Autor: REDAÇÃO

  • ‘Neymar ucraniano’ troca futebol pelo atletismo e quer disputar Olimpíadas

    ‘Neymar ucraniano’ troca futebol pelo atletismo e quer disputar Olimpíadas

    (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Mykhailo Mudryk, ex-Chelsea e Shakhtar Donetsk, decidiu sair do futebol para praticar o atletismo e quer representar a Ucrânia nas Olimpíadas de Los Angeles, em 2028.

    Segundo o jornal espanhol Marca, o ucraniano de 24 anos já está treinando com ex-atletas olímpicos e seu potencial físico tem sido observado.

    Atleta da equipe inglesa desde 2023, Mudryk testou positivo no exame antidoping em abril deste ano. O Chelsea optou pela rescisão de contrato com o jogador, que está sem clube desde então.

    Mudryk concluiu sua passagem no Chelsea com 73 jogos, dez gols marcados e oito assistências, titular em apenas 40 partidas.

    Derrotado no primeiro jogo, o Tricolor precisa de uma vitória por três gols de saldo ou mais para carimbar a vaga às semifinais ainda no tempo normal ou de dois gols de diferença para encaminhar a decisão à disputa de pênaltis.

    Folhapress | 18:00 – 19/09/2025

    ‘Neymar ucraniano’ troca futebol pelo atletismo e quer disputar Olimpíadas

  • Wanessa Camargo e Allan Souza Lima são vistos em clima de romance no Rio

    Wanessa Camargo e Allan Souza Lima são vistos em clima de romance no Rio

    A cantora Wanessa Camargo e o ator Allan Souza Lima foram vistos juntos em um after na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro; o flagra foi feito após gravação da atração ‘Dança dos Famosos’, da Globo, na quinta-feira (18)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Ao que tudo indica, a Dança dos Famosos dá sorte para novos casais se apaixonarem. Na última quinta-feira (18), quatro participantes do quadro do Domingão com Huck (Globo) foram flagrados em clima de romance.

    O primeiro deles foi a cantora Wanessa Camargo com o ator Allan Souza Lima. Apesar de não confirmarem que estão se conhecendo um pouco melhor, foram fotografados abraçados e em clima mais quente num quiosque na Praia da Barra da Tijuca. Eles voltaram no mesmo carro para um hotel.

    Os rumores de um possível affair não são de agora. No início do mês, o ator desabafou. “Nós, artistas que trabalhamos com o palco, vivemos constantemente na falta de privacidade e temos que saber lidar com isso”, disse, sem confirmar o envolvimento com a cantora.

    Notícias ao Minuto [Flagra Wanessa Camargo e Allan Souza Lima]© AgNews  

    Há um mês, o ex de Wanessa, Dado Dolabella, empurrou o cantor Luan Pereira por ciúme dele com Wanessa numa festa.

    No mesmo encontro no quiosque da Barra, Lucas Leto, o Sardinha de “Vale Tudo”, e o influenciador Álvaro foram vistos aos beijos. Ambos se distanciaram do resto da turma para o momento de afeto.

    Wanessa Camargo e Allan Souza Lima são vistos em clima de romance no Rio

  • Celso Sabino diz a Lula que pedirá demissão do Turismo

    Celso Sabino diz a Lula que pedirá demissão do Turismo

    O ministro do Turismo Celso Sabino informou a Lula que vai pedir demissão na próxima semana, mas o partido dele, o União Brasil, cobra saída nesta sexta-feira (20)

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Único nome do União Brasil no governo Lula (PT), Celso Sabino se reuniu nesta sexta-feira (19) com o presidente Lula (PT) e, segundo relatos, avisou que irá pedir demissão do Ministério do Turismo na semana que vem.

    O encontro ocorreu um dia após a determinação do partido de que seus filiados deixassem cargos públicos na gestão petista.

    Após o encontro com o presidente da República, porém, Sabino se reuniu com a cúpula do seu partido e, também de acordo com relatos, não obteve autorização para ficar mais tempo. O União espera que ele peça demissão ainda nesta sexta-feira.

    Segundo pessoas a par do encontro, Sabino informou a Lula que ele tem agendas que considera importantes nos próximos dias, como ministro, e que portanto pretende ficar mais esses dias. No retorno de Lula de Nova York, na Quinta, ele marcaria um novo encontro quando irá apresentar a carta de demissão.

    Na véspera, a Executiva Nacional da sigla aprovou por unanimidade a exigência para seus filiados antecipassem a saída do governo Lula, que originalmente estava prevista para o final do mês. O União Brasil deu 24 horas para que seus filiados pedissem demissão, ou correriam o risco de serem expulsos.

