Autor: REDAÇÃO

  • Hoje são 22 Edílsons em campo, diz árbitro da Máfia do Apito em série

    Hoje são 22 Edílsons em campo, diz árbitro da Máfia do Apito em série

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Pivô do escândalo que abalou a arbitragem brasileira em 2005 e levou à anulação de 11 partidas do Campeonato Brasileiro daquele ano, Edílson Pereira de Carvalho afirmou que ainda é muito fácil manipular jogos de futebol.

    “Hoje são 22 Edílsons em campo”, disse o ex-árbitro em participação na série documental Máfia do Apito, nome pelo qual o episódio ficou marcado na época.
    A referência é clara: além dos árbitros, os 11 jogadores de cada equipe também podem interferir nos resultados e situações de uma partida de forma antidesportiva e criminosa.

    Investigações recentes, como a operação Penalidade Máxima, do Ministério Público de Goiás, que apurou a atuação de um grupo de apostadores que aliciava jogadores, e a denúncia ao atacante Bruno Henrique, do Flamengo, que foi suspenso do Campeonato Brasileiro e se tornou réu na Justiça, suspeito de fraude esportiva, reforçam a opinião do ex-árbitro.

    Produzida pelo canal SporTV em parceria com a produtora Feel The Match, a série de três episódios estreará nesta sexta-feira (5), às 19h30, no canal por assinatura. Em seguida, também estará disponível no Globoplay.

    Embora estabeleça uma breve conexão com fatos atuais, a produção se propõe mesmo a fazer um resgate histórico do escândalo e a jogar luz sobre questionamentos levantados pelo próprio Edílson.

    “Eu ganhei muito mais dinheiro [com o esquema de apostas] no Campeonato Paulista do que no Campeonato Brasileiro. Então, fica a pergunta no ar: por que só os jogos do Brasileiro foram anulados? Por que não os do Paulista? Por que não os da Libertadores?”

    Para Bruno Maia, diretor da série, embora os jornalistas da época tenham feito “uma cobertura brilhante” do caso, as reportagens se concentraram no campeonato que estava em andamento, no caso, o Brasileiro.

    “A Libertadores já tinha terminado, o Campeonato Paulista, também. De certa forma, tudo se relativizou”, disse Maia à Folha. “A história acabou sendo contada pelo Campeonato Brasileiro”, acrescentou.

    Além de Edílson, o árbitro Paulo José Danelon foi alvo das investigações. Ambos foram banidos do futebol e, posteriormente, denunciados pelo Ministério Público por estelionato, formação de quadrilha e falsidade ideológica.

    O escândalo foi revelado pela revista Veja em outubro de 2005. A publicação mostrou que Edílson e Danelon combinavam resultados de jogos junto com um grupo de empresários apostadores, liderados por Nagib Fayad. Cada árbitro recebia entre R$ 10 mil (R$ 29 mil em valores atuais, corrigidos pela inflação) e R$ 15 mil (R$ 44 mil) por partida fraudada.

    A ação penal foi suspensa em 2007 por ordem do desembargador Fernando Miranda, do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo). Em agosto de 2009, o mesmo magistrado e outros dois colegas do tribunal determinaram o trancamento da ação, entendendo que os fatos apurados não caracterizavam crime de estelionato.

    “O Edílson ficou em prisão preventiva por cinco dias porque o crime de fraudar jogos não era tipificado [no Código Penal]”, lembrou o diretor.

    Para Bruno Maia, o escândalo poderia ter sido evitado se as estruturas do futebol não tivessem falhado no início da trajetória de Edílson. Ele falsificou um diploma de ensino médio para fazer o curso de árbitros da FPF (Federação Paulista de Futebol).

    “É uma fragilidade sistêmica. E isso foi descoberto em 2003, mas ele voltou, ou seja, foi perdoado. O cara veio com várias falhas. Na série, alguns árbitros dizem que sabiam que o Edílson tinha problemas financeiros por causa de bingos. Isso tudo era sabido e mostra como o futebol faz vista grossa e até certa apologia ao charme da malandragem”, critica o diretor.

    Em seu depoimento na série, o ex-árbitro destaca que sua ascensão dentro do futebol foi rápida. “Eu falsifiquei um diploma de segundo grau para fazer minha inscrição na Federação Paulista de Futebol. Com três anos, eu já estava na primeira divisão.”

    Os 11 jogos apitados por Edílson no Brasileiro de 2005 acabaram anulados pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva). Luiz Zveiter, então presidente do tribunal, disse que a anulação ocorreu para remover completamente a participação do árbitro no torneio e restaurar o prestígio da disputa.

    A edição daquele ano terminou com o título do Corinthians, com três pontos a mais do que o Internacional, o segundo colocado. A equipe alvinegra teve duas de suas partidas remarcadas, duas derrotas com Edílson no apito. Na repetição dos jogos, conquistou quatro pontos, decisivos para a conquista.

    A contratação mais cara entre os 20 clubes da elite do Brasil nesta última janela foi a do volante Danilo, que trocou o Nottingham Forest, da Ingalterra, pelo Botafogo

    Folhapress | 10:15 – 05/09/2025

    Hoje são 22 Edílsons em campo, diz árbitro da Máfia do Apito em série

  • Filhos de Bolsonaro vão obedecer pai em 2026, diz Ciro Nogueira

    Filhos de Bolsonaro vão obedecer pai em 2026, diz Ciro Nogueira

    Ciro Nogueira disse também que fala do ministro Barroso sobre inconstitucionalidade de indulto antes de julgamento mudou clima para anistia

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), atribui a uma declaração do presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luís Roberto Barroso, o clima propício para deflagração do movimento pela anistia aos condenados de 8 de Janeiro -incluindo Jair Bolsonaro (PL).

    Barroso disse que não existe anistia antes de julgamento, mas que depois passa a ser uma “questão política”. A fala foi interpretada por bolsonaristas como um aceno. À coluna Mônica Bergamo, o ministro negou que tenha defendido a ideia de anistia.

