Autor: REDAÇÃO

  • Post antigo de Brigido em apoio a casamento gay alimenta boatos na web

    Post antigo de Brigido em apoio a casamento gay alimenta boatos na web

    Publicação de 2015 volta a circular nas redes e contrasta com a postura atual do empresário no reality; internautas espalham informação falsa sobre sexualidade do participante após resgate do conteúdo

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Uma postagem feita por Brigido Neto em 2015 voltou a circular nas redes sociais e desencadeou boatos sobre a sexualidade do participante do BBB 26 (Globo). À época, o empresário comemorou a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo no país e aplicou um filtro com a bandeira do arco-íris na foto de perfil. “Por um mundo de mais amor!”, escreveu.

    O resgate do conteúdo contrastou com a postura atual do amazonense dentro do reality, onde ele se define como “hétero top” e diz ser integrante do grupo religioso Legendários, movimento cristão masculino associado a valores conservadores e a um ideal de masculinidade ligado à virilidade.

    A repercussão levou parte dos internautas a espalhar informações falsas, afirmando que Brigido seria gay e que teria passado por uma transformação radical após se tornar coach -o que não procede. Na época do post, ao ser questionado sobre sua sexualidade por um internauta, Brigido respondeu: “Eu não preciso ser gay para ser a favor da igualdade”.

    A antiga publicação virou agora alvo de debates entre espectadores do programa, que apontaram a mudança de posicionamento do empresário ao longo dos anos. “Sempre assim os cidadãos de bem fazem tudo o que condenam publicamente”, escreveu uma internauta. “Agora não pode existir mais um apoiador da causa gay quem não for gay?”, indagou outra pessoa. ” Para mim, ele e só tem necessidade de fazer parte de algo. Síndrome de pertencimento”, comentou um terceiro.

    Post antigo de Brigido em apoio a casamento gay alimenta boatos na web

  • Comissão da UE anuncia passos para ajudar Google no cumprimento de obrigações com leis digitais

    Comissão da UE anuncia passos para ajudar Google no cumprimento de obrigações com leis digitais

    Europeus têm como objetivo garantir que os provedores terceirizados tenham igualdade de oportunidades para inovar e competir no cenário de inteligência artificial (IA)

    A Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia (UE), anunciou que deu início a dois conjuntos de procedimentos de especificação para auxiliar o Google no cumprimento de suas obrigações sob a Lei dos Mercados Digitais (DMA), em nota divulgada nesta terça-feira, 27. De acordo com o texto, as ações formalizam o diálogo regulatório entre as partes.

    Segundo as informações, o primeiro conjunto de procedimentos diz respeito à obrigação da gigante americana de tecnologia de fornecer aos desenvolvedores terceirizados “interoperabilidade” gratuita e efetiva com recursos de hardware e software controlados pelo sistema operacional Android do Google.

    Os europeus têm como objetivo garantir que os provedores terceirizados tenham igualdade de oportunidades para inovar e competir no cenário de inteligência artificial (IA).

    O segundo conjunto, por sua vez, é referente à Lei de Gestão da Privacidade para conceder a fornecedores terceirizados de motores de busca online acesso a dados anonimizados de classificação, consultas, cliques e visualizações detidos pela Pesquisa Google.

    A Comissão afirma que concluirá os procedimentos no prazo de seis meses a contar da sua abertura. Nos próximos três meses, o braço executivo europeu comunicará ao Google as suas conclusões preliminares, apresentando as medidas que pretende impor ao Google para cumprir efetivamente a DMA.

    Comissão da UE anuncia passos para ajudar Google no cumprimento de obrigações com leis digitais

  • Em telefonema, Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz de Trump

    Em telefonema, Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz de Trump

    Presidentes também discutiram o acordo comercial Mecosul-UE

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da França, Emmanuel Macron, conversaram na manhã desta terça-feira (27) sobre a proposta do Conselho da Paz. O colegiado foi idealizado, criado e é presidido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump para, segundo ele, pacificar e reconstruir a Faixa de Gaza.

