Autor: REDAÇÃO

  • 'Ele é só músculo e olhos azuis', dispara Babu Santana sobre Jonas Sulzbach

    'Ele é só músculo e olhos azuis', dispara Babu Santana sobre Jonas Sulzbach

    O modelo discordou da fala de Babu, que retrucou, pedindo para que ele se levasse menos a sério e pontuando que ele ficou neurótico em descobrir quem deu os emojis negativos para ele

    (CBS NEWS) – O líder da segunda semana do BBB 26 (Globo) Babu Santana protagonizou uma discussão com Jonas Sulzbach na noite de segunda-feira (26) após o Sincerão. Na cozinha, o ator argumentou que os emojis distribuídos no queridômetro não deveriam ser tão relevantes para as pessoas.

    O modelo discordou da fala de Babu, que retrucou, pedindo para que ele se levasse menos a sério e pontuando que ele ficou neurótico em descobrir quem deu os emojis negativos para ele.

    “Babu, você falou que uma das coisas que mais se arrepende foi ter dado emoji de vômito pra Mari”, respondeu Jonas, lembrando de uma ocasião no BBB 20, quando Babu estava confinado com Mari Gonzales, ex-esposa de Jonas.

    Babu se defendeu, afirmando que o arrependimento não veio de ter dado o emoji para ela, mas sim de ter sido ignorante com a influenciadora. Eles não jogavam juntos na época, mas hoje são amigáveis.

    Em conversa com aliados na varanda, Babu afirmou que não joga junto com Jonas e nem com Sarah. Mais tarde, o ator levou Juliano Floss, Breno Corã e Marcelo Alves para o quarto do líder e expressou sua opinião sobre Jonas.

    “Eu acho que se o Jonas for no paredão, ele sai. Eu acho que ele sai pro Brígido. Ele é só músculo e olhos azuis”, afirmou.

    'Ele é só músculo e olhos azuis', dispara Babu Santana sobre Jonas Sulzbach

  • Unesp nega ter feito cálculo bilionário de créditos de carbono usado pelos Vorcaros

    Unesp nega ter feito cálculo bilionário de créditos de carbono usado pelos Vorcaros

    Como mostrou a Folha, o cálculo do estoque de carbono em um território em Apuí (AM) multiplicou o patrimônio de duas empresas pertencentes a fundos ligados ao Master. A valorização estimada chegou a R$ 45,5 bilhões

    (FOLHAPRESS) – O cálculo usado para estimar o volume de estoque de carbono de um projeto ambiental controlado pela família de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, teve sua autoria negada pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), apontada como responsável pela metodologia.

    Como mostrou a Folha, o cálculo do estoque de carbono em um território em Apuí (AM) multiplicou o patrimônio de duas empresas pertencentes a fundos ligados ao Master. A valorização estimada chegou a R$ 45,5 bilhões.

    Segundo investigadores, os fundos teriam sido inflados com o objetivo de desviar recursos do Master e retroalimentar uma suposta ciranda financeira montada pelo ex-banqueiro.

    A posição da universidade pública é central no caso, já que a valorização dos ativos ocorreu a partir de um estudo técnico apresentado pelas empresas Global Carbon e Golden Green, que utilizaram a Unesp como uma espécie de selo de credibilidade. A universidade, porém, nega qualquer participação na contabilidade do projeto ambiental ligado a familiares de Vorcaro.

    Em nota enviada à Folha na semana passada, a Global Carbon afirmou que “os inventários e os quantitativos foram elaborados pela Unesp, aplicando metodologia desenvolvida pela própria universidade”. Segundo a empresa, “a própria Unesp foi responsável pela metodologia científica utilizada no cálculo de precificação (valoração econômica) desses ativos ambientais”.

    A Unesp, por sua vez, informou que nunca teve conhecimento desses estudos e que não firmou contrato com qualquer empresa ou instituição para prestar serviços de quantificação de estoque de carbono envolvendo a Fazenda Floresta Amazônica, localizada em Apuí (AM). A universidade afirmou ainda que jamais autorizou o uso de seu nome por servidores ou terceiros para esse fim e que só tomou conhecimento do caso após a publicação das reportagens da Folha.