    Ciro reconhece, porém, ser difícil reverter a inelegibilidade do ex-presidente. Segundo ele, embora os filhos de Bolsonaro protestem contra aliados que busquem se lançar para 2026, vão apoiar quem o pai indicar. Ele defende que essa escolha ocorra em janeiro, e que o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) é o mais credenciado.

    Sobre a precipitação do desembarque do governo Lula (PT), Ciro afirma que agora há um projeto vencedor: “A gente está vendo o porto seguro ali [em 2026]”.
    PERGUNTA – Davi Alcolumbre (União-AP) falou que vai apresentar um texto alternativo ao PL da Anistia. O sr. sabe que projeto é esse?

    CIRO NOGUEIRA – Acho que o tema que tem que ser discutido. Temos que avaliar na Câmara e no Senado. O mais importante é o momento de ser apresentado.

    A fala do presidente Barroso é muito dura, que acha que isso não tem que ser discutido antes de terminar o julgamento. O que eu defendia é que votasse na Câmara antes [do julgamento] e logo depois no Senado. Mas vamos fazer o que for mais correto e eu acho que tem que ter esse respeito à fala do presidente Barroso.

    A anistia, Davi vai ter que ser obrigado a votar, se a maioria quiser.

    P – O presidente da Câmara, Hugo Motta, antes estava resistente, mas agora admite pautar a anistia. O que mudou?

    CN – Pode ter passado a ter clima [favorável]. O próprio julgamento, a declaração do presidente Barroso foi muito importante. O Barroso repercutiu muito menos do que deveria repercutir na mídia, me perdoe. Dizer que a anistia é uma decisão política é muito forte.

    P – Mas estão se fiando só nessa declaração? Há conversas de bastidor?

    CN – Lógico que a gente conversa. Brasília é uma conversa constante. Já falei com diversos ministros, não vou citar nomes.

    P – O sr. consultou Bolsonaro sobre essa articulação?

    CN – Ele me deu essa missão de lutar aqui e eu vou cumpri-la.

    P – Que acordo é esse sobre anistia, o que está sendo conversado?

    CN – Não tem acordo. Tem uma luta de uma parte, que acho que é a maioria do Congresso. Por que ninguém tem dúvida que tem maioria para aprovar. Se não, não estariam brigando tanto para não aprovar.

    P – Ouvimos que a ideia seria anistia ampla, com Bolsonaro, mas com acordo político para manter a inelegibilidade dele.

    CN – Não estamos tratando de inelegibilidade. Ele está inelegível por aquele absurdo daquela reunião de embaixadores. Uma coisa não tem nada a ver com a outra. É muito difícil você conseguir anistiar ele politicamente, eleitoralmente -que era o certo. Eu tenho um projeto para isso, mas acho muito difícil de acontecer, infelizmente.

    P – E o ex-presidente está ciente disso?

    CN – Está consciente que não vão dar o direito a disputar a eleição.

    P – Essa articulação não pode ser considerada uma afronta ao STF?

    CN – Não, temos todo o respeito ao Supremo. O STF também tem que ter [pelo Congresso]. Legislar é uma atribuição nossa. O Supremo, quando toma a decisão, até às vezes contra o Parlamento, é afronta? Não considero.

    P – O sr. acha que a anistia pode ser aprovada a tempo de Bolsonaro não ir para a cadeia?

    CN – Eu espero que seja. Se existe uma pessoa com a saúde debilitada é ele. Sofre o tempo todo com soluço, passando mal, vomitando. Se botarem ele na cadeia, é porque querem matar o Bolsonaro. Eu espero que não exista esse espírito no Supremo, de querer matar o presidente.

    P – Bolsonaro já tem um candidato?

    CN – Eu acho que tem.

    P – É o Tarcísio?

    CN – Quem vai dizer é ele.

    P – Mas o sr. acha que o papel do Tarcísio nessa articulação o credencia para ser o candidato, inclusive junto à família?

    CN – O que mais credencia o Tarcísio é a chance de vitória. A única pessoa que não pode perder essa próxima eleição é o Bolsonaro, e ele não vai arriscar. Tire as conclusões. O Tarcísio é candidato, se tiver o apoio do Bolsonaro. O Lula nem disputa com o Tarcísio.

    P – O sr. acha que o Lula nem disputaria?

    CN – Você acha que o Lula está falando toda hora em “se eu tiver bem de saúde”, expondo o seu maior defeito, por quê? Isso é uma porta de saída para caso o Tarcísio seja o candidato apoiado pelo Bolsonaro.

    P – Quando Bolsonaro vai fazer anúncio sobre sucessão?

    CN – Defendo que, se ele escolher um dos candidatos, acho que só deveria ser em janeiro.

    P – O sr. acha que os filhos de Bolsonaro vão aceitar um nome que não seja da família?

    CN – Tu acha que o Bolsonaro vai anunciar um candidato, aí o Eduardo vai ser candidato? O Flávio vai ser candidato? Não vai. Eu não tenho dúvida, vão obedecer o pai. O comando é do pai. O líder é ele.

    P – Se houver a condenação do Bolsonaro agora no STF, há uma expectativa de que venham novas sanções.

    CN – Critiquei o Eduardo. Ele sabe da minha posição de que defender tarifa contra o Brasil é um erro. Agora, eu também não sei o que faria se meu pai estivesse sendo injustiçado. O grande erro do presidente Trump foi não explicar para o Brasil quem é o verdadeiro culpado: Lula.

    P – Bolsonaro é citado mais de uma vez na carta de Trump. Eduardo também fala isso

    CN – Mas o real motivo disso foi a política externa [de Lula]. Tinha que ser a favor do Brasil.

    P – Eduardo está atuando contra o país?

    CN – Por um ponto de vista, lógico, quando você pede sanções contra o país… Mas ele está lutando pelo pai. Volto a dizer, não vou julgá-lo.

    P – Até a semana passada o sr. dizia que, para desembarcar [do governo], seria necessário ter aonde ir e que ainda não se tinha isso. O que mudou?

