Autor: REDAÇÃO

  • Os casais famosos mais inesperados e surpreendentes dos últimos anos

    Os casais famosos mais inesperados e surpreendentes dos últimos anos

    As combinações mais estranhas dos últimos tempos

    Quando um novo casal de celebridades vira notícia, queremos saber todos os detalhes. Como eles se saíram? Qual a seriedade do relacionamento? Na maioria das vezes, conseguimos prever a chegada de um casal a quilômetros de distância. De entrevistas a trabalhos juntos, ou até mesmo comentários no Instagram, os sinais estão todos lá. Mas, de vez em quando, surge um casal que parece ter sido tirado do nada, deixando-nos mais curiosos do que nunca.

    Clique e veja os casais de celebridades mais inesperados que surgiram nos últimos anos.

    Os casais famosos mais inesperados e surpreendentes dos últimos anos

  • Lula exalta soberania e manda recado a Trump e Bolsonaro em pronunciamento do 7/9

    Lula exalta soberania e manda recado a Trump e Bolsonaro em pronunciamento do 7/9

    A bandeira da soberania tem sido adotada pelo governo federal nas últimas semanas em reação às determinações de Trump de impor sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e às sanções americanas a autoridades brasileiras, usando como justificativa o julgamento de Bolsonaro.

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Em pronunciamento nacional, veiculado um dia antes do 7 de Setembro e em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o presidente Lula (PT) defendeu a soberania e mandou recados para o seu antecessor e para o presidente dos EUA, Donald Trump.

    A bandeira da soberania tem sido adotada pelo governo federal nas últimas semanas em reação às determinações de Trump de impor sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e às sanções americanas a autoridades brasileiras, usando como justificativa o julgamento de Bolsonaro.

    “Não somos e não seremos novamente colônia de ninguém. Somos capazes de governar e de cuidar da nossa terra e da nossa gente, sem interferência de nenhum governo estrangeiro”, disse Lula.

    Ele afirmou que o Brasil tem relações amigáveis com todos os outros países, mas “não aceitamos ordem de quem quer que seja”. “O Brasil tem um único dono: o povo brasileiro”, afirmou.

    O presidente fez menções indiretas a Bolsonaro e seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), pelas tratativas com o governo Trump em troca de anistia ao ex-presidente nas ações criminais.

    “É inadmissível o papel de alguns políticos brasileiros que estimulam os ataques ao Brasil. Foram eleitos para trabalhar pelo povo brasileiro, mas defendem apenas seus interesses pessoais. São traidores da pátria. A história não os perdoará”, disse Lula no pronunciamento.

    Também refutou que tenha interferência em decisões da Justiça.
    “Zelamos pelo cumprimento da nossa Constituição, que estabelece a independência entre os Três Poderes. Isso significa que o presidente do Brasil não pode interferir nas decisões da justiça brasileira, ao contrário do que querem impor ao nosso país.”

    Lula gravou o pronunciamento deste sábado (6) antes durante a semana. Entre os tópicos que destacou em sua fala estão a defesa do Pix, que também virou alvo de ataques da gestão Trump, e o projeto que dá isenção ao pagamento de IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5.000, considerado uma das principais propostas do Executivo no Congresso Nacional.

    O petista também falou de regulamentação das big techs, outra das suas bandeiras constantes. Ele disse que as empresas “não estão acima da lei”.

    “As redes digitais não podem continuar sendo usadas para espalhar fake news e discurso de ódio. Não podem dar espaço à prática de crimes como golpes financeiros, exploração sexual de crianças e adolescentes e incentivo ao racismo e à violência contra as mulheres.”

    A fala do presidente, que foi exibida a partir das 20h30, teve duração de aproximadamente cinco minutos e meio. Ao menos na Globo, houve problemas técnicos, com áudio e um corte abrupto no início da exibição.

    Lula exalta soberania e manda recado a Trump e Bolsonaro em pronunciamento do 7/9

  • Flamengo quer provar em recurso que ato de Bruno Henrique não foi antiético

    Flamengo quer provar em recurso que ato de Bruno Henrique não foi antiético

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – Apesar de ter se livrado de uma pena que poderia chegar a até dois anos de suspensão do futebol, o Flamengo não se deu por satisfeito com o resultado do julgamento de Bruno Henrique nesta quinta-feira (04), no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que aplicou ao atacante um gancho de 12 partidas e uma multa de R$ 60 mil. O clube irá recorrer no Pleno e já tem o argumento para tal.

