Autor: REDAÇÃO

  • Irã e EUA discutem proposta para reabrir Hormuz e suspender ataques por 30 dias, diz jornal

    Irã e EUA discutem proposta para reabrir Hormuz e suspender ataques por 30 dias, diz jornal

    Segundo New York Times, plano prevê fim do bloqueio contra navios e portos de Teerã e interrupção das ofensivas; Washington, porém, diz ter feito ataques retaliatórios contra alvos iranianos; Trump diz que ações foram ‘toque de amor’

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Autoridades do Irã afirmaram nesta quinta-feira (7) que o regime do país está discutindo com os Estados Unidos uma proposta para reabrir o estreito de Hormuz e suspender as hostilidades por 30 dias enquanto as partes tentam negociar um acordo de paz mais amplo, segundo o jornal The New York Times.

    O plano em debate teria três pontos principais: o fim do bloqueio dos EUA contra navios e portos do Irã, a reabertura do estreito para o tráfego comercial e a interrupção dos combates, ainda de acordo com a publicação. O jornal mencionou três funcionários do regime que falaram sob a condição de anonimato porque, segundo eles, tratam-se de negociações delicadas. Autoridades americanas não se manifestaram.

    O programa nuclear iraniano é o maior impasse para a concretização do acordo, diz ainda o New York Times. Washington quer que Teerã concorde em entregar todo o seu estoque de urânio enriquecido e suspenda seu programa de enriquecimento por 20 anos.

    Mas o regime iraniano, até aqui, rejeita a proposta. Em contrapartida, autoridades do país persa teriam apresentado contraproposta em que sugerem diluir parte do urânio, enviar o restante para um terceiro país, possivelmente a Rússia, e suspender o programa nuclear por um período menor, de 10 a 15 anos.

    Funcionários e autoridades ouvidas pela agência de notícias Reuters também afirmaram nesta quinta que EUA e Irã se aproximam de um acordo temporário para interromper o conflito. A proposta em negociação gira em torno de um memorando de curto prazo, não de um acordo de paz abrangente.

    “Nossa prioridade é que eles anunciem um fim permanente da guerra, e o restante das questões poderá ser resolvido quando retomarem as negociações diretas”, afirmou à Reuters um funcionário paquistanês envolvido na mediação.

    Ainda na esfera diplomática, os EUA pressionaram os países-membros da ONU a apoiarem uma resolução que exige que o Irã interrompa ataques e ações de minagem no estreito de Hormuz. Apesar do apelo de Washington, diplomatas dizem que China e Rússia devem vetar a proposta no Conselho de Segurança.

    A nova resolução foi elaborada pelo governo americano e pelo Bahrein com apoio de Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Qatar. O texto condena supostaas violações do atual cessar-fogo e acusa Teerã de promover “ações e ameaças destinadas a fechar e restringir” a liberdade de navegação.

    O embaixador iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, afirmou que a resolução é “profundamente falha e unilateral”, além de politicamente motivada. “Os EUA não têm legitimidade legal, política ou moral para se apresentarem como defensores da liberdade de navegação ou da segurança marítima”, disse.

    Em paralelo, o regime acusou os EUA de violarem o cessar-fogo atualmente em vigor com ataques contra embarcações do país. Militares americanos, por sua vez, disseram ter incerpetado ofensivas iranianas contra três navios da Marinha em Hormuz. Também afirmaram ter feito ataques aéreos retaliatórios contra instalações militares responsáveis por atacar as forças americanas.

    Mais cedo, o Irã negou qualquer envolvimento de suas Forças Armadas na explosão de um navio da Coreia do Sul no estreito de Hormuz.

    Na segunda (4), um navio de bandeira panamenha operado pela sul-coreana HMM sofreu uma explosão e pegou fogo. Trump atribuiu o incidente a um ataque iraniano e pediu que o país asiático se juntasse às operações americanas de navegação na rota marítima. O Ministério das Relações Exteriores da Coreia do Sul, por sua vez, afirmou que a causa do incêndio só poderá ser confirmada após a embarcação ser rebocada de volta ao porto e submetida a inspeção.

    Já o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que se reuniu recentemente com o líder supremo do país, Mojtaba Khamenei, segundo informou a mídia estatal iraniana. Foi o primeiro relato público de um encontro com Khamenei desde que ele sofreu ferimentos graves no início da guerra.

    Pezeshkian descreveu a reunião como marcada por uma atmosfera “humilde e profundamente cordial”.

