Autor: REDAÇÃO

  • Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

    Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

    Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (29), ele afirmou que está trabalhando para que o número de agentes federais seja reduzido em Minnesota. “Eu tenho equipe do CBP [Patrulha da Fronteira] e do ICE [polícia de imigração dos EUA] trabalhando em um plano de gradual de redução”

    (CBS NEWS) – Tom Homan, o encarregado das fronteiras e enviado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, a Minneapolis, disse que não quer ver ninguém morto e admitiu um plano para reduzir o número de agentes federais da imigração em Minnesota, mas com uma condição: a colaboração dos democratas à frente da cidade e do estado.

    Em entrevista a jornalistas nesta quinta-feira (29), ele afirmou que está trabalhando para que o número de agentes federais seja reduzido em Minnesota. “Eu tenho equipe do CBP [Patrulha da Fronteira] e do ICE [polícia de imigração dos EUA] trabalhando em um plano de gradual de redução.”

    Entre as condições apresentadas está a necessidade de que as cadeias locais avisem o ICE sobre pessoas sob sua custódia que a agência pode remover do país. Segundo Homan, isso significaria que menos agentes precisariam estar nas ruas procurando por imigrantes que estão no país de forma ilegal.

    “Nos deem acesso a imigrantes ilegais, que representam ameaças à segurança pública, dentro da segurança e proteção de uma prisão”, disse Homan. Declarações parecidas já tinham sido dadas por Trump ao longo da semana.

    “Eu não estou aqui porque o governo federal levou esta missão de forma perfeita”, afirmou Homan. Desde segunda-feira, ele está na cidade que registrou a segunda morte de um americano em menos de um mês por agentes federais da imigração.

    No dia 7 de janeiro, um agente do ICE disparou contra Renee Good, 37, que não resistiu aos ferimentos. A agência alegou que ela tentou atropelar o funcionário federal, mas imagens do episódio desmentem a versão. No último sábado (24), agentes do CBP atiraram mais de dez vezes contra Alex Pretti, 37, durante a repressão aos protestos em Minneapolis. O enfermeiro também morreu em consequência dos disparos.

    Homan afirmou que não quer ver ninguém morrer. “Nem os oficiais, nem os membros da comunidade, nem os alvos das nossas operações”, disse ele, que negou que a operação contra imigrantes em situação irregular será abandonada. “Apenas estamos fazendo isso de maneira mais inteligente.”

    Em meio aos constantes protestos contra o ICE que têm sido registrados em Minnesota nas últimas semanas, Homan disse que aqueles que discordam das ações dos agentes devem protestar no Congresso, não no prédio da polícia. Também pediu que o que chama de “retórica de ódio” acabe e afirmou que tem “zero tolerância” para manifestantes que atacam ou impedem policiais de trabalhar.

    Questionado sobre o número de policiais que ainda estão na região, limitou-se a falar que “tem havido algumas rotações”. Evitou ainda comentar casos específicos e, quando questionado sobre as mortes de Good e Pretti, Homan se esquivou. “Não vou compartilhá-la [a opinião]. Vamos deixar a investigação acontecer.”

    A chegada de Homan em Minneapolis marcou a saída de Gregory Bovino, comandante da operação em Minneapolis, conhecido como um defensor da truculência das ações de deportação. Ele deixou o posto após a morte de Pretti, e Trump afirmou que algumas “pequenas mudanças” foram necessárias e definiu Bovino como um “cara meio excêntrico” que “talvez não tenha funcionado em Minneapolis”.

