Autor: REDAÇÃO

  • Boreal marca entrada da Renault no segmento de SUVs médios no Brasil

    Boreal marca entrada da Renault no segmento de SUVs médios no Brasil

    O Renault Boreal, novo SUV médio da marca francesa, chega às concessionárias em 19 de novembro com versões entre R$ 179,9 mil e R$ 214,9 mil. Produzido no Paraná após investimento de R$ 2 bilhões, o modelo estreia com foco em conforto, tecnologia e exportação para 17 países latino-americanos.

    (FOLHAPRESS) – O Renault Boreal chega às lojas no dia 19 como um dos principais lançamentos de 2025, o que é relevante. Entre as principais novidades do ano, há Nissan Kicks, Volkswagen Tera e Honda WR-V. Para se destacar nesse cenário, a marca francesa não poupou tempo nem quilometragem para ajustar seu utilitário esportivo.

    De acordo com a montadora, o SUV de porte médio consumiu 1 milhão de horas de engenharia e rodou 1,5 milhão de quilômetros em testes durante três anos.

    O modelo será vendido em três versões: Evolution (R$ 179.990), Techno (R$ 199.990) e Iconic (R$ 214.990).

    “Para desenvolver e industrializar o Boreal no Brasil, nós investimos R$ 2 bilhões”, diz Ariel Montenegro, presidente e diretor geral da Renault do Brasil. O valor fez parte do ciclo de R$ 5,1 bilhões aplicados entre 2021 e 2025. O carro é feito na fábrica de São José dos Pinhais (PR), de onde seguirá para outros 17 países da América Latina a partir do próximo ano.

    Quarto lançamento do que a empresa chama de Renault International Game Plan -seu plano para fortalecer a presença mundial com oito novos modelos fora da Europa-, o Boreal é o segundo produto sobre a plataforma modular RGMP, cuja parte dianteira é fixa, mas a central e a traseira podem variar em comprimento conforme a categoria do veículo.

    O carro foi avaliado em um trajeto de Guarulhos (Grande São Paulo) a Campos do Jordão.

    O banco do motorista traz ajustes elétricos com memória e massageador, o que Toyota Corolla Cross e Jeep Compass, líderes do segmento, não têm. O tom azul do revestimento dos bancos e das laterais de porta remete a modelos de categoria superior.

    Com ajustes de altura e profundidade, o volante é mais achatado nas laterais. Bem encaixado em seu posto, o motorista tem à disposição botões físicos para comandar o ar-condicionado. Em tempos de obsessão por telas, o característico controle para funções do rádio na coluna de direção também é um alívio.

    Na tela de dez polegadas da central multimídia, há o aplicativo GAS (Google Automotive Services), que comporta mapa com informações sobre o trânsito em tempo real e assistente virtual que aceita mais de 70 comandos por voz. Por meio do Google Play, torna-se possível acessar mais de cem apps.

    O painel de instrumentos digital se destaca pela facilidade em dispor as informações que o condutor busca e pelo visual, que foge da obviedade. À frente do motorista, surgem dados de velocidade, navegação e consumo em separações bem definidas. Pena que o conta-giros tenha sido reduzido a uma barrinha horizontal.

    O motorista fica sabendo do entrosamento entre o 1.3 turbo flex (163 cv) e o câmbio automatizado de dupla embreagem e seis velocidades pelo ronco suave e pela perceptível troca de marchas. O motor parece nem tomar fôlego entre as passagens, o que agrada a quem gosta de dirigir.

    Rápido, o Boreal exigiu atenção para que o limite de 120 km/h da rodovia Carvalho Pinto rumo à cidade de Campos do Jordão não fosse ultrapassado.

    Todas as versões do SUV da Renault trazem entre os principais equipamentos de série faróis full LED, ar-condicionado automático com duas zonas de temperatura e saída de ar traseira, console central com compartimento refrigerado, carregador de celular por indução, freio de estacionamento eletrônico, seis airbags e controle de velocidade adaptativo.
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    RENAULT BOREAL ICONIC
    Preço: R$ 214.990 (novembro/2025)
    Motorização: flex, 1.333 cm³; 156 cv a 5.000 rpm com gasolina e 163 cv a 5.250 rpm com etanol
    Torque: 27,5 kgfm a 2.000 rpm com gasolina e 27,5 kgfm a 1.750 com etanol
    Transmissão: câmbio automatizado de dupla embreagem, seis marchas
    Pneus: 205/55 R19
    Peso: 1.438 kg
    Porta-malas: 522 litros
    Comprimento: 4,56 m
    Largura: 1,84 m
    Altura: 1,65 m
    Entre-eixos: 2,70 m
    Capacidade do tanque: 50 litros
    Consumo urbano (km/l): 7,8 (etanol) e 11,2 (gasolina)
    Consumo rodoviário (km/l): 9,4 (etanol) e 13,6 (gasolina)

    Dados sobre preço, potência, dimensões e capacidades são de responsabilidade da montadora; números de consumo foram divulgados pelo Inmetro de acordo com seus padrões de medição.

