Autor: REDAÇÃO

  • Libertadores 2026: sorteio define grupos com seis times brasileiros

    Libertadores 2026: sorteio define grupos com seis times brasileiros

    A Conmebol realizou na noite desta quinta-feira (19), em Luque, no Paraguai, o sorteio da fase de grupos da Libertadores 2026. Ao todo, 32 equipes foram distribuídas em oito grupos, incluindo seis representantes brasileiros: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras. 

    A final da competição está marcada para o dia 28 de novembro, em Montevidéu, no Uruguai, e a fase de grupos será disputada entre abril e maio. 

    Entre os brasileiros, o Flamengo ficou no Grupo A, ao lado de Estudiantes, Cusco e Independiente Medellín. O Fluminense integra o Grupo C, enquanto o Cruzeiro caiu no Grupo D, considerado um dos mais equilibrados, com Boca Juniors, Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil.

    O Corinthians está no Grupo E, com Peñarol, Santa Fé e Platense. Já o Palmeiras aparece no Grupo F, ao lado de Cerro Porteño, Junior Barranquilla e Sporting Cristal. O Mirassol, por sua vez, está no Grupo G, junto com LDU, Lanús e Always Ready.

    Confira todos os grupos da Libertadores 2026:

    Grupo A: Flamengo, Estudiantes, Cusco e Independiente Medellín

    Grupo B: Nacional, Universitario, Coquimbo Unido e Deportes Tolima

    Grupo C: Fluminense, Bolívar, Deportivo La Guaira e Independiente Rivadavia

    Grupo D: Boca Juniors, Cruzeiro, Universidad Católica e Barcelona de Guayaquil

    Grupo E: Peñarol, Corinthians, Santa Fé e Platense

    Grupo F: Palmeiras, Cerro Porteño, Junior Barranquilla e Sporting Cristal

    Grupo G: LDU, Lanús, Always Ready e Mirassol

    Grupo H: Independiente del Valle, Libertad, Rosario Central e Universidad Central

    A primeira rodada está prevista para acontecer entre os dias 7 e 9 de abril. As oitavas de final começam em agosto, seguidas por quartas em setembro e semifinais em outubro, até a decisão em jogo único no fim de novembro. 
     
     
     

    Libertadores 2026: sorteio define grupos com seis times brasileiros

  • Bruna Biancardi denuncia ataques e expõe mensagens contra filhas

    Bruna Biancardi denuncia ataques e expõe mensagens contra filhas

    Influenciadora publicou prints com ofensas e montagens envolvendo as crianças e pediu o fim do ódio nas redes. Caso ocorre em meio a polêmica após vazamento de endereço de Amanda Kimberlly, mãe de outra filha de Neymar.

    Bruna Biancardi usou as redes sociais na noite desta quinta-feira (19) para denunciar ataques virtuais direcionados a ela e às filhas, Mavie, de 2 anos, e Mel, de oito meses, frutos do relacionamento com Neymar. A influenciadora compartilhou prints de mensagens ofensivas e montagens feitas com fotos das crianças, e fez um apelo pelo fim desse tipo de conteúdo.

    “Diariamente, eu e minhas filhas sofremos hate e muitas outras coisas nas redes sociais. Deixei abaixo alguns dos muitos prints que tenho. Todos os lados recebem ataques”, escreveu.

    Entre os exemplos divulgados, estão mensagens de cunho racista envolvendo Mavie, além de uma montagem com uma lápide usando a imagem da filha mais nova. Bruna também citou que outras pessoas ligadas ao jogador vêm sendo alvo de ataques, como Amanda Kimberlly, mãe de Helena, de 1 ano, filha de Neymar.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Instagram  

    Nos últimos dias, Amanda precisou deixar a casa onde morava com a filha, em um condomínio de luxo em Barueri, na Grande São Paulo, após ter o endereço divulgado na internet. A mudança foi antecipada depois que perfis passaram a compartilhar dados pessoais da residência em grupos nas redes sociais.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução- Instagram  

    De acordo com informações divulgadas pelo portal LeoDias, o vazamento teria ocorrido em um grupo chamado “Bruna Family Club”, onde participantes trocavam informações sobre a rotina de pessoas ligadas ao jogador e promoviam ataques coordenados. Em uma das mensagens, um usuário afirma ter divulgado o endereço completo da influenciadora e ironiza a situação.

