Autor: REDAÇÃO

  • Haaland quebra novo recorde ao chegar a 100 gols na Premier League

    Haaland quebra novo recorde ao chegar a 100 gols na Premier League

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Haaland quebrou um novo recorde individual ao marcar um dos gols da vitória dramática do Manchester City sobre o Fulham, em jogo do Campeonato Inglês ocorrido nesta terça-feira (02).

    O norueguês chegou aos 100 gols na Premier League. Ele abriu o placar da partida, que acabou em 5 a 4 para o time de Pep Guardiola.

    Ele tornou-se o atleta que precisou de menos jogos para atingir a marca. Haaland chegou ao centésimo gol no torneio em 111 partidas disputadas.

    O atacante superou o recorde que era de Alan Shearer, maior artilheiro da história do campeonato. O britânico havia alcançado os 100 gols em 124 jogos -Harry Kane (100 gols em 141 jogos) aparece na sequência.

    Gabi Zanotti, Ludmila, Dudinha, Isabela e Bia Zaneratto anotaram os gols da partida que terminou em 5 a 0 para o Brasil

    Folhapress | 20:35 – 02/12/2025

    Haaland quebra novo recorde ao chegar a 100 gols na Premier League

  • Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA

    Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA

    Apesar do governo russo classificar as negociações como úteis e construtivas para um acordo de paz, as questões territoriais continuam sendo um obstáculo entre os dois países

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Após cinco horas de conversas entre Rússia e Estados Unidos em Moscou, o assessor internacional de Vladimir Putin disse à imprensa que a paz na Ucrânia não está mais próxima -mas tampouco está mais distante. Segundo Iuri Uchakov, os dois lados não conseguiram chegar a um acordo a respeito de questões como a transferência de território.

    Pelos primeiros sinais disponíveis, o pêndulo da negociação parece ter voltado para o lado do Kremlin, dado que Putin passou o dia asseverando uma posição de força militar no país que invadiu em 2022, enquanto Volodimir Zelenski pedia para que a Ucrânia não fosse deixada de lado no debate.

    Pelo lado americano, participaram do encontro o enviado Steve Witkoff e o genro de Donald Trump Jared Kushner, que costuma envolver-se em acordos que possam gerar oportunidades de negócios apesar de não ter cargo formal. Já Putin estava acompanhado do negociador Kirill Dmitriev e do assessor internacional Iuri Uchakov.

    Em um evento mais cedo, Putin havia dito que a versão revisada da proposta de paz que havia sido desenhada por Witkoff e Dmitriev, favorável ao Kremlin, incluía pontos sugeridos pela Europa “absolutamente inaceitáveis”.

    Se os aliados de Zelenski quiserem sentar à mesa, disse, terão de aceitar as demandas maximalistas do Kremlin: concessão e reconhecimento territorial e neutralidade militar da Ucrânia, para começar.

    Os chefes das diplomacias de ambos os lados, Marco Rubio e Serguei Lavrov, estavam ausentes, o que vai alimentar o moinho de especulações acerca de seu peso no debate e as sugestões, no caso do americano, de que Witkoff e Kushner jogam em favor do Kremlin.

    Putin encontrou-se com os enviados no Kremlin, na sua sexta reunião com Witkoff neste ano, logo após dar declarações belicosas visando isolar os EUA dos aliados europeus de Volodimir Zelenski. O russo disse que “se a Europa quiser lutar contra nós, estamos prontos agora mesmo”.

    O russo busca uma posição de força, ao gosto da política defendida por Trump. Na véspera, anunciou avanços militares na Ucrânia e a tomada de um centro logístico vital para Kiev na região de Donetsk, 1 das 4 que quer ver reconhecidas como russas.

    Nesta terça, disse ter tomado mais duas vilas no sul do vizinho. E também ameaçou “isolar a Ucrânia do mar” após dois ataques contra petroleiros russos em poucos dias, e sugeriu que iria “tomar medidas” contra petroleiros de nações que apoiam Kiev, mas sem especificar quais.

    A Ucrânia negou a perda de cidade de Pokrovsk, que analistas de ambos os lados sugerem ter ocorrido. Seja como for, o clima otimista, verdadeiro ou não, esperava os americanos em Moscou com o presidente convencido pela linha-dura do Kremlin que pode impor condições por ter a melhor posição militar.

    Antes de se encontrar com Putin, a dupla americana se reuniu com Dmitriev. Fiel a seu estilo mascate, o russo postou nesta terça um vídeo defendendo o “túnel Putin-Trump”, uma obra que ligaria o Alasca à Rússia. Foi uma referência pouco sutil à sua defesa de oportunidades de negócios caso haja paz.

