Autor: REDAÇÃO

  • Cármen Lúcia reconhece tensão no STF em meio a caso Master e diz: 'Eu não faço nada errado'

    Cármen Lúcia reconhece tensão no STF em meio a caso Master e diz: 'Eu não faço nada errado'

    ‘Da minha parte, digo: podem dormir tranquilos. Não há uma linha minha que esteja fora da lei’, declarou a magistrada; Supremo enfrenta divisão entre ministros em meio a repercussões do caso Banco Master

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em momento em que ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) recebem atenção pública pelo comportamento em casos como do Banco Master, e de relatos de estranhamento entre os magistrados, a ministra Cármen Lúcia falou ter ciência da tensão que a corte vive e disse que, embora não possa falar em nome de toda o Supremo por não ser a presidente, consegue assegurar que ela não faz nada fora da lei.

    “Da minha parte, digo: podem dormir tranquilos. Não há uma linha minha que esteja fora da lei”, afirmou nesta segunda-feira (13) durante palestra na Fundação FHC, no centro de São Paulo.
    “Eu não faço nada errado”, completou, com a ressalva de que não falava em nome de toda a corte.

    Cármen disse que o Brasil vive momento de desconfiança generalizada, o que justifica em parte a crise do tribunal.

    Declarou, entretanto, que o STF precisa “mostrar ao povo que estamos ali para servir” e falou da necessidade de transparência e explicações necessárias das ações dos ministros fora de Brasília.

    Ela também criticou o volume de ações que chegam ao Supremo, dizendo que a corte tem rotina marcada pelo excesso de atribuições.

    Cármen falou que o momento é de uma “agudização de algumas crises” que precisam ser pensadas e que a corte vive momento de “questionamento”.

    Ela também citou mudanças tecnológicas, como as redes sociais, para explicar que os juízes não têm respostas prontas para problemas inéditos, o que aumentaria o desafio da corte na atualidade.

    A ministra falou ainda sobre a dificuldade que está envolta no exercício de ser presidente do STF, com questões que, se fossem simples, já estariam resolvidas, segundo ela. “Sei o que é estar na presidência tentando acertar. Não é simples. Não tem facilidade nenhuma.”

    Ela declarou receber “críticas ácidas” contra si e que, nesses momentos, fala a si mesma: “Cármen, lembra, você faz direito, não milagres”.

    DIVISÃO NO STF

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o Supremo enfrenta uma divisão, com os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Gilmar Mendes e Cristiano Zanin formando uma espécie de aliança para fazer frente à agenda de Edson Fachin na presidência da corte em meio às repercussões negativas da investigação sobre o caso Master.

    O quarteto se contrapõe a outro, formado por Cármen, Fachin e pelos ministros André Mendonça e Luiz Fux. O ministro Kassio Nunes Marques atua como um pêndulo entre os dois núcleos.

    Houve tensão também entre Cármen e Dino na sessão que tratou da escolha do novo governador do Rio de Janeiro.

    Cármen Lúcia reconhece tensão no STF em meio a caso Master e diz: 'Eu não faço nada errado'

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  • Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

    Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

    Dólar rompeu R$ 5 pela primeira vez em dois anos em meio a guerra no Irã; Bolsa testa novo recorde, marcando alta de 0,29%, a 197.907 pontos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar rompeu o piso de R$ 5 pela primeira vez em dois anos na sessão desta segunda-feira (13), com investidores reagindo aos novos desdobramentos da guerra no Irã.

    A cotação de R$ 4,999 foi atingida no início da tarde, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que Teerã quer fazer um acordo para encerrar o conflito que se estende desde o final de fevereiro.

    Antes disso, o mercado reagia ao fracasso das negociações de paz no fim de semana e ao bloqueio do estreito de Hormuz ordenado por Trump. A via marítima era, antes da guerra, responsável por 20% de todo o tráfego global de petróleo e gás natural liquefeito.

    Às 14h43, a moeda recuava 0,35%, cotada a R$ 4,992, revertendo os ganhos de mais cedo e em linha com o movimento no exterior. O índice DXY, que compara o dólar a uma cesta de seis moedas fortes, tinha perdas de 0,11%.