     
    No telefonema, que durou cerca de 1 hora, Lula e Macron defenderam o fortalecimento da Organização das Nações Unidas (ONU) e concordaram que iniciativas em matéria de paz e segurança devem estar alinhadas aos mandatos do Conselho de Segurança e aos princípios e propósitos da Carta da ONU. O teor da conversa entre os presidentes foi divulgado pelo Palácio do Planalto.

    Lula foi um dos líderes convidados a ocupar um assento no conselho, mas ainda não respondeu ao convite. Na semana passada, em um evento em Salvador, ele chegou a 

    criticar a proposta de criação do Conselho da Paz, afirmando que Trump quer criar uma nova ONU para ser o dono. A França também foi convidada, mas já negou o convite.  Na últimas semanas, Lula tem feito e recebido ligações de importantes líderes mundiais, entre eles o presidente da China, Xi Jinping; da Rússia, Vladimir Putin; da Turquia, Recep Tayyip Erdogan; da Colômbia, Gustavo Petro; o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi; da Espanha, Pedro Sánchez; do Canadá, Mark Carney; e a presidenta do México, Claudia Sheinbaum.

    Nesta segunda-feira (26), Lula conversou, inclusive, com o presidente Trump. Ele sugeriu que o Conselho da Paz incluísse um assento para a Palestina e se limitasse a discutir as questões relacionadas à Faixa de Gaza. Também ficou combinada uma visita de Lula aos Estados Unidos, ainda este ano, em data a ser definida.

    Venezuela
    No telefonema, Lula e Macron também trocaram impressões relacionadas à Venezuela. Segundo o Planalto, ambos condenaram o uso da força em violação ao direito internacional e concordaram sobre a importância da paz e da estabilidade na América do Sul e no mundo.

    No dia 3 de janeiro, os Estados Unidos bombardearam a Venezuela e sequestraram o presidente do país, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. Os dois foram levados para os Estados Unidos e a vice-presidente venezuelana, Delcy Rodriguez, assumiu o comando do país interinamente.

    Acordo Mercosul-EU
    Ainda, os líderes de Brasil e França trataram sobre o acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia. Lula reafirmou sua visão de que a parceria é positiva para os dois blocos e “constitui uma importante contribuição para a defesa do multilateralismo e do comércio baseado em regras”.

    O acordo foi assinado no dia 17 de janeiro deste ano, após 26 anos de negociação. Entretanto, no dia 21, o Parlamento Europeu decidiu pedir ao Tribunal de Justiça da União Europeia uma avaliação jurídica sobre a parceria comercial com os sul-americanos. Na prática, a medida paralisa o processo de implementação do acordo; o tribunal costuma demorar cerca de dois anos para emitir um parecer.

    A França é um dos países que se opõem à ratificação sob o argumento de que o acordo ameaça a agricultura local ao criar “concorrências desleal” com as importações mais baratas do Mercosul.

    Por fim, o presidente Lula e o presidente Macron trataram sobre a agenda bilateral e se comprometeram a finalizar negociações em curso, para assinatura de acordos ainda no primeiro semestre de 2026. Segundo Planalto, os dois mantêm diálogo frequente sobre a cooperação entre os dois países, em especial nos temas de defesa, ciência e tecnologia e energia.

    Em telefonema, Lula e Macron conversam sobre Conselho da Paz de Trump

  • Felipe Anderson sente incômodo no joelho e desfalca Palmeiras na estreia

    Felipe Anderson sente incômodo no joelho e desfalca Palmeiras na estreia

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Felipe Anderson está fora da estreia do Palmeiras no Brasileiro, nesta quarta-feira (28), às 19h (de Brasília), na Arena MRV.

    Em recondicionamento físico, o meia sentiu incômodo no joelho durante o treino desta terça-feira, passou por exames que descartaram lesão mas, por precaução, não viaja com a delegação.

    Os meio-campistas Lucas Evangelista e Figueiredo deram sequência ao processo de transição física e também ssão como baixas.

