Autor: REDAÇÃO

  • Moraes decide manter Bolsonaro preso na superintendência da PF em Brasília

    Moraes decide manter Bolsonaro preso na superintendência da PF em Brasília

    Ex-presidente foi levado para a sede regional da PF em Brasília no sábado; Moraes determinou início do cumprimento da pena pela trama golpista

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Mores decidiu manter Jair Bolsonaro (PL) preso na Superintendência Regional da Polícia Federal no Distrito Federal.

    O magistrado oficializou nesta terça-feira (25) a condenação definitiva do ex-presidente a 27 anos e 3 meses de prisão. Ele também declarou o trânsito em julgado dos demais réus do núcleo crucial da trama golpista e determinou a prisão dos que ainda estavam em liberdade.

    Com isso, os ex-ministros Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira, réus na mesma ação, foram presos e iniciaram cumprimento da pena à qual foram condenados na mesma ação.

    O ex-presidente ficará preso no mesmo local onde está detido desde o último dia 22: a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal.

    As decisões são um desfecho de um processo de ao menos oito meses contra o ex-presidente –ele foi tornado réu no caso em março deste ano e declarado culpado em 11 de setembro.

    “Certifico que os acórdãos publicados no dia 18 de novembro de 2025 transitaram em julgado em 25 de novembro de 2025 para os réus Alexandre Ramagem Rodrigues, Anderson Gustavo Torres e Jair Messias Bolsonaro”, aponta uma determinação do STF que certificou o chamado “trânsito em julgado” em relação a esses condenados.

    O trânsito em julgado é o encerramento do processo e a partir de quando a pena começa a ser efetivamente cumprida. Até aqui, Bolsonaro cumpria medidas cautelares e desde o fim da semana prisão preventiva.

    O ex-presidente estava em prisão domiciliar até o último sábado (22), quando foi levado para a sede regional da Polícia Federal em Brasília, por ordem de Moraes.

    A medida preventiva foi tomada sob o argumento de risco de fuga e não como parte da pena imposta a ele por tentativa de golpe de Estado, o que ocorrerá agora, após o trânsito em julgado da ação penal no Supremo sobre o caso.

    Antes da prisão preventiva, Bolsonaro tentou violar a tornozeleira eletrônica com ferro de solda, como ele mesmo admitiu a agentes penitenciários. “Usei ferro quente, ferro quente aí… curiosidade”, disse o ex-presidente a uma agente que foi ao local verificar a situação do dispositivo.

    A equipe médica que acompanha Bolsonaro esteve na Superintendência da PF no DF no domingo (23) e, após examiná-lo, falou em um quadro de “confusão mental e alucinações” para descrever o episódio sobre a tornozeleira eletrônica e atribuiu isso à interação medicamentosa. Mais tarde, ao passar por audiência de custódia, o ex-presidente disse que tentou abrir o dispositivo porque teve uma “certa paranoia” devido ao uso de medicamentos e que só depois “caiu na razão”.

    Quatro dos condenados no chamado núcleo central da trama golpista, todos militares, apresentaram recursos nesta segunda-feira (24) ao ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

    Ao contrário deles, a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) preferiu não apresentar novas contestações.

    A Primeira Turma do STF condenou Bolsonaro, em 11 de setembro, por tentativa de golpe de Estado, sob acusação de liderar uma trama para permanecer no poder. É a primeira vez na história do país que um ex-presidente é punido por esse crime.

    Relator do caso, Moraes apontou Bolsonaro como líder da trama golpista colocada em marcha ainda durante seu governo, o que incluiu pressão sobre comandantes militares para a adoção de medidas de exceção que evitassem a posse de Lula (PT) e o mantivessem no poder –cenário que não se vislumbrava no país havia 60 anos.

    Moraes decide manter Bolsonaro preso na superintendência da PF em Brasília

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  • Fifa tira Brasil de grupo de ‘super cabeças de chave’ que só duelam na semi

    Fifa tira Brasil de grupo de ‘super cabeças de chave’ que só duelam na semi

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Fifa definiu que a Copa do Mundo de 2026 terá “super cabeças de chave”, mas nenhum deles será o Brasil. O UOL explica a nova regra do sorteio.

    As quatro melhores seleções do ranking da Fifa serão super cabeças de chave na Copa. São elas: Espanha (1ª), Argentina (2ª), França (3ª) e Inglaterra (4ª).