    CN – Por mim, não tinha nem entrado nesse governo. Mas agora chegou um ponto que não dá mais. Não vamos estar com o Lula no próximo ano. Agora nós temos um projeto vencedor. A gente está vendo o porto seguro ali [em 2026].

    P – O sr. disse a aliados que a EBC teria reproduzido uma reportagem contra o sr., o que não aconteceu. Ela foi assinada por um jornalista que tem contrato com a empresa pública. Isso pesou para antecipar o desembarque?

    CN – [Causa] revolta. Me deu mais vontade. Ser acusado por um funcionário do Sidônio [Palmeira, ministro da Secom] é de uma irresponsabilidade. Mas o tempo mostra que é uma fake absurda. E eu não vou culpar os cachorros, não, eu vou atrás dos donos.
    RAIO-X | Ciro Nogueira, 56
    É presidente nacional do PP e senador pelo Piauí. Foi ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro e deputado federal por quatro mandatos, de 1995 a 2011.

    Filhos de Bolsonaro vão obedecer pai em 2026, diz Ciro Nogueira

  • Base do Palmeiras adota ‘modelo europeu’, agrada a Abel e faz sucesso

    Base do Palmeiras adota ‘modelo europeu’, agrada a Abel e faz sucesso

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A base do Palmeiras vive um momento de hegemonia no futebol brasileiro. No fim de agosto, o Alviverde faturou o tetra do Brasileiro sub-20 e chegou em sua 20ª conquista nacional em categorias de base -número bem superior aos demais rivais.

    O UOL entrevistou Lucas Andrade, técnico bicampeão brasileiro com o time sub-20, que comentou alguns pontos que fazem a base palestrina se sobressair. Além de explicar como surgiu a geração do bilhão dentro do clube.

    Lucas Andrade assumiu o time sub-20 do Palmeiras após a saída de Paulo Victor Gomes, nesta sexta-feira (05) auxiliar no América-MEX, mas fazia parte da comissão técnica da categoria desde 2021.

    Ele foi auxiliar e treinador do sub-18, e subiu de categoria com a missão de dar continuidade ao trabalho que foi muito vencedor. Lucas viveu a mesma situação em 2018: PV deixou o time sub-15 para trabalhar na seleção brasileira, e ele assumiu o cargo.

    O profissional falou sobre a relação com Abel Ferreira, João Paulo Sampaio, e como é a pressão na base de um clube que acostumou sua torcida a revelar tantos jogadores importantes nos últimos anos.

    Modelo europeu na base do Palmeiras: “O sub-20 nesta sexta-feira (05) é uma categoria, como o Abel gosta de nos chamar, uma equipe B, no modelo europeu, onde você precisa ser competitivo em nível nacional, em nível estadual e internacional. Isso mostra a força da marca, a força da Academia de Futebol como um todo e sem perder de vista a formação dentro desse processo. São coisas que andam juntas e estamos conseguindo conciliar uma base que vence com frequência e também coloca muitos jogadores no profissional para fazer vendas ou para seguir realmente na equipe principal”.

    Time sub-20 do Palmeiras: “A nossa lógica no Sub-20 é que os 11 jogadores que iniciaram a final, e algumas opções do banco, todos eles têm que estar aptos nas suas posições a suprir equipe principal imediatamente. Se a equipe principal vai demandar, será uma questão de elenco, de ajuste, de momento, mas nenhum jogador pode estar atuando no Sub-20 sem ter nível para nesta sexta-feira (05) atender equipe principal de maneira eficiente”.

    A geração do bilhão: “É uma geração que chegou muito cedo no clube e que alcançou grande sucesso em todos os níveis da formação. Essa geração foi forjada no clube para ser a geração que traria as grandes vendas, traria os grandes movimentos de mercado, colocaria os jogadores na seleção principal. E foi um movimento que aconteceu de maneira natural dentro do que era o planejado do clube, mas ao mesmo tempo extremamente agressiva, uma geração que partiu do 16, 17, direto para o profissional, no caso do Estêvão. Então, a gente conseguiu enxergar esse talento neles muito cedo”.

    “O clube conseguiu blindar eles das pressões e de tudo que o externo traz, sempre colocando para eles que o importante era o Palmeiras. Então, eles desciam para jogar. Muitas vezes eles eram atletas que jogavam no Sub-20, no Sub-17 e no Sub-15, porque não fazia diferença a categoria que eles estavam. Eles eram atletas de Palmeiras, “todos somos um” que o Abel tanto reforça e o João [Paulo Sampaio, coordenador da base palmeirense] sempre teve um comando muito forte com relação a isso. Então, essa transição de categoria que nunca foi um tabu, como em muitos clubes é. Isso ajudou esses jogadores a respeitarem a camisa, a respeitarem o clube e a fazer o processo deles de formação em excelência”.

    PALMEIRAS TAMBÉM É ESCOLA PARA TREINADORES

    Lucas também se sente uma “cria da Academia”, como são classificados os jogadores formados na base do clube. Ele afirma que o Palmeiras também investe nos treinadores para fazer uma transição para o profissional no futuro – o que já aconteceu com Paulo Victor Gomes.

    “Nós treinadores temos uma carência de escolas de formação dentro do processo. Acho que poucos clubes investem em formar os treinadores dentro da sua Academia de Futebol, seja ele para construir uma carreira dentro da categoria de base ou mesmo fazer a transição profissional. Então, olhando para trás, eu consigo entender muito bem o quanto nesta sexta-feira (05) eu analiso Palmeiras e enxergo as equipes do Palmeiras com clareza, por ter um conhecimento da casa, por estar muito tempo, conhecer as pessoas”, concluiu.

