Autor: REDAÇÃO

  • Astrid Fontenelle anuncia fim de 'Admiráveis Conselheiras' no GNT

    Astrid Fontenelle anuncia fim de 'Admiráveis Conselheiras' no GNT

    Emocionada, destacou o orgulho pelo projeto e relembrou sua trajetória de quase 40 anos na TV. Para 2026, prepara novos projetos, como o Clube do Livro e das Panelas, além da última temporada de Chegadas e Partidas no Fantástico.

    (CBS NEWS) – Astrid Fontenelle anunciou, na noite desta terça-feira (2), o fim de “Admiráveis Conselheiras”, programa que comandou em duas temporadas no GNT.

    “Não vamos mais ter esse projeto, que acho belíssimo, que tenho o maior orgulho de ter criado e que marcou a vida de muita gente, mas sobretudo a minha”, disse.

    A apresentadora foi comunicada sobre o fim na segunda-feira (1º).
    “Tem horas que não tem explicação que dê conta. Mas também assim é a vida, o mundo é assim é a televisão”, lamentou.

    Na segunda temporada, Astrid entrevistou Irene Ravache, Silvia Poppovic, Regina Casé, Cissa Guimarães, Miriam Leitão, Benedita da Silva, Simone, Eliana Pittman, Sônia Guimarães e Alaíde Costa, todas mulheres com mais de 60 anos que são referências em suas áreas.

    No comunicado feito pela apresentadora, no Instagram, ela lembrou que está na TV desde 1986, com passagens pela TV Gazeta, TV Mix, Manchete, Band e, por fim, GNT, onde, entre outras coisas, comandou durante onze anos o “Saia Justa”.

    Emocionada, Astrid leu alguns dos conselhos recebidos das entrevistadas no programa agora encerrado: “Reinvente-se sem pedir licença”, disse uma delas.

    “A certeza que tenho é que a nossa conexão seguirá, como nesses quase 40 anos, firme e forte”, ela completou sobre a relação com o público.

    A apresentadora revelou ter outros projetos para 2026, entre eles a continuidade do Clube do Livro e das Panelas, realizado em parceria com Zeca Camargo, colunista da Folha, unindo literatura e culinária.

    Ela afirmou também que no dia 21 deste mês vai ao ar a última temporada do programa “Chegadas e Partidas”, no Fantástico.

    “Bora seguir juntos? Esse é o meu convite para vocês que estão comigo nesses 39 anos”, concluiu.

    Astrid Fontenelle anuncia fim de 'Admiráveis Conselheiras' no GNT

  • Alcolumbre usa recuo em data de sabatina para retomar controle sobre indicação de Messias

    Alcolumbre usa recuo em data de sabatina para retomar controle sobre indicação de Messias

    O indicado de Lula é benquisto entre senadores, mas corre o risco de ser rejeitado porque Alcolumbre e setores importantes do Senado queriam que o escolhido fosse Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente da Casa.

    (CBS NEWS) – O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), recuou da data que havia anunciado para a sabatina do indicado de Lula para o STF (Supremo Tribunal Federal), Jorge Messias, em uma tentativa de retomar o controle sobre o processo.

    Até poucos dias atrás, Alcolumbre queria avançar com a avaliação do postulante ao STF mesmo sem o governo ter enviado os documentos necessários para oficializar a indicação, mas não teve apoio suficiente na Casa e recuou da ideia.

    Ministros do STF são indicados pelo presidente da República, mas só assumem o cargo após sabatina e aprovação pelo Senado. É necessário o voto favorável de ao menos 41 dos 81 parlamentares da Casa.

    A data anunciada por Alcolumbre antes de o governo enviar a papelada deu a Lula o poder de manter ou cancelar a sabatina conforme sua conveniência. Como o indicado sofre resistência dos senadores, o presidente da República poderia não enviar a mensagem e inviabilizar ele mesmo a sabatina caso percebesse que não haveria apoio suficiente para aprovar seu escolhido.

