Autor: REDAÇÃO

  • Jojo Todynho posa de cropped e mostra resultado após perder 90 kg

    Jojo Todynho posa de cropped e mostra resultado após perder 90 kg

    Cantora publicou novas imagens nas redes sociais exibindo mudanças no corpo após processo de emagrecimento que incluiu cirurgia bariátrica, reeducação alimentar, exercícios físicos e procedimentos estéticos ao longo dos últimos meses

    A cantora Jojo Todynho voltou a repercutir nas redes sociais ao publicar novas imagens após perder cerca de 90 kg. Nos registros, ela aparece usando um cropped branco e calça jeans, look que evidencia as mudanças no corpo. “Momentos”, escreveu na legenda.

    Em outras fotos, a artista também surge com roupa de academia, vestido estampado tomara que caia, ao lado de amigos e até brindando com uma taça de vinho.

    A cantora tem compartilhado com frequência sua rotina e o processo de emagrecimento com os seguidores. As publicações mais recentes geraram grande volume de comentários nas redes. “Mulheres, chega de sabotagem entre nós! Em vez de odiar Jojo por se transformar, celebrem! Aprendam com ela: ame seu corpo, cuide de si e ignore o barulho. Jojo Todynho é inspiração pura – prova que a verdadeira beleza vem de dentro, e que haters só servem pra realçar o glow de quem vence. Parabéns, rainha Jojo! Continua reinando em 2026 e além. ”, escreveu uma seguidora. 

     

     
     
     

     
     
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    A perda de peso ocorreu ao longo dos últimos meses e envolve diferentes etapas, incluindo a realização de cirurgia bariátrica, mudanças na alimentação, prática de atividades físicas e acompanhamento médico. Jojo também passou por procedimentos estéticos para tratar o excesso de pele decorrente do emagrecimento 

    Em outras ocasiões, a cantora já afirmou que o processo exige disciplina e adaptação no estilo de vida.
     

    Jojo Todynho posa de cropped e mostra resultado após perder 90 kg

  • Zé Neto reage à decisão judicial e diz que “estão querendo nos calar”

    Zé Neto reage à decisão judicial e diz que “estão querendo nos calar”

    A Justiça suspendeu a divulgação do vídeo após trechos da música inédita serem ligados, nas redes sociais, a conteúdos envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. A influenciadora Karolina Trainotti afirmou ter tido imagens usadas sem autorização, e a decisão proibiu novas publicações até o fim do processo.

    O cantor Zé Neto se pronunciou nas redes sociais nesta quinta-feira depois que a Justiça de São Paulo determinou que a dupla Zé Neto & Cristiano interrompa a divulgação de um vídeo promocional de uma música ainda não lançada. O sertanejo contou que só acreditou na decisão quando recebeu a confirmação oficial. “Eu achei que era uma brincadeira por ser 1º de abril”, afirmou nos stories.

    Segundo o artista, o advogado da dupla já teve acesso ao processo, mas, por estar sob segredo de Justiça, ele não pode comentar detalhes. Zé Neto explicou que a faixa em questão, intitulada “Oi, tudo bem?”, sequer foi lançada. “Tem uma música aí que a gente vai lançar. E a gente nem lançou ainda. Vazou um pedaço dela e associaram ela a um assunto”, disse.

    O “assunto” mencionado envolve conteúdos que circularam nas redes sociais relacionando trechos da canção à vida pessoal do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O material que viralizou usava imagens e informações que, segundo a Justiça, não poderiam ter sido divulgadas.

    O cantor afirmou que o lançamento, previsto inicialmente para os dias 8 ou 9 de abril, agora está indefinido. “Eu nem sei se a gente lança ou não, estou até meio com medo”, confessou. Ele também comentou que a situação é inédita na carreira. “Isso nunca aconteceu com a gente.” Em tom irônico, completou: “Estão querendo nos calar”.