    OS TÍTULOS NACIONAIS DO PALMEIRAS NA BASE *

    Sub-20: Copa São Paulo de Futebol Júnior (2022 e 2023), Campeonato Brasileiro (2018, 2022, 2024 e 2025), Copa do Brasil (2019 e 2022) e Supercopa do Brasil (2022)
    Sub-17: Campeonato Brasileiro (2022 e 2023), Copa do Brasil (2017, 2019, 2022 e 2023) e Supercopa do Brasil (2019 e 2022)
    Sub-13: Liga de Desenvolvimento da CBF (2021, 2024 e 2025)

    Base do Palmeiras adota ‘modelo europeu’, agrada a Abel e faz sucesso

  • Regina Duarte tranquiliza fãs após aparecer de cadeira de rodas em evento

    Regina Duarte tranquiliza fãs após aparecer de cadeira de rodas em evento

    A atriz recorreu às redes sociais para tranquilizar os fãs e explicar o motivo de ter aparecido de cadeira de rodas durente uma feira de arte

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A presença de Regina Duarte na SP-Arte, em São Paulo, chamou a atenção do público não apenas pela curiosidade em torno da feira de arte, mas também pelo fato de a atriz circular pelo evento em uma cadeira de rodas. Aos 78 anos, ela logo recorreu às redes sociais para tranquilizar os fãs e explicar a situação.

    Em uma publicação no Instagram na quarta-feira (3), Regina revelou que o motivo foi um incômodo no pé esquerdo, resultado de uma bolha causada por um calçado. De bom humor, ela se referiu ao sapato como uma “bota maligna” e compartilhou uma foto em que aparece sendo conduzida por uma funcionária do local.

    Apesar do contratempo, a atriz destacou que não deixou de aproveitar a experiência. Segundo ela, foram horas de caminhada pelos corredores da mostra, que reúne nomes da arte contemporânea brasileira. “Valeu cada instante”, resumiu, ressaltando o quanto ficou impactada pelas obras expostas.

    A carreira de Regina está afastada da televisão desde 2017, quando participou da novela “Tempo de Amar”, na Globo. Nos anos seguintes, ela se dedicou a outras áreas, incluindo a breve passagem pelo cargo de secretária especial da Cultura em 2020.

    Regina Duarte tranquiliza fãs após aparecer de cadeira de rodas em evento

  • Clubes da Série A movimentam R$ 1,2 bilhão na janela de transferências

    Clubes da Série A movimentam R$ 1,2 bilhão na janela de transferências

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A última janela de transferências de 2025 do futebol brasileiro se fechou às 23h59 de terça-feira (2) com os 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro tendo gastado cerca de R$ 1,26 bilhão em contratações de reforços, segundo compilação de dados do site Transfermarkt.

    O montante é praticamente o mesmo gasto pelas equipes na segunda janela de 2024, quando os investimentos com contratações somaram R$ 1,27 bilhão, em valores corrigidos pela inflação.

    Em relação à primeira janela do ano, quando os clubes tradicionalmente fazem mais contratações para o início da temporada, houve uma queda de cerca de 40%.

    Na janela fechada nesta terça, Palmeiras, Flamengo e Botafogo ampliaram -ainda mais- o domínio entre as maiores contratações do futebol brasileiro.

    Das dez maiores contratações, nove foram do trio, responsável por movimentar cerca de R$ 740 milhões, pouco mais da metade do volume total de contratações na Série A do Brasileiro.

    Consideradas as dez maiores transferências em cada uma das últimas seis janelas de transferência no Brasil, Palmeiras, Flamengo e Botafogo respondem por mais da metade delas (33 de 60).

    Das 20 maiores transferências no intervalo, o trio é responsável por 18, com um investimento somado de R$ 1,8 bilhão.

    A contratação mais cara entre os 20 clubes da elite do Brasil nesta última janela foi a do volante Danilo, que trocou o Nottingham Forest, da Ingalterra, pelo Botafogo, em um negócio de 23 milhões de euros (R$ 146 milhões). É o terceiro maior valor investido por um clube do país em uma contratação, atrás do argentino Thiago Almada, contratado pelo alvinegro por 24,15 milhões de euros (R$ 154 milhões), e de Vitor Roque, comprado pelo Palmeiras por 25,5 milhões de euros (R$ 162 milhões).

    Vêm em seguida Samuel Lino e Carrascal, contratados recentemente pelo Flamengo por 22 milhões (R$ 140 milhões) e 12,5 milhões de euros (R$ 79,5 milhões), respectivamente. O rubro-negro ainda adquiriu o lateral direito Emerson Royal por 9 milhões de euros (R$ 57,2 milhões).

    Já o Palmeiras gastou quase R$ 190 milhões para levar o atacante Ramón Sosa, o meia Andreas Pereira e o lateral esquerdo Jefté.

    A única contratação no top 10 que não foi de Flamengo, Palmeiras ou Botafogo foi a do atacante equatoriano Keny Arroyo, que chegou do Besikitas, da Turquia, para o Cruzeiro, por 8 milhões de euros (R$ 50,9 milhões).

    “Vários clubes que têm histórico de contratações foram bastante controlados, como Corinthians, São Paulo, Grêmio, RB Bragantino e Vasco, fruto da incapacidade financeira de arcar com contratações”, afirmou César Grafietti, economista e sócio da consultoria Convocados.

    Grafietti assinalou que janelas anteriores foram marcadas por alguns “exageros”, que não são sustentáveis no longo prazo frente as receitas.

    “Após um mercado tão aquecido no início do ano, era natural que houvesse uma acomodação agora, porque os clubes fizeram o que sempre fazem: anteciparam movimentações contando com o aumento de receitas previsto para 2025, seja de direitos de transmissão, seja de valores comerciais impulsionados pelas bets”, disse o economista.

    Professor da FIA Business School, Michel Fauze Mattar acrescentou que as movimentações recentes podem indicar o início de um comportamento menos agressivo por parte dos clubes, em função do “evidente estágio de deterioração de suas finanças”, e também pela iminente introdução do sistema de “fair play financeiro” pela CBF.