    Elas serão colocadas em lados opostos da chave. A ideia da Fifa é evitar que as quatro melhores seleções do mundo se enfrentem antes da semifinal caso vençam seus grupos, assim como acontece no tênis, por exemplo, onde os melhores atletas participantes de um torneio são sorteados em pontas opostas do chaveamento com o propósito de evitar o confronto entre eles nas primeiras fases.

    Neste cenário, um confronto entre Espanha e Argentina, as duas melhores seleções, só aconteceria na final. Só a classificação de uma delas em segundo ou terceiro em seu grupo evitaria esse caminho.

    O Brasil é o 5° no ranking da Fifa e ficou de fora do seleto grupo. Dessa forma, não terá restrição quanto à sua alocação nos grupos disponíveis na hora do sorteio do próximo dia 5 de dezembro. A única regra é que não poderá pegar nenhum outro sul-americano na primeira fase.

    A seleção brasileira, ainda assim, será uma das cabeças de chave do torneio. O Brasil está ao lado do quarteto, além de México, Estados Unidos, Canadá, Alemanha, Bélgica, Portugal e Holanda.

    AS OUTRAS REGRAS DO SORTEIO

    As seleções anfitriãs já sabem em quais grupos vão ficar. O México fará parte da chave A, o Canadá, da B, e os Estados Unidos, da D. A Fifa também já definiu como ficará a posição de cada representante dos potes sorteados em cada chave [veja abaixo].

    As seleções vindas das repescagens entrarão no pote 4. São quatro vagas na repescagem da Europa e duas na repescagem mundial entre países de outros continentes.

    Seleções da mesma confederação não poderão se enfrentar na fase de grupos. A exceção é a Europa, que tem número maior de seleções classificadas do que grupos disponíveis [16 a 12], mas há um limite máximo de duas por chave.

    O sorteio começará com o Pote 1. Após ele ser esvaziado, vem o Pote 2 e assim por diante, até o último. Caso uma seleção seja sorteada para um grupo onde não possa ficar, ela será realocada ao seguinte.

    A Fifa só vai detalhar os estádios e cidades onde cada seleção vai jogar no dia seguintuoe ao sorteio. A entidade já tem uma base de onde cada grupo vai passar, mas não definiu o caminho jogo a jogo.

    Como ficaram os potes da Copa

    Pote 1: Canadá, México, EUA, Espanha, Argentina, França, Inglaterra, Brasil, Portugal, Holanda, Bélgica, Alemanha
    Pote 2: Croácia, Marrocos, Colômbia, Uruguai, Suíça, Japão, Senegal, Irã, Coreia do Sul, Equador, Áustria, Austrália
    Pote 3: Noruega, Panamá, Egito, Argélia, Escócia, Paraguai, Tunísia, Costa do Marfim, Uzbequistão, Qatar, Arábia Saudita, África do Sul
    Pote 4: Jordânia, Cabo Verde, Gana, Curaçao, Haiti, Nova Zelândia, Repescagem Europeia 1, 2, 3 e 4, Repescagem Mundial 1 e 2

    Desenho de cada grupo

    Grupo A: México, Pote 3, Pote 2 e Pote 4
    Grupo B: Canadá, Pote 4, Pote 3 e Pote 2
    Grupo C: Pote 1, Pote 2, Pote 4 e Pote 3
    Grupo D: Estados Unidos Pote 3, Pote 2 e Pote 4
    Grupo E: Pote 1, Pote 4, Pote 3 e Pote 2
    Grupo F: Pote 1, Pote 2, Pote 4 e Pote 3
    Grupo G: Pote 1, Pote 3, Pote 2 e Pote 4
    Grupo H: Pote 1, Pote 4, Pote 3 e Pote 2
    Grupo I: Pote 1, Pote 2, Pote 4 e Pote 3
    Grupo J: Pote 1, Pote 3, Pote 2 e Pote 4
    Grupo K: Pote 1, Pote 4, Pote 3, Pote 2
    Grupo L: Pote 1, Pote 2, Pote 4 e Pote 3

    Fifa tira Brasil de grupo de ‘super cabeças de chave’ que só duelam na semi

  • Heleno e Paulo Sérgio, ex-ministros de Bolsonaro, são presos em Brasília

    Heleno e Paulo Sérgio, ex-ministros de Bolsonaro, são presos em Brasília

    Generais da reserva foram levados para o Comando Militar do Planalto; Anderson Torres vai cumprir pena no 19º Batalhão de Polícia Militar do DF, a ‘Papudinha’

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – Os ex-ministros de Jair Bolsonaro (PL) Augusto Heleno e Paulo Sérgio Nogueira foram presos nesta terça-feira (25) para iniciar o cumprimento da pena à qual foram condenados pelo STF (Supremo Tribunal Federal) no julgamento da trama golpista.