    NÃO FOI ANTIÉTICO?

    O Rubro-Negro irá seguir na mesma linha que convenceu o tribunal a atenuar a pena de seu jogador. Os auditores o absolveram em relação ao artigo 243, que trata de “atuar deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende”. A punição prevista neste caso é de até 720 dias de suspensão.

    Advogado do Flamengo no caso, Michel Assef Filho alegou que o clube não se sentiu prejudicado com o cartão amarelo recebido pelo jogador. E que a advertência fazia parte de uma estratégia para que ele fosse suspenso na partida seguinte. O argumento foi acatado pela maioria.

    “Não enxergo na conduta do primeiro denunciado a conduta do tipo ‘atuar de forma deliberada contra sua equipe’. Não se mostra cabível a punição”, resumiu o relator do caso, o auditor Alcino Guedes.

    Mas a visão dele e dos demais foi diferente em relação ao segundo artigo no qual BH foi denunciado, o 243-A.

    “O resultado da partida não é só o placar final, mas tudo o que pode advir ou derivar. Embora receber o cartão amarelo não seja o dolo específico de prejudicar a equipe, pode influenciar no resultado do campeonato. Entendo que a conduta se molda ao artigo 243-A, para influenciar no curso da partida e a consequência que teria na competição. Entendo que houve violação à ética desportiva”, acrescentou o relator.

    No entendimento do Flamengo, porém, a absolvição no artigo 243 chancela que Bruno Henrique não tomou uma atitude antiética e que tudo foi dentro das regras do jogo.

    O mesmo argumento que foi utilizado para entender pelo afastamento do artigo 243, ou seja, de que isso foi uma opção tática e que era esperado do Bruno Henrique que ele levasse um terceiro cartão amarelo, é o mesmo argumento que deve ser utilizado para entender que não é uma atitude antiética. Se faz parte da regra do jogo, como pode dizer que é atitude ilegal do ponto de vista que chega a condenar um atleta por isso?Michel Assef Filho

    JÁ ESTÁ SUSPENSO A PARTIR DE JOGO CONTRA O JUVENTUDE

    A pena de 12 jogos já passa a valer a partir da próxima rodada. Com isso, Bruno Henrique será desfalque no duelo contra o Juventude, no próximo dia 14, em Caxias do Sul (RS), pelo Campeonato Brasileiro.

    A punição vale somente para jogos organizados pela CBF. Com isso, o atacante está apto a atuar pela Libertadores, onde o Flamengo está nas quartas de final e enfrentará o Estudiantes, da Argentina, nos dias 18 e 25 de setembro.

    O Rubro-Negro pode tentar ainda um efeito suspensivo que, caso seja concedido, permitirá ao clube utilizar o atacante enquanto o recurso não for julgado.

    Após a sentença desta quinta-feira (04), o Fla utilizou suas redes sociais para demonstrar apoio a Bruno Henrique. Foi postado um vídeo do jogador com a frase: “Sempre com você, BH”.

    ENTENDA O CASO

    Bruno Henrique foi acusado de ter forçado um cartão amarelo para beneficiar apostadores em 2023, em um jogo contra o Santos, no estádio Mané Garrincha (DF), pelo Campeonato Brasileiro.

    Ele participou do julgamento nesta quinta-feira (04) através de vídeo e optou por não prestar depoimento. O atacante deu uma declaração única onde reafirmou ser inocente.

    Eu gostaria de afirmar a minha inocência e dizer que confio na Justiça esportiva, jamais cometi as infrações que estou sendo acusado. Meus advogados estão aí e falarão por mim durante a defesa do processo. Faço questão de mostrar o meu respeito e a minha total confiança nesse tribunal, e desejo um excelente julgamento a todos, que tudo transcorra de forma leve e justa. E uma boa tarde a todos, só isso. Obrigado – Bruno Henrique

    O ex-goleiro Helton Arruda foi campeão da Copa América de 2007 pela seleção brasileira e levou a Libertadores de 1998 pelo Vasco

    Folhapress | 13:15 – 05/09/2025

    Flamengo quer provar em recurso que ato de Bruno Henrique não foi antiético

  • Lula defenderá soberania, Pix e PL de isenção do IR em pronunciamento do 7 de setembro

    Lula defenderá soberania, Pix e PL de isenção do IR em pronunciamento do 7 de setembro

    Mote das cerimônias deste ano será ‘Brasil soberano’; a bandeira passou a ser adotada após ofensiva do governo Donald Trump contra o país com a imposição da sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e sanções a autoridades brasileiras

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) gravou um pronunciamento que será veiculado em rede nacional neste sábado (6), na véspera das celebrações do Dia da Independência, em 7 de setembro, com mote da defesa da soberania.