    A orientação do União foi dada após reportagem publicada pelo ICL (Instituto Conhecimento Liberta) e pelo UOL revelarem acusações feitas por um piloto de que o presidente do partido, Antonio Rueda, é dono de aviões operados pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).

    Rueda nega a acusação.

    Nos bastidores, integrantes do partido dizem ver influência do Palácio do Planalto na reportagem, uma vez que um de seus autores tem também um programa na TV Brasil.

    Sabino é deputado federal licenciado do União e indicado ao governo pela bancada do partido na Câmara. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi responsável por indicar outros dois ministros de Lula na cota da legenda: Waldez Góes (Desenvolvimento Regional) e Frederico Siqueira Filho (Comunicações).

    A decisão, no entanto, não afeta Waldez e Frederico, por não serem filiados da sigla.

    Diante do anúncio de seu partido, Sabino antecipou seu retorno para Brasília. O então ministro estava em viagem no Pará, seu estado.

    Durante expectativas de desembarque de seu partido, Sabino chegou a procurar integrantes da cúpula do União Brasil, aliados no Congresso e colegas do governo Lula em uma ofensiva para tentar permanecer no cargo.

    Uma das pautas de maior interesse para ele no governo era a COP30, a ser realizada em novembro deste ano e Belém, evento com o qual acreditava que conseguiria consolidar uma base eleitoral para sua candidatura ao Senado em 2026.

    Na visão de aliados do presidente, a cúpula da legenda já havia se distanciado do governo, com sinais claros de que pretendia formar uma aliança de direita para disputar as próximas eleições contra Lula.

    Integrantes do primeiro escalão do Planalto avaliam que a aliança do governo com o União Brasil se sustenta, há algum tempo, numa relação com Alcolumbre, e não com a direção da sigla.

    A debandada do partido já vinha sendo ameaçada desde agosto, tendo avançado neste mês desde que as cúpulas do União e do PP (com o qual firmaram federação) anunciaram a decisão de deixar os ministérios.

    Na ocasião, os dois partidos afirmaram que todos os “detentores de mandatos” devem sair do governo até o dia 30 de setembro, sob pena de serem expulsos. Isso significa que além de Sabino deverá deixar o cargo o ministro André Fufuca (Esporte).

    Com o começo das ameaças, o presidente Lula chegou a cobrar que os filiados do União e do PP se posicionassem durante atos de oposição organizados por suas siglas, após o anúncio da federação entre os dois.

    O evento de anúncio da aliança teve a presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), apontado como possível adversário de Lula na eleição presidencial no próximo ano.

    Celso Sabino diz a Lula que pedirá demissão do Turismo

  • Governo Trump insinua que Harvard tem problemas financeiros e impõe restrição

    Governo Trump insinua que Harvard tem problemas financeiros e impõe restrição

    Departamento de Educação restringe acesso da universidade a fundo federal e exige garantia bilionária em meio a pressão; impacto de ações federais contra a instituição pode se aproximar de US$ 1 bilhão anualmente

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O governo de Donald Trump intensificou sua campanha contra a Universidade Harvard nesta sexta-feira (19), ao impor novas restrições à capacidade da instituição de acessar fundos federais para o pagamento de auxílio estudantil.

    O governo cita preocupações com a “posição financeira” da instituição de ensino superior, a mais antiga e rica dos Estados Unidos. Ou seja: questiona a estabilidade financeira da universidade e exige provas de que Harvard não tem problemas do tipo, muito embora a instituição, que possui um fundo patrimonial de US$ 53 bilhões, nunca tenha sugerido que estivesse com grave dificuldade financeira.

    O Departamento de Educação informou que colocou Harvard sob status de “monitoramento intensificado de caixa”, o que significa que a universidade sediada em Cambridge, no estado de Massachusetts, precisará usar seus próprios fundos para pagar o auxílio estudantil federal antes de sacar recursos do departamento.

    O órgão também está buscando que Harvard apresente uma carta de crédito de US$ 36 milhões -cerca de 30% da ajuda financeira federal direcionada à universidade no último ano- para garantir que suas obrigações financeiras sejam cumpridas, em meio a uma série de investigações que têm a instituição como alvo.

    O Departamento de Educação, em uma outra carta a Harvard, advertiu que seu Escritório de Direitos Civis pode tomar medidas adicionais contra a universidade, a menos que ela forneça mais informações para avaliar se a instituição está considerando ilegalmente a raça como critério de seu processo de admissão de estudantes.

    Harvard não respondeu a um pedido de comentário da agência Reuters.

    A universidade, no entanto, tem realizado demissões e cortes de gastos nos últimos meses, depois que a gestão Trump lançou uma campanha para usar o financiamento federal como alavanca para forçar mudanças em Harvard e outras universidades -que o presidente acusa de estarem dominadas por ideologias antissemitas e de extrema esquerda.