    A decisão partiu da 29ª Vara Cível de São Paulo após pedido da influenciadora Karolina Trainotti, que afirma ter tido imagens e dados pessoais usados sem autorização no conteúdo que circulou junto ao vídeo promocional. Na decisão, a juíza Daniela Dejuste de Paula determinou a remoção imediata do material. “Defiro o pedido de tutela de urgência para determinar que os requeridos se abstenham de utilizar, veicular, reproduzir ou divulgar, sem consentimento, imagens, dados pessoais ou quaisquer elementos que permitam a identificação da autora”, diz o texto.

    A defesa de Karolina sustenta que houve uso indevido de conteúdos privados envolvendo o banqueiro, incluindo mensagens que se tornaram públicas após investigações. Segundo os advogados, o material foi explorado de forma sensacionalista para impulsionar a divulgação da música, expondo a influenciadora.

    A ação também pede indenização por danos morais. Com a decisão, a dupla está proibida de associar a imagem de Karolina a qualquer material relacionado à canção. Procurada, a assessoria de Zé Neto e Cristiano afirmou que “assuntos desta natureza só serão discutidos na esfera judicial”.

    Zé Neto reage à decisão judicial e diz que “estão querendo nos calar”

  • Eleições 2026/AtlasIntel: Sérgio Moro (PL) lidera todos os cenários para governador do Paraná

    Eleições 2026/AtlasIntel: Sérgio Moro (PL) lidera todos os cenários para governador do Paraná

    Levantamento mostra senador com mais de 50% em todos os cenários e ampla vantagem em eventual segundo turno. Pesquisa também testa influência de apoios políticos e indica alto índice de votos brancos, nulos e indecisos em algumas simulações

    O senador Sérgio Moro (PL-PR) lidera todos os cenários na disputa pelo governo do Paraná, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 2, pelo instituto AtlasIntel. Em todas as simulações, Moro aparece com mais de 50% das intenções de voto.

    No primeiro cenário, Moro tem 51,5%, contra 28,4% de Requião Filho (PDT), 8,4% de Rafael Greca (MDB), 5,6% de Guto Silva (PSD) e 2,9% de Luiz França (Missão). Votos brancos ou nulos somam 1,5%, enquanto 1,8% não souberam responder.

    No segundo cenário, Moro aparece com 52,8%, seguido por Requião Filho, com 27%; Alexandre Curi (PSD), com 9,8%; Greca, com 3,7%; e Luiz França, com 3,3%. Brancos e nulos representam 1,5%, e 1,7% não sabem.

    Já no terceiro cenário, Moro mantém a liderança com 52,6%. Requião tem 28,8%, Greca aparece com 7%, Eduardo Pimentel (PSD) com 5% e Luiz França com 2,7%. Brancos e nulos somam 2%, e 1,9% não sabem.

    Em um cenário estimulado por apoios políticos, os eleitores responderam à seguinte pergunta: “Se esses fossem os candidatos apoiados por Lula, Bolsonaro e Ratinho Jr., em quem você votaria nas próximas eleições para governador do Paraná?”. Nesse caso, Moro tem 52,1% quando associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), enquanto Requião Filho aparece com 30,6% com apoio de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Guto Silva soma 6,1% com apoio de Ratinho Jr. (PSD).

    Em um eventual segundo turno, Moro venceria Requião Filho por 58,4% a 38,7%, com 2,9% de brancos, nulos ou indecisos.

    Nos demais cenários de segundo turno, Moro também lidera com folga. Contra Greca, tem 55,9% a 27,1%, com 17% de brancos e nulos. Diante de Eduardo Pimentel, registra 57,9% contra 22%. Contra Alexandre Curi, soma 56,5% a 21,3%. Já frente a Guto Silva, aparece com 56,7% contra 18,8%, com mais de 20% de indecisos ou votos inválidos.

    A pesquisa ouviu 1.254 eleitores do Paraná por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi realizado entre os dias 25 e 30 de março.