    A avaliação predominante no Senado é que, com o cancelamento, o jogo é zerado. A tramitação de Messias ainda depende de Lula enviar a mensagem com os documentos necessários, mas Alcolumbre poderá marcar a sabatina em seu tempo, sem a pressão de já ter uma data previamente anunciada.

    Além disso, o presidente do Senado ganhou discurso e respaldo entre aliados para postergar a sabatina após o envio da mensagem, caso ache necessário. Como o cancelamento foi por falta de um ato do governo, Alcolumbre estará protegido contra críticas por uma eventual demora.

    A Folha de S.Paulo apurou que o presidente do Senado chegou a dizer a colegas de plenário nesta terça, em tom de piada, que realizaria a sabatina só em novembro do ano que vem -depois da eleição em que Lula pode ou não ser escolhido para um novo mandato à frente do Planalto.

    Aliados próximos a Alcolumbre, porém, acham improvável que ele postergue a sabatina por meses depois de a mensagem com os documentos de Messias chegar ao Senado.

    O adiamento vem depois de Alcolumbre passar dias dizendo, nos bastidores, que faria a sabatina mesmo sem o envio da mensagem. O político avaliava que a publicação do nome de Messias no Diário Oficial da União pelo governo federal era suficiente para dar andamento ao processo.

    O relator da indicação de Messias, senador Weverton Rocha (PDT-MA), disse a jornalistas na terça que Alcolumbre considerou publicar uma notificação ao indicado no Diário Oficial para ele próprio apresentar os documentos necessários.

    Aliados do presidente do Senado e até mesmo senadores da oposição a Lula, porém, não queriam que isso fosse feito. Avaliavam que o ato iria contra as regras da Casa. Além disso, Alcolumbre foi aconselhado por políticos de fora do Senado a evitar um tensionamento ainda maior.

    A última vez que um indicado ao STF foi rejeitado pelo Senado foi no século 19. Se Messias for barrado, como havia risco de acontecer com a sabatina no dia 10, seria aberta uma crise política quase sem precedentes. Diversos senadores manifestavam, reservadamente, temer esse cenário.

    O indicado de Lula é benquisto entre senadores, mas corre o risco de ser rejeitado porque Alcolumbre e setores importantes do Senado queriam que o escolhido fosse Rodrigo Pacheco (PSD-MG), ex-presidente da Casa.

    A posição frágil de Messias, porém, tornou-se uma oportunidade para os senadores cobrarem uma repactuação geral na relação entre governo e Senado. 

    Aliados de Lula na Casa acusam o governo de negociar insuficientemente seus projetos. Também avaliam que a bancada do PT se expõe pouco para defender as propostas de interesse do Planalto.

    Nos últimos dias, Lula conversou com os senadores Weverton; Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), colegiado responsável por sabatinar indicados ao STF; e Omar Aziz (AM), líder do PSD.

    O presidente ouviu pessoalmente essas reclamações. Também rechaçou a ideia de que Alcolumbre estaria dificultando a vida de Messias para obter novos cargos no governo. Essa acusação, especificamente, magoou o presidente do Senado.

    Lula teria entendido que, antes de enviar a mensagem que dá início oficial à análise do nome de Messias pelo Senado, é necessário se entender com Alcolumbre. Sem um acerto entre essas duas partes a aprovação do indicado seria quase impossível. O chefe do governo deve procurar o presidente do Senado nos próximos dias, segundo Weverton.

    Apesar de o adiamento ter baixado a temperatura política, aliados do presidente do Senado afirmam que ele continua indignado com a forma como Lula conduziu o processo da indicação para o STF. Também falam em uma quebra de confiança, já que a Casa foi o principal ponto de apoio do governo no Legislativo no atual mandato.

