Autor: REDAÇÃO

  • Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

    Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

    Dados fazem parte do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas

    O Congresso Nacional converteu em lei apenas 23% das medidas provisórias do terceiro governo Lula (PT). É a menor taxa registrada desde a Emenda Constitucional 32, de 2001, que proibiu a reedição de MPs e fixou prazo máximo de 120 dias para cada medida, encerrando a prática de manter normas provisórias em vigor indefinidamente por renovação automática.

    Os dados são do levantamento do Ranking dos Políticos com base na plataforma oficial do Planalto e mostram que o principal instrumento legislativo do Executivo federal perdeu eficácia ao longo das últimas duas décadas, independentemente do partido no poder.

    Das 192 MPs editadas por Lula no terceiro mandato, 38 foram convertidas em lei. Outras 26 ainda estavam em tramitação no fechamento do levantamento. Das 166 com desfecho definido, 128 – ou 77% – não chegaram a se tornar lei. Na maior parte dos casos, o mecanismo foi a caducidade: o prazo máximo de 120 dias, composto por dois períodos consecutivos de 60 dias, se encerrou sem que o Congresso deliberasse sobre o texto.

    Ao não pautar uma MP dentro do prazo, o Congresso a barra sem assumir o custo político de uma rejeição formal. O estudo descreve o fenômeno como \”veto silencioso\”, estratégia que se consolidou nos últimos anos e permite ao Legislativo exercer poder concreto sem confronto direto com o Executivo.

    A série histórica levantada pelo Ranking dos Políticos começa no período pós-EC 32 do segundo mandato de Fernando Henrique Cardoso, que abrange o último ano e meio de seu governo: 102 MPs editadas, 84 aprovadas, taxa de 82,3%. No primeiro mandato de Lula, de 2003 a 2006, o índice subiu para 90,4%, o mais alto do período analisado: das 240 MPs editadas, 217 foram aprovadas. A partir daí, a tendência geral é de queda.

    No segundo mandato, a taxa recuou para 83,2%, com 149 aprovações em 179 MPs editadas. No primeiro governo de Dilma Rousseff, caiu para 74,4%, com 108 aprovações em 145 MPs. No segundo mandato dela, encerrado pelo impeachment, o índice foi de 78%, com 46 aprovações em 59 MPs editadas. Michel Temer registrou 75%, com 108 aprovações em 144 MPs e Jair Bolsonaro chegou a 68,3%, com 194 aprovações em 284 MPs editadas, o maior volume do período, parcialmente explicado pelo uso intensivo do instrumento durante a pandemia de Covid-19.

    O contraste com o período anterior à reforma constitucional é ainda mais expressivo. No governo Fernando Collor, o Plano Collor foi implementado por meio de 17 medidas provisórias, incluindo o confisco da poupança. Todas foram aprovadas pelo Congresso sem alteração de nenhum dispositivo, retrato de uma época em que o Executivo legislava com quase nenhuma resistência parlamentar.

    O levantamento aponta dois fatores estruturais para a reversão desse padrão. O primeiro é o fortalecimento orçamentário do Parlamento, em especial após a institucionalização das emendas parlamentares impositivas, que deram a deputados e senadores capacidade de entrega direta de políticas públicas em suas bases eleitorais, reduzindo a dependência da intermediação do governo federal.

    O segundo é a polarização política iniciada nas eleições de 2014, que fragmentou coalizões tradicionais, culminou no impeachment de Dilma Rousseff e produziu um ambiente de desconfiança persistente entre os Poderes.

    A isso se soma uma mudança de comportamento dos próprios presidentes. A partir do segundo mandato de Lula, os governos passaram a recorrer com mais frequência a outros instrumentos legislativos, como projetos de lei, propostas de emenda constitucional e projetos de lei complementar, enviados pelo próprio Executivo ou por líderes dos partidos da base. As MPs foram deixando de ser a principal via de produção legislativa do Executivo.

    O processo se acentuou após 2022. A disputa polarizada entre Lula e Bolsonaro produziu um Congresso heterogêneo, com parcela da bancada estruturalmente inclinada à oposição ao Executivo eleito, não por estratégia conjuntural, mas por composição eleitoral.