    Não queremos ninguém morto, mas democratas devem colaborar, diz enviado de Trump a Minneapolis

  • Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Filme com Hugh Jackman e Kate Hudson usa canções de Neil Diamond para contar a história real de uma dupla cover marcada por ambição, dificuldades financeiras, vício e superação, explorando a força emocional da música como elo entre passado, identidade e afeto

    (CBS NEWS) – Ao se falar em Neil Diamond, é comum que “Sweet Caroline” seja a primeira lembrança. Escrita para sua segunda esposa, a canção sobre amor e o entrelaçar de mãos marcou o primeiro grande sucesso do artista e, com o passar do tempo, teve a popularidade renovada ao se tornar um hino de celebração em partidas de futebol americano e outros esportes. Isso não significa, porém, que sua carreira – que vai de “America”, hit sobre a imigração para os Estados Unidos, a canções que flertam com a espiritualidade – se resuma a esse clássico pop.

    Em “Song Sung Blue”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (29), a redução da trajetória de Diamond, hoje aposentado das turnês, mas ainda dedicado às gravações, é justamente o motivo de inconformismo do personagem vivido por Hugh Jackman. Ele interpreta Mike Sardina, um cantor de beira de estrada que construiu sua carreira a partir de versões do músico americano. Na tela, o personagem defende um repertório tão diverso quanto o de seu intérprete, cuja voz surgiu nos palcos da Broadway e hoje ecoa nas salas de cinema ao redor do mundo.

    “Eu conhecia um décimo de tudo que Neil tem a oferecer antes desse projeto. Nós temos alcances vocais muito parecidos. Aprendo muito ao ver áreas da voz dele com as quais tenho dificuldade. Isso sem falar das letras encantadoras. Ele segue se reinventando conforme descobre novas coisas”, afirma Jackman à reportagem. Ele descreve o “diamante”, hoje com 84 anos, como uma eterna inspiração para a sua carreira.

    Reconhecido por seu papel como Wolverine, anti-herói de quadrinhos da Marvel com garras afiadas entre os dedos, Jackman agora atravessa os Estados Unidos com apresentações musicais. Entre desafios, como pular corda e outras acrobacias, ele reúne canções de marcos teatrais e números extraídos da própria filmografia, relembrando projetos como o circense “O Rei do Show” e outros sucessos.

    Em “Song Sung Blue”, a megalomania do artista entra em choque com shows de boteco que ajudam o personagem a sobreviver financeiramente. A luta pelo dinheiro se soma às batalhas diárias para superar o alcoolismo herdado da Guerra do Vietnã. Não por acaso, o título faz referência a uma música de Diamond sobre a necessidade de cantar a tristeza para encontrar alívio — ou, no caso do protagonista, o amor.

    Baseado em uma história real — e inspirado em um documentário independente que pode ser alugado no site pessoal do realizador Greg Kohs —, o longa acompanha a paixão que transformou Mike e Claire Sardina, vivida por Kate Hudson, conhecidos no meio artístico como Thunder e Lightning, na dupla cover definitiva para interpretar hits e raridades de Neil Diamond.

    Se há proximidade entre a multiplicidade de Jackman e a do cantor — que também passou por canções descontraídas como “Crunchy Granola Suite”, sobre a alimentação de um homem ligado à natureza —, Hudson também se liberta de estigmas de carreira. Ao interpretar uma mulher traumatizada por um acidente, ela se afasta de papéis cômicos que longas como “Como Perder um Homem em 10 Dias” impuseram à sua trajetória.

    Indicada ao Oscar de melhor atriz pelo papel, Hudson cita o vício e a tragédia como barreiras que podem ser superadas por meio da arte. “Lidar com a vergonha é algo muito complicado. Claire é um ser repleto de luz, mas são as pessoas ao redor e o seu sistema de apoio que realmente a ajudam. Isso vale não só para as artes, mas para qualquer grupo que construímos junto aos outros”, diz a atriz, que vem aparecendo em listas de apostas para a temporada de premiações.

    Para o diretor Craig Brewer, por outro lado, talvez a resposta esteja em um campo mais transcendental. Diversas cenas retratam as canções de Diamond como louvores. Sequências dedicadas a faixas como “Soolaimon” e “Holy Holy” desafiam Thunder e Lightning a alcançar os tais raios e trovões.