    Já a Bolsa marcava alta de 0,29%, a 197.907 pontos, testando um novo recorde histórico.

    O bloqueio em Hormuz começou às 11h, no horário de Brasília. Antes disso, segundo monitores de tráfego marítimo, apenas 2 navios ligados ao Irã tentaram fazer o trânsito na região, ante 4 na véspera e até 140 antes do conflito que vive um incerto cessar-fogo desde a terça passada (7).

    Trump determinou a medida no domingo (12), depois que as delegações não chegaram a um acordo. Três rodadas de conversas foram realizadas -e a terceira só terminou na noite de sábado no Brasil.

    Segundo a emissora estatal do Irã, a delegação de Teerã apresentou demandas relacionadas ao estreito de Hormuz, à liberação de ativos iranianos bloqueados, ao pagamento de reparações para cobrir danos causados pela guerra e um cessar-fogo que alcance toda a região

    A última vez em que EUA e Irã negociaram olho no olho foi na costura do acordo nuclear de 2015, que trocou o fim de sanções à teocracia por um intrincado esquema de verificações segundo o qual seria restringida a capacidade de enriquecimento de urânio do país por 15 anos, visando coibir a busca pela bomba atômica.

    O bloqueio de Hormuz surge em resposta, também, à cobrança de um pedágio para as embarcações. Em vez de reabrir a passagem como havia sido combinado na trégua, Teerã estabeleceu uma rota que diz evitar minas colocadas pela teocracia e passa por suas águas territoriais. Um petroleiro precisaria pagar US$ 1 em criptomoedas por cada barril de óleo transportado.

    “O bloqueio será realizado de maneira imparcial contra embarcações de todos os países que entrem ou partam de portos e áreas costeiras do Irã”, disseram os militares americanos, afirmando que não impedirão a navegação de barcos “que cruzem o estreito de Hormuz vindo de ou com destino a portos não-iranianos”.

    Neste cenário, a manhã desta segunda-feira é de volta da aversão ao risco nos mercados internacionais. O petróleo Brent voltou a cruzar o patamar de US$100 o barril, em alta de mais de 5%. Ações em todo o mundo estão em baixa, à exceção dos índices S&P500 e Nasdaq Composite nos EUA, em alta tímida de até 0,15%.

    A possibilidade de uma retomada nos ataques também impõe cautela entre os investidores.

    “Os mercados estão tentando filtrar o turbilhão de manchetes, mas parece que os EUA estão considerando retomar ataques limitados contra o Irã. Até agora, pelo menos, os mercados estão lidando relativamente bem com a notícia, pois ainda não vimos um retorno dos preços aos níveis anteriores ao cessar-fogo”, diz Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado global da Ebury.

    “Isso sugere que os investidores talvez vejam a ruptura nas negociações mais como um obstáculo no caminho e um sinal de jogo de pressão, em vez de algo que necessariamente possa atrapalhar o caminho para a paz.”

    Na semana passada, as expectativas em torno do cessar-fogo seguido de negociações para o fim do conflito aqueceram os mercados e fizeram o Ibovespa renovar o recorde histórico três dias consecutivos.

    O dólar ainda registrou o menor valor em dois anos na sexta-feira, quando encerrou o dia cotado a R$ 5,010 -quase rompendo com o piso de R$ 5 pela primeira vez desde que foi alçado a esse patamar.

    “Houve um abrandamento no conflito armado, mas a escala do abrandamento e a falta de clareza sobre quando os fluxos comerciais serão retomados nos deixa, de modo geral, ainda no mesmo lugar”, diz Benjamin Jones, chefe global de pesquisa da Invesco.

    “Esperamos uma pressão renovada sobre os ativos de risco e movimentos de alta no petróleo no início desta semana.”