    Zelenski e os europeus temem ser escanteados novamente da discussão. Antes do encontro, ele havia dito que temia o desinteresse americano no conflito caso as negociações travassem, como já ocorreram em outras ocasiões desde que Trump mudou o sinal da política americana para a guerra e abriu contato com Putin.

    Nos EUA, Rubio confirmou a expectativa repetindo que “esta não é nossa guerra”. Já Trump afirmou a repórteres: “Não é uma situação fácil, posso te falar. Que confusão”. Ainda não houve manifestações após a longa reunião.

    O ucraniano havia reagido ao plano inicial, desenhado por Witkoff e Dmitriev, com apoio de aliados europeus, e conseguiu fazer o que chamou nesta terça de versão refinada em duas etapas, ocorridas nos dois últimos domingos em Genebra e, depois, na Flórida.

    Ele, que estava na Irlanda após visitar a França, escreveu no X que é vital manter os parceiros do continente à mesa nas negociações, algo a que Trump dá pouca importância.

    Para agravar sua situação, Zelenski enfrenta um enorme escândalo de corrupção no setor de energia de seu governo. A principal vítima até aqui foi seu poderoso chefe de gabinete, Andrii Iermak, que liderava as negociações de paz.

    Nesta terça, Zelenski disse que “esta é a melhor oportunidade para a paz” e que está pronto para discutir com os americanos os termos debatidos em Moscou. Ao mesmo tempo, afirmou que não haverá acordo sem “decisões difíceis” e que não permitirá que sejam feitos arranjos “pelas costas da Ucrânia”.

    Não estamos mais próximos da paz na Ucrânia, diz Rússia após reunião com EUA

  • Pedido de vista adia votação de parecer sobre mandato de Zambelli

    Pedido de vista adia votação de parecer sobre mandato de Zambelli

    Relator apresentou parecer contrário à cassação da parlamentar; Diego Garcia (Republicanos-PR) declarou que não há provas contra Carla Zambelli, mesmo a parlamentar tendo sido considerada culpada em dois processos e condenada pela Justiça

    Um pedido de vista coletivo adiou a votação do relatório do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados que trata da perda do mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). Mais cedo, Garcia apresentou seu parecer se manifestando contrário à cassação da parlamentar. 

    Com o pedido de vista, o relatório só será analisado após duas reuniões do colegiado. A previsão é que Zambelli e sua defesa sejam ouvidos na próxima reunião da CCJ.

    Zambelli foi condenada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 10 anos de prisão, multa e a perda do mandato no caso relacionado à invasão dos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A deputada, entretanto, fugiu para a Itália, em julho, pouco antes de sua prisão ser decretada.

    A parlamentar está presa no país europeu, esperando uma decisão da Justiça italiana sobre o pedido de extradição feito pelo Brasil. Na movimentação mais recente, o Ministério Público de Itália deu parecer favorável à extradição.

    A decisão sobre perda do mandato foi encaminhada para a CCJ, também em junho, pelo presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

    Em seu parecer, Garcia afirmou não haver certeza sobre que Zambelli ordenou o ataque aos sistemas do CNJ.

    “Onde houver sombra de incerteza, se houver lacuna de prova, que prevaleça então o respeito ao voto de quase um milhão de brasileiros que a elegeram”, escreveu.

    O deputado acusou ainda o STF de “perseguição política” a Zambelli e que a decisão da corte foi tomada a partir do que classificou como “alguns arquivos recebidos por e-mails” e do “testemunho dúbio” do hacker Walter Delgatti Netto, que também, foi condenado e preso pela invasão do sistema do CNJ. Na invasão do dia 4 de janeiro de 2023, o hacker incluiu um pedido de prisão falso contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

    “Porque, ao fazê-lo [defender a perda do mandato], não condenaríamos apenas uma deputada. Condenaríamos os seus eleitores. Silenciaríamos quase um milhão de vozes que depositaram, nas urnas, a esperança de serem representadas neste Parlamento. E reproduzir os frutos de uma perseguição política que maculou o poder Judiciário, servirá somente para macular também o poder Legislativo”, justificou Garcia disse.

    Após a votação do parecer, ele será levado para o plenário da Câmara para a votação final. Para a perda do mandato é necessária a maioria absoluta dos votos dos 513 deputados.

    A líder do PSOl, Fernanda Melchionna (PSOL-RS) disse que o parecer é um tapa na cara do povo brasileiro.

    “Nós não estamos julgando aqui a inocência, que obviamente nem eu, nem o Judiciário acham, afinal, ela foi condenada. Estamos discutindo aqui se alguém que está preso em outro país, sem acesso à internet, no xilindró, vai poder seguir com o mandato deputado federal”, disse.