    Boreal marca entrada da Renault no segmento de SUVs médios no Brasil

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  • Tiktoker com 3,5 milhões de seguidores assume que fingiu ter câncer

    Tiktoker com 3,5 milhões de seguidores assume que fingiu ter câncer

    A influenciadora britânica Brittany Miller admitiu ter inventado um diagnóstico de câncer em 2017, quando tinha 21 anos. Condenada por fraude, ela afirma hoje que enfrentava graves problemas de saúde mental. Aos 29 anos e mãe de gêmeos, Brittany tem milhões de seguidores e tenta reconstruir sua imagem.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A influenciadora Brittany Miller assumiu que fingiu ter câncer em 2017, quando tinha 21 anos. Em 2017, antes de ser influenciadora, a britânica inventou ter sido diagnosticada com câncer gástrico em estágio três. Na época, amigos e familiares criaram uma vaquinha ajudá-la, mas logo o financiamento coletivo sumiu e qualquer vestígio do suposto câncer desapareceu.

    Três anos depois, uma ex-amiga de Brittany expôs a mentira. Pela falsa alegação de câncer, a influenciadora foi condenada pelo crime de fraude, obrigada a pagar uma multa e a cumprir liberdade condicional.

    Brittany é conhecida por tutoriais de batatas assadas, e pelos conteúdos de maternidade: ela é mãe de gêmeos. Aos 29 anos, ela tem mais de 500 mil seguidores no Instagram e 3,5 milhões no TikTok.

    Ela finalmente se pronunciou sobre o falso câncer nesta segunda-feira (10). No vídeo, ela disse que estava com a saúde mental muito debilitada na época em que mentiu. “Em 2017, minha saúde mental estava extremamente debilitada e, na época, eu não percebia o quão ruim estava, mas estava muito mal”, disse.

    “Eu estava deprimida, tinha pensamentos suicidas, estava perdida, estava confusa. Perdi meu parceiro, perdi meu emprego e muitas coisas aconteceram naquele ano que me levaram a ter problemas de saúde mental.”

    Ela disse que foram os amigos quem criaram a vaquinha, e que ela não pegou nada do valor arrecadado. “Assim que vi as doações, duas delas, mandei fechar a página imediatamente e não peguei um centavo sequer. Amadureci com isso. Estou trabalhando para ser a melhor versão de mim mesma. Levei muito tempo para entender por que fiz isso. E me perdoo porque eu estava mentalmente instável”.

    @brittanyhmiller

     

    original sound – Brittany

    Tiktoker com 3,5 milhões de seguidores assume que fingiu ter câncer

  • Copom reforça em ata que Selic em 15% por 'período prolongado' fará inflação convergir à meta

    Copom reforça em ata que Selic em 15% por 'período prolongado' fará inflação convergir à meta

    Na ata divulgada nesta terça-feira (11), o Copom afirmou que a taxa Selic de 15% é suficiente para garantir a convergência da inflação à meta, desde que mantida por um período prolongado. O comitê destacou a necessidade de cautela diante das incertezas econômicas e não descarta novos ajustes nos juros.

    O Comitê de Política Monetária (Copom) enfatizou, nesta terça-feira, 11, que considera a taxa Selic atual, de 15%, como suficiente para garantir a convergência da inflação à meta, desde que os juros sejam mantidos nesse nível por um período “bastante prolongado”.

    “A estratégia de manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta”, afirmou o colegiado na ata da reunião de novembro, reiterando a mensagem que trouxe no comunicado, publicado na última quarta-feira, 5.

    A avaliação marca uma mudança na comparação com a comunicação de reuniões anteriores. Até o encontro de setembro, o colegiado dizia que estava avaliando se essa manutenção seria suficiente para garantir a convergência.

