Autor: REDAÇÃO

  • Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

    Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

    Dinâmica teve etapas de memória e reconhecimento de alimentos pelo tato; Alberto Cowboy, Jordana e Milena disputam liderança ao vivo após eliminarem cinco adversários

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Após a etapa inicial da prova do líder do BBB 26, três participantes avançaram para a final que será disputada ao vivo nesta quinta-feira (19): Alberto Cowboy, Jordana e Milena.

    A segunda fase ocorreu no fim da tarde e exigiu memória. Em cabines individuais, os oito classificados observaram uma tela com o aplicativo do patrocinador e, depois, precisaram identificar o que havia sido retirado da imagem.

    Para pontuar, tinham que escolher a placa correta e indicar o item faltante. Os seis melhores avançaram – Gabriela, Alberto Cowboy, Milena, Jordana, Marciele e Ana Paula – enquanto Jonas e Solange foram eliminados.

    Na terceira etapa, já no Provódromo, os seis competidores enfrentaram uma prova sensorial. Diante de caixas com alimentos, precisavam identificar os itens apenas pelo tato e, em seguida, selecionar as placas correspondentes. Após completar a rodada, acionavam um cronômetro que registrava o tempo.

    Os três melhores desempenhos, considerando acertos e rapidez, garantiram vaga na final: Alberto Cowboy, Jordana e Milena.

    Mais cedo, Juliano Floss, Samira, Leandro Boneco e Chaiany foram os quatro primeiros eliminados da disputa. Eles vão se enfrentar uma nova dinâmica nestasexta-feira (20), e um deles estará direto no paredão da semana.

    No sábado (21), o participante emparedado volta a jogar em uma nova prova. Nela, poderá se salvar e indicar outro jogador à berlinda ou permanecer no risco de eliminação.

     

    Alberto Cowboy, Jordana e Milena vão à final da prova do líder

  • Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

    Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

    Apesar do registro do domínio, o site ainda não está no ar. ‘Fiquem ligados’, disse Anna Kelly, vice-secretária de imprensa da Casa Branca

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governo dos Estados Unidos registrou os domínios “alien.gov” e “aliens.gov” por meio da Agência de Segurança Cibernética e de Infraestrutura, parte do Departamento de Segurança Interna do país. As informações são do USA Today.

    Até esta quinta (19), porém, ainda não havia nenhum dos sites online, e ao acessá-los, aparecia uma mensagem de erro. Também não havia informações sobre o motivo da criação dos domínios.

    Em comunicado enviado ao USA Today, a vice-secretária de imprensa da Casa Branca, Anna Kelly, disse: “Fiquem ligados!”, com um emoji de alienígena após a mensagem.

    Há um mês, Donald Trump disse que, diante do “grande interesse do público”, pediria que o Departamento de Defesa divulgasse documentos relacionados à existência de vida extraterrestre.

    Ele prometeu que divulgaria qualquer informação “conectada a esse assunto de alta complexidade, mas extremamente interessante e importante”.

    A declaração ocorreu justamente em uma semana em que o tema voltou a ganhar espaço em Washington. O ex-presidente Barack Obama afirmou numa entrevista que acreditava na existência de vida fora da Terra. Trump criticou a fala na ocasião, pouco antes de anunciar a divulgação dos documentos.

    Governo dos Estados Unidos registra 'alien.gov' após Trump liberar documentos sobre ETs

  • Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com petróleo e decisões de juros no radar

    Dólar fecha em queda e Bolsa sobe com petróleo e decisões de juros no radar

    A escalada impactou o petróleo, fazendo com que ele ultrapassasse seu maior nível em mais de uma semana, chegando a US$ 119 por barril. A Bolsa encerrou o dia em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em queda de 0,49%, cotado a R$ 5,217, nesta quinta-feira (19), em pregão marcado pela volatilidade, com o impacto das decisões de juros do Copom e do Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA), além do preço do petróleo, no radar.

