Autor: REDAÇÃO

  • Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

    Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

    O vulcão, chamado Sakurajima e localizado na ponta sul de Kyushu, perto da cidade de Kagoshima, entrou em erupção por volta da 1h no horário local (13h de sábado em Brasília), informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Houve mais duas erupções por volta das 2h30 e 8h50 locais.

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Um vulcão entrou em erupção, neste domingo (16), na principal ilha ocidental do Japão, Kyushu. Cinzas e uma coluna de fumaça alcançaram até 4,4 km de altura, o que causou dezenas de cancelamentos de voos.

    O vulcão, chamado Sakurajima e localizado na ponta sul de Kyushu, perto da cidade de Kagoshima, entrou em erupção por volta da 1h no horário local (13h de sábado em Brasília), informou a Agência Meteorológica do Japão (JMA). Houve mais duas erupções por volta das 2h30 e 8h50 locais.

    Segundo a agência de notícias Kyodo, esta foi a primeira erupção a atingir 4 km ou mais de altura em quase 13 meses. A mídia local também noticiou o cancelamento de 30 voos que chegariam ou partiriam do aeroporto de Kagoshima devido à queda de cinzas e outros motivos relacionados.

    A JMA informou que as cinzas vulcânicas foram lançadas para nordeste após a última erupção e que esperava que caíssem em Kagoshima e na província vizinha de Miyazaki neste domingo.
    Sakurajima é um dos vulcões mais ativos do Japão, e erupções de diferentes níveis ocorrem regularmente. Em 2019, o vulcão lançou cinzas a uma altura de até 5,5 km.

    Vulcão entra em erupção, e voos são cancelados no Japão

  • Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

    Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

    As três foram vistas juntas em novas selfies compartilhadas por Kim, que exibiu o encontro com bom humor e sem esconder o clima leve da reunião.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Uma noite comum em Calabasas, na Califórnia, acabou virando assunto nas redes quando Britney Spears apareceu ao lado de Kim e Khloé Kardashian em uma espécie de festa do pijama improvisada.

    As três foram vistas juntas em novas selfies compartilhadas por Kim, que exibiu o encontro com bom humor e sem esconder o clima leve da reunião.

    A primeira foto, publicada nos stories da empresária, mostrou as duas deitadas na cama, quase como uma reedição real do clima de “Slumber Party” – hit de Britney. Kim, 45, posou com sua expressão clássica enquanto a cantora, de 43, surgiu fazendo careta e mostrando a língua. A legenda curta reforçava o clima casual: “Noites em Calabasas”.

    A visita, segundo seguidores atentos, pode ter acontecido na casa da fundadora da SKIMS em Hidden Hills. Britney chegou acompanhada de Cade Hudson, seu empresário de longa data, que também registrou o momento.

    Ele é o autor da segunda imagem que viralizou, mostrando o quarteto lado a lado no quarto, iluminado por uma luminária rosa ao fundo.

    Os looks da noite também chamaram atenção. Kim optou por um roupão preto e coque; Khloé apareceu com um pijama temático de Natal e fios soltos em ondas; Britney surgiu com um conjunto amarelo e branco.

    Apesar de o encontro parecer inusitado para o público, não é a primeira vez que as duas estrelas cruzam caminhos. Kim já demonstrou apoio à cantora em 2021, quando comentou o impacto da mídia na trajetória de Britney após assistir ao documentário sobre ela. “A forma como a mídia desempenhou um papel importante na vida dela pode ser muito traumatizante”, escreveu na época.

    Kim Kardashian recebe Britney Spears para noite do pijama na Califórnia

  • Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

    Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

    O relato surgiu de forma espontânea, no meio de uma live de quatro horas, quando o cantor tentou explicar por que estava se movimentando com dificuldade.

    ADRIELLY SOUZA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Justin Bieber voltou a preocupar os fãs ao contar, durante uma transmissão ao vivo, que sofreu uma queda “bem feia” enquanto andava de Onewheel– o skate elétrico de uma roda que ele costuma usar no dia a dia.

    O relato surgiu de forma espontânea, no meio de uma live de quatro horas, quando o cantor tentou explicar por que estava se movimentando com dificuldade.

    Logo no início, Bieber deixou claro que o machucado não foi leve. “Minha costela tá doendo demais, mano”, disse aos espectadores, visivelmente desconfortável. Em seguida, detalhou que a dor estava “pegando de um jeito” que o obrigava a respirar e falar mais devagar: “Essa merda tá me afetando muito, mano. Tô tentando manter a calma.”

    A explicação sobre o acidente veio um pouco depois. Ele contou que perdeu o equilíbrio e caiu de lado, diretamente no quadril. “Chat, eu caí de lado naquele Onewheel e aterrissei no quadril. Até cantar, rir, tudo dói”, desabafou.

    Mesmo machucado, o cantor seguiu com um ensaio ao vivo para o Coachella de 2026. Em alguns momentos, jogava-se no sofá tentando aliviar o incômodo.

