Autor: REDAÇÃO

  • Lucas Moura passa por cirurgia após romper tendão de Aquiles

    Lucas Moura passa por cirurgia após romper tendão de Aquiles

    VALENTIN FURLAN
    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Lucas Moura passou por cirurgia na manhã desta segunda-feira (04) após romper o tendão calcâneo da perna direita, lesão sofrida na partida contra o Bahia, pelo Campeonato Brasileiro. O São Paulo publicou uma nota.

    O procedimento confirma o pior cenário já tratado internamente nas últimas horas. Como o UOL mostrou, havia grande preocupação no São Paulo com a possibilidade de uma ruptura completa, o que deve tirar o camisa 7 da temporada.

    À reportagem, interlocutores do São Paulo estipulam um prazo de seis a oito meses fora dos gramados.

    A lesão ocorreu justamente no momento em que o jogador retomava a sequência após fraturas em duas costelas. Ele entrou no segundo tempo contra o Bahia, mas deixou o campo minutos depois, com um torção no tornozelo direito.

    O problema também impacta diretamente o planejamento fora de campo. Lucas tem contrato até dezembro, e clube e staff planejavam utilizar a pausa para a Copa do Mundo, no fim de maio, como janela para avançar nas conversas por renovação — que estavam em estágio inicial.

    Agora, o cenário é de indefinição. A gravidade da lesão interrompe o processo e coloca em dúvida o futuro do meia-atacante no clube.

    LEIA A NOTA DO CLUBE

    “O meia-atacante Lucas passou por cirurgia na manhã desta segunda-feira (04), no Einstein Hospital Israelita, para correção de ruptura completa do tendão calcâneo da perna direita.

    O procedimento conduzido pela equipe do Dr. Moisés Cohen foi bem sucedido e o atleta deverá ter alta hospitalar nesta terça-feira (05), permanecendo em repouso domiciliar nos primeiros dias de reabilitação antes de iniciar a fisioterapia no clube.

    Lucas sofreu a lesão durante a partida contra o Bahia, disputada na tarde de domingo (03), no estádio Cícero de Souza Marques, pelo Campeonato Brasileiro.”

    Lucas Moura passa por cirurgia após romper tendão de Aquiles

  • Pai de Shakira teve um AVC horas antes do show da cantora em Copacabana

    Pai de Shakira teve um AVC horas antes do show da cantora em Copacabana

    O megashow de Shakira no Todo Mundo no Rio teve um atraso de um pouco mais de uma hora e, segundo a revista, estaria relacionado as notícias sobre a saúde do pai da cantora.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Horas antes de subir ao palco de Copacabana no sábado (2), o pai de Shakira, William Mebarak, sofreu um AVC e precisou ser internado em uma UTI em Bogotá, Colômbia. As informações foram divulgadas pela revista Hola!.

    Shakira se apresenta durante um show gratuito na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, Brasil Pablo Porciuncula AFP Cantora de cabelos longos e ondulados usa vestido verde estampado e óculos escuros, com braços abertos segurando microfone, diante de fundo desfocado colorido. Imagem pequena ** Mebarak, de 94 anos, já foi transferido para um quarto comum, mas continua em observação.

    O megashow de Shakira no Todo Mundo no Rio teve um atraso de um pouco mais de uma hora e, segundo a revista, estaria relacionado as notícias sobre a saúde do pai da cantora. Mesmo assim, Shakira subiu ao palco e se apresentou para uma multidão de aproximadamente 2 milhões de pessoas.

    Nesta segunda-feira (04), a cantora fez uma postagem sobre o show em rede social e escreveu na legenda que “Mesmo que o dia tenha sido difícil para muitos de nós, fomos celebrar a vida do jeito que ela é, com seus acertos e imperfeições. A beleza de Copacabana nos faz lembrar o que realmente importa e o segredo é estar presente, valorizar o que está diante dos nossos olhos. Contemplar o mar, a praia, a montanha, sentir o sol na pele, a brisa. Porque é disso que somos feitos”,