    “O relatório é um tapa na cara do povo brasileiro, porque nenhuma pessoa em sã consciência acha que a Câmara dos Deputados tem que gastar por mês R$ 140 mil para pagar assessores de um mandato que não existe, porque tem uma deputada presa”, acrescentou.

    Pedido de vista adia votação de parecer sobre mandato de Zambelli

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  • Atriz de 'Três Graças' retorna às telas após tratamento de câncer de mama agressivo

    Atriz de 'Três Graças' retorna às telas após tratamento de câncer de mama agressivo

    Kelzy Ecard, intérprete de Helga, perdeu 40 quilos e parou de consumir bebidas alcoólicas; em remissão, artista considera que o trabalho foi fundamental para sua recuperação emocional

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A volta de Kelzy Ecard ao ar em “Três Graças” marcou mais do que a estreia de uma nova personagem. No capítulo da segunda (1º), a atriz de 60 anos reapareceu como Helga, a cuidadora contratada para lidar com a turbulência na casa de Josefa (Arlete Salles), depois de quase dois anos dedicados ao tratamento de um câncer de mama agressivo.

    Durante o tratamento, iniciado após o diagnóstico em dezembro de 2022, Kelzy passou por quimioterapia, radioterapia e imunoterapia. O processo coincidiu com uma sequência de doenças na família, quase na mesma época o filho recebeu o diagnóstico de uma doença rara no cérebro e o irmão mais novo morreu vítima de um tumor cerebral fulminante. “Foi um ano de derrocada”, disse em entrevista ao Gshow.

    Mesmo diante da sucessão de crises, ela interrompeu a carreira apenas no momento mais crítico da quimioterapia. O retorno ao estúdio, afirma, virou parte essencial da reestruturação emocional. “O trabalho ajuda muito na recuperação. Para quem é vocacionado, faz uma diferença enorme.”

    A rotina médica também exigiu mudanças drásticas. Com o fígado afetado pelo tratamento, a atriz abandonou completamente o álcool há dois anos e meio.

    A alteração no estilo de vida veio acompanhada de uma mudança alimentar, ela eliminou bebidas, industrializados e embutidos. O resultado foi a perda de quase 40 quilos. “Eu estava muito acima do peso e a obesidade era fator de risco. Falei: ‘Preciso emagrecer’. Ainda quero perder mais para sair da zona de risco”, disse.

    Hoje em remissão e acompanhando a saúde de perto, Kelzy diz viver uma fase de ressignificação da vida.

    Atriz de 'Três Graças' retorna às telas após tratamento de câncer de mama agressivo

  • Supercomputador exclui Brasil do top 5 de favoritos para Copa; veja ranking

    Supercomputador exclui Brasil do top 5 de favoritos para Copa; veja ranking

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O Supercomputador da Opta Analyst, empresa que é especializada em estatísticas esportivas, listou as seleções favoritas ao título da Copa do Mundo de 2026 -e não colocou o Brasil nem mesmo dentro do top 5.

    O levantamento traz a seleção de Carlo Ancelotti apenas como 7ª melhor posicionada para faturar o troféu. O torneio, que terá o sorteio dos grupos na sexta, começa em junho do ano que vem.

    O Brasil soma, segundo o supercomputador, apenas 5,6% de chances de tornar-se hexacampeão. O número é, inclusive, inferior em relação a Portugal, que nunca ganhou uma Copa.

    Espanha, França e Inglaterra formam o “pódio” -os três europeus aparecem com mais de 10%. Argentina e Alemanha completam o top 5.

    O favoritismo dos espanhóis foi explicado pelo site da Opta. “A Espanha agora está invicta em seus últimos 31 jogos oficiais, superando a famosa sequência de 30 jogos sob comando de Vicente del Bosque entre 2010 e 2013 -uma sequência que os levou a vencer tanto a Copa do Mundo quanto a Euro.”

    A justificativa pelo 7º lugar do Brasil , por outro lado, passa pelos recentes fracassos nas últimas edições do torneio, segundo a empresa -Ancelotti, no entanto, é citado como possível solução. “O Brasil tem decepcionado constantemente nos últimos anos, falhando em passar até pelas quartas de final nas duas Copas do Mundo mais recentes e na Copa América de 2024, mas se algum treinador pode fazer a seleção ter sucesso em umm torneio eliminatório, ele é Ancelotti.”