    Após deixar o imóvel, Amanda e a filha passaram a ficar em um apartamento de Neymar, na capital paulista.

    Bruna também se manifestou sobre o caso e negou qualquer relação com os ataques. “Não me envolvam em coisas que eu não tenho absolutamente nada a ver, por favor. Já falei diversas vezes aqui o quanto sou contra qualquer tipo de ataque, principalmente envolvendo crianças. Isso não me representa e isso precisa acabar”, afirmou.

     

    Bruna Biancardi denuncia ataques e expõe mensagens contra filhas

  • Justiça nega asilo a menino detido pelo ICE e família será deportada

    Justiça nega asilo a menino detido pelo ICE e família será deportada

    Decisão determina retorno ao Equador após pedido ser recusado. Defesa vai recorrer e caso gera críticas de escola e relatos de trauma na criança após ação de agentes de imigração nos Estados Unidos

    Um juiz federal de imigração dos Estados Unidos negou o pedido de asilo da família de Liam Conejo Ramos, menino de cinco anos que chegou a ser detido pelo Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) em Minneapolis, no estado de Minnesota.

    Segundo a advogada da família, Danielle Molliver, citada pela agência Associated Press, já foi emitida uma ordem de deportação para o Equador. A defesa, no entanto, informou que vai recorrer da decisão junto ao Conselho de Apelação de Imigração.

    “Estamos profundamente desapontados com a decisão errada do juiz”, afirmou Molliver. “Estamos comprometidos com a família e vamos lutar no recurso.”

    Em entrevista ao jornal Minnesota Star Tribune, a advogada disse ainda que os familiares “estão muito decepcionados” com o resultado, já que esperavam ao menos ter uma audiência completa para apresentar seus argumentos.

    A decisão também foi criticada pelo Distrito Escolar Público de Columbia Heights, onde Liam estuda. Em nota, a instituição classificou o caso como “devastador”.

    “Respeitamos o processo legal, mas não podemos ignorar o impacto humano — especialmente nas crianças — dessa ação federal, que afetou membros da nossa comunidade que entraram no país por meios legais. Nossos pensamentos estão com Liam e sua família, e continuaremos a apoiá-lo”, diz o comunicado.

    Procurado pela Associated Press, o Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que a família teve acesso ao devido processo legal e que a ordem final de deportação foi emitida em 19 de fevereiro.

    Liam e o pai, Adrián Conejo Arias, foram detidos em 20 de janeiro e transferidos para um centro no Texas. Eles foram liberados no dia 1º de fevereiro, após decisão judicial, e retornaram para casa dias depois.

    Em entrevista ao Telemundo, Adrián relatou o impacto emocional do episódio no filho. “Não foi nada fácil. Meu filho não é mais o mesmo. Ele está muito assustado. À noite, acorda chorando e pedindo ajuda… tem pesadelos”, contou.

    A mãe do menino, Erika Ramos, que está grávida, também enfrenta dificuldades. Segundo a família, ela já precisou de atendimento médico devido a complicações durante a gestação.

    Erika já havia contestado a versão apresentada pelas autoridades, que alegaram que Adrián teria abandonado o filho. Segundo ela, o marido foi abordado por agentes ao chegar em casa após buscar a criança na escola.

    “Eles o algemaram e o prenderam. Depois, pegaram meu filho e o levaram até a porta da minha casa para que eu abrisse. Ele batia e dizia: ‘Mamãe, abre a porta’. Eu estava apavorada”, relatou.

    A mãe afirma que os agentes teriam usado a criança como forma de pressioná-la a sair da residência. “Parecia uma tentativa de me provocar para que eu saísse desesperada atrás do meu filho e fosse presa também”, disse.

    Vizinhos e funcionários da escola também relataram que o menino teria sido usado como “isca”, versão negada pelo Departamento de Segurança Interna.

    O caso gerou forte repercussão após a divulgação de imagens que mostram agentes cercando a criança, que usava um gorro azul de coelho e uma mochila do Homem-Aranha.

