Autor: REDAÇÃO

  • Alexandre Correa é condenado em processo aberto por Edu Guedes

    Alexandre Correa é condenado em processo aberto por Edu Guedes

    Decisão da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou condenação do empresário que foi processado por Edu Guedes

    Nesta quinta-feira (4), a 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo confirmou que o empresário Alexandre Correa, ex-marido da apresentadora Ana Hickmann, foi condenado em um processo cível movido pelo apresentador Edu Guedes.

    De acordo com o colunista Peterson Renato, ainda cabe recurso. Porém, a decisão da Justiça é a confirmação, em outra instância, da condenação do empresário, que teria concedido entrevista falando sobre Edu Guedes e a ex-mulher Ana Hickmann.

    O apresentador Edu Guedes alegou que a entrevista concedida por Correa em um podcast atingiu sua honra, reputação e imagem, destacando que seu relacionamento com Ana Hickmann começou apenas após o término do casamento entre Correa e a apresentadora.

    Anteriormente, a defesa do empresário alegou na Justiça que não houve conduta ilícita e que suas declarações em entrevista seriam “mera exteriorização de sentimento pessoal, eivada de subjetividade”.

    Na primeira decisão, o Tribunal determinou que Correa pagasse R$ 60 mil a título de indenização por danos morais. Agora, o desembargador João Francisco Moreira Viegas manteve a condenação e ressaltou que “a utilização de linguagem chula e sexualmente explícita na gravação do empresário apenas agrava a ilicitude da conduta, que se revelou apta a causar intenso constrangimento e aviltamento à honra do Recorrido [Edu Guedes]”.

    De acordo com informações do jornal ‘Metrópoles’, além da indenização de R$ 60 mil, a Justiça determinou que cada parte arque com parte dos honorários. Edu Guedes terá que pagar 10% sobre os R$ 500 mil que havia pedido por danos materiais e perdeu. Já Alexandre Correa continuará obrigado a pagar 15% de honorários sobre o valor da condenação por danos morais.

    Alexandre Correa é condenado em processo aberto por Edu Guedes

  • PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

    PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

    Lucros do grupo eram repartidos entre quatro sócios ligados à facção, que utilizavam os codinomes Bolsonaro, Lula, Ciro e Obama, segundo representação da Polícia Federal

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Uma investigação da Polícia Federal revela que uma distribuidora de combustíveis suspeita de ser usada para lavar dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital) movimentou ao menos R$ 5 bilhões entre 2019 e 2023.

    Os lucros eram repartidos entre quatro sócios ligados à facção, que utilizavam os codinomes Bolsonaro, Lula, Ciro e Obama, segundo representação da Polícia Federal obtida pela reportagem.

    A investigação aponta que a empresa, criada em 1988 e chamada Duvale Distribuidora de Petróleo e Álcool, encontrava-se inativa e praticamente falida, sem comercializar combustíveis desde 2017. O faturamento em 2019 foi zero.

    No registro formal, os sócios eram Celso Leite Soares, detentor de 99% das cotas desde 1996, e seu irmão, com 1%.

    Entre meados de 2019 e 2020, a Duvale foi adquirida, de forma informal, por Mohamad Hussein Mourad, conhecido como Primo, e Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco.

    Eles foram alvo de mandados de prisão nas megaoperações do mês passado que mirou a infiltração do PCC na cadeia produtiva do setor de combustíveis e do mercado financeiro. Ambos estão foragidos.

    A Duvale é registrada no estado de São Paulo, mas a investigação foi aberta pela Polícia Federal no Paraná por tratar de um esquema que envolve suspeitas sobre dezenas de empresas com patrimônio multimilionário em Curitiba e região.

    Segundo a PF, Primo e Beto Louco são amplamente conhecidos por seus envolvimentos com “braços financeiros do crime organizado, notadamente a partir de fraudes no ramo de combustíveis e outros crimes correlatos”.

    A partir daí, a empresa passou a ser usada como peça central em um esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC.

    A escolha da empresa não foi casual, segundo a investigação. O histórico da Duvale no setor de distribuição de combustíveis serviria para conferir aparência de legitimidade e reduzir suspeitas sobre as futuras movimentações bilionárias.