    Irã e EUA discutem proposta para reabrir Hormuz e suspender ataques por 30 dias, diz jornal

  • Globo inicia gravações de filme inspirado na novela espírita 'A Viagem'

    Globo inicia gravações de filme inspirado na novela espírita 'A Viagem'

    Longa atualizará a trama criada por Ivani Ribeiro e terá Carolina Dieckmann, Rodrigo Lombardi e Pedro Novaes nos papéis centrais. Nova adaptação promete revisitar temas como redenção, perdão e evolução espiritual

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – As primeiras cenas do filme “A Viagem” começaram a ser gravadas nos Estúdios Globo. Inspirado na novela homônima criada por Ivani Ribeiro, o longa transportará para os dias atuais o triângulo formado por Diná, Otávio e Alexandre, interpretados por Carolina Dieckmann, Rodrigo Lombardi e Pedro Novaes.

    A produção é escrita por Jaqueline Vargas e dirigida por Henrique Sauer. O projeto revisita uma das histórias mais populares da dramaturgia espírita brasileira, exibida originalmente em 1975 e adaptada em um remake de grande audiência em 1994 pela Globo.

    Segundo Jaqueline Vargas, o filme preserva temas centrais da obra, como perdão, redenção e evolução espiritual. “É uma história sobre a possibilidade de transformação e sobre como as relações humanas moldam nossas trajetórias”, afirmou a autora em material divulgado pela produção.

    O elenco também reúne Belize Pombal, Emilio Dantas, Eriberto Leão, Lola Belli e Sara Antunes. Já Lucinha Lins, que interpretou Estela na versão de 1994, fará uma participação especial no longa.

    Globo inicia gravações de filme inspirado na novela espírita 'A Viagem'

  • Cristiano Ronaldo faz gol 971 da carreira, e Al-Nassr fica perto do título

    Cristiano Ronaldo faz gol 971 da carreira, e Al-Nassr fica perto do título

    (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante português Cristiano Ronaldo está mais perto do gol 1000. Nesta quinta-feira (07), ele marcou o 971º gol da carreira na vitória do Al-Nassr sobre o Al-Shabab por 4 a 2, pelo Campeonato Saudita.

    Ronaldo marcou o terceiro gol do Al-Nassr na partida. Os outros três foram marcados por João Félix, enquanto Yannick Carrasco e Al Buhaili descontaram.

    O 26º gol de Cristiano Ronaldo no Campeonato Saudita deixou o Al-Nassr mais perto do título. A duas rodadas do fim, a equipe lidera a competição com 82 pontos, cinco a mais que o Al-Hilal, que tem uma partida a menos.

    Na próxima terça (12), o Al-Nassr recebe o Al-Hilal, em confronto decisivo. Caso vença, o time de Cristiano Ronaldo pode ser campeão com uma rodada de antecedência.

    Cristiano Ronaldo faz gol 971 da carreira, e Al-Nassr fica perto do título

  • Operação contra Ciro Nogueira é vista como recado para Vorcaro em delação

    Operação contra Ciro Nogueira é vista como recado para Vorcaro em delação

    Investigadores e autoridades envolvidas na apuração apontam que ação não precisou de colaboradores. Ex-banqueiro apresentou anexos de acordo à PF e PGR um dia antes da 5ª fase da Compliance Zero

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A operação da Polícia Federal que apura suspeitas de irregularidades nas relações do senador Ciro Nogueira (PP-PI) com Daniel Vorcaro é vista por investigadores e autoridades com acesso às investigações como uma pressão extra para que a delação do dono do Banco Master apresente novos e robustos fatos para ser validada pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    O entendimento dessas pessoas é de que a Polícia Federal tem conseguido avançar bem nas apurações sobre irregularidades relacionadas ao banco sem precisar de eventuais elementos apresentados na colaboração de Vorcaro.

    O ex-banqueiro foi transferido no dia 19 de março do Presídio Federal de Brasília para a Superintendência da PF no Distrito Federal, local com melhores condições para cumprimento da prisão preventiva (sem tempo determinado), para negociar a delação.

    Desde então, houve duas novas fases da operação Compliance Zero. A primeira delas, em 16 de abril, prendeu o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília) Paulo Henrique Costa.

    A segunda, nesta quinta (7), teve como principal alvo Ciro Nogueira, o presidente do PP e foi ministro da Casa Civil no governo Jair Bolsonaro (PL) -até o momento, a fase com maior investida sobre a classe política.

    O advogado de Ciro Nogueira, Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse em nota que a defesa “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar”.