    A secretária adjunta de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, afirmou que o ICE não tinha como alvo o menino e negou que ele tenha sido detido, reiterando que a mãe se recusou a ficar com a criança após a prisão do pai.

    Justiça nega asilo a menino detido pelo ICE e família será deportada

  • Ataques do Irã reduzem exportação de gás do Catar em 17%

    Ataques do Irã reduzem exportação de gás do Catar em 17%

    País estima perdas de até US$ 20 bilhões por ano após danos em instalações de GNL. Governo afirma que recuperação pode levar até cinco anos e admite impacto em contratos com parceiros internacionais

    O governo do Catar informou nesta sexta-feira que os ataques iranianos às suas instalações energéticas devem reduzir em cerca de 17% a capacidade de exportação de gás natural liquefeito (GNL). As perdas anuais são estimadas em até US$ 20 bilhões.

    De acordo com o ministro da Energia do país, Saad Sherida Al-Kaabi, os danos exigirão um longo período de recuperação. “A reparação das instalações de GNL deve levar entre três e cinco anos. Isso terá impacto em países como China, Coreia do Sul, Itália e Bélgica”, afirmou em comunicado.

    O ministro também indicou que o país poderá ter dificuldades para cumprir contratos internacionais. “Isso significa que seremos forçados a declarar força maior por até cinco anos em alguns contratos de longo prazo de GNL”, disse, referindo-se a situações em que eventos fora do controle impedem o cumprimento de obrigações comerciais.

    Ataques do Irã reduzem exportação de gás do Catar em 17%

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Países do Golfo interceptam mísseis e drones após ataques do Irã

    Países do Golfo interceptam mísseis e drones após ataques do Irã

    Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Arábia Saudita reagiram a ataques com mísseis e drones atribuídos ao Irã. A escalada do conflito já atinge países do Golfo, provoca incêndios e eleva a tensão em regiões estratégicas de produção de energia

    Em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, Emirados Árabes Unidos e Kuwait informaram nesta sexta-feira (20) que estão reagindo a ataques com mísseis atribuídos ao Irã. Já a Arábia Saudita anunciou ter interceptado drones em diferentes regiões do país.

    No Bahrein, também no Golfo, estilhaços de um ataque classificado pelo governo local como uma “agressão iraniana” provocaram um incêndio em um armazém. Segundo o Ministério do Interior, as sirenes de alerta aéreo chegaram a ser acionadas, mas o fogo foi controlado e não houve vítimas.

    As Forças Armadas do Kuwait afirmaram que seus sistemas de defesa aérea estão “respondendo a um míssil hostil e a ameaças de drones”. Nos Emirados Árabes Unidos, o Ministério do Interior também confirmou a existência de “ameaças de mísseis” em andamento.

    Na Arábia Saudita, o Ministério da Defesa informou que seis drones foram interceptados e destruídos na região leste do país, além de outro no norte.

    Os ataques fazem parte de uma ofensiva mais ampla do Irã, que intensificou na quinta-feira ações contra infraestruturas energéticas no Golfo. Drones atingiram uma refinaria na Arábia Saudita e outras duas no Kuwait, além de causar danos significativos a uma das principais instalações de gás natural liquefeito do mundo, no Catar.

    A ofensiva ocorre em resposta a ataques israelenses ao campo de gás South Pars/North Dome, compartilhado entre Irã e Catar.
      
     

     

    Países do Golfo interceptam mísseis e drones após ataques do Irã

  • Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

    Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

    Moraes determinou aos médicos de Bolsonaro um novo relatório sobre as condições de saúde do ex-presidente. Ao menos metade dos ministros da corte entende que a melhor opção seria transferir ex-presidente para casa

    BRASÍLIA, DF (CBS NEWS) – A nova ofensiva para que o STF (Supremo Tribunal Federal) conceda a prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) teve a participação de Flávio e Michelle Bolsonaro, do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), da bancada bolsonarista no Congresso e até de ministros da corte.