    Generais da reserva, eles foram levados para o Comando Militar do Planalto.

    Bolsonaro e o ex-ministro Walter Braga Netto já cumprem prisão preventiva. Outro dos réus, o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), fugiu para os Estados Unidos.

    Nesta terça, o STF certificou o chamado trânsito em julgado, ou seja, a conclusão do processo relativo a Bolsonaro, Ramagem e o ex-ministro da Justiça Anderson Torres.

    Em setembro, eles foram condenados por por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, abolição do Estado democrático de Direito, dano qualificado ao patrimônio público e deterioração do patrimônio tombado.

    O tenente-coronel Mauro Cid, por sua vez, foi o primeiro a começar a cumprir pena. Ele retirou a tornozeleira eletrônica durante audiência no Supremo no último dia 3. Ex-ajudante de Bolsonaro, o militar passou a cumprir sua pena definitiva de dois anos de reclusão por participação na trama golpista.

    Todos, segundo o Supremo, teriam participado de uma trama golpista para manter Bolsonaro no poder após a derrota para Lula (PT) nas eleições de 2022.

    O grupo foi considerado condenado pelos mesmos tipos penais, a penas de 2 a 27 anos, todos ex-ocupantes de altos cargos no governo do ex-presidente.

    Foi aplicada ainda a inelegibilidade de oito anos a todos os condenados, a partir do término da pena. Bolsonaro já estava impedido de disputar eleições até 2030 em razão de condenações por abuso de poder na Justiça Eleitoral. Com a condenação desta quinta, ele fica inelegível até 2060.

    O ex-ministro do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) Augusto Heleno foi acusado de ser um dos responsáveis pela construção da narrativa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra as urnas eletrônicas.

    A denúncia diz que Heleno, em conjunto com o ex-diretor da Abin (Agência Brasileira de Inteligência) Alexandre Ramagem, preparou o discurso de Bolsonaro e anuiu com espionagens ilegais favoráveis ao ex-presidente.

    Já o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira enfrentou a acusação de ter “aderido subjetivamente” ao grupo liderado pelo ex-presidente. Segundo Paulo Gonet, as ações e omissões do general no comando da Defesa em meio às discussões golpistas configuram descumprimento de seu dever legal de proteger a democracia.

    Bolsonaro foi considerado culpado por liderar o grupo e foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão. Ele foi preso pela Polícia Federal na manhã do sábado (22) e levado para a sede regional da corporação em Brasília.

    Heleno e Paulo Sérgio, ex-ministros de Bolsonaro, são presos em Brasília

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  • Neguinho da Beija-Flor revela efeito colateral de caneta emagrecedora

    Neguinho da Beija-Flor revela efeito colateral de caneta emagrecedora

    Neguinho da Beija-Flor revelou que decidiu aplicar o medicamento com o objetivo de perder o ‘pneuzinho’

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Neguinho da Beija-Flor, 76, está fazendo uso de caneta emagrecedora. Ele disse estar tomando o medicamento para “tirar um pneuzinho”. “Eu sou desses que vê defeito onde não tem”, confessou em entrevista ao jornal Extra.

    Na segunda aplicação, ele disse estar sentindo os efeitos colaterais da injeção. “A saúde tá boa. Hoje tô meio baleadinho porque eu inventei de tomar aquela injeção que emagrece e tô todo arrebentado. O efeito colateral bateu forte”, disse.

    É fundamental ter orientação médica para usar o medicamento, que pode causar efeitos colaterais como náuseas, constipação e diarreia. As canetas emagrecedoras são indicadas para o tratamento da diabetes tipo 2 e da obesidade.

    Neguinho da Beija-Flor revela efeito colateral de caneta emagrecedora

  • Procedimento no joelho de Memphis é como ‘troca de óleo’, diz especialista

    Procedimento no joelho de Memphis é como ‘troca de óleo’, diz especialista

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – O atacante Memphis Depay, do Corinthians, passou por uma punção articular no joelho esquerdo seguida da aplicação de ácido hialurônico, na última segunda-feira.

    O atleta assustou os internautas após postar a cena de uma seringa com agulha longa retirando líquido viscoso e com sangue do joelho. No entanto, o tratamento é bem comum entre atletas de alto rendimento.