    Essa aquisição não alterou, entretanto, o quadro societário formal nem foi comunicada aos órgãos de controle. Celso Leite Soares foi mantido como sócio de fato para integrar a distribuição de lucros.

    Documentos e conversas interceptadas revelaram que a Duvale era, de fato, controlada por quatro sócios que repartiam os lucros: Beto Louco (65%), Primo (15%), Celso Leite Soares (10%) e Daniel Dias Lopes (10%).

    Diversos relatórios encontrados comprovam a distribuição mensal dos lucros entre esses sócios ocultos, prática registrada de agosto de 2020 até o início de 2023.

    A partir de 2022, esses relatórios de custos e repasses passaram a adotar codinomes, um expediente considerado típico de organizações criminosas para confundir autoridades de investigação e fiscalização.

    No esquema sob suspeita, diz a representação da Polícia Federal, Beto Louco passou a ser identificado como “sr. Bolsonaro”. Primo era “sr. Lula”, Soares, “sr. Ciro” e Lopes, “sr. Obama”. As porcentagens de participação previamente definidas foram mantidas.

    As investigações apontam que Daniel Dias Lopes e sua esposa, Miriam Favero Lopes, eram os principais responsáveis pelas operações financeiras e de lavagem de dinheiro na Duvale.

    Soares, Lopes e sua esposa, Miriam, também foram alvos de mandado e estão foragidos.

    A distribuição dos lucros para os integrantes da organização era feita por meio de empresas de fachada, como a ML8 Serviços de Apoio Administrativo, registrada em nome de Miriam Favero Lopes.

    A empresa realizava transferências milionárias para outras firmas fictícias vinculadas aos sócios, muitas vezes sem a emissão de notas fiscais ou qualquer registro de serviços ou mercadorias.

    Lopes atuava como procurador da Duvale e é apontado pela PF como um dos principais elos entre a estrutura de lavagem montada no Paraná e facções criminosas de São Paulo.

    Ele passou a estruturar o esquema após deixar o sistema prisional, em 2017, onde cumpriu pena por tráfico de drogas.

    Os pagamentos aos sócios ocultos eram frequentemente operacionalizados por Miriam, por meio da ML8, que fazia a movimentação dos valores para as empresas de fachada ligadas a cada integrante do grupo.

    Procurados, Celso Leite Soares não respondeu ao contato. A reportagem não localizou as defesas de Mohamad Hussein Mourad, o Primo, Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, nem de Daniel e Miriam Lopes.

    PCC movimenta R$ 5 bi de distribuidora e usa codinomes Lula e Bolsonaro para sócios ocultos

  • Acusado de manipulação, Bruno Henrique é suspenso por 12 partidas pelo STJD

    Acusado de manipulação, Bruno Henrique é suspenso por 12 partidas pelo STJD

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O atacante Bruno Henrique, do Flamengo, foi condenado nesta quinta-feira (4) pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva) a uma pena de 12 partidas de suspensão e multa de R$ 60 mil, por suposta manipulação em partida do Campeonato Brasileiro para favorecer apostadores.

    O jogador foi julgado pela suspeita de ter compartilhado informação antecipada sobre o recebimento de um cartão amarelo em partida do Flamengo contra o Santos, pelo Campeonato Brasileiro de 2023, para beneficiar um esquema de apostas esportivas envolvendo amigos e familiares.

    Bruno Henrique durante partida entre Flamengo e Internacional pela Copa Libertadores, no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre Diego Vara – 20.ago.2025 Reuters Um jogador de futebol está em campo, com a mão cobrindo o rosto, demonstrando emoção. O atleta de 29 anos foi enquadrado pela Procuradoria do STJD em dois artigos do CBJD (Código Brasileiro de Justiça Desportiva): 243 e 243-A.

    O primeira fala sobre “atuar deliberadamente, de modo prejudicial à equipe que defende”. O segundo trata de “atuar, de forma contrária à ética desportiva, com o fim de influenciar o resultado de partida, prova ou equivalente”.