    Em julho, Harvard afirmou que o impacto combinado das recentes ações federais em seu orçamento poderia se aproximar de US$ 1 bilhão anualmente.
    A universidade processou o governo por algumas dessas ações, levando um juiz a decidir neste mês que o governo havia encerrado ilegalmente mais de US$ 2 bilhões em bolsas de pesquisa concedidas a Harvard.

    A Casa Branca tem pressionado Harvard a fazer um acordo. O presidente, durante uma reunião recente de gabinete, disse que Harvard deveria pagar “nada menos que US$ 500 milhões”, pois a universidade “tem sido muito ruim”.
    Reservadamente, segundo o jornal The New York Times, a universidade considera um acordo, mas até o momento tem resistido à pressão do governo federal. Harvard critica as ações retaliatórias do governo Trump contra a universidade por defender seus direitos.

    Governo Trump insinua que Harvard tem problemas financeiros e impõe restrição

  • Receita abre consulta ao 5º lote do Imposto de Renda na terça-feira (23)

    Receita abre consulta ao 5º lote do Imposto de Renda na terça-feira (23)

    Fisco paga 387,3 mil restituições a contribuintes prioritários e não prioritários; o valor total do crédito é de R$ 1,035 milhão; depósito será feito no dia 30 de setembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Receita Federal abrirá a consulta ao quinto e último lote de restituição do Imposto de Renda 2025 na terça-feira (23). Para saber se irá receber, o contribuinte deve acessar o site Consultar Restituição, neste link. É preciso informar CPF, data de nascimento e ano de exercício.

    Também é possível conferir se foi contemplado por meio do e-CAC (Centro de Atendimento Virtual da Receita), com senha do portal Gov.br nível prata ou ouro.

    A Receita havia informado, no início de setembro, que antecipou o último lote. Agora, paga contribuintes residuais. Serão liberadas 387,3 mil restituições destinadas a contribuintes prioritários e não prioritários. O valor total é de R$ 1,0385 milhão.

    A consulta poderá ser realizada a partir das 10h. Segundo o fisco, o lote contempla restituições de declarações de 2025 transmitidas fora do prazo ou que haviam caído na malha fina e tiveram os erros corrigidos, além de restituições residuais de exercícios anteriores.

    O crédito bancário será feito no dia 30, na conta informada ao declarar o IR ou por meio de Pix, caso essa tenha sido a opção e a chave seja o CPF.

    Do total, R$ 507,1 milhões serão destinados a contribuintes que possuem prioridade legal, divididos em:

    – 15.604 restituições a idosos acima de 80 anos
    – 66.637 para contribuintes entre 60 e 79 anos
    – 6.968 restituições para contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave
    – 16.926 para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério

    Além disso, 234.920 restituições serão pagas a contribuintes a quem não tem prioridade legal, mas que recebeu esse direito por utilizar a declaração pré-preenchida do IR e/ou optaram por receber a restituição via Pix.
    Foram contempladas ainda 46.222 restituições para quem não entrou em nenhuma regra de prioridade.

    Como fazer a consulta à restituição do IR?

    – Entre no site de consulta da restituição: https://www.restituicao.receita.fazenda.gov.br/
    – Informe CPF, data de nascimento e selecione 2025 em “Exercício”
    – Clique em “Sou humano” e, depois, em “Consultar”
    – Em seguida, o programa informa se você está na lista de restituição
    – Caso a restituição não seja liberada, é possível reagendar o crédito no Banco do Brasil em até um ano, no site ou na central de relacionamento BB pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-7290001 (demais localidades) e 0800-7290088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

    O que acontece com quem não entrou no lote?

    O contribuinte que não entrou no lote pode estar na malha fina. Para isso, deve fazer a consulta à situação de sua declaração Portal e-CAC, que é o Centro de Atendimento Virtual do fisco. Para isso, é preciso ter senha Gov.br nível prata ou ouro. Veja o que fazer:

    – Acesse o Portal e-CAC e vá em “Entrar com gov.br”
    – Na página seguinte, informe o CPF e vá em “Continuar”
    – Depois, digite a senha e vá em “Entrar”
    – Em “Serviços em destaque”, vá em “Meu Imposto de Renda (Extrato da Dirpf)”

    O que é possível ver no e-CAC?

    – No extrato, o contribuinte pode consultar:
    – A situação da declaração, inclusive se existem pendências de processamento, o que indica malha fina
    – Se a restituição já tiver sido encaminhada para pagamento, será possível ver o valor atualizado, a data do crédito e a instituição bancária onde a restituição será creditada
    – Se o contribuinte tiver débitos, é possível consultá-los e autorizar a compensação de ofício utilizando o saldo da restituição
    – Se o imposto a restituir tiver sido utilizado para compensação de ofício, é possível consultar o extrato da compensação executada
    O que pode aparecer na consulta à malha fina do IR pelo e-CAC?