     

    Alcolumbre usa recuo em data de sabatina para retomar controle sobre indicação de Messias

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Flamengo tenta confirmar título, e quatro lutam contra rebaixamento em rodada crucial

    Flamengo tenta confirmar título, e quatro lutam contra rebaixamento em rodada crucial

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O Flamengo terá nesta quarta-feira (3) a segunda chance de confirmar seu nono título do Campeonato Brasileiro, com o time de Filipe Luís podendo levantar mais uma taça apenas quatro dias depois de ser campeão da Copa Libertadores.

    Faltando duas rodadas para o fim da competição, com somente mais seis pontos em disputa, o rubro-negro lidera a tabela de classificação, com 75 pontos, cinco à frente do Palmeiras, vice-líder.

    Na rodada anterior, o Flamengo já poderia ter sido campeão, se vencesse o Atlético Mineiro, e o Palmeiras perdesse para o Grêmio. O tricolor gaúcho até venceu sua partida, por 3 a 2, mas o carioca não conseguiu sair de um empate em 1 a 1 com o mineiro.

    Agora, pela 37ª e penúltima rodada do Brasileiro, o Flamengo recebe o Ceará -14º na tabela, com 43 pontos, a dois do Internacional, primeiro time na zona de rebaixamento-, no Maracanã, às 21h30 (horário de Brasília).

    Se vencer, o clube carioca chegará aos 78 pontos e confirmará a conquista do campeonato com uma rodada de antecedência, independentemente do resultado do jogo do Palmeiras, que viaja até Belo Horizonte para enfrentar o Atlético Mineiro, em partida atrasada da 34ª rodada, também às 21h30.

    Em caso de empate ou derrota contra o Ceará, o Flamengo ainda poderá sagrar-se campeão brasileiro diante de sua torcida na própria quarta-feira, desde que o Palmeiras não vença seu confronto em Minas.

    Segundo os cálculos do Departamento de Matemática da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), o rubro-negro tem 97,2% de probabilidade de garantir o título do Brasileiro, contra apenas 2,8% de chances do Palmeiras.

    Se a briga pelo título do Campeonato Brasileiro de 2025 já está bem perto da definição, do outro lado da tabela, a briga pelo rebaixamento segue a todo vapor.
    Ainda há duas vagas restantes para a Série B do ano que vem, uma vez que Sport e Juventude já não têm mais chances matemáticas de permanecerem na primeira divisão nacional.

    Conforme os cálculos dos matemáticos da UFMG, ainda há dez times com risco de jogar a segunda divisão em 2026.

    O Fortaleza, 18º e antepenúltimo na tabela, com 40 pontos, é o time que mais corre o risco de cair, com 69,5% de probabilidade de disputar a divisão de acesso em 2026.

    Vindo de uma sequência de oito jogos de invencibilidade, com quatro vitórias, o time do técnico argentino Martín Palermo busca manter o momento positivo contra o Corinthians (9º), na Arena Castelão. O Fortaleza encerra sua participação no Brasileiro no domingo (7), contra o Botafogo, no Nilton Santos.
    Internacional (17º), Santos (16º) e Vitória (15º) vêm na sequência entre os mais ameaçados.

    O Interncional, com 41 pontos, aparece com 40,8% de chances de ser rebaixado. Encara o São Paulo (8º), na Vila Belmiro, e o Red Bull Bragantino (12º), no Beira-Rio, nas duas últimas rodadas.

    Já o Santos, também com 41 pontos, tem 51,4% de probabilidade de voltar a ser rebaixado, após cair pela primeira vez em 2023.

    Embora esteja acima do time gaúcho na tabela, o alvinegro praiano aparece com uma chance maior de queda, uma vez que as simulações da UFMG consideram o retrospecto recente e o histórico de confrontos de cada time contra os próximos adversários.

    O Santos terá pela frente o Juventude (19º), em Caxias do Sul, pela 37ª rodada, e o Cruzeiro (3º), na Vila Belmiro, pela última rodada.

    O Vitória, com 42 pontos, surge em seguida, com 30,6% de risco de rebaixamento. O time baiano viaja até Bragança para medir forças com o Bragantino, na penúltima rodada, e termina o campeonato em jogo contra o São Paulo, no Barradão.