    Dólar fica abaixo dos R$ 5 pela primeira vez em dois anos

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  • Katy Perry é acusada de assédio sexual pela atriz Ruby Rose, de 'Batwoman'

    Katy Perry é acusada de assédio sexual pela atriz Ruby Rose, de 'Batwoman'

    Até o momento, Katy Perry e sua equipe não se pronunciaram sobre as acusações; “Ela não vai me processar porque aconteceu, tenho fotos, foi em público e testemunhado por várias pessoas”, disse Rose (foto)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Katy Perry foi acusada de assédio sexual pela atriz australiana Ruby Rose. Rose utilizou a sua conta no Threads, no último domingo (12), para detalhar um episódio que teria acontecido há vinte anos em uma boate em Melbourne, na Austrália.

    A partir de várias publicações, a atriz afirmou ter “imagens e testemunhas” do ocorrido, disse ter sido “alvo de manipulação psicológica” nos anos seguintes e ter comparecido a uma delegacia e formalizado uma denúncia nesta segunda (13).

    Até o momento, Perry e sua equipe não se pronunciaram sobre as acusações.

    O relato teve início quando Rose reagiu a uma publicação sobre um comentário de Perry a respeito da apresentação de Justin Bieber no Coachella, cujo desempenho rendeu a ele diversas críticas negativas.

    “Katy Perry me assediou sexualmente na Spicy Market Nightclub, em Melbourne, à noite. Quem se importa com o que ela pensa?”, comentou Rose antes de compartilhar detalhes. Segundo ela, a atriz descansava a vista no colo de sua melhor amiga, evitando a cantora, quando Perry teria se aproximado e esfregado a vagina em seu rosto.

    “[Perry] puxou a calcinha para o lado e esfregou sua ‘vagina nojenta’ no meu rosto até que meus olhos se abriram e eu vomitei nela”, escreveu Rose. À época, em suas palavras, ela teria relatado o ocorrido como uma “história engraçada de bêbada”, mas teria resolvido, recentemente, realizar uma denúncia formal.

    “Ela não vai me processar porque aconteceu, tenho fotos, foi em público e testemunhado por várias pessoas”, publicou Rose ainda. Ela também disse ter mantido o caso em segredo porque, após o caso, Perry teria a ajudado a tirar seu visto americano e a pressionado psicologicamente durante anos.

    “Eu avisei a todos vocês que ela não era uma boa pessoa. Em vez disso, fui atacada por… todo mundo. A manipulação psicológica foi forte com aquela ali”, escreveu ainda.

    Katy Perry é acusada de assédio sexual pela atriz Ruby Rose, de 'Batwoman'

  • Ex-jogadora vira 1ª mulher a treinar um time nas grandes ligas europeias

    Ex-jogadora vira 1ª mulher a treinar um time nas grandes ligas europeias

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A ex-jogadora alemã Marie-Louise Eta foi anunciada como técnica do Union Berlin na reta final do Campeonato Alemão. Ela se tornou a primeira mulher a, oficialmente, comandar um time nas cinco principais ligas europeias [Alemanha, Inglaterra, Espanha, Itália e França].

    Marie-Louise Eta assumiu o cargo após a demissão de Steffen Baumgart. O treinador foi demitido pelo Union Berlin após a derrota por 3 a 1 para o Heindeheim, neste sábado (11), pela Bundesliga.

    A treinadora tem uma missão: evitar o rebaixamento do Union Berlin. A equipe está na 11ª colocação, tem 32 pontos e está a sete do St. Pauli, atualmente o 16° colocado, e que hoje estaria “classificado” para jogar o playoff de rebaixamento contra o 3° da segunda divisão. Na Alemanha, apenas os dois últimos caem direto.

    Eta ficará com a equipe principal do Union Berlin até o final da temporada -restam cinco jogos. Antes, ela vinha comandando o time Sub-19 do clube e já tinha atuado como auxiliar do elenco principal. Em 2024, ela chegou a comandar os profissionais em uma partida contra o Bochum porque o técnico Nenad Bjelica estava suspenso.

    Estou feliz que o clube me confiou esta tarefa exigente. Uma característica do Union foi e é unir forças nestas situações. E claro que estou convencida que com a equipe vamos conseguir os pontos decisivos. Marie-Louise Eta

    Natural de Dresden, na Alemanha, Eta tem 34 anos e foi jogadora profissional. Meio-campista de origem, passou pelas seleções de base da Alemanha e por clubes como 1. Turbina FFC Potsdam, Hamburgo, Cloppenburg e Werder Bremen. Se aposentou como jogadora aos 26 anos.