    VEJA TOP 15

    Espanha – 17%
    França – 14,1%
    Inglaterra – 11,8%
    Argentina – 8,7%
    Alemanha – 7,1%
    Portugal – 6,6%
    Brasil – 5,6%
    Holanda – 5,2%
    Noruega – 2,3%
    Colômbia – 2%
    Bélgica – 1,9%
    Uruguai – 1,7%
    México – 1,3%
    Croácia – 1,1%
    Marrocos – 1,1%

    Ministros apontam que a conduta é reprovável, mas não se enquadra como crime previsto na Lei Geral do Esporte; Igor Cariús, que havia sido punido pelo STJD com um ano de afastamento dos campos, tem ação trancada no Supremo

    Folhapress | 19:36 – 02/12/2025

    Supercomputador exclui Brasil do top 5 de favoritos para Copa; veja ranking

  • Bolsa fecha acima dos 161 mil pontos pela primeira vez; dólar cai com dados da indústria

    Bolsa fecha acima dos 161 mil pontos pela primeira vez; dólar cai com dados da indústria

    Nesta terça-feira (2), o dólar recuou 0,53% fechando o dia em R$ 5,329; no ano, a moeda norte-americana registra queda de 13,76%, enquanto a Bolsa tem alta de 33,63%

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A Bolsa renovou o recorde de fechamento nesta terça-feira (2), ao encerrar acima da marca de 161 mil pontos pela primeira vez na história.

    O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, avançou 1,50% e fechou aos 161.092 pontos -valor que também representa a nova máxima intradiária histórica. O maior apetite ao risco ajudou a derrubar o dólar, que recuou 0,53%, para R$ 5,329.

    O pregão foi impulsionado por dados fracos da indústria brasileira e pela expectativa de um possível corte de juros no país no início de 2026 -o cenário eleitoral do próximo ano também esteve no radar.

    No ano, o dólar registra queda de 13,76%, enquanto a Bolsa tem alta de 33,63%.

    No mercado doméstico, os investidores repercutiram dados da economia brasileira. Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a indústria brasileira registrou crescimento abaixo do esperado em outubro.

    No mês, a produção industrial teve avanço de 0,1% em relação a setembro, resultado que ficou aquém da expectativa em pesquisa da Reuters de alta de 0,4%. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 0,5% na produção, contra expectativa de avanço de 0,2%.

    De acordo com analistas, a pressão da política monetária, com a taxa básica de juros em 15%, encarece o crédito e freia o avanço do setor.

    Segundo Ian Lopes, economista da Valor Investimentos, os dados industriais mais fracos impulsionaram a Bolsa. “Mostram uma desaceleração econômica e demonstram o impacto da Selic mais alta. Com a desaceleração, o mercado já precifica um corte de juros; não se sabe quando, mas provavelmente no início do ano que vem”.

    Felipe Tavares, economista-chefe da BGC Liquidez, concorda. “São dados que confirmam um cenário de atividade [econômica] menor e isso ajuda no início do ciclo de cortes no 1º trimestre de 2026”.

    Os sinais do Banco Central têm sido mistos. Em evento da XP Investimentos, em São Paulo, na segunda (1º), o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo afirmou que o mercado de trabalho brasileiro está aquecido e que isso exige uma postura conservadora do BC.

    Na última terça-feira (25), contudo, Nilton David, diretor de Política Monetária do Banco Central, afirmou que a expectativa é de que o BC realize cortes na taxa Selic, não aumentos. Ele não especificou quando essas reduções podem ser realizadas.

    Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad, afirma que as atenções estarão voltadas para a comunicação do BC após decisão dos juros. “O foco será sobre as indicações do Banco Central após a decisão que talvez indique com maior precisão o início do ciclo de cortes, dado que para dezembro, o mercado trabalha com a manutenção da Selic em 15%”.

    Para Felipe Tavares, da BGC Liquidez, o mercado de trabalho é o grande desafio do BC. “O comunicado não deve trazer informações sobre o mercado de trabalho, mas pode sinalizar alguma flexibilização no olhar do BC sobre o cumprimento das metas e sobre como estão enxergando esse desafio”.

    O BC passou a defender juros contracionistas por “período bastante prolongado” em junho deste ano, quando fez sua última elevação da Selic no ciclo, a 15%, maior patamar em 20 anos.

    Em novembro, deixando a Selic em 15%, o BC passou a demonstrar convicção de que esse patamar é adequado para cumprir a meta de inflação, apontando a necessidade de “manutenção do nível corrente da taxa de juros por período bastante prolongado”.

    O alvo central perseguido pelo BC para a inflação é 3%. No modelo de meta contínua, o objetivo é considerado descumprido quando a inflação acumulada permanece por seis meses seguidos fora do intervalo de tolerância, que vai de 1,5% (piso) a 4,5% (teto).

    O Banco Central volta a se reunir na próxima semana, nos dias 9 e 10, para sua última decisão do ano de política monetária, com expectativa de manutenção da Selic.