    AS 10 CONTRATAÇÕES MAIS CARAS DA JANELA :

    Danilo (Botafogo) R$ 146 milhões
    Samuel Lino (Flamengo) R$ 140 milhões
    Carrascal (Flamengo) R$ 79,5 milhões
    Ramón Sosa (Palmeiras) R$ 79,5 milhões
    Arthur Cabral (Botafogo) R$ 76,3 milhões
    Andreas Pereira (Palmeiras) R$ 63,6 milhões
    Emerson Royal (Flamengo) R$ 57,2 milhões
    Keny Arroyo (Cruzeiro) R$ 51 milhões
    Álvaro Montoro (Botafogo) R$ 50,2 milhões
    Jefté (Palmeiras) R$ 44,5 milhões

    Clubes da Série A movimentam R$ 1,2 bilhão na janela de transferências

  • UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

    UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

    As exportações de frango brasileiro para a União Europeia estão suspensas desde 16 de maio, quando foi registrado um caso de gripe aviária em plantel comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul

    O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, anunciou que a União Europeia (UE) reconheceu o status do Brasil de livre de gripe aviária. “Recebemos uma excelente notícia: a União Europeia reconheceu o Brasil como livre de gripe aviária, o que vai permitir a retomada das exportações de carne de frango do Brasil para a Europa”, afirmou Fávaro, em vídeo nas redes sociais.

    O reconhecimento europeu da retomada do status sanitário brasileiro, já formalizado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), foi informado pelo Comissário de Saúde e Bem-Estar Animal da Comissão Europeia, Olivér Várhelyi, em reunião por videoconferência, nesta quinta-feira (4), com Fávaro e com o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula.

    As exportações de frango brasileiro para a União Europeia estão suspensas desde 16 de maio, quando foi registrado um caso de gripe aviária em plantel comercial em Montenegro, no Rio Grande do Sul. Após controle do foco e sem surgimento de novos casos, o Brasil recuperou o status de livre da doença em granjas comerciais junto à OMSA, mas ainda aguardava o reconhecimento do status pelo bloco europeu. O Brasil vem pedindo a retomada dos embarques à UE, o que foi recentemente reiterado em carta enviada por Fávaro à Comissão Europeia.

    Segundo Fávaro, o comissário também informou ao Brasil que nas próximas semanas os Estados-membros do bloco europeu devem se reunir para discutir a retirada do controle reforçado sobre as carnes brasileiras e a retomada da habilitação dos frigoríficos por pré-listing, ou seja, sem a necessidade de autorização da autoridade sanitária europeia planta a planta. O processo está suspenso desde 2018, quando ocorreu a Operação Trapaça, desdobramento da Operação Carne Fraca, que investigou irregularidades e adulterações em frigoríficos.

    A União Europeia também se comprometeu, segundo Fávaro, em realizar vistorias em frigoríficos de pescados no Brasil. “O que pode então retomar esse comércio tão importante para a cadeia produtiva”, disse Fávaro.

    As exportações de pescados brasileiros ao bloco europeu foram suspensas em 2018 pelo próprio Ministério da Agricultura, por recomendação das autoridades sanitárias europeias. O fim do embargo é uma das principais demandas do setor produtivo ao governo Lula. Agora, o setor quer a prioridade da retomada da exportação de pescados brasileiros à União Europeia (UE) como alternativa de direcionamento de fluxo comercial aos Estados Unidos que pode ser afetado com a tarifa.

    ABPA comemora

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) comemorou a decisão anunciada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, sobre o reconhecimento do Brasil como país livre de gripe aviária pela União Europeia. A medida deverá permitir o retorno das exportações de carne de frango ao bloco.

    “A oficialização da decisão pelas autoridades europeias deverá restabelecer rapidamente o fluxo de embarques para um dos mercados mais relevantes e demandantes da proteína animal brasileira”, disse a associação em nota enviada à reportagem.

    Até junho, a União Europeia importou 125,3 mil toneladas de carne de frango do Brasil. O volume foi 20,8% superior a igual período do ano passado, com receita de US$ 386,3 milhões, alta de 38%.

    UE reconhece status do Brasil como livre de gripe aviária, diz Fávaro

  • Hytalo Santos perguntou sobre reputação e chorou durante transferência para Paraíba

    Hytalo Santos perguntou sobre reputação e chorou durante transferência para Paraíba

    Onvestigação apura denúncias contra Hytalo sob suspeita de exploração de menores de 18 anos em conteúdos produzidos para as redes sociais

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O influenciador Hytalo Santos, 28, perguntou como estava sua reputação durante a transferência para João Pessoa (PB), na semana passada. Ele o marido Israel Natã Vicente, 33, foram presos preventivamente (por prazo indeterminado) em Carapicuíba (Grande São Paulo) no dia 15 de agosto e estavam no CDP 1 de Pinheiros.

    Agora, após autorização da Justiça da São Paulo, eles foram transferidos para o estado em que residiam -a investigação que apura denúncias contra Hytalo acontecem por parte do Ministério Público da Paraíba e do Ministério Público do Trabalho sob suspeita de exploração de menores de 18 anos em conteúdos produzidos para as redes sociais. Ele nega todas as acusações.

    De acordo com o delegado Carlos Othon, da Paraíba, antes do embarque, houve uma conversa com o casal para explicar os parâmetros de segurança que seria adotados. Ao chegar e ver uma aglomeração de apoiadores no aeroporto de João Pessoa, Hytalo chorou.

    “Foi um voo tranquilo, eles se mostraram colaborativos. Eles vieram quase o voo todo com a cabeça encostada na poltrona da frente, de forma que tudo se deu tranquilamente”, afirma Othon.

    Conforme descrito no despacho da Justiça, a prisão dos dois foi decretada para evitar novos atos de destruição ou ocultação de provas, além da intimidação de testemunhas. De acordo com a Promotoria, esses atos já estariam ocorrendo desde que o influenciador tomou conhecimento da investigação.

    A polícia de São Paulo já havia divulgado que a prisão ocorreu logo após o despacho pois havia a suspeita de que o casal poderia fugir para outro país. A possibilidade de plano de fuga é investigada pela polícia da Paraíba.