    “Já encontrei pessoas que queriam assistir ao filme porque os pais delas amavam Neil Diamond. Seria um modo de preservá-los na memória”, afirma o cineasta. “A música tem esse poder. Ela nos faz lembrar de eras que se passaram, amores que se perderam e pode até recuperar cheiros e sensações ligados a um lugar ou a uma história”, completa Brewer.

    SONG SUNG BLUE
    – Quando Estreia nesta qui. (29) nos cinemas
    – Classificação 14 anos
    – Elenco Hugh Jackman, Kate Hudson e Ella Anderson
    – Produção Estados Unidos, 2025
    – Direção Craig Brewer

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  • Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

    Após o banco central dos EUA manter os juros inalterados, o presidente intensificou as críticas a Jerome Powell, voltou a pedir cortes imediatos nas taxas e afirmou que a política monetária atual prejudica a economia e a segurança nacional do país

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a atacar duramente o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano), Jerome Powell, ao cobrar um corte imediato dos juros, um dia depois de o BC dos EUA manter as taxas inalteradas. Em publicação na Truth Social, Trump afirmou que Powell, a quem voltou a apelidar de “Atrasado Demais”, “voltou a se recusar a cortar as taxas de juros, embora não tenha absolutamente nenhuma razão para mantê-las tão altas”.

    Segundo o presidente norte-americano, a postura do Fed “está prejudicando o nosso país e a sua segurança nacional”. Trump disse que os EUA deveriam ter uma taxa “substancialmente mais baixa agora que até esse idiota admite que a inflação não é mais um problema nem uma ameaça”, acrescentando que Powell “está custando à América centenas de bilhões de dólares por ano em despesas com juros totalmente desnecessárias e injustificadas”.

    O republicano também relacionou sua defesa por juros mais baixos à política tarifária. De acordo com ele, por conta de “volumes enormes de dinheiro que estão entrando no nosso país por causa das tarifas, deveríamos estar pagando a MENOR taxa de juros de qualquer país do mundo”. Trump afirmou que outras economias só são vistas como “elegantes, sólidas e de primeira linha” porque “os EUA permitem que sejam”, mesmo mantendo superávits comerciais com os americanos. Ele não mencionou a quais países se referia.

    Na publicação, Trump declarou ainda que tem sido “muito bom, gentil e cuidadoso com países do mundo inteiro” e que, “com um simples movimento da caneta, BILHÕES a mais entrariam nos EUA”. Ao final, reforçou o apelo ao banco central: “O Fed deveria reduzir substancialmente as taxas de juros, AGORA!”. Os EUA “DEVERIAM ESTAR PAGANDO TAXAS DE JUROS MAIS BAIXAS DO QUE QUALQUER OUTRO PAÍS DO MUNDO”, repetiu.

    O ataque ocorre após o Fed, na véspera, manter os juros na faixa de 3,50% a 3,75% ao ano e evitar sinalizar quando voltará a cortá-los, sob o argumento de não declarar vitória prematura contra a inflação.
     
     

    Trump chama Powell de 'idiota' e renova escalada de pressão contra Fed por cortes de juros

  • Ratinho Jr. defende indulto a Bolsonaro e expõe racha no PSD de Kassab

    Ratinho Jr. defende indulto a Bolsonaro e expõe racha no PSD de Kassab

    Ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho é um dos nomes do partido de Gilberto Kassab que pode disputar a Presidência no próximo ano

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), defendeu nesta quarta-feira (29) um indulto para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma trama golpista, e para os condenados por participação nos ataques do dia 8 de janeiro de 2023.

    Ao lado dos governadores Ronaldo Caiado (Goiás) e Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Ratinho é um dos nomes do partido de Gilberto Kassab que pode disputar a Presidência no próximo ano.

    “Esses vândalos, que erraram, têm que ser tratados como criminosos em cima de um crime de vandalismo. Mas, se for necessário para pacificar o país, é necessário fazer isso”, disse o governador em entrevista à CNN Brasil.