    Pai de Shakira teve um AVC horas antes do show da cantora em Copacabana

  • Cameron Diaz e Benji Madden anunciam nascimento do terceiro filho

    Cameron Diaz e Benji Madden anunciam nascimento do terceiro filho

    O integrante da banda Good Charlotte compartilhou a notícia com uma ilustração de um navio pirata acompanhada do significado do nome do bebê. “Cameron e eu estamos felizes, animados e se sentindo abençoados de anunciar o nascimento do nosso terceiro filho, Nautas Madden”, escreveu na legenda. O cantor também afirmou que a família vive um momento de gratidão e que as crianças estão saudáveis e felizes.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz Cameron Diaz e o músico Benji Madden anunciaram o nascimento do terceiro filho, um menino chamado Nautas. A novidade foi divulgada nesta segunda-feira (4) por Madden, em uma publicação no Instagram.

    O integrante da banda Good Charlotte compartilhou a notícia com uma ilustração de um navio pirata acompanhada do significado do nome do bebê. “Cameron e eu estamos felizes, animados e se sentindo abençoados de anunciar o nascimento do nosso terceiro filho, Nautas Madden”, escreveu na legenda. O cantor também afirmou que a família vive um momento de gratidão e que as crianças estão saudáveis e felizes.

    Conhecidos por manter a vida pessoal longe dos holofotes, Diaz e Madden não divulgaram imagens dos filhos, prática que já haviam adotado anteriormente. Os dois também são pais de Raddix, de 6 anos, e Cardinal, de 2.

    Cameron Diaz e Benji Madden anunciam nascimento do terceiro filho

  • Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

    Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

    Os disparos efetuados hoje pela marinha iraniana, incluindo de mísseis de cruzeiro, contra navios militares norte-americanos no estreito de Ormuz foram de advertência, informou a televisão estatal, citando um comunicado militar.

    Uma vez que os navios americano-sionistas [norte-americanos e israelenses] ignoraram nosso alerta inicial, a Marinha (…) lançou mísseis de cruzeiro, foguetes e drones de combate em sua direção”, afirmou a mesma fonte, citada pela agência France-Presse (AFP).

    O Irã havia alertado que atacaria as forças dos Estados Unidos caso se aproximassem do estreito estratégico.

    O aviso de Teerã ocorreu após o anúncio, no domingo, do presidente norte-americano, Donald Trump, da iniciativa “Project Freedom” (Projeto Liberdade), destinada a ajudar centenas de navios retidos há dois meses no Golfo Pérsico.

    O Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos negou a informação inicial das forças iranianas sobre disparos contra navios norte-americanos quando tentavam se aproximar do Estreito de Ormuz.

    “Nenhum navio norte-americano foi atingido. As forças dos Estados Unidos continuam a apoiar a operação ‘Project Freedom’ e o bloqueio naval dos portos iranianos”, informou o Comando Central, responsável pelas operações militares no Oriente Médio, citado pela agência espanhola EFE.

    Ao anunciar a iniciativa no domingo, Trump esclareceu que o objetivo é conduzir navios mercantes pelo estreito, mas sem incluir uma escolta militar formal das embarcações.

    Trump afirmou que qualquer interferência na operação destinada a permitir o trânsito de navios retidos no Golfo Pérsico devido à guerra seria “respondida com força”.

    Após a negativa do comando norte-americano, as forças armadas do Irã afirmaram que a Marinha realizou disparos de advertência porque os destróieres ignoraram avisos por rádio sobre o “risco de violação do cessar-fogo”.

    O Exército iraniano declarou que a operação desta segunda-feira teve como objetivo impedir qualquer tentativa de navegação no estreito que não seja coordenada com Teerã, em um momento em que Washington tenta reabrir a via marítima para a passagem de navios comerciais.

    Os Estados Unidos e Israel lançaram, em 28 de fevereiro, uma ofensiva militar contra o Irã, que respondeu com ataques contra países da região.

    A guerra já causou milhares de mortes, principalmente no Irã e no Líbano, além de provocar uma crise nos preços do petróleo, após Teerã bloquear o estreito por onde passa cerca de um quinto do abastecimento dos mercados internacionais.

    O Irã e os Estados Unidos concordaram com um cessar-fogo que entrou em vigor em 8 de abril para tentar negociar o fim da guerra, mas sem sucesso até o momento.