    Segundo analistas, o cenário eleitoral também impactou na alta da Bolsa, com pesquisa mostrando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Repúblicanos), tecnicamente empatados no segundo turno.

    Uma pesquisa AtlasIntel divulgada nesta terça-feira (2) revela que, em um eventual segundo turno, Lula aparece empatado na margem de erro com Tarcísio. O petista teria 49% dos votos, ante 47% do governador paulista -na simulação de primeiro turno, Lula teve 48,4% e Tarcísio, 32,5%.

    Para Cristiane Quartaroli, economista-chefe do Ouribank, o ano eleitoral promete volatilidade. “Para a taxa de câmbio, isso não deve ocorrer apenas no segundo semestre -a tendência é que haja volatilidade ao longo de todo o ano”.

    No exterior, analistas continuam atentos às expectativas de corte de juros nos EUA pelo Fed, que pesam sobre a divisa americana, em dia de agenda vazia de dados econômicos.

    A ferramenta FedWatch, do CME Group revela que investidores veem uma chance de 87,4% de que o banco central americano reduza a taxa de juros para 3,50% a 3,75%, em dezembro -hoje é de 3,75% a 4,00%.

    A expectativa de cortes na taxa americana aumentaram o apetite ao risco nos EUA, com todos os principais índices de Wall Street avançando. Destaque do dia, a Nasdaq subia 0,62% durante o pregão.

    Reduções nos juros dos EUA costumam ser uma boa notícia para os mercados globais -e o oposto também é verdadeiro. Como a economia norte-americana é vista como a mais sólida do mundo, os títulos do Tesouro, também chamados de “treasuries”, são um investimento praticamente livre de risco.

    Quando os juros estão altos, os rendimentos atrativos das treasuries levam operadores a tirar dinheiro de outros mercados. Quando eles caem, a estratégia de diversificação vira o norte, e investimentos alternativos ganham destaque.

    Além disso, uma redução nos juros por lá e a manutenção da taxa brasileira fortalece a estratégia conhecida como “carry trade”. Nela, pega-se dinheiro emprestado a taxas mais baixas, como a dos EUA, para investir em ativos com alta rentabilidade, como a renda fixa brasileira.

    Assim, quanto mais atrativo o carry trade, mais dólares tendem a entrar no Brasil, o que ajuda a valorizar o real.

    Bolsa fecha acima dos 161 mil pontos pela primeira vez; dólar cai com dados da indústria

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  • Jurados que condenaram 'Diddy' explicam votos em série documental da Netflix

    Jurados que condenaram 'Diddy' explicam votos em série documental da Netflix

    Entrevistada em série documental diz que esperava reações negativas ao veredicto; magnata do hip-hop foi absolvido das acusações mais graves pela Justiça dos Estados Unidos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nesta semana, chegou ao catálogo da Netflix a série documental “Sean Combs: O Acerto de Contas”, produção que analisa as acusações contra o magnata do hip-hop. Em outubro, ele foi sentenciado a quatro anos e dois meses de prisão por crimes relacionados à prostituição.

    O documentário entrevista alguns dos jurados que participaram do julgamento do artista para que eles explicassem o que levaram em conta na hora de proferir seus votos.

    O júri absolveu Diddy dos crimes mais graves -extorsão, pelo qual poderia ser condenado à prisão perpétua, e tráfico sexual das ex-namoradas, que poderia acarretar mais duas décadas de prisão.

    Ele, porém, foi condenado por transportar pessoas através de fronteiras estaduais americanas para fins de prostituição, crime envolvendo duas ex-namoradas -a cantora Cassie Ventura e uma mulher anônima que usou o pseudônimo de Jane no tribunal.

    Uma das juradas entrevistadas no documentário afirmou que estava segura de seu voto, mas que sabia que o veredicto geraria polêmica justamente por ser mais ameno do que a opinião pública esperava.

    “Quando estávamos na sala de deliberação e chegamos a um acordo no qual ele era apenas culpado por duas acusações, minhas palavras exatas foram: ‘Oh, caramba’”, disse ela na série.

    Outra jurada afirmou que proferiu o voto sem levar em conta as acusações de violência doméstica contra o rapper. Em maio do ano passado, foi divulgado um vídeo feito por câmeras de vigilância mostrando Diddy agredindo fisicamente Cassie Ventura, sua então namorada.

    Já um homem afirmou não ter tido certeza sobre o grau de culpa de Combs, já que Ventura permaneceu em um relacionamento com ele, entre idas e vindas, por 11 anos.

    “No dia seguinte [à violência doméstica], eles estavam se reconciliando e trocando mensagens de texto como se nada tivesse acontecido”, disse o jurado. “Se você não gosta de algo, você sai completamente [da relação]. Você não pode ter as duas coisas.”