    Ratinho afirmou que a punição ao 8 de Janeiro foi excessiva e comparou o ataque a invasões de petistas à Assembleia Legislativa do Paraná.

    Lideranças do PSD se dividem sobre o tema. Caiado, que anunciou sua filiação à legenda nesta semana, já afirmou em diversas ocasiões que é favorável a uma anistia ampla e irrestrita, que também beneficiaria Bolsonaro.

    Leite, por outro lado, já disse que é contra a anistia, por considerá-la “ruim para o país”. Em entrevista à CNN, em março do ano passado, admitiu discutir a dosagem das penas para os que não estiveram envolvidos em atos de planejamento de um golpe de Estado.

    Sob pressão de bolsonaristas, Kassab afirmou em nota, em setembro, um dia após a condenação de Bolsonaro, sua posição a favor da anistia e “sua solidariedade ao ex-presidente”.

    Ratinho Jr. defende indulto a Bolsonaro e expõe racha no PSD de Kassab

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  • Queda da Selic no radar em março reforça apetite e Ibovespa vai a inéditos 186 mil pontos

    Queda da Selic no radar em março reforça apetite e Ibovespa vai a inéditos 186 mil pontos

    Expectativa de corte da Selic em março, alta das commodities e fluxo estrangeiro sustentam o otimismo no mercado. Ibovespa renova máximas históricas, com apoio de ações de peso como Petrobras e Vale, enquanto juros futuros e dólar recuam no início do pregão

    Um iminente corte de juros no Brasil pelo Comitê de Política Monetária (Copom) em março estimula o Ibovespa no começo do pregão desta quinta-feira, 29, a despeito de o índice ter fechado ontem com mais uma marca inédita, aos 184.691,05 pontos, em alta de 1,52%. Apesar da indicação de recuo à frente da Selic, o diferencial de juros entre Brasil e Estados Unidos seguirá elevado, o que aumenta a expectativa de que investidores estrangeiros continuem aportando na B3, ao menos por enquanto.

    A valorização de 1,78% do minério de ferro em Dalian, na China, e o avanço de cerca de 3,50% do petróleo no exterior também dão suporte ao mercado. Ontem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a elevar o tom contra o Irã ao afirmar que o tempo para a realização de um acordo nuclear estaria se esgotando.

    No pré-mercado de ações em Nova York, os índices avançam moderadamente, após o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manter a taxa de juros estável nos Estados Unidos pela primeira vez desde julho do ano passado e evitar sinalizações sobre quando poderá voltar a flexibilizá-la.

    Segundo Kevin Oliveira, sócio e advisor da Blue3, uma combinação de fatores sustenta o principal indicador da B3, como dados e balanços positivos nos EUA e o sinal de queda da Selic pelo Copom. “A alta das commodities e a sinalização de corte dos juros pelo Banco Central em março permitem o Ibovespa andar um pouco mais, em uma manhã ainda de queda dos juros futuros e do dólar, estimulando fluxo”, afirma.

    Também na véspera, após o fechamento da B3, o Copom manteve a taxa Selic em 15,00% ao ano, como esperado, e deixou claro que o próximo movimento será de queda. Muitos departamentos econômicos já previam o início dos cortes no encontro seguinte, em março, conforme mostrou a pesquisa Projeções Broadcast. Agora, diante do tom mais assertivo do comunicado, as apostas em um ritmo maior de redução do que 0,25 ponto porcentual não podem ser descartadas.

    “Há propensão ao risco, e isso se espalha para outros ativos brasileiros. Especialmente os juros futuros curtos caem. O dólar continua recuando, pois há muita gordura no carry trade. Mesmo se os Estados Unidos voltarem a cortar juros, a tendência é que investidores estrangeiros continuem surfando esse movimento. Ou seja, mesmo com queda da Selic, ainda falamos de uma taxa em torno de 12% ao final do ciclo, o que segue elevado”, avalia Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

    Para Lucca Macieira, analista de mercado da Victrix Capital, o Ibovespa reage de forma positiva após a decisão do Copom, principalmente por causa da comunicação do Banco Central. “Foi relativamente mais dovish do que o mercado esperava. Esse fator deve sustentar o otimismo para a bolsa brasileira”, estima.

