ainda serviu para desfazer um mal-entendido com a anfitriã. Bruna contou que chegou a achar que Angélica “não gostava muito” dela porque nunca havia sido chamada para um projeto da apresentadora.

    Depois ela descobriu que tinha ignorado um áudio da apresentadora fazendo o convite. Angélica disse que compartilhava da mesma visão de não ser gostada pela atriz. As duas riram da história ao vivo e selaram a paz, agora oficialmente “se amando”, como brincaram no estúdio.

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