    As principais situações informadas pelo fisco são:

    – Não entregue: Declaração que ainda não foi entregue
    – Em processamento: Declaração foi recebida, mas o processamento ainda não foi concluído
    – Omisso de entrega da declaração: Contribuinte tem a obrigação de entregar a declaração, mas ainda não enviou o documento à Receita
    – Aguardando processamento: Declaração recebida, mas ainda está sendo processada
    – Com pendências: Há pendências que indicam malha fina; os erros precisam ser corrigidos
    – Intimação ou notificação emitida: Declaração está na malha fina e há intimação para apresentação de documentos ou notificação de lançamento para a declaração
    – Em análise: Indica que a declaração foi recepcionada, encontra-se na base de dados da Receita e apresentação de documentos solicitados em intimação ou a conclusão da análise de documentos entregues pelo contribuinte
    – Em fila de restituição: Declaração foi processada e o contribuinte terá direito à restituição, que ainda não foi disponibilizada
    – Processada: Declaração já foi processada pela Receita. Para quem tem imposto a pagar, o sistema mostrará se o pagamento já foi feito. Se houver restituição, o valor pago.
    – Cancelada: Declaração foi cancelada por interesse da administração tributária ou por pedido do contribuinte, encerrando todos os seus efeitos legais
    – Tratamento manual: Declaração está sendo analisada; é preciso aguardar correspondência da Receita para levar documentos e prestar esclarecimentos ao fisco
    – Retificada: Indica que a declaração anterior foi substituída por uma declaração retificadora enviada pelo contribuinte

    Receita abre consulta ao 5º lote do Imposto de Renda na terça-feira (23)

  • 'Duas pessoas solteiras', diz Lucas Leto após ser flagrado beijando Alvaro

    'Duas pessoas solteiras', diz Lucas Leto após ser flagrado beijando Alvaro

    Ator Lucas Leto e influenciador Alvaro foram vistos juntos em um after na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro; os artistas, que participam do ‘Dança dos Famosos’ minimizaram rumores de romance

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A noite da última quinta-feira (18) deu o que falar nas redes sociais depois que Lucas Leto e Alvaro foram vistos aos beijos em um quiosque da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

    O encontro aconteceu durante um after do Dança dos Famosos, programa em que ambos participam, e rapidamente virou assunto entre fãs e curiosos.

    Diante da repercussão, Lucas Leto decidiu se pronunciar e esclarecer a situação. O ator, atualmente no elenco de “Vale Tudo”, destacou que tudo não passou de um momento descontraído entre amigos.

    “O Álvaro é uma pessoa incrível. Não existe nenhum relacionamento entre nós, além de amizade. A foto mostra apenas um beijo entre duas pessoas solteiras em um clima de confraternização, algo totalmente natural e sem mistério”, declarou ao gshow.

    Enquanto isso, o influenciador aproveitou para brincar com a situação em suas redes sociais. Logo pela manhã de sexta-feira (19), Alvaro publicou um vídeo divertido, cheio de risadas e bom humor, em que ironizou o episódio. “Que cachaça. Acordei toda me tremendo. O pior que eu lembro de tudo. Ai, meu Deus, cadê minha dipirona? Ai minha nossa senhora!”, disse, arrancando gargalhadas dos seguidores.

    'Duas pessoas solteiras', diz Lucas Leto após ser flagrado beijando Alvaro

  • Eduardo vai ajudar matar o pai se lançar candidatura contra vontade de Bolsonaro, diz Valdemar

    Eduardo vai ajudar matar o pai se lançar candidatura contra vontade de Bolsonaro, diz Valdemar

    Dirigente do PL afirma que ex-presidente pode ‘surpreender’ ao escolher sucessor e cita Ratinho Jr.; Valdemar defende anistia ampla e fala em acatar decisões do STF, mas sem obrigação de aceitá-las

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Presidente nacional do PL, o ex-deputado Valdemar Costa Neto evita assegurar que Tarcísio de Freitas (Republicanos) será o candidato à Presidência escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Além de insistir na candidatura do próprio Bolsonaro, Valdemar afirma que o ex-presidente “é imprevisível”, a exemplo do que fez ao lançar Tarcísio candidato a governador de São Paulo. O presidente do PL diz ter ouvido outros nomes de Bolsonaro e que não se surpreenderá se o escolhido for o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD).

