Autor: REDAÇÃO

  • Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

    O GP da China de Fórmula 1 ficou marcado por novo domínio da Mercedes, mas também mostrou lutas interessantes e ultrapassagens em abundância – um dos objetivos da F1 renovada para este ano. Mas nem todos estão convencidos com as novas regras.

    Os pilotos têm de fazer uma maior gestão da energia e isso pode ser determinante para o desfecho. Tanto podem ficar com bateria insuficiente e ficarem em desvantagem, como ter acesso a um incremento temporário de potência ganhando competitividade face a oponentes.

    Após o GP da China – que abandonou devido a problemas técnicos quando estava longe do pódio – Max Verstappen insistiu nas críticas ao novo enquadramento regulamentar.

    Citado pela ESPN, o homem da Red Bull não poupou nas palavras: “Ainda é terrível. Não sei, se alguém gosta disto, então não sabe realmente o que são as corridas. Não é divertido. É jogar ao Mario Kart. Isto não são corridas“.

    No entender de Verstappen, as novas regras são “realmente uma piada” e considera que as decisões não devem ser guiadas pelo apelo junto de torcedores mais ocasionais: “Espero que não pensem assim, porque eventualmente isso irá arruinar o esporte. Acabará se voltando contra eles”.

    O tetracampeão mundial negou que as suas preocupações e críticas estejam relacionadas ao desempenho da Red Bull atualmente: “Eu diria o mesmo se estivesse ganhando, porque me importo com o produto das corridas. Não se trata de estar aborrecido com a minha situação atual”.

    Sobre a aparente luta nivelada entre Mercedes e Ferrari nas voltas iniciais – um padrão que se verificou na Austrália e na China, Max Verstappen desvalorizou: “A Mercedes está quilômetros à frente do pelotão. Simplesmente as vezes a Ferrari tem estes arranques bons que os levam até à frente, e depois levam algumas voltas a acertar tudo”.

    Regras poderão ser ajustadas, mas não de imediato

    Depois do GP do Japão, os diretores técnicos das equipes deverão reunir-se para debater eventuais ajustes aos regulamentos, tendo em conta as indicações após as três primeiras rondas.

    Se algo tiver de mudar, as alterações poderiam ser implementadas a tempo do GP de Miami em maio, aproveitando a longa pausa provocada pela suspensão dos GP da Arábia Saudita e do Bahrein.

    Bruno foi condenado a 23 anos e um mês de prisão por homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal pelo assassinato de Eliza. A previsão para o término da pena é 8 de janeiro de 2031

    Folhapress | 09:00 – 18/03/2026

    Verstappen reitera críticas à nova Fórmula 1: “Ainda é terrível”

  • Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

    Ex-juiz deve se candidatar pelo PL para garantir um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária; durante governo Bolsonaro, o ex-presidente foi acusado por Moro de tentar interferir na PF contra investigação de Flávio

    Nesta terça-feira (17), o ex-deputado Tony Garcia revelou que ele e o pré-candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), bateram o martelo sobre quem deveriam apoiar para concorrer ao governo do Paraná. Sergio Moro  (União-PR), que lidera as pesquisas de intenção de votos para o governo do Paraná e estava em busca de partido para disputar a eleição, teria sido o escolhido.

    De acordo com informações da ‘Revista Fórum’, Moro teria aceitado a proposta e deve se filiar ao PL na semana que vem. O acordo mira a garantia de um palanque forte para Flávio no estado e estrutura partidária para Moro, que temia ficar isolado.

    A parceria entre Flávio Bolsonaro e Sergio Moro surgiu com decisão do governador Ratinho Jr. de disputar a presidência da República pelo PSD, deixando de ter espaço no Paraná para focar em candidatura nacional.

    Moro no governo Bolsonaro

    Sergio Moro, pediu demissão em 24 de abril de 2020 em entrevista coletiva após exoneração do diretor-geral da Polícia Federal (PF) pelo presidente Jair Bolsonaro, o qual Moro acusou de interferência na Polícia Federal para proteger Flávio no esquema das rachadinhas.

    Nos bastidores, Flávio Bolsonaro teria sido o motivo para que Moro deixasse o Ministério da Justiça de Jair Bolsonaro. Em uma reunião gravada no Palácio, Bolsonaro disse: “Se não vai ajudar, não atrapalha “. E ainda afirmou que se não pudesse interferir no trabalho da PF mudaria o ministro. O que acabou ocorrendo.