    “A Unesp em nenhum momento firmou contratos ou convênios com tais empresas ou permitiu que outros o fizessem, tampouco autorizou o uso de seu nome, seja por servidores ou terceiros, para chancelar qualquer forma de prestação de serviços às empresas mencionadas nas reportagens”, declarou a instituição.

    A universidade afirmou que desenvolve pesquisas sobre o tema, mas que não identificou requisitos legais e técnicos mínimos para pedido de propriedade intelectual. Por isso, o conhecimento científico gerado é de domínio público e não pode ser comercializado.

    “Se algum servidor utilizou o nome da Unesp para prestação de serviços de consultoria sem anuência e sem o trâmite interno de aprovação, a universidade possui mecanismos internos de averiguação desse tipo de conduta, da qual tomou conhecimento após a leitura das reportagens”, informou.

    O “Relatório de Quantificação de Estoques de Carbono” da Fazenda Floresta Amazônica, que traz exposição da marca da Unesp, é assinado pelo professor Iraê Amaral Guerrini, docente da instituição, além de outros quatro pesquisadores.

    Procurado pela Folha, Guerrini confirmou que houve pagamento pelo serviço prestado, mas se recusou a informar o valor, alegando confidencialidade. Inicialmente, disse que o pagamento havia sido feito pelo suposto dono da fazenda, Marco Antonio de Melo, que negou a informação. Posteriormente, o professor afirmou que houve um mal-entendido e que o pagamento foi realizado pela empresa Global Carbon.

    Segundo a Unesp, para que um docente preste serviços remunerados a terceiros é necessária a solicitação formal de atividade remunerada concomitante, o que não ocorreu. A única forma de a universidade ser remunerada seria por meio de contrato ou convênio institucional, inexistente no caso.

    Em nota, Guerrini afirmou que sua metodologia tem “finalidade estritamente científica” e que não foi concebida para fins comerciais, de precificação de ativos ambientais, certificação de créditos de carbono ou estruturação financeira.

    “Não participamos, em nenhum momento, de processos relacionados à precificação, negociação, comercialização, certificação ou captação de recursos associados a créditos de carbono ou a quaisquer ativos ambientais”, declarou.

    O estudo que analisou a Fazenda Floresta Amazônica, com área total de 143,9 mil hectares, concluiu que o território teria um estoque de 168,8 milhões de toneladas de CO₂ — volume considerado fora de parâmetro por especialistas do setor. Esse critério de estoque, porém, não possui referência em preços de mercado nem lastro comercial.

    Diferentemente do crédito de carbono, que depende de projetos auditados e registrados e pode ser comercializado para compensação de emissões, o estoque de carbono é apenas uma estimativa teórica do carbono existente em uma floresta, sem titularidade exclusiva, sem mercado estabelecido e sem liquidez.

    Ainda assim, Global Carbon e Golden Green precificaram esses estoques e estimaram conjuntamente um valor de R$ 45,5 bilhões.

    O estudo de quantificação foi realizado em 2023. Em 2024, Guerrini elaborou um novo relatório, de “Precificação das Unidades de Estoque de Carbono”, no qual apresentou uma fórmula teórica baseada em preços de commodities agrícolas, além da variação do dólar e do euro.

    À Folha, o professor afirmou que sua metodologia foi utilizada desde 2010 em projetos como o Brasil Mata Viva (BMV), em convênios com a Agência de Inovação da Unesp, e que posteriormente teria havido um convênio com a Pró-Reitoria de Extensão, a Fundunesp e a Global Carbon para continuidade do uso.

    Segundo ele, a metodologia também foi encaminhada à Secretaria Extraordinária do Ministério da Fazenda para avaliação técnica, com eventual uso em políticas públicas.

    A Global Carbon e a Alliance Participações, controlada por Henrique Vorcaro e Nathália Vorcaro, pai e irmã de Daniel Vorcaro, afirmaram em nota conjunta que a Alliance foi convidada a participar de um investimento relacionado a créditos de carbono e recebeu ampla documentação técnica.

    Segundo as empresas, os documentos incluíam certificados de quantificação, relatórios de precificação atribuídos à Unesp, auditorias contábeis de empresas internacionais e documentação fundiária com parecer jurídico. Com base nisso, decidiram investir.

