Autor: REDAÇÃO

  • Briga entre Malafaia, Damares e Valadão escancara rachas na liderança evangélica

    Briga entre Malafaia, Damares e Valadão escancara rachas na liderança evangélica

    O pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, foi citado por Damares e não deixou barato. Em vídeo, maldiz “a fofoca nessa língua do capeta” e afirma ser “inadmissível você falar da igreja do outro”.

    ANNA VIRGINIA BALLOUSSIER
    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O pastor Silas Malafaia acusou Damares Alves (Republicanos-DF) de ser “leviana linguaruda” ao falar em “grandes igrejas” envolvidas nas “falcatruas” investigadas pela CPMI do INSS, sem dar nome aos bois.

    Ato contínuo, a senadora divulgou igrejas e pastores na mira da comissão e retrucou que faria bem a Malafaia “orar um pouco”.

    O pastor André Valadão, da Igreja Batista da Lagoinha, foi citado por Damares e não deixou barato. Em vídeo, maldiz “a fofoca nessa língua do capeta” e afirma ser “inadmissível você falar da igreja do outro”.

    A troca de farpas pública entre o trio evangélico extrapolou a rixa pessoal e virou sintoma de algo maior. Divergências se repetem em outros flancos, da indicação do batista Jorge Messias ao STF (Supremo Tribunal Federal) às articulações para este ano eleitoral.
    A candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) dá pistas de uma cúpula menos alinhada do que em ciclos eleitorais passados. É verdade que, em 2018, a disputa começou com muitos desses pastores de peso nacional endossando Geraldo Alckmin, então no PSDB e tido como alternativa à direita.

    Mas, conforme o primeiro turno ia chegando, mais e mais líderes pularam na canoa bolsonarista. O segundo turno com Fernando Haddad (PT) selou de vez a predileção por Jair Bolsonaro (PL). O apoio da maioria de pastores se repetiu em 2022.

    O primogênito de Jair ainda não entusiasmou peixões do evangelicalismo brasileiro. A maior parte prefere o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) na chapa, com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) de vice.

    Malafaia já declarou achar Flávio fraco eleitoralmente. “Eu disse a ele: não sou covarde, você não tem musculatura.”

    Damares pegou a outra via: declarou apoio ao 01 de Bolsonaro e prometeu se empenhar para levar evangélicos à campanha.

    O deputado Marco Feliciano (PL-SP) postou um conselho a Flávio: “Sente com o pastor Silas”, a “voz política mais relevante da nação”, e escute o que ele tem a dizer. À Folha ele diz ver “pontos isolados de discussão”, mas uma trupe “mais unida do que nunca”.

    Pastores com trânsito político admitem que, se Bolsonaro insistir no filho, Tarcísio tentará a reeleição em São Paulo, e aí restará o “se não tem tu, vai tu mesmo”. O bispo Robson Rodovalho, que dará “assistência religiosa” para o ex-presidente aprisionado, diz que conversará com Flávio nos próximos dias. “Não podemos nos dividir. A direita tem que entrar junta.”

    Não tem andado junta, no entanto, em muitos assuntos que devem atravessar a corrida eleitoral. A escolha do presidente Lula (PT) por seu advogado-geral da União para o Supremo provocou cizânia nesse núcleo evangélico.

    O senador Magno Malta (PL-ES) é um que repele a hipótese. Ele escreveu um artigo no Pleno News, portal evangélico, desancando a nomeação. “E agora começou essa história de ‘ah, mas o Messias é evangélico’. Ora, por favor. Identidade religiosa não é salvo-conduto ético. O povo de fé tem discernimento. Sabe distinguir convicção de conveniência. Em Messias, tudo cheira a conveniência.”

    O posicionamento contrasta com o de outros líderes que foram a público defender o AGU. O bispo Samuel Ferreira, da Assembleia de Deus Madureira, chegou a publicar foto entre Lula e seu indicado. Na legenda: “Jorge Messias, Deus é contigo”.

    Outro pastor que se aproximou do governo foi Otoni de Paula (MDB-RJ). Ex-bolsonarista e de direita, segundo o próprio, o deputado federal orou em mais de uma ocasião por Lula e, em debate na terça (20), definiu Malafaia como um camarada “com poucos amigos e muitos reféns”. Sugeria que o pastor intimidava colegas, acuados para contrariá-lo abertamente.

    Desavenças entre aliados evangélicos sempre aconteceram, mas sem tanto ruído. O que 2026 vem mostrando é uma turma menos unida. Eles apostam que, na hora do vamos ver, todos estarão juntos, mas por ora os atritos têm se tridimensionalizado. E pior: de forma bem pública.

    Pegou particularmente mal o bate-boca entre Damares, Malafaia e Valadão, na esteira do escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, arrastados para a CPMI do INSS.

    Damares começou, dizendo haver igrejas e pastores, sem nomeá-los, implicados no esquema. Malafaia a cobrou por jogar uma névoa jogada sobre todo o segmento.

    Valadão, por sua vez, reagiu após a senadora esclarecer de quem estava falando -no caso, dele e de Fabiano Zettel, entre outros. Zettel é cunhado de Vorcaro e atuava como pastor na Lagoinha. Foi afastado.