    Políticos e advogados ouvidos pela reportagem dizem que a chance de que o ministro Alexandre de Moraes atenda aos apelos desta vez é mais concreta. Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e, após iniciar o cumprimento da pena na superintendência da Polícia Federal, foi transferido para a unidade conhecida como Papudinha, no DF, em janeiro.

    Além da união de esforços, a situação de saúde de Bolsonaro é apontada como um novo fator de convencimento. O ex-presidente foi internado na semana passada com broncopneumonia bacteriana causada por aspiração do vômito em decorrência dos soluços constantes. Sua equipe médica classificou o quadro como grave.

    Aliados de Bolsonaro afirmam também que a fragilização de Moraes com o caso do Banco Master pode contribuir para que ele decida a favor de Bolsonaro.

    Segundo esse raciocínio, Moraes teme ser atingido pelas investigações que miram Daniel Vorcaro, já que sua esposa foi contratada pela defesa do Master, e vai buscar manter uma ponte de diálogo e negociação com Flávio, uma vez que o senador está empatado com Lula (PT) nas pesquisas e poderia ser eleito presidente.

    Um argumento utilizado por políticos e por outros ministros junto a Moraes é que uma eventual morte de Bolsonaro seria encarada politicamente como responsabilidade do ministro. A transferência para a prisão domiciliar, ao contrário, aliviaria essa acusação.

    Interlocutores do senador afirmam que Moraes demonstrou ter gostado da visita de Flávio na terça-feira (17), quando o filho mais velho de Bolsonaro reforçou o pedido pela domiciliar.

    Foi o mesmo relato feito após a primeira reunião de Michelle com o ministro, em janeiro. Como mostrou a Folha de S. Paulo, a ex-primeira-dama quer um novo encontro com Moraes para pedir que Bolsonaro cumpra pena em casa.

    Segundo aliados do ex-presidente, Michelle quer ter a oportunidade de dizer pessoalmente ao magistrado que Bolsonaro não pode ficar sozinho à noite pelo risco de broncoaspiração. Ela também quer relatar a Moraes que, de acordo com a equipe médica, se ele tivesse sido socorrido cerca de uma hora mais tarde, o ex-presidente poderia ter morrido.

    A atual internação de Bolsonaro mobilizou ainda ministros da corte. Ao menos dois ministros próximos a Moraes se dedicam a esse esforço de convencimento, iniciado ainda no ano passado. Nas palavras de um deles, a transferência passou a ser uma questão humanitária.

    Ainda, outros três ministros relataram à reportagem que em outros momentos, o último deles no Carnaval, colegas têm conversado com Moraes sobre o tema. Alguns dizem, inclusive, que caso fossem relatores teriam concedido a medida.

    A preocupação é o quanto uma piora do quadro de Bolsonaro poderia respingar na imagem já abalada da corte. Além do próprio relator, a questão poderia atingir todo o Supremo e os integrantes de forma mais ampla.

    A proximidade do período eleitoral é outro elemento calculado por essa ala. Na avaliação desses magistrados, a corte pode não conseguir sair dos holofotes da política sem isso -ainda que outras matérias, como o caso Master, tenham crescido a atenção política sobre o tribunal mais uma vez.

    Assim, ao menos metade dos ministros já entende que a melhor opção seria deixar Bolsonaro cumprir sua pena em casa.

    Nesta quinta (19), foi a vez de Tarcísio reiterar o pedido da defesa do ex-presidente. O governador teve reuniões com os ministros Moraes, Luiz Fux, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin e Edson Fachin, presidente da corte.

    Tarcísio viajou a Brasília para tratar principalmente do julgamento de uma ação que pede a suspensão da privatização da Sabesp, mas a expectativa de aliados e dos próprios ministros era a de que ele usaria a oportunidade para também pedir a prisão domiciliar.

    Em janeiro, após a reunião com Michelle e a transferência de Bolsonaro para a Papudinha, havia expectativa de que o ministro finalmente decidisse pela domiciliar. Mas a explosão do caso Master, com menção à mulher do ministro, aliada aos ataques de bolsonaristas a Moraes, teriam inviabilizado qualquer acordo. Com a internação, a possibilidade de decretação de regime domiciliar volta à mesa.