    Essa bandeira passou a ser adotada por integrantes do governo federal nas últimas semanas, após ofensiva do governo Donald Trump contra o país com a imposição da sobretaxa de 50% a produtos brasileiros e sanções a autoridades brasileiras.

    Segundo auxiliares do petista, no pronunciamento, ele também defenderá o Pix, que virou alvo de ataques da gestão Trump, e citará o projeto que dá isenção ao pagamento de IR (Imposto de Renda) para quem ganha até R$ 5.000, considerada uma das principais propostas do Executivo no Congresso Nacional.

    Em 2024, o petista usou o pronunciamento do 7 de Setembro para criticar o bilionário Elon Musk, dono do X (ex-Twitter), que naquele momento protagonizava uma disputa com o ministro Alexandre de Moraes, do STF. “Nenhum país é de fato independente quando tolerar ameaças à sua soberania. Seremos sempre intolerantes com qualquer pessoa, tenha a fortuna que tiver, que desafie a legislação brasileira. Nossa soberania não está à venda”, disse Lula.

    Em julho deste ano, o presidente fez um pronunciamento em cadeia nacional sobre o tarifaço anunciado por Trump. Nele, usou termos como “pátria soberana”, “defesa da soberania” e “defesa do Brasil” e disse que o país “tem um único dono, o povo brasileiro”. Também nesse pronunciamento, o petista criticou políticos que seriam favoráveis à sobretaxa, chamados por ele de “traidores da pátria”.

    O presidente tem feito duras críticas à atuação do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), um dos filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), junto ao governo americano por punições a autoridades brasileiros com objetivo de livrar o pai, acusado de golpismo. Por mais de uma ocasião, disse que Eduardo é um traidor da pátria.

    Em entrevista à rádio Itatiaia, na semana passada, Lula afirmou que Eduardo “vai passar para a história como o maior traidor da história desse país”. Segundo um auxiliar do petista, no pronunciamento deste sábado ele deverá falar novamente em traidores da pátria.

    Como a Folha mostrou, o mote das celebrações do 7 de Setembro deste ano será “Brasil Soberano”. A defesa da soberania ganha nova relevância justamente pelo contexto político atual, em meio ao julgamento de Bolsonaro no STF (Supremo Tribunal Federal) e à ofensiva de Trump.

    Aliados de Lula dizem que o momento servirá também para o governo reafirmar as bandeiras do patriotismo e da defesa da nação, que nos últimos anos estiveram ligadas ao bolsonarismo. Além do pronunciamento, a previsão é que o presidente participe do desfile cívico-militar em Brasília.

    A esquerda se prepara também para realizar manifestações nas capitais brasileiras -mas não há previsão de Lula participar desses atos.

    Lula defenderá soberania, Pix e PL de isenção do IR em pronunciamento do 7 de setembro

  • 'A melhor forma de revidar é fazer sua parte', diz Daniela, de odiada a campeã do MasterChef

    'A melhor forma de revidar é fazer sua parte', diz Daniela, de odiada a campeã do MasterChef

    Cozinheira amadora Daniela Dantas acumulou ‘haters’ durante o reality show culinário, mas diz que não se abalou; ‘Desejei sorte a todos’, diz vencedora sobre adversários; agora, ela quer abrir restaurante

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na última terça-feira (2), Daniela Dantas se consagrou a 12ª campeã do MasterChef (Band). Durante o programa, a advogada de 49 anos teve uma trajetória marcada por altos na cozinha e baixos com os colegas: por razões que ela mesma diz desconhecer, foi excluída por grande parte dos competidores da edição.