    Tanto essas ações como outras medidas tomadas pela PF até o momento sinalizam que Vorcaro terá de apresentar elementos de prova que atinjam novos suspeitos, além da devolução de bilhões em recursos e pagamento de multa.

    De acordo com a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Mendonça afirmou a interlocutores com quem mantém diálogo frequente que não pretende homologar a proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro nos termos em que ela está se apresentando.

    Um ponto ressaltado por pessoas que acompanham a investigação é que a fase da operação deflagrada nesta quinta não se baseou em nenhum depoimento ou colaboração de investigados, e que isso é uma amostra de que a PF tem material que prescinde de qualquer necessidade de acordo.

    Além das operações, na última semana a PF pediu ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), para analisar a possibilidade de transferir novamente Vorcaro ao presídio federal.

    Segundo pessoas próximas ao caso, o pedido foi feito justamente porque o ex-banqueiro estava demorando para apresentar o material.

    Uma versão acabou sendo entregue pela defesa nesta quarta-feira (7) à PF e à PGR (Procuradoria-Geral da República), com anexos que tratam de episódios diferentes de irregularidades cometidas pelo ex-banqueiro e por outras pessoas, com detalhes da situação, nomes dos envolvidos e a apresentação por meio de provas.

    Essa é só uma primeira etapa. A defesa de Vorcaro e os investigadores agora passarão a analisar o que foi proposto antes de passar a discutir sobre redução de pena ou o regime de pena à qual ele deve ser submetido. Até o momento, o entendimento de autoridades é de que ele não deve receber perdão judicial.

    Investigadores esperam que Vorcaro apresente detalhes sobre os esquemas nos quais esteve envolvido, além de indicar os meios para o ressarcimento dos prejuízos causados.

    Pessoas próximas sugeriram que ele não estaria disposto a envolver magistrados do STF, o que desagradou os investigadores. Posteriormente, seus advogados afirmaram que ele não pouparia ninguém, o que destravou a fase inicial da negociação.

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  • Lula e Trump orientam ministros a resolverem tarifas em 30 dias

    Lula e Trump orientam ministros a resolverem tarifas em 30 dias

    Os EUA acusam o Brasil de concorrência desleal, mencionando o Pix, tarifas sobre etanol, desmatamento ilegal e proteção de propriedade intelectual; líderes dos dois países se encontraram para acordos

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quinta-feira (7), após reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, em Washington, que equipes dos dois governos deverão fechar uma proposta para resolver o impasse sobre tarifas de exportação e de uma investigação comercial aberta pelos norte-americanos contra o Brasil desde o ano passado.

    O objetivo é que uma proposta seja levada aos dois líderes em cerca de 30 dias. O Brasil voltou a defender o encerramento da apuração aberta com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA.

    “Eu falei assim: ‘Vamos colocar um grupo de trabalho e vamos permitir que esse moço [do Ministério] da Indústria e Comércio do Brasil, junto com o teu ministro do Comércio, sentem em 30 dias e apresentem para nós uma proposta para a gente poder bater o martelo’. Quem estiver errado vai ceder. Se a gente tiver que ceder, nós vamos ceder”, disse Lula a jornalistas na sede da Embaixada do Brasil em Washington.

    No procedimento, os EUA acusam o Brasil de concorrência desleal, mencionando o Pix, tarifas sobre etanol, desmatamento ilegal e proteção de propriedade intelectual. 

    Em abril deste ano, técnicos brasileiros reuniram-se nos EUA para esclarecimentos, defendendo o país contra a alegação de práticas desleais. 

    O governo brasileiro não reconhece a legitimidade de instrumentos unilaterais como a Seção 301, argumentando inconsistência com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC). 

    Segundo Lula, o tema do Pix não foi mencionado durante a reunião entre os presidentes.

    Encontro prolongado

    Lula e Trump se reuniram por mais de 3 horas na Casa Branca, em Washington, incluindo um almoço oferecido pelo norte-americano. 

    A expectativa era que ambos atendessem à imprensa no Salão Oval antes da reunião, mas o presidente brasileiro pediu para que a conversa com a imprensa ocorresse após o encontro.

    Em postagem nas redes sociais, Trump informou que discutiu “muitos tópicos” com Lula, incluindo questões comerciais e de tarifas, e chamou Lula de “um presidente muito dinâmico”. 

    “A reunião foi muito produtiva. Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, escreveu o norte-americano.

    Lula chegou à Casa Branca pouco depois do meio-dia (horário de Brasília). O encontro foi previamente negociado pelas equipes dos dois países, com a expectativa de tratar diversos temas, como comércio, combate ao crime organizado, além de questões geopolíticas e de minerais críticos.