    Em outra frente, mais de cem deputados federais da oposição e do centrão assinaram um pedido enviado nesta quarta-feira (18) a Moraes para pressionar pela prisão domiciliar.

    A solicitação para Bolsonaro deixar a Papudinha, encabeçada por Gustavo Gayer (PL-GO), conta com a assinatura de dezenas de congressistas do partido do ex-presidente, mas também tem o apoio de nomes de outras legendas, como PSD, PP, MDB, União Brasil e Republicanos.

    Na terça, a defesa de Bolsonaro apresentou ao Supremo um novo pedido de prisão domiciliar humanitária, sob o argumento de que houve uma piora da saúde de Bolsonaro, que resultou na internação hospitalar.

    Os advogados citam que a internação emergencial demonstra um agravamento no quadro clínico de Bolsonaro e que a Papudinha é “absolutamente incompatível com a preservação de sua saúde e integridade física”, o que pode levar a intercorrências fatais.

    Pressão por domiciliar a Bolsonaro mobiliza Tarcísio, Michelle, deputados e ministros do STF

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Política

  • Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

    Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

    A PF informou que em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, realizou a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O ex-banqueiro Daniel Vorcaro assinou um termo de confidencialidade com as autoridades envolvidas na investigação do caso da fraude do Banco Master. Esta é a primeira etapa formal para dar início às negociações para um acordo de colaboração premiada.

    O documento foi assinado entre o empresário, a defesa dele, a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a Polícia Federal.

    Também nesta quinta-feira (19), o dono do Banco Master foi transferido da Penitenciária Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, para discutir os termos de seu acordo.

    A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que relata o inquéritos sobre irregularidades relacionadas à instituição financeira.

    A partir de agora, ele começa a ter reuniões com os próprios advogados para debater os fatos investigados. As primeiras reuniões são feitas internamente, entre colaborador e defesa.

    Quando eles entenderem que estão preparados, passam a discutir o material reunido com as autoridades.

    Neste momento, tem início um processo de checagem, sobre o que os investigadores entendem fazer oou não sentido, ser insuficiente, se tem ou não prova para corroborar a narrativa feita por Vorcaro. Esta etapa serve para fechar uma base de fatos e depois disso é que se avança para os depoimentos em si.

    Em nota, a Polícia Federal informou que “em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, no âmbito da PET 15.711, realizou, nesta quinta-feira (19/3), a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal”.

    A decisão de Mendonça foi tomada a pedido da defesa de Vorcaro. Ele foi transferido de helicóptero. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também ficou preso na Superintendência até janeiro deste ano, quando foi transferido para o 19º Batalhão da Polícia Militar, área conhecida como Papudinha.

    Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro, quando tentava embarcar para o exterior, no Aeroporto de Guarulhos. A PF desconfia que ele tentava fugir do país, mas ele argumenta que viajaria para encontrar investidores interessados em comprar o Banco Master.

    Ele foi solto dez dias depois e voltou a ser preso em 4 de março deste ano, em fase da operação policial Compliance Zero que também atingiu servidores do Banco Central.

    Na última semana, ele anunciou que uma troca na sua defesa, e substabeleceu procuração para o advogado José Luis Oliveira Lima, conhecido como Juca.

    Juca já conduziu delações premiadas delicadas, como a do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro na Operação Lava Jato.

    O advogado também o ex-ministro José Dirceu na época do escândalo do mensalão, em 2012, e representou o general Braga Netto, ex-ministro de Bolsonaro, no processo da tentativa de golpe de Estado no Brasil.

    Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Vorcaro não pretende envolver ministros do Supremo em um eventual acordo relacionado ao Master e tem dito que fará isso apenas se for inevitável.

    Liquidado pela autoridade monetária em novembro, o Banco Master já causou perdas de mais de R$ 50 bilhões a diferentes entidades, incluindo o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e fundos de pensão.