    O comitê, no entanto, conservou a ponderação de que segue vigilante e que os próximos passos da política monetária poderão ser ajustados. “(O Copom) não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado.” No trecho da ata referente à decisão de política monetária, o colegiado repetiu que o cenário atual segue marcado por elevada incerteza, o que exige cautela na condução da política monetária.

    Disse que a manutenção da Selic em 15% é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. “Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego”, afirmou.

    O colegiado repetiu as projeções de inflação acumulada em 12 meses, já apresentadas no comunicado, para 2025 (4,6%), 2026 (3,6%) e o segundo trimestre de 2027 (3,3%) – este último, o horizonte relevante da política monetária. Todas as estimativas estão acima do centro da meta, de 3,0%. A trajetória considera uma desaceleração dos preços livres, de 4,5% este ano para 3,2% no horizonte relevante. Os preços administrados devem passar de 5,0% para 3,5% nesse mesmo período.

    Todas as projeções partem do cenário de referência, com trajetória de juros extraída do relatório Focus (publicado em 3 de novembro) e bandeira amarela de energia elétrica em dezembro de 2025 e 2026. A taxa de câmbio começa em R$ 5,40 e evolui conforme a paridade do poder de compra (PPC). Os preços do petróleo seguem aproximadamente a curva futura por seis meses e, depois, sobem 2% ao ano.

    Impacto da isenção do IR

    O Copom detalhou que optou por incorporar uma estimativa preliminar do impacto da medida de ampliação da isenção do Imposto de Renda (IR) no cenário de referência da sua última reunião, de novembro. Na ata do encontro, o colegiado disse considerar tal estimativa como bastante incerta e afirmou que irá acompanhar os dados para calibrar seus impactos.

    “Esta opção por uma postura conservadora e dependente de dados é reforçada por exemplos recentes de medidas, fiscais e creditícias, que se conjecturava que poderiam levar a uma discrepância em relação ao cenário delineado, mas não provocaram divergências relevantes em relação ao que se esperava\”, acrescentou.

    Política monetária do Fed

    O Copom afirmou que o cenário externo ainda segue incerto e pontuou que o shutdown nos Estados Unidos aumenta a dificuldade para avaliar a conjuntura da política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). \”Sobre as fontes de incerteza mais imediatas, destacam-se as negociações comerciais entre Brasil e EUA e a condução da política monetária norte-americana em ambiente de government shutdown, que aumenta a dificuldade de se avaliar a conjuntura corrente\”, disse.

    O colegiado também afirmou que os riscos de longo prazo se mantêm presentes, como a política comercial norte-americana, a precificação apropriada de fundamentos e a elevação de gastos fiscais em vários países. Disse ainda que manteve a visão de que a apreciação do câmbio está em parte relacionada ao diferencial de juros, em parte à depreciação da moeda norte-americana frente a diversas moedas.

    “A avaliação predominante no comitê é de que persiste maior incerteza no cenário externo e, consequentemente, o Copom deve preservar uma postura de cautela”, afirmou. “Como usual, o comitê focará nos mecanismos de transmissão da conjuntura externa sobre a dinâmica de inflação interna e seu impacto sobre o cenário prospectivo.”

    Copom reforça em ata que Selic em 15% por 'período prolongado' fará inflação convergir à meta

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  • Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

    Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

    Silvânia Aquino anunciou sua saída da banda Calcinha Preta após mais de duas décadas de trajetória. A cantora publicou uma nota agradecendo aos fãs e à equipe. A decisão ocorre em meio a rumores de desentendimento com O’hara Ravick, que permanece no grupo ao lado de Daniel Diau e Bell Oliver.

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A cantora Silvânia Aquino anunciou que está saindo da banda Calcinha Preta. O grupo segue com Daniel Diau, Bell Oliver e O’hara Ravick.

    A vocalista publicou uma nota de desligamento. “Foram anos de história, amor, dedicação e música, que me proporcionaram experiências únicas e uma conexão profunda com o meu público. Cada capítulo foi escrito com muito carinho e verdade, levando minha voz e meu coração a cada um de vocês”.

    A Silvânia Aquino de vocês é assim: verdadeira, emotiva e convicta de suas ações. Durante todos esses anos, a Banda Calcinha Preta foi a minha casa, o lugar onde cresci como artista. E essa história eu carregarei comigo para sempre, com o maior respeito e gratidão.

    A saída da banda vem em meio a rumores de desentendimento entre Silvânia e Ohara. Nas últimas semanas, a veterana não compareceu em duas apresentações.