    Ele afirma ainda que o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) obedecerá a escolha de Bolsonaro. “Não acredito que ele brigue com o pai. Vai ajudar a matar o pai de vez?”, afirma Valdemar, sobre a possibilidade de Eduardo fincar pé em sua própria candidatura por outro partido.

    Sobre a tramitação da proposta para redução de pena dos participantes de atos golpistas, Valdemar defende não só a anistia, mas a elegibilidade do ex-presidente. “Bolsonaro tem que ser candidato. O Lula não foi?”

    Em entrevista à reportagem, ele afirma que o principal palco dessa disputa será o Senado e que o PL poderá se valer da única arma de que dispõe: obstrução. “Temos número para parar o Senado.”
    PERGUNTA – O presidente da Câmara, Hugo Motta, diz que não há votos para a anistia e sugeriu uma redução de penas. O PL apoia isso?

    VALDEMAR DA COSTA NETO – Não. Queremos o Bolsonaro [livre]. É o que o partido quer. Acho que o que o [presidente dos EUA Donald] Trump está esperando é a aprovação da anistia. O Bolsonaro tem que ser candidato. Você imaginava que o Lula seria candidato? Ninguém. Hugo precisa tirar isso da frente, está atrapalhando a vida dele.

    P – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que não vota uma anistia ampla.

    VCN – Temos uma arma. A única coisa que podemos fazer, dentro da lei, é a obstrução. E temos número para parar o Senado. Não queremos, porque prejudica o país, mas temos 45 senadores para isso.

    P – O sr. falou do presidente Donald Trump. Dependendo do resultado, ele deve adotar sanções mais rígidas contra o Brasil?

    VCN – O governo brasileiro tem que ir lá negociar. Não pode fechar as portas para os EUA. É a nação mais forte do mundo.

    P – Acha que o Lula está muito afrontoso com os Estados Unidos?

    VCN – Muito. Um erro. Se eu sou o Lula, eu ia lá falar com o Trump. Trump, me ajuda a acabar com a miséria do meu país? Você quer o quê?

    P – O Lula rebate que um país não pode interferir no julgamento da Justiça no Brasil.

    VCN – A nossa desgraça é o Supremo ter apoio do governo. É isso que mata a gente. Se não, eles não estariam procedendo assim. Temos que acatar as decisões, mas não somos obrigados a aceitar.

    P – Vocês vão defender o impeachment do ministro Alexandre de Moraes?

    VCN – Evidente que um pessoal do partido quer, mas isso não está na nossa cabeça porque o que queremos é ganhar a eleição. Tenho certeza que vamos fazer maioria no Senado, ganhar a presidência do Senado. Mas as coisas na política mudam de maneira surpreendente. Temos que caminhar para o entendimento, para o Congresso ser respeitado.

    P – O presidente do PP, Ciro Nogueira, disse que Bolsonaro entende que não poderá ser candidato e que o melhor nome é Tarcísio. O sr. concorda?

    VCN – Quem vai indicar é o Bolsonaro. O Bolsonaro era presidente e falou: “sabe o que estou pensando para São Paulo? O Tarcísio”. Falei: “excelente ministro, mas não fez uma obra que marcasse a presença dele lá, não é de lá, não vota lá, não mora lá!” Falei: “Bolsonaro, sei que você não tem um parafuso a menos, mas você não está batendo bem”. O Bolsonaro insistiu: “vamos estudar isso aí”. Depois dessa, ele pode vir com outra surpresa [para a Presidência]. Não duvido. Ele não é uma pessoa normal como nós, porque o carisma que ele tem não permite que ele seja normal como nós.

    P – Mas o sr. está convencido que Tarcísio é o melhor nome?

    VCN – Não posso falar isso. O Bolsonaro já tocou nesse assunto comigo duas vezes, com outros nomes. “Eu tô pensando em indicar tal pessoa”. “Bolsonaro, vai ser quem você indicar”. Talvez ele tenha feito isso para ver se tenho tendência. Não tenho. O grande problema é que você tem até abril para mudar de partido, e as convenções são só em junho. Então ele [Bolsonaro] precisa ter confiança de que vou fazer o que ele quer.

    P – A Michelle ainda pode concorrer à Presidência?

    VCN – Todo mundo tem chance, o Bolsonaro é imprevisível. Não será surpresa para mim se o Bolsonaro chegar com o nome do Ratinho.

    P – Nessas conversas que ele teve com o sr., já falou do Ratinho?

    VCN – Fala muito bem do Ratinho, muito bem. Fala do [Romeu] Zema, do [Ronaldo] Caiado. Esses caras têm muita aprovação nos seus estados. Agora, o Tarcísio tem no Brasil.

    P – O Eduardo vai obedecer e apoiar quem for indicado pelo pai?