    O estudo conclui que o presidencialismo brasileiro preserva sua capacidade de ação, mas o centro decisório se deslocou. A medida provisória, instrumento que na origem simbolizava a força unilateral do Executivo, passou a medir a capacidade de cada governo de entrar em consenso com o Parlamento antes de agir.

    Congresso reprova ou deixa caducar 77% das MPs de Lula; taxa de aprovação é a menor desde 2001

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  • Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

    Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

    Parlamentar gravou vídeo em que aparece com o nariz sangrando. Na quarta, a médica Fabiana Marangoni, com quem foi casado, registrou boletim de ocorrência contra o político na Delegacia de Defesa da Mulher

    Alerta: o texto abaixo aborda temas sensíveis como violência contra a mulher, violência doméstica e estupro. Se você se identifica ou conhece alguém que está passando por esse tipo de problema, ligue 180 e denuncie.

    A médica Fabiana Marangoni, ex-mulher do deputado federal Fernando Marangoni (Podemos-SP), denunciou o parlamentar por violência doméstica, na quarta-feira, 1°, na Delegacia de Defesa da Mulher em Santo André, região metropolitana de São Paulo.

    Em um vídeo que circula nas redes sociais, Fabiana explica que ela não foi espancada nem que “Fernando quebrou todo o apartamento do casal. Isso é mentira”, disse.

    “Sim, nos desentendemos, houve sim agressão física. Eu apenas quero que ele saia do apartamento”, acrescentou.

    Procurada, a Secretaria da Segurança Pública informou que a Polícia Civil investiga um homem, de 46 anos, por violência doméstica. A pasta acrescentou que a vítima compareceu à delegacia, onde foi solicitada uma medida protetiva de urgência à Justiça. A perícia foi acionada, bem como exame de corpo de delito ao Instituto Médico Legal (IML).

    Em nota, o deputado Fernando Marangoni informou que não é verdade a informação de que ele agrediu Fabiana nem que tinha sido levado para a delegacia. “O fato é que tivemos uma discussão pela manhã e minha esposa, com quem fui casado por 23 anos, me agrediu”, afirma a nota.

    Um vídeo enviado à reportagem pela equipe do deputado mostra Marangoni se gravando com o nariz sangrando supostamente depois da discussão. “Mais uma agressão por parte da minha mulher. Acabou. É a última. Estou indo embora”, mostra o vídeo.

    De acordo com o deputado, o casal está divorciado há seis meses, mas tinham um acordo de ambos morarem ainda no mesmo apartamento, mas dormindo em quartos separados. Maragoni e Fabiana têm três filhas.

    “Nunca desrespeitei nenhum direito de minha esposa e de qualquer outra mulher”, diz trecho da nota. “Estou certo de que recuperaremos a paz em nosso lar, em nome da família que construímos”.

    O deputado disse ainda que possui um compromisso com os direitos das mulheres e que ele foi relator de um projeto que “aumenta a proteção à mulher”, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara.

    Ex-mulher de deputado federal Fernando Marangoni acusa parlamentar de violência doméstica em SP

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  • Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

    Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

    (FOLHAPRESS) O presidente do Barcelona, Joan Laporta, chamou de “vergonha” a lesão sofrida por Raphinha no amistoso entre Brasil e França, disputado em Massachusetts, nos Estados Unidos, na semana passada. O atacante sentiu um problema no músculo posterior da coxa direita e deve ficar afastado por cinco semanas.

    “É revoltante que num jogo amistoso um dos seus melhores jogadores se machuque”, disse Laporta. O dirigente criticou a Fifa (Federação Internacional de Futebol) pelo calendário sobrecarregado e afirmou que a entidade deveria levar em conta as competições dos grandes clubes ao programar datas de jogos de seleções.

    Laporta também defendeu Raphinha de críticas. “Não se pode transferir a responsabilidade ao jogador. São profissionais, jogam pelo seu país e dão tudo”, disse.

    Para o presidente, o problema é estrutural e vem se agravando —ele afirma lutar por um calendário menos congestionado desde seu primeiro mandato no clube.