    As empresas afirmam ainda que a Alliance nunca comercializou os ativos, não atuou como gestora dos fundos nem do projeto, e que poderá buscar ressarcimento caso sejam comprovadas inconsistências.

    Passo a passo do esquema

    2019
    A Fazenda Floresta Amazônica, em Apuí (AM), passa a ser negociada como origem de bilhões em créditos de carbono, apesar de ser terra pública da União.

    2020
    São criadas as empresas Global Carbon e Golden Green, ligadas a fundos administrados pela Reag.

    2021
    Com base em auditorias financeiras sem lastro fundiário ou de mercado, as empresas passam a valer bilhões.

    2023
    A Alliance Participações compra 80% dos direitos de negócios de carbono da propriedade.

    2023
    Relatório atribuído à Unesp quantifica o estoque de carbono em 168,8 milhões de toneladas de CO₂.

    2024
    Com base no método teórico, a Golden Green passa a valer R$ 14,6 bilhões e a Global Carbon, R$ 31 bilhões.

    2024
    As transações entram na mira da Justiça após revelação de que as terras pertencem à União e são destinadas à reforma agrária.

    2025
    A Polícia Federal deflagra a Operação Carbono Oculto, que investiga suspeita de lavagem de dinheiro envolvendo fundos da Reag e o PCC.
     
     

     

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  • Terá que pagar por novas opções do Facebook, Instagram e WhatsApp

    Terá que pagar por novas opções do Facebook, Instagram e WhatsApp

    A empresa confirmou que estuda lançar planos de assinatura com recursos exclusivos nas três plataformas. A proposta é oferecer uma experiência premium, enquanto a Meta também enfrenta acusações judiciais nos EUA sobre suposto acesso a mensagens do WhatsApp, algo que a companhia nega.

    A Meta confirmou ao site TechCrunch que pretende iniciar testes com novos modelos de assinatura em suas redes sociais. A proposta é oferecer funcionalidades extras e opções avançadas para usuários dispostos a pagar por uma experiência diferenciada nas plataformas da empresa.

    A confirmação veio após um desenvolvedor divulgar rumores sobre uma possível assinatura no Instagram, que permitiria ao usuário identificar, entre as contas que segue, quais não o seguem de volta. Embora não tenha detalhado quais recursos farão parte desses pacotes, a Meta afirmou que o objetivo é criar uma experiência premium no Facebook, Instagram e WhatsApp.

    A empresa explicou que pretende lançar diferentes combinações de funcionalidades e que cada assinatura será específica para cada plataforma. Segundo a Meta, ainda não há uma estratégia definitiva, e os recursos exclusivos passarão por testes antes de uma eventual implementação em larga escala.

    Além das novas funções pagas, a Meta também planeja integrar aos seus produtos um agente de inteligência artificial chamado Manus, adquirido por cerca de US$ 2 bilhões. A ferramenta deve ser incorporada gradualmente ao Facebook, Instagram e WhatsApp.

    Paralelamente, a Meta enfrenta um novo processo judicial nos Estados Unidos. A empresa é acusada de conseguir “armazenar, analisar e acessar praticamente todas as conversas supostamente privadas dos usuários do WhatsApp”. De acordo com a Bloomberg, a ação envolve usuários de vários países, incluindo Brasil, Austrália, Índia, México e África do Sul, que alegam ter obtido informações por meio de denunciantes internos.

    Os autores da ação afirmam que, apesar da criptografia de ponta a ponta anunciada pelo WhatsApp, a Meta teria acesso ao conteúdo das mensagens trocadas na plataforma. A empresa, no entanto, nega veementemente as acusações.

    Em resposta, a Meta classificou as alegações como “categoricamente falsas e absurdas” e reiterou que o WhatsApp utiliza criptografia de ponta a ponta há mais de dez anos, com base no protocolo Signal. A companhia afirmou ainda que pretende buscar sanções contra a equipe jurídica dos autores da ação, que tenta transformar o processo em uma ação coletiva envolvendo mais de dois bilhões de usuários do aplicativo.

