(CBS NEWS)- O WhatsApp vai deixar de funcionar em celulares que utilizam versões antigas do sistema operacional Android.
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Vivi Brunieri, conhecida nos anos 90 como uma das “Ronaldinhas”, relembrou o relacionamento que teve com o ex-jogador Ronaldo durante entrevista co…
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Dani Valente usou as redes sociais para falar sobre a rotina de quem convive com fibromialgia e reagiu a comentários que defendiam a importância de…
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A oposição a Gianni Infantino ganhou uma nova frente no futebol mundial. UEFA, Concacaf e AFC, que representam Europa, América do Norte, América Central, Caribe e Ásia, começaram a trabalhar conjuntamente na elaboração de um modelo alternativo de governança para a Fifa, segundo revelou o jornal britânico The Guardian.
A iniciativa surge após as três confederações cobrarem, sem sucesso, uma análise independente sobre a gestão da entidade. A insatisfação aumentou depois da revelação do projeto Fifa Forward Enterprise (FFE), que previa a comercialização de uma participação de 21% na Copa do Mundo para investidores privados. A proposta acabou sendo abandonada.
O movimento coloca em discussão questões que vão além da permanência de Infantino na presidência. O grupo pretende definir qual deveria ser o papel da Fifa no futebol internacional, como a entidade deveria ser estruturada, quais regras de governança deveria adotar e de que maneira os recursos deveriam chegar às federações nacionais. A Fifa tem 211 associações filiadas.
Projeto pode abrir caminho para entidade rival à Fifa
De acordo com o The Guardian, o documento em elaboração poderá ser apresentado como uma proposta de reforma da própria Fifa. Caso Infantino rejeite as mudanças, o plano também poderá servir como plataforma de um candidato de oposição na eleição presidencial de 2027. Em um cenário de ruptura mais profunda, a estrutura estudada poderia até ser utilizada como base para a criação de uma organização concorrente.
UEFA, Concacaf e AFC já iniciaram conversas preliminares sobre a possibilidade de organizar competições próprias caso o impasse com a atual direção da Fifa continue. Na segunda-feira, as entidades divulgaram uma manifestação conjunta aumentando a pressão pela troca de comando.
A crise tem como um dos principais pontos o fracassado projeto FFE. Os dirigentes das três confederações acusam Infantino de tomar decisões sem consulta adequada e defendem que uma entidade externa ao futebol conduza uma investigação independente sobre o episódio.
UEFA ameaça boicotar competições da Fifa
A disputa também pode atingir os torneios organizados pela Fifa. A UEFA mantém a possibilidade de retirar suas seleções de competições da entidade caso não receba garantias de mudanças na governança e de que uma iniciativa semelhante ao FFE não será retomada.
O primeiro impacto pode ocorrer já na Copa do Mundo Feminina Sub-20, prevista para setembro. Segundo o jornal britânico, a competição corre o risco de ser disputada sem as seleções europeias.
A UEFA condiciona uma mudança de posição à abertura de uma investigação independente sobre a tentativa de comercialização de parte da Copa do Mundo e à apresentação de garantias juridicamente vinculantes de que o episódio não se repetirá.
Reuniões em Salzburgo aumentam pressão sobre Infantino
Dirigentes do futebol europeu estão reunidos em Salzburgo, na Áustria, onde ocorre a Supercopa da UEFA entre Paris Saint-Germain e Aston Villa. O encontro é o primeiro presencial entre algumas das principais lideranças do continente desde o início da crise envolvendo a Fifa.
Entre as conversas previstas está uma reunião entre Aleksander Ceferin, presidente da UEFA, e Nasser Al-Khelaifi, presidente do Paris Saint-Germain e da European Football Clubs (EFC). O objetivo é reforçar a posição conjunta dos clubes e das federações europeias diante da direção da Fifa.
Victor Montagliani aparece como possível rival de Infantino
A movimentação também ocorre às vésperas da definição dos candidatos à presidência da Fifa. Quem quiser disputar o cargo precisa formalizar a candidatura até 18 de novembro. A eleição será realizada em março de 2027.