    Disparos contra navios dos Estados Unidos foram "de advertência"

  • Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

    Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

    A Guarda Revolucionária do Irã negou hoje que qualquer navio mercante tenha transitado pelo estreito de Ormuz nas últimas horas, contrariando informações do Comando Central das Forças Armadas dos Estados Unidos.

    Em comunicado divulgado por meio do canal oficial no aplicativo Telegram, o exército ideológico da República Islâmica classificou como “infundadas e completamente falsas” as alegações dos Estados Unidos sobre a passagem de navios comerciais nessa rota estratégica.

    A reação ocorre após o Comando Central dos Estados Unidos (CENTCOM) anunciar que dois navios mercantes com bandeira norte-americana haviam transitado “com sucesso” pelo estreito, com apoio de meios militares no âmbito da operação “Projeto Liberdade”.

    Segundo Washington, a operação “Projeto Liberdade” tem como objetivo garantir a passagem segura de embarcações comerciais afetadas pelo bloqueio imposto pelo Irã, em uma via por onde circula cerca de 20% do petróleo mundial.

    O CENTCOM informou que a iniciativa envolve destróieres, mais de 100 aeronaves, drones e cerca de 15 mil militares, embora não tenha detalhado as condições específicas da travessia anunciada.

    A Guarda Revolucionária rejeitou essa versão, insistindo que não houve qualquer trânsito recente de navios comerciais no estreito.

    As declarações refletem o agravamento da disputa de informações e contra-informações entre Teerã e Washington, em um contexto de forte tensão militar e de bloqueio parcial do tráfego marítimo no Golfo Pérsico.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no domingo a operação “Projeto Liberdade”, apresentada como uma missão para assegurar a circulação de navios e apoiar tripulações retidas na região.

    Autoridades norte-americanas acusam o Irã de tentar restringir a liberdade de navegação, enquanto Teerã afirma estar preparado para responder a qualquer presença militar estrangeira no estreito.

    Fontes militares iranianas citadas por meios de comunicação estatais destacaram que o país “está totalmente preparado para qualquer cenário”, reiterando sua posição de controle sobre a via marítima.

    Irã nega passagem de navios no estreito de Ormuz e contradiz EUA

  • Balanço do STF aponta que 190 pessoas estão presas pelo 8 de Janeiro e pela tentativa de golpe

    Balanço do STF aponta que 190 pessoas estão presas pelo 8 de Janeiro e pela tentativa de golpe

    Segundo relatório do gabinete de Alexandre de Moraes, 111 seguem em regime fechado; 177 investigações ainda estão em andamento e 144 foram arquivadas

    O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou na última quarta-feira, 29, um relatório atualizado sobre as ações relacionadas ao ataque às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 e à tentativa de golpe. Das 1.402 pessoas condenadas, 190 permanecem presas: 111 estão em regime fechado, 55 em prisão domiciliar e três em regime semiaberto.

    De acordo com o gabinete do ministro Alexandre de Moraes, dos 1.402, 29 integram os núcleos principais da trama golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro; 402 respondem por crimes graves; e 419 por crimes de menor gravidade. Outros 552 casos foram resolvidos com acordos de não persecução penal (ANPPs), em que o caso é encerrado mediante confissão dos investigados e cumprimento alternativo de penas.

    O balanço aponta ainda 177 investigações em andamento, 67 denúncias em fase de recebimento e 144 arquivamentos por ausência de justa causa.

    Todas as ações penais efetivamente abertas em decorrência dos atos antidemocráticos já tiveram sentença proferida. São casos em que as investigações levaram à apresentação de denúncia pela Procuradoria-Geral da República (PGR), posteriormente aceita pelo STF, que seguiu com a abertura de processo criminal.

    Das 1.402 pessoas responsabilizadas, 431 condenados cumprem penas privativas de liberdade, acompanhadas de multa e indenização por danos morais coletivos em valor total de R$ 30 milhões. Outros 419 estão submetidos a penas restritivas de direitos, como prestação de serviços à comunidade, multas e indenizações. Os 552 acordos de não persecução penal firmados, que correspondem a 39,4% do total de casos, também preveem medidas alternativas como prestação de serviços e pagamento de multa.

    O relatório detalha que o julgamento dos 31 réus da trama golpista ouviu 154 testemunhas; oito de acusação e 146 de defesa, e realizou 21 sessões entre os meses de setembro e dezembro do ano passado. Dois deles foram absolvidos e 29 condenados.