    Um pouco mais tranquilo na briga contra o rebaixamento, o Ceará tem 7,5% de probabilidade de cair. Depois do jogo contra o Flamengo, o time recebe o Palmeiras, no Castelão, no domingo.

    Bragantino (0,15%), Atlético-MG (0,0428%), Vasco (0,0204%), Corinthians (0,0017%) e Grêmio (0,0004%) ainda mantêm probabilidades residuais de serem rebaixados.

    O Brasil soma, segundo o supercomputador, apenas 5,6% de chances de tornar-se hexacampeão; Espanha, França e Inglaterra formam o “pódio” dos países com mais chancer de vencer a Copa do Mundo de 2026

    Folhapress | 08:43 – 03/12/2025

    Flamengo tenta confirmar título, e quatro lutam contra rebaixamento em rodada crucial

  • Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

    Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

    A influenciadora relatou ataques que vem sofrendo desde a separação de Zé Vaqueiro. O cantor saiu em defesa da ex-mulher, negou traição e pediu respeito ao público diante das especulações.

    Ingra Soares publicou uma carta emocionante dedicada ao filho Arthur, que morreu aos 11 meses em julho do ano passado. No texto, a influenciadora desabafa sobre os ataques que vem recebendo desde o anúncio do fim do casamento com Zé Vaqueiro, no último domingo (30/11), após seis anos de relacionamento. Desde então, surgiram rumores de que ela teria traído o cantor.

    “Mensagem para o céu. Eu espero, meu filho, que você esteja aí junto com o Papai do Céu, orando por sua mãe e me protegendo daí de cima. Porque aqui as coisas têm sido difíceis”, escreveu. Ela também falou sobre as acusações: “Tenho precisado aguentar tantas pessoas ruins me atacando, tentando a todo custo destruir a minha imagem, falando coisas sobre a minha índole sem nenhuma prova. E, se tivessem, você acha que já não teriam postado?”

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    Diante das especulações, Zé Vaqueiro veio a público nesta quarta-feira (3/12) defender a ex-mulher. O cantor negou qualquer traição e pediu respeito. “Eu não estou aqui para explicar o que aconteceu, estou aqui para defender a mãe dos meus filhos, que está sendo atacada injustamente. Meu rompimento com a Ingra não se deu por conta de traição. Foi por questões do dia a dia. Precisamos ter sabedoria e manter o respeito”, declarou.

    Ele acrescentou que não aceita as agressões dirigidas à influenciadora. “Não gosto de ver as pessoas atacando ela, porque ela não merece. Nossa história é linda. Como homem e como pai, eu peço respeito nesse momento.”

    As acusações contra Ingra não são recentes. Em agosto, circularam vídeos e comentários afirmando que a influenciadora teria traído o cantor. Na época, Zé Vaqueiro repudiou as fofocas. “A verdade sempre será a verdade, e a mentira sempre será a mentira. Eu seria incapaz de fazer algo que manchasse a visão que os meus filhos têm de mim. A mamãe está cansada de tudo isso”, afirmou Ingra.

    No fim da carta, a influenciadora relembrou a força que aprendeu com o filho. “Eu nunca vou conseguir entender o porquê, mas sigo acreditando que nada passa despercebido por Deus. Obrigada por me ensinar sobre resiliência. Depois de ver a sua luta pela vida, eu aprendi que, mesmo sangrando, eu não posso desistir.”

    Na época das primeiras acusações, Zé Vaqueiro também reagiu nas redes sociais e afirmou que o vídeo que circulava era falso. “Quem fez esse vídeo e está tentando, de alguma forma, fazer minha esposa passar por essa vergonha, não vai conseguir. E espero que você tenha essa mesma coragem no jurídico. Estou de olho nos comentários também. Boa noite, Deus abençoe”, escreveu.