    O artista já havia sido visto com um ferimento misterioso no início do verão americano. Em junho, fotos obtidas pela Page Six mostravam o vencedor do Grammy chegando ao Voda Spa, em West Hollywood, usando uma joelheira preta bem presa na perna esquerda.

    Justin Bieber relata queda de skate elétrico: 'Até cantar, rir, tudo dói'

  • 'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

    'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

    “Eu achava que só poderia usar a borboleta [como símbolo] quando estivesse num lugar de sabedoria”, diz. O processo de revisão a fez chegar a outra conclusão: “A gente nunca é só borboleta; tem dias que acordo lagarta, viro casulo à tarde e borboleta à noite”. “É um ciclo contínuo”, explica.

    ANA CORA LIMA
    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Ao celebrar 25 anos de carreira, Wanessa Camargo, 42, olhou para trás e encontrou uma palavra que sintetiza sua trajetória: “metamorfose”. Não por acaso esse é o nome de seu novo DVD, que veio depois de ela revisitar a própria história –discos, fases, conquistas e tropeços. O termo vem associado também a uma imagem: a da borboleta, um animal do qual ela sempre gostou, mas ao qual evitou se associar por algum tempo.

    “Eu achava que só poderia usar a borboleta [como símbolo] quando estivesse num lugar de sabedoria”, diz. O processo de revisão a fez chegar a outra conclusão: “A gente nunca é só borboleta; tem dias que acordo lagarta, viro casulo à tarde e borboleta à noite”. “É um ciclo contínuo”, explica.

    A cantora conta que sempre migrou entre estilos –do pop ao rock, do eletrônico ao romântico, passando pelo country– sem medo de se reinventar. Medo, aliás, ela tem “de um monte de coisas”, mas nunca com coisas relacionadas à própria carreira: “No meu trabalho, o medo passa longe. Eu entro no palco muito certa do que quero dizer”, diz. “Quando sinto que algo bate em mim, eu vou.”

    Revisitar esse quarto de século, porém, exigiu escolhas difíceis. Wanessa tinha músicas para montar um show de quatro horas, mas precisou condensar tudo em duas –com 41 faixas distribuídas em medleys, raridades e clássicos que “nunca podem faltar”. Para isso, voltou a ouvir todos os álbuns, encarou clipes antigos, recuperou apresentações e percebeu as diferentes “camadas de metamorfose” que a constituem.

    Ela brinca que até suas falhas mais simples serviram de lição: “[Blusa] tomara que caia em show não funciona”. “Já insisti umas vinte vezes. Chega na hora, fico puxando o peito e me sinto burra. Então, parou”, brinca.

    Wanessa também sabe o peso de ter começado cedo e de ter se tornado ídolo de vários jovens, sendo ela própria uma adolescente na época. Sobrevivência nesse terreno, aliás, não é uma regra, mas ela atribui sua permanência à curiosidade e ao desejo constante de recomeçar. “Eu sempre mirei minha carreira até o fim da minha vida. Quando você perde a curiosidade sobre algo, morre. Por isso faço reality, musical, filme, dança. Eu preciso do novo.”

    Essa busca também levou seu público junto. “Se eu tivesse continuado cantando sempre a mesma coisa, a galera que cresceu comigo teria perdido o interesse”, avalia. A cantora acompanha a maturidade dos fãs cantando sobre as próprias dores –divórcio, separação, recomeços–, temas que dialogam com quem a segue desde a adolescência.

    Ao mesmo tempo, sabe que a cobrança sobre mulheres públicas é brutal. “Toda mulher é cobrada: ser bonita, ser boa mãe, boa filha, boa profissional, dar conta de tudo. A imagem da mulher perfeita existe para todas, não só para mim”, diz ela, que aponta terapia, espiritualidade e um núcleo familiar forte como pilares que a mantêm centrada. “Minha família é unida, tenho amigos, faço terapia desde sempre e sou guiada pela fé –frequento o que me fizer bem: igreja, centro, terreiro. Onde tiver luz, eu vou.”

    Quando ouve que é uma fênix, ela ri –e concorda. “Já renasci muitas vezes. Cada tombão me faz voltar mais forte e mais feliz.” Arrependimento? Jura não ter. Nem mesmo a participação no BBB 24, do qual foi expulsa. “Doeu, mas me deixou claro sobre quem eu sou. Hoje estou no Dança [dos Famosos] com a coragem que ganhei lá”, afirma.

    A leveza do quadro de dança do Domingão com Huck, aliás, tem sido um bálsamo. “Saio de lá morta, dolorida, mas feliz, leve e viva”, diz a cantora.

    Wanessa não foge da pergunta quando o assunto é Dado Dolabella. Ela negar ter sofrido qualquer agressão por parte dele e diz enxergar o fim do namoro como um capítulo fechado de sua vida. “Quando vivi essa história, era porque eu precisava viver. Não era um ciclo encerrado, por isso tentei de novo”, comenta. “Tivemos momentos incríveis e aprendemos muito um com o outro. Torço pela felicidade dele, mas estou em paz, porque encerrei um ciclo em paz.”

