Autor: REDAÇÃO

  • Estrela de 'Stranger Things', Gaten Matarazzo, fala sobre namoro de oito anos com Elizabeth Yu

    Estrela de 'Stranger Things', Gaten Matarazzo, fala sobre namoro de oito anos com Elizabeth Yu

    O casal começou a namorar em 2018, quando eles tinham apenas 15 anos; Matarazzo participou do programa ‘Dear Chelsea’ e falou sobre a vida amorosa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ator norte-americano Gaten Matarazzo, estrela de ‘Stranger Things’, falou recentemente sobre seu namoro de oito anos com Elizabeth Yu.

    Durante o programa ‘Dear Chelsea’, de Chelsea Handler, Matarazzo contou o que acredita ter feito seu relacionamento funcionar mesmo à distância.

    O casal começou a namorar em 2018, quando tinham apenas 15 anos. “Não acredito que você sobreviveu tanto tempo com seu relacionamento desde tão jovem”, disse Handler, 51 anos, a Matarazzo, 23. “Sobreviver é uma palavra engraçada”, respondeu ele.

    Matarazzo explicou que ele e Yu “se comunicam muito, muito bem” e aprenderam a ficar separados enquanto viajam a trabalho. “Eu estava trabalhando na série e ela estava buscando e começando sua própria carreira na mesma indústria.”

    O ator afirmou que faz parte do trabalho dos dois viajarem e conseguir se comunicar foi um sinal de que o relacionamento estava funcionando bem.

    “Geralmente relacionamentos à distância se desgastam porque é muito difícil não estar na mesma cidade. Mas sempre que viajamos a trabalho sabemos que nos reencontaremos, pois moramos muito perto um do outro.”

    Matarazzo e Yu começaram a namorar alguns meses após a estreia da segunda temporada de ‘Stranger Things’ na Netflix. Em 2022, Yu estreou como atriz no filme Somewhere in Queens, dirigido por Ray Romano.

    Elizabeth é conhecida também por ‘Segredos de um Escândalo’ (2023) e ‘Avatar: O Último Mestre do Ar’ (2024).

    Estrela de 'Stranger Things', Gaten Matarazzo, fala sobre namoro de oito anos com Elizabeth Yu

  • Antonelli quebra marcas, lidera F1 aos 19 anos e surpreende pela maturidade

    Antonelli quebra marcas, lidera F1 aos 19 anos e surpreende pela maturidade

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Quando o chefe da Mercedes, Toto Wolff, anunciou que um garoto seria o substituto do heptacampeão Lewis Hamilton, houve questionamentos. Mas, em sua segunda temporada na F1, já com uma porção de marcas relevantes, o jovem Kimi Antonelli lidera o campeonato e surpreende pelas demonstrações de maturidade.

    “Em todas as questões, ele tem lidado com sangue-frio. Consegue separar bem as situações e falar sobre o que vem à frente, não sobre o que já ficou para trás, com muita confiança, mas não excesso de confiança”, disse Wolff. “Para um piloto de corrida, além da habilidade de dirigir um carro veloz, a resiliência mental é a chave. E é isso o que o Kimi está mostrando.”

    Andrea Kimi Antonelli, que só completará 20 anos em agosto, venceu três das quatro provas da temporada -a mais recente no domingo (3), no GP de Miami. Nunca alguém tão novo havia liderado o campeonato, e, com a Mercedes aparentemente bem adaptada ao novo regulamento, parece bem realista a possibilidade de ele lutar pelo título.

    “É só o começo”, afirmou Antonelli, em uma demonstração de sua confiança sem excesso. É o começo de uma disputa longa, de 22 etapas -duas, no Bahrein e na Arábia Saudita, foram canceladas por causa dos conflitos no Oriente Médio. Pode ser também o começo de uma carreira grandiosa.

    Filho do piloto Marco Antonelli, que tem experiência em diversas categorias do automobilismo e hoje é dono de uma equipe na Itália, Kimi começou no kart aos sete anos e passou a acumular títulos. Em uma jornada na qual pulou etapas, chegou à F1 sem ter passado pela F3.

    Integrante da academia da Mercedes desde 2019, foi anunciado como substituto de um heptacampeão mundial quando ainda não tinha carteira de motorista. Foi só dois meses antes do início do calendário de 2025 que obteve a licença para dirigir carros de passeio em seu país.