     

    Moro faz acordo com Flávio Bolsonaro para concorrer a governo do Paraná

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  • Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

    Kenneth Windley ficou preso durante quase 20 anos por um crime que não cometeu. Recentemente, o tribunal reviu o caso e declarou a sua inocência, após surgirem novas provas que comprovam a sua versão dos fatos

    Kenneth Windley esteve preso durante quase 20 anos por supostamente roubar 500 dólares em 2005. Na segunda-feira, após uma revisão do caso, o tribunal declarou que o homem, afinal, era inocente – tal como dizia ser há duas décadas.

    Windley foi preso em 2005 depois de comprar um fogão para a mãe com um vale que, veio a se descobrir, tinha sido roubado. Desde o primeiro momento, o norte-americano tinha garantido que não tinha cometido o crime e que tinha comprado o vale de 542,77 dólares (, que estava em desconto, de uns conhecidos, que tinham assegurado que o vale estava válido, mas que eles não o podiam usar por razões burocráticas.

    “Ele foi enganado”, argumentou o advogado de Windley, David Shanies, durante a audiência na segunda-feira, citado pela Associated Press.

    O vale, de fato, tinha sido roubado, mas não por por Windley. Pertencia a Gerald Ross, na época com 70 anos, que regularmente levantava os cheques para pagar o aluguel e os pagamentos do seu seguro de vida em um posto de correios em Brooklyn, nos Estados Unidos. Foi numa dessas viagens, já de volta a casa, que o homem foi seguido por dois assaltantes.

    Os ladrões agarraram-nos por trás, e prenderam-no com um braço ao redor do seu pescoço, roubando-lhe os vales, o dinheiro e o livro de cheques que tinha com ele.

    Ross reportou o crime à polícia que aproveitou o fato de o homem receber vales do Estado para seguir o seu rastro (dado que cada um está identificado e registrado). Não demorou até encontrarem o vale usado por Windley que, na compra do fogão, tinha fornecido o seu nome, a carteira de motorista e o endereço onde vivia.

    O norte-americano foi detido e, mais tarde, identificado pela vítima, tanto em fotografias como depois ao vivo. As identificações, note-se, foram feitas seis semanas ou mais depois do crime ter acontecido.

    Desde o início, Windley disse aos procuradores o que sabia sobre os dois homens que lhe tinham vendido o vale, incluindo os seus nomes legais e os apelidos pelas quais eram conhecidos. Durante o julgamento, reiterou a mesma história, mas o júri não acreditou na sua versão dos eventos e acabou por o condenar entre 20 anos a prisão perpétua. Os recursos subsequentes falharam.

    Após a condenação, um amigo de Windley e um investigador privado conseguiram encontrar os verdadeiros culpados e os persuadiram a admitir o que realmente tinha acontecido. Em depoimentos sob juramento e, posteriormente, em entrevistas com representantes da procuradoria, os dois homens acabaram admitindo que tinham assaltado Ross e que Windley não estava envolvido no crime.

    O “Suspeito 1” e o “Suspeito 2”, como estão identificados no relatório da procuradoria norte-americana sobre o caso, estão ambos na prisão por crimes cometidos contra pessoas com idades a partir dos 60 anos, que foram seguidas de bancos ou escritórios de levantamento de cheques, no Brooklyn, entre 2005 e 2006.

    “Me custou 20 anos, mas eles corrigiram a situação agora. É tudo o que importa. Estou bem com isso”, admitiu Windley, após o julgamento.

    À saída do tribunal, depois de o seu caso ser arquivado, Windley, hoje com 61 anos, não se mostrou triste pelos anos perdidos ou pela injustiça, apenas feliz por agora poder reunir-se de novo com a família: “Vou simplesmente seguir em frente”.

    Homem é inocentado após ficar preso quase 20 anos por roubo de R$ 3 mil

  • Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

    Internado com pneumonia, ex-presidente pede prisão domiciliar por motivos de saúde. Defesa aponta gravidade do quadro, enquanto especialistas afirmam que decisão depende de avaliação médica e pode incluir restrições durante o cumprimento da pena.

    A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro entrou no Supremo Tribunal Federal (STF) com um novo pedido de prisão domiciliar humanitária. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista de 2022.

    O ex-chefe do Executivo está internado no Hospital DF Star, em Brasília, onde trata uma pneumonia bacteriana bilateral. Os advogados solicitam que o ministro Alexandre de Moraes reconsidere decisão anterior que negou o benefício.

    A defesa afirma que o quadro de saúde é de extrema gravidade e justifica a concessão da prisão domiciliar. Especialistas apontam que o ex-presidente pode atender aos requisitos legais, mas destacam que a decisão depende de avaliação médica oficial indicada pelo Judiciário.