    Para isso, obteve imagens em que Israel aparece fazendo compras em um posto de combustíveis, o que indica que ele foi a São Paulo de carro. O veículo, que saiu da Paraíba, foi apreendido.

    Há duas semanas, a defesa de Hytalo e Israel desmentiu a possibilidade de fuga e afirmou que Israel usou o carro por ter medo de voar de avião. O delegado Othon também afirma que a polícia acredita que a casa em Carapicuíba era usada para que o casal pudesse entender o que estava acontecendo ou para se preparar para uma fuga mais elaborada.

    “Havia indícios de que pudesse ter uma fuga”, diz ele que o comportamento do casal também chamou atenção, como o aluguel da casa de última hora e ter poucos pertences na residência. “São elementos que indiscutivelmente apontam uma possibilidade de fogo.”

    O caso que envolve Hytalo Santos ganhou destaque em 6 de agosto após a publicação do vídeo de Felca intitulado “Adultização”. A gravação cita diversos casos em que crianças têm sua imagem explorada, tanto por pais quanto por outros adultos, que lucram com os vídeos publicados.

    Hytalo é um dos citados por Felca e, em alguns trechos, crianças e adolescentes aparecem em contextos sexualizados ou frequentando ambientes com adultos, como baladas, o que é chamado de “adultização”. Ele nega a acusação.

    A repercussão do caso acelerou a ação das autoridades e catalisou a aplicação de medidas cautelares em processo que estava em andamento, segundo a defesa de Hytalo e advogados criminalistas ouvidos pela reportagem.

    Hytalo Santos perguntou sobre reputação e chorou durante transferência para Paraíba

  • Processo de feridos em Brasil x Argentina vira jogo de empurra CBF x RJ

    Processo de feridos em Brasil x Argentina vira jogo de empurra CBF x RJ

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A seleção brasileira volta ao Maracanã nesta quinta-feira (4). Mas um efeito colateral da briga no jogo anterior, entre Brasil e Argentina, é o processo que três torcedores argentinos movem contra a CBF e o governo do Rio.

    O pedido de compensação financeira por causa das agressões gerou até um jogo de empurra entre a entidade e o Estado, segundo as peças da ação a qual a reportagem teve acesso.

    Diego Cataldi, Ezequiel Martínez e Javier Pernisco estiveram entre os feridos pela PM no setor Sul das arquibancadas do Maracanã. Vale lembrar que não houve separação entre torcedores brasileiros e argentinos naquela partida.

    Apresentando laudos médicos e imagens resultantes das pancadas que levaram, cobram indenização por danos morais de pelo menos R$ 45 mil (30 salários mínimos).

    O QUE OS ARGENTINOS RECLAMAM

    Os três torcedores são amigos e vieram ao Rio para aquele jogo em 2023, que terminou com a vitória argentina por 1 a 0, mas muitas cicatrizes e escoriações.

    As advogadas dos argentinos são as brasileiras Laura Miranda e Maria Cristina Aiub. Elas alegaram na petição inicial que eles “foram surpreendidos com arremesso de objetos e cadeiras em suas direções”.

    Os argentinos argumentam que a polícia apareceu de forma “extremamente agressiva” e deu vários golpes nos torcedores argentinos, que alegam não estarem revidando qualquer agressão inicial.

    Resultado? Ezequiel Martínez teve o braço quebrado. Foi retirado pela PM e saiu de ambulância para o hospital.

    Diego Cataldi teve várias marcas pelo rosto e outras partes do corpo.

    Javier, por sua vez, aparece em uma foto sendo atingido por policiais enquanto estava caído de costas sobre os assentos do estádio. As advogadas mencionaram que eles estava “rendido e sem possibilidade de praticar autodefesa”. Saiu com várias manchas roxas nas costas.

    QUAL A POSIÇÃO DO ESTADO

    A Procuradoria Geral do Estado se manifestou no processo e disse que o governo não pode ser condenado. E aí vem o jogo de empurra.

    Por que? “O responsável pela segurança do torcedor em evento esportivo é da organização esportiva responsável pelo evento e seus dirigentes”, disse um trecho da posição do órgão, jogando a responsabilidade para a CBF e até para a Fifa.

    O governo do Rio apontou que houve venda de ingressos de forma mista (para argentinos e brasileiros), “desconsiderando, por completo, o histórico de intensa rivalidade entre tais torcedores, episódios reiterados e recorrentes de violência entre as referidas torcidas”.

    A Procuradoria do Estado ainda diz que a CBF agiu de forma “irresponsável e imprudente”. Na mesma peça, ainda disse que as promotoras do evento agiram com “incompetência”.

    Para a Procuradoria do Estado, o envolvimento do governo se deu de forma “meramente acessória e de apoio”, com o efetivo para fins de “preservação da ordem pública, cabendo-lhe apenas mitigar, na medida do possível, as consequências previsíveis desse bisonho erro de planejamento”.

    Tecnicamente, o governo ainda diz que os argentinos não registraram boletim de ocorrência no estádio para provar que sofreram agressões. A defesa, no entanto, juntou fotos e vídeos.

    A REAÇÃO DA CBF

    A CBF, então, passou mais a se defender do que o Estado disse no processo do que necessariamente tentar derrubar a versão dos argentinos sobre o ataque da polícia.

    Como ponto de partida, a CBF alega que todos os fatos narrados pelos argentinos foram causados pela Polícia Militar.

    A entidade argumentou que a legislação não obriga separação de torcedores visitantes e mandantes, apontando que a Copa América, por exemplo, teve torcida mista.

    A CBF ainda pontuou que representantes da PM participaram da reunião na Ferj que aprovou o plano de ação e de segurança para o jogo.

    Mais de 800 policiais militares estiveram em ação na partida, além de 801 seguranças privados.

    A CBF bate na tecla que toda documentação apresentada pelo Estado aponta para a ausência de responsabilidade da entidade pelo episódio.

    A CBF usa uma das imagens levadas ao processo pelas advogadas dos argentinos para apontar que a atuação da PM “foi muito além dos parâmetros da razoabilidade e da proporcionalidade.