    A jornalistas, Lula disse ter saído muito otimista da reunião bilateral. 

    “Eu acho que o Brasil está preparado para discutir com qualquer país do mundo, qualquer assunto. Não tem assunto proibido. A única coisa que não abrimos mão é da nossa democracia e da nossa soberania. O resto é tudo discutido”, afirmou o presidente.

    Crime organizado

    Durante a coletiva de imprensa, Lula anunciou que o governo brasileiro vai lançar um plano de combate ao crime organizado “na semana que vem” e que, na conversa com Trump, ficou acertado que uma das frentes de trabalho entre dos dois governos será a cooperação para asfixiar financeiramente as organizações criminosas transnacionais que atuam no Brasil e nos EUA.

    “Precisamos destruir o potencial financeiro do crime organizado e das facções”, defendeu. 

    Segundo o ministro da Fazenda, Dario Durigan, equipes da Receita Federal brasileira e a contraparte norte-americana deverão fazer operações conjuntas para bloquear o contrabando de armas e outros produtos, incluindo o tráfico ilegal de drogas sintéticas provenientes dos EUA.

    Ainda segundo Lula, eles não trataram sobre facções criminosas que atuam no Brasil. O governo dos EUA estuda mudar a designação de facções brasileiras como grupo terroristas, o que na avaliação do Brasil e de especialistas é um risco à soberania e não ajuda no combate ao crime

    Em abril, Brasil e Estados Unidos já haviam anunciado um acordo de cooperação mútua visando combater o tráfico internacional de armas e drogas. 

    A parceria prevê o compartilhamento de informações sobre apreensões feitas nas aduanas dos dois países, de forma a viabilizar uma investigação célere de padrões, rotas e vínculos entre remetentes e destinatários de produtos ilícitos.

    Terras raras

    Outro ponto abordado na reunião entre Lula e Trump foi os investimentos na exploração dos minerais críticos e das terras raras, que são fundamentais na fabricação de componentes eletrônicos de equipamentos de alta tecnologia. 

    Na coletiva de imprensa, Lula disse ter informado a Trump da aprovação, nesta quarta-feira (6), da lei que institui Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). 

    O projeto prevê, entre outros pontos, a criação de um comitê ou conselho responsável por definir quais são os minerais críticos e estratégicos do país.

    Com cerca de 21 milhões de toneladas, a reserva brasileira de terras raras é a segunda maior já mapeada no mundo, ficando atrás apenas da China, que detém aproximadamente 44 milhões de toneladas. Porém, apenas cerca de 25% do território nacional foi mapeado, o que indica um enorme potencial ainda desconhecido.

    “Qualquer um que quiser, o Brasil estará aberto a construir parceria. O que nós não queremos é ser meros exportadores dessas coisas. Não queremos repetir o que aconteceu com a prata na América Latina, com o ouro no Brasil, com o minério de ferro que a gente manda muito para fora e a gente poderia fazer um processo de transformação interna que a gente não fez. Então, com as terras raras, a gente vai mudar de comportamento”, garantiu o presidente.

    Vistos revogados

    Lula disse ter entregue a Trump uma lista de autoridades e seus familiares brasileiros que ainda estão sofrendo com restrição de vistos norte-americanos como retaliação por conta do julgamento da tentativa de golpe de Estado no Brasil. 

    Parte da suspensão de vistos teria sido interrompida, mas algumas pessoas seguem sancionadas, incluindo, segundo Lula, a filha de 10 anos de idade do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).  

    Fazem parte da comitiva presidencial os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira; da Justiça e Segurança Pública, Wellington César; da Fazenda, Dario Durigan; do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa; de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.

    Histórico

    A relação comercial entre Brasil e Estados Unidos atravessa, desde 2025, uma fase de tensões decorrentes da política tarifária adotada pelo presidente Donald Trump, que retomou medidas protecionistas já observadas em seu primeiro mandato.

    O ciclo de disputas começou com a imposição de tarifas de 25% sobre as importações de aço e alumínio, afetando diretamente o Brasil, um dos principais fornecedores desses produtos ao mercado norte-americano.

    As justificativas apresentadas pelos EUA para tais medidas combinavam argumentações econômicas e políticas.

    Houve também críticas à Suprema Corte brasileira, no contexto das decisões do Judiciário brasileiro relacionadas ao processo contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, envolvido com os atos golpistas que culminaram com o 8 de janeiro de 2023.