    O comportamento da moeda norte-americana acompanhou o do exterior, onde o índice DXY, que mede a força do dólar frente a uma cesta de moedas fortes, recuou 1,08%. O movimento da tarde contrastou com o da manhã, quando o dólar chegou a R$ 5,313, em alta de 1,34%, em meio à aversão global ao risco.

    A Bolsa, por outro lado, encerrou o dia em alta de 0,35%, aos 180.270 pontos.

    O pregão foi marcado por novos capítulos do conflito no Oriente Médio. Na madrugada, o Irã respondeu a ataques de Israel e dos EUA com bombardeios a instalações de energia em países da região.

    A escalada impactou o petróleo, fazendo com que ele ultrapassasse seu maior nível em mais de uma semana, chegando a US$ 119 por barril. Ao longo do dia, porém, a cotação do Brent, referência global, perdeu força e encerrou o pregão a US$ 108,65, em avanço tímido de 1,18%, o que reduziu a busca por ativos de segurança e favoreceu os mercados acionários.

    Declarações de um funcionário da Casa Branca, que disse que os EUA não estão considerando uma proibição de exportação de petróleo, influenciaram a mudança de direção do Brent. A informação de que Israel está ajudando os EUA a retomar navegações pelo estreito de Hormuz também ajudou a acalmar o mercado.

    Para Bruno Botelho, chefe da mesa de câmbio e sócio da ONE Investimentos, o dia foi marcado por um movimento típico de ajuste após um choque externo. “A disparada inicial veio com a piora do cenário internacional, principalmente pela escalada das tensões no Oriente Médio, e as decisões do Fed e do Copom reduziram o diferencial de juros.”

    Segundo ele, o movimento perdeu intensidade ao longo do pregão. “O quadro reforça um ambiente de elevada volatilidade, com o câmbio reagindo rapidamente a eventos externos, mas ainda encontrando suporte nos juros elevados e no fluxo doméstico.”

    A instabilidade global se refletiu nos juros futuros, que chegaram a disparar, mas recuaram ao longo do pregão. As taxas dos DIs (Depósitos Interfinanceiros), que medem a expectativa do mercado em relação ao futuro das taxas Selic e CDI (usado como referência para remunerar investimentos), subiam em bloco.

    Às 17h, a taxa do DI para janeiro de 2028 estava em 13.63%, com queda de 10 pontos-base ante o ajuste de 13,73% da sessão anterior (na máxima, o avanço chegou a 25 pontos). Na ponta longa da curva, a taxa do DI para janeiro de 2035 marcava 13,84%, com queda de 6 pontos-base em relação aos 13,90% anteriores -abaixo do pico de 14,19%, quando chegou a subir 29 pontos-base.

    O mercado de juros futuros segue pressionado porque a alta recente do petróleo pode reacender a inflação no Brasil, o que tende a levar o Copom (Comitê de Política Monetária) a manter os juros elevados por mais tempo, com uma postura mais cautelosa.

    Na decisão da última quarta, o colegiado do Banco Central reduziu a Selic para 14,75% ao ano e confirmou o plano traçado no encontro anterior, em janeiro, quando sinalizou a intenção de iniciar a redução de juros em março. Foi a primeira queda sob a gestão de Gabriel Galípolo.

    Mas o comitê não antecipou quais serão os seus passos futuros e deixou a próxima decisão em aberto, citando “forte aumento da incerteza”. Evitou até mesmo palavras como “redução” ou “cortes” e optou por mencionar ciclo de “calibração” da política de juros. A ideia do Copom é ter mais clareza da profundidade e da extensão do conflito no Oriente Médio antes de definir os movimentos seguintes.

    Às vésperas do encontro, cresceu no mercado financeiro a aposta de uma redução menor de juros no primeiro movimento, de 0,25 ponto percentual, diante da disparada dos preços do petróleo. Antes da escalada do conflito no Oriente Médio, o consenso era de corte de 0,5 ponto percentual.

    No exterior, o conflito também foi mencionado pelo Fed (Federal Reserve). O banco central dos EUA citou que os desdobramentos do conflito no Oriente Médio na economia dos Estados Unidos são “incertos”.