    Ela explica que ambos tentaram retomar o relacionamento, mas a reconciliação não avançou. A cantora diz que, agora, seu caminho é outro: “Hoje estou solteira, nesse lugar só comigo”. “E, se aparecer alguém lá na frente, vou me jogar de novo, porque sou intensa”, afirma. “Se tiver que me apaixonar vinte vezes e sofrer vinte vezes, eu me reconstruo vinte vezes.”

    A artista reconhece que o sofrimento faz parte das relações. “Claro que ninguém quer sofrer, mas faz parte. Tenho medo de cair de cara, mas também quero viver o amor”, reflete, comentando como mudou sua busca afetiva ao longo da vida. “Quando era mais nova, buscava um amor romântico. Aos 30, procurei um parceiro. Agora, busco a mim mesma”, observa, lembrando ter engatado o relacionamento com Dado logo após o fim do casamento com Marcus Buaiz. Por isso, quase não passou tempo solteira.

    “Foram 21 anos convivendo com o outro, pensando no outro, cedendo pelo outro, tentando compor com o outro. Agora preciso compor comigo. Estou me forçando a ficar sozinha”, disse. Ainda assim, admite que continua aberta à vida. “Se eu quiser dar uns beijinhos, tudo bem. Se acontecer de me arrebatar de novo, ok. Mas estou muito bem comigo.”

    Ela considera que o momento profissional também pede foco. “Depois de tudo o que vivi, preciso me relacionar com o meu trabalho. E tem a maternidade, que é prioridade. Minha vida é tomada pelos meus dois filhos [José Marcus, 13, e João Francisco, 11] também”, afirma. Mas completa: “Espero encontrar alguém que me arrebate”. Se der certo, ótimo. Se não der, a gente chora, trata na terapia, ouve música romântica no chão e segue. ‘Thank u, next’.”

    'Já renasci mil vezes e sigo pronta para a próxima', diz Wanessa Camargo

  • Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

    Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

    A medida foi confirmada à Folha por três pessoas a par das discussões e pode integrar o plano de reestruturação, etapa fundamental para a contratação de R$ 20 bilhões em empréstimos com objetivo de dar fôlego financeiro à empresa neste ano e em 2026.

    IDIANA TOMAZELLI
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Os Correios estudam repassar parte de seus imóveis para outra estatal federal, a Emgea (Empresa Gestora de Ativos), numa tentativa de acelerar a venda desses bens e obter uma injeção imediata de recursos no caixa.

    A medida foi confirmada à Folha por três pessoas a par das discussões e pode integrar o plano de reestruturação, etapa fundamental para a contratação de R$ 20 bilhões em empréstimos com objetivo de dar fôlego financeiro à empresa neste ano e em 2026.

    O tema tem sido discutido em reuniões entre executivos das duas companhias desde 30 de outubro, mas os detalhes da operação ainda não estão fechados.

    A Emgea foi criada em 2001 para administrar parte da carteira de crédito habitacional da Caixa com inadimplência elevada. Seu principal ativo são os créditos bilionários do FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais), criado na década de 1960 para garantir o pagamento integral dos contratos do antigo SFH (Sistema Financeiro de Habitação). A dívida é paga anualmente pelo Tesouro Nacional.

    No ano passado, a Emgea recebeu R$ 5,1 bilhões em créditos do FCVS. Já no primeiro semestre deste ano, os ingressos somaram R$ 1,6 bilhão.

    Embora uma parte da verba tenha sido usada para honrar os contratos antigos, a receita contribuiu para uma melhora considerável do caixa da empresa, que encerrou o mês de junho com um colchão de R$ 2,6 bilhões, segundo relatórios da própria companhia. É esse dinheiro que, agora, poderá ser usado para ajudar no socorro aos Correios.

    De forma geral, os Correios repassarão um conjunto de imóveis à Emgea, que pagará antecipadamente uma parte do valor de avaliação desses bens –como se fosse um adiantamento, que pode ser de 20% ou 30% do total da carteira ofertada.

    A Emgea teria um prazo para estruturar a operação e vender as propriedades, de forma direta ou por meio de fundo imobiliário (quando investidores adquirem cotas de um ou mais empreendimentos), por um valor previamente definido.

    Se a operação for fechada por uma cifra maior, a Emgea fica com uma parcela do ganho. Seria uma espécie de comissão por performance, que pode ser fixa ou variar conforme a atratividade do bem. Imóveis mais difíceis de vender renderiam comissão maior para a gestora de ativos, justamente para incentivar a conclusão do negócio.

    Os Correios também podem receber recursos extras ao longo do processo, a depender dos valores de venda das propriedades.

    A intenção é usar esse modelo para dar vazão aos imóveis em uso, cujo valor de avaliação pode ficar entre R$ 300 milhões e R$ 500 milhões. O percentual de antecipação incidiria sobre esse valor.

    Ainda não há, porém, uma estimativa precisa de quanto os Correios podem arrecadar no curto prazo, já que a estatal ainda precisa fechar com a Emgea a seleção dos imóveis e classificá-los em termos de atratividade.

    Procurados, os Correios disseram, em nota, que o plano de reestruturação “contempla um programa de desinvestimento de ativos da empresa que hoje não têm uso ótimo”.