    Em abril, os Estados Unidos adotaram tarifas adicionais sobre diversos produtos brasileiros, sob o argumento de falta de reciprocidade comercial. O governo brasileiro intensificou algumas tratativas diplomáticas e, mais adiante, levou o tema à Organização Mundial do Comércio (OMC).

    Além disso, o Brasil fortaleceu alguns de seus instrumentos legais, como medidas de reciprocidade e retaliação, na tentativa de evitar uma escalada ainda maior por parte do governo dos EUA.

    No fim de 2025 e no início deste ano, houve recuo parcial dos Estados Unidos, com exclusões de produtos e substituição do tarifaço por uma tarifa global temporária de cerca de 10%. Setores como aço e alumínio, porém, seguem com taxas elevadas.

    A comitiva brasileira retorna a Brasília ainda esta noite com previsão de chegada nesta sexta-feira (8).

    Lula e Trump orientam ministros a resolverem tarifas em 30 dias

  • Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

    Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

    Shakira anunciou nesta semana o lançamento de “Dai Dai”, faixa que será a música oficial do torneio, e deixou os fãs brasileiros em êxtase ao divulgar imagens inéditas do clipe

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Shakira revelou que sua nova música ligada à Copa do Mundo FIFA 2026 foi gravada no Estádio do Maracanã. A artista anunciou nesta semana o lançamento de “Dai Dai”, faixa que será a música oficial do torneio, e deixou os fãs brasileiros em êxtase ao divulgar imagens inéditas do clipe.

    A colombiana compartilhou um vídeo nas redes sociais mostrando cenas dentro do estádio carioca e confirmou a data de estreia da canção. “O Estádio Maracanã, aqui está ‘Dai Dai’, a Música Oficial 2026. Chegando 14/5. Estamos prontos!”, escreveu a cantora.

    A revelação ajudou a explicar a passagem da artista pelo Maracanã no fim de abril, poucos dias antes de realizar o megashow gratuito na praia de Praia de Copacabana, que reuniu milhões de pessoas no Rio de Janeiro.

    Na época, a visita ao estádio chamou atenção dos fãs. Shakira apareceu posando com camisas de Clube de Regatas do Flamengo e Fluminense Football Club, além de circular pelos bastidores do local. As redes sociais do Maracanã chegaram a celebrar a presença da cantora. “Todo mundo no Maracã! E a Shakira também!”, publicou o perfil oficial do estádio.

    O anúncio de “Dai Dai” rapidamente repercutiu entre os fãs da artista, que associaram a novidade ao histórico da cantora com músicas de Copas do Mundo. Shakira é responsável por “Waka Waka” (This Time for Africa), considerado um dos maiores sucessos ligados ao torneio da FIFA. A música ultrapassou bilhões de reproduções ao redor do mundo e se tornou um marco da carreira da artista.

    Nos comentários da publicação, brasileiros celebraram a novidade com mensagens como “Rainha das Copas” e “Entregou tudo”.

    Shakira anuncia música oficial da Copa de 2026 gravada no Maracanã

  • Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

    Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

    WASHINGTON, EUA, E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Houve espaço para o futebol no encontro de quase três horas entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e dos Estados Unidos, Donald Trump, na tarde de quinta-feira (7). Terminada a reunião na Casa Branca, em Washington, o brasileiro contou ter brincado sobre a liberação da entrada dos atletas da seleção na América do Norte para a Copa do Mundo.

    “Ele perguntou da Copa do Mundo, se a seleção brasileira estava boa. E eu falei: ‘Espero que você não venha anular os vistos dos jogadores brasileiros da seleção. Por favor, não faça isso porque nós vamos vir aqui para ganhar a Copa do Mundo’”, relatou Lula. De acordo com ele, Trump se divertiu com o gracejo. “Ele riu, porque agora ele vai rir sempre. Ele aprendeu que rir é muito bom”.

    A restritiva política migratória dos Estados Unidos é uma das múltiplas fontes de tensão às vésperas da Copa. A edição 2026 da competição ocorrerá de 11 de junho a 19 de julho, com partidas nos Estados Unidos, no México e no Canadá. A maioria das partidas, inclusive a decisão, ocorrerá em território americano.

    Cabeça de chave do Grupo C, o Brasil jogará suas primeiras partidas em East Rutherford (nos arredores de Nova Jersey), na Filadélfia e em Miami Gardens (nos arredores de Miami). Se avançar na liderança, terá como caminho até a possível final, pela ordem, Houston, East Rutherford, Miami Gardens, Atlanta e East Rutherford.