    O Fed optou por manter a taxa de juros inalterada na faixa de 3,5% e 3,75%, como amplamente esperado pelos mercados. No comunicado que acompanhou a definição, o banco central afirmou que não haverá cortes na taxa de juros se não houver progresso na inflação, indicando que, embora tenha havido avanço no processo desinflacionário, ele não se encontra no “ritmo desejado”.

    A declaração foi vista como “hawkish” pelos operadores -agressiva na política de juros, no jargão-, o que minou a atratividade de ativos de risco.

    “Esse é um dos fatores que também pressionam o real hoje. Além disso, apesar de o Copom ter adotado um tom mais cauteloso, especialmente em relação ao conflito no Oriente Médio, a trajetória de redução de juros no Brasil diminui o diferencial de taxas, o que contribui para uma piora no cenário doméstico”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Diante da volatilidade, o Banco Central realizou dois leilões simultâneos -um de dólar à vista e outro de swap cambial reverso, equivalente à compra de dólares no mercado futuro-, com oferta de US$ 1 bilhão em cada operação. A medida busca aumentar a liquidez em momentos de estresse.

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  • Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

    Raimunda Magalhães havia sido uma das acusadas no esquema de ‘rachadinha’ na Alerj; por outro lado, defesa afirma que ainda não teve acesso aos autos; senador não comenta

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma ex-assessora do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro) foi denunciada sob acusação de participar da lavagem de dinheiro do filho, o miliciano Adriano da Nóbrega, morto em 2020 em uma operação policial na Bahia.

    De acordo com a denúncia divulgada nesta quinta-feira (19) pelo Ministério Público estadual, Raimunda Veras Magalhães integrou uma rede de pessoas e empresas usada para “receber, movimentar e ocultar valores oriundos do jogo do bicho”.

    A advogada Manoela Santos, que representa Raimunda, disse que ainda não teve acesso aos autos. Flávio, que é pré-candidato à Presidência, não quis comentar por não ter tomado conhecimento da acusação.

    Raimunda foi uma das denunciadas no esquema de “rachadinha” atribuído a Flávio pelo MP-RJ no período em que esteve na Alerj. O caso foi arquivado em 2021 após a anulação de provas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça) e STF (Supremo Tribunal Federal).

    Segundo o MP-RJ, Adriano controlava pontos de jogo do bicho em Copacabana em associação com o bicheiro Bernardo Bello. A investigação apontou que quatro empresas movimentaram R$ 8,5 milhões.

    “Entre os empreendimentos de fachada constam um depósito de bebida, um bar e um restaurante. Os investigadores se depararam com um quiosque de serviços de sobrancelha localizado em um shopping na zona norte, cuja conta registrou, em seis meses, aproximadamente R$ 2 milhões em créditos”, afirma o MP-RJ.

    Raimunda trabalhou como assessora de Flávio entre abril de 2016 e novembro de 2018. A denúncia aponta uma movimentação financeira atípica numa pizzaria entre 2014 e 2019.

    De acordo com a denúncia, o estabelecimento recebeu depósitos de pessoas que faziam a lavagem de dinheiro do miliciano. Entre as transferências está uma empresa de estética, um dos focos da investigação.

    O MP-RJ apresentou também denúncia contra o deputado federal Juninho do Pneu (União Brasil-RJ). A Promotoria afirma que ele adquiriu bens de Adriano após sua morte avaliados em R$ 3,5 milhões. A acusação afirma que ele e a viúva do miliciano, Julia Lotuffo, também denunciada, tinham ciência da origem ilegal do imóvel e da irregularidade da transação.

    Juninho afirmou, em nota, que foi seu pai quem comprou o sítio apontado na denúncia. O deputado declarou que nunca teve relação com as pessoas citadas na denúncia. Disse ainda que a investigação sobre ele deveria ser conduzida pela PGR (Procuradoria-Geral da República), em razão do foro especial de deputados federais.

    A reportagem não localizou a defesa de Julia.

    Ao todo, três denúncias foram oferecidas para tratar da atuação de Adriano no jogo do bicho, numa rede de matadores de aluguel e na ocultação de seu patrimônio após a morte.