    “Em nenhum cenário a CBF pode ser responsabilizada pela atuação abusiva e desproporcional da Polícia Militar”, disseram os advogados em uma das petições.

    A CBF ainda defendeu que os agentes de segurança privada não tiveram envolvidos em atos de violência.

    E AGORA?

    As advogadas dos argentinos pegam elementos dos dois lados acusados para reforçar a necessidade de indenização no caso. Agora, os Hermanos aguardam uma resposta da Justiça do Rio.

    Processo de feridos em Brasil x Argentina vira jogo de empurra CBF x RJ

  • Veja como chegar ao jogo da NFL com Chiefs e Chargers em São Paulo

    Veja como chegar ao jogo da NFL com Chiefs e Chargers em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Kansas City Chiefs e Los Angeles Chargers desembarcam no Brasil para o segundo jogo da NFL, a liga profissional de futebol americano, na capital paulista. O confronto da temporada 2025/26 acontece na Neo Química Arena, na região leste da cidade, nesta sexta (5), às 21h30. Os ingressos estão esgotados.

    Na ocasião, a colombiana Karol G fará um show durante intervalo do confronto. Já a brasileira Ana Castela irá cantar o hino nacional brasileiro no início do evento.

    A seguir, veja como chegar ao estádio e programe-se para não passar perrengue.

    METRÔ E CPTM

    O Metrô e a CPTM terão operação especial, com funcionamento 24h. As estações mais próximas à arena, Corinthians-Itaquera (linhas 3-Vermelha e 11-Coral) e Artur Alvim (linha 3-Vermelha), estarão abertas para embarque e desembarque durante toda a madrugada de sexta para sábado (6).

    As demais estações da rede do Metrô e da CPTM funcionarão ininterruptamente, mas apenas para desembarque. Todas as transferências entre as linhas do Metrô e da CPTM também ficarão abertas durante a madrugada.

    Além disso, a estação Corinthians-Itaquera terá o acesso sul (passarela) -que leva diretamente ao estádio- aberto a partir das 14h. Para chegar ao setor leste da Neo Química Arena, a dica é descer na estação Corinthians-Itaquera. Se você for portador de ingresso no lado oeste, a melhor opção é parar na estação Artur Alvim.

    AUTOMÓVEIS

    Fãs que optarem por veículos próprios ou carros de aplicativo precisam ficar atentos às interdições em vias nos arredores do estádio.

    Segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), a partir das 13h, a pista local da avenida S.C. Corinthians Paulista, no sentido bairro, após o Complexo Viário Arieta Calfat, ficará bloqueada e será liberada apenas para o acesso ao estacionamento da Arena. A avenida Miguel Ignácio Curi, em ambos os sentidos, entre a avenida Prof. Eng. Ardevan Machado e os acessos sul da Arena, também será interditada.

    Na saída do evento, a partir da meia-noite, o bloqueio acontece na avenida Prof. Eng. Ardevan Machado, no sentido Cidade Líder, no trecho entre a Avenida S.C. Corinthians Paulista (C/B) e a avenida Miguel Ignácio Curi. Mais informações estão disponíveis no site da CET.

    ÔNIBUS

    De acordo com a SPTrans, as linhas a seguir poderão ter desvios nas rotas:
    – 4021-10 Vl. Chuca – Metrô Itaquera

    Sentido único: normal até av. Miguel Ignácio Curi, acesso, r. Dr. Luiz Aires, seguindo normal até a r. Dr. Luiz Aires, acesso, av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    – 3031-10 Cohab José Bonifácio – Metrô Itaquera
    – 3739-10 Recanto Verde Sol – Metrô Itaquera
    – 373l-10 Jardim Limoeiro – Metrô Itaquera
    – 3741-10 Cptm D. Bosco – Metrô Itaquera
    – 3743-10 São Mateus – Metrô Itaquera
    – 3785-10 Cohab Barro Branco – Metrô Itaquera
    – 3787-10 Cid. Tiradentes – Metrô Itaquera
    – 3789-10 Cid. Tiradentes – Metrô Itaquera
    – 3796-10 Gleba Do Pêssego – Metrô Itaquera
    Ida: normal até av. Miguel Ignácio Curi, acesso, r. Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: normal até a r. Dr. Luiz Aires, acesso, av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    – N438-11 Metrô Itaquera – Hosp. Sta. Marcelina
    – 3722-10 Cohab José Bonifácio – Metrô Itaquera
    Sentido único: normal até av. Miguel Ignácio Curi, acesso, r. Dr. Luiz Aires

    – 3539-10 Cid. Tiradentes – etrô Bresser
    – 407H-10 Jd. São Francisco – Metrô Itaquera
    Ida: normal até av. Miguel Ignácio Curi, acesso, r. Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: normal até a r. Dr. Luiz Aires, acesso, av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    – N403-11 Metrô Itaquera – Term. Cid. Tiradentes
    Ida: normal até av. Miguel Ignácio Curi, acesso, r. Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: sem alteração

    – 3756-10 Barro Branco – Metrô Itaquera
    – 3795-10 Jd. São Carlos – Metrô Itaquera
    Ida: normal até Av. Miguel Ignácio Curi, acesso, Rua Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: normal até a Rua Dr. Luiz Aires, acesso, Av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    – 4019-10 Metrô Itaquera – Circular
    Obs: deverá encerrar a sua operação às 21h por conta dos bloqueios na região

    – 4085-10 Cohab Fazenda Do Carmo – Metrô Itaquera
    Ida: normal até Av. Miguel Ignácio Curi, acesso, Rua Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: normal até a Rua Dr. Luiz Aires, acesso, Av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    – 4036-10 Metrõ Itaquera – Term. Vl. Carrão
    Ida: normal até a Rua Dr. Luiz Aires, acesso, Av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal
    Volta: normal até Av. Miguel Ignácio Curi, acesso, Rua Dr. Luiz Aires, seguindo normal