    A história de Silvânia no Calcinha Preta iniciou em 2000. Ela se ausentou da banda entre 2016 e 2018, época em que formou o Gigantes do Brasil com Paulinha Abelha e Daniel Diau e na sequência a dupla Silvânia & Paulinha. Em 2018, os artistas voltaram ao Calcinha Preta. Com a morte de Paulinha em 2022, O’hara Ravick entrou no grupo.

    Silvânia Aquino anuncia saída da banda Calcinha Preta

  • Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

    Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

    O ator iraniano, conhecido pelo premiado filme O Sabor da Cereja (1997), de Abbas Kiarostami, morreu vítima de câncer, segundo a agência estatal IRNA. Ershadi também atuou em produções como O Caçador de Pipas e A Hora Mais Escura, consolidando sua carreira internacional no cinema

    O ator iraniano Homayoun Ershadi, conhecido por protagonizar o filme O Sabor da Cereja (1997), morreu aos 78 anos vítima de câncer. A informação foi confirmada pela agência estatal de notícias IRNA.

    Homayoun Ershadi ganhou reconhecimento internacional ao estrelar O Sabor da Cereja, dirigido pelo renomado cineasta Abbas Kiarostami. O longa, vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, marcou o início de sua carreira tardia no cinema e se tornou um clássico do cinema iraniano.

    Nascido em Isfahan, no Irã, em 1947, Ershadi se formou em arquitetura antes de ingressar na indústria cinematográfica. Ao longo da carreira, também participou de produções internacionais como O Caçador de Pipas (The Kite Runner, 2007), O Homem Mais Procurado (A Most Wanted Man, 2014) e Zero Dark Thirty (A Hora Mais Escura, 2012).

    Em O Sabor da Cereja, Ershadi interpretou Badii, um homem de meia-idade que percorre as paisagens áridas nos arredores de Teerã em busca de alguém disposto a enterrá-lo caso seu plano de suicídio tenha sucesso. O filme combina humor, reflexão e mistério para abordar um tema delicado e tabu na cultura islâmica.

    Ainda nesta semana, o humorista português Bruno Nogueira anunciou a morte do pai durante um episódio de seu podcast Isso Não Se Diz. “Meu pai morreu esta semana. Eu vinha comentando com vocês sobre alguém muito próximo que estava mal. Esse sofrimento chegou ao fim”, disse o artista, explicando que manteve o episódio no ar porque o pai era um ouvinte fiel do programa.

     

    Morre Homayoun Ershadi, ator de “O Sabor da Cereja”, aos 78 anos

  • Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

    Se o seu smartphone superaquece, o melhor é ver o que está acontecendo. A solução pode passar por ter atenção a algumas funções, como deixar aplicativos em segundo plano ou ter a tela com brilho máximo.

    O superaquecimento do celular é um problema que pode acontecer em diversas situações e causar bastante preocupação. No entanto, em muitos casos, a solução é simples.

    Como lembra o site brasileiro TechTudo, o primeiro passo é prestar atenção aos fatores externos. O celular não deve ficar exposto ao sol forte nem em ambientes muito quentes ou abafados. Atividades que exigem muito do hardware — como jogos com gráficos avançados ou programas de edição de alta resolução — fazem o processador trabalhar mais e aumentam a temperatura do aparelho.

    Mas o segredo também pode estar em funções do dia a dia, como deixar aplicativos rodando em segundo plano o tempo todo. Isso não só faz o smartphone esquentar, como também consome mais bateria e deixa o sistema mais lento. Fechar os aplicativos quando não estiver usando ajuda a melhorar o desempenho geral do aparelho.

    Outra possível causa é o carregamento. Durante esse processo, o celular sempre aquece um pouco, mas se o carregamento for rápido ou se o aparelho for usado enquanto carrega — por exemplo, para assistir a vídeos, jogar ou fazer chamadas longas — o calor aumenta e a bateria perde eficiência com o tempo. O ideal é deixar o celular carregando em uma superfície firme e ventilada, sem usá-lo.

    Os especialistas também alertam para a importância de manter o software atualizado e ajustar o brilho da tela. Esse é um dos componentes que mais consome energia: quando o brilho está no máximo, o celular esquenta mais. A solução é simples — ativar o brilho automático, para que o aparelho ajuste a luminosidade conforme o ambiente, proporcionando conforto visual e menor gasto de energia.

    Se nenhuma dessas medidas resolver o problema, o melhor é procurar assistência técnica, pois o superaquecimento pode estar relacionado a um defeito na bateria ou em outros componentes internos.