    Sem mencionar a Emgea, a estatal afirmou que a carteira de imóveis está sob avaliação para definir valores de mercado e verificar se estão aptos a compor eventual fundo imobiliário ou “outras soluções que permitam a alienação de imóveis ociosos”.
    A Emgea não se manifestou até a publicação deste texto.

    A avaliação dos participantes da discussão é que esse desenho ajudará a agilizar a venda de imóveis dos Correios, que hoje dependem de processos de licitação para conseguirem se desfazer desses ativos. A expectativa é conseguir estruturar a operação com a Emgea até o início de 2026.

    A estatal também considera a possibilidade de estruturar, com a ajuda da Caixa Econômica Federal, um fundo imobiliário para alavancar novas receitas. No entanto, segundo interlocutores, essa proposta não avançou muito nas últimas semanas.

    Nesse formato, uma das possibilidades seria vender os imóveis ociosos para os investidores do fundo, que ficariam com a rentabilidade futura da operação (obtida com aluguéis, por exemplo).

    Outra possibilidade seria colocar no fundo os imóveis em uso pelos Correios, que continuariam ocupando as instalações mediante o pagamento de aluguel (transação chamada de “leasing back”).

    Essa segunda opção gera receitas imediatas, mas cria também uma despesa administrativa hoje inexistente. Por outro lado, desonera os Correios de custos com manutenção e benfeitorias, que passariam a ser responsabilidade dos investidores.

    Os Correios querem fechar os detalhes do plano de reestruturação da empresa nas próximas duas semanas, mesmo prazo dado aos bancos na nova rodada de negociação do empréstimo de R$ 20 bilhões, lançada para tentar atrair mais instituições financeiras e reduzir o custo da operação.

    Em uma primeira rodada de negociações, um sindicato de quatro bancos (Banco do Brasil, BTG Pactual, Citibank e ABC Brasil) aceitou conceder o crédito no valor pleiteado pela companhia, mas estipulou uma taxa de juros considerada elevada para um contrato com garantia soberana –que reduz consideravelmente o risco de perdas para as instituições financeiras, pois a União paga as prestações em caso de inadimplência.

    Segundo interlocutores, outros bancos já demonstraram interesse em conceder empréstimo à empresa. Por isso, o comando da companhia decidiu fazer uma nova rodada de negociação, ainda que isso atrase um pouco a assinatura do contrato e o ingresso dos recursos.

    Correios estudam repassar imóveis a outra estatal federal para acelerar venda e reforçar caixa

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  • Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

    Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

    A artista explicou que a sensação de “maternidade solo” não se refere apenas ao aspecto financeiro. Para ela, trata-se de toda a carga mental e operacional que envolve educar, acompanhar, decidir e resolver problemas cotidianos.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Luana Piovani, 49, voltou a falar de sua relação com Pedro Scooby e da divisão de responsabilidades na criação dos filhos. A atriz afirmou que a pensão alimentícia paga pelo surfista está muito abaixo dos custos reais do dia a dia das crianças e que, na prática, ela segue assumindo quase tudo sozinha.

    A artista explicou que a sensação de “maternidade solo” não se refere apenas ao aspecto financeiro. Para ela, trata-se de toda a carga mental e operacional que envolve educar, acompanhar, decidir e resolver problemas cotidianos.

    “Eu me sinto mãe solo de duas crianças. Já me senti mãe solo de três, hoje me sinto de duas”, disse em entrevista a revista Quem. Em seguida, completou: “O pai dos meus filhos paga pensão, mas o valor é bem inferior ao que gasto com eles. Inclusive, essa é uma das nossas questões que está em processo de julgamento.”

    Os gêmeos Bem e Liz, de 10 anos, vivem com Luana em Cascais, Portugal, enquanto Dom, de 13, mora no Rio de Janeiro com Scooby, a madrasta, Cintia Dicker, e a irmã mais nova, Aurora, de 2 anos. Luana reforça que o termo “mãe solo” diz respeito à responsabilidade integral sobre as demandas das crianças: “É lidar com todos os compromissos que as responsabilidades maternas e paternas acarretam, desde a rotina até as urgências.”

    A atriz também fez questão de responder às críticas que recebe por ter se mudado para Portugal com os filhos. Segundo ela, a decisão não foi unilateral e, na época, contou com o apoio e concordância de Pedro Scooby. “Eu não peguei meus filhos e trouxe sozinha. Houve um pensamento sobre segurança e liberdade das crianças morando aqui. O fato de ele ter feito uma nova família e ter voltado para o Brasil não muda a realidade que fez com que nós tomássemos, juntos, essa decisão”, afirmou.

    Luana Piovani critica valor de pensão paga por Pedro Scooby

  • Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

    Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

    Em paralelo, interlocutores do parlamentar dizem que ele poderia apoiar o seu irmão senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como plano B para a Presidência no próximo ano, caso o pai assim decida. As conversas aceleraram, mas martelo só será batido no próximo ano, dizem.