    – N402-11 Metrô Itaquera – Term. Vl. Carrão
    Ida: normal até a Rua Dr. Luiz Aires, acesso, Av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal
    Volta: normal até Av. Miguel Ignácio Curi, acesso, Rua Dr. Luiz Aires, seguindo normal

    – N405-11 Term. Vl. Carrão – Metrô Itaquera
    Ida: normal até Av. Miguel Ignácio Curi, acesso, Rua Dr. Luiz Aires, seguindo normal
    Volta: normal até a Rua Dr. Luiz Aires, acesso, Av. Miguel Ignácio Curi, seguindo normal

    NFL: Los Angeles Chargers x Kansas City Chiefs
    Neo Química Arena – av. Miguel Ignácio Curi, 111, Vila Carmosina, região leste
    Sex.(5), às 21h30. Ingr. esgotados

    Veja como chegar ao jogo da NFL com Chiefs e Chargers em São Paulo

  • Tarcísio patina na Assembleia em SP enquanto articula por Bolsonaro em Brasília

    Tarcísio patina na Assembleia em SP enquanto articula por Bolsonaro em Brasília

    O governador de São Paulo tem focado na sua atuação em Brasília focando nas eleições presidenciais de 2026

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A indicação de Wagner Rosário, ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL), para uma vaga no TCE-SP (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) virou dor de cabeça para o governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) em meio às tratativas do governador para fazer avançar a pauta da anistia ao seu padrinho político.

    O atual controlador-geral do estado virou alvo de deputados do PT e do PSOL na Alesp (Assembleia Legislativa de São Paulo) por ter participado de uma reunião do governo Bolsonaro, em julho de 2022, na qual o ex-presidente teria instruído seus ministros a desacreditarem das urnas eletrônicas, fomentando o cenário para justificar a trama golpista, hoje em julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal).

    Na ocasião, Rosário era controlador-geral da União de Bolsonaro e defendeu a formação de uma força tarefa para auditar as urnas, e criticou relatório de fiscalização feito pelos técnicos do órgão que ele chefiava. Na sequência, ele também questionou se a reunião estava sendo gravada.

    Todos os conselheiros do TCE precisam ser aprovados pela maioria simples de 48 dos 94 deputados da Alesp. Antes da votação, eles são sabatinados pelos parlamentares. Nas duas indicações anteriores que ocorreram na gestão Tarcísio os conselheiros foram sabatinados e aprovados no mesmo dia, já Rosário teve a aprovação obstruída pela oposição e adiada.

    O ex-ministro de Bolsonaro foi sabatinado na terça-feira (2), sendo duramente questionado por petistas e psolistas por sua participação na reunião ministerial de julho de 2022. Ele argumentou que visava aprimorar a integridade do sistema de votação e trazer melhorias para as urnas eletrônicas, mas não respondeu se confia nos dispositivos. Ele também foi criticado por não ter identificado e investigado o esquema bilionário de manipulação de créditos de ICMS em São Paulo.

    Na própria terça, o presidente da Alesp, André do Prado (PL), aliado de Tarcísio, colocou a aprovação de Rosário em votação no plenário, mas deputados da oposição entregaram cinco requerimentos de adiamento e esgotaram o tempo das sessões inscrevendo todos os parlamentares para discursarem -pelo regimento interno, cada sessão só pode ter duração máxima de duas horas e meia. O cenário se repetiu no dia seguinte, com mais uma votação adiada.

    A fase de discussão, na qual são realizados os discursos, deve ser encerrada na próxima segunda (9). Contudo, a votação pode não ocorrer pelas próximas duas semanas já que vários membros da base participarão de viagens ao exterior, para Israel e Taiwan.

    Rosário foi da mesma turma de Tarcísio na Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) e é visto como um nome de confiança do governador. No entanto, apesar das proximidade entre os dois, quatro deputados da base ouvidos sob reserva disseram que a indicação ocorreu em um momento ruim por causa do julgamento de Bolsonaro no STF. Um deles acrescentou que a presença de Tarcísio em Brasília ao longo da semana tornou o cenário ainda mais delicado.

    Líder do governo na Alesp, o deputado Gilmaci Santos (Republicanos) minimizou a situação. “Tarcísio não tem nada a ver com isso, mas o que ocorre é dentro da normalidade pelo momento que o país vive: em Brasília temos o julgamento do Bolsonaro e em São Paulo a indicação de um ex-ministro do Bolsonaro. Isso acirrou os ânimos da oposição, era esperado que eles travassem a votação”, disse à Folha.

    Já o deputado Antonio Donato, líder da bancada petista na casa, disse que “nesse momento decisivo da democracia brasileira, alguém que não tem convicções democráticas e agiu contra as urnas eletrônicas não pode ser conselheiro do TCE”.

    Rosário foi indicado para a vaga de Antônio Roque Citadini, que se aposentou no mês passado. É a terceira das quatro aposentadorias previstas neste mandato de Tarcísio, sendo duas vagas a serem preenchidas por indicação da Alesp e outras duas por indicação do governador.

    Os postos anteriores ficaram com o ex-deputado Marco Bertaiolli (PSD) e com o advogado Maxwell Borges. Bertaiolli foi indicado pela Alesp em 2023 em uma articulação do secretário de Governo, Gilberto Kassab (PSD), e do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, tendo sido aprovado com 62 votos a favor. Já Maxwell foi indicado no ano passado por Tarcísio a pedido do ministro André Mendonça, do STF, e aprovado por 88 deputados, incluindo votos do PT.

    Uma cadeira de conselheiro do TCE é vista como estratégica por partidos e lideranças políticas porque o seu titular fica responsável por julgar as contas do governo estadual e dos municípios paulistas, à exceção da capital, que tem as contas analisadas pelo TCM (Tribunal de Contas Municipal).

    Além disso, o cargo é acompanhado de benefícios como salários de R$ 44 mil, manutenção do posto até os 75 anos de idade e gabinetes com 33 funcionários, sendo 31 deles comissionados.

    Tarcísio patina na Assembleia em SP enquanto articula por Bolsonaro em Brasília