Autor: REDAÇÃO

  • Ronaldo aponta favorita para a final da Copa; confira

    Ronaldo aponta favorita para a final da Copa; confira

    Ronaldo Fenômeno já escolheu quem, na opinião dele, chega com mais chances de conquistar o título da Copa do Mundo de 2026. Em entrevista publicada pelo jornal espanhol As, o ex-atacante afirmou que acredita em uma vitória da Espanha sobre a Argentina na grande decisão deste domingo (19) e disse que a equipe comandada por Luis de la Fuente deve vencer sem grandes dificuldades.

    “Acho que a Espanha ganha, e fácil. Sempre foi favorita, ao lado da França”, declarou o bicampeão mundial.

    A final coloca frente a frente duas das principais seleções do futebol mundial. De um lado está a Argentina, atual campeã do mundo, liderada por Lionel Messi. Do outro, a Espanha tenta conquistar o segundo título mundial de sua história com uma geração que vem chamando atenção pelo desempenho apresentado ao longo da competição.

    Ao explicar sua previsão, Ronaldo destacou a identidade de jogo construída pelos espanhóis ao longo dos anos. Para o ex-jogador, o estilo da seleção faz parte da formação dos atletas desde as categorias de base.

    “A Espanha joga futebol de maneira excelente. Eles levam isso no DNA. Jogam assim há muitos anos, fazem isso desde pequenos”, afirmou.

    Apesar de apostar no título espanhol, Ronaldo também fez elogios à campanha da Argentina no Mundial. A equipe dirigida por Lionel Scaloni garantiu vaga na decisão após derrotar a Inglaterra por 2 a 1 na semifinal.

    “Eles tiveram uma história muito bonita nesta Copa do Mundo. A Argentina é uma seleção que demonstra um espírito de superação e de raça muito bonito, mas a Espanha está muito automatizada. Sabe o que precisa fazer em cada momento”, completou.

    Espanha e Argentina disputam a final da Copa do Mundo neste domingo (19), às 16h (horário de Brasília). O duelo reúne duas potências do futebol internacional e coloca frente a frente Lionel Messi e Lamine Yamal, jogadores que representam gerações diferentes e que serão protagonistas da disputa pelo troféu mais importante do futebol mundial.

    Ronaldo aponta favorita para a final da Copa; confira

  • Zendaya causa polêmica ao usar brincos feitos com relíquias de 3 mil anos em evento

    Zendaya causa polêmica ao usar brincos feitos com relíquias de 3 mil anos em evento

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Os looks escolhidos por Zendaya, 29, para promover o filme “A Odisseia”, que estreou nesta semana nos cinemas, vem sen…
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  • Sem paralelo de disputa Globo x CazéTV, Copa nos EUA teve TVs com cara de internet

    Sem paralelo de disputa Globo x CazéTV, Copa nos EUA teve TVs com cara de internet

    LUCIANO TRINDADE
    WEEHAWKEN, NOVA JERSEY, EUA (FOLHAPRESS) – De terno e sapatos sociais, Thierry Henry e Zlatan Ibrahimovic provam que não precisam de chuteiras nem de roupas mais confortáveis para exibir o talento que fez dos dois craques lendas do futebol. Nem o polido piso do estúdio da Fox atrapalha um duelo de habilidades entre eles.

    Ao compartilhar o momento nas redes sociais, onde o vídeo viralizou, o sueco escreveu: “O estúdio nunca esquecerá”.

    As interações de Henry e Ibrahimovic, assim como boa parte do pacote da Fox, podem parecer familiar para quem acompanhou o Mundial no Brasil. Há humor, personalidades maiores do que a análise técnica e uma conversa que parece estrategicamente pensada para render cortes para a internet mais do que informar sobre futebol. A impressão é a de que a televisão americana tem a sua própria versão da CazéTV.
    Mas não é bem assim.

    Diferentemente do que aconteceu no Brasil, onde o modelo da CazéTV abalou a hegemonia da TV Globo nas transmissões esportivas do país, apostando em uma linguagem descontraída e conectada ao estilo do mundo digital, nos Estados Unidos a transformação nas transmissões ocorreu dentro dos próprios canais tradicionais.

    Sem um concorrente equivalente à emissora fundada por Casimiro Miguel (atualmente controlada pela Livemode), a Fox e a Telemundo –responsáveis, respectivamente, pela exibição das partidas em inglês e espanhol nos EUA– passaram a incorporar elementos típicos da cultura digital, como a valorização de personagens e a multiplicação de conteúdos distribuídos em diferentes telas, para se manterem donas da audiência do público.