    PROCEDIMENTO É COMO UMA ‘TROCA DE ÓLEO’

    O procedimento -chamado tecnicamente de artrocentese- serve para retirar o líquido acumulado dentro da articulação e aliviar a pressão causada pelo inchaço. No caso de Memphis, segundo a especialista, a intervenção faz sentido diante do diagnóstico divulgado pelo Corinthians: um entorse no joelho e a presença de edema ósseo.

    De acordo com a ortopedista Ana Paula Simões, diretora da Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte (SBMEE), quando ocorre um trauma no joelho, como uma torção durante o jogo, pode haver sangramento dentro da articulação -quadro conhecido como hemartrose. Esse acúmulo de sangue causa dor intensa, limita a mobilidade e inibe a musculatura, impedindo o atleta de desempenhar normalmente.

    “Quando retiramos esse líquido, especialmente quando há sangue, o objetivo é aliviar a dor e devolver mobilidade ao joelho. O sangue dentro da articulação libera ferro e citocinas inflamatórias, o que pode acelerar um processo de artrose se não for removido”, afirma Ana Paula Simões, diretora da SBMEE, à reportagem.

    Depois da punção, Memphis recebeu uma aplicação de ácido hialurônico, substância utilizada para melhorar a lubrificação articular. A médica comparou o processo a uma manutenção mecânica.

    “Se você quiser traduzir de forma simples, é como uma troca de óleo [no carro]. Você tira o líquido velho -inflamado, com sangue- e coloca um novo, que ajuda a lubrificar a articulação e reduzir o atrito”, diz Ana Paula.

    Simões destaca, entretanto, que o ácido hialurônico não trata a causa principal do problema, que no caso do atacante é o edema ósseo, sofrido no clássico contra o São Paulo, na última quinta-feira. Na ocasião, Memphis começou no banco por desgaste após defender a seleção da Holanda na Data Fifa, mas entrou no segundo tempo e marcou o segundo gol da vitória corintiana por 3 a 1.

    “Para o edema ósseo, o papel agora é da fisioterapia: controlar a inflamação, fortalecer a musculatura e permitir que o osso se recupere. Só assim o atleta consegue voltar a jogar sem risco de novas lesões”, afirma.

    O Corinthians não divulgou prazo de retorno, e Memphis segue como dúvida nos próximos jogos. O time ainda tem quatro partidas pelo Brasileiro e enfrenta o Cruzeiro na semifinal da Copa do Brasil em 10 de dezembro.

    Procedimento no joelho de Memphis é como ‘troca de óleo’, diz especialista

  • EUA querem inaugurar 'era de ouro' com o Brasil, diz cônsul-geral do país em São Paulo

    EUA querem inaugurar 'era de ouro' com o Brasil, diz cônsul-geral do país em São Paulo

    Kevin Murakami disse que o governo de Donald Trump busca “inaugurar uma era de ouro entre os EUA e o Brasil” e que as negociações comerciais entre os dois países caminham em direção positiva

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cônsul-geral dos Estados Unidos em São Paulo, Kevin Murakami, disse nesta terça-feira (25) que o governo de Donald Trump busca “inaugurar uma era de ouro entre os EUA e o Brasil” e que as negociações comerciais entre os dois países caminham agora em uma direção positiva. Há dois meses, no entanto, as tensões entre Washington e Brasília estavam em um ponto crítico, ponderou.

    Murakami, que chegou ao Brasil há pouco mais de dois meses, também convocou as empresas brasileiras a investir nos EUA e disse que os dois países não foram capazes de maximizar o potencial de suas relações no passado. “Talvez desta vez seja diferente”, afirmou durante evento realizado pela Amcham Brasil (Câmara Americana de Comércio para o Brasil).

    “Sou otimista sobre o potencial da relação entre os Estados Unidos e o Brasil. Eu estou aqui em São Paulo com uma tarefa primordial, apoiar o objetivo do governo Trump de inaugurar uma era de ouro entre os Estados Unidos e o Brasil. Muitas coisas ainda precisam acontecer para que isso aconteça, mas a relação bilateral de mais de 200 anos e nossos valores compartilhados nos fornecem uma base bem sólida”, afirmou o cônsul, em português.

    Murakami disse ainda que a influência da Amcham será mais importante que nunca no ano eleitoral de 2026 no Brasil, pois a entidade pode ajudar nos debates sobre como fortalecer o ambiente comercial aqui.