    A lesão ocorre em momento decisivo para o Barcelona. Raphinha não estará disponível para os dois jogos das quartas de final da Champions League contra o Atlético de Madrid, marcados para 8 e 14 de abril. No caso de a equipe catalã avançar, sua presença também será incerta no primeiro duelo das semifinais, previsto para o fim de abril.

    É a terceira vez na temporada que o brasileiro lesiona o mesmo músculo. Com a ausência, Marcus Rashford deve ganhar espaço. O inglês, em prestado pelo Manchester United, marcou 10 gols e deu 13 assistências em 39 jogos pelo clube.

    O contrato do português Franclim Carvalho, de 39 anos, com o Botafogo vai até o fim de 2027. Ex-auxiliar de Arthur Jorge assume equipe após demissão Martín Anselmi

    Agência Brasil | 19:12 – 02/04/2026

    Presidente do Barcelona critica Fifa após lesão de Raphinha na seleção

  • Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

    Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

    Justiça autorizou retorno de Agostina Páez após pagamento da fiança de R$ 97 mil; crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar em Ipanema, zona sul do Rio

    A advogada argentina Agostina Páez, ré por injúria racial após ofender funcionários de um bar de Ipanema, na zona sul da capital fluminense, em janeiro deste ano, já está de volta ao seu país.

    Segundo o jornal argentino La Nácion, a advogada pousou em Buenos Aires na noite desta quarta-feira (1).  

    À imprensa local, ela disse estar arrependida de ter reagido mal no episódio. Na denúncia, Agostina se referiu a um negro, empregado de um bar, de forma pejorativa, e ao deixar o estabelecimento usou a palavra “mono”, que em espanhol significa macaco, além de imitar os gestos do animal. Ainda de acordo com a promotoria, ela voltou a fazer ofensas racistas para os outros dois funcionários do bar, o que caracterizou três crimes.

    Volta

    Na terça-feira (31), a Justiça do Rio de Janeiro autorizou a volta da advogada a seu país natal, com a devolução do passaporte e a retirada da tornozeleira eletrônica. No entanto, ela continuará respondendo ao processo de injúria racial. 

    Ela chegou a ser presa por algumas horas no dia 6 de fevereiro, mas foi solta com a ordem de usar tornozeleira eletrônica. 

    Após ter retirado a tornozeleira eletrônica e pagar fiança de R$ 97 mil, equivalente a 60 salários mínimos, determinada pela Justiça, a advogada argentina Agostina Páez, pode deixar o país.

    O crime de injúria racial praticado pela advogada ocorreu em 14 de janeiro deste ano, em um bar da Rua Vinícius de Moraes, em Ipanema, zona sul do Rio. Agostina Páez discutiu com funcionários do bar por causa de uma suposta cobrança indevida na conta. 

    A argentina usou termos pejorativos e chamou um funcionário de momo, macaco em espanhol, e fez gestos imitando um macaco, registrados por uma câmera de segurança da região.

    A 8ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, determinou o pagamento da caução, entre outras medidas, para a advogada argentina deixar o país. 

    A liminar foi expedida pelo desembargador Luciano Silva Barreto, relator do caso. 

    Argentina ré por injúria racial no Rio está de volta ao seu país

  • Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

    Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

    O Botafogo está de técnico novo: o português Franclim Carvalho, de 39 anos, foi anunciado pelo clube nesta quinta-feira (2). Ele substituirá o argentino Martín Alsemi, demitido há 11 dias. Carvalho já é um velho conhecido do clube carioca: ele foi o principal auxiliar técnico do compatriota Arthur Jorge (atualmente no Cruzeiro), que em 2024 conduziu o time à conquista dos títulos do Brasileirão e da Copa Libertadores da América. O contrato de Carvalho vai até o fim de 2027. 

    O novo técnico deve chegar ao Rio de Janeiro no fim de semana. Ele comandará o Botafogo em parceria com os auxiliares Luís Felipe e Luís Viegas, o preparador físico Fábio Monteiro e o preparador de goleiros Ricardo Matos.