    Jurados que condenaram 'Diddy' explicam votos em série documental da Netflix

  • Seleção feminina amassa Portugal e vence último jogo da temporada

    Seleção feminina amassa Portugal e vence último jogo da temporada

    (UOL/FOLHAPRESS) – Em seu último jogo no ano, a seleção brasileira feminina dominou Portugal, fez três gols em um primeiro tempo alucinante e venceu o amistoso por 5 a 0, no Estádio Municipal de Aveiro. A vitória que encerra 2025 também foi um alívio após a derrota para a Noruega, na última sexta-feira.

    Gabi Zanotti, Ludmila, Dudinha, Isabela e Bia Zaneratto anotaram os gols da partida. Tainá Maranhão ainda teve duas boas chances na primeira etapa, enquanto a goleira Lelê não foi incomodada no jogo.

    O amistoso serve como preparação para a Copa do Mundo de 2027, que será disputada no Brasil.

    A seleção feminina só volta a campo em 2026. Além dos amistosos, o Brasil terá a Copa América feminina em seu calendário – a competição também deve ser sediada em solo brasileiro, como evento-testo para a Copa do Mundo.

    FIM DE ANO COM CHAVE DE OURO

    Depois de perder para a Noruega em um jogo pouco inspirado na última sexta-feira, por 3 a 1, a seleção feminina deu uma ótima resposta contra Portugal. Com um primeiro tempo de manual, o Brasil abriu 3 a 0 com Gabi Zanotti, Ludmila e Dudinha – e criou tantas outras chances, enquanto a donas da casa não incomodaram a goleira Lelê.

    Na etapa final, o ritmo do jogo diminuiu, e o técnico Arthur Elias aproveitou para fazer mudanças na equipe. Portugal seguiu sem assustar, enquanto Isabela fez o quarto do Brasil, e Bia Zaneratto fechou o placar de pênalti.
    O triunfo encerra o ano do Brasil com chave de ouro. Em 2025, a seleção ainda conquistou a Copa América feminina e segue sua preparação para a Copa do Mundo de 2027, que será disputada em solo brasileiro.

    GOLS E DESTAQUES

    1 a 0 e Brasil em cima. A seleção canarinho abriu o placar antes do primeiro minuto de jogo. Após o apito inicial, o Brasil trabalhou e a bola chegou em Dudinha, na direita. A atacante cruzou na cabeça de Gabi Zanotti, que testou para o fundo das redes. No minuto seguinte, Ludmila encontrou Tainá Maranhão por cima. A camisa 19 balançou, deu um lindo drible e bateu cruzado, quase marcando o segundo.

    2 a 0. Em ritmo superior na partida, o Brasil ampliou aos 16 minutos. Ludmila recebeu em profundidade, arrancou, chegou à linha de fundo e aproveitou que a goleira Inês Pereira tentou antecipar o cruzamento para mandar entre a arqueira e a trave.

    Tainá Maranhão fazendo fumaça! A atacante brasileira levou perigo mais uma vez. No mano a mano com Carolina Correia, Tainá deixou a portuguesa no chão e mandou um foguete que Inês Pereira defendeu para escanteio. A jogadora do Palmeiras teve um lance parecido aos 35, deixando a marcação na saudade e exigindo outra defesa.

    3 a 0 e mais uma chance. Mais uma vez, Ludmila foi acionada na direita, ganhou de Catarina Amado na velocidade e cruzou rasteiro para Dudinha, que só chegou desviando para fazer o terceiro, aos 36. O Brasil chegou de novo pouco depois do tento, e Fê Palermo teve chance cara a cara, mas chutou em cima da goleira.

    Segundo tempo calmo. A etapa final seguiu da mesma forma que a primeira: com o Brasil controlando as acções e a posse de bola, mas sem o mesmo ritmo. Na chance inicial, Yasmim encontrou bom passe para Dudinha, que não conseguiu pegar com força e facilitou a defesa de Inês Pereira.

    Chance lá, chance cá. Com as alterações de ambos os lados, Portugal conseguiu sua primeira chance. Andreia Jacinto cruzou rasteiro, e Ana Capeta até se jogou, mas não alcançou. Na sequência, Tainá Maranhão respondeu para o Brasil: ela passou por Lúcia Alves, só que pecou na finalização e mandou para fora.

    4 a 0. Logo depois de ser acionada do banco de reservas, Isabela fez o quarto das brasileiras, aos 27. Luany cobrou escanteio na área, e a defensora subiu mais alto para desviar e marcar pela primeira vez com a camisa da Amarelinha.