Victor Montagliani, presidente da Concacaf, aparece neste momento como um dos nomes mais cotados para enfrentar Infantino, embora tenha afirmado anteriormente que sua prioridade é buscar a reeleição no comando da confederação regional.
A oposição, porém, ainda não domina todas as regiões do futebol mundial. A Conmebol, responsável pela América do Sul, e a CAF, que reúne as federações africanas, manifestaram apoio a Infantino nos últimos dias.
A divisão amplia a importância das próximas semanas para o futuro da Fifa. Além da disputa sobre quem comandará a entidade a partir de 2027, as discussões passaram a envolver a própria estrutura de poder responsável por administrar o futebol mundial.

(FOLHAPRESS) -Aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) ou de órgãos públicos federais com doenças graves listadas n…
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Ataques realizados por Rússia e Ucrânia deixaram ao menos quatro mortos nas últimas horas, entre eles uma criança de 8 anos. As ofensivas atingiram…
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Aos 33 anos, Alex Telles é uma das principais referências do Botafogo e também exerce a função de capitão da equipe. Nesta quarta-feira, o jogador compartilhou um momento em família que rapidamente chamou a atenção nas redes sociais.
Nas imagens, a filha do lateral aparece cantando o hino do Botafogo e demonstrando que já conhece bem a música do clube carioca.
O registro conquistou os torcedores e vem sendo compartilhado por fãs nas redes sociais.
Veja o vídeo acima.

A Anthropic anunciou que passará a incluir identificadores em textos e imagens criados pelo Claude, sua ferramenta de inteligência artificial. A in…
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Lionel Messi usou as redes sociais nesta quarta-feira para se pronunciar pela primeira vez após a morte do pai, Jorge Messi, aos 68 anos, vítima de uma doença prolongada. O jogador argentino publicou uma carta na qual falou sobre o sofrimento da perda e relembrou os últimos momentos ao lado do pai.
“Pai, ainda não consigo acreditar que te foste. Não caio em mim, ou melhor, não quero cair. É-me muito difícil imaginar que já não te vou ver mais, que já não vamos poder falar mais. Sei que estavas a sofrer e que foi o melhor, mas foste-te muito cedo. Ainda nos restava muito para desfrutar juntos”, escreveu.
Na mensagem, Messi contou que Jorge desejava vê-lo disputar seu último Mundial, mas teve uma piora no estado de saúde poucos dias antes do início da competição.
“Tanto me pedias que jogasse o último Mundial, e, dias antes de começar, foi quando pior ficaste”, afirmou o argentino.
O jogador revelou que, durante o torneio, mantinha a esperança de chegar o mais longe possível para dar tempo ao pai de se recuperar e assistir a uma partida.
“Cada vez que terminava um jogo, esperava e sentia falta da tua mensagem. Aí, dei-me conta de que a situação era verdadeiramente feia. Ainda assim, não deixava de pensar em chegar o mais longe possível, para dar-te tempo para que viesses ver um jogo”, relatou.
Messi contou que chegou à final, mas Jorge não conseguiu viajar para acompanhar a partida. Segundo o jogador, quando voltou para casa, o pai já estava debilitado e acreditava que a seleção havia perdido a decisão nos pênaltis.
“Chegámos à final e não pudeste lá estar. Queria ganhá-la para te levar lá e mostrar-te mais uma. Não pude, as penas não deram para mais. Desta vez, tentei ir contra o meu físico, mas não consegui. Nunca consegui sentir-me bem”, escreveu.
O argentino afirmou ainda que não conseguiu conversar com o pai sobre tudo o que havia acontecido durante a competição.
“Quando cheguei, pensavas que tínhamos perdido a final nos penáltis. Não conseguimos falar de nada do que se passou. Não pudeste desfrutar de nada”, disse.
Na parte final da homenagem, Messi recordou a relação próxima que mantinha com Jorge e afirmou que os dois conversavam diariamente.
“Não fomos campeões, mas não sabes como desfrutámos de cada jogo. Mais uma vez, tinhas razão. Eu tinha de estar lá e jogar. Conto-te isto porque foi a única coisa de que não pudemos falar, porque tudo o resto já sabes. Falávamos todos os dias, e víamo-nos quanto era possível, devido aos meus compromissos”, concluiu.