Autor: REDAÇÃO

  • Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

    Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

    Moraes determinou aos médicos de Bolsonaro um novo relatório sobre as condições de saúde do ex-presidente. Ao menos metade dos ministros da corte entende que a melhor opção seria transferir ex-presidente para casa

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A nova ofensiva para que o STF (Supremo Tribunal Federal) conceda a prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve a participação de Flávio e Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), da bancada bolsonarista no Congresso e até de ministros da corte.

    Políticos e advogados ouvidos pela reportagem dizem que a chance de que o ministro Alexandre de Moraes atenda aos apelos desta vez é mais concreta. Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e, após iniciar o cumprimento da pena na superintendência da Polícia Federal, foi transferido para a unidade conhecida como Papudinha, no DF, em janeiro.

    Além da união de esforços, a situação de saúde de Bolsonaro é apontada como um novo fator de convencimento. O ex-presidente foi internado na semana passada com broncopneumonia bacteriana causada por aspiração do vômito em decorrência dos soluços constantes. Sua equipe médica classificou o quadro como grave.

    Aliados de Bolsonaro afirmam também que a fragilização de Moraes com o caso do Banco Master pode contribuir para que ele decida a favor de Bolsonaro.

    Segundo esse raciocínio, Moraes teme ser atingido pelas investigações que miram Daniel Vorcaro, já que sua esposa foi contratada pela defesa do Master, e vai buscar manter uma ponte de diálogo e negociação com Flávio, uma vez que o senador está empatado com Lula (PT) nas pesquisas e poderia ser eleito presidente.

    Um argumento utilizado por políticos e por outros ministros junto a Moraes é que uma eventual morte de Bolsonaro seria encarada politicamente como responsabilidade do ministro. A transferência para a prisão domiciliar, ao contrário, aliviaria essa acusação.

    Interlocutores do senador afirmam que Moraes demonstrou ter gostado da visita de Flávio na terça-feira (17), quando o filho mais velho de Bolsonaro reforçou o pedido pela domiciliar.

    Foi o mesmo relato feito após a primeira reunião de Michelle com o ministro, em janeiro. Como mostrou a Folha de S. Paulo, a ex-primeira-dama quer um novo encontro com Moraes para pedir que Bolsonaro cumpra pena em casa.

    Segundo aliados do ex-presidente, Michelle quer ter a oportunidade de dizer pessoalmente ao magistrado que Bolsonaro não pode ficar sozinho à noite pelo risco de broncoaspiração. Ela também quer relatar a Moraes que, de acordo com a equipe médica, se ele tivesse sido socorrido cerca de uma hora mais tarde, o ex-presidente poderia ter morrido.

    A atual internação de Bolsonaro mobilizou ainda ministros da corte. Ao menos dois ministros próximos a Moraes se dedicam a esse esforço de convencimento, iniciado ainda no ano passado. Nas palavras de um deles, a transferência passou a ser uma questão humanitária.

    Ainda, outros três ministros relataram à reportagem que em outros momentos, o último deles no Carnaval, colegas têm conversado com Moraes sobre o tema. Alguns dizem, inclusive, que caso fossem relatores teriam concedido a medida.

    A preocupação é o quanto uma piora do quadro de Bolsonaro poderia respingar na imagem já abalada da corte. Além do próprio relator, a questão poderia atingir todo o Supremo e os integrantes de forma mais ampla.

    A proximidade do período eleitoral é outro elemento calculado por essa ala. Na avaliação desses magistrados, a corte pode não conseguir sair dos holofotes da política sem isso -ainda que outras matérias, como o caso Master, tenham crescido a atenção política sobre o tribunal mais uma vez.

    Assim, ao menos metade dos ministros já entende que a melhor opção seria deixar Bolsonaro cumprir sua pena em casa.

    Nesta quinta (19), foi a vez de Tarcísio reiterar o pedido da defesa do ex-presidente. O governador teve reuniões com os ministros Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin, presidente da corte.

    Tarcísio viajou a Brasília para tratar principalmente do julgamento de uma ação que pede a suspensão da privatização da Sabesp, mas a expectativa de aliados e dos próprios ministros era a de que ele usaria a oportunidade para também pedir a prisão domiciliar.