    “Especialmente no que se refere à redução do custo do Brasil e ao fomento de um ambiente regulatório mais favorável ao participante americano no setor de minerais críticos e na cadeia de suprimento de energia.”

    Murakami disse estar muito satisfeito que hoje a relação entre os dois países esteja seguindo em uma direção positiva e que ainda há muitas diferenças bilaterais a resolver, mas afirmou que todos devem se sentir encorajados pelo fato de que os presidentes Trump e Lula se reuniram, as negociações estão começando, e os Estados Unidos já ofereceram algum alívio tarifário.

    O cônsul afirmou que muitas empresas brasileiras estão escolhendo investir nos Estados Unidos e fez uma “chamada de ação” para que essas companhias aumentem seus investimentos por lá e possam crescer e chegar “ao próximo nível”.

    O cônsul disse que esteve no Brasil há 15 anos, mais ou menos na época em que fora publicada a capa da revista The Economist mostrando o Cristo Redentor decolando. “Era um momento de otimismo ilimitado sobre o potencial de nossa relação. Mas, infelizmente, não fomos capazes de maximizar o potencial de nossa relação naquela época. Talvez desta vez seja diferente.”

    “Que agora, em meio a uma economia global desafiadora, em meio a diferenças bilaterais sem precedentes, possamos encontrar uma maneira de finalmente maximizar o potencial de nossa relação para o benefício de ambos os nossos países”, afirmou.

    EUA querem inaugurar 'era de ouro' com o Brasil, diz cônsul-geral do país em São Paulo

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  • Lula está à frente, e Tarcísio e Ratinho são os adversários mais competitivos no 2º turno

    Lula está à frente, e Tarcísio e Ratinho são os adversários mais competitivos no 2º turno

    Os dados fazem parte da 166ª rodada da pesquisa de opinião divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA

    Pesquisa divulgada nesta terça-feira, 25, pela CNT/MDA mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) está à frente em um primeiro turno e derrotaria todos os oito adversários testados em um eventual segundo turno nas eleições presidenciais de 2026.

    No primeiro turno, em um dos cenários testados, Lula tem 42%, enquanto o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece com 21,7%. Na sequência, estão Ratinho Jr. (PSD), governador do Paraná, com 11,8%; e Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, com 5,7%. Brancos e nulos são 14,7%, e indecisos, 4,1%.

    Quando o nome de Tarcísio é substituído pelo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), Lula tem 42,7%; e o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), 17,4%. Ratinho Jr., 14%; e Zema, 9,6%. Brancos e nulos são 13,1% e indecisos, 3,2%.

    Já em um cenário em que está a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Lula aparece também com 42,7%, enquanto ela tem 23%. Depois, estão Ratinho Jr., com 11,4%; e Zema, 8,3%. Brancos e nulos são 11,7%, e indecisos, 2%.

    Os resultados fazem parte da 166ª rodada da pesquisa de opinião divulgada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Instituto MDA.

    Foram feitas 2.022 entrevistas entre 19 a 23 de novembro, de forma presencial e domiciliar, em 140 municípios de todas as 27 unidades federativas. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais.

    Veja os cenários de 1º turno:

    Cenário 1:

    Lula: 38,8%;

    Jair Bolsonaro: 27%;

    Ciro Gomes: 9,6%;

    Ratinho Jr.: 6,4%;

    Ronaldo Caiado: 4%;

    Romeu Zema: 2,7%;

    Branco/nulo: 8,5%;

    Indecisos: 3%.

     

    Cenário 2:

    Lula: 42%;

    Tarcísio de Freitas: 21,7%;

    Ratinho Jr.: 11,8%;

    Romeu Zema: 5,7%

    Branco/nulo: 14,7%;

    Indecisos: 4,1%.

     

    Cenário 3:

    Lula: 42,7%;

    Eduardo Bolsonaro: 17,4%;

    Ratinho Jr.: 14%;

    Romeu Zema: 9,6%;

    Branco/nulo: 13,1%;

    Indecisos: 3,2%.

     

    Cenário 4: 

    Lula: 42,7%;

    Michelle Bolsonaro: 23%;

    Ratinho Jr.: 11,4%;

    Romeu Zema: 8,3%

    Branco/nulo: 11,7%;

    Indecisos: 2,0%.

    Nos cenários de segundo turno, Lula também aparece à frente, e os adversários mais bem colocados são Tarcísio de Freitas e Ratinho Jr.