    Caso o pedido seja aceito, a medida deve ser temporária e acompanhada de restrições, como limitação de visitas e de contatos externos. A permanência em casa dependerá da evolução do estado de saúde.

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    Estado de saúde pode fazer Bolsonaro ir para prisão domiciliar? Veja o que diz especialista

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  • Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

    Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

    Alta do petróleo impulsiona dólar, enquanto investidores monitoram guerra no Oriente Médio e decisões de juros nos EUA e no Brasil. Mercado também acompanha riscos de desabastecimento e medidas do governo sobre combustíveis e transporte.

    Com abertura volátil, o dólar inverteu o sinal e passou a subir na manhã desta quarta-feira (18), acompanhando a alta do petróleo após início em baixa. Na renda fixa, as taxas curtas avançam em linha com o dólar e os Treasuries de dois anos, enquanto os juros longos recuam, refletindo o movimento das T-Notes de 10 e 30 anos.

    O mercado segue atento aos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e aguarda as decisões de juros do Federal Reserve (Fed), a coletiva de Jerome Powell e o anúncio do Comitê de Política Monetária (Copom). A expectativa é de manutenção dos juros nos EUA e de um corte mais moderado da Selic, de 0,25 ponto percentual, diante das incertezas ligadas ao conflito com o Irã.

    Também permanecem no radar possíveis intervenções do Tesouro nos leilões de títulos públicos.

    O ministro dos Transportes, Renan Filho, deve anunciar às 10h medidas para garantir o piso mínimo do frete, em meio ao risco de paralisações de caminhoneiros no país.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo pretende propor aos estados a adaptação da Lei do Devedor Contumaz para reforçar a fiscalização, combater a especulação nos combustíveis e evitar alta do ICMS. Ele também defendeu atuação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis contra abusos e criticou cortes de ICMS adotados no governo Jair Bolsonaro. Haddad confirmou ainda que deixará o ministério na sexta-feira.

    Distribuidoras apontam risco de desabastecimento após a Petrobras suspender leilões de diesel e gasolina para reavaliar cenários.

    No cenário internacional, instalações do campo de gás South Pars, no Irã, foram atacadas em meio à guerra, ampliando os riscos à oferta global de energia. Israel afirma ter matado o ministro da Inteligência iraniano, Esmail Khatib, após a eliminação de Ali Larijani e do chefe da milícia Basij.

    Dólar sobe com petróleo e guerra no radar em meio à espera de Fed e Copom

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  • Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

    Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

    Músico foi internado para realizar bloqueio contra dores causadas por hérnia após semanas de tratamento. Procedimento ocorreu sem complicações, e Lucas Lima afirmou que deve reduzir o ritmo de trabalho para se recuperar antes de retomar as atividades

    RIO DE JANEIRO, RJ (CBS NEWS) – O ex-marido de Sandy, Lucas Lima, 43, surpreendeu os fãs ao surgir em um hospital para realizar um procedimento médico para tratar dores causadas por uma hérnia.

    Segundo o músico, a intervenção foi um bloqueio para aliviar o problema, após semanas tentando controlar o quadro com fisioterapia. Nas redes sociais, o artista compartilhou alguns registros e disse que o procedimento ocorreu sem complicações.

    Lima afirmou que deve reduzir o ritmo de trabalho nos próximos dias para se recuperar. Em tom de humor, comentou que a hérnia teria surgido de “carregar o entretenimento da internet brasileira nas costas” e prometeu retornar em breve às atividades.

     
     
     

     
     
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    “Foi tudo sussa, tudo tranquilo, mas dá uma abalada. Acho que vou precisar dar um tempinho aqui pra me recuperar, volto em breve com entretenimento de altíssimo nível, sofisticação e sensualidade”, disse Lucas, em tom bem-humorado.

    Lucas Lima faz procedimento para tratar hérnia e reduz ritmo de trabalho

  • Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

    Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

    Petróleo dispara após nova escalada no Oriente Médio, com ataques entre Irã, EUA e Israel. Tensão sobre oferta global pressiona mercados e aumenta incertezas sobre juros, enquanto bolsas sobem e investidores acompanham decisões dos bancos centrais

    (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo chegou a cair quase 3% nesta quarta-feira, mas passou a subir durante a madrugada e agora registra alta de 3,15%, cotado a US$ 106,68 (R$ 554,66) às 9h40 (horário de Brasília).