    Segundo Zac Kenworthy, vice-presidente da Fox Sports e responsável pela cobertura da Copa, a emissora buscou equilibrar “as histórias do futebol com aspectos culturais, como gastronomia, moda e as cidades-sede, para ampliar a conexão com um público que, muitas vezes, acompanha futebol apenas no Mundial”.

    Ainda de acordo com o executivo, a escolha dos comentaristas buscou “se conectar instantaneamente com os fãs, oferecendo entretenimento e análises”.

    No quesito entretenimento, Ibrahimovic tentou se destacar. No programa de pré-jogo da semifinal entre França e Espanha, ao ser questionado sobre quem seria o “rei da selva” entre Mbappé e Yamal, o sueco manteve a postura que tinha como jogador: “Eu sou o rei da selva”, disse, arrancando risos da bancada.

    A estratégia também aparece na forma como a Fox organizou sua programação nas redes sociais. Em vez de divulgar apenas os jogos, a emissora apresentava uma grade composta por transmissões paralelas, programas de estúdio, câmeras dedicadas a jogadores, lives para TikTok e YouTube e, sobretudo, vídeos estrelados por Henry, Ibrahimovic e Rebecca Lowe, apresentadora britânica responsável por oferecer um tom mais jornalístico aos programas.

    O movimento de buscar uma lógica semelhante ao que fazem no Brasil canais que nasceram na internet ocorreu mesmo sem ameaça de divisão dos direitos de transmissão da Copa nos EUA. A Fox assumiu as transmissões em inglês em 2018, a partir do Mundial na Rússia, e já tem conversas alinhadas para renovar o acordo para a edição de 2030.

    “Com os contratos de transmissão exclusiva, não há realmente concorrência para os grandes eventos. Se você quiser assistir à Copa do Mundo nos Estados Unidos e preferir a versão em inglês, terá de assistir pela Fox”, explicou à Folha Kevin Hull, chefe da especialização em mídia esportiva da Universidade da Carolina do Sul.

    O mesmo ocorre com quem quer ver transmissões em espanhol, já que a Telemundo também comprou os direitos em 2018 e mantém negociações avançadas pela próxima edição.

    Sem uma ruptura pela concorrência, a disputa pela audiência ocorreu na chamada “segunda tela”, sobretudo o celular, onde os torcedores interagem com conteúdos antes, durante e depois dos jogos.

    “As emissoras precisam encontrar maneiras de manter o público suficientemente engajado para que continuem acompanhando a transmissão, mesmo com todas essas informações adicionais à sua disposição”, acrescentou Hull.

    Maxwell Foxman, professor associado de estudos de mídia e games da Universidade de Oregon, define o modelo das emissoras americanas como um “ecossistema da atenção”, em que não basta transmitir os jogos, pois é preciso continuar relevante enquanto o torcedor está no celular.

    “Ecossistemas baseados na atenção estão proporcionando comentários complementares relevantes e gerando reações emocionais em torno da Copa do Mundo”, afirmou Foxman. Para ele, apesar da importância das interações na segunda tela, o foco principal continuará sendo a transmissão do evento.
    “Os direitos de distribuição são fundamentais para a mídia esportiva. Isso não vai desaparecer tão cedo, mas a busca por mídias mais segmentadas e voltadas para comunidades para acompanhar seu time favorito é algo que está se tornando o padrão”, explicou.

    Nesse modelo, segundo os pesquisadores, os comentaristas deixaram de ser apenas analistas dos jogos. Suas personalidades passaram a ser tão importantes quanto o que estão debatendo.

    Apesar da disputa que ocorreu no Brasil entre Globo e CazéTV, o modelo americano ajuda a Fifa a evitar tratar televisão e criadores de conteúdo como universos concorrentes.

    “Nós os vemos como ecossistemas complementares”, afirmou a entidade em resposta à Folha, acrescentando que a estratégia da Copa de 2026 foi criar um ambiente integrado entre emissoras, plataformas digitais e os chamados creators.

    A própria Fifa organizou eventos e programas oficiais para influenciadores e criadores de conteúdo para a internet, com o objetivo de ampliar sua base junto ao público mais jovem, com foco na distribuição desses conteúdos no YouTube e no TikTok, parceiros oficiais da entidade.

    Pesquisadores da mídia esportiva, porém, observam que a mudança vai além da cooperação entre formatos e cria uma nova disputa. Para Kevin Hull, “pouquíssimas pessoas assistem hoje ao jogo apenas pela televisão”. O desafio das emissoras, afirma, passou a ser manter a atenção do público enquanto ele acompanha redes sociais, aplicativos de mensagens e outras telas simultaneamente.

    Para Ethan Tussey, professor de Cinema e Mídia na Georgia State University, a transformação alterou a forma como o esporte é consumido. Segundo ele, antes, o torcedor podia alternar entre diferentes canais e partidas na televisão. Agora, canais e plataformas digitais procuram manter as torcidas dentro de seus próprios ecossistemas, cercando a transmissão com documentários, podcasts e programas alternativos.