    Em eventual disputa com o governador de São Paulo, Lula tem 45,7% e Tarcísio, 39,1%. Já com o governador do Paraná, o presidente tem 45,8%; e Ratinho Jr., 38,7%.

    Veja os cenários de segundo turno:

    Cenário 1: Lula x Jair Bolsonaro

    Lula: 49,2%;

    Jair Bolsonaro: 36,9%;

    Branco/nulo: 12,5%;

    Indeciso: 1,4%.

     

    Cenário 2: Lula x Tarcísio de Freitas

    Lula: 45,7%;

    Tarcísio de Freitas: 39,1%;

    Branco/nulo: 12,5%;

    Indeciso: 2,7%.

     

    Cenário 3: Lula x Ratinho Jr.

    Lula: 45,8%;

    Ratinho Jr.: 38,7%;

    Branco/nulo: 12,5%;

    Indeciso: 3%.

     

    Cenário 4: Lula x Romeu Zema

    Lula: 47,9%;

    Romeu Zema: 33,5%;

    Branco/nulo: 15,2%;

    Indeciso: 3,4%.

     

    Cenário 5: Lula x Ronaldo Caiado

    Lula: 46,9%;

    Ronaldo Caiado: 33,7%;

    Branco/nulo: 15,7%;

    Indeciso: 3,7%.

     

    Cenário 6: Lula x Ciro Gomes

    Lula: 44,1%;

    Ciro Gomes: 35,1%;

    Branco/nulo: 17,6%;

    Indeciso: 3,2%

     

    Cenário 7: Lula x Eduardo Bolsonaro

    Lula: 49,9%;

    Eduardo Bolsonaro: 33,3%;

    Branco/nulo: 14,6%;

    Indeciso: 2,2%.

     

    Cenário 8: Lula x Michelle Bolsonaro

    Lula: 49,1%;

    Michelle Bolsonaro: 35,6%;

    Branco/nulo: 13,7%;

    Indeciso: 1,6%.

    Bolsonaro tem maior rejeição; Lula tem maior potencial de votos

    A pesquisa CNT/MDA mostrou ainda que o ex-presidente Jair Bolsonaro se mantém com a maior rejeição para a eleição presidencial de 2026. Entre os entrevistados, 43% responderam que não votariam em Bolsonaro \”de jeito nenhum\”. São 3 pontos porcentuais a mais do que no último levantamento, quando 40% afirmaram que não votariam no ex-presidente.

    Em seguida, os mais rejeitados da pesquisa de novembro foram: Lula, com 40,8%; Tarcísio de Freitas, 2,2%; Eduardo Bolsonaro, 1,8%; Michelle Bolsonaro, 1,8%; e Ciro Gomes, 1,8%. Outros somam 6,6%; rejeita todos, 0,7%; rejeita nenhum, 3,8%; não sabem ou não responderam, 12%.

    A pesquisa foi feita de forma espontânea, ou seja, quando os entrevistados não recebem uma gama de opções para avaliar.

    A pesquisa também apontou que 35,3% preferem Lula ou um candidato apoiado pelo petista. Em seguida, vêm os 33,3% que preferem por alguém que não seja nem apoiado por Lula nem por Bolsonaro.

    Há ainda 27,3% com preferência em votar em Bolsonaro ou um candidato apoiado por ele.

    Lula também aparece na dianteira na pesquisa de potencial de voto, com 51,3% que votariam “com certeza” ou “poderiam votar”.

    É um potencial maior do que o de Jair Bolsonaro, que aparece com 28,6% nessas categorias. Os demais são Ciro Gomes, 44,3%; Tarcísio de Freitas, 39,7%; Ratinho Jr., 38,3%; Eduardo Bolsonaro, 30,4%.

    Eduardo (62,6%) e Jair Bolsonaro (60,1%) aparecem com o maior percentual que dizem que “não votariam”.

    Lula está à frente, e Tarcísio e Ratinho são os adversários mais competitivos no 2º turno

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  • Trump zomba de democratas e os compara a perus perdoados no Dia de Ação de Graças

    Trump zomba de democratas e os compara a perus perdoados no Dia de Ação de Graças

    Republicano diz que queria chamar animais de Chuck e Nancy, referência a congressistas rivais; presidente mantém tradição de perdão a ave consumida em um dos feriados mais importantes dos EUA

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a perdoar perus, nesta terça-feira (25), Dia de Ação de Graças, um dos feriados mais importantes do país. As aves Gobble e Waddle receberam o perdão presidencial.