    Em janeiro, após a reunião com Michelle e a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, havia expectativa de que o ministro finalmente decidisse pela domiciliar. Mas a explosão do caso Master, com menção à mulher do ministro, aliada aos ataques de bolsonaristas a Moraes, teriam inviabilizado qualquer acordo. Com a internação, a possibilidade de decretação de regime domiciliar volta à mesa.

    Em outra frente, mais de cem deputados federais da oposição e do centrão assinaram um pedido enviado nesta quarta-feira (18) a Moraes para pressionar pela prisão domiciliar.

    A solicitação para Bolsonaro deixar a Papudinha, encabeçada por Gustavo Gayer (PL-GO), conta com a assinatura de dezenas de congressistas do partido do ex-presidente, mas também tem o apoio de nomes de outras legendas, como PSD, PP, MDB, União Brasil e Republicanos.

    Na terça, a defesa de Bolsonaro apresentou ao Supremo um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de que houve uma piora da saúde de Bolsonaro, que resultou na internação hospitalar.

    Os advogados citam que a internação emergencial demonstra um agravamento no quadro clínico de Bolsonaro e que a Papudinha é “absolutamente incompatível com a preservação de sua saúde e integridade física”, o que pode levar a intercorrências fatais.

    Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

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  • Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

    Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

    A PF informou que em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, realizou a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ex-banqueiro Daniel Vorcaro assinou um termo de confidencialidade com as autoridades envolvidas na investigação do caso da fraude do Banco Master. Esta é a primeira etapa formal para dar início às negociações para um acordo de colaboração premiada.

    O documento foi assinado entre o empresário, a defesa dele, a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a Polícia Federal.

    Também nesta quinta-feira (19), o dono do Banco Master foi transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, para discutir os termos de seu acordo.

    A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que relata o inquéritos sobre irregularidades relacionadas à instituição financeira.

    A partir de agora, ele começa a ter reuniões com os próprios advogados para debater os fatos investigados. As primeiras reuniões são feitas internamente, entre colaborador e defesa.

    Quando eles entenderem que estão preparados, passam a discutir o material reunido com as autoridades.

    Neste momento, tem início um processo de checagem, sobre o que os investigadores entendem fazer oou não sentido, ser insuficiente, se tem ou não prova para corroborar a narrativa feita por Vorcaro. Esta etapa serve para fechar uma base de fatos e depois disso é que se avança para os depoimentos em si.

    Em nota, a Polícia Federal informou que “em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, no âmbito da PET 15.711, realizou, nesta quinta-feira (19/3), a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal”.

    A decisão de Mendonça foi tomada a pedido da defesa de Vorcaro. Ele foi transferido de helicóptero. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também ficou preso na Superintendência até janeiro deste ano, quando foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar, área conhecida como Papudinha.

    Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro, quando tentava embarcar para o exterior, no Aeroporto de Guarulhos. A PF desconfia que ele tentava fugir do país, mas ele argumenta que viajaria para encontrar investidores interessados em comprar o Banco Master.

    Ele foi solto dez dias depois e voltou a ser preso em 4 de março deste ano, em fase da operação policial Compliance Zero que também atingiu servidores do Banco Central.

    Na última semana, ele anunciou que uma troca na sua defesa, e substabeleceu procuração para o advogado José Luis Oliveira Lima, conhecido como Juca.

    Juca já conduziu delações premiadas delicadas, como a do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro na Operação Lava Jato.

    O advogado também o ex-ministro José Dirceu na época do escândalo do mensalão, em 2012, e representou o general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro, no processo da tentativa de golpe de Estado no Brasil.

    Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Vorcaro não pretende envolver ministros do Supremo em um eventual acordo relacionado ao Master e tem dito que fará isso apenas se for inevitável.

    Liquidado pela autoridade monetária em novembro, o Banco Master já causou perdas de mais de R$ 50 bilhões a diferentes entidades, incluindo o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e fundos de pensão.

    Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

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  • Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

    Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

    Agência Reuters diz que artista britânico se chama Robin Gunningham; Banksy, pintor e artista de rua que fez seu nome e uma fortuna de milhões de libras, seria próximo de Robert Del Naja, da banda Massive Attack

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Qual é a identidade do grafiteiro Banksy? Um dos grandes mistérios da arte neste século parece ter sido finalmente solucionado -a agência de notícias britânica Reuters publicou, na semana passada, uma investigação com o suposto nome verdadeiro e a história do artista que ficou conhecido no mundo todo ao pintar paredes de grandes cidades com imagens pop carregadas de comentário social e político.