    MARIANNA HOLANDA
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) deve intensificar sua agenda internacional contra o Judiciário e o governo brasileiro, na perspectiva de que não deve retornar ao Brasil tão cedo.

    Em paralelo, interlocutores do parlamentar dizem que ele poderia apoiar o seu irmão senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como plano B para a Presidência no próximo ano, caso o pai assim decida. As conversas aceleraram, mas martelo só será batido no próximo ano, dizem.

    As avaliações sobre o futuro de Eduardo Bolsonaro ocorrem na esteira do julgamento virtual na Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal), que já formou maioria para torná-lo réu por coação. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, diz ver indícios de que deputado buscou instabilidade para pressionar o STF a livrar ex-presidente da condenação pela trama golpista de 2022.

    Seus aliados ainda buscam manter um cenário aberto, em que a principal aposta e torcida é pela aprovação de uma anistia ampla no Congresso. O novo prazo estabelecido pela oposição é de que ela seja aprovada até fevereiro, mas o parlamentar pretende manter a toada, ao lado do empresário Paulo Figueiredo, de buscar sanções às autoridades brasileiras.

    Eles já vêm realizando viagens para outros países, mas sem divulgação, por motivos de segurança, dizem. A próxima será para El Salvador, para onde Eduardo irá acompanhado do irmão Flávio e outros parlamentares bolsonaristas para o Fórum Mundial da Segurança, onde conhecerão as política de Nayb Bukele. Já estão no local deputados como Maurício do Vôlei (PL-MG) e Nikolas Ferreira (PL-MG).

    Por temer enfrentar o seu processo no Brasil, onde poderia ser preso, Eduardo continuará nos Estados Unidos por tempo indeterminado. No entanto, ele realizará viagens para países em que a direita está articulada.

    Inicialmente, Eduardo era candidato ao Senado por São Paulo, considerada uma vaga garantida ao bolsonarismo. A prioridade de Bolsonaro em 2026 é eleger o maior número de senadores para conseguir fazer passar eventuais punições ao STF, como, por exemplo, o impeachment de Moraes.

    Depois, quando seu pai já estava em prisão domiciliar (e impedido de conversar com ele), Eduardo passou a se colocar como candidato à Presidência, num enfrentamento cada vez mais aberto à iniciativa dos entusiastas à candidatura do governador Tarcísio de Freitas, de São Paulo.

    O ex-ministro da Infraestrutura sempre negou querer sair do Palácio do Planalto, mas é o principal candidato de setores do empresariado e da direita. Ele e outros governadores de direita, como Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, entraram na mira de Eduardo, que vê um movimento para enterrar politicamente Jair Bolsonaro.

    O objetivo bolsonarista de dominar o Senado foi citado por Eduardo ao criticar o voto de Moraes para torná-lo réu. Ele disse que o magistrado quer impedir a direita de obter maioria na Casa em 2026.

    O deputado estadual de Minas Gerais Cristiano Caporezzo (PL), aliado do deputado, continua defendendo seu nome para a Presidência. “Certamente seguirá lutando pela candidatura do presidente Bolsonaro para 2026, contexto em que ele viria para senador por São Paulo ou, caso isso não seja possível, o Eduardo será, ele próprio, candidato para a presidência da República”, defendeu, vocalizando o desejo de uma ala dos apoiadores do deputado.

    “Apoiar Flávio é factível para todos os bolsonaristas, mas falar que isso será definido agora com certeza é excessivamente antecipado. O próprio Flávio nunca sinalizou nada nesse sentido”, disse.

    O fim do processo da trama golpista deve ocorrer na próxima semana, quando se encerrarem as análises e os prazos dos recursos da defesa dos réus, incluindo Bolsonaro. O ex-presidente pode ser condenado a cumprir regime fechado em um presídio no final de novembro ou no início de dezembro.

    Na avaliação de aliados da família, que preferem lançar um nome do clã, isso enfraquecerá o nome de Tarcísio, porque demonstrará que ele não conseguiu reverter a prisão, mesmo tendo interlocução com o STF.

    Da prisão domiciliar, em outubro, o ex-presidente se queixou a aliados das brigas públicas e trocas de farpas no seu grupo político. Ele também escalou Flávio para ir aos Estados Unidos conversar com o irmão.

    De acordo com interlocutores, os dois alinharam discurso. O deputado disse ao irmão senador que, se ele for o candidato, terá apoio integral.

    Entusiastas da candidatura de Flávio acreditam que ele será o único capaz de unir centrão ao bolsonarismo raiz. Se assim Bolsonaro quiser, o anúncio só será feito no próximo ano, de toda forma. A avaliação é de que qualquer candidato que se apresentar desde já se tornará alvo de eventuais ações judiciais.

    “Direita tem dificuldade de reconhecer liderança. Se retirar Jair Bolsonaro da equação, não encontra-se outro líder que aglutine todo mundo. Isso vai passar por uma depuração. Pode ser que passe por um período onde a esquerda tire proveito disso”, disse Eduardo Bolsonaro, em entrevista à Jovem Pan na noite de quinta-feira (13).
    “Não me importo de discutir com pessoas do espectro da direita, mas tenho certeza que na eleição do ano que vem, independente de quem seja candidado, onde estiver Lula, estarei no outro lado. O que só não quero é que as pessoas levem gato por lebre”, concluiu.