    No comunicado, o Copom indicou que, caso o cenário esperado se confirme, antevê iniciar a flexibilização da política monetária já na próxima reunião, ao mesmo tempo em que reforçou que manterá o grau de restrição necessário para assegurar a convergência da inflação à meta. “A mensagem reforça que o processo de cortes será gradual e dependente de dados”, destaca Macieira.

    Entre os destaques da agenda desta quinta-feira estão os dados fiscais e o Caged, ambos referentes a dezembro de 2025. O Caged será divulgado às 14h30. Em relação às contas do governo central — Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central — houve superávit primário de R$ 22,107 bilhões em dezembro, após um período de déficit. O resultado ficou acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, que apontava superávit de R$ 16,850 bilhões. No acumulado do ano, o resultado foi um déficit primário de R$ 61,691 bilhões.

    Mais cedo, foi divulgado o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que subiu 0,41% em janeiro, após queda de 0,01% em dezembro. A variação mensal ficou levemente abaixo da mediana das estimativas do Projeções Broadcast, de 0,42%.

    No exterior, permanecem no radar a balança comercial, os pedidos semanais de auxílio-desemprego e o custo unitário da mão de obra nos Estados Unidos. Após o fechamento dos mercados, Apple e Visa divulgam seus balanços.

    Às 11h12, o Ibovespa subia 0,66%, aos 185.908,94 pontos, acumulando alta de 15,38% em janeiro. Na máxima, avançou 0,95%, alcançando 186.449,75 pontos, um ganho de quase 1.760 pontos em relação à mínima de abertura, aos 184.691,70 pontos.

    Entre as blue chips, Petrobras liderava os ganhos, com alta de até 2,80%, ainda refletindo a valorização superior a 3% do petróleo. Vale avançava 1,98%. No setor bancário, Bradesco operava estável, enquanto Banco do Brasil subia 1,65%, a maior alta do segmento. Papéis mais sensíveis aos juros também se destacavam, como Magazine Luiza, com avanço de 1,98%.
     

    Queda da Selic no radar em março reforça apetite e Ibovespa vai a inéditos 186 mil pontos

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  • Morre Maria Alcina, cantora portuguesa que popularizou o fado no Brasil, aos 86 anos

    Morre Maria Alcina, cantora portuguesa que popularizou o fado no Brasil, aos 86 anos

    A fadista, que era referência do gênero fora de Portugal, residia no Rio de Janeiro há mais de 70 anos e foi descrita pela nota do Clube Português como “portuguesa de nascimento e brasileira de coração”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A cantora portuguesa Maria Alcina Pinto da Costa Duarte, um dos principais nomes do fado, gênero musical português, morreu na quarta-feira (28), aos 86 anos. A morte foi confirmada pelo Clube Português de Niterói.

    A fadista, que era referência do gênero fora de Portugal, residia no Rio de Janeiro há mais de 70 anos e foi descrita pela nota do Clube Português como “portuguesa de nascimento e brasileira de coração”.

    Mesmo assim, sua terra natal – Cetos, no município de Castro Daire – nunca se esqueceu de sua música, e Alcina dá nome a uma avenida.

    A cantora, que ficou conhecida como “Imperatriz do fado no Brasil”, é responsável pela fundação do restaurante “A Desgarrada”, em Ipanema, Zona Sul do Rio de Janeiro, que virou ponto de valorização da cultura portuguesa. “Construiu uma trajetória marcada pela entrega, emoção e profundo respeito à música portuguesa”, diz o comunicado.

    O velório aconteceu nesta quinta (29) no Salão Nobre da Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro, na Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro.