     

    Antes da primeira passagem pelo Botafogo como auxiliar técnico, Franclim Carvalho também trabalhou com Arthur Jorge no Braga (Portugal), onde faturaram a taça da Liga de Portugal.

    Franclim Carvalho se junta a outros quatro técnicos portugueses que comandam equipes da elite do futebol nacional: Abel Braga (Palmeiras), Arthur Jorge (Cruzeiro), Leo Jardim (Flamengo) e Luís Castro (Grêmio). Os demais treinadores estrangeiros no país são Luis Zubeldía (Fluminense) e Paulo Pezzolano (Internacional), ambos argentinos.

    O treinador corintiano revelou que Alan será punido pela expulsão, após fazer um gesto obsceno; “Ele sabe que errou. Isso tudo vai ser conversado e posições serão tomadas”, disse

    Estadao Conteudo | 16:24 – 02/04/2026


    Botafogo oficializa contratação do técnico português Franclim Carvalho

  • Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

    Em críticas ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1

    O pré-candidato ao governo de São Paulo pelo Partido dos Trabalhadores (PT), Fernando Haddad, disse que não dispensa “fazer contas” sobre os impactos do eventual fim da chamada escala 6×1. “Tem que fazer conta, o próprio presidente pediu para a área econômica. Mas o presidente está convencido que temos um caminho a trilhar nesse campo”.

    Em críticas à gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), Haddad sugeriu que haveria “pouca preocupação com o trabalhador” na discussão sobre o fim da chamada escala 6×1. Para ele, o governador de São Paulo tem visão de mundo “desequilibrada”, favorecendo “só o capital”. “Essa visão atrasada de favorecer só o capital não funciona”, avaliou, em entrevista ao ICL News.

    Haddad também comentou sobre a discussão de eventualmente reverter a autorização das bets ou limitar as ações desse setor. “Não sei se os bolsonaristas no Congresso querem, ele são a favor e liberaram bets para crianças”, declarou.

    Lula vê caminho para o fim da escala 6×1, afirma Haddad

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  • Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

    Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

    Informação é do vice-presidente e ministro Geraldo Alckmin; a medida do Governo Federal busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra dos Estados Unidos e Israel no Oriente Médio

    Apenas os estados do Rio de Janeiro e de Rondônia indicaram que não vão aderir à proposta de subsídio ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do diesel importado, apresentada pelo governo federal. A informação é do vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, em entrevista a jornalistas, nesta quinta-feira (2).

    Segundo ele, 90% dos estados já aderiram à subvenção e dois ou três ainda avaliam a proposta e devem dar a resposta hoje ou amanhã (3). A medida busca conter a alta dos combustíveis provocada pela guerra no Oriente Médio.

    De caráter temporário e excepcional, a proposta prevê um subsídio total de R$ 1,20 por litro de diesel importado por dois meses.

    Segundo o Ministério da Fazenda, o impacto fiscal total é estimado em R$ 3 bilhões, R$ 1,5 bilhão por mês.O custo será dividido igualmente entre o governo federal e os estados, com R$ 0,60 arcado pela União e R$ 0,60, pelas unidades da federação. A equipe econômica apresentou a proposta aos estados após resistência dos governadores em zerar o ICMS sobre a importação do combustível.A nova ajuda se soma a outras medidas anunciadas pelo governo no último dia 12: o subsídio de R$ 0,32 por litro a produtores e importadores e o corte no PIS e Confins sobre a importação e comercialização do diesel.

    Com o PIS e Cofins zerado para o diesel, o governo espera perder R$ 20 bilhões em arrecadação. Já a subvenção ao diesel deve ter um impacto de R$ 10 bilhões no caixa da União.

    Alckmin reuniu a imprensa para apresentar um balanço da sua gestão à frete do MDIC. Ele vai disputar a reeleição para a Vice-Presidência em outubro, na chapa encabeçada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para isso, pode seguir na cadeira da Vice-Presidência, mas precisa se desincompatibilizar da função de ministro do Executivo.