    Na noite da grande final, em que enfrentou Felipe Bruzzi, precisou cozinhar ouvindo o mezanino em peso torcendo contra ela. O próprio Felipe disse, em entrevista após o programa, que sabia que sua torcida era formada não só por gente que gosta dele, mas principalmente pelos que odeiam Daniela.

     
     
     

     
     
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    Mesmo assim, a carioca não se desestabilizou. Entregou ostras de entrada (no ponto perfeito, segundo os chefs), massa fresca com camarões de prato principal e uma sobremesa autoral de frutas amazônicas. Os jurados não paravam de comer.

    Em entrevista à reportagem, Daniela conta que seu segredo foi se agarrar na autoconfiança e não se deixar abalar pela torcida contrária. “Eu achava até engraçado. Às vezes, meio chato. Mas eles insistiam nisso achando que iam me abalar. Esse tipo de pressão não me importa, não me desmotiva. Pelo contrário”, afirma.

    Durante todo o reality, Daniela foi sabotada em dinâmicas que permitem prejudicar ou ajudar participantes -como tirar minutos ou ingredientes de alguém, por exemplo. As dinâmicas fazem parte do jogo, mas ser perseguido por colegas é algo que poucos conseguem aguentar de cabeça em pé.

    “Sou uma pessoa de personalidade forte, mas de muitos amigos. Sempre tive relações respeitosas na vida pessoal e profissional. Acho que o convívio, muitas horas gravando, pode ter gerado neles uma percepção equivocada de mim”, avalia ela, com a leveza de quem levou o troféu para casa.

    Questionada pela reportagem se houve algum fato nos bastidores que escapou à edição do programa e que justificaria a má fama entre os colegas, ela nega. “O que aconteceu foi uma antipatia à minha personalidade, o que é razoável e normal. Ninguém é obrigado a gostar de ninguém”, explica.

    ‘DESEJEI SUCESSO’

    Entre os principais “haters” da campeã estavam Taynan Fernandes e Felipe Miyasaka. Na noite da final, ambos criticaram Daniela na frente dela (e das câmeras). Mas ela diz não enxergar a vitória como vingança. “Não perco meu tempo com sentimentos negativos. A melhor forma de revidar é não revidar: é fazer a sua parte e deixar que a vida se encarregue do resto”, diz.

    Depois da vitória e de deixar o estúdio da Band às 2h30 da manhã, Daniela não foi dormir sem antes mandar uma mensagem no grupo de WhatsApp que tem com os colegas. “Desejei sucesso a todos”, conta. Ela afirma não ter recebido nenhum pedido de desculpas, mas diz que ganhou os parabéns de alguns dos participantes.

    “Para se desculpar, a pessoa precisa antes ter o reconhecimento da conduta. Eu nunca esperei que alguém iria se desculpar comigo, isso para mim não tem relevância”, afirma. “Desejo tudo de bom a todos eles. Todo mundo tem o direito de errar, corrigir os erros e recalcular a rota. Isso faz parte do crescimento.”

    VILÃO FOI O SUSHI

    Se a rivalidade dos colegas não foi capaz de desestabilizar Daniela, esse papel ficou com o sushi vegano, o vilão da prova que ela considerou mais difícil de realizar ao longo da edição. “No meio da temporada, quando você já está há algum tempo longe de casa e se depara com uma prova de sushi que não estava no radar… Realmente foi um momento complexo para mim”, conta ela.

    “Eu não conhecia a técnica, fiquei balançada, mas eu tinha tanta convicção que até um milagre aconteceu e alguém foi pior que eu”, brinca. Na prova, a participante Teresa Yi Jun, que tinha experiência com sushi, foi eliminada por usar mel em um molho que deveria ser vegano.

    PRÓXIMOS PASSOS

    De temperamento pragmático, Daniela agora está focada em seu pós-reality. Vai se mudar temporariamente para São Paulo para fazer o curso da Le Cordon Bleu que ganhou como parte do prêmio de campeã do programa.

    Depois, quer estudar negócios antes de abrir o restaurante dos seus sonhos. O nome já está decidido: Dona Dandi, seu apelido na família. “Preciso sedimentar a técnica porque não é fácil empreender no Brasil. O Dona Dandi vai sair no momento certo, como tudo na minha vida”, afirma.