    O Palmeiras deve ir a campo com o time que venceu o São Paulo pelo Paulistão, mas com Vitor Roque como novidade.

    Um provável time tem: Carlos Miguel; Khellven, Bruno Fuchs, Gustavo Gomez e Piquerez; Marlon Freitas, Andreas Pereira, Allan e Sosa; Flaco López e Vitor Roque.

    Atacante deixa o Vasco e se torna oficialmente jogador do clube da Premier League; O Bournemouth pagará 35 milhões de euros (R$ 220,7 milhões) pelo jogador

    Folhapress | 16:00 – 27/01/2026

    Felipe Anderson sente incômodo no joelho e desfalca Palmeiras na estreia

  • Volta de Trump acelera o Relógio do Juízo Final

    Volta de Trump acelera o Relógio do Juízo Final

    Mundo agora está a 85 segundos do apocalipse, mostra o indicador simbólico criado por cientistas nos EUA em 1947; comitê vê piora em todas as áreas consideradas para determinar a hora, do confronto nuclear à desinformação, passando pela mudança climática

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O ano do turbulento retorno de Donald Trump à Casa Branca viu os ponteiros do Relógio do Juízo Final, que já estavam no pior nível de sua história, se aproximarem ainda mais da meia-noite que simboliza o fim do mundo como o conhecemos.

    Na sua edição 2026, lançada pela ONG americana Boletim dos Cientistas Atômicos nesta terça-feira (27), os ponteiros foram de 89 para 85 segundos antes da fatídica hora. Desde 1947, um comitê de especialistas analisa aspectos da segurança global para determinar o quão perto do apocalipse o planeta está.

    “O Relógio é uma metáfora, mas também um chamado à ação”, disse a presidente do Boletim, Alexandra Bell. “Não houve avanços suficientes, e tivemos de mover o Relógio”, afirmou no evento de lançamento do instrumento.

    Os especialistas que elaboram o Relógio criticaram diversos aspectos da administração Trump, mas também citam o comportamento agressivo de potências como a Rússia e a China, exortando os líderes dos três países a mudarem de atitude apesar “de suas tendências autocráticas”.

    “Obviamente, os atos dessa administração [dos EUA] ajudaram a mover o Relógio. O presidente está destruindo 50 anos de controle de armas nucleares, atacando instrumentos para conter a crise climática, atacando a academia. Mas o Relógio vai além, é global”, disse Bell.

    Apesar de o republicano dizer que acabou com sete guerras, algo longe da realidade, e de ter pleiteado o Nobel da Paz, o mundo ficou mais instável em seu segundo mandato, marcado por voluntarismo e intervencionismo extremos.

    Se a guerra na Faixa de Gaza acabou com o território em ruínas, ele bombardeou o programa nuclear do Irã e ameaça repetir a dose de forma mais ampla. Um dos poucos acertos genuínos, um acordo entre os beligerantes Azerbaijão e Armênia, contrasta no espaço ex-soviético com o fracasso em acabar rapidamente com o conflito na Ucrânia.

    No mais, Trump minou o sistema multilateral em que o mundo no qual o Relógio nasceu se baseava. Retirou-se de dezenas de organismos internacionais, boa parte dele da cada dia mais obsoleta ONU, e atacou diretamente aliados na Europa -a ponto de ameaçar tomar à força a Groenlândia da Dinamarca.

    Por fim, elaborou uma Estratégia de Segurança Nacional, agora amparada pela regulamentação proposta pelo Departamento de Defesa, que ele chama de pasta da Guerra. O texto prevê a recriação de zona de influência explícita na América Latina, como Nicolás Maduro descobriu na madrugada do dia 3 deste mês.

    Não apenas isso. “Essa administração cortou fundos para usarmos a inteligência artificial de forma a nos proteger”, disse Asha George, uma das 16 pessoas que elaboraram o Relógio deste ano. Convidada a falar no lançamento, a jornalista filipina Maria Ressa, Nobel da Paz em 2021, enfatizou o risco do “apocalipse informativo” em curso.