    Desde 1947, a Federação Nacional de Criadores de Peru dá ao governo americano um peru vivo e dois mortos para o Dia de Ação de Graças, feriado nacional que remete ao banquete dado pelos colonos do país após sua primeira colheita, em 1621.

    Trump aproveitou para zombar de rivais democratas ao falar sobre as aves. “Quando eu vi as fotos deles… eu acho que não deveria falar isso, mas eu ia chamar eles de Chuck e Nancy. Mas aí eu percebi que eu nunca perdoaria eles, eu nunca perdoaria essas pessoas”, afirmou o presidente, em referência ao senador Chuck Schumer e à deputada Nancy Pelosi, veteranos do Partido Democrata no Congresso.

    A tradição de perdoar o peru vivo começou como uma piada do presidente Richard Nixon, em 1973, que enviou o pássaro a uma fazenda em vez de servi-lo. A prática foi formalizada na gestão de George H. W. Bush (1989-1993) e é realizada anualmente desde então.

    Há mitos discrepantes de que os primeiros presidentes a poupar o peru da ceia -que, neste ano, acontece na quinta-feira (26)- teriam sido Abraham Lincoln (1861-1865) ou Harry Truman (1945-1953). As especulações, no entanto, não têm respaldo histórico.

    Trump havia perdoado um peru pela última vez em novembro de 2020, poucos dias após perder a eleição para Joe Biden. Na ocasião, o perdão presidencial foi um dos poucos momentos em que Trump apareceu em público depois da derrota, e a primeira vez que o fez depois de autorizar formalmente a transição de poder, muito embora seguisse sustentando bravatas de que havia perdido o pleito -o que culminou na invasão do Capitólio, em janeiro de 2021, no dia da certificação da vitória de Biden pelo Congresso.

    No ano passado, Biden perdoou dois perus, Peach (pêssego) e Blossom (flor ou floração), mantendo a tradição anual. Os nomes dos perus eram uma homenagem a Delaware, estado natal e berço político de Biden, que adotou o pessegueiro como símbolo.

    Trump zomba de democratas e os compara a perus perdoados no Dia de Ação de Graças

  • Suspensão de votação gera união improvável entre grupos no Corinthians

    Suspensão de votação gera união improvável entre grupos no Corinthians

    (UOL/FOLHAPRESS) – A suspensão da votação da reforma do Estatuto, nesta segunda-feira (24), uniu grupos políticos antagônicos do Corinthians.

    QUEM ARTICULOU A PARALISAÇÃO

    Após os conselheiros aprovarem por unanimidade a necessidade de alterações no Estatuto, surgiram divergências em relação ao anteprojeto que seria colocado em votação, liderado por Romeu Tuma Júnior, presidente do Conselho Deliberativo.

    Ligado ao grupo Renovação e Transparência e com apoio de alguns conselheiros vitalícios, Jorge Kalil foi o primeiro a solicitar a suspensão da votação.

    Diretor de futebol durante a gestão de Augusto Melo, Rubens Gomes, o Rubão, uniu-se ao antigo opositor nesse movimento.

    Na sequência, o secretário do Conselho de Orientação (CORI) e um dos líderes do Movimento Corinthians Grande (chapa 82), Paulo Pedro, ao lado do ex-candidato à presidência e ex-líder do mesmo grupo, Felipe Ezabella, propôs que fossem votados apenas três pontos específicos da reforma: direito ao voto do Fiel Torcedor; cota feminina no Conselho Deliberativo; proporcionalidade dos votos (individuais, em vez das chapinhas).

    A proposta contou com o apoio de Kalil e Rubão, além da anuência de boa parte da Renovação e Transparência e de conselheiros vitalícios.

    Posteriormente, Peterson Ruan e Vinicius Cascone, que participaram ativamente até o fim da gestão de Augusto Melo, defenderam que a rediscussão da reforma estatutária ocorra por meio de audiências públicas.

    Após uma interrupção de aproximadamente dez minutos na sessão, Romeu Tuma Júnior conversou com essas lideranças e também com Alê Oz, presidente da Gaviões da Fiel.

    O presidente do Conselho propôs que as audiências ocorressem entre segundas e quartas-feiras de dezembro, em dez sessões, e que o projeto fosse votado ainda em 2025.