    VCN – Ele tem que obedecer porque os votos que ele tem são por causa do pai, não são por causa dele.

    P – Qual foi a última vez que falou com ele?

    VCN – Há muito tempo. Antes de ele ir para os Estados Unidos.

    P – Se o Bolsonaro estiver preso, como o eleitor vai saber qual é o candidato dele?

    VCN – Espero que não aconteça isso. Se acontecer isso, vamos para o segundo turno e ganhamos a eleição.

    P – O Eduardo tem falado em sair do PL e disputar a Presidência por outro partido.

    VCN – Ele estava nervoso. Não acredito que brigue com o pai dele… Vai ajudar a matar o pai de vez? Porque o que o Bolsonaro está passando… Nossa Senhora.

    P – Mas o Eduardo atacou o Tarcísio, o pai até pediu para ele parar.

    VCN – Bateu, né? Mas o Eduardo é muito novo. E ele está numa situação difícil. Ele não queria estar lá. Tá certo que os Estados Unidos são um país muito bom e tudo, mas o cara não ter perspectiva de voltar para cá é duro. Ele tinha uma eleição garantida para o Senado em São Paulo. Ele é tão novo.

    P – O sr. pretende conversar com o ex-presidente Bolsonaro sobre isso?

    VCN – Nem perco tempo. Bobagem. Tenho vários problemas nos estados que eu preciso que ele [Bolsonaro] resolva. Do senador que ele quer não se dar bem com o governador nosso. Não vou contar quais, mas preciso resolver.

    P – Na ausência do Bolsonaro na campanha, quem será o maior ativo eleitoral do PL?

    VCN – Tem o Eduardo, o Flávio, a Michelle. Tudo tiro de canhão. O Carlos. Agora, tem um que é o máximo: o Nikolas [Ferreira]. Ele virou um problema para mim. Todo mundo quer que ele vá em todo lugar. E ele tem que tomar cuidado, depois desse negócio que aconteceu nos Estados Unidos [assassinato do ativista conservador Charlie Kirk].

    P – Bolsonaro falou, em mensagens, para Eduardo não falar mal do Gilmar Mendes, do STF. Por que ele pediu isso? Tem alguma negociação com o ministro?

    VCN – Ele tem boa impressão do Gilmar. Ele inclusive foi para o Mato Grosso para apoiar o irmão do Gilmar para prefeito de um município. Eu adoro o Gilmar. Adoro, mas não tem conversa. Não tem.
    RAIO-X | VALDEMAR COSTA NETO, 76

    Presidente nacional do PL, foi deputado federal por seis mandatos, e renunciou duas vezes por causa das denúncias sobre o mensalão do PT. Aproximou-se da direita recentemente e filiou Jair Bolsonaro, que disputou a reeleição pelo partido em 2022.

    Eduardo vai ajudar matar o pai se lançar candidatura contra vontade de Bolsonaro, diz Valdemar

  • Justiça autoriza quebra do sigilo dos cartões corporativos do Corinthians

    Justiça autoriza quebra do sigilo dos cartões corporativos do Corinthians

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Justiça de São Paulo aceitou o pedido do Ministério Público e autorizou a quebra do sigilo dos cartões de crédito do Corinthians durante o período entre janeiro de 2018 e maio de 2025.

    O período abrange as gestões dos ex-presidentes Andrés Sanchez, Duílio Monteiro Alves e Augusto Melo. Em nota divulgada na última terça-feira, o Corinthians afirma ter entregado todos os documentos pedidos pelo Ministério Público de São Paulo. A informação da quebra do sigilo foi dada inicialmente pelo ge e confirmada pelo UOL.

    A juíza Marcia Mayumi Okoda Oshiro também autorizou a quebra do sigilo dos cartões de crédito e das notas fiscais do Oliveira Minimercado. O estabelecimento é suspeito de ser de fachada e emitiu algumas notas para o Corinthians em 2023. A empresa entrou com um pedido de habeas corpus. Ainda não há decisão quanto a solicitação.

    A Justiça também quebrou o sigilo de um restaurante onde notas fiscais mostram gastos de R$ 6,3 mil, na gestão de Duílio. O quilo da comida no estabelecimento custa R$ 53. A foto do local, em Guaianazes, indica um lugar bastante simples, o que levantou a suspeita de irregularidade.

    O uso dos cartões corporativos do Corinthians passou a ser investigado pelo MP-SP em julho. Oitivas com membros da atual gestão, comandada por Osmar Stabile, e do Conselho Deliberativo foram realizadas no começo de agosto.

    As polêmicas envolvendo supostos usos indevidos dos cartões começaram com Andrés Sanchez. O ex-presidente foi cobrado pelo Corinthians e admitiu ao UOL ter gastado pouco mais de R$ 9 mil para fins pessoais há cinco anos. Ele afirmou que devolveria o valor com juros e correção monetária.