    Associação de Futebol de Montserrat fez um anúncio na rede social revelando que está recrutando um técnico para a equipe; salário previsto para o profissional não foi informado

    Folhapress | 13:15 – 13/04/2026

    Ex-jogadora vira 1ª mulher a treinar um time nas grandes ligas europeias

  • Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

    Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

    Gilberto Waller Jr. assumiu o instituto no fim de abril de 2025, após Operação Sem Desconto; demissão foi anunciada por ministro da Previdência, Wolney Queiroz; relação dos dois era conturbada

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) decidiu demitir o presidente do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), Gilberto Waller Jr., que havia assumido o órgão no fim de abril de 2025, após a Operação Sem Desconto, voltada à investigação de fraudes nos descontos associativos de beneficiários.

    A troca foi anunciada em nota pelo ministro Wolney Queiroz (Previdência) nesta segunda-feira (13). O INSS é formalmente ligado ao Ministério da Previdência, mas Queiroz e Waller Jr. mantiveram uma relação conturbada no tempo em que conviveram em seus respectivos cargos.

    Para substituí-lo, o ministro anunciou Ana Cristina Viana Silveira. Segundo a pasta, “ela assume a presidência do órgão com a missão estratégica de acelerar a análise de benefícios e simplificar os processos internos do Instituto”.

    Governo Lula demite presidente do INSS e anuncia servidora no comando do órgão

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  • Jordana conta para Gabriela sobre ficada dela com Jonas no BBB 26

    Jordana conta para Gabriela sobre ficada dela com Jonas no BBB 26

    Sister se surpreende e dispara: ‘O Joninhas não perdoou ninguém’; Brother já eliminado ficou com Maxiane, Marciele e Jordana dentro do reality

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Eliminado do BBB 26 (Globo), Jonas Sulzbach voltou a ser tema de discussão dentro do programa. Isso porque Jordana Morais resolveu contar a Gabriela Saporito que ficou com ele.

    Tudo aconteceu durante a madrugada. Ambas resolveram selar a paz, a advogada pediu desculpas por palavras duras contra Gabriela e contou para ela seu segredo.

    Quando soube do ocorrido, Gabi se surpreendeu. “Meu Deus! O Joninhas não perdoou ninguém”, reagiu.

    Rindo, Jordana disse que foram as mulheres que “atacaram” o rapaz. Gabriela pontuou que já vinha percebendo uma aproximação entre eles e um flerte misterioso.

    No programa, além de Jordana, Jonas também trocou beijos com Marciele Albuquerque e Maxiane Rodrigues.

     

    Jordana conta para Gabriela sobre ficada dela com Jonas no BBB 26

  • Brasil terá Semana Nacional do Esporte

    Brasil terá Semana Nacional do Esporte

    O Brasil terá, a partir deste ano, a Semana Nacional do Esporte. Texto publicado na edição desta segunda-feira (13) do Diário Oficial da União prevê as comemorações para a semana do dia 23 de junho, já considerado Dia Nacional do Esporte.

    A finalidade é incentivar a prática esportiva como instrumento de promoção de saúde, inclusão social, educação e qualidade de vida.

    As comemorações deverão ser promovidas pelo poder público, em conjunto com instituições de ensino, organizações esportivas e entidades da sociedade civil. 

    As iniciativas devem ser direcionadas à divulgação dos benefícios físicos, mentais e sociais do esporte e devem ocorrer por meio de:

    • eventos;
    • debates;
    • campanhas;
    • ações educativas;
    • atividades práticas. 
       

    De acordo com a lei, as ações deverão incluir e valorizar todas as faixas etárias e modalidades.

    Famosos, como Tom Brady, decidiram ser proprietários de equipes esportivas!