    Vorcaro assina acordo de confidencialidade para iniciar delação

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia

  • Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

    Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

    Agência Reuters diz que artista britânico se chama Robin Gunningham; Banksy, pintor e artista de rua que fez seu nome e uma fortuna de milhões de libras, seria próximo de Robert Del Naja, da banda Massive Attack

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Qual é a identidade do grafiteiro Banksy? Um dos grandes mistérios da arte neste século parece ter sido finalmente solucionado -a agência de notícias britânica Reuters publicou, na semana passada, uma investigação com o suposto nome verdadeiro e a história do artista que ficou conhecido no mundo todo ao pintar paredes de grandes cidades com imagens pop carregadas de comentário social e político.

    O advogado do artista, Mark Stephens, afirmou que Banksy não vai se manifestar sobre os detalhes da investigação. Sem confirmar nem negar a identidade de Banksy, o advogado também pediu à agência que a reportagem não fosse publicada, alegando que a divulgação violaria a privacidade do artista, interferiria em sua arte e o colocaria em perigo.

    Embora o nome de Gunningham já tivesse sido associado a Banksy numa reportagem do jornal The Mail on Sunday há quase 20 anos, o periódico não conseguiu, à época, ter certeza absoluta da identidade do grafiteiro, o que a Reuters alega ter obtido agora.

    Isto foi possível com a descoberta de uma confissão para a polícia de Nova York, escrita à mão por Gunningham e assinada por ele, na qual o artista afirma ter vandalizado um outdoor no topo de um prédio em Manhattan, em setembro de 2000.

    Este documento e um outro arquivo da Justiça americana nunca haviam sido publicados. Eles mostram que Banksy foi detido temporariamente em Nova York por perturbação da ordem pública e solto horas depois, mediante a retenção de seu passaporte, que ele recuperou ao pagar uma fiança de cerca de U$ 1.800 e completar cinco dias de trabalho comunitário.

    A identidade de Banksy sempre foi um segredo muito bem guardado. Algumas pessoas de seu círculo próximo assinaram acordos que os impediam de revelar quem ele era, e outros se mantiveram em silêncio por lealdade ou por medo de contrariar o artista, seus fãs e sua influente empresa, a Pest Control Office, que autentica suas obras e decide quem terá a oportunidade de comprar os trabalhos mais recentes.

    Durante muitos anos, houve o rumor de que o grafiteiro seria o músico Robert del Naja, da banda de trip-hop Massive Attack, originária de Bristol, no Reino Unido, também terra de Banksy.

    Segundo a reportagem, os Gunningham e Del Naja teriam uma relação próxima e seriam parceiros de grafite. Por exemplo, eles teriam viajado juntos à Ucrânia, em 2022, e há indícios de que podem ter trabalhado juntos em murais num prédio de apartamentos destruídos nos arredores de Kiev.

    Na ocasião da viagem ao país em guerra, Gunningham já havia trocado o seu nome legalmente para David Jones, um dos nomes mais populares entre os britânicos, o que, segundo a reportagem, seria uma forma de ficar invisível em público. Em 2017, havia cerca de 6.000 homens chamados assim no Reino Unido, de acordo com dados analisados pela GBG, uma empresa de inteligência de informações de identidade.

    Steve Lazarides, empresário do artista entre o fim dos anos 1990 e 2008, afirmou à agência de notícias que a identidade secreta de Banksy era uma forma de protegê-lo da polícia, dado que, em Bristol, havia uma repressão violenta às pichações e aos grafites. Mais tarde, Lazarides ajudou o artista a mudar o seu nome legalmente para David Jones, também para evitar ser rastreado.

    Stephens, o advogado, disse ainda à Reuters que Banksy “foi alvo de comportamentos obsessivos, ameaçadores e extremistas” durante anos, e que trabalhar “anonimamente ou sob um pseudônimo atende a interesses sociais vitais”.

    “Protege a liberdade de expressão, permitindo que os criadores digam a verdade ao poder sem medo de retaliação, censura ou perseguição -particularmente ao abordar questões sensíveis como política, religião ou justiça social”, afirmou.

    Como nome real do grafiteiro Banksy pode enfim ter sido descoberto pela Reuters

  • Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

    Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

    A atriz disse que a tentativa de transformar o término em polêmica ignora o caráter respeitoso da separação; “É triste a gente ficar tentando encontrar uma coisa ruim num fim de relacionamento”, afirmou

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – Convidada do Golden Globes Tribute Gala Brazil, realizado nesta quarta-feira (18), no Rio, Paolla Oliveira criticou a repercussão em torno do fim de seu relacionamento com o cantor Diogo Nogueira e rebateu especulações sobre uma possível traição do sambista.