    “A terceira ação penal trata dos integrantes que atuavam sob o comando do miliciano e que continuaram em atividade após sua morte. As apurações indicam que o grupo criminoso persistiu e sofisticou sua estrutura mesmo após a morte de Adriano da Nóbrega. Segundo o Gaeco/MP-RJ, Julia Lotufo atuava como líder e controlava toda a contabilidade e os ativos da organização criminosa, cujos negócios ilícitos envolviam agiotagem, contravenção e mercado imobiliário irregular”, afirma o MP-RJ.

    Ex-assessora de Flávio Bolsonaro é denunciada sob acusação de lavar dinheiro de filho miliciano

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  • Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

    Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

    Publicações antigas atribuídas à Giovanna Reis repercutiram nas redes sociais e acenderam debate sobre discurso de ódio na web;

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen, reativou o Instagram nesta quinta-feira (19). Ela confirmou que a conta com publicações controversas era sua. “Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento”, escreveu.

    “Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera”, disse Giovanna Reis.

    Giovanna afirma que as declarações vinham de conflitos internos. “Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época”.

    Ela ressaltou que acredita na capacidade de mudar. “Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por fim, a luta e comprometimento diário contra toda e qualquer forma de discriminação”, escreveu. Confira a íntegra do pronunciamento no fim deste texto.

    Circulam nas redes sociais prints de publicações feitas por Giovanna no X entre 2010 e 2014 com teor racista, homofóbico, transfóbico e gordofóbico. O resgate do material provocou reação de internautas e ampliou a cobrança por posicionamento.

    Entre os trechos que ganharam mais repercussão, há frases com ataques a grupos específicos. Em uma das mensagens, ela teria escrito: “Porque negro é legal só às vezes, aprendam”.

    Outro post atribuído a ela cita a ex-BBB Ariadna com um termo ofensivo. “Pelo menos a Ariadna vai sair da casa com alguma coisa (…), travesti mongoloide”, diz na publicação.

    Alanis Guillen anunciou o fim do relacionamento ontem. Elas estavam juntas desde 2022 e mantinham um relacionamento discreto.

    CONFIRA A ÍNTEGRA DO TEXTO PUBLICADO POR GIOVANNA

    “Eu sinto que preciso começar dizendo, com toda a sinceridade, que repudio completamente qualquer forma de discurso de ódio ou manifestação discriminatória e violenta.

    Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento.

    Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera.

    Aquelas falas definitivamente não representam quem eu sou hoje. Elas vieram de uma versão minha muito mais nova, ainda menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia como lidar.

    Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época.

    Eu não posso aceitar que tentem me reduzir a uma versão minha de mais de uma década, nem que isso defina quem eu sou hoje.

    Acredito, de fato, na capacidade de mudança, transformação e crescimento do ser humano, inclusive na minha. Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por fim, a luta e comprometimento diário contra toda e qualquer forma de discriminação.

    Giovanna Reis”

    Ex de Alanis Guillen reativa perfil e pede desculpas

  • Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

    Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

    Levantamento com base em dados do CNJ mostra valor médio pago a magistrados punidos; entendimento de Flavio Dino, do STF, pode mudar regra e levar à demissão em vez de aposentadoria

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Magistrados punidos com aposentadoria compulsória pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça) recebem, em média, R$ 54.441, segundo dados do próprio órgão.

    O valor foi calculado com base em uma amostra de 32 pessoas obrigadas a se aposentar após punições administrativas. Segundo o CNJ, foram aplicadas 126 sanções desse tipo, mas há casos de um mesmo juiz punido mais de uma vez com a mesma pena.

    A estimativa, com 95% de confiança, indica que a média de vencimentos de todos os punidos está entre R$ 44.844 e R$ 64.037.

    O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), decidiu nesta segunda-feira (16) que a aposentadoria compulsória, com afastamento remunerado, não deve ser aplicada como punição a juízes e que infrações graves devem ser sancionadas com a perda do cargo.