    Não há a expectativa de dificuldade para atletas da seleção brasileira na entrada nos Estados Unidos, porém problemas decorrentes do processo de obtenção de visto não seriam inéditos. O zagueiro argentino Ayrton Costa teve o visto negado por antecedentes criminais e não pôde defender o Boca Juniors na Copa do Mundo de Clubes, no ano passado, nos Estados Unidos.

    Houve também o caso do mesa-tenista brasileiro Hugo Calderano, também no ano passado, que foi impedido de entrar no país para um torneio em Las Vegas. Como o atleta tem passaporte português e os países da União Europeia fazem parte de um programa de isenção de vistos, ele entendeu que precisaria apenas informar sua entrada.

    Diante da demora maior do que a habitual para a confirmação da autorização, o carioca procurou as autoridades e foi informado de que não estava mais elegível para a dispensa do visto por causa de uma viagem a Cuba, onde disputou campeonatos em 2023. Mesmo com o apoio do Comitê Olímpico dos EUA, as tentativas de um visto emergencial foram infrutíferas.

    Em janeiro deste ano, o governo norte-americano anunciou a suspensão da emissão de vistos de migrante para cidadãos de 75 países, entre eles o Brasil. Os vistos de turista continuaram sendo cedidos, no entanto. Com base nas entradas do sistema de venda de ingressos, a expectativa é que haverá de 5.000 a 6.000 brasileiros na América do Norte para a Copa.

    Lula diz ter pedido a Trump para não anular visto de jogadores brasileiros

  • Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

    Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

    Ações do banco lideram as perdas do pregão após balanço levantar preocupações; Petrobras também recua. Dúvidas sobre fim da guerra entre Irã e EUA geram maior aversão ao risco

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa de Valores brasileira fechou em queda de 2,38%, a 183.218 pontos, nesta quinta-feira (7), pressionada por balanços, em especial do Bradesco, e pelas incertezas em torno das negociações entre Irã e EUA.

    Durante o dia, as ações do banco e da Petrobras pesaram sobre o Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro. Os papéis preferenciais -isto é, que dão prioridade no recebimento de dividendos- do Bradesco e da estatal encerraram com quedas de 4,25% e 2,26%, respectivamente.

    O dólar, por outro lado, teve comportamento mais modesto e fechou próximo da estabilidade, com alta de 0,05%, cotado a R$ 4,922.

    O cenário internacional e a temporada de balanços foram os destaques do pregão. O desempenho da Petrobras acompanhou a volatilidade dos preços do petróleo, que chegaram a cair 5,10% na mínima.

    No caso do banco, o balanço de 1º trimestre, apesar de registrar lucro de R$ 6,8 bi no período, gerou pontos de atenção.

    “Vemos riscos decorrentes de um crescimento da carteira acima do mercado, maior exposição a segmentos massificados e crescimento acelerado em cartões de crédito e financiamento de veículos, que normalmente são produtos mais voláteis”, afirmou o XP em relatório sobre os resultados do Bradesco.

    Os papéis das empresas estão entre os com maior peso no Ibovespa, com 8% da Petrobras e 4% do banco sobre a carteira.

    Ainda na sessão doméstica, analistas se atentaram ao encontro entre Lula (PT) e o presidente norte-americano, Donald Trump, na Casa Branca. O encontro durou quase 3 horas.

    Trump publicou em sua rede social que a reunião com “o presidente muito dinâmico do Brasil” correu “muito bem”. Segundo ele, os líderes discutiram “diversos temas, incluindo comércio e, especificamente, tarifas”.

    “Nossos representantes têm reuniões agendadas para discutir alguns pontos-chave. Outras reuniões serão agendadas nos próximos meses, conforme necessário”, afirmou.

    Lula tinha duas principais demandas para o encontro. Entre elas, o objetivo de apresentar um acordo para combater crime organizado e também para discutir questões relacionadas a tarifas.

    O pregão também foi marcado pela instabilidade das negociações envolvendo EUA e Irã. Segundo um porta-voz do Paquistão, os dois países estão próximos de um acordo.

    O cenário, contudo, permanece de incerteza. O pacto envolve três pontos: o fim formal da guerra, o desbloqueio no estreito de Hormuz e uma janela de 30 dias para negociações sobre um acordo mais amplo, segundo as pessoas ouvidas.

    Na quarta, o presidente norte-americano Donald Trump afirmou que a guerra pode terminar se Teerã aceitar os termos apresentados. “Se eles não concordarem, os bombardeios começarão, e serão, infelizmente, em um nível e intensidade muito maiores do que antes”, acrescentou.

    Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã confirmou que o país persa está analisando a proposta e que comunicará sua posição ao mediador, o Paquistão, segundo a agência estatal Isna.

    As indefinições foram responsáveis por um vaivém no mercado financeiro. Nos EUA, as Bolsas Nasdaq, S&P 500 e Dow Jones encerraram com quedas de 0,13%, 0,40% e 0,64%. Pela manhã, os índices chegaram a subir 0,76%, 0,22% e 0,44%, respectivamente.

    O movimento também repercutiu nas cotações do petróleo, que, após caírem durante grande parte do dia, apresentavam desempenho misto. Às 17h, o Brent, referência mundial, caía 0,64%, enquanto o WTI, usado nos EUA, subia 0,47%.

    Para Bruno Cordeiro, analista de inteligência de mercado da StoneX, “a desvalorização do petróleo refletiu a redução das expectativas de um alinhamento maior entre as partes e da possibilidade de retomada do fluxo de embarcações no estreito de Hormuz”.

    O comportamento também foi ressaltado por Marcos Praça, diretor de análises da Zero Markets Brasil. “O mercado viveu mais um pregão marcado pela volatilidade extrema em torno das negociações entre EUA e Irã. O dia começou com forte apetite ao risco global, impulsionado pela expectativa de um possível acordo de paz no Oriente Médio. Mas a euforia perdeu força ao longo do dia”.

    O conflito no Oriente Médio bloqueia o fluxo no estreito de Hormuz, via por onde passa cerca de 20% do abastecimento mundial de petróleo e gás. A paralisação tem gerado um temor de um repique inflacionário global por levar os preços de petróleo a dispararem.

    No Brasil, o impacto da continuidade do conflito é misto. Por um lado, o real e a Bolsa brasileira são beneficiados pela distância do país em relação ao conflito e pela exposição do país ao petróleo. Por outro, o aumento das incertezas ligadas ao petróleo pode gerar um movimento global de fuga de ativos voláteis para ativos seguros.

    Para Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, o mercado vem esperando a redução das tensões nos últimos pregões. Caso o cenário sinalize alguma inversão, é provável que haja um movimento maior de correções em Bolsas e moedas -algo que destaca ter ocorrido durante o pregão.

    “[Analistas] talvez tenham precificado uma queda relevante do petróleo de maneira muito rápida nos ativos. O mercado não trabalha com a manutenção desses níveis mais elevados. O grande risco é justamente esse cenário não se concretizar, porque ele já está bastante implícito nos preços”.

    Segundo ele, o Brasil, por ser um mercado emergente, acaba sendo considerado um ativo de maior risco. “Assim, uma reescalada do conflito provavelmente significaria dólar em alta, curva de juros no Brasil também para cima e Bolsa para baixo”.

    Bolsa cai mais de 2% com incertezas no Oriente Médio e pressão de Bradesco; dólar fecha estável

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

    Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

    Encontro nos dias 14 e 15 será o terceiro entre os países, que não têm relações diplomáticas formais. Bombardeios de Tel Aviv e ataques do Hezbollah a tropas israelenses continuam apesar de cessar-fogo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Líbano e Israel realizarão nova rodada de negociações em Washington na semana que vem, segundo afirmou um funcionário do governo dos Estados Unidos, que pediu anonimato, nesta quinta-feira (7). Apesar da continuidade das conversas e do frágil cessar-fogo em vigor, forças israelenses têm ampliado seus ataques contra o Hezbollah no Líbano, principalmente no sul do país.

    O funcionário do Departamento de Estado americano indicou que a nova rodada de conversas entre Israel e Líbano ocorrerá nos dias 14 e 15 de maio. A autoridade não detalhou quem participaria do encontro; o último ocorreu na Casa Branca com a presença do presidente Donald Trump, do vice-presidente J. D. Vance e de diplomatas dos três países.

    A reunião será o terceiro encontro entre as partes com mediação dos EUA nos últimos meses. Israel e Líbano estão tecnicamente em estado de guerra e não mantêm relações diplomáticas desde a criação do Estado judeu, em 1948.

    O secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou na terça-feira (5) que um acordo de paz entre as partes era “perfeitamente viável”, e insistiu que o Hezbollah era o obstáculo, e não qualquer outra questão entre os dois governos.

    O Líbano foi arrastado para o conflito no Oriente Médio quando o Hezbollah, uma facção xiita apoiada pelo Irã, lançou foguetes contra Israel após Washington e Tel Aviv iniciarem o conflito contra Teerã no dia 28 de fevereiro.