    Eleições 2026/AtlasIntel: Sérgio Moro (PL) lidera todos os cenários para governador do Paraná

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  • “Tenho um horror absurdo”, diz Luísa Sonza sobre sair em público

    “Tenho um horror absurdo”, diz Luísa Sonza sobre sair em público

    Artista afirma que evita restaurantes e outros ambientes por medo de ataques e xingamentos. Fala ocorreu durante entrevista em podcast, enquanto promove novo álbum e tenta retomar rotina fora de casa.

    A cantora Luísa Sonza afirmou que tem evitado sair de casa e frequentar espaços públicos por medo de sofrer hostilidade. A declaração foi feita durante participação no podcast Poddelas, exibido na última quinta-feira (2).

    Durante a conversa com as apresentadoras Tata Estaniecki e Viih Tube, a artista explicou que sua postura costuma ser interpretada de forma equivocada. Segundo ela, o comportamento mais reservado não tem relação com vaidade ou distanciamento. “As pessoas acham que é estrelismo, mas não é. Eu tenho medo mesmo”, disse.

    Luísa relatou que evita situações em que pode ser reconhecida, especialmente em ambientes como restaurantes. “Tenho um horror absurdo de estar em um lugar e alguém começar a falar alguma coisa de mim, me xingar”, afirmou.

    A cantora também comentou que o lançamento do álbum “Brutal Paraíso” tem representado um momento de mudança. O novo projeto, segundo ela, reflete uma fase mais realista e menos idealizada da carreira, o que a levou a se expor mais do que estava acostumada.

    Para divulgar o trabalho, Luísa participou de ações nas ruas, incluindo registros promocionais em locais públicos, algo que exigiu sair da zona de conforto. Apesar da dificuldade, ela disse que tem buscado enfrentar a situação. “Eu tenho uma rede de apoio muito grande, mas eu sei que não posso ficar escondida para sempre”, declarou.

    A artista afirmou ainda que recorre à terapia e a outros recursos para lidar com o medo e retomar atividades simples, como aparecer nos stories das redes sociais. O objetivo, segundo ela, é conseguir se relacionar de forma mais natural com o público e com a própria exposição.
     
     

     

    “Tenho um horror absurdo”, diz Luísa Sonza sobre sair em público

  • Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

    Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

    Ofensiva iraniana incluiu dezenas de mísseis e ocorreu horas após bombardeios americanos no território do país. Israel registrou feridos, enquanto Kuwait ativou defesas aéreas. Escalada aumenta tensão regional e eleva temores de um conflito ainda mais amplo no Oriente Médio

    Israel, Kuwait e Bahrein registraram novos ataques aéreos atribuídos ao Irã, poucas horas depois de Teerã informar que bombardeios dos Estados Unidos deixaram ao menos oito mortos no norte do país.

    As Forças de Defesa de Israel informaram que o território israelense voltou a ser alvo de mísseis iranianos. Segundo o porta-voz do serviço de emergência, um homem de 22 anos ficou gravemente ferido na cidade de Harish, no centro do país, e foi levado ao hospital.

    Em comunicado, os militares afirmaram que os sistemas de defesa seguem ativos. “Os sistemas permanecem operacionais para interceptar a ameaça”, disseram, após “identificarem mísseis lançados a partir do Irã”.

    Na quinta-feira, o Irã lançou cerca de 30 mísseis contra Israel, coincidindo com o início das celebrações do Pessach. De acordo com os militares israelenses, três eram de fragmentação, cerca de dez caíram em áreas abertas e os demais foram interceptados.

    A escalada ocorre após declarações do presidente americano Donald Trump, que afirmou que pretende levar o Irã de volta à “Idade da Pedra”. Em resposta, militares iranianos prometeram ações “mais enérgicas e destrutivas”.

    Pouco depois das declarações, a imprensa local relatou “uma nova onda de ataques com mísseis iranianos” contra Israel.

    O Kuwait também informou ter sido alvo de ataques. “As defesas aéreas do Kuwait estão repelindo ataques hostis de mísseis e drones”, declarou o Estado-Maior do Exército, acrescentando que “as explosões ouvidas foram resultado da interceptação” dos disparos.