    O advogado do artista, Mark Stephens, afirmou que Banksy não vai se manifestar sobre os detalhes da investigação. Sem confirmar nem negar a identidade de Banksy, o advogado também pediu à agência que a reportagem não fosse publicada, alegando que a divulgação violaria a privacidade do artista, interferiria em sua arte e o colocaria em perigo.

    Embora o nome de Gunningham já tivesse sido associado a Banksy numa reportagem do jornal The Mail on Sunday há quase 20 anos, o periódico não conseguiu, à época, ter certeza absoluta da identidade do grafiteiro, o que a Reuters alega ter obtido agora.

    Isto foi possível com a descoberta de uma confissão para a polícia de Nova York, escrita à mão por Gunningham e assinada por ele, na qual o artista afirma ter vandalizado um outdoor no topo de um prédio em Manhattan, em setembro de 2000.

    Este documento e um outro arquivo da Justiça americana nunca haviam sido publicados. Eles mostram que Banksy foi detido temporariamente em Nova York por perturbação da ordem pública e solto horas depois, mediante a retenção de seu passaporte, que ele recuperou ao pagar uma fiança de cerca de U$ 1.800 e completar cinco dias de trabalho comunitário.

    A identidade de Banksy sempre foi um segredo muito bem guardado. Algumas pessoas de seu círculo próximo assinaram acordos que os impediam de revelar quem ele era, e outros se mantiveram em silêncio por lealdade ou por medo de contrariar o artista, seus fãs e sua influente empresa, a Pest Control Office, que autentica suas obras e decide quem terá a oportunidade de comprar os trabalhos mais recentes.

    Durante muitos anos, houve o rumor de que o grafiteiro seria o músico Robert del Naja, da banda de trip-hop Massive Attack, originária de Bristol, no Reino Unido, também terra de Banksy.

    Segundo a reportagem, os Gunningham e Del Naja teriam uma relação próxima e seriam parceiros de grafite. Por exemplo, eles teriam viajado juntos à Ucrânia, em 2022, e há indícios de que podem ter trabalhado juntos em murais num prédio de apartamentos destruídos nos arredores de Kiev.

    Na ocasião da viagem ao país em guerra, Gunningham já havia trocado o seu nome legalmente para David Jones, um dos nomes mais populares entre os britânicos, o que, segundo a reportagem, seria uma forma de ficar invisível em público. Em 2017, havia cerca de 6.000 homens chamados assim no Reino Unido, de acordo com dados analisados pela GBG, uma empresa de inteligência de informações de identidade.

    Steve Lazarides, empresário do artista entre o fim dos anos 1990 e 2008, afirmou à agência de notícias que a identidade secreta de Banksy era uma forma de protegê-lo da polícia, dado que, em Bristol, havia uma repressão violenta às pichações e aos grafites. Mais tarde, Lazarides ajudou o artista a mudar o seu nome legalmente para David Jones, também para evitar ser rastreado.

    Stephens, o advogado, disse ainda à Reuters que Banksy “foi alvo de comportamentos obsessivos, ameaçadores e extremistas” durante anos, e que trabalhar “anonimamente ou sob um pseudônimo atende a interesses sociais vitais”.

    “Protege a liberdade de expressão, permitindo que os criadores digam a verdade ao poder sem medo de retaliação, censura ou perseguição -particularmente ao abordar questões sensíveis como política, religião ou justiça social”, afirmou.

    Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

  • Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

    Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

    A atriz disse que a tentativa de transformar o término em polêmica ignora o caráter respeitoso da separação; “É triste a gente ficar tentando encontrar uma coisa ruim num fim de relacionamento”, afirmou

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Convidada do Golden Globes Tribute Gala Brazil, realizado nesta quarta-feira (18), no Rio, Paolla Oliveira criticou a repercussão em torno do fim de seu relacionamento com o cantor Diogo Nogueira e rebateu especulações sobre uma possível traição do sambista.