    Celular muito quente? Tenha atenção a estas funções

  • Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

    Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, anunciaram o nascimento da filha, Blair Lucy, nas redes sociais. A bebê é a segunda neta de Jon Bon Jovi, que já havia comemorado a chegada da menina adotada por Jake Bongiovi e Millie Bobby Brown. O cantor chamou o momento de “novo capítulo da vida”.

    Jon Bon Jovi acaba de ganhar mais um motivo para comemorar: o cantor se tornou avô novamente. Seu filho Jesse Bongiovi e a esposa, Jesse Light, celebraram a chegada da primeira filha do casal, Blair Lucy, e anunciaram a notícia nas redes sociais.

    Nesta segunda-feira (10), Jesse Light publicou uma foto encantadora da recém-nascida no Instagram, apresentando oficialmente a menina aos seguidores. “Blair Lucy Bongiovi. Nossa doce garotinha chegou, e não poderíamos estar mais felizes. Bem-vinda ao mundo, bebê Blair”, escreveu na legenda da imagem, que logo recebeu uma enxurrada de mensagens carinhosas de fãs, amigos e familiares.

     
     
     

     
     
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    Jesse e Jesse Light se casaram em 7 de maio de 2024, em Las Vegas, na mesma capela onde Jon Bon Jovi e Dorothea Bongiovi oficializaram a união em 1989. Os dois se conheceram em 2018, no Surf Lodge, em Montauk — o mesmo local onde aconteceu o pedido de casamento.

    A chegada de Blair já era esperada. O vocalista do Bon Jovi havia contado em entrevista ao programa The One Show, da BBC, que seria avô novamente. “É um novo capítulo da vida. Essa nova geração chega e, de repente, tenho uma neta — e outra a caminho”, disse o cantor, acrescentando que o melhor conselho que pode dar é “deixá-los ser eles mesmos”.

    Jon Bon Jovi se tornou avô pela primeira vez no último verão, quando o filho Jake Bongiovi, de 23 anos, e a atriz Millie Bobby Brown, de 21, anunciaram que haviam adotado uma menina. “Neste verão, recebemos nossa doce garotinha por meio da adoção. Estamos muito felizes em embarcar neste novo capítulo da paternidade com amor e privacidade”, declarou o casal em um comunicado no Instagram.
     

     

    Jon Bon Jovi celebra chegada da neta Blair Lucy, filha de Jesse Bongiovi

  • Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

    Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

    A adesão foi oficializada durante a visita histórica do presidente interino Ahmed al-Sharaa à Casa Branca. Com o ingresso na coligação liderada pelos EUA, a Síria retoma relações diplomáticas e reforça o compromisso conjunto no combate ao extremismo e ao tráfico de combatentes estrangeiros

    A Síria se tornou o 90º país a integrar a Coligação Global para a Derrota do Estado Islâmico, após a visita oficial do presidente interino Ahmed al-Sharaa à Casa Branca. A adesão, anunciada nesta segunda-feira (10), foi confirmada por um alto funcionário do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Segundo a administração americana, a parceria tem como meta “eliminar os remanescentes do Estado Islâmico e conter o fluxo de combatentes estrangeiros”. Além disso, Washington autorizou a reabertura da embaixada síria na capital americana, voltada para “cooperação antiterrorismo, segurança e coordenação econômica”.

    Criada em 2014 e liderada pelos Estados Unidos, a Coligação Global para a Derrota do Estado Islâmico coordena ações militares, troca de informações e assistência humanitária para desmantelar o grupo extremista e impedir sua expansão.

    Trump recebeu Al-Sharaa em um encontro a portas fechadas, considerado histórico por ser a primeira visita de um presidente sírio à Casa Branca desde a independência do país, em 1946.

    Do lado de fora, dezenas de sírios celebraram a chegada do líder interino, acenando bandeiras e demonstrando apoio. Al-Sharaa, que nasceu em Damasco em 1982, teve uma trajetória marcada por controvérsias: começou como militante ligado à Al-Qaeda, foi preso por forças americanas no Iraque em 2005 e libertado em 2011.

    Nos anos seguintes, rompeu oficialmente com o extremismo e assumiu a liderança do grupo Hayat Tahrir al-Sham. Em dezembro de 2024, comandou a ofensiva que derrubou o regime de Bashar al-Assad e, em janeiro de 2025, foi nomeado presidente interino da Síria.