    Dino afirmou que, desde a aprovação da reforma da Previdência, em 2019, não existe mais fundamento constitucional para punir juízes com aposentadoria.
    Se a decisão passar a ser adotada em outros casos, esse tipo de pagamento a condenados no futuro deixará de existir.

    Os valores variam bastante porque os magistrados ingressaram na carreira sob regras diferentes de aposentadoria. Os proventos também são proporcionais ao tempo de contribuição.

    Atualmente, tramitam no CNJ 52 processos administrativos disciplinares e 39 revisões de decisões tomadas pelos tribunais. Como estão em andamento, não é possível prever quantos resultarão em penalidade.

    PERDA DE APOSENTADORIA

    Nesta semana, Flávio Dino analisou o caso de um juiz do Rio de Janeiro que recorreu ao STF contra decisão administrativa que o obrigava a se aposentar.
    O ministro entendeu que o magistrado deveria ser punido e afirmou que a pena de aposentadoria compulsória é inconstitucional.

    “Observa-se, com as premissas lançadas, que, de partida, já é estranho um direito (aposentadoria) ser aplicado como punição”, escreveu.

    Dino determinou o envio do caso à AGU (Advocacia-Geral da União), que decidirá se ingressa com ação judicial contra o magistrado.

    Se houver condenação na Justiça, o juiz perde o direito à aposentadoria especial vinculada ao cargo, afirma a jurista Vera Monteiro, professora da FGV Direito e sócia do Sundfeld Advogados.

    Segundo ela, dificilmente as 126 punições aplicadas pelo CNJ serão revistas. Já casos posteriores à reforma da Previdência de 2019 podem, a depender do entendimento do plenário do STF, resultar em demissão. A tendência é que processos em andamento e casos futuros passem a ter esse desfecho.

    A dificuldade em demitir magistrados por via administrativa está na interpretação da Lei Orgânica da Magistratura, disse Monteiro. Hoje, a pena máxima aplicada pelo CNJ é a aposentadoria compulsória, enquanto a demissão costuma depender de condenação judicial definitiva por crime comum -ponto que a decisão de Dino pode alterar.

    O entendimento, porém, não se aplica automaticamente a outros casos. “Foi uma decisão tomada em um caso concreto, por isso não tem validade para todos”, afirma.

    Para o professor Carlos Horbach, do Departamento de Direito do Estado da USP, a decisão tem duas consequências. No caso analisado, houve violação ao devido processo legal, o que levou à anulação da punição do CNJ.

    A segunda é que, de acordo com ele, não existe mais pena de aposentadoria compulsória.

    “Se [for] mantida a compreensão de imposição de pena máxima, não mais se pode aplicar a sanção de aposentadoria compulsória, devendo ser ajuizada uma ação para que, nesses autos, ocorra a perda do cargo. Essa perda de cargo implica também a perda da aposentadoria”, afirma.

    Juízes punidos com aposentadoria compulsória recebem em média R$ 54 mil

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  • Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

    Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

    Disputa com gigante da tecnologia une bancos e fintechs nos argumentos apresentados ao Conselho. À autarquia, empresa disse que desenvolvedores podem ter acesso ao seu sistema

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPSS) – A Apple é investigada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) por restringir acesso ao sistema de pagamento por aproximação dos seus aparelhos desde o ano passado. O órgão de competição agora fez novos questionamentos à empresa por “dificultar” a modalidade de pagamento.

    Cade pergunta sobre a possibilidade de habilitar Pix por aproximação no iPhone e quais seriam as condições técnicas. O órgão quer tentar entender como empresas do ramo bancário poderiam ter acesso ao chip que permite realizar esse tipo de operação.

    A Apple tem até 30 de março para responder. Caso não responda, empresa terá de pagar multa diária de R$ 5 mil, podendo chegar a até R$ 100 mil por dia, levando em conta a situação da empresa infratora.

    Medida contrasta com o Android que permite Pix por aproximação desde o início. A modalidade estreou em 28 de fevereiro de 2025, e o Google (desenvolvedor do Android) entrou com pedido de licença para o Pix por aproximação no Banco Central. Assim, correntistas com celular com o sistema e com a função habilitada podem utilizar a funcionalidade sem pagamento de taxas adicionais.