    Terá que pagar por novas opções do Facebook, Instagram e WhatsApp

  • Coreia do Sul reage a ameaça de Trump e diz que manterá acordo comercial

    Coreia do Sul reage a ameaça de Trump e diz que manterá acordo comercial

    Governo sul-coreano afirma que vai comunicar aos Estados Unidos a intenção de cumprir o acordo firmado em novembro, após Donald Trump anunciar possível aumento de tarifas sobre automóveis e outros setores. Seul diz que responderá de forma cautelosa enquanto avalia impactos econômicos e políticos.

    Seul informou nesta terça-feira que pretende comunicar a Washington sua disposição de cumprir o acordo comercial firmado em novembro, depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a intenção de elevar tarifas sobre veículos sul-coreanos e outros setores, citando atrasos na implementação do pacto.

    Em comunicado, o gabinete presidencial da Coreia do Sul afirmou que, como o aumento das tarifas só passa a valer após etapas administrativas, como a publicação no Registro Federal, o governo planeja informar às autoridades americanas sua vontade de honrar o acordo tarifário. A nota acrescenta que a resposta será “serena e gradual”.

    A manifestação ocorreu após Trump publicar na Truth Social que pretende aumentar de 15% para 25% as tarifas sobre “automóveis, madeira, produtos farmacêuticos e todos os demais produtos sujeitos a tarifas recíprocas”, sem indicar quando a medida entraria em vigor.

    O Ministério da Economia e das Finanças da Coreia do Sul informou à imprensa local que está avaliando as “intenções” do presidente americano ao anunciar uma nova elevação tarifária. Embora o gabinete presidencial tenha dito anteriormente não ter recebido notificação oficial de Washington, o ministério afirmou que entrará em contato com o governo dos EUA para atualizar o andamento das discussões no Parlamento sul-coreano e pedir cooperação legislativa para a tramitação do projeto.

    Apresentado em novembro, o projeto de lei busca dar suporte ao compromisso de investimento de US$ 350 bilhões da Coreia do Sul nos Estados Unidos, parte do acordo que estabeleceu uma tarifa básica de 15% para os setores envolvidos. A próxima sessão parlamentar para analisar propostas está marcada para a próxima terça-feira.

    O Ministério do Comércio sul-coreano informou ainda que acompanha de perto a situação. Segundo a agência Yonhap, o negociador-chefe do país planeja viajar em breve aos Estados Unidos para tratar do tema com o representante comercial americano, Jamieson Greer. Já o ministro da Indústria, Comércio e Energia, Kim Jung-kwan, que está no Canadá, também deve seguir para os EUA para conversar com o secretário de Comércio, Howard Lutnick.

    Analistas apontam que o anúncio de Trump pode ter como objetivo acelerar a aprovação do projeto no Parlamento sul-coreano, antes de uma decisão iminente da Suprema Corte dos EUA sobre a legalidade das tarifas recíprocas adotadas pela atual administração.

    No mercado financeiro, cerca de três horas e meia após a abertura da Bolsa de Seul, ações das montadoras Hyundai Motor e Kia registravam queda, assim como papéis de grandes empresas biofarmacêuticas, como Samsung Biologics e Celltrion, em aparente reação ao anúncio do presidente americano.

    Coreia do Sul reage a ameaça de Trump e diz que manterá acordo comercial

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  • Chefe anti-imigração de Trump deixa Minneapolis após morte enfermeiro

    Chefe anti-imigração de Trump deixa Minneapolis após morte enfermeiro

    A saída de Gregory Bovino ocorre após a morte do enfermeiro Alex Pretti, baleado durante uma operação federal de imigração. O caso gerou críticas às autoridades, protestos contra o governo Trump e levou à redução da presença de agentes federais em Minneapolis

    Gregory Bovino, comandante da Patrulha de Fronteira dos Estados Unidos e um dos principais nomes das operações federais de imigração em Minneapolis, deixará o cargo de “comandante em missão especial” e será realocado. A informação foi confirmada por fontes ouvidas pela Reuters e pelo The New York Times nesta segunda-feira (26).

    A decisão ocorre após a morte do enfermeiro Alex Pretti, de 37 anos, baleado por um agente federal durante uma ação de imigração em Minneapolis. O caso aconteceu apenas duas semanas depois da morte de outra cidadã americana, também registrada durante uma operação na mesma região, o que ampliou a pressão política e social sobre o governo.