    Eduardo deve apoiar Flávio como plano B a Jair Bolsonaro

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  • Pix faz 5 anos: veja mudanças causadas pela ferramenta e o que vem por aí

    Pix faz 5 anos: veja mudanças causadas pela ferramenta e o que vem por aí

    Só em outubro foram realizadas 7,3 bilhões de transações, que movimentaram R$ 3,3 trilhões, volume que equivale a cerca de um terço do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

    JÚLIA GALVÃO E JÚLIA MOURA
    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Pix completa cinco anos neste domingo (16) em meio a um uso cada vez maior no país. Dados mais recentes do BC (Banco Central) mostram que o sistema já reúne 162 milhões de brasileiros, superando a população economicamente ativa (cerca de 110 milhões).

    Só em outubro foram realizadas 7,3 bilhões de transações, que movimentaram R$ 3,3 trilhões, volume que equivale a cerca de um terço do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro.

    A tradicional TED (Transferência Eletrônica Disponível), porém, segue líder em termos de valor movimentado, com R$ 3,9 trilhões em outubro. Para muitas empresas, a taxa bancária da TED é mais barata que a do Pix –gratuito apenas para pessoas físicas.

    O crescimento diário se reflete nas projeções para os próximos meses. Uma análise do Ebanx, feita a partir de dados públicos do BC, estima que o Pix deve chegar a 7,9 bilhões de transações em dezembro, impulsionado pelas compras de fim de ano. Mantido esse ritmo, o volume movimentado pela plataforma poderá alcançar R$ 35,3 trilhões em 2025, um salto de 34% em relação ao ano anterior.

    O estudo ressalta que nenhum outro sistema de pagamentos instantâneos no mundo avançou tão rapidamente. Segundo o Ebanx, o UPI, da Índia –que serviu de referência para o modelo brasileiro– levou quase sete anos para alcançar patamar próximo aos 8 bilhões de transações.

    “Estamos todos muito contentes. O Pix cresceu, se desenvolveu bem e é um motivo de grande orgulho por parte do Banco Central e da sociedade brasileira como um todo”, diz Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central.

    COMO SURGIU O PIX?
    Embora o Pix tenha sido lançado em 2020, sua concepção começou antes, em 2018, quando o Banco Central criou um grupo de trabalho com representantes do mercado financeiro e da academia para discutir pagamentos instantâneos.

    “O Pix foi criado para ser uma experiência fluida de pagamentos e tem sido bem-sucedido nessa missão. Pessoas e empresas fazem pagamentos com muito mais facilidade, com menos custo, e tudo isso se reflete em uma economia que gira com menos atrito”, diz Denis Silva, CEO do Efí Bank.

    Para Fernanda Garibaldi, diretora-executiva da Zetta, o Pix marca um momento de inovação pública, ao mostrar que o Estado pode criar soluções eficientes e de grande escala.

    A atuação do BC na arquitetura do Pix também é destacada por Gustavo Lino, diretor-executivo da INIT (Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento), que diz que entre as melhorias regulatórias necessárias para o avanço do Pix está o fortalecimento institucional do Banco Central e a ampliação do quadro de servidores de órgão.

    Para Garibaldi, um dos desafios do sistema é justamente continuar fortalecendo o regulador, garantindo pessoal e capacidade técnica para fiscalizar os agentes econômicos. Como o Pix é uma infraestrutura pública sobre a qual as empresas desenvolvem inovações, ela afirma ser crucial manter vigilância constante sobre condutas e práticas.

    SEGURANÇA
    Nos últimos meses, o sistema de pagamentos também tem voltado ao centro do debate após invasões que desviaram bilhões de reais.
    Um ataque hacker de junho deste ano, por exemplo, desviou cerca de R$ 813 milhões de contas usadas por bancos e instituições de pagamentos para gerenciar transferências Pix. Episódios como esse reforçaram preocupações sobre a segurança operacional do sistema.

    O BC diz ter aprendido com os incidentes e aperfeiçoado os procedimentos de segurança. Para evitar novas ocorrências, o órgão está criando duas novas regulamentações para PSTIs (Provedor de Serviços de Tecnologia da Informação), que foram a porta de entrada dos hackers

    “As estruturas do Banco Central e do Pix funcionam perfeitamente, são resilientes. Estamos trabalhando fortemente os times supervisão e de monitoramento. Nós não estamos parados. Tomamos –e vamos continuar tomando– muitas ações acerca dos incidentes “, afirma Ailton de Aquino, diretor de Fiscalização do Banco Central.

    EFEITO PIX
    Para Mauro Rochlin, doutor em economia e professor da FGV (Fundação Getulio Vargas), o novo meio de pagamento reduziu custos para quase todos os agentes econômicos –especialmente ao eliminar tarifas que antes eram cobradas pelas instituições financeiras em operações básicas, como transferência via TED ou DOC, para pessoas físicas.