    Segundo a atriz, a tentativa de transformar o término em polêmica ignora o caráter respeitoso da separação. “É triste a gente ficar tentando encontrar uma coisa ruim num fim de relacionamento”, afirmou. “Muitas mulheres morrem por não poderem terminar seus relacionamentos. A gente devia focar no que é bom.”

    Ela evita alimentar boatos sobre sua vida pessoal e defendeu que o seu caso seja visto como exemplo de relação madura. “Em vez de buscar um problema, olhar e dizer: que bom que terminou bem e houve respeito.”

    Durante o evento, Paolla também comentou o momento do cinema brasileiro, que classificou como positivo. “É um momento muito especial para o Brasil ganhando prêmios e reconhecimentos. Isso nos deixa em ebulição, querendo fazer mais cinema”, afirmou. Ela concordou ter uma trajetória maior na televisão. Sim. Meu grande palco foi na televisão, mas o cinema é uma paixão. Não tem como não ser de quem trabalha com audiovisual”, afirmou.

    Ela reforçou que vive uma fase mais madura na carreira, em que consegue equilibrar escolhas e experimentar novos caminhos, e citou o filme “Herança de Narcisa”, ainda inédito, como parte desse processo. O longa, dirigido por Clarissa Appelt e Daniel Dias, marca sua estreia no terror psicológico e acompanha uma mulher que retorna à casa da infância e enfrenta traumas familiares. “É um trabalho mais denso, do jeito que eu gostaria de estar no cinema, podendo me experimentar em outros lugares”.

    Paolla descartou investir em uma carreira internacional. “Não tenho esse desejo. Acho que é um desafio bastante grande interpretar em outra língua. Sou muito feliz aqui no Brasil, com esse mercado gigante, lindo, criativo”, disse. “Acho louvável quem queira sair, mas eu não quero.”

    Paolla Oliveira rebate rumores de traição após fim com Diogo Nogueira

  • Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

    Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

    Dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, estava no Presídio Federal de Brasília; decisão foi tomada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, será transferido do Presídio Federal de Brasília para a Superintendência da Polícia Federal do Distrito Federal, em meio às negociações de uma delação premiada.

    A decisão foi tomada pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), que relata o inquéritos sobre irregularidades relacionadas à instituição financeira.

    Em nota, a Polícia Federal informou que “em cumprimento à decisão judicial proferida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, André Mendonça, no âmbito da PET 15.711, realizou, nesta quinta-feira (19/3), a transferência do custodiado Daniel Bueno Vorcaro do Sistema Penitenciário Federal para a Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal”.

    Vorcaro foi preso pela primeira vez em 17 de novembro, quando tentava embarcar para o exterior, no Aeroporto de Guarulhos. A PF desconfia que ele tentava fugir do país, mas ele argumenta que viajaria para encontrar investidores interessados em comprar o Banco Master.

    Ele foi solto dez dias depois e voltou a ser preso em 4 de março deste ano, em fase da operação policial Compliance Zero que também atingiu servidores do Banco Central.

    Na última semana, ele anunciou que uma troca na sua defesa, e substabeleceu procuração para o advogado José Luis Oliveira Lima, conhecido como Juca.

    Juca já conduziu delações premiadas delicadas, como a do ex-presidente da OAS Leo Pinheiro na Operação Lava Jato.

    O advogado também o ex-ministro José Dirceu na época do escândalo do mensalão, em 2012, e representou o general Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, no processo da tentativa de golpe de Estado no Brasil.

    Segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha, Vorcaro não pretende envolver ministros do Supremo em um eventual acordo relacionado ao Master e tem dito que fará isso apenas se for inevitável.

    Liquidado pela autoridade monetária em novembro, o Banco Master já causou perdas de mais de R$ 50 bilhões a diferentes entidades, incluindo o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) e fundos de pensão.

    Vorcaro será transferido para a superintendência da PF para discutir delação

    Veja Também: Gazeta Mercantil – Economia