    No voto dos auditores do STJD, Bruno Henrique foi considerado inocente pelo artigo 243, já que não ficou comprovado que o jogador buscou deliberadamente prejudicar a equipe com o recebimento do cartão.

    No entanto, ele foi considerado culpado pela maioria dos auditores pelo artigo 243-A. “Houve efetivamente atitude que viola a ética desportiva”, afirmou o relator do caso no STJD, Alcino Guedes.

    “Gostaria de reafirmar minha inocência e que jamais cometi as infrações que estou sendo acusado”, afirmou o jogador, que acompanhou ao julgamento de mais de sete horas por videoconferência.

    O atacante ainda pode recorrer ao Pleno do STJD contra a decisão, proferida pela primeira comissão disciplinar da corte.

    “No Pleno, a pena pode ser mantida, reduzida, aumentada ou até anulada. Esse duplo grau de jurisdição é previsto justamente para garantir mais equilíbrio e justiça nas decisões”, disse Felipe Crisafulli, sócio do Ambiel Bonilha Advogados e especialista em direito desportivo.

    Em caso de nova decisão desfavorável, Bruno Henrique ainda poderá recorrer ao CAS (Tribunal Arbitral do Esporte), com sede na Suíça.

    Em novembro de 2024, o jogador foi alvo de operação da PF e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado).

    Na ocasião, policiais federais e agentes do Gaeco foram ao Ninho do Urubu, o centro de treinamento do Flamengo, em Vargem Grande, zona oeste do Rio, para cumprir mandados de busca e apreensão.

    Também foram à casa do jogador, que entregou aparelhos eletrônicos aos agentes.

    A PF localizou mensagens no celular de Wander Nunes Pinto Junior, irmão de Bruno Henrique, indicando que o atleta antecipou que receberia um cartão amarelo durante a partida contra o Santos.

    No lance, o atleta Soteldo, então no Santos, está perto da bandeirinha de escanteio e arrisca um drible sobre Bruno Henrique. O jogador rubro-negro tenta pará-lo, e o árbitro Rafael Rodrigo Klein marca falta.

    Depois do amarelo, Bruno Henrique recebeu cartão vermelho direto por reclamação. O Santos venceu por 2 a 1.

    Para a polícia, chamou atenção o trecho em que Bruno Henrique, questionado por Wander se aguentaria ficar até a data da partida sem receber um cartão, responde que não reclamaria e só receberia cartão caso “entrasse forte em alguém”.

    Diante disso, Wander responde informando que pretendia “guardar dinheiro”, supostamente para realizar a aposta fraudulenta e ainda afirma que seria um “investimento com sucesso”.

    Nos diálogos anexados pela PF no processo, de agosto de 2023, Wander pergunta se o jogador está com dois cartões no campeonato, ao que este responde “sim”. Wander segue: “Quando o pessoal mandar tomar o 3 liga nós hein kkkk”. Bruno responde: “Contra o Santos”.

    Para a PF, as conversas de WhatsApp mantidas entre o atleta e o irmão “apontam que aquele teria, de forma expressa, fornecido informações privilegiadas ao irmão a respeito do recebimento de cartão na partida sob investigação”.

    A possível manipulação no jogo contra o Santos foi apurada a partir de um relatório da Ibia (International Betting Integrity Association) e da Sportradar, que fazem análises de risco do mercado de apostas. A suspeita foi levada à CBF (Confederação Brasileira de Futebol) e ao Ministério da Fazenda.

    Comunicações similares de três operadoras de apostas concorrentes reforçaram as suspeitas de manipulação de mercado de cartões, ou “spot-fixing”, segundo o inquérito da PF.

    Na Justiça comum, o atacante e seu irmão se tornaram réus em julho, após a Justiça do Distrito Federal ter aceitado denúncia apresentada pelo Ministério Público por fraude esportiva. Caso seja condenado, o atacante poderá pegar uma pena de até seis anos de reclusão. Ainda não há data para o julgamento.

    Ao longo das investigações, Bruno Henrique seguiu atuando normalmente pelo Flamengo, onde está desde janeiro de 2019.