    'A melhor forma de revidar é fazer sua parte', diz Daniela, de odiada a campeã do MasterChef

  • Bolsonaro pede ao STF visita regular de aliado para apoio em cuidados de saúde

    Bolsonaro pede ao STF visita regular de aliado para apoio em cuidados de saúde

    Pecuarista, Bruno Scheid deve auxiliar ex-presidente em questões de saúde durante ausência de Michelle; Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o início de agosto

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) nesta sexta-feira (5) autorização para que o vice-presidente do PL de Rondônia, Bruno Scheid, visite regularmente o político em prisão domiciliar.

    Os advogados dizem que a presença de Scheid será importante para a relação institucional mantida pelo ex-presidente com o Partido Liberal. O pecuarista também prestaria apoio nos cuidados com a saúde de Bolsonaro.

    O documento enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes diz que Scheid tem “estreita relação de amizade” com a família do ex-presidente, “circunstância que o levou a prestar apoio contínuo mesmo antes do atual quadro de saúde.

    O apoio de Scheid nas questões relacionadas ao quadro de saúde de Bolsonaro seria relevante, segundo a defesa do ex-presidente, porque Michelle Bolsonaro precisa sair de casa para seguir sua agenda de trabalho.

    “Tal vínculo pessoal e familiar reforça a pertinência de sua presença na residência, sobretudo diante da impossibilidade de que a esposa do Peticionante concilie integralmente a atividade laboral com os cuidados exigidos”, afirma.

    Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar desde o início de agosto. Aliados políticos e amigos só podem visitar o ex-presidente mediante prévia autorização do Supremo. Só podem encontrá-lo regularmente seus familiares, advogados e médicos.

    Bolsonaro pede ao STF visita regular de aliado para apoio em cuidados de saúde

  • Lula assina MP que autoriza renegociação de dívidas do agro

    Lula assina MP que autoriza renegociação de dívidas do agro

    A medida da governo vale para pequenos, médios e grandes produtores com duas perdas de safra nos últimos cinco anos em municípios que decretaram calamidade duas vezes nesse período

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente Lula (PT) assinou a medida provisória que libera R$ 12 bilhões em recursos para a renegociação de dívidas do agronegócio com bancos.

    “Não é perdão, é renegociação responsável. Os produtores terão até nove anos para pagar com um ano de carência para se reorganizar e seguir plantando. Também criamos estímulos para que os bancos renegocieem dívidas com recursos próprios. Com essa medida, o produtor recupera crédito e volta a plantar com segurança”, disse Lula em comunicado.

    A medida vale para pequenos, médios e grandes produtores com duas perdas de safra nos últimos cinco anos em municípios que decretaram calamidade duas vezes nesse período.

    A ideia é que o dinheiro sirva de fonte de recursos para novos financiamentos, que seriam usados para quitar as dívidas antigas dos produtores -muitos dos quais estão inadimplentes

    O tema foi discutido na véspera em reunião de Lula com os ministros Rui Costa (Casa Civil), Fernando Haddad (Fazenda), Carlos Fávaro (Agricultura) e Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), além do secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Guilherme Mello, e da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros.

    Lula assina MP que autoriza renegociação de dívidas do agro

  • Estêvão é mais jovem a marcar pela seleção em jogo oficial desde Pelé

    Estêvão é mais jovem a marcar pela seleção em jogo oficial desde Pelé

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Estêvão deixou o dele na vitória sobre o Chile, nesta quinta-feira (04), pelas Eliminatórias, e se tornou o segundo mais jovem a marcar pela seleção brasileira em um jogo oficial, só atrás de Pelé.

    O atacante do Chelsea balançou as redes nesta quinta-feira (04) aos 18 anos, 4 meses e 11 dias. O gol que abriu o placar contra os chilenos também foi o primeiro de Estêvão pela Amarelinha.

    Pelé, por sua vez, marcou pela primeira vez em um jogo oficial aos 17 anos, 7 meses e 24 dias. O Rei sacramentou a vitória da seleção sobre País de Gales pelas quartas de final da Copa do Mundo de 1958. Já o gol 1 de Pelé pelo Brasil aconteceu em julho de 1957, em amistoso contra a Argentina.

    Edu, Ronaldo, Endrick e Coutinho desencantaram antes de Estêvão, mas em amistosos. O quarteto integra o top-5 de mais jovens a marcar pela seleção, mas contando tanto partidas oficiais quanto amistosas.