    Ingra Soares desabafa em carta ao filho após ser acusada de traição

  • Marcela faz novo desabafo após agressão de Dado.

    Marcela faz novo desabafo após agressão de Dado.

    A modelo publicou fotos de ferimentos e relatou agressões físicas, emocionais e psicológicas. Ela diz ter permanecido em silêncio por medo de julgamentos e rebate críticas de que teria exposto o caso por busca de visibilidade.

    Marcela Tomaszewski voltou a se pronunciar publicamente nesta quarta-feira (3) e divulgou novas imagens das agressões que, segundo ela, teria sofrido de Dado Dolabella. Nas fotos mais recentes, aparecem hematomas e um ferimento no dedo coberto de sangue. A modelo afirmou que decidiu expor esse material porque desejava mostrar a dimensão do que viveu. “Hoje decidi reunir aqui algumas imagens e conversas que mostram o que eu vivi, não só as agressões físicas, mas também as emocionais e psicológicas que começaram muito antes. E deixando claro, não foi apenas uma agressão por sal”, escreveu.

    Marcela disse que teme a forma como casos de violência contra mulheres têm sido tratados e que isso contribuiu para sua decisão de falar. “As notícias dos últimos dias estão me deixando cada vez mais assustada com o que vem acontecendo com tantas mulheres”, afirmou. Ela também comentou que se manteve em silêncio por receio da reação do público e pelo fato de a relação ser amplamente acompanhada nas redes sociais. “Fiquei em silêncio por medo do julgamento, por ser um relacionamento público, e porque desde o início estava claro para todos que eu era uma ótima mídia para limpar a linha homem agressivo dele.”

    A modelo também mencionou como se sentia dentro da relação. Segundo ela, a imagem de “princesa” era incentivada pelo ator para reforçar um personagem. “Segundo ele eu era ‘uma princesa’ para o público dele. Mas por quê? Essa visão era a que ele queria que todos tivessem. Sou uma mulher forte e ouvi muito que eu deveria ser mais feminina. Por que será?”, questionou. Marcela afirma que acreditou, durante muito tempo, que conseguiria se desvincular desse relacionamento sem que sua história fosse desacreditada. “Me calei por medo de não acreditarem em mim, por medo de tudo o que poderia vir depois. E, ironicamente, agora quem está sendo julgada sou eu: a vítima.”

    Nas redes sociais, ela também rebateu a acusação de que teria exposto o caso em busca de visibilidade. “Para quem diz que fiz isso por mídia, deixo algo muito claro: se eu quisesse aproveitar qualquer exposição, eu teria lançado a minha marca, porque meu Instagram ultrapassou 90 milhões de visualizações com tudo isso acontecendo”, afirmou. Ao final do desabafo, declarou que não pretende usar o episódio para benefício próprio. “Sim, já ouvi de diversos assessores a frase marketing ruim não existe. Mas eu me recuso. Jamais lançaria algo que construí com amor, dedicação e pensando em mulheres em meio a tamanha dor.”
     
     
     

     

     
     
     

     
     
    Ver essa foto no Instagram

     
     
     
     

     
     

     
     
     

     
     

    Uma publicação compartilhada por MARCELA TOMASZEWSKI (@tomaszewsk)

    Marcela faz novo desabafo após agressão de Dado.

  • Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

    Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

    O texto do parlamentar deve ser votado nesta quarta-feira (3), na Câmara dos Deputados, em uma subcomissão que analisa o tema. Em seguida, se aprovada, a matéria será levada à discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

    Ministros do governo federal anunciaram na tarde desta terça-feira (2) uma posição contrária ao parecer do deputado federal Luiz Gastão (PSD-CE) sobre a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem o fim da escala de trabalho 6×1.

    O texto do parlamentar deve ser votado nesta quarta-feira (3), na Câmara dos Deputados, em uma subcomissão que analisa o tema. Em seguida, se aprovada, a matéria será levada à discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

    “O governo quer aqui reafirmar aos parlamentares que a nossa posição é de fim da escala 6 por 1. Nós entendemos que tem que ter qualidade de vida na vida dos trabalhadores”, afirmou a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann.