    Pelo clube, conquistou duas edições da Copa Libertadores (2019 e 2022) e do Campeonato Brasileiro (2019 e 2020), além de cinco títulos do Campeonato Carioca.

    Acusado de manipulação, Bruno Henrique é suspenso por 12 partidas pelo STJD

  • MrBeast está considerando entrar no mundo das aporadoras de telefone

    MrBeast está considerando entrar no mundo das aporadoras de telefone

    O youtuber MrBeast conta com mais de 430 milhões de inscritos no YouTube e está, aparentemente, considerando entrar em novas áreas de negócio, como smartphones, uma ‘fintech’ e também videogames

    O youtuber Jimmy Donaldson – mais conhecido como MrBeast e que conta com mais de 430 milhões de subscritores no YouTube – está considerando avançar com o seu próprio serviço de smarphones, conta o Business Insider.

    A publicação diz ter tido acesso a um documento de apresentação aos investidores do início de 2025 e que revela alguns dos planos que a empresa de Donaldson – a Beast Industries – tem para diversificar a marca MrBeast.

    Acredita-se que o youtuber poderá lançar a sua própria rede móvel virtual em colaboração com operadoras de telecomunicações norte-americanas como a T-Mobile, a Verizon ou a AT&T. A publicação destaca que o projeto pode até seguir os mesmos moldes da Mint Mobile de Ryan Reynolds, que posteriormente foi vendida à T-Mobile por 1,35 bilhões de dólares (1,16 mil milhões de euros).

    A entrada no mundo das redes móveis virtuais não deverá ser a única aposta de MrBeast e da sua Beast Industries. O documento que o Business Insider teve acesso também coloca em hipótese a entrada da empresa no mundo da ‘fintech’ (tecnologia financeira) e dos videofames.

    MrBeast está considerando entrar no mundo das aporadoras de telefone

  • Motta diz que Tarcísio 'tem interesse' em anistia, mas que não há definição sobre o tema

    Motta diz que Tarcísio 'tem interesse' em anistia, mas que não há definição sobre o tema

    Motta e Tarcísio se reuniram em Brasília, na quarta-feira (3), para tratar da anistia, proposta que é encampada pelo governador, pelos bolsonaristas e por dirigentes do centrão para livrar da prisão o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quinta-feira (4), após se encontrar com Tarcísio de Freitas (Republicanos), que não há uma definição sobre o avanço da anistia aos condenados por golpismo, tema que o governador de São Paulo tem defendido com ênfase nas últimas semanas.

    “Nós estamos muito tranquilos com relação à discussão dessa pauta, não há ainda nenhuma definição. Nós estamos sempre ouvindo o colégio de líderes [partidários]”, disse Motta.

    Motta e Tarcísio se reuniram em Brasília, na quarta-feira (3), para tratar da anistia, proposta que é encampada pelo governador, pelos bolsonaristas e por dirigentes do centrão para livrar da prisão o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está sendo julgado nesta e na próxima semana no STF (Supremo Tribunal Federal).

    “O governador é um querido amigo, é do nosso partido, nós temos dialogado sempre, não tem nenhuma novidade com relação a isso. O governador tem um interesse em que se paute a anistia, isso é público. E nós estamos ouvindo a todos. Estamos ouvindo os líderes que têm interesse [na anistia] e aqueles também que não têm interesse”, completou.

    O encontro foi mediado pelo presidente do Republicanos, deputado Marcos Pereira (SP), e pelo presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), que também são favoráveis à anistia.

    Em seguida, Tarcísio voltou para São Paulo, onde se encontrou, no Palácio dos Bandeirantes, com o pastor Silas Malafaia e o líder do PL, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ). O tema da conversa foi a anistia e os protestos bolsonaristas do 7 de Setembro.

    “O apoio do Tarcísio é muito importante, porque trouxe o Republicanos”, disse Sóstenes.

    O líder do PL também deve se encontrar com Motta, nesta quinta, para tratar da anistia. A expectativa de Sóstenes é a de que o presidente da Câmara discuta um cronograma para a votação.