    Na última reunião entre os rivais em Washington, no dia 23, uma extensão de três semanas da trégua foi anunciada por Trump, mas isso não impediu que Israel continuasse sua campanha de bombardeios contra o grupo radical, que por sua vez reivindicou ataques contra as forças israelenses que ocupam algumas partes do sul do Líbano.

    Nesta quinta, o primeiro-ministro israelense, Binyamin Netanyahu, disse que não havia “imunidade” para os inimigos de Israel, um dia após ataque em Beirute que teve como alvo Ahmed Ali Balout, um comandante do Hezbollah. Foi o primeiro ataque aos subúrbios ao sul de Beirute, onde a facção tem muita força política, desde o início do cessar-fogo.

    Israel afirmou que o ataque matou o comandante da força de elite Radwan do grupo. O Hezbollah não emitiu qualquer declaração sobre o ataque ou sobre a situação do comandante.

    “Ele provavelmente leu na imprensa que tinha imunidade em Beirute. Bem, ele leu e isso não é mais o caso”, disse Netanyahu. “Digo aos nossos inimigos da forma mais clara possível: nenhum terrorista tem imunidade”, afirmou o premiê.

    Israel segue também fazendo ataques na Faixa de Gaza, território palestino que tem mais de 50% de sua área controlada pelas forças do Estado judeu enquanto não avançam as etapas subsequentes do acordo que reduziu a intensidade do conflito em Gaza.

    Um bombardeio israelense matou o filho do principal negociador do Hamas nas conversas, também mediadas pelos EUA, sobre o futuro de Gaza, disse um alto funcionário do Hamas na quinta-feira, enquanto líderes do grupo terrorista realizavam conversas no Cairo com o objetivo de preservar a trégua com Israel.

    Azzam Al-Hayya, filho de Khalil Al-Hayya, não resistiu aos ferimentos na quinta-feira após ser atingido na noite de quarta-feira, segundo autoridades de saúde em Gaza e do Hamas. Ele foi o quarto filho do chefe exilado do Hamas a ser morto em ataques israelenses no território palestino.

    Líbano e Israel farão nova rodada de negociações nos EUA em meio a frágil trégua

  • Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial

    Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial

    A seleção brasileira masculina de tênis de mesa terá a França pela frente nesta sexta-feira (8) pelas quartas de final do Mundial por Equipes, em Londres (Inglaterra). O time Amarelinho formado por Hugo Calderano (5º no ranking), Guilherme Teodoro (144º) e Leonardo Izuka (125º) enfrentará os irmãos Felix e Alexis Lebrun (4º e 12º, respectivamente) e Flavien Coton (23º). O duelo por vaga nas semifinais terá início às 15h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo online na conta da Federação Internacional (World Table Tennis) no YouTube (clique aqui!).

    Para assegurar presença nas quartas de final a seleção derrotou a a Inglaterra, dona da casa, por 3 jogos a 2, na última quarta (6). Foi a quinta vitória consecutiva da Amarelinha, que busca o título inédito na competição.


     

    Primeiro a competir na quarta (6), Calderano aplicou 3 sets a 0 (11/6, 11/8 e 13/11) em Tom Jarvis (66º do mundo). Na sequência, foi a vez de Guilherme Teodoro ampliar a vantagem do Brasil ao cravar 3 sets a 0 sobre Connor Green (181º), em parciais de 16/14, 12/10 e 11/6).

    No embate seguinte, Leonardo Iizuka perdeu de virada para Samuel Walker (209º) por 3 sets a 1 (9/11, 11/6, 11/6 e 11/9). Na quarta partida do dia, Teodoro também não foi bem, sendo superado por 3 sets a 1 para Tom Jarvis, que já derrotara Calderano. O britânico levou a melhor por 3 sets a 1 (11/5, 6/11, 11/6 e 12/10), igualando a série em 2 a 2.

    Coube a Calderano selar a vitória e a vaga nas quartas. O carioca não deu chances a Connor Green ao cravar  3 sets a 0, com parciais de 11/8, 11/8 e 11/4.

    Mundial feminino

    Na última terça (5), a seleção feminina se despediu do Mundial, na fase 16-avos, ao ser surpreendida pela equipe de Luxemburgo, por 3 jogos a 2.  Antes, o time formado pelas irmãs Bruna e Giulia Takahashi, Laura Watanabe e Victória Strassbourger termina invicto a fase de grupos, com vitórias sobre Cazaquistão, República Tcheca e Mongólia.


    Tênis de mesa: Brasil bate Inglaterra e avança às quartas do Mundial