    O barril Brent, referência mundial, começou a sessão em forte queda e chegou a US$ 100,35, recuo de 2,96% às 3h15, mas mudou de direção e atingiu a máxima do dia às 9h40, sendo a primeira vez que superou os US$ 105 nesta semana.

    Já o petróleo WTI (West Texas Intermediate), referência nos Estados Unidos, sobe 0,69%, a US$ 96,04 (R$ 499,34). Ao mesmo tempo, as bolsas asiáticas fecharam em alta e as europeias também operam no positivo, enquanto o ouro recua.

    Os preços caíram nas primeiras horas após Iraque e autoridades curdas concordarem em retomar exportações pelo porto de Ceyhan, na Turquia, mesmo com o estreito de Hormuz praticamente fechado pelo Irã.

    No entanto, a retomada de ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, que respondeu com bombardeios em países do Golfo, impulsionou novamente as cotações. A madrugada foi marcada por uma escalada de violência na região.

    O Irã realizou ataques em retaliação à morte de Ali Larijani, elevando a tensão. Houve bombardeios em países que abrigam bases americanas, além de registros de mísseis em Israel, que deixaram dois mortos em Tel Aviv.

    O aeroporto de Dubai voltou a ser alvo de ataques, e houve interceptações de mísseis e drones no Kuwait, Bahrein e Catar. Na Arábia Saudita, sistemas de defesa derrubaram drones perto de Riad, enquanto também foram registrados ataques pontuais na Jordânia e no Iraque.

    O conflito mantém elevada a preocupação com o fornecimento global de petróleo, já que o estreito de Hormuz, por onde passa cerca de 20% da produção mundial, segue comprometido.

    Analistas alertam que, se a rota não for reaberta, os preços tendem a subir ainda mais, com impacto direto nos estoques globais e na oferta de energia.

    A permanência do petróleo acima de US$ 100 também gera preocupação sobre os efeitos nas decisões de juros nos Estados Unidos e no Brasil, previstas para esta semana. A expectativa é de manutenção das taxas nos EUA e corte mais moderado da Selic no Brasil, de 0,25 ponto percentual.

    Os investidores acompanham especialmente a decisão do Federal Reserve e as projeções econômicas, diante do risco de inflação mais persistente com a alta do petróleo.

    As bolsas globais operam em alta nesta quarta-feira. Na Ásia, os principais índices subiram, com destaque para Seul e Tóquio. Na Europa, as bolsas também avançam, com exceção de Londres, que registra leve queda.

    Nos Estados Unidos, os índices futuros indicam abertura positiva. Já o ouro segue em queda, refletindo o movimento de ajuste nos mercados.

    Os títulos do Tesouro americano também avançaram após um leilão robusto, com queda nos rendimentos dos papéis de 10 anos, assim como nos títulos da zona do euro.

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    Petróleo chega a cair 3%, mas sobe após ataques aumentarem em todo o Oriente Médio

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  • Após prisão, Shia LaBeouf é flagrado de cueca em saguão de hotel na Itália

    Após prisão, Shia LaBeouf é flagrado de cueca em saguão de hotel na Itália

    Ator foi visto apenas de cueca em hotel em Roma, fumando e pedindo fogo a hóspedes. Episódio chama atenção após recente prisão nos Estados Unidos, onde ele foi acusado de agredir dois homens e fazer ofensas homofóbicas

    (CBS NEWS) Shia LaBeouf, 39, foi flagrado circulando só de cueca pelo saguão de um hotel na cidade de Roma, na Itália.

    O que aconteceu

    Nas imagens, o astro de “Transformers” aparece com um cigarro na boca, pedindo insistentemente por algo para acendê-lo. “Me dá um fósforo, p*! Você tem fogo?”, pergunta ele às pessoas ao seu redor, no vídeo divulgado pelo site norte-americano TMZ.

    LaBeouf esteve preso no mês passado, acusado de agredir dois homens em um bar de Nova Orleans. Ele teria investido com socos contra os rapazes em questão e, ao mesmo tempo, repetido ofensas homofóbicas contra um deles.

    Após prisão, Shia LaBeouf é flagrado de cueca em saguão de hotel na Itália

  • Guardiola avalia futuro no City após eliminação na Champions

    Guardiola avalia futuro no City após eliminação na Champions

    Pep Guardiola pode estar próximo de definir seu futuro no comando do Manchester City após mais uma derrota importante na temporada. Na última terça-feira, a equipe foi superada pelo Real Madrid por 2 a 1, no Etihad Stadium, resultado que selou a eliminação nas oitavas de final da Liga dos Campeões.