    O planeta continuou em convulsão, com os 36 conflitos ativos registrados pelo londrino Instituto Internacional de Estudos Estratégicos.

    Israel guerreou em Gaza, no Líbano e no Iêmen, e protagonizou uma troca violenta de ataques com o Irã. Os embates africanos seguem intensos, os rivais nucleares Índia e Paquistão lutaram brevemente e a tensão segue alta na península coreana. A Europa se remilitariza, o que no passado levou a duas guerras mundiais.

    “Líderes falam abertamente sobre o uso de armas nucleares, Estados armados com elas se enfrentam”, disse Jon Wolfstahl, membro do comitê do Boletim.

    Na semana que vem, salvo alguma mudança de última hora, Trump dará mais argumentos para o painel do Boletim, um ente fundado em 1945 por gente envolvida na aurora da Era Atômica: Albert Einstein e J. Robert Oppenheimer à frente.

    “Pela primeira vez em 50 anos, não teremos para evitar uma corrida armamentista sem controle”, disse o especialista Daniel Holz.

    No dia 5 de fevereiro, expira o Novo Start, o último tratado de controle de armas nucleares vigente entre Washington e Moscou, donas de 90% das ogivas atômicas no planeta. Esses armamentos sempre foram o centro das preocupações do Boletim.

    A partir de 2007, a mudança climática passou a integrar o rol oficial de temas que impactam o ponteiro apocalíptico. Nos anos que se seguiram, a disseminação de novos vírus na esteira da pandemia e a ascensão descontrolada da IA (inteligência artificial) também passaram a ser analisados.

    “Em 2025, nós fracassamos em conter as ameaças em todas as áreas”, afirmou Steve Fetter, outro membro do comitê. “O uso de inteligência artificial para espalhar desinformação é adotado até pelo presidente Trump”, disse.

    Os eventos analisados são aqueles ocorridos no ano anterior à mudança do Relógio. Assim, os 90 segundos de 2023 diziam respeito ao choque da invasão russa da Ucrânia, ocorrida em 24 de fevereiro de 2022.

    O mundo nunca foi tão perigoso, na análise do prestigioso Boletim. Antes da fase atual, o mais próximo do fim simbólico que o Relógio havia apontado foram dois minutos para a meia-noite em 1953, durante tensões na Europa e com a Guerra da Coreia em curso.

    Já a crise mais conhecida da Guerra Fria, a dos mísseis soviéticos em Cuba de 1962, colocou os ponteiros a 12 minutos do fim, um dos mais seguros níveis, porque o Boletim entendeu que ela fez as então superpotências melhorarem seu grau de comunicação.

    Em 1991, com o fim da União Soviética à vista, o Relógio marcou seu horário mais confortável: 17 minutos para a meia-noite.

    Para começar a voltar àquela situação, o Boletim fez quatro sugestões imediatas: retomada do controle de amas nucleares, cooperação internacional para evitar que a IA seja usada para criar riscos biológicos, a derrubada pelo Congresso da guerra de Trump contra energia renovável e um acordo entre EUA, Rússia e China para regular o emprego da IA no comando de arsenais atômicos.

    “Nossa trajetória atual é insustentável”, sumariza o relatório explicativo do Boletim.

    Volta de Trump acelera o Relógio do Juízo Final

  • Relembre a trajetória de Sol Vega no BBB 4

    Relembre a trajetória de Sol Vega no BBB 4

    Veterana ficou em quarto lugar na sua primeira passagem pelo reality; sister é lembrada por um dos momentos mais emblemáticos do programa

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A atriz e empresária Sol Vega, 47, está de volta ao programa que a alçou à fama. Participante do BBB 26 (Globo), ela entrou no reality pela primeira vez em 2004 e foi eliminada uma semana antes da final.

    Natural de Mogi Guaçu, interior de São Paulo, ela pisou na casa mais vigiada do Brasil aos 25 anos por votação popular. Naquele ano, o público escolheu entre ela e a gaúcha Natália Cassassola, que acabou participando da 8ª e 13ª edições do programa.