    Síria adere a coligação para derrotar o Daesh após reunião na Casa Branca

  • Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

    Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

    Ángela, que havia denunciado o tio por tentar envenená-la e ao companheiro em Valência, morreu após sofrer um aneurisma na Sicília. As autoridades investigam se sua morte tem ligação com o caso, que envolve disputa de herança e acusações de tentativa de homicídio.

    Uma mulher espanhola que havia acusado o tio de tentar envenená-la e também ao companheiro morreu nesta semana. Ela estava na Itália quando passou mal e foi internada, mas não resistiu e faleceu na quarta-feira (6), em um hospital na região da Sicília.

    As autoridades italianas e espanholas investigam se a morte está relacionada ao suposto envenenamento denunciado pela vítima meses antes.

    O caso

    Ángela, natural de Requena, em Valência, afirmou que o tio havia manipulado alimentos em sua casa entre setembro de 2024 e maio de 2025. O motivo seria uma disputa de herança envolvendo a família.

    Durante meses, ela e o companheiro apresentaram sintomas gastrointestinais sem explicação. O parceiro chegou a ser internado em estado grave, o que levantou suspeitas de que algo anormal estivesse acontecendo.

    O casal então instalou câmeras de segurança na residência e, em 11 de maio, registrou alguém entrando na casa e mexendo nos alimentos, inclusive em um frasco de ketchup.

    O tio foi detido após o flagrante. Embora as imagens não mostrassem com total clareza sua identidade, a polícia encontrou em sua casa produtos como inseticidas, herbicidas e veneno para ratos, reforçando as suspeitas.

    A defesa do tio

    Segundo o canal Telecinco, o homem alegou que entrou na casa da sobrinha para verificar uma possível fuga de gás, justificando que tinha uma cópia da chave para cuidar do imóvel. Ele já era investigado desde 2023 por brigas familiares, danos materiais e até incêndios provocados contra parentes por causa de disputas de herança.

    O tio de Ángela responde por tentativa de homicídio.

    A morte de Ángela

    A jovem foi internada na Itália após sofrer um aneurisma. O corpo segue no país, aguardando a conclusão da autópsia. As autoridades ainda investigam se há relação entre o quadro que levou à morte e as intoxicações sofridas anteriormente entre 2024 e 2025.

    Espanhola que acusou tio de envenenamento morre durante viagem à Itália

  • Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos

    Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos

    Federação da indústria química e farmacêutica da Alemanha alerta para colapso histórico na produção e cobra reformas urgentes do governo diante de altos custos de energia, impostos e burocracia que estão levando fábricas a fechar e investimentos a deixar o país

    A federação da indústria química e farmacêutica da Alemanha alertou nesta terça-feira para o nível mais baixo de produção em 30 anos e pediu ao governo que adote reformas urgentes. “Produção, faturamento, preços e capacidade estão todos em queda, inclusive o emprego, que vinha se mantendo estável há anos”, afirmou a VCI (Federação da Indústria Química Alemã) em comunicado, descrevendo o cenário como uma “depressão de outono”.

    A entidade atribui a crise aos altos custos de energia, ao preço da mão de obra, à carga tributária, à burocracia e às tarifas de importação impostas pelos Estados Unidos.

    “As fábricas estão fechando, os investimentos estão sendo transferidos para outros países e as carteiras de pedidos estão vazias”, declarou o diretor da VCI, Wolfgang Grosse Entrup, em entrevista coletiva.

    Em outubro, o chanceler Friedrich Merz já havia criticado a “burocracia desnecessária” que, segundo ele, trava o crescimento do terceiro maior setor industrial do país. No entanto, encontros e reuniões promovidos pelo governo federal ainda não conseguiram reverter o quadro, e o setor afirma ter perdido a confiança em Berlim.

    De acordo com Entrup, a produção das empresas químicas caiu 1,5% no terceiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo o nível mais baixo desde 1995. A taxa de utilização da capacidade produtiva está em apenas 70%.

    Com isso, a federação prevê uma nova queda de 2% na produção química e um leve crescimento na área farmacêutica, o que resultará em uma retração geral de cerca de 1% no faturamento total do setor, estimado em 221 bilhões de euros em 2025.

    “Precisamos de uma verdadeira libertação industrial”, disse Entrup, em referência à reunião marcada para esta quarta-feira na chancelaria, onde representantes do setor farmacêutico discutirão com o governo as medidas para enfrentar a crise.

    Indústria farmacêutica alemã alerta para produção mínima em 30 anos