    De acordo com o jornal britânico Daily Mail, o treinador espanhol, que tem contrato até junho de 2027, deve tomar uma decisão sobre os próximos passos da carreira durante a pausa para compromissos internacionais. A definição deve ocorrer após a final da Copa da Liga Inglesa contra o Arsenal, marcada para domingo, no estádio de Wembley.

    A expectativa é que Guardiola comunique sua decisão ao diretor esportivo do clube, Hugo Viana. Segundo a publicação, o dirigente já iniciou movimentações no mercado em busca de possíveis substitutos, caso o treinador deixe o cargo.

    Entre os nomes avaliados, um dos que mais agrada é o de Enzo Maresca, técnico que já esteve cotado para assumir o Real Madrid no início do ano. O italiano conhece bem o Manchester City e já trabalhou ao lado de Guardiola.

    A situação lembra o cenário vivido antes da renovação de contrato, em novembro de 2024, quando o treinador também enfrentava pressão por resultados abaixo do esperado e precisou se reunir com a diretoria para definir sua permanência.

    Após a derrota para o Real Madrid, Guardiola comentou o momento com tom bem-humorado. Ele afirmou que há muitas especulações sobre sua saída, mas destacou que segue focado no trabalho e confiante na recuperação da equipe na próxima temporada.

    Enzo Maresca, possível sucessor, construiu carreira como jogador por clubes como Juventus, Sevilla e Olympiacos antes de se dedicar à função de treinador. Ele iniciou como auxiliar, passou por equipes como Sevilla e West Ham e, posteriormente, integrou a comissão técnica do Manchester City.

    Após uma passagem pelo Parma, Maresca retornou ao clube inglês em 2022 para trabalhar novamente com Guardiola. Atualmente, está livre no mercado após deixar o comando do Chelsea em janeiro, o que o coloca como um dos principais candidatos ao cargo.

    Fortaleza, Ceará, Operário, Athletic e Paysandu garantiram vaga após jogos decisivos, com destaque para classificação nos pênaltis e vitórias apertadas. Disputa segue nesta quarta-feira com mais confrontos que definirão os demais classificados da fase

    Agência Brasil | 06:00 – 18/03/2026

    Guardiola avalia futuro no City após eliminação na Champions

  • Karina Lucco abre o coração sobre alopecia e mostra evolução do cabelo

    Karina Lucco abre o coração sobre alopecia e mostra evolução do cabelo

    Influenciadora relata evolução do tratamento contra alopecia areata e diz que compartilha sua experiência para apoiar outras pessoas. Karina afirma que enfrenta momentos difíceis, mas segue com disciplina e acompanhamento médico, buscando entender possíveis causas do diagnóstico

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – Karina Lucco, 49, voltou a falar sobre seu diagnóstico de alopecia areata.

    A influenciadora fitness, mãe do cantor Lucas Lucco, 34, explicou que compartilha seu tratamento com o objetivo de apoiar outras pessoas, e não para “gerar pena”. Ela publicou um vídeo mostrando a situação do cabelo mais de sete meses após descobrir a doença.

    “Entre essas imagens tem uma diferença visível. Mas o que mais importa não é o que caiu É o que continua de pé. Não estou aqui para gerar pena. Estou aqui para mostrar o processo real”, disse ela.

    Karina contou ainda que, apesar de demonstrar força diante do diagnóstico, também enfrenta momentos difíceis. “Claro que existem dias difíceis, de tristeza e choro, mas eles não me param, eles passam. Eu sigo com fé, disciplina e coragem”, afirmou.

    No último domingo, a influenciadora detalhou melhor seu diagnóstico. “Estou passando por um quadro de alopecia areata, uma condição autoimune em que o próprio sistema imunológico ataca os folículos capilares, causando a queda de cabelo”, explicou. “Estou em tratamento e sendo acompanhada por especialistas. Mais de sete meses atrás, eu estava no salão e o cabeleireiro visualizou a primeira falha, formato arredondado e liso. Sigo em frente e me cuidando como sempre, fazendo as coisas que eu gosto”, garantiu.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução – Instagram  

    Karina destacou que não há histórico familiar da doença. “Alguns fatores podem estar envolvidos, como predisposição genética, estresse físico ou emocional, alterações no sistema imunológico e alguns gatilhos inflamatórios”, listou. “Ainda fico pensando no que causou… Não sei dizer. Meus exames com ótimos resultados, alimentação, atividade física… Talvez um pico de estresse tenha sido um gatilho. Estou cuidando disso também como complemento do tratamento”, completou.

    Karina Lucco abre o coração sobre alopecia e mostra evolução do cabelo