    Nas coxias evangélicas, há quem veja a denúncia de Damares como um “saneamento” do campo. Outros acusam os personagens da trama de fomentar um fogo amigo que divide a igreja e enfraquece a direita.

    André Ítalo Rocha, autor de “A Bancada da Bíblia: Uma História de Conversões Políticas”, lembra que a briga entre Damares e Malafaia é antiga. “O atrito começou em 2018, depois da eleição de Bolsonaro.”

    O pastor apoiou Magno Malta para liderar o recém-criado Ministério da Família, mas a vaga acabou ficando com Damares, uma ex-assessora de Malta. “O movimento foi interpretado como uma traição.”

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  • Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

    Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

    Nos bastidores, duas rotas seguem em disputa: a candidatura de Flávio, baseada na herança política do pai, e uma possível chapa com Tarcísio e Michelle, vista como mais agregadora por setores da direita e do Centrão.

    A movimentação de Michelle Bolsonaro junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) em defesa do pedido de prisão domiciliar para Jair Bolsonaro ampliou as tensões dentro da família do ex-presidente e reacendeu a disputa em torno da sucessão política para as eleições deste ano. Interlocutores apontam que a ex-primeira-dama enxerga na possibilidade de Bolsonaro deixar o regime prisional uma oportunidade para recolocar o debate eleitoral em pauta, hoje concentrado no senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), além de reintroduzir o nome do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como alternativa viável.

    O clima de atrito se intensificou após a transferência de Bolsonaro para a Papudinha. Naquele período, Tarcísio cancelou uma visita que estava prevista ao ex-presidente, enquanto Michelle ampliava interlocuções com os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes, do STF. Entre aliados dos filhos de Bolsonaro, o movimento da ex-primeira-dama passou a ser interpretado como uma tentativa de se consolidar como “porta-voz institucional” do bolsonarismo, fortalecendo sua posição ao atuar como ponte política e interlocutora direta.

    A estratégia adotada junto ao STF é descrita por aliados como uma ação gradual. Primeiro, a defesa busca melhorias nas condições da prisão. Em seguida, sustenta a necessidade da prisão domiciliar com base em questões de saúde. Um novo pedido já foi apresentado pela defesa de Bolsonaro e está sob análise de Alexandre de Moraes, que aguarda informações da Polícia Federal sobre a perícia médica antes de se posicionar.

    Dentro da família, porém, essa articulação passou a ser vista como algo que ultrapassa a questão humanitária e impacta diretamente o desenho eleitoral. Para aliados dos filhos, o objetivo não seria apenas aliviar a situação de Bolsonaro, mas reorganizar o campo da direita visando 2026. Pessoas próximas ao ex-presidente relatam que Michelle passou a defender internamente que Flávio teria se colocado como herdeiro natural do bolsonarismo aproveitando o isolamento do pai, o que teria aberto espaço para uma disputa pela sucessão.

    Nesse contexto, a possibilidade de Bolsonaro retornar ao convívio doméstico ampliaria a influência de Michelle, que poderia atuar para viabilizar Tarcísio como nome competitivo, inclusive cogitando a formação de uma chapa com ela como vice. O nome do governador voltou ao centro das discussões justamente na semana em que ele recuou da visita à Papudinha. Embora o cancelamento tenha sido atribuído oficialmente a compromissos em São Paulo, naquele dia Tarcísio cumpriu apenas despachos internos no Palácio dos Bandeirantes.

    Interlocutores afirmam que o governador tenta adiar qualquer definição sobre 2026 e evitar envolvimento direto no auge da disputa familiar. Ao GLOBO, ao ser questionado sobre uma eventual candidatura, Tarcísio foi categórico: “Sou candidato à reeleição”.

    Após o episódio, uma nova visita ao ex-presidente foi agendada para a próxima quinta-feira, em movimento interpretado como tentativa de afastar a leitura de distanciamento político.

    A reação mais explícita às articulações de Michelle tem vindo de Carlos Bolsonaro. O ex-vereador visitou o pai e, em publicações nas redes sociais, indicou desconforto com movimentações internas. Em uma delas, mencionou ações “de forma dissimulada” para medir forças com o próprio Bolsonaro. Em outra, sugeriu sabotagem ao projeto de Flávio, o que foi interpretado por aliados como recado direto à madrasta. A assessoria de Carlos negou que Michelle fosse o alvo.

    O desgaste aumentou após os filhos saberem, apenas depois de realizada, da audiência de Michelle com Alexandre de Moraes, articulada pelo deputado Altineu Côrtes (PL-RJ).

    A disputa, no entanto, não é recente. Um marco ocorreu em dezembro, quando Bolsonaro divulgou uma carta manuscrita indicando Flávio como pré-candidato, documento usado para reforçar sua posição interna. Flávio sustenta: “Michelle nunca me disse que quer ser candidata. Eu sou o pré-candidato indicado pelo presidente Bolsonaro. Tenho uma carta escrita e assinada por ele.”