    Duílio veio logo em seguida. Segundo matéria divulgada pelo ge, o ex-presidente teria gastado cerca de R$ 86 mil no cartão corporativo. As compras incluíam cerveja e remédios para disfunção erétil. Ele se defendeu e afirmou que as compras não foram feitas a seu mando.

    Augusto foi incluído na lista no começo de agosto. Ao MP, o superintendente financeiro, Roberto Gavioli, deu a entender na sua oitiva que não há fiscalização substancial dos gastos, apenas formalidades. Por isonomia, os anos sob o comando de Melo serão também investigados.

    Em meio às investigações, o MP-SP pediu à Justiça o afastamento de Augusto Melo, Andrés Sanchez e Duílio Monteiro Alves de conselhos do Corinthians. A decisão ainda não foi proferida.

    Entre as ofensas citadas no processo estão “ladrão”, “filho da puta”, “líder de quadrilha”, “bandido” e “pilantra”; Andrés pedia uma indenização de R$ 30 mil por danos morais

    Folhapress | 16:48 – 19/09/2025

    Justiça autoriza quebra do sigilo dos cartões corporativos do Corinthians

  • Caças da Rússia invadem a Estônia e são interceptados pela Otan

    Caças da Rússia invadem a Estônia e são interceptados pela Otan

    A mobilização desta sexta envolveu caças da missão Policiamento Aéreo Báltico, criada após a anexação da Crimeia pelos russos em 2014; a intrusão ocorreu na altura da pequena ilha de Vaindloo, no golfo da Finlândia

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em uma escalada sem precedentes na tensão entre a Rússia e a Otan, três caças MiG-31K de Moscou invadiram o espaço aéreo da Estônia nesta sexta-feira (19). Eles permaneceram por 12 minutos sobre o Estado báltico, que é integrante da aliança militar ocidental.

    Um número incerto de caças F-35 italianos, que integram a força de policiamento aéreo do Báltico, foi enviado para interceptar os russos, que deram meia-volta, segundo a Otan.

    Depois foram acompanhados por modelos Gripen da Suécia, que fotografaram um dos aviões carregando só 3 dos 4 mísseis ar-ar usualmente levados em patrulha. Não se sabe se o MiG-31 decolou com essa estranha configuração ou lançou sua arma.

    Além disso, dois aviões de combate de Moscou violaram a área de segurança aérea sobre uma plataforma de petróleo da Polônia, também no mesmo mar.

    “A violação é uma provocação extremamente perigosa”, escreveu no X a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, que foi primeira-ministra da Estônia. “[Vladimir] Putin está testando a determinação do Ocidente. Nós não devemos mostrar fraqueza”, afirmou.

    “A Rússia violou o espaço aéreo da Estônia quatro vezes neste ano, o que é inaceitável em si, mas a violação de hoje é de um descaramento sem precedentes”, disse o chanceler estoniano, Margus Tsahkna. O país decidiu acionar o artigo 4 da carta da Otan, que prevê consultas entre os 32 membros para discutir uma reação.

    O incidente, que não foi comentado pelo governo de Vladimir Putin, ocorre pouco mais de uma semana após a intrusão de 21 drones russos nos céus da Polônia. O Kremlin diz que a invasão foi acidental, tendo ocorrido durante um ataque ao oeste da Ucrânia.

    A Polônia e vários governos europeus não concordam e acreditam que a ação visava testar a capacidade de reação do país. Caças F-16 de Varsóvia e um F-35 holandês foram mobilizados, derrubando um número não divulgado de drones. No último sábado (13), foi a vez de a Romênia interceptar drones que atravessaram a fronteira durante um ataque à região de Odessa.

    A Otan não cravou a intencionalidade dos russos, mas reagiu a partir da invocação do mesmo artigo 4 pela Polônia. Há uma semana, lançou a Operação Sentinela Oriental, de reforço de defesa aérea do flanco leste da aliança. Caças franceses e britânicos foram deslocados para a Polônia num primeiro momento.

    Segundo o secretário-geral da aliança, o holandês Mark Rutte, o evento desta sexta na Estônia já testou a eficácia da operação de forma positiva. Ele, a União Europeia e países como Alemanha e França afirmaram que a ação foi “inaceitável”. Os EUA ainda não se manifestaram.

    A mobilização desta sexta envolveu caças da missão Policiamento Aéreo Báltico, criada após a anexação da Crimeia pelos russos em 2014. Como as três repúblicas bálticas não têm Força Aérea digna de nota, passaram a ser protegidas por aviões de países aliados, em regime de rotação -daí os F-35 italianos.