    “Não adianta só reduzir a jornada, é necessário também que os trabalhadores tenham um tempo para resolver os seus problemas, tempo de lazer, tempo de cuidar da sua família”, acrescentou a ministra, em declaração à imprensa.

    Gleisi estava acompanhada do ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), autor da primeira proposta de emenda à Constituição (PEC) sobre o tema na Câmara (PEC 221/2019), e da deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), autora do projeto de lei 67/2025, que também propõe a redução da jornada de trabalho de 44 horas semanais para 40 horas.

    “Nós fomos surpreendidos pelo relatório da subcomissão. Então, vamos seguir defendendo essa posição do fim da escala de trabalho 6×1, sem redução do salário, no Parlamento, na sociedade, nas ruas, e dialogar com o conjunto dos parlamentares. É uma pauta aprovada por mais de 70% da população brasileira em todas as pesquisas”, disse o ministro Guilherme Boulos.

    Planalto rejeita texto na Câmara que mantém escala 6×1

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

    Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

    Na época, Giulia estava no ensino médio e ficou incomodada com os comentários dos colegas. Segundo ela, os alunos pesquisaram o nome de Flávia no Google e exibiram as imagens para a turma. “Eles colocaram lá [no Google], e estava um burburinho, tipo… ‘Ai, gente!’”, lembrou.

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Giulia Costa contou que a mãe, Flávia Alessandra, foi convocada pela escola após posar para a Playboy. No podcast Nepograma, apresentado por Luísa Perissé, ela explicou que a situação aconteceu na segunda vez em que Flávia posou para a revista quando colegas buscaram na aula de informática o ensaio nu da atriz.

    Na época, Giulia estava no ensino médio e ficou incomodada com os comentários dos colegas. Segundo ela, os alunos pesquisaram o nome de Flávia no Google e exibiram as imagens para a turma. “Eles colocaram lá [no Google], e estava um burburinho, tipo… ‘Ai, gente!’”, lembrou.

    Giulia afirmou que um dos meninos chegou a comentar que a mãe era “gostosa” e recebeu advertência.

    A direção, sem saber como lidar com a situação “anormal”, chamou Flávia para conversar. Segundo Giulia, a atriz ameaçou tirar ela da escola caso a instituição não achasse uma maneira de apaziguar o comportamento inadequado dos alunos.

    Na conversa, Giulia Costa também comentou que os ensaios nunca foram tabu em casa. “Hoje moro sozinha e fico pelada mesmo. Eu amo cozinhar pelada, fico fazendo omelete pelada”, disse, explicando que a nudez sempre foi tratada de forma natural em sua família.

    Filha de Flávia Alessandra conta que mãe foi chamada na escola após posar para a Playboy

  • Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

    Com mais de 650 desaparecidos e centenas de milhares de desabrigados, o governo indonésio é cobrado a decretar estado de emergência, enquanto organizações humanitárias afirmam que a medida é essencial para ampliar a resposta ao desastre.

    As inundações que devastaram a ilha de Sumatra, na Indonésia, alcançaram um número de vítimas ainda mais alarmante. A Agência Nacional de Gestão de Desastres do país (BNPB) informou nesta quarta-feira que o total de mortos subiu para 804, um salto significativo em relação ao balanço anterior, que contabilizava 631 vítimas. Mais de 650 pessoas seguem desaparecidas e centenas de milhares foram obrigadas a deixar suas casas.

    Mesmo diante da tragédia, que inclui milhares de feridos e destruição generalizada em várias regiões de Sumatra, o governo indonésio ainda resiste às pressões para decretar estado de emergência. A medida é considerada essencial por especialistas e organizações humanitárias, que afirmam que isso permitiria ampliar recursos e melhorar a coordenação dos esforços de assistência.