    A temporada de estreia na F1 teve ótimos momentos e marcas importantes. Ele pontuou nas três primeiras provas da carreira -algo que não ocorria desde 1965-, teve a melhor pontuação de um novato no sistema atual e se tornou o terceiro mais jovem em um pódio da F1.

    Também enfrentou dificuldades. O começo promissor foi seguido de um período de maus resultados. Após uma série de erros cometidos na etapa de Spa-Francorchamps, na Bélgica, adolescente contrariado, foi às lágrimas.

    “Eu choro. Naquele período difícil, chorei bastante. Sofri muito, comecei a duvidar de mim mesmo. Você chega à F1, é o sonho da sua vida, algo por que você tanto trabalhou, e, depois de um grande início, passa a não render bem. Faltaram-me a compostura e a lucidez que os pilotos mais experientes têm”, observou, ao fim da temporada.

    A honestidade em relação ao tema foi tratada no meio como um sinal precoce de maturidade. E Antonelli se apresentou para a disputa de 2026 com a frieza que impressionou Wolff, com resultados que o outro piloto titular da Mercedes, George Russell, não tem exibido. Após uma vitória no primeiro grande prêmio, em Melbourne, o britânico de 28 anos foi segundo em Xangai e quarto em Suzuka e em Miami.

    Antonelli lidera o campeonato, com 100 pontos, seguido por Russell, com 80. O monegasco Charles Leclerc (63), da Ferrari, e os britânicos Lando Norris (51), da McLaren, e Lewis Hamilton (49), da Ferrari, completam a lista dos cinco primeiros.

    O bom início de Kimi tem gerado empolgação na Itália, país tradicional da F1 que não tem um campeão desde o bi de Alberto Ascari, em 1952 e 1953. Nenhum italiano havia vencido uma corrida na principal categoria do automobilismo desde o triunfo de Giancarlo Fisichella na Malásia em 2006.

    “Para mim, não é uma surpresa”, disse o holandês Max Verstappen, tetracampeão, ainda no ano passado. “Eu vi o Kimi subindo desde o kart, estava de olho. Ele é naturalmente rápido e é um cara tranquilo, que sabe lidar calmamente com as coisas. Nos próximos anos, com certeza, vamos ver muito de Kimi.”

    Nem foi necessária uma longa espera. O garoto de Bolonha já deixou claro que a ousada aposta de Toto Wolff não era absurda e demonstrou uma personalidade capaz de atrair numerosos fãs.

    Em sua primeira corrida no Brasil, foi ao cemitério do Morumbi, em São Paulo, ver o túmulo de Ayrton Senna. Kimi nasceu 12 anos após a morte do ídolo brasileiro -também em um hospital de Bolonha- e diz ter se apaixonado por ele por meio de vídeos.

    Após a visita à sepultura, obteve a segunda colocação no GP de São Paulo, seu melhor resultado em 2025. E doou o capacete utilizado no autódromo de Interlagos ao acervo da família Senna.

    “O Ayrton é meu herói no automobilismo.”

    Antonelli quebra marcas, lidera F1 aos 19 anos e surpreende pela maturidade

  • O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

    O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

    Um sucesso ambiental impulsionado pela cooperação global

    Na virada do século XXI, grande parte da conversa ambiental era sobre o buraco na camada de ozônio. Houve um pânico compreensível depois que foi descoberto na década de 1980 que certos produtos químicos feitos pelo homem estavam causando o esgotamento da camada protetora da Terra. Nos últimos anos, no entanto, a conversa é muito mais sobre mudanças climáticas e mal ouvimos falar sobre a camada de ozônio. O que nos deixa pensando: o que aconteceu com o buraco na camada de ozônio?

    Em 2024, o buraco de ozônio sobre o polo sul da Terra se tornou menor do que em muitos anos anteriores, de acordo com cientistas da NASA e da NOAA. Eles estimam que a camada de ozônio pode ser totalmente recuperada até 2066. Entre 7 de setembro e 13 de outubro, o pico da temporada de depleção de ozônio, o buraco de ozônio foi classificado como o sétimo menor desde que os esforços de recuperação começaram em 1992. Aquele ano marcou a implementação do Protocolo de Montreal, um acordo global histórico que visa eliminar gradualmente as substâncias que destroem a camada de ozônio.

    O que aconteceu com o buraco na camada de ozônio que ninguém mais fala sobre isso?

  • Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

    Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

    Caso da doença foi confirmada pela Organização Mundial da Saúde; um caso de infecção por hantavírus foi confirmado em laboratório enquanto os outros cinco mantêm status de casos suspeitos

    Três pessoas morreram e pelo menos outras três estão doentes em meio a um possível surto de hantavírus registrado em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico. A informação foi confirmada na noite deste domingo (3) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

    Em nota, a entidade informou que, até o momento, um caso de infecção por hantavírus foi confirmado em laboratório enquanto os outros cinco mantêm status de casos suspeitos. Além das três mortes, uma pessoa segue em terapia intensiva em uma unidade de saúde na África do Sul.

    “Investigações detalhadas estão em andamento, incluindo testes laboratoriais adicionais e investigações epidemiológicas. Assistência médica e apoio estão sendo fornecidos aos passageiros e à tripulação. O sequenciamento do vírus também está em andamento”, destacou o comunicado.

    A OMS reforçou que infecções por hantavírus são tipicamente associadas à exposição ambiental, incluindo a exposição à urina ou a fezes de roedores infectados. “Embora rara, a transmissão do hantavírus entre pessoas pode levar a doenças respiratórias graves e requer monitoramento, apoio e resposta cuidadosos aos pacientes”.

    “A OMS está facilitando a coordenação entre Estados-membros e os operadores do navio para a evacuação médica de dois passageiros sintomáticos, bem como para a avaliação completa do risco à saúde pública e o apoio aos demais passageiros a bordo”, completou a nota.

    Três pessoas morrem em cruzeiro em meio a possível surto de hantavírus

  • Ronald Sotto celebra protagonismo em 'A Nobreza do Amor': 'Não via rostos como o meu'

    Ronald Sotto celebra protagonismo em 'A Nobreza do Amor': 'Não via rostos como o meu'

    Intérprete de Tonho na novela da Globo diz ainda estar se acostumando a ser reconhecido nas ruas. Segundo ator, personagem mistura referências pessoais e a construção dramática exigida pela trama

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Ronald Sotto, 27, vive um momento de virada na carreira. O ator nascido em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, vive seu primeiro protagonista em “A Nobreza do Amor”, novela que está no ar na faixa das seis da Globo.

    No centro da trama, ele dá vida a Tonho, um trabalhador rural de princípios firmes que conquistou o público e se tornou um dos principais motores da história. Sotto diz encarar o papel com entusiasmo e senso de responsabilidade. “Estou muito feliz de fazer parte disso”, afirma ao F5.

    O personagem, segundo ele, mistura referências pessoais com a construção dramática exigida pela trama, especialmente em um universo que dialoga com o interior do Brasil nos anos 1920. “A gente consegue juntar um pouco do Ronald com o Tonho.”

    Apesar de semelhanças pontuais, Sotto ressalta as diferenças entre ele e o protagonista. Enquanto Tonho tende a ser mais maleável diante de certas situações, o ator se vê como alguém mais direto. Ainda assim, ambos compartilham da mesma determinação, em sua avaliação. “Ele tem um lugar dele e vai atrás disso. Eu também.”

    Ainda sobre Tonho, ele destaca ainda a boa índole do personagem. “É alguém muito honesto, que está na sua batalha diária e tem muito a crescer”, resume. O personagem também atravessa conflitos emocionais e relações complexas, o que amplia suas camadas ao longo dos capítulos.

    O impacto do papel vem se refletindo fora da tela. Reservado, o ator conta que ainda está se adaptando ao fato de ser reconhecido nas ruas, mas vê na recepção do público um indicativo da força da narrativa. “O Tonho está tomando o coração das pessoas que se sensibilizam com a história”, diz.

    Para Sotto, escalação como par romântico da princesa Alika, vivida por Duda Santos, também marca um avanço na representatividade na teledramaturgia. Ele diz que a novela se diferencia ao apresentar personagens negros em narrativas que não se limitam ao sofrimento.

    “Durante a infância, não via tantos rostos como o meu em posições centrais”, destaca. “A gente está podendo contar uma história diversa, com referências ricas”, comemora. “É um lugar de gratidão, mas também de reflexão.”

    Antes de chegar ao protagonismo, o ator cogitou outros caminhos. Na juventude, tentou carreira no futebol e chegou a treinar pelo Boavista, que atualmente disputa a série D do Brasileirão, além do Campeonato Carioca. Hoje, no entanto, é na TV que ele aposta seu futuro –para sorte de quem assiste.