    Do lado iraniano, a imprensa estatal informou que bombardeios americanos atingiram a província de Alborz, deixando ao menos oito mortos e 95 feridos. Segundo autoridades locais, citadas pela agência Tasnim, as vítimas participavam das celebrações do Dia da Natureza.

    O Crescente Vermelho iraniano informou que mobilizou equipes de resgate. “Desdobramos equipes para as áreas atingidas”, disse a entidade, acrescentando que “os ataques dos EUA e de Israel se concentraram em regiões próximas ao distrito de Azimiyeh, em Karaj. A ponte B1, a mais longa do Oriente Médio, foi um dos alvos”.

    As forças israelenses também anunciaram a morte de um comandante de uma unidade de mísseis balísticos na região de Kermanshah, além de outro ligado ao comando petrolífero iraniano.

    O conflito se intensificou desde 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel iniciaram bombardeios contra o Irã, alegando impasse nas negociações sobre o programa nuclear do país, que Teerã afirma ter fins pacíficos.

    Desde então, o Irã tem retaliado com ataques a alvos israelenses e interesses americanos na região, além de bloquear o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.

    A guerra já deixou mais de três mil mortos, principalmente no Irã e no Líbano, que entrou no conflito após ações do grupo Hezbollah contra Israel.
     
     

     

    Irã ataca Israel, Kuwait e Bahrein após ameaça dos EUA e tensão dispara

  • James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

    James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

    O James Rodríguez foi hospitalizado em Minnesota, nos Estados Unidos, informou a Federação Colombiana de Futebol na madrugada desta sexta-feira.

    O meia deu entrada em uma unidade hospitalar com um quadro de “desidratação severa”, um dia após a partida amistosa da Colômbia contra a França.

    “Foi confirmado, após contato com um centro clínico no estado de Minnesota, que o meio-campista esteve sob observação médica devido a uma condição de origem não esportiva. No dia seguinte ao jogo contra a França, o jogador apresentou um quadro de desidratação severa, que exigiu hospitalização nas últimas 72 horas para monitoramento clínico preventivo e recuperação”, informou a entidade em nota oficial.

    A federação também destacou que o problema não tem relação com a atividade esportiva. “É importante esclarecer que essa situação não está relacionada a lesões musculoesqueléticas nem vinculada ao desempenho de suas atividades no futebol. Felizmente, o relatório médico atual indica evolução favorável e melhora constante”, acrescentou.

    Invicto em casa na temporada, o time alviverde manteve a vantagem de três pontos na liderança. Soma 22 e tem o Fluminense como rival mais próximo, com 19, na vice-liderança

    Agência Brasil | 04:15 – 03/04/2026

    James Rodríguez é hospitalizado nos EUA após jogo da Colômbia

  • Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

    Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

    Voo comercial cruzou o céu da Flórida no momento exato da decolagem e registrou imagens raras. Missão da NASA marca retorno de humanos à órbita da Lua após mais de 50 anos e segue com sistemas funcionando normalmente

    Desde quarta-feira, o mundo acompanha a missão tripulada Artemis II rumo à Lua. Mas passageiros de um voo comercial tiveram um privilégio raro: assistir ao lançamento diretamente da janela do avião.

    O voo 1784 da Delta Air Lines, que partiu da Costa Rica e seguia para Atlanta, sobrevoava a Flórida exatamente no momento do lançamento, garantindo uma vista impressionante do foguete em ascensão. Um dos passageiros registrou o momento em vídeo.

    Diferentemente de outras ocasiões em que voos são fretados para observar fenômenos espaciais, neste caso tudo aconteceu por coincidência.

    A NASA confirmou que a manobra que colocou a missão em trajetória rumo à Lua foi concluída com sucesso, apesar de pequenos incidentes sem impacto no voo. Segundo a agência, a tripulação está bem e os sistemas da cápsula funcionam conforme o previsto.

    Durante o primeiro dia completo no espaço, os astronautas realizaram verificações e manobras para garantir a segurança da nave, que nunca havia transportado humanos até então. “Este ainda é um voo de teste (…) continuaremos coletando informações importantes diariamente para aprender a operar esta nave no ambiente espacial real”, afirmou Hu.