    A Indonésia decretou estado de emergência apenas em três ocasiões desde que existem registros: durante o terremoto e tsunami de 1992, no tsunami de 2004 que deixou dezenas de milhares de mortos e na pandemia de covid-19.

    A comparação com o Sri Lanka, que enfrenta enchentes e já declarou estado de emergência solicitando ajuda internacional, tem aumentado a cobrança sobre Jacarta. A Amnistia Internacional na Indonésia afirmou que a medida é “urgentemente necessária” para mobilizar forças nacionais e internacionais no apoio às vítimas.

    Segundo as autoridades locais, a catástrofe foi agravada pelo volume excepcional de chuva que atingiu a região por um período prolongado, levando rios ao transbordamento e causando destruição em larga escala.
     
     

    Número de mortos nas cheias na Indonésia já ultrapassa os 800

  • "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

    "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

    Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que estava ansioso para ver e conversar com Lula em breve, acrescentando que “muito coisa boa resultará desta parceria recém-formada!”, segundo informações da agência Reuters. 

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou nesta terça-feira (2) sobre o telefonema que teve com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Para repórteres na Casa Branca, Trump disse que os dois falaram sobre sanções, uma aparente referência às sanções de sua administração ao Judiciário brasileiro por causa do processo criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Trump afirmou ainda que ele e Lula “tiveram uma ótima conversa”, acrescentando: “Falamos sobre comércio. Falamos sobre sanções, porque, como vocês sabem, eu os sancionei em relação a certas coisas que aconteceram.”

    Em uma postagem nas redes sociais, Trump disse que estava ansioso para ver e conversar com Lula em breve, acrescentando que “muito coisa boa resultará desta parceria recém-formada!”, segundo informações da agência Reuters. 

    Lula

    Mais cedo, a Presidência da República informou que Lula, durante telefonema com Trump, afirmou que deseja “avançar rápido” nas negociações para retirada da sobretaxa de 40% imposta pelo governo norte-americano, que ainda vigora sobre alguns produtos brasileiros, .

    Lula e Trump também conversaram sobre cooperação para o combate ao crime organizado. Em comunicado, o Palácio do Planalto informou que a conversa entre os líderes foi “muito produtiva” e durou 40 minutos.

    No dia 20 de novembro, a Casa Branca anunciou a retirada de 238 produtos da lista do tarifaço, entre eles, café, chá, frutas tropicais e sucos de frutas, cacau e especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina.

    De acordo com o governo, 22% das exportações brasileiras para os Estados Unidos ainda permanecem sujeitas às sobretaxas. No início da imposição das tarifas, 36% das vendas brasileiras ao mercado norte-americano estavam submetidas a alíquotas adicionais.

    Na conversa com Trump, Lula indicou ter sido muito positiva a decisão do governo estadunidense, mas destacou que “ainda há outros produtos tarifados que precisam ser discutidos entre os dois países e que o Brasil deseja avançar rápido nessas negociações”.

    Tarifaço

    O tarifaço imposto ao Brasil faz parte da nova política da Casa Branca, inaugurada pelo presidente Donald Trump, de elevar as tarifas contra parceiros comerciais na tentativa de reverter a relativa perda de competitividade da economia dos Estados Unidos para a China nas últimas décadas.

    No dia 2 de abril, Trump impôs barreiras alfandegárias a países de acordo com o tamanho do déficit que os Estados Unidos têm com cada nação. Como os EUA têm superávit com o Brasil, na ocasião, foi imposta a taxa mais baixa, de 10%. Mas, em 14 de novembro, o país norte-americano também isentou determinados produtos agrícolas brasileiros dessas tarifas recíprocas.

    Já em 6 de agosto, entrou em vigor uma tarifa adicional de 40% contra o Brasil em retaliação a decisões que, segundo Trump, prejudicariam as big techs estadunidenses e em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por liderar uma tentativa de golpe de Estado.