    Ronald Sotto celebra protagonismo em 'A Nobreza do Amor': 'Não via rostos como o meu'

  • Vini Jr. marca, Real vence o Espanyol e adia título do Barcelona em La Liga

    Vini Jr. marca, Real vence o Espanyol e adia título do Barcelona em La Liga

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Real Madrid entrou em campo neste domingo (3) e venceu o Espanyol por 2 a 0, dentro do RCDE Stadium, em Cornella. O resultado adiou o título do rival Barcelona em La Liga. Os dois gols foram marcados por Vini Jr.

    TÍTULO ADIADO E CLÁSSICO DECISIVO

    Com o resultado, o Real Madrid adia o título do Barcelona em La Liga. Restando quatro rodadas para o fim do campeonato e 12 pontos em disputa, 11 pontos separam o líder e vice-líder.

    Além disso, o Real leva a decisão para o clássico. Na próxima rodada, Barcelona e Real Madrid se enfrentam no Camp Nou. O jogo acontece no domingo (10), às 16h (de Brasília), e a vitória catalã definiria de vez o Campeonato Espanhol.

    O Real Madrid tenta evitar a sua segunda temporada consecutiva sem conquistar um título. Para isso, em cenário improvável, precisa vencer o Barcelona no clássico e ainda tirar oito pontos de diferença em três jogos.

    LANCES IMPORTANTES

    Na trave. O Real Madrid começou o jogo dominando as ações, como esperado, e quase abriu o placar aos 8 minutos. Pela direita, Arnold cruzou por baixo e Vini Jr. deu sequência no lance. O brasileiro girou e chutou para o gol, mas viu a bola desviar na marcação e ainda encontrar o pé da trave.

    Indisciplina. Aos 22 minutos, o Real Madrid descia para o ataque e Vini Jr. acabou se incomodando com a marcação. O brasileiro empurrou o defensor em lance distante da bola e acabou recebendo cartão amarelo.

    Expulsão revertida. Vini Jr. voltou a ser protagonista aos 25 minutos, ao prender a bola no meio de campo e receber a falta de El Hilali. A arbitragem achou o lance duro e mostrou cartão vermelho direto para o jogador do Espanyol. Na sequência, o VAR entrou em ação e recomendou a revisão. Após ir ao monitor, o árbitro Jesús Gil reverteu a decisão e aplicou apenas amarelo.

    Quase pelo alto. O Real Madrid diminuiu a pressão e passou a atacar com maior pontualidade. Foi na bola parada que o gol quase veio, aos 34 minutos, em novo cruzamento de Arnold. Desta vez quem subiu foi Rudiger, mas o alemão não conseguiu desviar e a bola passou rente a trave. O lance ainda acabou anulado por impedimento.

    Outra vez na bola parada. Arnold voltou a se destacar em cruzamentos no jogo, aos 42 minutos, em falta sofrida por Vini Jr. Em bola na área, Brahim Díaz dominou e girou batendo firme. O lance assustou, mas o goleiro estava na bola e ela viajou por cima do gol.

    Quase o castigo. No último lance do primeiro tempo, o Real Madrid ficou perto de ser surpreendido. Em cobrança de escanteio fechada na primeira trave, Cabrera se antecipou e desviou de cabeça. O goleiro Lunin fez uma grande defesa para manter o zero no placar. A bola tinha endereço certo.

    Gol do Real Madrid. O Real não tinha uma grande atuação, mas Vini Jr. seguia em destaque. Aos 10 minutos do segundo tempo, o brasileiro trouxe de fora para dentro e tabelou com Gonzalo García, que recém havia entrado. O brasileiro ainda cortou dois marcadores antes de finalizar com frieza e abrir o placar.

    Domínio e susto. Com o gol e as alterações promovidas pelo técnico Arbeloa, o Real passou a jogar com maior tranquilidade. Ainda assim, deixo espaço para algumas poucas descidas do Espanyol. Aos 20 minutos, Terrats tentou o empate em finalização à distância e assustou o torcedor.

    Golaço do Real Madrid. A tarde era de Vini Jr. e o brasileiro voltou a aparecer para o Real Madrid. Aos 21 minutos, o brasileiro trocou o garçom e tabelou com Jude Bellingham. O inglês devolveu de letra e Vini acertou um lindo chute no ângulo de Dmitrovic, ampliando o resultado.