    5 a 0. Já nos minutos finais, Catarina Amado foi afastar um cruzamento, não viu Bruninha e cometeu pênalti na camisa 2 do Brasil. Na batida, Bia Zaneratto cobrou no meio e fechou o placar aos 44.

    BRASIL

    Lelê; Tarciane, Thaís Ferreira e Fê Palermo; Tainá Maranhão (Luany), Brena (Ary Borges), Duda Sampaio (Vitória Yaya) e Yasmim (Isabela); Ludmila (Bruninha), Dudinha e Gabi Zanotti (Bia Zaneratto). Técnico: Arthur Elias.

    PORTUGAL

    Inês Pereira; Lúcia Alves (Maísa Correia), Carole Costa, Diana Gomes e Catarina Amado; Andreia Jacinto (Andreia Faria), Carolina Correia e Jéssica Silva (Beatriz Fonseca); Tatiana Pinto, Fátima Pinto e Carolina Santiago (Ana Capeta). T.: Francisco Neto

    Local: Estádio Municipal de Aveiro, em Portugal
    Árbitra: Riem Hussein (ALE)
    Assistentes: Anne Uersfeld (ALE) e Melissa Joos (ALE)
    Quarta árbitra: Ana Afonso (POR)
    Gols: Gabi Zanotti (1’/1ºT), Ludmila (16’/1ºT), Dudinha (36’/1ºT), Isabela (27’/2ºT), Bia Zaneratto (44’/2ºT) (BRA)
    Cartões amarelos: Tarciane e Ludmila (BRA); Carole Costa (POR)

    Seleção feminina amassa Portugal e vence último jogo da temporada

  • Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

    Homem teve terapia antirretroviral descontinuada há seis anos; remissão aconteceu após transplante de células-tronco

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Um paciente de 60 anos está em remissão sustentada do HIV, sendo a sétima pessoa a alcançar esse estágio, aponta prévia de artigo científico aceito para publicação na revista Nature na segunda-feira (1°).

    Conforme a versão inicial do documento, revisado por pares, o homem, de Berlim, foi diagnosticado com HIV-1 subtipo B em dezembro de 2009. Ele permaneceu sem sintomas por cinco anos. Em abril de 2015, a sua condição se deteriorou e ele recebeu o diagnóstico de leucemia mieloide aguda.

    A terapia antirretroviral (ART), que diminui a carga viral no corpo até que o HIV não seja transmitido em relações sexuais, foi iniciada no paciente em paralelo ao tratamento da leucemia. Em outubro de 2015, para o tratamento da leucemia, o homem recebeu um transplante de células-tronco alogênicas, e teve remissão do câncer.

    O paciente teve a terapia antirretroviral descontinuada em 2018, o que significa que a remissão já é sustentada por seis anos. Para os pesquisadores, o caso demonstra uma potencial cura do HIV.

    A cura é excepcionalmente rara, aponta o artigo, documentada em apenas seis casos entre os estimados 88 milhões de indivíduos que adquiriram HIV desde o início da epidemia. Até agora, as curas bem-sucedidas estão limitadas a indivíduos que receberam transplantes alogênicos de células-tronco para cânceres hematológicos.

    Este caso é crucial, conforme o artigo, porque desafia o entendimento de longa data sobre o que é necessário para alcançar a cura ou remissão sustentada do HIV.

    Por muito tempo, o mecanismo principal para a cura sem terapia antirretroviral era a resistência ao vírus mediada pela mutação CCR5?32 homozigótica, variante genética rara que confere resistência natural à infecção pelo vírus HIV.

    Estes resultados demonstraram que a resistência ao HIV mediada por CCR5?32 não é essencial para uma remissão duradoura, ressaltando a importância de reduções efetivas do reservatório viral nas estratégias de cura do HIV. A análise após o transplante não detectou vírus competente para replicação no sangue ou nos tecidos intestinais do paciente.

    Neste caso, os autores sugerem que a chave para a remissão foi o tratamento agressivo da leucemia e os mecanismos imunológicos induzidos pelo transplante.

    A última pessoa a demonstrar sinais de remissão foi um homem conhecido como paciente de Genebra, em 2023, depois de receber um transplante de medula óssea.

    Todos os pacientes até então tem essa situação muito particular em comum: sofriam de câncer de sangue e se beneficiaram de um transplante de células-tronco que renovaram profundamente seu sistema imunológico.

    A primeira pessoa com HIV curada foi Timothy Ray Brown, também conhecido como “paciente de Berlim”. Nascido nos Estados Unidos, ele foi diagnosticado com HIV em 1995, quando vivia na Alemanha, e em 2006 recebeu o diagnóstico de leucemia.