    Bovino ganhou projeção nacional durante o governo de Donald Trump, ao ascender a cargos de comando em meio ao endurecimento da política de deportações. Antes de chegar a Minneapolis, ele coordenou operações controversas em cidades como Los Angeles e Chicago, tornando-se um rosto público da repressão migratória.

    Após a morte de Pretti, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que o enfermeiro representava uma ameaça aos agentes. Bovino endossou essa versão e chegou a declarar, sem apresentar provas, que Pretti pretendia promover um “massacre” contra policiais. Segundo o New York Times, essas declarações foram determinantes para a decisão de afastá-lo da função em Minneapolis.

    Ainda de acordo com o jornal, parte dos agentes federais destacados para a cidade deve começar a deixar a região a partir desta terça-feira (27). Já a revista The Atlantic informou que Bovino deve retornar a um posto anterior na Califórnia, onde estaria próximo da aposentadoria. A Casa Branca, porém, negou que ele tenha sido removido de suas funções e afirmou que o agente continua sendo uma “peça fundamental” da equipe de Trump.

    A morte de Alex Pretti desencadeou uma onda de protestos contra o governo e contra as operações anti-imigração nos Estados Unidos. As ações foram alvo de críticas inclusive de grupos tradicionalmente alinhados ao presidente, como associações pró-armas, ampliando o desgaste político em torno da atuação federal em Minneapolis.
     

     
     

    Chefe anti-imigração de Trump deixa Minneapolis após morte enfermeiro

  • Adriano Imperador diz que mãe perdeu R$ 15 mil em golpe e dá ultimato a criminoso

    Adriano Imperador diz que mãe perdeu R$ 15 mil em golpe e dá ultimato a criminoso

    O jogador afirma que o criminoso se passou por ele e abordou a mãe e um amigo pedindo dinheiro. É o chamado “golpe do novo número”, em que o criminoso tem acesso à lista de contatos de uma pessoa e se passa por ela, pedindo transferências para amigos e conhecidos

    (CBS NEWS) – Adriano Imperador usou as redes sociais para dar um ultimato em um golpista que, segundo ele, desviou R$ 15 mil das contas de sua mãe.

    O jogador afirma que o criminoso se passou por ele e abordou a mãe e um amigo pedindo dinheiro. É o chamado “golpe do novo número”, em que o criminoso tem acesso à lista de contatos de uma pessoa e se passa por ela, pedindo transferências para amigos e conhecidos.

    Na abordagem inicial, o criminoso costuma anunciar à vítima que trocou de número de celular. Pede para que o parente ou amigo salve o “novo número” e em seguida pede transferências para contas bancárias de terceiros.

    “Minha mãe acabou de depositar R$ 15 mil em uma conta se passando por mim”, falou Adriano. “Não troquei de número, meu número é o mesmo. Esse safado aí, é melhor você devolver, cara. Eu vou atrás de tu, você não se mete com mãe, nem com vó, nem com família”, avisou o jogador.

    “Estou te avisando: se não devolver, vai ver se eu não vou saber quem você é. Vou te dar 24 horas para devolver”, continuou Adriano.

    Na publicação, o jogador mostrou um print do criminoso tentando a abordagem com um amigo.

    Adriano Imperador diz que mãe perdeu R$ 15 mil em golpe e dá ultimato a criminoso

  • Surto do vírus Nipah põe Índia em alerta e preocupa autoridades da Ásia

    Surto do vírus Nipah põe Índia em alerta e preocupa autoridades da Ásia

    Autoridades confirmam dois casos da doença e colocam 190 pessoas em quarentena; Hong Kong e Macau reforçam controles sanitários, enquanto a OMS alerta para alta taxa de mortalidade e ausência de vacina ou tratamento específico.

    Um novo surto do vírus Nipah colocou as autoridades de saúde da Índia em estado de alerta epidemiológico. Até o momento, dois casos foram confirmados e cerca de 190 pessoas estão em quarentena, segundo informações oficiais. A situação também levou outros governos asiáticos a reforçarem medidas de vigilância sanitária para viajantes que passaram pelo país.