    Quase o terceiro. Vini Jr. disparou pela esquerda aos 35 minutos e arrastou toda a marcação. O lance liberou espaço no meio para Mastantuono. O brasileiro acionou o argentino com bola açucarada e a finalização só não terminou em gol porque o goleiro trabalhou bem.

    Vini Jr. marca, Real vence o Espanyol e adia título do Barcelona em La Liga

  • Planos de saúde coletivos devem ter aumento entre 8% e 11% em 2026

    Planos de saúde coletivos devem ter aumento entre 8% e 11% em 2026

    Índices seguem superiores à inflação geral, estimada em 4,86% pelo boletim Focus. Setor registrou lucro de R$ 24,4 bilhões em 2025, equivalente a 6,2% da receita total

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Os reajustes dos planos de saúde coletivos devem desacelerar em 2026, mas continuarão pesando no bolso dos brasileiros. Projeções de consultorias apontam aumentos médios entre 8% e 11% neste ano, patamar próximo ao observado em 2025 (11,15%) e abaixo do pico registrado em 2023 (14,14%). Ainda assim, os índices seguem acima da expectativa de inflação geral -estimada em 4,86% pelo último boletim Focus.

    A desaceleração ocorre após um período de aumentos mais elevados, especialmente na retomada pós-pandemia, quando as operadoras enfrentaram resultados mais pressionados e aplicaram reajustes maiores, com menor margem de negociação. Segundo a Acrisure, empresa especializada em seguros e benefícios corporativos, esse movimento contribuiu para a melhora dos resultados do setor, abrindo espaço para índices mais moderados nos anos seguintes.

    “Esse esforço trouxe sensível melhoria nos resultados e, consequentemente, possibilitou índices menores nos anos seguintes. Também é preciso ressaltar os investimentos contínuos em tecnologia, principalmente voltados ao combate às fraudes, bem como a ampliação dos programas de gerenciamento e monitoramento de pacientes crônicos”, afirma Marcio Tosi, vice-presidente de benefícios corporativos da Acrisure Brasil.

    A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), responsável pela regulação do setor, afirma que não faz projeções para reajustes de planos coletivos. Segundo a agência, os percentuais são definidos pelas operadoras conforme regras contratuais e características de cada plano.

    No caso dos planos individuais e familiares, o índice máximo de reajuste é estabelecido anualmente pela ANS. A agência também diz monitorar os aumentos, especialmente nos contratos coletivos, com base na análise dos comunicados de reajuste enviados pelas operadoras ao órgão regulador.

    Gustavo Ribeiro, presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde), que representa a maioria das empresas de saúde suplementar, afirma que, no setor, há um trabalho contínuo para buscar reajustes mais equilibrados, com foco em reduzir o impacto para os beneficiários sem comprometer a qualidade assistencial. Ganhos de eficiência, melhor gestão e organização do cuidado contribuem para esse processo”, diz.

    Apesar disso, especialistas e entidades avaliam que a pressão sobre os custos permanece estrutural. Fatores como envelhecimento da população, inflação médica, maior utilização dos serviços e judicialização estão entre aqueles que contribuem com as despesas assistenciais em alta.

    Ribeiro afirma ainda que esse cenário é mais sensível para operadoras de pequeno e médio porte, que têm menor capacidade de absorver oscilações de custos, apesar de terem papel relevante na ampliação do acesso à saúde. Em 2025, esse grupo registrou resultado operacional negativo de cerca de R$ 200 milhões, e 45% das empresas encerraram o ano com prejuízo.

    Dados enviados pelas operadoras e administradoras de benefícios à ANS mostram que, em 2025, o setor de saúde suplementar teve receita total de R$ 391,6 bilhões e lucro líquido de R$ 24,4 bilhões, o que é equivalente a 6,2% da receita. Isso significa que, a cada R$ 100 arrecadados, cerca de R$ 6,20 foram convertidos em lucro. Os números também mostram forte concentração: três das maiores operadoras responderam por 49% do resultado do setor.

    A sinistralidade, indicador que mede a relação entre custos assistenciais e receitas das operadoras e é o principal indicador do desempenho do setor, foi de 81,7% em 2025, queda de 2,1 pontos percentuais em relação ao ano anterior. Isso significa que 81,7% das receitas com mensalidades foram destinadas ao para despesas assistenciais, no menor nível desde 2020.