    Com a derrubada pelo Congresso Nacional do veto ao PL da Dosimetria na última semana, os condenados pelos atos do 8 de Janeiro e pela tentativa de golpe de Estado não são beneficiados imediatamente. As defesas podem entrar com pedido para que haja um novo cálculo da pena seguindo as novas regras, o que já vem sendo feito.

    O ex-presidente Jair Bolsonaro, por exemplo, foi condenado a 27 anos e três meses por tentativa de golpe, com cerca de seis anos em regime fechado. Com a dosimetria, ele pode ter a pena reduzida para 20 anos, com diminuição do tempo de regime fechado para dois anos e quatro meses.

    Balanço do STF aponta que 190 pessoas estão presas pelo 8 de Janeiro e pela tentativa de golpe

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  • Atriz zomba de críticas sobre sua aparência: "Não estou morta"

    Atriz zomba de críticas sobre sua aparência: "Não estou morta"

    A repercussão aumentou quando uma crítica específica comparou a artista ao personagem Gollum, da trilogia O Senhor dos Anéis. Diante disso, Olivia decidiu responder de forma direta, utilizando seus stories no Instagram. No vídeo publicado, ela aparece ao lado do irmão mais novo, Charlie Cockburn, a quem atribuiu, em tom de brincadeira, parte das provocações recebidas.

    A atriz Olivia Wilde voltou a chamar atenção nas redes sociais após uma aparição no Festival Internacional de Cinema de São Francisco, nos Estados Unidos. Na ocasião, comentários sobre sua aparência ganharam força, levantando debates entre internautas sobre uma suposta mudança física.

    A repercussão aumentou quando uma crítica específica comparou a artista ao personagem Gollum, da trilogia O Senhor dos Anéis. Diante disso, Olivia decidiu responder de forma direta, utilizando seus stories no Instagram. No vídeo publicado, ela aparece ao lado do irmão mais novo, Charlie Cockburn, a quem atribuiu, em tom de brincadeira, parte das provocações recebidas.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Getty Images  

    “Olivia Wilde, você gostaria de comentar os rumores recentes de que você é um cadáver ressuscitado?”, diz o irmão durante a gravação. A atriz, que aparece enrolada em cobertas e vestindo moletom com capuz e boné para se proteger do frio, reage com bom humor e cai na risada diante da provocação.

    “Só o seu irmãozinho para te zoar tanto. Não sei por que eu estava tão perto da câmera; não precisava”, comentou ela, rindo da situação. Em seguida, ainda interagindo com o irmão, perguntou: “Vocês têm mais alguma pergunta?”. Fora do enquadramento, ele continua rindo. Por fim, Olivia encerra de forma direta: “Eu não estou morta”.

    Antes disso, a atriz já vinha recebendo mensagens de apoio de fãs, após críticas ao seu visual. Alguns internautas apontaram que ela parecia abatida e com um olhar distante. Comentários nas redes chegaram a comparar sua aparência com a de outras celebridades. “Primeiro, Angelina Jolie apareceu parecendo um fantasma de si mesma, e agora Olivia Wilde parece que exagerou no GLP-1. O que está acontecendo com essas atrizes?”, escreveu um usuário na plataforma X. Outro questionou: “Que diabos está acontecendo em Hollywood ultimamente?”.

    Na ocasião em que surgiram os comentários, Olivia participava da divulgação de seu novo projeto como diretora, o filme The Invite. A produção também conta com sua atuação e reúne nomes como Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton. O longa tem estreia prevista para junho nos cinemas.

    Atriz zomba de críticas sobre sua aparência: "Não estou morta"

  • Embraer assina contrato de venda de aeronaves para Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos

    Embraer assina contrato de venda de aeronaves para Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos

    Segundo a Embraer, este é o maior pedido internacional de um único país para o C-390 Millennium e o primeiro no Oriente Médio

    A Embraer assinou um contrato com o Tawazun Council for Defence Enablement, dos Emirados Árabes Unidos (EAU), para a venda de 10 aeronaves C-390 Millennium e 10 opções de compra. O valor não foi informado. Segundo a Embraer, este é o maior pedido internacional de um único país para o C-390 Millennium e o primeiro no Oriente Médio.