    Diante do avanço do surto, o governo de Hong Kong anunciou nesta segunda-feira (26) o endurecimento dos controles em aeroportos. Em comunicado, o diretor do Serviço de Proteção da Saúde, Edwin Tsui Lok Kin, informou que equipes foram mobilizadas para realizar medição de temperatura nos portões de desembarque, avaliar passageiros com sintomas e encaminhar casos suspeitos para hospitais, quando houver risco à saúde pública.

    As autoridades de saúde de Macau também afirmaram estar acompanhando de perto a situação, especialmente na região de Bengala Ocidental, e recomendaram que os moradores evitem viagens para a área afetada. Além disso, foi anunciado o reforço da triagem médica de viajantes vindos da Índia nas fronteiras do território.

    O que é o vírus Nipah

    De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o vírus Nipah é um patógeno zoonótico, ou seja, transmitido de animais para humanos. A infecção pode ocorrer por contato direto com animais infectados, ingestão de alimentos contaminados ou transmissão entre pessoas.

    Identificado pela primeira vez em 1999, durante um surto entre criadores de porcos na Malásia, o vírus já provocou episódios em países como Bangladesh, Índia, Filipinas e Singapura. Os morcegos frugívoros são considerados os principais hospedeiros naturais. Em regiões do sul da Ásia, há suspeitas de que a transmissão tenha ocorrido por meio do consumo de frutas ou produtos contaminados com saliva ou urina desses animais.

    Sintomas e evolução da doença

    A infecção pelo vírus Nipah pode se manifestar de formas muito distintas. Em alguns casos, a pessoa não apresenta sintomas. Em outros, a doença evolui rapidamente para quadros graves.

    Os primeiros sinais costumam incluir febre, dor de cabeça, dores musculares, vômitos e dor de garganta. Com a progressão da infecção, podem surgir tontura, sonolência, confusão mental e outros sintomas neurológicos. Há registros de pneumonia atípica, insuficiência respiratória grave e síndrome do desconforto respiratório agudo.

    Nos quadros mais severos, o vírus pode causar encefalite e convulsões, com evolução para coma em um intervalo de 24 a 48 horas. O período de incubação geralmente varia de quatro a 14 dias, embora já tenham sido relatados casos com até 45 dias.

    A taxa de mortalidade estimada varia entre 40% e 75%, dependendo do surto, da rapidez na identificação dos casos e da qualidade da assistência médica disponível. Parte dos pacientes que sobrevivem pode apresentar sequelas neurológicas permanentes.

    Tratamento e cuidados recomendados

    Segundo a Organização Mundial da Saúde, ainda não existem medicamentos específicos nem vacinas aprovadas para o tratamento do vírus Nipah. O manejo da doença é baseado em cuidados intensivos de suporte, com atenção especial às complicações respiratórias e neurológicas.

    As autoridades de saúde reforçam a importância da vigilância epidemiológica, do isolamento rápido de casos suspeitos e da adoção de medidas preventivas, especialmente em áreas onde já foram identificados surtos.

    Surto do vírus Nipah põe Índia em alerta e preocupa autoridades da Ásia

  • Di María fala de Benfica, Mourinho e Cristiano Ronaldo: “É mentira”

    Di María fala de Benfica, Mourinho e Cristiano Ronaldo: “É mentira”

    Ángel di María falou abertamente sobre a carreira em uma longa entrevista publicada nesta terça-feira pelo jornal espanhol As. O argentino comentou passagens marcantes por Benfica e Real Madrid, clubes que voltarão a se enfrentar no Estádio da Luz pela oitava e última rodada da fase de liga da Liga dos Campeões.

    Atualmente no Rosario Central, Di María relembrou a primeira etapa no Benfica, entre 2007 e 2010. Pelo clube português, disputou 125 partidas oficiais, marcou 15 gols, deu 25 assistências e se destacou a ponto de chamar a atenção dos principais clubes da Europa. O desempenho acabou rendendo uma transferência para o Real Madrid, que pagou mais de 30 milhões de euros pelo jogador.