    A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) aponta que o principal fator de desestabilização dos custos do setor continua sendo o preço de medicamentos. Segundo a ANS, os medicamentos corresponderam a 10,2% do total dos custos assistenciais em 2024 e cresceram mais de 40% em cinco anos.

    Na tentativa de conter esse avanço, a federação cita a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), de setembro do ano passado, que estabeleceu critérios mais rigorosos para a cobertura de medicamentos fora do rol da ANS. Ainda assim, a entidade diz que o impacto sobre as mensalidades não é imediato, já que depende da evolução das decisões judiciais.

    Pela decisão, o STF definiu que os planos de saúde devem cobrir procedimentos fora do rol da ANS desde que tenham prescrição médica e comprovação de eficácia e segurança, além de autorização pela Anvisa. Também estabeleceu que o tratamento não pode ter sido rejeitado pela ANS, ter análise pendente ou abordagem alternativa para a condição, criando filtros mais restritivos para a oferta desses serviços pelas operadoras.

    PREVISÃO DE REAJUSTE

    Thomás Ishizuka, superintendente atuarial da Mercer Marsh Benefícios, afirma que o reajuste médio projetado para 2026 na carteira da consultoria deve ficar entre 8% e 11%, em linha com a inflação médica. Segundo ele, esse índice foi de 9,14% em 2025 e deve permanecer na faixa de 9% a 11% neste ano. Para comparação, os reajustes médios da carteira da consultoria foram de 8,9% em 2025 e de 15,5% em 2024.

    Os dados também mostram melhora na sinistralidade, que caiu de 86,2% em 2023 para 79,5% em 2024 e 78,4% em 2025.

    Para Marcelo Borges, diretor executivo da companhia, medidas como coparticipação, restrições de reembolso e redes mais enxutas devem se consolidar no setor. Segundo ele, essas estratégias tendem a reduzir a sinistralidade e dar mais previsibilidade aos custos para as operadoras, mas exigem maior investimento em gestão de saúde.

    Para os beneficiários, o efeito pode ser a transferência de mais custos e limitações de acesso. “Isso pode elevar gastos diretos do usuário, afetar a continuidade do tratamento e gerar insatisfação, especialmente entre grupos com maior uso de serviços”, afirma. Por outro lado, o especialista diz que o mecanismo pode ser utilizado também como forma de reeducação na utilização dos serviços médicos.

    Ele afirma que a desaceleração observada nos últimos anos é um sinal positivo, mas não garante uma estabilização estrutural. Segundo o especialista, o equilíbrio só deve se consolidar de forma sustentável com mudanças mais profundas, como o fortalecimento da atenção primária e da negociação e regulação mais eficazes sobre preços de tecnologias e medicamentos de alto custo.

    A Aon, consultoria de serviços profissionais, prevê crescimento de 9,7% nos custos médicos corporativos no Brasil em 2026. O valor é o menor índice projetado para o país em dez anos.

    Além dos fatores já apontados por entidades do setor, a empresa destaca que a adoção de políticas de combate a fraudes e desperdícios financeiros, como o controle de reembolsos indevidos e outras irregularidades, também contribui para a redução do ritmo de alta dos custos.

    Planos de saúde coletivos devem ter aumento entre 8% e 11% em 2026

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

    Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

    Rudy Giuliani, ex-prefeito de Nova York, de 81 anos, foi internado em ‘estado crítico’ na Flórida. Aliado de Trump, ele não teve diagnóstico divulgado

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Donald Trump sugeriu que os problemas de saúde do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, que está internado, foram causados pelo “mau tratamento” dos democratas a ele.

    “Que tragédia ele ter sido tratado tão mal pelos lunáticos de esquerda radical”, declarou. Em publicação ontem na Truth Social, lamentou a internação do amigo e insinuou que os democratas teriam desgastado a saúde de Giuliani.

    Trump afirmou que políticos e eleitores do partido fizeram tudo o que podiam para destruir os EUA. “Eles fraudaram as eleições, fabricaram centenas de histórias, vejam só o Rudy. Que triste”, acrescentou.

    O presidente também chamou Giuliani de “melhor prefeito da história de Nova York”. Republicano disse que o homem foi um “verdadeiro guerreiro e que estava certo em tudo”.

    O ex-prefeito foi internado ontem, mas a causa não foi divulgada. “O prefeito Rudy Giuliani está atualmente hospitalizado, onde permanece em estado crítico, porém estável”, informou seu porta-voz Ted Goodman.