    Ao final, os conselheiros rejeitaram a ideia de Tuma e definiu-se que as reuniões ocorrerão entre dezembro e fevereiro, a votação no Conselho Deliberativo acontecerá depois do Carnaval e a Assembleia Geral de Sócios será realizada em março.

    Com isso, Romeu buscou garantir que as definições passem a valer já para a eleição de 2026.

    ARTICULAÇÃO OCORREU DESDE O FIM DE SEMANA

    Os acontecimentos que se desenharam na reunião desta segunda-feira (24) já vinham sendo previstos em encontros realizados no último fim de semana.

    Diversas reuniões ocorreram dentro e fora do Parque São Jorge, especialmente no sábado (22).

    Líderes como Jorge Kalil e Felipe Ezabella se reuniram com conselheiros vitalícios e integrantes da Renovação e Transparência, como Ademir Benedito e Guilherme Strenger.

    Em paralelo, outros grupos políticos também se articulavam nos bastidores em busca de consenso.

    Ciente dessas movimentações, Romeu Tuma Júnior admitiu alternativas para evitar a reprovação total do anteprojeto de reforma estatutária.

    Foi a partir daí que o presidente do Conselho passou a cogitar a possibilidade de rediscutir o projeto e agendar uma nova data para votação.

    Ainda que ligeiramente frustrado com o andamento da reunião, Tuma avaliou o cenário como positivo, sobretudo pelas garantias de que os pontos definidos na reforma serão aplicados já na eleição de 2026.

    EX-PRESIDENTE DA GAVIÕES PEDE DESCULPAS A ANDRÉ NEGÃO

    Logo após Tuma anunciar o encerramento da reunião desta segunda-feira (24), o ex-presidente da Gaviões da Fiel, Douglas Deúngaro, conhecido como Metaleiro, pediu a palavra.

    Em seu discurso, criticou ideias e propostas de SAF no Corinthians e, ao final, pediu desculpas ao conselheiro André Luiz de Oliveira, o André Negão, candidato derrotado na última eleição presidencial.

    Metaleiro admitiu arrependimento por ter votado em Augusto Melo, presidente destituído por impeachment.

    Em resposta, André Negão deixou o local onde estava e abraçou Metaleiro, selando a reconciliação entre eles.

    Calleri voltou a treinar no São Paulo, mas só deve atuar em 2026 para evitar riscos. O clube, oitavo colocado e com 12 lesionados, luta por vaga na pré-Libertadores. Rodriguinho retornou, enquanto Ferreira segue fora. Próximo desafio será contra o Fluminense no Maracanã.

    Folhapress | 13:45 – 25/11/2025

    Suspensão de votação gera união improvável entre grupos no Corinthians

  • STF comunica trânsito em julgado de Bolsonaro, Torres e Ramagem

    STF comunica trânsito em julgado de Bolsonaro, Torres e Ramagem

    Penas de réus já podem começar a ser cumpridas

    Na tarde desta terça-feira (25),o  ministro Alexandre de Moraes, relator da ação penal pela tentativa de golpe de Estado, declarou que o caso, envolvendo três dois oitos réus, transitou em julgado, determinando não cabem mais recursos e abriu caminho para a execução das penas na prisão.

    O caso envolvendo Bolsonaro, Alexandre Ramagem e Anderson Torres foi encerrado. O STF, agora, irá ordenar as prisões, os condenados serão levados aos locais de cumprimento da pena, que serão definidos pelo ministro Alexandre de Moraes.

    Vale destacar que Bolsonaro foi condenado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão, em regime inicial fechado, por liderar uma organização criminosa que tentou impedir a posse do presidente Lula e subverter o Estado democrático de Direito.

    Prisão

    Nesta segunda (24), a Primeira Turma do tribunal validou, de forma unânime, a determinação de Moraes pela prisão preventiva de Bolsonaro. O prazo para as defesas dos condenados do chamado núcleo central da trama golpista apresentarem novos recursos também já tinha esgotado. Bolsonaro ficou em prisão domiciliar de 4 de agosto até o último sábado (22), quando foi preso na sede regional da Polícia Federal em Brasília.

    O prazo para a apresentação dos segundos embargos de declaração terminou nesta segunda-feira (24). A defesa de Bolsonaro optou por não apresentar os embargos de declaração. Os primeiros, apresentados por todos os réus, foram todos rejeitados pela Primeira Turma do STF.

    Outros réus apresentaram os segundos embargos, mas Moraes entendeu que não cabiam esses recursos.

    STF comunica trânsito em julgado de Bolsonaro, Torres e Ramagem

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