    “Fui vivendo dia após dia até que, no terceiro ano em Portugal, atingi um nível muito alto. A partir daí começaram a surgir propostas de grandes clubes. Quando apareceu o Real Madrid, era impossível dizer não. É o maior clube do mundo, e ir para lá foi um privilégio”, afirmou. “Era um desafio lindo, porque cheguei ao nível mais alto que um jogador pode alcançar em termos de clubes.”

    Na época, o Real Madrid era comandado por José Mourinho, treinador que Di María fez questão de exaltar. “O Mou é o número um, muito à frente dos outros, tanto como pessoa quanto como treinador. Pelo que oferece ao jogador, à equipe e ao clube. Ele me deu tudo. Vou ser eternamente grato, porque bancou minha contratação mesmo depois de uma Copa do Mundo de 2010 que não foi boa para mim individualmente e me apoiou desde o início.”

    Coração dividido no reencontro entre Benfica e Real Madrid

    Questionado sobre o confronto entre seus dois ex-clubes, Di María admitiu que acompanhará a partida dividido. “O Real Madrid está praticamente classificado, enquanto o Benfica tem uma missão mais difícil. Mas não consigo torcer contra nenhum dos dois. Fui muito feliz nos dois lugares. Que seja o que Deus quiser.”

    Sobre o atual momento do Real Madrid e as comparações entre o novo técnico, Álvaro Arbeloa, e Mourinho, o argentino evitou análises mais profundas. “Não sei como ele é como treinador. Como jogador, era um cara muito legal, tínhamos uma boa relação. Não começou tão bem, mas se recuperou, e parece que as coisas podem dar certo.”

    Saída do Real Madrid e passagem pela Inglaterra

    Di María também aproveitou a entrevista para esclarecer os motivos da saída do Real Madrid em 2014, quando foi negociado por cerca de 75 milhões de euros. Segundo ele, a decisão não teve relação com dinheiro, como se especulou na época.

    “Eu não queria sair. Disseram que eu queria ganhar o mesmo que o Cristiano Ronaldo, mas isso é mentira. Como alguém poderia querer receber o mesmo que um jogador com várias Bolas de Ouro? Eu estava muito feliz, tinha acabado de ganhar a Liga dos Campeões, e o Ancelotti também não queria que eu saísse”, explicou. “Mas o James Rodríguez tinha chegado, e o jogador que estava no mercado para sair era eu.”

    O argentino contou que tentou permanecer até o último momento. “Queria continuar treinando. Joguei a ida da Supercopa contra o Atlético de Madrid, mas na volta nem fui relacionado, porque o acordo com o Manchester United já estava fechado sem que eu soubesse. Tive que assistir de casa ao Atlético levantar o troféu. Acontecem coisas assim no futebol.”

    Cristiano Ronaldo, Messi e a era dos gigantes

    Apesar da saída conturbada, Di María guarda boas lembranças do Real Madrid e de Cristiano Ronaldo, embora deixe clara sua preferência por Lionel Messi. “O Cristiano é o número um em profissionalismo, disparado. Pela forma como trabalha, como se cuida, como busca ser sempre o melhor. Ele batalhou muito para ser o número um”, afirmou.

    Ainda assim, destacou a diferença entre os dois craques. “O Cristiano construiu tudo com trabalho e esforço. Já o Messi sai de um jogo, senta no vestiário tomando mate e mostra que tem um dom que Deus lhe deu. Coincidiu de o Cristiano jogar na era do Messi, e isso tornou tudo mais difícil para ele.”

    Aos 37 anos, Di María olha para a carreira com gratidão e sem arrependimentos, consciente de ter vivido momentos únicos em alguns dos maiores clubes do futebol mundial.

    Jader José Cristo morreu em casa, em Colatina, no noroeste do Espírito Santo. Referência no fisiculturismo, foi vice-campeão mundial, acumulou títulos nacionais e sul-americanos, atuava como personal trainer, era dono de academia e também se dedicava à formação de escoteiros

    Notícias ao Minuto | 05:00 – 27/01/2026

    Di María fala de Benfica, Mourinho e Cristiano Ronaldo: “É mentira”

  • Modelo de IA consegue diagnosticar depressão em áudios de WhatsApp

    Modelo de IA consegue diagnosticar depressão em áudios de WhatsApp

    Pesquisa da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo mostra que um modelo de inteligência artificial consegue detectar traços depressivos apenas pela voz, com alta taxa de acerto, especialmente entre mulheres, a partir de áudios curtos descrevendo a rotina semanal.