    O prefeito Giuliani é um lutador que enfrentou todos os desafios da sua vida com força inabalável, e está lutando com a mesma força neste momento. Pedimos que se unam a nós em oração pelo ‘Prefeito da América’, Rudy Giuliani. ComunicadoGiuliani é político e advogado nos Estados Unidos. Ele ficou conhecido por ter sido prefeito de Nova York (de 1994 a 2001) e por sua atuação recente na política nacional.

    Político liderou a cidade na época dos ataques de 11 de setembro. Por causa disso, chegou a ser chamado de “prefeito da América”.

    Giuliani tentou ser candidato à presidência americana em 2008. Após esse período, virou aliado próximo de Donald Trump. Foi acusado de espalhar informações falsas sobre fraude eleitoral, se envolveu em processos judiciais e perdeu a licença de advogado em alguns lugares.

    Trump concedeu perdão presidencial a aliado político. Ele foi acusado de envolvimento na tentativa de anular as eleições presidenciais de 2020, quando o republicano perdeu para Joe Biden.

    Trump culpa democratas pelo estado de saúde crítico de ex-prefeito de NY

  • Shakira se despede do Brasil com declaração de amor: 'Foi inesquecível e arrepiante'

    Shakira se despede do Brasil com declaração de amor: 'Foi inesquecível e arrepiante'

    Colombiana se apresentou para cerca de 2 milhões de pessoas na praia de Copacabana; ‘Não consegui dormir, emoção demais’, diz

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora Shakira usou as redes sociais para se despedir do Brasil e agradecer pela hospitalidade do povo brasileiro. A colombiana se apresentou para cerca de 2 milhões de pessoas nas areias da praia de Copacabana, no projeto Todo Mundo no Rio.

    “Não consegui dormir. Emoção demais. O que aconteceu ontem à noite no Rio foi inesquecível e arrepiante. Juntos podemos reconhecer o poder da música em todos nós. Mesmo que o dia tenha sido difícil para muitos de nós, fomos celebrar a vida do jeito que ela é, com seus acertos e imperfeições”, começou ela.

    A apresentação da artista atrasou pouco mais de uma hora devido a um mal-estar de seu pai, que ocorreu minutos antes de ela subir ao palco.

    “A beleza de Copacabana nos faz lembrar o que realmente importa e o segredo é estar presente, valorizar o que está diante dos nossos olhos. Contemplar o mar, a praia, a montanha, sentir o sol na pele, a brisa. Porque é disso que nós somos feitos”, escreveu.

    Em outro trecho da postagem, ela agradeceu aos artistas brasileiros que com ela dividiram o palco, como Anitta, Ivete Sangalo, Maria Bethânia, Caetano Veloso e a bateria da Unidos da Tijuca.

    “E aos meus fãs que viajaram de outros países ou cidades do Brasil para estar lá, fazendo história comigo e, sobretudo, por me fazer sentir que ontem à noite esses dois milhões e meio de almas são a minha família. Obrigada, Brasil. Eu amo vocês”, completou.

    Shakira se despede do Brasil com declaração de amor: 'Foi inesquecível e arrepiante'

  • Atletas famosos que mudaram de esporte e o adeus de Alex Zanardi

    Atletas famosos que mudaram de esporte e o adeus de Alex Zanardi

    Alguns atletas se tornaram ícones de determinados esportes. No entanto, apesar da consagração, certas estrelas saíram da zona de conforto e mudaram de modalidade, seja porque queriam novos desafios ou mesmo por causa dos infortúnios da vida. Alex Zanardi, por exemplo, era um famoso piloto de corrida, quando sofreu acidente e precisou amputar as pernas.

    O que ele fez? Passado dois anos, o italiano voltou ao volante para disputar provas em carros adaptados, mas acabou por encontrar uma nova paixão, o paraciclismo, que acabou por lhe render medalhas de ouro em Jogos Paralímpicos. Infelizmente, Zanardi faleceu, aos 59 anos, em 1º de maio de 2026. A família confirmou a morte do ex-piloto de Fórmula 1 e multicampeão do paraciclismo. 

    Além dele, outros atletas brasileiros e internacionais se arriscaram em outros esportes. Na galeria, veja como se eles se saíram!

    Atletas famosos que mudaram de esporte e o adeus de Alex Zanardi