    Notícias Ao Minuto | 11:15 – 13/04/2026

    Brasil terá Semana Nacional do Esporte

  • Eduardo Bolsonaro 'atrapalha' e direita deve focar em Lula, diz Ciro Nogueira

    Eduardo Bolsonaro 'atrapalha' e direita deve focar em Lula, diz Ciro Nogueira

    Ciro Nogueira criticou a postura de Eduardo Bolsonaro pelas brigas recentes com Nikolas Ferreira. Segundo o senador, a direita precisa reduzindo o peso da polarização e de “discussão inútil”

    O presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI), afirmou nesta segunda-feira, 13, que o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) “atrapalha” ao travar disputas internos na direita e em não focar no combate ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eduardo tem criticado publicamente o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), a quem acusa de dar pouco apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência.

    “Acho que atrapalha hoje em dia. O Eduardo, tenho um respeito, é um querido amigo, uma pessoa que tem a sua representatividade. Agora, nosso adversário aqui deste campo não é o Nikolas, não é o Eduardo, não são as pessoas que estão nessas discussões”, declarou o dirigente no evento HBR Summit Brasil 2026: Healthcare Management, em São Paulo.

    “Nosso adversário é o atraso do nosso País, é esse governo que não representa o que queremos para o futuro e acho que nós devemos centrar forças nisso”, continuou Ciro.

    Segundo o senador, a direita precisa voltar a centrar o discurso em temas como segurança, saúde, educação e competitividade, reduzindo o peso da polarização e de “discussão inútil”. A fala ocorre no momento em que a federação PP-União Brasil discute seu posicionamento para 2026 e mantém interlocução com Flávio Bolsonaro.

    Eduardo Bolsonaro 'atrapalha' e direita deve focar em Lula, diz Ciro Nogueira

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  • Reino Unido rejeita bloqueio proposto por Trump no Estreito de Ormuz

    Reino Unido rejeita bloqueio proposto por Trump no Estreito de Ormuz

    Trump cobra aliados para auxiliarem EUA a controlar passagem; Keir Starmer rejeitou participar do bloqueio naval anunciado pelo presidente norte-americano

    O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, rejeitou participar do bloqueio naval anunciado pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, no Estreito de Ormuz, após a Casa Branca dizer que “outros países” participariam da missão.

    “Minha decisão foi muito clara: qualquer que seja a pressão, e tem havido uma pressão considerável, não vamos ser arrastados para a guerra”, afirmou Starmer à BBC, nesta segunda-feira (13).

    A mídia britânica informou que os navios caça-minas e a capacidade antidrone do Reino Unido continuariam operando no Oriente Médio, mas que navios e soldados da Marinha britânica não seriam usados para bloquear portos iranianos.

    O Reino Unido e a França planejam realizar “nos próximos dias” uma conferência para discutir a restauração da liberdade de navegação no Estreito de Ormuz “assim que as circunstâncias permitirem”, segundo o presidente francês Emmanuel Macron.  

    “Organizaremos uma conferência com aqueles países dispostos a contribuir ao nosso lado para uma missão multinacional pacífica destinada a restaurar a liberdade de navegação no estreito. Essa missão estritamente defensiva, separada das partes beligerantes do conflito”, disse Macron em uma rede social.

    Outro país que vem sendo pressionado por Donald Trump para contribuir com o esforço para reabrir o estreito é o Japão, grande importador de petróleo dos países do Golfo Pérsico.

    Em coletiva de imprensa realizada hoje, o chefe de gabinete do governo japonês Minoru Kihara disse que o Japão acompanha “de perto” a situação e defendeu um acordo por meio da diplomacia.

    “O mais importante é conseguir uma desescalada da situação, incluindo garantir a segurança da navegação no Estreito de Ormuz, e chegar a um acordo final por meio da diplomacia o mais rápido possível”, afirmou, segundo o jornal Japan Times.

    A negativa de aliados de participarem dos esforços dos EUA para reabrir o Estreito de Ormuz tem gerado a reação do presidente Trump, que chegou a chamar os países de “covardes” e ameaçar abandonar a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).

    China

    Por sua vez, a China afirmou que, para resolver a questão da navegação no Estreito de Ormuz, é necessário, em primeiro lugar, resolver o conflito bélico no Oriente Médio.  