    Morre Maria Alcina, cantora portuguesa que popularizou o fado no Brasil, aos 86 anos

  • Tarcísio reforça que vai disputar a reeleição em SP, após visita a Bolsonaro na Papudinha

    Tarcísio reforça que vai disputar a reeleição em SP, após visita a Bolsonaro na Papudinha

    Após visitar Bolsonaro na Papudinha, governador reforçou que seguirá em São Paulo, confirmou apoio à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto e afirmou que a conversa teve caráter de solidariedade, descartando qualquer pressão por uma disputa presidencial

    O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reafirmou nesta quinta-feira, 29, após visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na Papudinha, em Brasília, que vai disputar a reeleição neste ano. “A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo”, disse ao sair da unidade prisional.

    Este foi o primeiro encontro entre os dois após a prisão de Bolsonaro. A visita havia sido autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na quinta-feira passada, 22. Tarcísio chegou a cancelar o encontro depois de avaliar que a conversa poderia servir para pressioná-lo a apoiar de forma mais explícita a candidatura de Flávio Bolsonaro.

    Na terça-feira, 27, o governador já havia afirmado que não seria candidato à Presidência “nem se Bolsonaro pedisse”.

    “A gente queria fazer essa visita ao presidente. Uma visita que a gente tinha se programado. Queria muito transmitir meu abraço e solidariedade, falar do meu apreço e da minha gratidão e tinha uma tarefa muito difícil, que era transmitir o abraço de muitas pessoas”, afirmou.

    “Toda vez que faço evento em São Paulo são milhares de pessoas. É impressionante o carinho das pessoas. Eu queria ser porta-voz desse carinho, falar da saudade que as pessoas têm dele, dizer que tem uma massa de brasileiros que torcem por ele. Foi esse o objetivo da visita. Ele vai sempre ter um grande amigo”, acrescentou.

    O governador de São Paulo afirmou ainda que estará na campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto. Questionado se participará da campanha, respondeu: “Claro”.

    Tarcísio também disse que conversou com o ex-presidente sobre a pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado, pelo PSD. Segundo ele, Bolsonaro avalia que o nome soma na disputa. “O presidente elogiou Caiado. Tem apreço por ele. A gente entende que é uma candidatura que soma com o projeto e que, no fim, estará junto contra o PT”, afirmou.

    O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) acompanhou Tarcísio durante a visita desta quinta-feira, 29, mas preferiu não se pronunciar.

    Na véspera, Carlos almoçou com o governador em São Paulo. Há duas semanas, ele havia ironizado um discurso da primeira-dama paulista, Cristiane de Freitas, que afirmou que o Brasil “precisa de um novo CEO”, em referência a uma possível candidatura presidencial do marido.   

    Tarcísio reforça que vai disputar a reeleição em SP, após visita a Bolsonaro na Papudinha

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  • Moraes nega visitas de Valdemar e Magno Malta a Bolsonaro

    Moraes nega visitas de Valdemar e Magno Malta a Bolsonaro

    Na mesma decisão, Moraes liberou a ampliação da assistência religiosa ao ex-presidente, permitindo a atuação do padre Paulo M. Silva, que se somará aos atendimentos já prestados por um bispo e um pastor evangélico

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou o pedido da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para autorizar a visita do presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, e do senador Magno Malta (PL-ES) à Papudinha, em Brasília. A decisão é desta quinta-feira, 29.

    Moraes afirmou que a autorização de contato entre investigados e condenados em procedimentos correlatos apresenta “risco manifesto à investigação” e citou a tentativa prévia de ingresso de Magno Malta na unidade prisional sem autorização, além do fato de Valdemar Costa Neto ser investigado pelos mesmos crimes atribuídos ao ex-presidente.

    Apesar de negar os pedidos de visita de Magno Malta e do presidente do PL, o ministro autorizou outras visitas ao ex-presidente. No dia 7 de fevereiro, Jair Bolsonaro poderá receber o deputado federal Cabo Gilberto Silva (PL-PB), das 8h às 10h, e o deputado federal Hélio Lopes (PL-RJ), das 11h às 13h.