    Rio de Janeiro e Rondônia não vão reduzir ICMS sobre combustível

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  • Bacci expõe ruptura com Xuxa após apoio a Bolsonaro

    Bacci expõe ruptura com Xuxa após apoio a Bolsonaro

    Jornalista Luiz Bacci relembra amizade e o dia em que ela parou de segui-lo; ‘Quando ela percebeu que eu não era militante de esquerda como ela, simplesmente sumiu’

    (CBS NEWS) O jornalista Luiz Bacci, que deixou recentemente o SBT, usou as redes sociais para relembrar o dia em que Xuxa Meneghel parou de falar com ele. Segundo o apresentador, o rompimento da amizade teria acontecido por divergências políticas.

    Em vídeo que circula pelas redes sociais, Bacci afirma que era bastante próximo a ela, com quem saía para jantar de vez em quando. Durante dois ou três anos, foram colegas na Record, e costumavam conversar bastante, sobretudo sobre cães.

    Mas ele diz que depois que ela saiu da emissora, Xuxa começou a se envolver mais com política. E foi nesse momento que a amizade terminou.

     
    “Quando ela percebeu que eu não era militante de esquerda como ela, simplesmente sumiu. Ela me mandou uma mensagem com um monte interrogação: ‘Bah, você vota no Bolsonaro?’. Minutos depois, ela parou de me seguir no Instagram”, disse.

    “Ela me deu unfollow por querer conviver apenas com quem pensa igual a ela. Se o Lula, que é a cara da esquerda brasileira, se propõe a dialogar com quem quer que seja, quem ela pensa que é? Eu tirei a Xuxa da minha vida”, disse.

    Apesar do desligamento do SBT, curiosamente, Bacci ainda aparece no programa Alô Você, do SBT, de forma eventual. Ele tem contrato comercial para a exibição de ações até maio.

    Ele estava no canal desde maio de 2025, quando assinou para comandar o jornalístico exibido na hora do almoço. Desde a estreia, a audiência na Grande São Paulo variava entre 2 e 3 pontos.

    Bacci expõe ruptura com Xuxa após apoio a Bolsonaro

  • Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

    Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

    Dados da Anac indicam 10 voos de jatinho por ministro do Supremo Tribunal Federal em 2025; ministro Dias Toffoli foi procurado para comentar o assunto, mas não respondeu

    O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli voou num avião da Prime Aviation, que tinha como sócio o banqueiro Daniel Vorcaro, em 4 de julho de 2025. É o que indicam documentos da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Departamento de Controle de Espaço Aéreo (Decea), em reportagem publicada pelo jornal Folha de S.Paulo. Procurados pelo jornal, o ministro e a defesa do banqueiro não se pronunciaram.

    De acordo com o jornal, o ministro entrou no terminal executivo do aeroporto de Brasília às 10h naquele dia, conforme consta em registros da Anac. Às 10h10, segundo dados do Decea, um avião da Prime Aviation, com prefixo PR-SAD, decolou para Marília (SP), cidade natal de Toffoli.

    Na mesmo dia, seguranças do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo foram deslocados para Ribeirão Claro (PR), onde está localizado o resort Tayayá. De acordo com a Corte, o deslocamento ocorreu a pedido do STF para atender a uma autoridade. A cidade onde está o Tayayá fica a 150 quilômetros de Marília.

    Conforme a reportagem, documentos da Anac mostram dez registros de entrada de Toffoli em 2025 no terminal executivo do aeroporto da capital federal, destinado a aviões particulares.

    O cruzamento com os dados do Decea permite identificar o avião que teria sido utilizado pelo ministro em seis ocasiões, uma vez que não há outras decolagens e pousos em horários próximos. Em cinco desses casos, o avião pertencia a empresários.

    A Prime informou que “por questões de confidencialidade dos contratos, e em respeito à Lei Geral de Proteção de Dados, não divulga dados sobre os usuários das aeronaves do seu portfólio, sejam eles cotistas e seus convidados ou clientes de fretamento do serviço de táxi aéreo”.

    Como revelou o Estadão, o pastor da igreja Lagoinha Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro, era o único cotista do fundo de investimentos Leal, administrado pela Reag Investimentos – investigada pela Polícia Federal no caso Master. O Leal, por sua vez, é o único cotista do fundo Arleen, usado para comprar a participação da família Toffoli no resort no Paraná.