    Segundo o jornal estoniano Ohtulet, a intrusão ocorreu na altura da pequena ilha de Vaindloo, no golfo da Finlândia. De lá, os MiG-31 voaram em direção à capital do país báltico, Tallinn, e ficaram dando voltas até serem interceptados.
    Os 12 minutos sem interceptação são uma eternidade em termos militares.

    Para fins de comparação, quando um caça-bombardeiro Su-24 russo operando na Síria invadiu sem querer o espaço aéreo turco em 2015, o controle local o avisou por cinco minutos acerca da rota errada. Sem resposta, com 17 segundos sobre a Turquia, um F-16 o abateu.

    Já o sobrevoo da plataforma da empresa Petrobaltic, na costa polonesa, envolveu ao menos dois caças russos, cujo modelo não foi identificado na postagem da Guarda de Fronteira do país. O espaço aéreo sobre esse tipo de local é considerado restrito.

    As tensões entre as três nações da região e a Rússia remonta ao fato de que elas foram incorporadas à União Soviética na Segunda Guerra Mundial e foram berço de alguns dos mais significativos movimentos de independência no ocaso do império comunista.

    Em 2004, tornaram-se as primeiras repúblicas ex-soviéticas a integrar a Otan, ainda no primeiro mandato de Putin como presidente. A expansão da aliança ao leste, que foi parada com guerra na Geórgia e na Ucrânia, é um dos principais pontos de atrito entre o Kremlin e o Ocidente.

    A invasão desta sexta ressalta também o perigo de algum erro de cálculo no jogo entre os rivais. Um avião derrubado por engano ou um choque acidental, como já ocorreu anteriormente, pode levar a uma escalada imprevisível em um ambiente de alta voltagem militar.

    Os olhos da Europa agora se voltam para Donald Trump, o presidente americano que se reaproximou de Putin sob a afirmação de que acabaria com a guerra iniciada pelo russo em 2022 na Ucrânia. Até aqui, fracassou no intento.

    Os russos seguem avançando lentamente no leste ucraniano e Trump tem ameaçado sanções mais duras, que atinjam compradores de petróleo de Moscou, como a China. Mas agora ele diz que só entrará em campo se os europeus o fizerem primeiro e se os integrantes da Otan que consomem energia russa pararem de fazê-lo.

    Não são poucos que veem nisso apenas tergiversação para não melindrar Putin, mas na prática a posição ambígua dos EUA sob Trump está levando ao rearmamento europeu e ao clima de tensão, em especial nas fronteiras a leste do continente.

    A Alemanha, sob forte crise econômica, tem endurecido o discurso e abriu uma base militar na Lituânia, algo que não ocorria desde a Segunda Guerra, visando dissuadir a Rússia.

    Caças da Rússia invadem a Estônia e são interceptados pela Otan

  • Delegados da PF alertam sobre riscos da PEC da Blindagem

    Delegados da PF alertam sobre riscos da PEC da Blindagem

    Delegados acreditam que além de não fortalecer a democracia, a PEC da Blindagem fortalece a impunidade; sociedade e famosos estão se posicionando contra a medida nas redes sociais

    Os delegados da Polícia Federal (PF) manifestaram preocupação com os riscos que a chamada PEC da Blindagem traria para o país, caso venha a se tornar lei. A proposta de emenda à Constituição (PEC) foi aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e encontra-se agora para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

    Na avaliação dos delegados, além de não fortalecer a democracia, a PEC da Blindagem fortalece a impunidade. As críticas vieram a público por meio de uma nota da Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF), divulgada nesta sexta-feira (19).

    “A proposta representa um grave retrocesso institucional, ao enfraquecer os avanços conquistados com a Emenda Constitucional nº 35/2001 e reabrir espaço para cenários de impunidade. Na prática, operações da Polícia Federal que envolvam parlamentares correm o risco de se tornarem inócuas, já que o início de processos penais dependerá de autorização das respectivas Casas Legislativas”, diz a nota. 

    De acordo com os delegados, “tal medida compromete a transparência, fragiliza o combate à criminalidade e fere o princípio da igualdade de todos perante a lei”.

    Ameaça

    Ainda segundo a entidade, o controle político irrestrito sobre investigações envolvendo deputados e senadores ameaça o equilíbrio entre os Poderes da República, além de limitar gravemente a atuação dos órgãos de persecução penal.

    “Os delegados de Polícia Federal reafirmam que o Parlamento é o espaço legítimo para os grandes debates nacionais. Contudo, ressaltam que as demandas da sociedade e o fortalecimento da democracia devem prevalecer sobre qualquer iniciativa que crie privilégios injustificáveis”, complementa a nota.

    Delegados da PF alertam sobre riscos da PEC da Blindagem