    As decisões dos EUA, de revogar parte das tarifas, foi influenciada pelo diálogo recente entre Trump e o presidente Lula, durante encontro na Malásia, em outubro, e outros contatos telefônicos que foram seguidos de negociações entre as equipes dos dois países.

    Tratativas

    O Brasil busca avançar nas tratativas para retirar novos produtos da lista de itens tarifados. Após algum alívio para o agronegócio, o governo avalia que os produtos industriais permanecem como foco de preocupação. Parte desses segmentos, especialmente bens de maior valor agregado ou fabricados sob encomenda, têm mais dificuldade para redirecionar exportações para outros mercados.

    Temas não tarifários também seguem na pauta de discussão, incluindo áreas como terras raras, big techs, energia renovável e o Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata).

     

     

    "Muito coisa boa resultará desta parceria", diz Trump sobre Lula

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria

    Vídeo em que Patrizio Pazzani insulta clientes viralizou e gerou reação internacional. Empresário pediu desculpas após repercussão, enquanto autoridades locais criticaram o comportamento e tentam reparar o desgaste diplomático.

    Patrizio Pazzani, 58, irmão do ex-jogador italiano Giampaolo Pazzini, provocou uma polêmica internacional após gravar e publicar um vídeo em que insulta turistas de Taiwan dentro de sua pizzaria em Montecatini Terme, na Toscana. O episódio ocorreu no início de novembro, quando um grupo de 16 visitantes pediu cinco pizzas e três cervejas, pedido que irritou o empresário e o levou a registrar a cena com comentários ofensivos.

    Segundo o jornal La Nazione, os turistas, que não falavam italiano, sorriram ao perceber que estavam sendo filmados porque imaginaram se tratar de um material promocional. No vídeo, Pazzani reclama: “São 16 pessoas, mas só pediram cinco pizzas e três cervejas. Que absurdo. Isso é demais.” Ele também teria afirmado que as pizzas eram “um pouco pequenas” e pedido que o grupo deixasse o estabelecimento enquanto comia. Em outro momento, segundo a imprensa italiana, o empresário usa a expressão “chineses de m*” para se referir aos visitantes. A gravação, posteriormente excluída, viralizou rapidamente e repercutiu na mídia taiwanesa.

    @simonapeselli #simonapeselli #intervistaapatriziopazzini #ilristoratorechiedescusa #nonvolevooffendereilpopolocinese #montecatiniterme suono originale – Simona Peselli

    O caso ganhou ainda mais repercussão porque Pazzani insistiu em relacionar China e Taiwan de forma depreciativa ao longo do vídeo. Diante da pressão internacional, ele publicou em 16 de novembro um pedido de desculpas no TikTok. “Não tive a intenção de insultar ninguém. Nós, italianos, somos um povo brincalhão. Já viajei para o Oriente, para a China, lugares lindos com pessoas maravilhosas”, afirmou. O vídeo de retratação já ultrapassa 880 mil visualizações.

    O prefeito de Montecatini, Claudio Del Rosso, também se pronunciou sobre o episódio. Ele declarou: “Todos nós conhecemos o protagonista deste vídeo e sabemos que ele é alguém que pode fazer piadas em qualquer situação e com qualquer pessoa. Tenho certeza de que não havia intenção de ofender, mas ele cometeu um erro, um erro grave. As desculpas são necessárias.” O prefeito reforçou que reconhece China e Taiwan como países distintos e informou que convidaria representantes diplomáticos asiáticos para um encontro a fim de reafirmar o espírito de hospitalidade da cidade.

    Nas redes sociais, internautas criticaram duramente o comportamento de Pazzani e defenderam os turistas. Usuários relataram que dividir pizzas é prática comum em restaurantes italianos. Uma pessoa escreveu: “A pizzaria deveria ser fechada, a falta de respeito foi ofensiva demais.” Outra comentou: “Meu marido e eu nunca conseguimos comer uma pizza inteira. Sempre pedimos uma e dividimos.”

    Irmão de ex-jogador italiano causa crise ao ofender turistas em pizzaria