    Segundo a atriz, a tentativa de transformar o término em polêmica ignora o caráter respeitoso da separação. “É triste a gente ficar tentando encontrar uma coisa ruim num fim de relacionamento”, afirmou. “Muitas mulheres morrem por não poderem terminar seus relacionamentos. A gente devia focar no que é bom.”

    Ela evita alimentar boatos sobre sua vida pessoal e defendeu que o seu caso seja visto como exemplo de relação madura. “Em vez de buscar um problema, olhar e dizer: que bom que terminou bem e houve respeito.”

    Durante o evento, Paolla também comentou o momento do cinema brasileiro, que classificou como positivo. “É um momento muito especial para o Brasil ganhando prêmios e reconhecimentos. Isso nos deixa em ebulição, querendo fazer mais cinema”, afirmou. Ela concordou ter uma trajetória maior na televisão. Sim. Meu grande palco foi na televisão, mas o cinema é uma paixão. Não tem como não ser de quem trabalha com audiovisual”, afirmou.

    Ela reforçou que vive uma fase mais madura na carreira, em que consegue equilibrar escolhas e experimentar novos caminhos, e citou o filme “Herança de Narcisa”, ainda inédito, como parte desse processo. O longa, dirigido por Clarissa Appelt e Daniel Dias, marca sua estreia no terror psicológico e acompanha uma mulher que retorna à casa da infância e enfrenta traumas familiares. “É um trabalho mais denso, do jeito que eu gostaria de estar no cinema, podendo me experimentar em outros lugares”.

    Paolla descartou investir em uma carreira internacional. “Não tenho esse desejo. Acho que é um desafio bastante grande interpretar em outra língua. Sou muito feliz aqui no Brasil, com esse mercado gigante, lindo, criativo”, disse. “Acho louvável quem queira sair, mas eu não quero.”

    Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

  • Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

    Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

    Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, estava no Presídio Federal de Brasília; decisão foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, será transferido do Presídio Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, em meio às negociações de uma delação premiada.

    A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que relata o inquéritos sobre irregularidades relacionadas à instituição financeira.

    Em nota, a Polícia Federal informou que “em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, no âmbito da PET 15.711, realizou, nesta quinta-feira (19/3), a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal”.

    Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro, quando tentava embarcar para o exterior, no Aeroporto de Guarulhos. A PF desconfia que ele tentava fugir do país, mas ele argumenta que viajaria para encontrar investidores interessados em comprar o Banco Master.

    Ele foi solto dez dias depois e voltou a ser preso em 4 de março deste ano, em fase da operação policial Compliance Zero que também atingiu servidores do Banco Central.

    Na última semana, ele anunciou que uma troca na sua defesa, e substabeleceu procuração para o advogado José Luis Oliveira Lima, conhecido como Juca.

    Juca já conduziu delações premiadas delicadas, como a do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro na Operação Lava Jato.

    O advogado também o ex-ministro José Dirceu na época do escândalo do mensalão, em 2012, e representou o general Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, no processo da tentativa de golpe de Estado no Brasil.

    Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha, Vorcaro não pretende envolver ministros do Supremo em um eventual acordo relacionado ao Master e tem dito que fará isso apenas se for inevitável.

    Liquidado pela autoridade monetária em novembro, o Banco Master já causou perdas de mais de R$ 50 bilhões a diferentes entidades, incluindo o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e fundos de pensão.

    Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

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  • João Fonseca vence duelo de quase 2h e encara Alcaraz na segunda rodada do Miami Open

    João Fonseca vence duelo de quase 2h e encara Alcaraz na segunda rodada do Miami Open

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Atual número 39º do ranking mundial da ATP (Associação de Tenistas Profissionais), João Fonseca venceu o húngaro Fabian Marozsan (46º) na primeira rodada do Masters 1000 de Miami, disputado nas quadras duras instaladas no Hard Rock Stadium. A vitória foi por dois sets a um, com parciais de 6/4, 3/6 e 6/2, em 1h50 de partida.

    Na segunda rodada, Fonseca terá pela frente o espanhol Carlos Alcaraz, atual líder do ranking e campeão do Miami Open em 2022.

    Será o segundo encontro entre o tenista carioca de 19 anos e Alcaraz. Eles se enfrentaram pela primeira vez em dezembro de 2025, em partida amistosa realizada também em Miami, vencida pelo espanhol.