    Mesmo entre os bolsonaristas, porém, a avaliação é a de que Motta não deve levar a medida ao plenário durante o julgamento de Bolsonaro, que deve terminar no próximo dia 12.

    Como mostrou a Folha, Tarcísio esteve em Brasília em campanha pela anistia durante os dois primeiros dias do julgamento de Bolsonaro. A partir da articulação do governador, o Republicanos passou a cobrar a anistia publicamente e se juntou a outros partidos do centrão (PL, PP, União Brasil e parte do PSD) que defendem que o tema seja pautado na Câmara.

    Motta, que vinha resistindo a pautar a anistia, admitiu, nesta terça (2), que o tema pode ser levado à plenário. Líderes da esquerda e da direita afirmam que aumentou a pressão sobre o presidente da Câmara e que o clima na Casa mudou.

    “Os líderes estão cobrando, estamos avaliando, vamos conversar mais. […] Aumentou o número de líderes pedindo”, disse na terça.

    Enquanto o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), afirmou à Folha que defende um texto que apenas reduza penas de condenados pelo 8 de Janeiro, sem inclusão do andar de cima, líderes do centrão e da oposição dizem não ver apoio a essa ideia nem no Senado -e calculam ter votos suficientes para aprovar um amplo perdão a todos os envolvidos.

    Nesta quinta, Sóstenes voltou a afirmar que a única anistia que contempla o PL é a que inclui Bolsonaro e que não apoia a proposta de Alcolumbre.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o interesse do centrão é anistiar Bolsonaro, mas mantendo a inelegibilidade do ex-presidente por condenações na Justiça Eleitoral, o que sacramentaria a candidatura presidencial de Tarcísio, já ungida pelo bloco.

    A atuação do centrão e de Tarcísio pela anistia vem em resposta a críticas dos filhos de Bolsonaro de que esses políticos estariam disputando seu espólio eleitoral sem um verdadeiro empenho em tirá-lo da prisão. O gesto, portanto, seria necessário para viabilizar a candidatura de Tarcísio, que precisa do aval do ex-presidente.

    Em ala do STF e no governo Lula (PT), a avaliação é a de que o caldo da anistia engrossou, e que Tarcísio busca chancelar de vez a candidatura presidencial amarrando o centrão a ele e dando uma resposta a bolsonaristas críticos ao seu nome.

    Motta diz que Tarcísio 'tem interesse' em anistia, mas que não há definição sobre o tema

  • Maria de Fátima e Ana Clara aparecem em clima de intimidade em gravações de 'Vale Tudo'

    Maria de Fátima e Ana Clara aparecem em clima de intimidade em gravações de 'Vale Tudo'

    Aliança entre personagens pode mudar os rumos da rivalidade com Odete Roitman; cena chamou atenção ao mostrar as duas se aproximando em praia de São Conrado

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – As gravações do remake de “Vale Tudo” seguem movimentando as praias do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (4), cenas entre Maria de Fátima (Bella Campos) e Ana Clara (Samantha Jones) chamaram atenção ao mostrar as duas em clima de intimidade na areia, sugerindo uma aliança inesperada que promete virar a trama contra Odete Roitman (Débora Bloch).

    A aproximação das personagens marca um novo capítulo na novela de Manuela Dias, que atualiza a clássica história exibida em 1988. Diferente da versão original, Ana Clara é uma criação inédita para o remake. Na trama, a jovem se dedica a cuidar de Leonardo (Guilherme Magon), irmão gêmeo de Heleninha (Paolla Oliveira), que para o resto da família foi dado como morto após um acidente de carro.

    O segredo sobre a sobrevivência de Leonardo é mantido por Odete Roitman, que, aos poucos, começa a ser desafiada. Maria de Fátima já havia descoberto a verdade e passou a chantagear a vilã, reforçando seu lado calculista. Agora, a união com Ana Clara sugere que Odete encontrará ainda mais obstáculos no caminho.

    Nos capítulos exibidos nesta semana, o público pôde ver um lado raro da poderosa empresária: em uma cena emocionante, Odete aparece fragilizada ao consolar Leonardo durante uma crise, sendo reconhecida por ele em um momento que promete ter desdobramentos importantes.