    APPLE QUER TAXA PARA LIBERAR ACESSO À PAGAMENTO POR APROXIMAÇÃO

    Desde abril do ano passado, o Cade investiga por que a Apple “barra” o Pix por aproximação. O órgão diz que a empresa impõe “restrições e dificuldades” para que “outras carteiras tenham acesso à tecnologia NFC [tecnologia de pagamento por aproximação]”, que está disponível gratuitamente para Android.

    Centro da discussão é que a Apple cobra uma taxa para uso da tecnologia de aproximação via Apple Pay. No caso dos cartões de crédito, o valor é dividido pelas partes envolvidas; no caso do Pix, que é gratuito, não tem essa divisão. Segundo fontes do mercado, ter uma cobrança por operações Pix torna inviável habilitar a função em dispositivos Apple.

    O QUE DIZ A APPLE

    Apple diz que pagamento por aproximação não é essencial para o Pix. Em manifestação jurídica, a empresa argumenta que o recurso no Brasil está disponível primordialmente via QR Code, e que vários bancos no ecossistema iOS usam essa tecnologia para transferências grátis via Pix.

    A empresa cita que o uso de QR Code foi cerca de 2.571 vezes superior ao Pix por aproximação. Citando dados do Banco Central, a Apple diz que o uso da tecnologia por aproximação não é indispensável para o funcionamento do Pix. Além disso, o NFC pode ser usado, desde que sigam seus padrões de segurança.

    No ano passado, a Apple alegou que legislação brasileira não a impedia de cobrar uma taxa pelos seus serviços. Mesmo assim, nenhum banco quis habilitar o recurso de Pix por aproximação no iPhone.

    Cade questiona Apple por não 'dificultar' Pix por aproximação no iPhone

  • Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

    Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

    O primeiro-ministro reiterou que agiu sozinho ao atacar campo de gás iraniano de South Pars; Trump ficou irritado com ataque do aliado ao Irã

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou nesta quinta-feira (19) que Israel não atacará o principal campo de gás do Irã após telefonema feito pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

    Netanyahu reiterou que agiu sozinho ao atacar campo de gás iraniano de South Pars. Em retaliação, o Irã atacou a infraestrutura de energia no Qatar e em todo o Oriente Médio, marcando a maior escalada na guerra de quase três semanas dos EUA e Israel contra o Irã.

    Trump ficou irritado com ataque de Israel. Na noite de ontem, o republicano disse em uma publicação na rede social que Washington “não sabia nada sobre esse ataque em particular” e que Israel não atacaria mais o campo de gás, a menos que o Irã atacasse novamente o Qatar.

    Netanyahu diz que Israel não atacará refinaria do Irã após ligação de Trump

  • Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

    Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

    Alane Dias relatou susto após treino, diz que caiu no chão e tranquilizou seguidores; “Eu simplesmente fui atropelada por uma moto. Vocês acreditam? Nada grave, né?”, contou a ex-BBB nas redes sociais

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS)- A ex-BBB Alane Dias, 27, contou na tarde de hoje que foi atropelada enquanto voltava para casa no Rio de Janeiro. Ela compartilhou o incidente nos stories do Instagram e tranquilizou os fãs ao afirmar que não sofreu ferimentos graves. Segundo a atriz, o acidente aconteceu de forma inesperada, logo após um treino.

    Alane explicou que estava de bicicleta quando uma moto a atingiu, mas destacou que conseguiu se levantar rapidamente e seguir sem maiores problemas. “Vocês não sabem o que aconteceu comigo? Eu simplesmente fui atropelada por uma moto. Vocês acreditam? Nada grave, né? Lógico, por isso que eu estou aqui falando, mas caí no chão e tudo. Estava voltando? estava malhando, voltei pra casa de? Gente, eu estou falando mansa, né? Voltei pra casa de bike e, num piscar de olhos, ó? Mas eu estou bem”, começou contando.