    Foi o segundo confronto entre Fonseca e Marozsan no circuito. No primeiro, em maio de 2025, o húngaro venceu por dois sets a zero, na primeira rodada do Masters 1000 de Roma.

    O brasileiro, que sofreu com problemas físicos no início da temporada, vem de uma boa participação no Masters 1000 de Indian Wells -avançou até as oitavas de final, parando apenas no italiano Jannik Sinner, vice-líder do ranking e que acabou sagrando-se o campeão do torneio.

    Na edição de 2025 do Miami Open, Fonseca avançou até a terceira rodada, quando foi eliminado pelo australiano Alex de Minaur.

    Atacante admite tristeza, mas diz que foco agora é seguir trabalhando no Santos; treinador italiano justifica ausência do craque em sua lista por questão física

    Folhapress | 17:36 – 19/03/2026

    João Fonseca vence duelo de quase 2h e encara Alcaraz na segunda rodada do Miami Open

  • Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

    Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

    Dinâmica teve etapas de memória e reconhecimento de alimentos pelo tato; Alberto Cowboy, Jordana e Milena disputam liderança ao vivo após eliminarem cinco adversários

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após a etapa inicial da prova do líder do BBB 26, três participantes avançaram para a final que será disputada ao vivo nesta quinta-feira (19): Alberto Cowboy, Jordana e Milena.

    A segunda fase ocorreu no fim da tarde e exigiu memória. Em cabines individuais, os oito classificados observaram uma tela com o aplicativo do patrocinador e, depois, precisaram identificar o que havia sido retirado da imagem.

    Para pontuar, tinham que escolher a placa correta e indicar o item faltante. Os seis melhores avançaram – Gabriela, Alberto Cowboy, Milena, Jordana, Marciele e Ana Paula – enquanto Jonas e Solange foram eliminados.

    Na terceira etapa, já no Provódromo, os seis competidores enfrentaram uma prova sensorial. Diante de caixas com alimentos, precisavam identificar os itens apenas pelo tato e, em seguida, selecionar as placas correspondentes. Após completar a rodada, acionavam um cronômetro que registrava o tempo.

    Os três melhores desempenhos, considerando acertos e rapidez, garantiram vaga na final: Alberto Cowboy, Jordana e Milena.

    Mais cedo, Juliano Floss, Samira, Leandro Boneco e Chaiany foram os quatro primeiros eliminados da disputa. Eles vão se enfrentar uma nova dinâmica nestasexta-feira (20), e um deles estará direto no paredão da semana.

    No sábado (21), o participante emparedado volta a jogar em uma nova prova. Nela, poderá se salvar e indicar outro jogador à berlinda ou permanecer no risco de eliminação.

     

    Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

  • Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

    Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

    Apesar do registro do domínio, o site ainda não está no ar. ‘Fiquem ligados’, disse Anna Kelly, vice-secretária de imprensa da Casa Branca

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo dos Estados Unidos registrou os domínios “alien.gov” e “aliens.gov” por meio da Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura, parte do Departamento de Segurança Interna do país. As informações são do USA Today.

    Até esta quinta (19), porém, ainda não havia nenhum dos sites online, e ao acessá-los, aparecia uma mensagem de erro. Também não havia informações sobre o motivo da criação dos domínios.

    Em comunicado enviado ao USA Today, a vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Anna Kelly, disse: “Fiquem ligados!”, com um emoji de alienígena após a mensagem.

    Há um mês, Donald Trump disse que, diante do “grande interesse do público”, pediria que o Departamento de Defesa divulgasse documentos relacionados à existência de vida extraterrestre.

    Ele prometeu que divulgaria qualquer informação “conectada a esse assunto de alta complexidade, mas extremamente interessante e importante”.

    A declaração ocorreu justamente em uma semana em que o tema voltou a ganhar espaço em Washington. O ex-presidente Barack Obama afirmou numa entrevista que acreditava na existência de vida fora da Terra. Trump criticou a fala na ocasião, pouco antes de anunciar a divulgação dos documentos.

    Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

  • Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com petróleo e decisões de juros no radar

    Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com petróleo e decisões de juros no radar

    A escalada impactou o petróleo, fazendo com que ele ultrapassasse seu maior nível em mais de uma semana, chegando a US$ 119 por barril. A Bolsa encerrou o dia em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 0,49%, cotado a R$ 5,217, nesta quinta-feira (19), em pregão marcado pela volatilidade, com o impacto das decisões de juros do Copom e do Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA), além do preço do petróleo, no radar.