    Mais jovens a marcar pelo Brasil

    – Pelé: 16 anos e 257 dias (1957)
    – Edu: 16 anos e 306 dias (1966)
    – Ronaldo: 17 anos e 228 dias (1994)
    – Endrick: 17 anos e 246 dias (2024)
    – Coutinho: 17 anos e 323 dias (1961)

    O ex-Palmeiras se tornou ainda o terceiro mais novo a marcar pelas Eliminatórias Sul-Americanas. Estêvão ficou atrás de Gustavo Neffa (PAR) e Kendry Páez, que tinham 17 e 16 anos, respectivamente.

    Estêvão também está entre os cinco mais jovens a estrear pela seleção brasileira. Aos 17 anos e 135 dias, o atacante entrou no segundo tempo da vitória contra o Equador, pelas Eliminatórias e virou o quinto mais novo a defender a Amarelinha, atrás de Pelé, Edu, Coutinho e Endrick.

    Já classificada para a Copa de 2026, a seleção se despede das Eliminatórias na terça-feira, contra a Bolívia. A partida está marcada para às 20h30 (de Brasília) e acontece em Al Alto (BOL).

    Os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Estêvão, Paquetá e Bruno Guimarães; a seleção volta a campo nesta terça-feira, às 20h30, quando visita a Bolívia, em El Alto, para fechar as Eliminatórias

    Folhapress | 05:00 – 05/09/2025

    Estêvão é mais jovem a marcar pela seleção em jogo oficial desde Pelé

  • Moro assumirá União Brasil no Paraná, mas entraves para disputa no estado em 2026 continuam

    Moro assumirá União Brasil no Paraná, mas entraves para disputa no estado em 2026 continuam

    O deputado federal Felipe Francischini renunciou à presidência da legenda em carta divulgada por Moro em uma rede social, nesta quinta (4)

    CURITIBA, PR (CBS NEWS) – O senador Sergio Moro (União Brasil) confirmou nesta quinta-feira (4) que vai assumir o comando do União Brasil no Paraná, após articulação com o presidente nacional da sigla, Antonio Rueda.

    O anúncio representa uma vitória de Moro, que encontra resistência de setores do próprio partido no estado para impulsionar sua candidatura ao governo paranaense em 2026, mas não elimina todos os entraves enfrentados pelo ex-juiz da Lava Jato.

    Apesar de estar bem posicionado nas pesquisas de intenção de voto, Moro viu os problemas se ampliarem com a filiação de Paulo Martins ao partido Novo e o avanço da federação entre União Brasil e PP.

    Pesquisa Genial/Quaest divulgada em 21 de agosto mostra o ex-juiz da Lava Jato com 38%, em um patamar confortável em relação aos três adversários apresentados aos entrevistados.

    O atual vice-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal Paulo Martins (Novo) registra 8%; o diretor-presidente da Itaipu e ex-deputado federal Enio Verri (PT) tem 7%; e Guto Silva (PSD), que é secretário de Estado das Cidades na gestão Ratinho Junior (PSD), aparece com 6%. Brancos e nulos chegam a 28%, e 13% estão indecisos.

    O União Brasil era controlado no Paraná pela família Francischini. O deputado federal Felipe Francischini renunciou à presidência da legenda em carta divulgada por Moro em uma rede social, nesta quinta. Nela, Felipe diz que sai “com sentimento de missão cumprida” pelos resultados eleitorais de 2020 para cá e não menciona Moro. O senador, por sua vez, agradece o “gesto corajoso e altruísta” do parlamentar.

    Filiado ao União Brasil desde 2022, quando venceu as eleições ao Senado, Moro enfrentou seu maior desgaste na relação com a sigla durante as eleições de 2024, quando contestou nomes de correligionários lançados em cidades estratégicas no Paraná e chegou a pedir a intervenção da cúpula do partido.

    Em Curitiba, onde conseguiu lançar sua mulher como candidata a vice-prefeita, a chapa capitaneada pelo deputado estadual Ney Leprevost (União Brasil) naufragou. Ney e a deputada federal Rosangela Moro (União Brasil-SP) obtiveram apenas 6,49% dos votos válidos, terminando a corrida em quarto lugar. A eleição foi vencida pelo grupo do governador Ratinho Junior, via Eduardo Pimentel (PSD).