    Mesmo com o susto, Alane afirmou que lidou com a situação de forma tranquila. Ela explicou que, após a queda, conseguiu se recompor rapidamente, sem precisar de ajuda. “Mas foi muito engraçado porque eu? eu tenho muita tranquilidade nesses momentos de pressão assim, eu consigo resolver. Aí eu só levantei e saí. Aí o rapaz da moto assim, desesperado: ‘Aí moça, tá tudo bem?’. Aí: ‘Não, vou te ajudar!’. ‘Não, tá tudo bem!’. E eu fui andando assim?”

    O motociclista envolvido, segundo a influenciadora, demonstrou preocupação imediata. Ele ainda ajudá-la no local, mas ela preferiu continuar sozinha depois de se certificar de que estava bem.

    Ex-BBB Alane Dias é atropelada por moto no Rio de Janeiro

  • "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

    "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

    O ministro disse que o STF tem erros e acertos, que são frutos da “falibilidade humana”; declaração de Flávio Dino foi dada ao homenagear Alexandre de Moraes

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), afirmou nesta terça-feira (19) que a Corte é insubstituível na função de proteção dos direitos dos cidadãos.

    O comentário foi feito na abertura da sessão da tarde desta quinta-feira, na qual o ministro Alexandre de Moraes foi homenageado pelos nove anos de atuação no Supremo. 

    Dino disse que o STF tem erros e acertos, que são frutos da “falibilidade humana”.

    “Aqueles que acham ruim existir o Supremo Tribunal Federal, que saibam que sem ele, fica muito pior. Então, é muito importante compreender esse caráter insubstituível das instituições para proteção dos direitos do cidadão”, afirmou. 

    O ministro também ressaltou que Moraes tem a função difícil de comandar os processos sobre a trama golpista.

    “Falou-se em tantos momentos duros, difíceis, eles não integram o passado. A aridez contra as instituições, a era dos abusos, demanda essa compreensão quanto à proteção das instituições. Alexandre de Moraes integra essa função difícil, porém imprescindível”, completou.

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), elogiou nesta quinta-feira (19) a atuação do ministro Alexandre de Moraes e disse que ele pode ser considerado pivô da defesa da democracia brasileira.

    A declaração do ministro foi feita durante a abertura da sessão desta tarde, na qual Moraes recebeu homenagens pelos nove anos de atuação na Corte. 

    Nomeado pelo ex-presidente Michel Temer, ele foi empossado no dia 22 de março de 2017.

    Ministros

    Para o decano da Corte, ministro Gilmar Mendes, Moraes soube dar respostas institucionais aos ataques sofridos pelo tribunal. 

    “Com início da resposta institucional à escalada de ataques contra o Supremo, seus ministros e familiares, foi em março de 2019, quando assumiu o inquérito das fake news, o ministro Alexandre foi alçado à posição de pivô da defesa da democracia”, lembrou.

    “Vossa Excelência [Alexandre de Moraes] evitou que caíssemos em um abismo autoritário, onde provavelmente ainda estaríamos vivendo. O Brasil tem uma dívida com Vossa Excelência”, completou Gilmar Mendes.

    Fachin

    O ministro Alexandre de Moraes também foi homenageado pelo presidente do STF, ministro Edson Fachin.

    O presidente do STF disse que Moraes conduziu com rigor os processos sobre a trama golpista e demonstrou que a Constituição vale para todos.

    “Haveria a condução, com rigor, de inquéritos e ações penais de excepcional complexidade? Alexandre de Moraes respondeu a essa pergunta com sua atuação demonstrando a virtude intimorata dos magistrados desta Corte. A sua contribuição não foi a de substituir o tribunal, foi a de garantir que o tribunal pudesse decidir”, afirmou.

    Moraes

    Após receber as homenagens, Alexandre de Moraes afirmou que a Corte atuou para defender a democracia e deu exemplo para os demais tribunais do mundo.

    “São nove anos, que parecem 90 anos. Quase uma década em que o Brasil passou por grandes atribulações e esse Supremo Tribunal Federal, como órgão colegiado, deu as respostas que a sociedade precisava e queria”, disse.

    "Sem STF, fica pior", diz Dino sobre atuação da Corte

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