    Um estudo conduzido por pesquisadores da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo aponta que um novo modelo de inteligência artificial é capaz de identificar sinais de depressão em mensagens de voz enviadas pelo WhatsApp.

    De acordo com os pesquisadores, o sistema alcançou uma taxa de precisão de 91,9% na identificação de traços depressivos em mulheres. Entre os homens, o índice foi menor, de 75%. Para a análise, basta que a pessoa envie um áudio descrevendo como foi a sua semana.

    O trabalho utilizou sete modelos diferentes de inteligência artificial, treinados com gravações reais. Parte dos áudios veio de grupos de controle, enquanto outros foram obtidos a partir de mensagens de voz que pacientes enviaram a seus médicos durante acompanhamentos clínicos.

    Os pesquisadores explicam que a diferença de desempenho entre mulheres e homens pode estar relacionada ao número maior de participantes do sexo feminino no estudo. Como mulheres e homens tendem a se expressar de maneiras distintas, o sistema acabou ficando mais eficiente na identificação de padrões de fala associados à depressão entre mulheres.

    Segundo os autores, o próximo passo é ampliar a base de participantes, incluindo perfis mais diversos e outros idiomas. O objetivo é tornar o modelo mais equilibrado e reduzir possíveis vieses, aumentando a precisão da ferramenta para diferentes grupos da população.

    Modelo de IA consegue diagnosticar depressão em áudios de WhatsApp

  • Xi Jinping reafirma apoio à ONU e critica iniciativa rival dos EUA

    Xi Jinping reafirma apoio à ONU e critica iniciativa rival dos EUA

    Durante reunião com o premiê finlandês em Pequim, Xi Jinping reforçou o apoio da China à ONU como base do sistema internacional e evitou comentar se o país aceitará participar do “Conselho da Paz”, iniciativa multilateral anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump

    O presidente da China, Xi Jinping, reafirmou nesta terça-feira o apoio do país à ONU e disse esperar que Pequim e Helsinque atuem juntas em defesa de uma ordem mundial baseada no organismo internacional. A declaração foi feita durante um encontro com o primeiro-ministro da Finlândia, Petteri Orpo.

    “A China está disposta a trabalhar com a Finlândia para apoiar firmemente o sistema internacional do qual as Nações Unidas são o pilar”, afirmou Xi. A fala ocorre em meio à iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criar uma nova instituição multilateral, chamada por ele de “Conselho da Paz”.

    Xi Jinping recebeu Orpo no Grande Palácio do Povo, em Pequim. O premiê finlandês iniciou nesta terça uma visita oficial de quatro dias à China.

    O líder chinês também deve se reunir nos próximos dias com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, que começou na segunda-feira uma viagem pela China e pelo Japão, segundo informou o gabinete do governo britânico.

    Embora a China tenha sido convidada pelos Estados Unidos a participar do chamado “Conselho da Paz”, iniciativa voltada à resolução de conflitos globais e vista por analistas como uma possível concorrente da ONU, Pequim ainda não informou se aceitará ou não o convite.

    Na semana passada, Xi já havia feito um apelo semelhante ao Brasil, pedindo que os dois países atuem juntos em defesa do “papel central” das Nações Unidas no sistema internacional, durante uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    Petteri Orpo afirmou ter interesse em discutir com Xi Jinping temas internacionais e assuntos ligados à cooperação bilateral. China e Finlândia, no entanto, mantêm divergências em pontos sensíveis, como a invasão russa da Ucrânia e a disputa de influência entre grandes potências na região do Ártico.

    Em novembro, o ministro da Defesa da Finlândia, Antti Hakkanen, acusou a China de financiar “massivamente o esforço de guerra da Rússia” na Ucrânia. Um mês antes, Donald Trump anunciou um projeto conjunto com a Finlândia para a construção de 11 navios quebra-gelo, durante visita do presidente finlandês Alexander Stubb à Casa Branca, sinalizando o reforço da presença dos Estados Unidos no Ártico, região onde Washington disputa influência com Rússia e China.
     
     
     

     

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