    O carisma e bom humor de Sol a levaram longe na competição e sua performance da música “We Are The World”, cantada durante uma prova de resistência, fez história, se tornando um dos momentos mais inesquecíveis do reality. Seu inglês improvisado a eternizou como Sol ‘Iarnuou’.

    A edição foi marcada pela diferença de classes dos participantes e Sol integrou o grupo das pessoas que tinham menos condições financeiras, que também tinha Cida e Thiago, a vencedora e o vice-campeão daquele ano. Os rivais os apelidaram de “Superpobrinhos”.

    Durante o confinamento, Sol se relacionou com Rogério Dragone, cuja profissão chamava a atenção do público: o rapaz era coveiro. O casal viveu altos e baixos durante o programa, com beijos apaixonados e medo por conta da exposição excessiva. Eles chegaram a protagonizar cenas explícitas debaixo do edredom.

    Sol ainda tinha uma rivalidade na casa, a paranaense Marcela ‘Mama’ Queiroz. Durante uma festa de temática mexicana, Mama começou a alfinetar Sol, dizendo que bebia, mas não vomitava como a companheira de reality. A sister ainda chamou a rival de prepotente, burra e ignorante e julgou Sol por ter feito sexo dentro do programa.

    A discussão seguiu, com a paranaense julgando o jeito de falar de Sol e falando que a sister tinha inveja dela. Marcela chegou ao ponto de afirmar que o cabelo da rival era “pixaco”. Sol não deixou barato e também retrucou as ofensas.

    Anos depois, em entrevista à jornalista Fábia Oliveira, Sol contou que não tinha uma percepção clara sobre as coisas e demorou muito tempo para entender que foi vítima de racismo dentro do programa.

    “De uns anos pra cá, eu fui ter uma percepção muito maior da que eu tinha, de tudo que eu sofri lá dentro [no BBB] e depois quando eu saí. Tiveram vários programas que não queriam me aceitar porque eu não falava direito, por eu ser uma menina preta”, desabafou.

    Na mesma semana da briga, Sol foi líder e enviou Marcela ao paredão e a paranaense foi eliminada. Uma semana depois, Sol foi para a berlinda com Juliana e deixou o programa com 79% dos votos. Ela ficou em 4º lugar.

    Relembre a trajetória de Sol Vega no BBB 4

  • Vasco anuncia a venda do atacante Rayan

    Vasco anuncia a venda do atacante Rayan

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – O Vasco anunciou, na manhã desta terça-feira (27) (27), a saída do atacante Rayan, de 19 anos. O jogador foi negociado com o Bournemouth, da Inglaterra. O Vasco foi, é e sempre será sua casa. Boa sorte, cria! Vasco, em publicação na rede social

    O QUE ACONTECEU

    O Bournemouth pagará 35 milhões de euros (R$ 220,7 milhões) à vista ao Cruzmaltino, sendo que 70% de valor vai para o Vasco e os 30% serão divididos entre a família e o estafe do atacante.

    A negociação se arrastou nas últimas semanas. Ao longo das tratativas, o clube carioca barganhou para conseguir um montante maior na transação.

    Anteriormente, o Vasco detinha 60%, mas Rayan abriu mão de 10% pela transferência imediata. O clube não queria se desfazer do jogador agora e entendia que poderia realizar uma venda maior na próxima janela de transferências, mas o jogador e seu estafe já haviam dado “ok” ao Bournemouth e pressionaram pela liberação.

    Rayan já não veste a camisa do Vasco desde a última semana. Ele nem sequer foi relacionado para o clássico com o Flamengo, realizado no dia 21.

    Vai ser muito difícil achar outro Rayan. Não vamos ter 35 milhões de euros para pagar outro Rayan, e acho que ele valeria até mais Fernando Diniz, em coletiva após o clássico com o Fla

    Diniz acredita que a melhor decisão seria o jovem ficar mais um ano no futebol brasileiro. Ele avalia que o atacante tem “espaço de crescimento gigante” e poderia deixar o futebol brasileiro “mais pronto”.