    Além disso, Leonardo deve ganhar ainda mais destaque no enredo. Ele será peça-chave para salvar a vida de Afonso Roitman (Humberto Carrão), que luta contra um câncer e precisa de um transplante de medula óssea. Esse elo entre os personagens abre espaço para novos conflitos familiares e pode mudar completamente o destino da poderosa família Roitman.

    Maria de Fátima e Ana Clara aparecem em clima de intimidade em gravações de 'Vale Tudo'

  • BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

    BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

    O BC estuda limitar o acesso ao Pix de instituições que utilizam as chamadas PSTIs (Provedoras de Serviços de Tecnologia da Informação) para conexão à infraestrutura

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central prepara um pacote de medidas visando reforçar a segurança do sistema financeiro nacional após uma sequência de ataques cibernéticos e fechar brechas que permitiram a infiltração do crime organizado na economia.

    Preocupado com os recentes ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos, o BC estuda limitar o acesso ao Pix de instituições que utilizam as chamadas PSTIs (Provedoras de Serviços de Tecnologia da Informação) para conexão à infraestrutura.

    A autoridade monetária promete mais rigor com relação ao limite de valor das transações via Pix. A ideia é reduzir o montante de cada operação para um nível que não inviabilize 99% das transações, mas facilite a identificação de golpes pela multiplicidade de operações.

    Atualmente, não entra no escopo de regulação do BC a forma como as instituições sem infraestrutura de conectividade contratam e se relacionam com as empresas prestadoras de serviços de tecnologia.

    A fragilidade dessa relação ficou mais evidente para a autoridade monetária com os ataques cibernéticos envolvendo as empresas C&M Software e Sinqia -o desvio somado nos dois episódios é de cerca de R$ 1,5 bilhão.

    Segundo relato feito à Folha de S.Paulo, em ambos os casos, as instituições deram acesso direto para as prestadoras de serviços de tecnologia às contas mantidas por elas no Banco Central. Esse “atalho” de credenciais deixou o sistema mais vulnerável.

    Hoje, não é proibido que a instituição dê a “chave do cofre” para sua empresa parceira, o que abre brechas na segurança do sistema financeiro. Com as novas medidas, a autoridade monetária busca coibir esse tipo de prática.

    O Banco Central estuda também limitar o acesso ao Pix de instituições que ainda não possuem autorização de funcionamento, inclusive daquelas que estão com processo de autorização em andamento.

    Nesse contexto, o BC prevê antecipar o cronograma de inclusão das instituições de pagamento em seu arcabouço regulatório para o ano que vem. Segundo a norma atual, o escalonamento só termina em 31 de março de 2029, com o montante que baliza o escopo das operações sendo reduzido ano a ano.

    Para 2026, por exemplo, as regras atuais determinam que a instituição de pagamento deve solicitar autorização ao Banco Central para funcionar se alcançar movimentações financeiras superiores a R$ 200 milhões em transações de pagamento ou R$ 20 milhões em recursos mantidos em conta de pagamento pré-paga.

    A entrada mais célere, contudo, é vista com preocupação por membros da área técnica, que temem que a medida provoque efeito contrário ao desejado na segurança do sistema. Os recentes acontecimentos trouxeram mais pressão ao BC pelo aperto nas regras.

    A regulamentação das contas-bolsão também está no radar do Banco Central depois que investigações mostraram que facções criminosas se aproveitaram desse instrumento usado por fintechs para ocultação de bens, lavagem de dinheiro e evasão fiscal.

    Contas-bolsão são contas correntes abertas por fintechs de pequeno porte, que não têm acesso ao sistema brasileiro de pagamentos, em bancos tradicionais e outras instituições de pagamento.

    Essas contas reúnem simultaneamente o dinheiro de vários clientes da fintech. Ao movimentar o dinheiro de um desses clientes, a fintech utiliza a conta-bolsão registrada no próprio CNPJ, o que dificulta o rastreio da origem do dinheiro.

    Nesta quarta (3), o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, afirmou que o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) “não está dando conta” de rastrear a movimentação de dinheiro sujo por meio das contas-bolsão utilizadas por fintechs.