    “O consumo de esporte está deixando de ser amplo para se tornar mais profundo”, resume.

    Sem paralelo de disputa Globo x CazéTV, Copa nos EUA teve TVs com cara de internet

  • Marcos Mion admite ter mudado personalidade após críticas de 'haters'

    Marcos Mion admite ter mudado personalidade após críticas de 'haters'

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Marcos Mion, 47, fez um longo desabafo no encerramento do Caldeirão com Mion deste sábado (18) na Globo. O apresentado…
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  • Real Madrid avalia contratar Rodri e muda posição, diz jornalista

    Real Madrid avalia contratar Rodri e muda posição, diz jornalista

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Real Madrid passou a considerar a contratação do volante Rodri, do Manchester City, para a próxima temporada, de acordo com o jornal espanhol Manual.

    Rodri, de 30 anos, virou um dos nomes cogitados no Real Madrid para esta janela de transferências. O espanhol tem contrato com o City até 2027 e ainda não renovou, o que alimentou especulações sobre uma possível mudança.

    Declarações do jogador na seleção também ajudaram a aumentar os rumores. Rodri disse que vai deixar o tema do futuro para depois da Copa do Mundo, o que abriu espaço para novas interpretações sobre o próximo passo da carreira.

    Dentro do Real Madrid, o nome do meio-campista divide opiniões por causa de dúvidas sobre o joelho. Parte da direção vê risco no histórico de lesão grave, enquanto a torcida pressiona por um reforço espanhol para o meio-campo.
    O clube também discute a necessidade de contratar um jogador para a função de primeiro volante. José Mourinho tem insistido internamente por um reforço no setor, e a diretoria antes condicionava a chegada a uma saída no elenco.

    Mudança de cenário no meio-campo

    O Real Madrid teria flexibilizado a exigência de vender um meio-campista antes de ir ao mercado. De acordo com o jornalista Sergio Valentín, citado pelo Manual, o clube mudou de posição e agora estaria disposto a buscar Rodri já neste verão europeu.

    Antes, a possível saída de um jogador era tratada como condição para abrir espaço no elenco. Eduardo Camavinga aparecia como o principal candidato a deixar o clube nesse cenário, embora não detalhe negociações em andamento.
    Do lado do atleta, a transferência não seria descartada. Rodri veria com bons olhos a chance de jogar no Real Madrid, caso a negociação avance.

    Real Madrid avalia contratar Rodri e muda posição, diz jornalista

  • Prefeito de Nova York cogita prender Netanyahu durante Assembleia-Geral da ONU

    Prefeito de Nova York cogita prender Netanyahu durante Assembleia-Geral da ONU

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, afirmou ao jornal americano The New York Times que avalia prender o premiê de…
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    Gaby Amarantos estreia como narradora e celebra desafio: 'Adoro sair da zona de conforto'

    ADRIELLY SOUZA
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  • Bayern descarta vender Olise e avalia renovar com salário de R$ 150 milhões

    Bayern descarta vender Olise e avalia renovar com salário de R$ 150 milhões

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Bayern de Munique trabalha com diferentes cenários para o futuro de Michael Olise, mas parte de uma premissa: não pretende vender o atacante, alvo do Real Madrid, de acordo com o jornal alemão Bild.

    Olise, de 24 anos, virou um dos nomes mais comentados do mercado após o interesse do Real Madrid. Ainda assim, o Bayern sustenta internamente que não quer negociar o jogador, que tem contrato até 2029.

    Primeiro cenário discutido pelo clube é oferecer uma renovação com aumento salarial. A ideia seria pagar 25 milhões de euros (mais de R$ 146 mi) por temporada, o que colocaria Olise como o segundo mais bem pago do elenco, atrás apenas de Harry Kane.

    Outra possibilidade é manter o vínculo como está e deixar o jogador cumprir o contrato até 2029. Nesse cenário, o Bayern não faria um novo acordo agora e seguiria contando com o atleta nas condições atuais.

    Há também um cenário de desgaste, caso Olise peça para sair e o rendimento caia. A hipótese inclui até uma eventual ‘greve’ do jogador, o que poderia pressionar o clube no dia a dia.

    Última alternativa seria uma proposta fora do padrão, acima de 200 milhões de euros. O jornal afirma, porém, que dirigentes do Bayern consideram esse desfecho muito improvável.

    Como o Real Madrid entra na história.

    O interesse do Real Madrid é o pano de fundo para as discussões do Bayern sobre Olise. A avaliação, segundo o Bild, é que o clube espanhol não pretende “entrar em guerra” com o Bayern de Munique por uma negociação.

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