    Já no dia 14 de fevereiro, estão autorizadas as visitas de Luiz Antonio Nabhan Garcia, das 8h às 10h, e do senador Wilder Morais (PL-GO), das 11h às 13h.

    Caminhada

    Além de negar parte dos pedidos de visita, Moraes autorizou a realização de caminhadas controladas pelo ex-presidente, em locais previamente definidos pela administração do Núcleo de Custódia Policial Militar (NCPM), preferencialmente no campo de futebol ou na pista asfaltada da unidade. A atividade deverá ocorrer sob escolta permanente e sem contato com outros detentos, em atendimento a recomendações médicas.

    O ministro também autorizou a alteração excepcional de um dos dias de visitação para os sábados, mantendo as quartas-feiras, com o objetivo de reduzir a circulação interna e reforçar a segurança do local. As visitas seguem limitadas a dois visitantes por vez, em horários previamente estabelecidos pela administração prisional.

    Na mesma decisão, Moraes liberou a ampliação da assistência religiosa ao ex-presidente, permitindo a atuação do padre Paulo M. Silva, que se somará aos atendimentos já prestados por um bispo e um pastor evangélico. As atividades religiosas deverão ocorrer de forma individual, uma vez por semana, com duração de até uma hora. 

    Moraes nega visitas de Valdemar e Magno Malta a Bolsonaro

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  • Por onde anda a atriz Tássia Camargo, que completa 65 anos hoje

    Por onde anda a atriz Tássia Camargo, que completa 65 anos hoje

    Vivendo no país europeu há uma década, a atriz afirma ter adotado hábitos locais, destaca a sensação de segurança no dia a dia e diz manter hoje uma convivência quase exclusiva com portugueses. Tássia também comenta a adaptação cultural e a carreira fora do Brasil

    (UOL/CBS NEWS) – A atriz Tássia Camargo completa nesta quinta-feira (29) 65 anos. Ela mora em Portugal há dez anos. Em entrevista ao jornal Extra, ela explicou as diferenças entre os dois países: “Em Portugal, tenho uma tranquilidade… Saio de carro com a bolsa do lado e sei que não vou ser assaltada. Não existe insulfilm nos vidros. Um dia, quando eu visitar o Brasil, vou bem escondidinha”.

    Tássia diz que, há oito anos, só convive com portugueses. Ela afirma que absorveu o jeito de falar português e quer aprender o hino do país europeu: “Eu acho que é uma obrigação minha, se eu moro em Portugal, saber escrever como os que vivem cá e saber o hino do país. Estou há dois anos nesse processo de decorar a letra. Ainda não consegui, porque vivo ocupada. Mas os portugueses são muito generosos, me receberam muito bem”.

    Seu último trabalho como atriz foi em 2019. Ela participou da segunda temporada da novela “Valor da Vida”, da emissora portuguesa TVI.

    Tássia fez sua estreia na TV em “Os Adolescentes” (Band), em 1981. Depois, a atriz engatou um trabalho atrás do outro, como “Elas por Elas” (1982), “Pão Pão, Beijo Beijo” (1983), “Um Sonho a Mais” (1985), “Selva de Pedra” (1986) -todas antes de interpretar Elisa em “Tieta”.

    Depois de viver Elisa na trama de 1989, continuou ativa. Fez “O Dono do Mundo” (1991) e “Quatro por Quatro” (1994), “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1998), “O Cravo e a Rosa” (2000), “Malhação – Múltipla Escolha” (2004) e “Vidas Opostas” (2006).

    Tássia Camargo perdeu a filha caçula em janeiro de 1996. Maria Júlia era fruto do casamento da atriz com o músico Marinho Boffa, união que durou 11 anos. O casal teve três filhos: Diego, Pedro e Maria Júlia.