    A autoridade monetária avalia se há algum caso que necessite a utilização de uma conta-bolsão ou se esse instrumento pode deixar de existir.

    O BC discute ainda como disciplinar a prestação de serviços no modelo BaaS (Banking as a Service) a partir de regras que assegurem “segurança, solidez e prevenção e mitigação de riscos ao sistema financeiro”, conforme trecho de consulta pública aberta no ano passado.

    Em abril, o diretor de Regulação do BC, Gilneu Vivan, disse que havia previsão de concluir o trabalho sobre o tema neste ano e que seria desenhado um processo de ajuste para que os contratos já existentes pudessem se adaptar à nova normativa.

    BC estuda limitar acesso a Pix de instituições após ataque hacker e infiltração do crime

  • Independiente é eliminado da Copa Sul-Americana por causa de briga de torcidas

    Independiente é eliminado da Copa Sul-Americana por causa de briga de torcidas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Conmebol (Confederação Sul-Americana de Futebol) anunciou nesta quinta-feira (4) uma firme punição para o Independiente, da Argentina, cujos torcedores se envolveram em briga com torcedores da Universidad de Chile, do Chile, no último dia 20, em Avellaneda, em partida válida pela Copa Sul-Americana.

    O clube argentino foi eliminado da competição e condenado a pagar US$ 250 mil (R$ 1,36 milhão) pela infração de diferentes artigos do regulamento da confederação. A equipe terá ainda de disputar seus próximos sete jogos como mandante em competições internacionais sem público no estádio. Nos próximos sete como visitantes, não poderá levar seus torcedores.

    A Universidad de Chile, com a decisão, avançou às quartas de final, porém teve também punições. A agremiação de Santiago terá o mesmo impedimento do Independiente sobre a presença de seus torcedores em suas próximas 14 partidas internacionais -sete em casa, sete fora. E pagará um total de US$ 270 mil (R$ 1,47 milhão) em multas.

    As punições foram a resposta da Conmebol ao episódio registrado no estádio Libertadores de America, há duas semanas. Na ocasião, 19 pessoas ficaram feridas e mais de cem chegaram a ser detidas. A Justiça argentina, posteriormente, acabou liberando os 104 chilenos que haviam sido presos.

    Os gols da vitória por 3 a 0 foram marcados por Estêvão, Paquetá e Bruno Guimarães; a seleção volta a campo nesta terça-feira, às 20h30, quando visita a Bolívia, em El Alto, para fechar as Eliminatórias

    Folhapress | 05:00 – 05/09/2025

    Independiente é eliminado da Copa Sul-Americana por causa de briga de torcidas

  • Empresa de IA de Elon Musk, a xAI, perde mais um 'peso pesado'

    Empresa de IA de Elon Musk, a xAI, perde mais um 'peso pesado'

    A xAI de Elon Musk ficou sem o seu CFO, Mike Liberatore. O ex-executivo do Airbnb chegou à empresa em abril e teria decidido abandonar o cargo no final do mês de julho

    O CFO da xAI, Mike Liberatore, é o mais recente ‘peso pesado’ a abandonar a empresa de Inteligência Artificial de Elon Musk, revelou o The Wall Street Journal.

    O ex-executivo da Airbnb chegou à xAI em abril mas, de acordo com a publicação norte-americana, abandonou a empresa no último mês de julho. De momento não se sabe o motivo que teria levado à saída de Liberatore, mas é a mais recente saída com grande repercussão da xAI.

    Vale lembrar que, em agosto, o cofundador da xAI, Igor Babuschkin, anunciou que estava de saída da empresa para fundar a sua própria empresa de capital de risco. Mesmo que a decisão tenha tido efeitos imediatos, Babuschkin deixou boas palavras sobre Musk e afirmou até ter aprendido “duas lições inestimáveis” com o magnata multimilionário.

    “Aprendi duas lições inestimáveis com o Elon [Musk]: #1 Não tenha medo de arregaçar as mangas e investigar pessoalmente os problemas técnicos, #2 Tenha um sentido de urgência maníaco”, explicou Babuschkin na altura.