    “A causa principal da perturbação no Estreito de Ormuz é o conflito militar. Para resolver a questão, o conflito deve cessar o mais rápido possível. Todas as partes precisam manter a calma e exercer contenção. A China continuará a desempenhar um papel construtivo”, afirmou Guo Jiakun, porta-voz do ministério das relações exteriores na China, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira. 

    Irã ameaça retaliar

    As Forças Armadas da República Islâmica do Irã ameaçaram realizar retaliações contra portos no Golfo Pérsico e no Mar do Omã caso a segurança dos portos iranianos seja colocada em risco. Teerã informou ainda que os inimigos do país persa não poderão passar por Ormuz. 

    Após o fracassado das negociações para um acordo de paz em Islamabad, capital do Paquistão, nesse final de semana, o presidente dos EUA Donald Trump anunciou que bloquearia a passagem de navios na saída do Estreito de Ormuz. 

    “O bloqueio será aplicado imparcialmente contra embarcações de todas as nações que entram ou saem de portos e áreas costeiras iranianas, incluindo todos os portos iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã”, informou, em comunicado, o Comando Central dos EUA.

    Conselho de Segurança da ON

    Na semana passada, a Rússia e a China vetaram a resolução apresentado pelo Bahrein, em nome dos países do Golfo Pérsico, que pretendia autorizar os países a usarem a força para reabrir o Estreito de Ormuz. 

    O preço do barril de petróleo tipo Brent voltou a subir nesta segunda-feira com o anúncio de bloqueio naval dos EUA, chegando ao nível dos US$ 100 novamente, alta de cerca de 5,5%.

    Antes da guerra, passavam pelo Estreito cerca de 20 milhões de barris de petróleo por dia. Estima-se que cerca de 20% do petróleo e gás do planeta passe por Ormuz.

    Reino Unido rejeita bloqueio proposto por Trump no Estreito de Ormuz

  • Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula

    Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula

    Flávio Bolsonaro decidiu criticar o governo Lula usando imagens de pessoas com fome revirando lixo para pegar alimentos, porém as imagens tinham sido feitas durante gestão do próprio pai; governistas reagem

    O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, usou imagens do governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), para criticar o governo Lula em seu perfil do X neste domingo, 12. A publicação causou reação de integrantes do governo.

    No vídeo, Flávio cita o endividamento das famílias e define a situação como uma “crise grave”. “Isso significa comer menos, significa panela vazia. E quase 20% desses brasileiros não estão conseguindo pagar nem a conta de água”, afirma, enquanto a imagem de fundo mostra cenas de 2021, em que pessoas recolhem alimentos em um caminhão de lixo em Fortaleza (CE). Na época, em meio à pandemia de covid-19, o material foi divulgado pelo jornal Folha de S.Paulo em reportagem sobre o avanço da fome no País.

    Em reação ao conteúdo, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que as imagens correspondem ao período da gestão de Jair Bolsonaro. “E aí, Flávio Bolsonaro, vai se retratar?”, questionou no X. O vídeo segue publicado no perfil do senador.

    A ex-ministra da Secretaria de Relações Institucionais e pré-candidata ao Senado pelo Paraná, Gleisi Hoffmann (PT-PR), chamou a publicação de Flávio Bolsonaro de “micão”. “Fila do osso? Só se for no governo Bolsonaro. Quem precisa de inimigo com um filho desses, hein?”, escreveu no Instagram.

    Em junho de 2022, dados do 2º Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia de covid-19 mostraram que mais de 33 milhões de pessoas não tinham o que comer no País durante o período pandêmico, patamares registrados pela última vez nos anos 1990. Em 2025, o Brasil voltou a deixar o Mapa da Fome da ONU, embora cerca de 7 milhões ainda enfrentem insegurança alimentar grave.

    Segundo pesquisa Datafolha divulgada neste sábado, 11, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece empatado tecnicamente com Flávio Bolsonaro. Pela primeira vez, o adversário supera numericamente o petista.

    Em uma possível disputa de segundo turno, Flávio teria 46% das intenções de voto, ante 45% de Lula. A diferença, no entanto, está dentro da margem de erro de dois pontos porcentuais para mais ou menos, o que configura empate técnico.

    Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula

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