    Maria Júlia foi vítima de complicações causadas pela rubéola. A artista explicou em entrevista à TVI que a filha começou a apresentar sintomas graves pouco antes de completar dois anos.

    Por onde anda a atriz Tássia Camargo, que completa 65 anos hoje

  • Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA

    Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA

    Meninos de 6, 8 e 9 anos brincavam perto de casa quando o gelo cedeu; mãe tentou resgatá-los, mas também ficou em risco. Tragédia ocorreu em meio a uma onda de frio extremo que já provocou dezenas de mortes nos Estados Unidos

    Uma tragédia provocada pelo frio extremo abalou uma comunidade do Texas nesta semana. Três irmãos, com idades entre seis e nove anos, morreram depois de caírem em um lago congelado durante a forte tempestade de inverno que atinge os Estados Unidos. O acidente ocorreu na segunda-feira, em Bonham, e mobilizou equipes de resgate e moradores da região.

    Em comunicado divulgado na terça-feira, o Gabinete do Xerife do Condado de Fannin informou que várias autoridades foram acionadas após uma chamada de emergência relatando que três crianças haviam caído no gelo de um lago local.

    As duas crianças mais velhas, de oito e nove anos, foram retiradas da água pelos primeiros socorristas que chegaram ao local, com a ajuda de um vizinho. Elas receberam atendimento médico imediato e foram levadas de ambulância a um hospital da região.

    Já o irmão mais novo, de seis anos, não conseguiu retornar à superfície. O corpo foi localizado mais tarde, após uma busca intensa no lago. Apesar dos esforços das equipes de resgate e dos profissionais de saúde, as três crianças não resistiram e tiveram as mortes confirmadas

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    “Eram três e eu estava sozinha… por isso não consegui salvá-los”

    Em entrevista à CBS News, Cheyenne Hangaman, mãe das crianças, relatou o desespero vivido ao tentar socorrer os filhos, mas afirmou que acabou tendo de vê-los “se debatendo e se afogando sem poder ajudá-los”.

    Mãe de seis crianças, Cheyenne contou que soube do acidente por meio de uma das filhas, que correu até ela gritando que os irmãos haviam caído na água.

    Segundo o relato, os meninos brincavam nas proximidades de um lago localizado a cerca de 30 metros da casa onde a família estava hospedada. O mais novo caiu depois de tentar “patinar no gelo”, e os irmãos mais velhos pularam na água na tentativa de resgatá-lo.

    “Quando eu os vi, eles estavam se debatendo e eu sabia que os corpos deles já estavam em choque”, contou. “A água estava gelada.”

    “Eram três e eu estava sozinha… por isso não consegui salvá-los”, lamentou.

    Cheyenne disse ainda que ela própria começou a ter dificuldades dentro da água e precisou ser retirada por um vizinho, que correu até o local ao ouvir os gritos da família.

    “Tentei lutar pela vida dos meus filhos, mas tive de vê-los se debatendo e se afogando sem poder ajudá-los”, afirmou.

    As autoridades não divulgaram oficialmente a identidade das vítimas, mas a mãe confirmou que se tratava de Howard Doss, de seis anos, Kaleb Doss, de oito, e EJ Doss, de nove.

    Ao falar sobre os filhos, Cheyenne Hangaman contou que EJ sonhava em se tornar uma estrela do futebol, Kaleb era apaixonado por dança e música, e o caçula, Howard, “gostava de fazer as pessoas rirem”.

    O acidente ocorreu em meio a uma forte tempestade de neve e gelo que atinge os Estados Unidos e já deixou dezenas de mortos. Classificado como “monstruoso”, o fenômeno provocou temperaturas extremas e nevascas intensas em áreas que vão do Texas ao Kansas, além de gerar condições de “perigo extremo” em estados como Nova York, Kentucky, Michigan, Ohio, Carolina do Sul, Nova Jersey e Massachusetts, entre outros.

     

    Três irmãos morrem após cair em lago congelado durante tempestade nos EUA