    Em janeiro, quando o Estadão revelou que Zettel era o cotista do fundo Leal, o pastor afirmou ter deixado o fundo em 2022. Os papéis do próprio Leal e as mensagens com Vorcaro mostram que, na verdade, ele continuou como cotista e manteve aportes no Tayayá por meio do fundo. Em maio de 2024, Vorcaro perguntou por mensagem de WhatsApp a Zettel sobre a situação dos repasses ao resort do ministro.

    Toffoli era relator do caso Master no STF. Um dia após vir à tona a existência de um relatório da Polícia Federal com conversas e menções a Toffoli no celular de Vorcaro, o ministro deixou a relatoria do caso Master no Supremo. O inquérito foi redistribuído e agora está nas mãos do ministro André Mendonça.

    Moraes viajou em aeronaves de Vorcaro

    Além de Toffoli, o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, pegaram voos em aeronaves particulares da empresa ligada ao dono do Master.

    A informação foi revelada pela Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão. Moraes e Viviane pegaram ao menos oito voos entre maio e outubro de 2025. Sete deles foram da empresa Prime Aviation, na qual Vorcaro tinha uma participação societário, e um outro foi em uma aeronave do cunhado dele, Fabiano Zettel.

    O gabinete de Moraes classificou a informação como ilação e afirmou que o ministro “jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece”. O escritório de Viviane afirmou em nota que contrata diversos serviços de táxi aéreo e que, entre eles, já foi contratada a empresa Prime Aviation, ligada a Vorcaro. Disse ainda que nem Vorcaro nem seu cunhado estiveram presentes nos voos.

    Toffoli voou em avião de empresa de Vorcaro para ir ao Tayayá, diz jornal

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  • Globo é notificada pelo MPF por suposta homofobia de Jonas no BBB 26

    Globo é notificada pelo MPF por suposta homofobia de Jonas no BBB 26

    Canal vai ceder imagens para promotoria analisar acusação; discussão em que brother chamou Juliano de ‘afetadinho’ aconteceu em fevereiro; procurados por email, emissora e ex-participante não respondem aos contatos

    (CBS NEWS)A Globo foi notificada na segunda-feira (30) pela Secretaria da 2ª Promotoria de Justiça de Investigação, ligada ao Ministério Público Federal. No documento, a emissora é solicitada a ceder imagens e a prestar esclarecimentos sobre uma acusação de homofobia feita contra Jonas Sulzbach após uma discussão com Juliano Floss, em fevereiro, no BBB 26.

    Ele foi denunciado por ter dito que Juliano era “afetadinho”, no início de fevereiro. A denúncia foi feita por Agripino Magalhães, deputado federal suplente por São Paulo e presidente da Associação do Orgulho LGBTQIAP+.

    O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro investiga o caso. A Globo foi notificada e Jonas será chamado para prestar esclarecimentos nos próximos dias.

    Caso o procedimento investigatório criminal confirme as acusações, o promotor pode ajuizar uma ação penal para responsabilizar o ex-BBB pela prática dos crimes de homofobia e transfobia.

    Na notificação, o MPF (Ministério Público Federal) pede imagens para análise do mérito da denúncia. Procuradas pela coluna, Globo e a assessoria de Jonas não responderam aos contatos feitos por e-mail nesta quarta (1º).

    Na briga, Jonas teria questionado se o influenciador gostava de ser “afetadinho”, entre outras falas apontadas como tentativa de desqualificar e estigmatizar a orientação sexual ou identidade de gênero do colega de confinamento.

    A equipe de Juliano Floss chegou a usar as redes sociais para acusar Jonas de homofobia após ele chamar o integrante do grupo Camarote de “loirinha”. A discussão entre os dois viralizou nas redes.

    “Juliano é um homem hétero. O fato de Jonas acreditar que o chamar de ‘loirinha’ seja ofensivo diz muito mais sobre quem ofende do que sobre quem é ofendido”, afirmou a equipe do influenciador em nota publicada no Instagram.

    Globo é notificada pelo MPF por suposta homofobia de Jonas no BBB 26