    “Esportivamente, por mais que possa ir bem lá, a decisão mais acertada era permanecer aqui por mais uma temporada e sair mais pronto. Tinha tudo para ter um ano maravilhoso aqui no Vasco, contribuir muito com a equipe e com o futebol brasileiro como um todo. Perdemos muito cedo os jogadores. A gente torce para que, se confirmar a ida, consiga se sentir à vontade no time que está indo e se tornar o jogador que o potencial permite. Rayan é um jogador, para mim, muito diferente e reposição quase impossível no mesmo nível. Ele tem um espaço de crescimento gigante, faz tudo bem. E, aqui, foi percebendo o potencial e gostando daquilo que foi se reconhecendo. Uma pena que saiu”, disse Diniz.

    O “rei da montanha” das duas últimas edições da Volta a Espanha caiu durante a quinta e última etapa do Tour Down Under, pouco depois dos 70 quilômetros de prova, quando um canguru saltou repentinamente para o meio do pelotão

    Notícias ao Minuto | 14:00 – 27/01/2026

    Vasco anuncia a venda do atacante Rayan

  • Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

    Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

    Governador de Goiás diz que não abrirá mão de disputar o Planalto e alerta para pulverização de candidaturas da direita contra Lula, único candidato da esquerda

    O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), afirmou nesta terça-feira, 27, que já comunicou ao União Brasil a intenção de deixar o partido e que negocia filiação a outras siglas para a disputa pela Presidência da República. Segundo ele, a decisão foi informada à cúpula da legenda e passou a ser tratada como irreversível.

    Em entrevista à rádio Nova Brasil, Caiado disse que comunicou a decisão ao presidente do partido, Antônio Rueda, e ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto. “Eu já informei o presidente do partido, o Rueda, o ACM Neto, que é meu amigo, irmão, e já disse que entendo a dificuldade do partido. Só que, nessa situação, eu já estou buscando também uma alternativa para ter outro partido pelo qual me candidatar”, afirmou.

    De acordo com o governador, a discussão sobre uma eventual saída do União Brasil vem ocorrendo desde o fim do ano, mas chegou ao limite. “Essa é uma realidade que vem sendo discutida desde o período do Natal e do ano novo, e chegou o momento em que não se pode esperar mais”, disse.

    Sem revelar as siglas, Caiado afirmou ainda que mantém conversas com outras legendas e sinalizou que a definição deve ocorrer em breve. “Irei até o fim. Estou em contato com outros partidos, e o entendimento é avançarmos para a campanha. Isso é algo a ser resolvido nos próximos dias.”

    A movimentação de Caiado ocorre em um cenário em que ele ainda aparece atrás do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulações eleitorais. Segundo pesquisa AtlasIntel divulgada em 21 de janeiro, Lula tem 49% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o governador de Goiás, que registra 39%. Outros 13% afirmaram não saber ou preferiram não responder. O instituto entrevistou 5.418 pessoas, virtualmente, entre 15 e 20 de janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 1 ponto porcentual para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-02804/2026.

    Caiado defendeu a pulverização de candidaturas no campo da direita como estratégia para enfrentar o PT. Para ele, a concentração em um único nome favorece o governo. “Com o PT no poder, é um processo duro, que não tem limite e tenta ganhar a eleição a qualquer custo. Se houver apenas um candidato, ele terá dificuldade de chegar até outubro”, disse.

    Na avaliação do governador, não há garantias de que um nome apoiado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha vantagem automática na disputa. Embora reconheça o prestígio político do ex-chefe do Executivo federal, Caiado afirmou que o apoio não se traduz integralmente em votos. “Uma coisa é ele ser candidato, outra é indicar alguém. Não existe transferência total”, disse, acrescentando que apoiaria o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em um eventual segundo turno.