    Musk processou Apple e OpenAI

    A saída de Liberatore surge pouco depois de Musk ter decidido avançar com um processo contra a Apple e a OpenAI (ChatGPT) no qual envolveu não só a xAI como também a rede social X.

    Na queixa apresentada hoje em um tribunal federal do Texas, nos EUA, as empresas do bilionário alegam que o fabricante do iPhone e o dono do ChatGPT concordaram em integrar o assistente de IA nos smartphones da Apple, bloqueando rivais como o Grok, o assistente de IA da xAI.

    “Esta é a história de dois monopólios que unem forças para garantir o seu domínio contínuo em um mundo agora impulsionado pela tecnologia mais poderosa já criada pela humanidade: a inteligência artificial”, afirma a queixa.

    A X e a xAI afirmam que a Apple detém 65% do mercado de smartphones nos Estados Unidos, enquanto a OpenAI controla pelo menos 80% do mercado de assistentes de IA generativa, graças ao ChatGPT.

    A Apple e a OpenAI anunciaram a sua parceria em junho de 2024, integrando o assistente de IA em algumas funcionalidades do iPhone, como o seu assistente de voz Siri.

    De acordo com a queixa, este acordo daria ao ChatGPT acesso exclusivo a “milhares de milhões de pedidos de usuários” provenientes de centenas de milhões de dispositivos.

    Musk também acusa a Apple de manipular a classificação da App Store para favorecer o ChatGPT, enquanto atrasa a aprovação das atualizações do aplicativo Grok.

    A sua empresa reclama vários bilhões de dólares em danos e juros, bem como uma uma ordem formal permanente para pôr fim às alegadas práticas anticoncorrenciais. Além disso, solicita um julgamento perante um júri.

    Esta nova queixa corresponde bem ao comportamento recorrente do Sr. Musk, caracterizado pelo assédio”, reagiu um porta-voz da OpenAI.

    A Apple não respondeu ainda a um pedido de comentário da agência AFP.

    Musk já havia criticado a OpenAI no ano passado, acusando-a de quebra de contrato por colocar os interesses comerciais à frente de uma suposta missão original de usar a IA de forma altruísta, mas foi a aliança da OpenAI com a Apple para integrar os seus ‘chatbots’ em todos os produtos da Apple (telefones, tablets e computadores) que fez com que essa rivalidade se intensificasse.

    Paralelamente, Musk tentou aproximar-se de Mark Zuckerberg, o fundador da Meta, para fazerem juntos uma oferta de 97,4 bilhões de dólares para adquirir a OpenAI no início deste ano, de acordo com documentos judiciais publicados na quarta-feira passada, mas essa iniciativa não se concretizou.

    Uma possível união entre os dois titãs da tecnologia é surpreendente, já que publicamente os dois magnatas se enfrentaram nas redes sociais, especialmente desde que Musk adquiriu o Twitter, rede social que concorre diretamente com o Facebook e o Instagram, plataformas que fazem parte da Meta.

    Empresa de IA de Elon Musk, a xAI, perde mais um 'peso pesado'

  • Protagonista de Malhação abandona atuação para se tornar pastora evangélica

    Protagonista de Malhação abandona atuação para se tornar pastora evangélica

    Bruna Hamú foi protagonista de “Malhação: Sonhos” (2014) e também fez “A Dona do Pedaço” (2019) na TV Globo

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Bruna Hamú, protagonista de “Malhação: Sonhos” (2014), deixou a carreira artística para se dedicar ao trabalho como pastora evangélica. Segundo declarou em entrevista em 2023, sua decisão foi motivada pelo fato de que seus valores religiosos já não se alinhavam com o conteúdo de novelas, filmes e séries.

    Atualmente em Campinas, Bruna integra a Zion Church, onde atua como líder do ministério de jovens Vox ao lado do marido. Seu último papel na televisão foi em “A Dona do Pedaço” (2019).

    Desde 2020, ela é casada com o pastor Leonardo Feltrim. O casal espera o segundo filho juntos, que será o terceiro de Bruna -que já é mãe de um menino fruto de seu relacionamento com o empresário Diego Moregola.

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