    O comportamento da moeda norte-americana acompanhou o do exterior, onde o índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, recuou 1,08%. O movimento da tarde contrastou com o da manhã, quando o dólar chegou a R$ 5,313, em alta de 1,34%, em meio à aversão global ao risco.

    A Bolsa, por outro lado, encerrou o dia em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos.

    O pregão foi marcado por novos capítulos do conflito no Oriente Médio. Na madrugada, o Irã respondeu a ataques de Israel e dos EUA com bombardeios a instalações de energia em países da região.

    A escalada impactou o petróleo, fazendo com que ele ultrapassasse seu maior nível em mais de uma semana, chegando a US$ 119 por barril. Ao longo do dia, porém, a cotação do Brent, referência global, perdeu força e encerrou o pregão a US$ 108,65, em avanço tímido de 1,18%, o que reduziu a busca por ativos de segurança e favoreceu os mercados acionários.

    Declarações de um funcionário da Casa Branca, que disse que os EUA não estão considerando uma proibição de exportação de petróleo, influenciaram a mudança de direção do Brent. A informação de que Israel está ajudando os EUA a retomar navegações pelo estreito de Hormuz também ajudou a acalmar o mercado.

    Para Bruno Botelho, chefe da mesa de câmbio e sócio da ONE Investimentos, o dia foi marcado por um movimento típico de ajuste após um choque externo. “A disparada inicial veio com a piora do cenário internacional, principalmente pela escalada das tensões no Oriente Médio, e as decisões do Fed e do Copom reduziram o diferencial de juros.”

    Segundo ele, o movimento perdeu intensidade ao longo do pregão. “O quadro reforça um ambiente de elevada volatilidade, com o câmbio reagindo rapidamente a eventos externos, mas ainda encontrando suporte nos juros elevados e no fluxo doméstico.”

    A instabilidade global se refletiu nos juros futuros, que chegaram a disparar, mas recuaram ao longo do pregão. As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), que medem a expectativa do mercado em relação ao futuro das taxas Selic e CDI (usado como referência para remunerar investimentos), subiam em bloco.

    Às 17h, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13.63%, com queda de 10 pontos-base ante o ajuste de 13,73% da sessão anterior (na máxima, o avanço chegou a 25 pontos). Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,84%, com queda de 6 pontos-base em relação aos 13,90% anteriores -abaixo do pico de 14,19%, quando chegou a subir 29 pontos-base.

    O mercado de juros futuros segue pressionado porque a alta recente do petróleo pode reacender a inflação no Brasil, o que tende a levar o Copom (Comitê de Política Monetária) a manter os juros elevados por mais tempo, com uma postura mais cautelosa.

    Na decisão da última quarta, o colegiado do Banco Central reduziu a Selic para 14,75% ao ano e confirmou o plano traçado no encontro anterior, em janeiro, quando sinalizou a intenção de iniciar a redução de juros em março. Foi a primeira queda sob a gestão de Gabriel Galípolo.

    Mas o comitê não antecipou quais serão os seus passos futuros e deixou a próxima decisão em aberto, citando “forte aumento da incerteza”. Evitou até mesmo palavras como “redução” ou “cortes” e optou por mencionar ciclo de “calibração” da política de juros. A ideia do Copom é ter mais clareza da profundidade e da extensão do conflito no Oriente Médio antes de definir os movimentos seguintes.

    Às vésperas do encontro, cresceu no mercado financeiro a aposta de uma redução menor de juros no primeiro movimento, de 0,25 ponto percentual, diante da disparada dos preços do petróleo. Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, o consenso era de corte de 0,5 ponto percentual.

    No exterior, o conflito também foi mencionado pelo Fed (Federal Reserve). O banco central dos EUA citou que os desdobramentos do conflito no Oriente Médio na economia dos Estados Unidos são “incertos”.

    O Fed optou por manter a taxa de juros inalterada na faixa de 3,5% e 3,75%, como amplamente esperado pelos mercados. No comunicado que acompanhou a definição, o banco central afirmou que não haverá cortes na taxa de juros se não houver progresso na inflação, indicando que, embora tenha havido avanço no processo desinflacionário, ele não se encontra no “ritmo desejado”.