    Caiado diz que deixará o União Brasil e negocia novo partido para disputar Presidência

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Dólar cai para R$ 5,21 e Bolsa dispara para 183 mil pontos com IPCA-15 abaixo do esperado

    Dólar cai para R$ 5,21 e Bolsa dispara para 183 mil pontos com IPCA-15 abaixo do esperado

    Mercado repercute desaceleração da inflação de janeiro para 0,2%, de olho em efeitos sobre Selic; investidores também monitoram primeiro dia de reuniões do Copom e do Fed

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar está em forte queda nesta terça-feira (27), com investidores repercutindo os dados do IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) divulgados mais cedo.

    Considerado uma “prévia” da inflação oficial do país, o índice registrou avanço de 0,20% em janeiro, uma desaceleração em relação aos 0,25% de dezembro.

    O mercado também segue atento às decisões de juros dos bancos centrais do Brasil e dos Estados Unidos. O resultado será divulgado na quarta-feira, data apelidada de “Superquarta” pelos operadores.

    Às 13h22, a moeda norte-americana caía 1,19%, cotada a R$ 5,216. Na mínima do dia, foi a R$ 5,211, menor valor desde 2024. Já a Bolsa estava em disparada de 2,27%, a 182.795 pontos, a caminho de registrar um novo recorde histórico em meio à retomada do fluxo de investidores estrangeiros para cá.

    É a primeira vez que o Ibovespa chega aos patamares de 181 mil e 182 mil pontos. Na máxima do dia, chegou a 183.027 pontos.

    O avanço de 0,2% do IPCA-15 na base mensal veio ligeiramente abaixo das expectativas de 0,22% do mercado, segundo a Bloomberg. Por outro lado, o índice acelerou no acumulado de 12 meses. Após marcar 4,41% até dezembro, alcançou 4,5% até janeiro.

    É exatamente o teto da meta de inflação perseguida pelo BC (Banco Central) para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo).

    A divulgação acontece na véspera da primeira decisão de juros do Copom (Comitê de Política Monetária) em 2026. A previsão dos agentes é de manutenção dos atuais 15% ao ano, maior patamar em quase duas décadas.

    “Para a decisão de amanhã, o resultado de hoje é de pouca relevância”, diz André Valério, economista sênior do Inter. A expectativa, no entanto, é de que o índice motive ajustes no comunicado que sucede a decisão, refletindo “a possibilidade do início do ciclo de cortes na reunião de março”.

    A análise se baseia na tendência de desinflação no longo prazo, resultado da valorização do real ante o dólar e da queda recente nos preços de alimentos. A redução dos preços da gasolina pela Petrobras também empurrará o índice para baixo neste primeiro trimestre, afirma Valério.

    Segundo o boletim Focus desta semana, especialistas veem um corte de 0,5 ponto percentual em março como o pontapé inicial do ciclo de afrouxamento monetário. A Selic deve encerrar 2026 em 12,25%; o IPCA, em 4%.

    “O dado aumentou a confiança de que a política monetária restritiva começa a produzir efeitos mais consistentes sobre os preços. Com a inflação mostrando sinais de arrefecimento, cresce a expectativa por um corte de juros mais próximo, ou ao menos por um discurso mais brando por parte do BC”, disse o analista da Levante Inside Corp., João Abdouni.

    A “superquarta” também guarda a decisão de juros do Fed (Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos). Por lá, o consenso de mercado também aponta para uma manutenção da taxa na banda de 3,5% e 3,75%. Preocupa, no entanto, o ambiente institucional do Fed em meio aos ataques do governo Donald Trump.

    A provável manutenção dos juros vai na contramão do que o republicano tem pregado desde que assumiu o cargo: a redução brusca da taxa para até 1,5%.

    O contexto, segundo analistas, é crítico. Jerome Powell, presidente do Fed, se tornou alvo no início do mês de uma investigação federal relacionada a uma reforma da sede da instituição, orçada em US$ 2,5 bilhões. Ele reagiu publicamente antes mesmo do anúncio formal do inquérito, classificando-o como um pretexto para pressioná-lo a reduzir drasticamente os juros.