    A digitalização acelerada pelo Pix também afetou a gestão do dinheiro em espécie. Em 2020, por exemplo, o BC lançou a cédula de R$ 200. A demanda pela nota, porém, ficou abaixo do previsto –apenas 12,7% das unidades programadas para aquele ano chegaram a circular. Rochlin aponta o Pix como um dos fatores que explicam essa redução na procura por dinheiro físico.

    O Pix reduziu ainda o custo de manutenção de dinheiro em espécie, tanto para o regulador quanto para as instituições financeiras.

    O QUE O PIX PODE FAZER HOJE?

    – PIX TRADICIONAL
    O Pix tradicional é a modalidade mais utilizada do sistema. Permite transferências instantâneas entre contas, a qualquer hora e em qualquer dia da semana, inclusive feriados. A operação é gratuita para pessoas físicas e pode ser feita por meio de chaves cadastradas (como CPF, email ou número de celular) ou pela leitura de QR Code.

    As transações podem ser realizadas a partir de conta corrente, poupança ou conta de pagamento pré-paga. Diferentemente das transferências tradicionais, como TED ou DOC, não é necessário saber em qual banco o destinatário tem conta. A liquidação ocorre em tempo real, e tanto quem envia quanto quem recebe são notificados na hora da conclusão da transação.

    – PIX COBRANÇA
    O Pix cobrança é um instrumento de cobrança em que os clientes podem pagar a cobrança da empresa com o Pix utilizando o QR Code ou o Pix Copia e Cola, tanto para pagamentos imediatos em pontos de venda físicos e comércio eletrônico, como para pagamentos com vencimento em data futura.

    – PIX SAQUE E PIX TROCO
    Com o Pix saque, o consumido pode realizar saques em dinheiro em lojas, lotéricas ou caixas eletrônicos. Já com o Pix troco, é possível fazer a compra de um produto ou serviço e realizar um saque em dinheiro.

    Para fazer um Pix saque ou Pix troco, basta ler um QR Code e fazer a transferência. A adesão à ferramenta é opcional, ou seja, o comerciante pode escolher se quer ou não oferecer o serviço.
    O cliente também pode retirar dinheiro em caixas eletrônicos de qualquer banco que ofereça saque no Pix, não só na instituição em que tem conta.

    – PIX AGENDADO RECORRENTE
    O Pix agendado recorrente é utilizado para transferências que se repetem com valor fixo. Pode ser usado, por exemplo, em envios mensais de dinheiro para familiares, no pagamento de mesadas ou em serviços recorrentes, como os de jardinagem e limpeza prestados diretamente ao consumidor.

    – PIX POR APROXIMAÇÃO
    O Pix por aproximação é a modalidade que permite fazer pagamentos sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco. A ferramenta foi lança pelo BC em fevereiro deste ano. Com o recurso, os clientes não precisam ler o QR Code da máquina ou solicitar a chave do destinatário.
    Para que o pagamento seja concluído, só é preciso aproximar o celular ou o relógio digital da maquininha de pagamento.

    – PIX AUTOMÁTICO
    O Pix automático é uma funcionalidade voltada para pagamentos recorrentes (como contas, assinaturas e mensalidades). O valor é debitado automaticamente da conta do pagador na data combinada, sem a necessidade de uma ação a cada cobrança.
    A funcionalidade foi lançada em junho deste ano e, segundo o BC, deve ampliar o acesso a pagamentos recorrentes para cerca de 60 milhões de brasileiros que hoje não têm cartão de crédito.
    Nele, o cliente pode definir regras, como um valor máximo por débito, e cancelar o agendamento até as 23h59 do dia anterior, caso não concorde com o valor cobrado.

    – PIX POR COMANDO DE VOZ, MENSAGEM E IMAGEM
    Algumas instituições financeiras já permitem que consumidores realizem transferências por comando de voz, mensagem de texto ou envio de imagens com informações da transação por escrito. A funcionalidade é disponibilizada geralmente pelo WhatsApp ou no chat do app do banco.

    – PAGAMENTO DE BOLETOS COM O PIX
    Desde fevereiro, uma resolução do BC autorizou o pagamento de boletos por meio do Pix. A operação pode ser feita com a leitura de um QR Code inserido no próprio documento e torna o processo mais rápido e prático para o consumidor.

    QUAIS SÃO AS FUNCIONALIDADES FUTURAS DO PIX?

    – PIX PARCELADO
    Muitos bancos já oferecem essa funcionalidade do Pix, mas o BC ainda não a regulou, de modo a padronizar o produto de crédito pelo qual o usuário pagador pode parcelar uma transação Pix a uma certa taxa de juros.

    Segundo o Banco Central, a modalidade tem potencial para estimular o uso do Pix no varejo para a compra de bens e serviços de valor mais elevado, favorecendo quem não tem acesso a esse tipo de operação. Ele poderá ser usado para qualquer tipo de transação Pix, inclusive para transferências.

    “Ele pode ser um acesso alternativo a linhas de crédito mais caras, mas também queremos garantir que esteja funcionando da maneira adequada”, diz Galípolo.