    O lançamento ocorreu a partir do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, com o foguete SLS, o mais potente já desenvolvido pela NASA, marcando o primeiro voo tripulado ao redor da Lua em mais de 50 anos.

    A missão também é histórica por reunir uma tripulação diversa, com a astronauta Christina Koch, o piloto Victor Glover e o canadense Jeremy Hansen.

    Ao se aproximarem da Lua, os astronautas irão orbitar o satélite e sobrevoar seu lado oculto, a mais de 400 mil quilômetros da Terra, com expectativa de estabelecer um novo recorde de distância percorrida por humanos no espaço.

    A trajetória adotada, chamada de “retorno livre”, permite que a nave seja atraída pela gravidade lunar e retorne naturalmente à Terra. A viagem de volta deve durar entre três e quatro dias e incluirá a reentrada na atmosfera, considerada uma das etapas mais críticas, antes do pouso no oceano Pacífico.

    A missão faz parte do programa Artemis, que prepara o retorno de humanos à superfície lunar. A NASA trabalha em parceria com outros países e empresas privadas, como SpaceX e Blue Origin, responsáveis pelo desenvolvimento dos módulos que serão usados em futuras missões de pouso na Lua.
     
     

     

    Passageiros flagram lançamento da missão Artemis II pela janela de avião

  • Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

    Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

    Proposta apoiada pelos EUA prevê uso de força para garantir navegação, mas enfrenta resistência de potências como China e Rússia. Impasse ocorre em meio à escalada do conflito e ao impacto direto nos preços globais do petróleo

    O Conselho de Cooperação do Golfo pediu à ONU que autorize o uso da força para liberar o Estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irã.

    “O Irã fechou o Estreito de Ormuz, impedindo a passagem de navios comerciais e petroleiros e impondo condições para permitir que alguns transitem”, afirmou o secretário-geral do GCC, Jassem Al-Budaiwi, nesta quinta-feira, em Nova York.

    “Pedimos ao Conselho de Segurança que assuma suas responsabilidades e tome todas as medidas necessárias para proteger as rotas marítimas e garantir a segurança da navegação internacional”, acrescentou.

    A declaração ocorre enquanto o Conselho de Segurança debate uma resolução sobre a crise na região. A proposta, apresentada pelo Bahrein, prevê a autorização do uso da força para desobstruir o estreito, iniciativa apoiada pelos Estados Unidos, mas que enfrenta resistência de outros membros.

    Após diversas revisões, a versão mais recente do texto busca um consenso para convencer países como França, Rússia e China, que têm poder de veto.

    O presidente francês, Emmanuel Macron, demonstrou ceticismo em relação a uma intervenção militar. Já o embaixador chinês, Fu Cong, fez críticas diretas à proposta. “No contexto atual, autorizar os Estados-membros a usar a força equivaleria a legitimar o uso ilegal e indiscriminado da força, o que levaria inevitavelmente a uma escalada ainda maior”, afirmou.

    A Rússia, aliada de longa data de Teerã, também classificou o texto como tendencioso.

    Durante reunião do Conselho de Segurança, o chanceler do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, reforçou o objetivo da proposta. “O objetivo é proteger uma das rotas marítimas mais vitais para o comércio e a segurança”, disse, expressando esperança de aprovação unânime.

    O Estreito de Ormuz é uma das principais vias de escoamento de petróleo do mundo. O bloqueio ocorreu após a escalada do conflito no Oriente Médio, iniciada em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel lançaram uma ofensiva contra o Irã.

    Em resposta, Teerã fechou a passagem marítima e passou a realizar ataques contra alvos israelenses e interesses americanos na região, incluindo bases e infraestruturas em países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait, Jordânia e Iraque.

    A crise já impacta diretamente a economia global, com alta nos preços do petróleo e de outras commodities.