    O segundo homem curado, Adam Castillejo, ficou conhecido como “paciente de Londres”. Ele tinha linfoma de Hodgkin e passou pelo transplante de medula com material de um doador com a mutação no gene em maio de 2016. Em setembro de 2017, Castillejo deixou de tomar drogas anti-HIV e seus exames de sangue não apresentaram mais sinais do vírus.

    Em fevereiro de 2022, pesquisadores anunciaram o terceiro caso de cura, dessa vez envolvendo uma mulher submetida a um tratamento diferente. A paciente, que como Brown tinha leucemia, foi atendida no Weill Medical College, em Nova York, e recebeu sangue do cordão umbilical de um doador com a mutação no CCR5 e células-tronco sanguíneas parcialmente compatíveis de um parente de primeiro grau.

    Pouco tempo depois, em julho, foi divulgado o quarto caso de cura do HIV. O homem de 66 anos, que não quis revelar sua identidade, recebeu o apelido de “paciente de City of Hope” (em tradução livre, cidade da esperança) em referência à unidade de saúde da Califórnia em que foi tratado.

    Novo paciente tem remissão do HIV, aponta revista Nature

  • Trump comenta sobre negócios com Brasil e elogia Lula: "Gosto dele"

    Trump comenta sobre negócios com Brasil e elogia Lula: "Gosto dele"

    Presidente norte-americano falou sobre ligação com Lula: “Tivemos uma ótima conversa, conversamos sobre negócios, sanções, porque, como você sabe, nós aplicamos sanções a eles por causa de algumas coisas que aconteceram. Mas nós tivemos uma ótima conversa”

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O presidente dos EUA, Donald Trump, disse nesta terça-feira (2) que teve uma ótima conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na ocasião, o chefe do Executivo brasileiro fez um novo pedido de retirada das tarifas comerciais impostas pelo governo americano.

    “Tivemos uma ótima conversa, conversamos sobre negócios, sanções, porque, como você sabe, nós aplicamos sanções a eles por causa de algumas coisas que aconteceram. Mas nós tivemos uma ótima conversa. Eu gosto dele, nós tivemos algumas reuniões, e nós tivemos uma ótima conversa”, disse a jornalistas.

    Trump já anunciou o recuo da atrifa adicional de 40% para itens agrícolas, incluindo carne e café, mas o governo brasileiro solicita que a negociação avance rumo à retirada da sobretaxa para o restante dos produtos.

    Em nota, o governo brasileiro afirma que o petista “destacou que ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações”.

    No contato anterior entre os dois líderes, em outubro deste ano, o petista já havia defendido o fim do tarifaço e solicitado que Trump suspendesse as “medidas restritivas aplicadas contra autoridades brasileiras” -o republicano havia cassado vistos de auxiliares de Lula e autorizou sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    No comunicado sobre a remoção das tarifas, Trump citou a conversa com Lula. Afirmou ainda que ouviu opiniões de outras autoridades no sentido de que as tarifas não são mais necessárias porque “houve progresso inicial nas negociações com o governo do Brasil”.

    No fim de julho, o governo americano impôs uma sobretaxa de 40% a produtos importados pelo Brasil, que somou-se às chamadas “tarifas recíprocas” de 10% aplicadas globalmente. O decreto, no entanto, previu uma lista com quase 700 exceções, como suco de laranja e produtos de aviação, que livrou 43% do valor de itens brasileiros exportados para o exterior, segundo levantamento feito pela Folha de S.Paulo.

    Em 14 de novembro, o governo americano derrubou a tarifa de 10% das principais exportações brasileiras, como carne e café. Depois, a sobretaxa de 40% também caiu, isentando esses produtos das taxas adicionais aplicadas pelo republicano desde abril.

    Lula e Trump chegaram a interagir pessoalmente durante a Assembleia Geral da ONU, na qual Trump afirmou que ambos tiveram “boa química”. O encontro da época foi o primeiro após o anúncio do tarifaço e a sequência de medidas do americano contra o Brasil e demais países do mundo.

    Levantamento do Mdic (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) aponta que 22% das exportações brasileiras (US$ 8,9 bilhões) ainda estão sob efeito da sobretaxa de no mínimo 40% (em alguns casos, de 50%, já que certos itens ainda pagam a taxa de 10% aplicada a todos os países).

    Além destes produtos, 15% das exportações (US$ 6,2 bilhões) estão sujeitos à tarifa global e outros 27% (US$ 10,9 bilhões) continuam enquadrados na chamada Seção 232 (que permite impor tarifas por razões de segurança nacional). É o caso, por exemplo, de aço e autopeças.

    Na conversa desta terça, os dois também trataram do combate ao crime organizado e concordaram em cooperar com o tema.

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