    Em nota, a Embraer destaca que, após um extenso processo de análise e avaliação – incluindo uma abrangente campanha de testes no ambiente operacional dos EAU -, a Força Aérea e Defesa Aérea selecionou o C-390 Millennium como a aeronave mais adequada para atender aos requisitos de missão, otimizando, ao mesmo tempo, a eficiência operacional e os custos do ciclo de vida.

    O objetivo, segundo a fabricante brasileira, é fortalecer as capacidades operacionais de transporte militar do país em colaboração com uma empresa de defesa local.

    Em nota, a Embraer destaca que serviços de Manutenção, Reparo e Revisão (MRO), juntamente com serviços de suporte pós-venda para a frota de C-390 Millennium, serão desenvolvidos em colaboração com uma empresa nacional.

    O Tawazun Council for Defence Enablement é a entidade nacional responsável por fomentar e regular o ecossistema industrial de defesa e segurança dos Emirados Árabes Unidos. O Conselho estabelece as estruturas e condições necessárias para apoiar o desenvolvimento do setor, abrangendo políticas, regulamentações, infraestrutura e mecanismos de incentivo que garantem o crescimento sustentável da indústria de defesa local.

    Embraer assina contrato de venda de aeronaves para Força Aérea dos Emirados Árabes Unidos

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  • Destaque em 'Emergência Radioativa', Marina Merlino comenta que 'não esperava' repercussão

    Destaque em 'Emergência Radioativa', Marina Merlino comenta que 'não esperava' repercussão

    Produção sobre o acidente com o Césio-137 virou fenômeno e colocou a atriz no centro das atenções. Em entrevista, Merlino detalha preparação intensa, responsabilidade ao retratar vítimas e luto pessoal

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – No meio de tantas produções disputando atenção nas plataformas de streaming, uma série brasileira conseguiu furar a bolha e reacender um debate necessário sobre um dos episódios mais marcantes da história recente do país. Foi “Emergência Radioativa”, que chegou a ser a mais assistida entre todas as de língua-não inglesa na Netflix.

    À frente de um dos núcleos mais sensíveis da trama, Marina Merlino, 32, vive Catarina, personagem que carrega dor, perda e resistência. A trama revisita o acidente com o Césio-137, em Goiânia, e acompanha as consequências humanas da uma tragédia.

    O alcance da produção surpreendeu até quem estava dentro dela. “A gente sempre torce para que o trabalho tenha um alcance amplo, mas confesso que está todo mundo um pouco embasbacado com a proporção”, afirma a atriz. “Principalmente essa projeção internacional, com a série entrando no top 10 em muitos lugares.”

    Mais do que números, o retorno do público tem chamado atenção. “Estou muito feliz e, acima de tudo, muito grata. Nem sempre essa experiência é gentil, mas a minha está sendo. O público tem se aproximado com muito carinho e diálogo”, diz.

    Para ela, o principal mérito da série está em recolocar o tema em pauta. “O mais importante é que as pessoas estão falando sobre o caso. A série joga luz, mas quem faz a diferença são as pessoas que se mobilizam.”

    Na história, Catarina é a única da família que não foi contaminada pela radiação, mas isso não a livra das consequências. Ao contrário, a personagem precisa lidar com o afastamento da filha, o preconceito e a reconstrução da própria vida.

    “Foi um processo muito denso, mas também muito prazeroso”, conta Merlino. “Quando recebi o teste, comecei a pesquisar obsessivamente sobre o caso. Li matérias, vi entrevistas, documentários… fui cavucando até onde deu.”

    A preparação não ficou apenas na pesquisa. A atriz destaca que o maior desafio foi construir humanidade para além da tragédia. “Seria muito cruel reduzir essas pessoas à dor. Elas têm sonhos, desejos, histórias. A gente precisava construir o amor dessa família para que o sofrimento tivesse profundidade”, explica.

    Essa escolha narrativa ganha força em momentos-chave, como na cena em que a personagem retorna para casa e percebe que não tem mais nada –nem espaço físico, nem estrutura familiar. “Existe um sentimento de desamparo muito forte, mas também de dignidade. Acho que essa é a palavra. Algo que pode ser tirado de fora, mas que permanece dentro.”