    “Embora haja pouca dúvida sobre o resultado da reunião, as expectativas têm aumentado de que a retórica será agressiva devido a fortes dados econômicos e em resposta aos ataques de Trump à autonomia do Fed”, diz Matthew Ryan, chefe de estratégia de mercado da Ebury.

    Parlamentares republicanos, dirigentes de bancos centrais em todo o mundo e líderes do mercado financeiro saíram em defesa da independência do Fed após o inquérito contra Powell. Investidores apostam que o Fed conseguirá resistir às pressões da Casa Branca, mas o dano institucional pode ser profundo.

    Conforme a escolha pelo novo presidente do Fed se avizinha -o mandato de Powell termina em maio-, o mercado teme que Trump opte por um chairman que responderá às suas demandas, e não aos dados econômicos.

    A incerteza se soma a um contexto já tensionado. O mercado aguarda um pronunciamento de Donald Trump sobre a economia nesta tarde, e ainda há uma nova possibilidade de ‘shutdown’ do governo norte-americano rondando as operações”, diz Higor Rabelo, especialista da Valor Investimentos.

    Trump ainda afirmou que vai elevar de 15% para 25% as tarifas sobre determinadas importações da Coreia do Sul, em resposta ao que chamou de lentidão do país asiático para cumprir o acordo comercial firmado no ano passado.

    O ambiente estimula a tendência de diversificação de carteiras, com investidores reduzindo a exposição aos mercados norte-americanos. O índice DXY, que compra o dólar ante seis moedas fortes, marcava 0,46%, a 96,62 pontos, denotando fraqueza da divisa norte-americana mundialmente.

    Também é reflexo disso a forte valorização do Ibovespa nos últimos dias. A entrada de capital estrangeiro no país em janeiro já é metade do total aportado ao longo de 2025, alavancando a Bolsa brasileira para patamares inéditos.

    Dólar cai para R$ 5,21 e Bolsa dispara para 183 mil pontos com IPCA-15 abaixo do esperado

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • 'Você vai se arrepender', ameaça Anitta após relatos de furtos nos Ensaio do Rio

    'Você vai se arrepender', ameaça Anitta após relatos de furtos nos Ensaio do Rio

    Cantora disse que usaria a mesma força que espantou a chuva para castigar criminosos; artista prometeu que cada celular roubado traria uma notícia ruim para o criminoso no dia seguinte

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Irritada com os relatos de furtos durante os Ensaios da Anitta, no Rio de Janeiro, Anitta interrompeu o show para dar um recado aos ladrões. Diante do público na tarde do domingo (25), a cantora disse que iria amaldiçoar quem estivesse roubando celulares no meio da festa.

    A reação veio após a artista ser informada sobre as reclamações de foliões que tiveram os aparelhos levados. Anitta afirmou que usaria a mesma força que havia servido para espantar a chuva mais cedo para castigar quem estivesse cometendo os furtos. “O mesmo tambor que eu fiz para acabar com a chuva, eu fiz para acabar com a raça de quem veio aqui roubar telefone. Estou amaldiçoando, neste momento, a vida de cada um que veio aqui pegar telefone”, disse a cantora.

    “Cada telefone que você roubar hoje vai ser uma notícia de merda que você vai ouvir amanhã. Você vai se arrepender do dia em que saiu de casa para roubar um celular. Eu não tenho pena. Quem tem dinheiro para comprar ingresso e vir roubar celular tem dinheiro para fazer alguma coisa que preste da vida. Então, não tenho nem medo, nem pena.”

    Além da ameaça, a cantora aproveitou o momento para orientar o público a redobrar a atenção com os pertences. Pediu que os foliões ficassem atentos especialmente durante aglomerações e rodas de dança e lembrou que havia reforçado a equipe de segurança, mas que a colaboração de todos era essencial.

    O episódio ocorre em meio a uma onda de críticas nas redes sociais contra a organização dos Ensaios da Anitta. Nas páginas oficiais do evento, internautas têm cobrado explicações e medidas diante do número elevado de queixas sobre roubos durante os shows.

    'Você vai se arrepender', ameaça Anitta após relatos de furtos nos Ensaio do Rio