    No primeiro semestre, Ratinho Junior optou por trocar o representante do União Brasil no primeiro escalão, o que foi interpretado no meio político como um recado ao senador. Na pasta do Trabalho, entrou o deputado estadual Do Carmo, que vive às turras com Moro desde a eleição de 2024, e saiu o deputado estadual Mauro Moraes, aliado do senador.

    Quem também mantém filiados em cargos no governo paranaense é o PP, controlado pelo deputado federal Ricardo Barros, que comandou a pasta da Indústria na gestão Ratinho Junior até o início do ano.

    Apesar do avanço na construção da federação entre PP e União Brasil no plano nacional, a combinação entre as duas siglas no Paraná é complexa. Barros e Moro não são considerados aliados.

    Na noite desta quarta-feira (3), quando já havia a confirmação da transferência de cargo de Felipe Francischini para Moro, o PP paranaense divulgou uma nota na qual afirma que “ainda não há consenso quanto à indicação da presidência da federação” no estado.

    “A falta de consenso reflete na impossibilidade do registro de candidatura ao governo do estado, na Justiça Eleitoral”, continua a nota. “O Progressistas reafirma seu compromisso em construir decisões de forma coletiva, ouvindo todas as lideranças”, conclui.

    Além do impasse com o PP, Moro ainda foi surpreendido no mês passado com a entrada de Paulo Martins na corrida ao governo estadual. O vice-prefeito de Curitiba saiu do PL e se lançou na disputa respaldado pelo partido Novo, que no Paraná está sob a guarda do deputado federal cassado Deltan Dallagnol, ex-procurador da Lava Jato e antigo parceiro de Moro.

    Paulo Martins travou uma disputa acirrada com Moro nas eleições ao Senado, em 2022, e atua no mesmo campo eleitoral do atual senador. “Paulo é alguém que luta pelas nossas liberdades, por princípios cristãos e conservadores. E alguém que é antipetista na mente e no coração”, discursou Deltan.

    Martins é amigo pessoal de Ratinho Junior e há aliados que acreditam que o ensaio ao Palácio Iguaçu pode resvalar em uma aliança com o PSD, que, até aqui, tem trabalhado pela candidatura própria ao governo paranaense.

    Moro assumirá União Brasil no Paraná, mas entraves para disputa no estado em 2026 continuam

  • Para Tarcísio, é o mercado financeiro que vai 'proporcionar a redução das desigualdades'

    Para Tarcísio, é o mercado financeiro que vai 'proporcionar a redução das desigualdades'

    No últimos dias, Tarcísio foi duramente criticado por ir para Brasília discutir uma possível anistia para Bolsonaro pelo 8/1; o governador é acusado de focar nas eleições presidenciais de 2026 e esquecer o Estado que comanda

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou nesta sexta-feira, 5, que o mercado financeiro vai proporcionar a redução das desigualdades no País, após o leilão do Lote Paranapanema (ampliação da rodovia Raposo Tavares) na sede da B3, em São Paulo.

    “A gente acredita na iniciativa privada como força motriz. A gente acredita que é o recurso privado que vai trazer transformação. A gente acredita que é o mercado que vai proporcionar a redução das desigualdades”, disse Tarcísio. “O Estado em si não daria conta de fazer isso (investimentos). Temos que fazer todos os ajustes, ser rigorosos nas contas.”

    Potencial candidato à Presidência da República no ano que vem, o governador destacou que sua gestão está “dando exemplo para o Brasil”. E ressaltou que está “pagando dívidas” do passado de São Paulo.

    Tarcísio adiantou que as obras do Rodoanel Norte e da Linha 17- Ouro serão entregues no ano que vem. Ele disse que os projetos atrasados “da Copa do Mundo” de 2014 “não farão mais aniversário”.

    Aliado de Tarcísio e responsável por tramitar pautas de interesse do Executivo, o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), André do Prado (PL) compareceu ao leilão. Também estão presentes o vice-governador Felício Ramuth (PSD), o secretário de Parcerias em Investimentos, Rafael Benini, e a secretária de Infraestrutura, Meio Ambiente e Logística, Natália Resende.

    Para Tarcísio, é o mercado financeiro que vai 'proporcionar a redução das desigualdades'