    Nos bastidores, o clima acompanhava a delicadeza do tema. “Foi um set muito respeitoso. Existia um cuidado coletivo com essa história”, afirma. Segundo ela, cenas mais intensas eram preparadas com antecedência, discutidas entre elenco e direção, e havia espaço para pausa e respiro. “O tempo foi essencial. Tempo para entrar em cena e tempo para sair dela.”

    Durante as gravações, Merlino também atravessava um momento pessoal sensível, após a perda recente do pai. A experiência acabou atravessando sua construção como atriz. “As coisas se encontram. Não é o mesmo luto da personagem, mas toca em lugares parecidos. E eu não acho isso ruim –é o que dá verdade.”

    Estrelada também por Johnny Massaro, a série conseguiu transformar uma tragédia nacional em um debate internacional, algo que, para a atriz, reforça o papel da arte. “A cultura serve para isso: fazer a gente olhar para a realidade e elaborar o mundo”, diz. “O fato de o Brasil estar olhando para o Brasil –e de outros países também– já faz a atuação valer a pena.”

    Destaque em 'Emergência Radioativa', Marina Merlino comenta que 'não esperava' repercussão

  • Charles ficou enojado ao descobrir que é primo de Trump, diz site

    Charles ficou enojado ao descobrir que é primo de Trump, diz site

    O encontro ocorre sob a recepção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um momento em que autoridades britânicas passaram a evitar o termo “relação especial” para definir os laços entre os dois países, preferindo a expressão “relação de longa data”.

    O Rei Charles III está acompanhado de sua esposa, a Rainha Consorte Camilla, em Washington, DC, onde cumpre uma visita oficial à Casa Branca. O encontro ocorre sob a recepção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um momento em que autoridades britânicas passaram a evitar o termo “relação especial” para definir os laços entre os dois países, preferindo a expressão “relação de longa data”.

    Durante a viagem, um detalhe inesperado tornou o cenário ainda mais delicado. Foi revelado que Charles e Trump possuem um parentesco distante, já que ambos descendem de um nobre escocês do século XVI. A descoberta teria causado desconforto no monarca. Segundo fontes do Radar Online, ele teria ficado “enojado” com a informação.

    “Houve um grau de desconforto com a descoberta, não por causa da conexão histórica em si, que não é incomum considerando as linhagens europeias e transatlânticas, mas porque Charles basicamente detesta tudo que Trump apoia. Ele está, francamente, enojado de saber que eles têm qualquer conexão. Ele odeia a política internacional de Trump, a política de meio ambiente dele, seus comportamentos e sua personalidade, mas até mesmo ele enxerga o humor em ser parente de alguém que ele odeia”, afirmou uma fonte.

    A origem desse vínculo remonta a John Stewart, descendente do rei James II of Scotland. A conexão genealógica também envolve a mãe de Trump, Mary Anne MacLeod, ligando-o à árvore familiar da Casa de Windsor. Especialistas destacam que esse tipo de ligação não é incomum, considerando as antigas linhagens europeias e as migrações para a América do Norte.

    Apesar da reação atribuída a Charles, Trump já demonstrou admiração pela realeza britânica. Ele descreveu o rei como “um bom homem” e um “guerreiro”, além de elogiar Elizabeth II: “Eu tive uma boa relação com ela. Ela era inacreditável. Eu gostava dela e ela gostava de mim”.

    Durante a visita, o prestígio da monarquia ficou evidente em um evento na embaixada britânica em Washington, que reuniu cerca de 600 convidados para um chá. “Um convite para um chá com o Rei foi um dos ingressos mais caros de Washington. Isso reflete não só o prestígio da presença do monarca, mas o fascínio duradouro que a tradição cerimonial britânica tem globalmente”, disse uma fonte.

    “Diante de toda a cuidadosa linguagem que agora está sendo usada pelos oficiais para descrever a aliança transatlântica, momentos como esse reforçam uma realidade mais profunda. Por baixo da retórica, a conexão entre o Reino Unido e os EUA têm um caráter distinto, moldado pela história, cultura e influência compartilhada que continua tornando o laço especial, apesar do que os críticos dizem”, acrescentou.

    Charles ficou enojado ao descobrir que é primo de Trump, diz site