    Países do Golfo pressionam ONU por ação diante do bloqueio no Ormuz

  • Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Presidente critica relatório dos EUA que vê sistema como barreira comercial e afirma que país não cederá a pressões externas, defendendo a importância do Pix para a população e sinalizando apenas possíveis melhorias no serviço

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reagiu ao relatório anual do USTR, que aponta o Pix como uma das principais barreiras comerciais impostas pelo Brasil aos interesses dos Estados Unidos. Segundo Lula, o país não pretende alterar o sistema de pagamentos.

    “Os Estados Unidos fizeram um relatório, nesta semana, sobre o Pix, e disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque, acho que, cria problemas para a moeda deles. É importante dizer a quem quiser nos ouvir: o Pix é do Brasil e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix pelo serviço que ele presta à sociedade brasileira. O que podemos fazer é aprimorar o Pix para que, cada vez mais, atenda às necessidades de mulheres e homens deste país”, afirmou.

    A declaração foi feita durante agenda em Salvador (BA). Já no fim do discurso, o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira, se aproximou e sugeriu: “Fala o negócio do Pix”.

    Além do sistema de pagamentos, o relatório do USTR cita a chamada “taxa das blusinhas” e propostas de regulação das redes sociais como entraves ao comércio americano.

    Sobre o Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema, o que levantaria preocupações sobre possível favorecimento à plataforma pública em relação a empresas estrangeiras.

    O relatório integra a chamada Seção 301, legislação americana usada para investigar práticas comerciais consideradas desleais e que podem resultar em sanções, como tarifas adicionais.

    Durante o mesmo evento, Lula também fez declarações em tom político e afirmou que a oposição terá que “sofrer muito” para vencê-lo na eleição presidencial de outubro.

     
     
     

    Lula diz que Pix é do Brasil e não será modificado após relatório dos EUA

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

    Documento dos EUA critica sistema de pagamentos, regras para plataformas digitais e tributação de importados, além de apontar entraves estruturais, e pode abrir caminho para sanções comerciais contra o Brasil

    O relatório anual do USTR aponta o Pix, propostas de regulação de plataformas digitais e a chamada “taxa das blusinhas” entre as principais barreiras impostas pelo Brasil aos interesses comerciais dos Estados Unidos.

    No caso do Pix, o documento afirma que o Banco Central “criou, detém, opera e regula” o sistema de pagamentos instantâneos, levantando preocupações sobre um possível tratamento preferencial à plataforma pública em detrimento de provedores estrangeiros de serviços financeiros.

    O USTR também critica o projeto de lei que amplia os poderes do Cade sobre mercados digitais. A proposta prevê regras mais rígidas para grandes plataformas, que poderão ser classificadas como empresas de “relevância sistêmica” e passar a cumprir exigências antecipadas, como limitações a determinadas práticas comerciais e obrigações de interoperabilidade. Na avaliação americana, essas medidas podem afetar de forma desproporcional empresas dos EUA, com risco de multas de até 20% do faturamento global.

    No comércio eletrônico, o relatório destaca a tributação sobre remessas internacionais, apelidada de “taxa das blusinhas”. Segundo o USTR, o Brasil aplica uma taxa linear de 60% sobre encomendas expressas importadas no regime simplificado, além de impor limites anuais para importadores.

    O documento também reforça críticas recorrentes a entraves estruturais, como a lentidão no registro de patentes, fragilidades na proteção à propriedade intelectual, tarifas sobre etanol, restrições sanitárias à carne suína dos EUA e exigências de conteúdo local no setor audiovisual.

    No campo tarifário, o USTR classifica como elevadas as alíquotas brasileiras, com média de 12,5% para bens industriais e 9% para produtos agrícolas, além de apontar divergências entre as tarifas consolidadas na OMC e as efetivamente aplicadas.

    As conclusões fazem parte de uma investigação conduzida sob a Seção 301 da legislação comercial americana, que pode embasar a adoção de tarifas adicionais contra produtos brasileiros nos próximos meses.

    EUA veem Pix, regulação digital e 'taxa das blusinhas' como 'barreiras comerciais' do Brasil

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