    – PIX EM GARANTIA
    Permite que os recebíveis futuros de Pix sejam usados como garantia em operações de crédito. O objetivo é baratear o crédito ofertado para as empresas, principalmente para aquelas cujo uso do Pix é mais relevante.
    A solução é voltada somente para estabelecimentos comerciais e empresas e não trará nenhuma mudança na forma como as pessoas físicas utilizam o Pix. A ferramenta ainda está em desenvolvimento pelo BC e é esperado que esteja disponível somente em 2026.

    – PIX INTERNACIONAL
    O Pix internacional ainda não está previsto no calendário oficial de lançamentos. Mesmo assim, alguns países já aceitam pagamentos por meio do sistema.
    Para receber valores via Pix no exterior, o comerciante ou prestador de serviço precisa ter uma conta ativa no Brasil e cadastrar uma chave. A prática já se popularizou em países como Portugal e Argentina, especialmente entre brasileiros que vivem ou viajam para o exterior.

    Pix faz 5 anos: veja mudanças causadas pela ferramenta e o que vem por aí

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Zelensky anuncia reforma de setor energético após escândalo de corrupção

    Zelensky anuncia reforma de setor energético após escândalo de corrupção

    O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou hoje uma reformulação das empresas estatais de energia, incluindo a operadora nuclear Energoatom, que está no centro de um escândalo de corrupção há vários dias.

    Estamos iniciando uma reformulação nas principais empresas estatais de energia”, anunciou o líder ucraniano em um comunicado compartilhado nas redes sociais.

    De acordo com o comunicado, um novo conselho de supervisão deve assumir suas funções dentro de uma semana na Energoatom.

    Outras estatais do setor energético também estão envolvidas no escândalo, incluindo a operadora hidrelétrica do país e as empresas nacionais de extração e transporte de gás.

    Na segunda-feira, o Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU) anunciou ter descoberto um esquema criminoso que teria desviado 100 milhões de dólares (cerca de 86 milhões de euros) no setor, o que levou à demissão dos ministros da Justiça e da Energia.

    Segundo Zelensky, será realizada uma auditoria completa das atividades financeiras das empresas envolvidas, além da substituição de seus administradores e dos representantes do Estado nos conselhos de administração.

    “Qualquer esquema descoberto nessas empresas deve ser enfrentado com uma resposta rápida e justa”, alertou.

    O presidente ucraniano afirmou no comunicado que instruiu os membros do governo a manterem “uma comunicação constante e construtiva com as autoridades policiais e os órgãos anticorrupção”.

    O escândalo recente também abalou a presidência, já que o suposto mentor do esquema, Timur Mindich, era considerado um amigo próximo de Zelensky.

    No último verão, o governo foi amplamente criticado por tentar retirar a independência do NABU e da Procuradoria Anticorrupção (SAP), criados há 10 anos, mas recuou diante dos protestos generalizados da sociedade civil e dos aliados ocidentais de Kyiv.

    O setor energético da Ucrânia tem sido duramente atingido nos últimos dias por uma campanha de bombardeios em larga escala com mísseis e drones russos, deixando grande parte do país no escuro.

    O último grande ataque em Kyiv, ocorrido na madrugada de sexta-feira, deixou pelo menos sete mortos e dezenas de feridos.

    Zelensky anuncia reforma de setor energético após escândalo de corrupção

  • Bruna Marquezine e Shawn Mendes curtem show de Dua Lipa em São Paulo

    Bruna Marquezine e Shawn Mendes curtem show de Dua Lipa em São Paulo

    Ao lado deles, Sasha Meneghel e João Lucas também curtiram a apresentação da cantora britânica na área VIP do estádio Morumbis. A cantora também canta na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, no próximo dia 22.

    LUÍSA MONTE
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Depois de visitar a amiga Ivete Sangalo em Salvador e discutir sobre clima na COP30 em Belém, Shawn Mendes curtiu o show de Dua Lipa em São Paulo ao lado de Bruna Marquezine, neste sábado (15). A atriz e o cantor canadense chamaram atenção do público que assistia ao espetáculo da turnê Radical Optimism.

    Ao lado deles, Sasha Meneghel e João Lucas também curtiram a apresentação da cantora britânica na área VIP do estádio Morumbis. A cantora também canta na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, no próximo dia 22.

    O show é mais um episódio da passagem de Shawn Mendes pelo Brasil neste ano. O cantor chegou a São Paulo após dias em Salvador, ao lado de Ivete Sangalo, e em Belém, onde participou da COP30.

    Mas, a história de Mendes com o Brasil começou antes, assim como a história dele com Marquezine. Em setembro de 2017, logo após se apresentar no Rock in Rio, eles começaram a se seguir nas redes sociais e a curtirem fotos um do outro. Também foram vistos juntos no show de Justin Timberlake.

    Neste ano, os dois teriam sido vistos em clima de romance após o show do cantor no Lollapalooza em um after com João Silva, filho de Faustão, Sasha e João Lucas.

    Bruna Marquezine e Shawn Mendes curtem show de Dua Lipa em São Paulo