    A declaração foi vista como “hawkish” pelos operadores -agressiva na política de juros, no jargão-, o que minou a atratividade de ativos de risco.

    “Esse é um dos fatores que também pressionam o real hoje. Além disso, apesar de o Copom ter adotado um tom mais cauteloso, especialmente em relação ao conflito no Oriente Médio, a trajetória de redução de juros no Brasil diminui o diferencial de taxas, o que contribui para uma piora no cenário doméstico”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Diante da volatilidade, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos -um de dólar à vista e outro de swap cambial reverso, equivalente à compra de dólares no mercado futuro-, com oferta de US$ 1 bilhão em cada operação. A medida busca aumentar a liquidez em momentos de estresse.

    Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com petróleo e decisões de juros no radar

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  • Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Raimunda Magalhães havia sido uma das acusadas no esquema de ‘rachadinha’ na Alerj; por outro lado, defesa afirma que ainda não teve acesso aos autos; senador não comenta

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) foi denunciada sob acusação de participar da lavagem de dinheiro do filho, o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em 2020 em uma operação policial na Bahia.

    De acordo com a denúncia divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ministério Público estadual, Raimunda Veras Magalhães integrou uma rede de pessoas e empresas usada para “receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho”.

    A advogada Manoela Santos, que representa Raimunda, disse que ainda não teve acesso aos autos. Flávio, que é pré-candidato à Presidência, não quis comentar por não ter tomado conhecimento da acusação.

    Raimunda foi uma das denunciadas no esquema de “rachadinha” atribuído a Flávio pelo MP-RJ no período em que esteve na Alerj. O caso foi arquivado em 2021 após a anulação de provas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal).

    Segundo o MP-RJ, Adriano controlava pontos de jogo do bicho em Copacabana em associação com o bicheiro Bernardo Bello. A investigação apontou que quatro empresas movimentaram R$ 8,5 milhões.

    “Entre os empreendimentos de fachada constam um depósito de bebida, um bar e um restaurante. Os investigadores se depararam com um quiosque de serviços de sobrancelha localizado em um shopping na zona norte, cuja conta registrou, em seis meses, aproximadamente R$ 2 milhões em créditos”, afirma o MP-RJ.

    Raimunda trabalhou como assessora de Flávio entre abril de 2016 e novembro de 2018. A denúncia aponta uma movimentação financeira atípica numa pizzaria entre 2014 e 2019.

    De acordo com a denúncia, o estabelecimento recebeu depósitos de pessoas que faziam a lavagem de dinheiro do miliciano. Entre as transferências está uma empresa de estética, um dos focos da investigação.

    O MP-RJ apresentou também denúncia contra o deputado federal Juninho do Pneu (União Brasil-RJ). A Promotoria afirma que ele adquiriu bens de Adriano após sua morte avaliados em R$ 3,5 milhões. A acusação afirma que ele e a viúva do miliciano, Julia Lotuffo, também denunciada, tinham ciência da origem ilegal do imóvel e da irregularidade da transação.

    Juninho afirmou, em nota, que foi seu pai quem comprou o sítio apontado na denúncia. O deputado declarou que nunca teve relação com as pessoas citadas na denúncia. Disse ainda que a investigação sobre ele deveria ser conduzida pela PGR (Procuradoria-Geral da República), em razão do foro especial de deputados federais.

    A reportagem não localizou a defesa de Julia.

    Ao todo, três denúncias foram oferecidas para tratar da atuação de Adriano no jogo do bicho, numa rede de matadores de aluguel e na ocultação de seu patrimônio após a morte.

    “A terceira ação penal trata dos integrantes que atuavam sob o comando do miliciano e que continuaram em atividade após sua morte. As apurações indicam que o grupo criminoso persistiu e sofisticou sua estrutura mesmo após a morte de Adriano da Nóbrega. Segundo o Gaeco/MP-RJ, Julia Lotufo atuava como líder e controlava toda a contabilidade e os ativos da organização criminosa, cujos negócios ilícitos envolviam agiotagem, contravenção e mercado imobiliário irregular”, afirma o MP-RJ.

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

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