    Michelle, publicamente, evita confronto direto e já desejou sabedoria ao enteado. Aliados reforçam a indicação, mas admitem mudanças conforme o cenário. Marco Feliciano resume: “Seguimos as ordens do nosso capitão Bolsonaro. Ele disse que é Flávio, então é Flávio. Se houver outra ordem posteriormente, a seguiremos também.”

    Nos bastidores, duas rotas seguem em disputa: a candidatura de Flávio, baseada na herança política do pai, e uma possível chapa com Tarcísio e Michelle, vista como mais agregadora por setores da direita e do Centrão.

    Filhos de Bolsonaro se distanciam de Michelle em disputa por sucessão

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  • Brasileiro surfa onda de mais de 25 metros durante tempestade em Nazaré

    Brasileiro surfa onda de mais de 25 metros durante tempestade em Nazaré

    O brasileiro Will Santana enfrentou condições extremas ao surfar uma onda gigante em Nazaré, Portugal, durante a passagem da tempestade Ingrid pela Europa. O episódio ocorreu neste sábado e foi marcado por ondas que ultrapassaram os 25 metros de altura, ventos intensos e um mar extremamente agitado. O fenômeno, associado a um ciclone, aumentou de forma significativa os riscos para quem se aventurou no mar naquela região.

    Especialista em ondas gigantes, Will relatou as dificuldades encontradas durante a sessão. “As condições estavam muito desafiadoras, com muito vento e o mar bastante desorganizado. São situações que exigem respeito absoluto pela natureza”, afirmou o surfista.

    A tempestade Ingrid causou diversos transtornos em países europeus, especialmente na Itália, onde o avanço do mar atingiu áreas costeiras, estradas e residências. Em Portugal, o impacto foi mais intenso na região de Nazaré, considerada um dos principais palcos do surfe de ondas grandes no mundo. Além das ondas gigantes, os atletas tiveram que lidar com correntes fortes, rajadas de vento e um mar instável.

    Will reforçou que a prática do surfe em situações como essa exige consciência e preparo. “Não é sobre desafiar a natureza, mas saber conviver com ela e entender o risco”, completou.

    Mesmo diante do cenário adverso, o brasileiro entrou no mar e conseguiu surfar uma das ondas formadas pela tempestade, demonstrando alto nível de preparo técnico e mental. Will Santana viaja por diferentes partes do mundo em busca dos maiores swells e integra o grupo de surfistas que enfrentam algumas das condições mais extremas da modalidade, sempre com planejamento rigoroso.

    Em fevereiro de 2025, Will viveu outro momento tenso em Nazaré, ao lado de Daniel Rangel, quando ambos foram “engolidos” por uma onda gigante, abandonaram o jet-ski e precisaram ser resgatados em meio à espuma. Apesar de saírem ilesos, o susto foi grande.

    O incidente começou quando Will tentou surfar uma onda próxima ao canhão de Nazaré, mas não conseguiu ganhar velocidade suficiente e acabou caindo. Daniel Rangel, que o acompanhava de jet-ski, entrou rapidamente na área de risco para resgatá-lo.

    “Foi muito assustador. Voltei para casa e fiquei passando muito ‘perrengue’ para conseguir dormir, com dor de cabeça, dores no corpo inteiro”, disse Will, em entrevista ao Esporte Espetacular em 2025.

    Brasileiro surfa onda de mais de 25 metros durante tempestade em Nazaré

  • Bella Longuinho mostra antes e depois de procedimento nos glúteos; veja

    Bella Longuinho mostra antes e depois de procedimento nos glúteos; veja

    A influenciadora publicou imagens comparando o antes e o depois da intervenção, incluindo registros de um período anterior à sua transição de gênero, e pediu que os seguidores opinassem sobre o resultado.

    Bella Longuinho, de 23 anos, recorreu às redes sociais nesta sexta-feira (23) para revelar detalhes de um procedimento estético realizado nos glúteos. A influenciadora publicou imagens comparando o antes e o depois da intervenção, incluindo registros de um período anterior à sua transição de gênero, e pediu que os seguidores opinassem sobre o resultado.

    Ao notar a curiosidade do público, Bella explicou o que foi feito no procedimento. “Postei esse antes e depois e vocês perguntaram muito o que fiz no meu bumbum. Coloquei ácido hialurônico e bioestimulador de colágeno, porque, tipo assim, ano passado, por conta da minha transição, eu não pude treinar”, conta. Segundo ela, o processo de transição impactou diretamente seu corpo. “Eu perdi muita gordura, então perdi músculo. Então, esse bumbum que vocês estão vendo é, tipo assim, totalmente ácido hialurônico e bioestimulador de colágeno”, completa.

    Notícias ao Minuto [Legenda]© Reprodução / Instagram  

    A influenciadora também detalhou as dificuldades enfrentadas após a transição, especialmente em relação ao ganho de massa muscular. “Eu tive que emagrecer para perder os traços masculinos que eu tinha do meu antigo corpo. Então, assim, a única solução para o meu bumbum, gente, foi colocar hialurônico e bioestimulador de colágeno, que fica super naturalzinho. É tipo assim, coisas que o nosso próprio corpo tem. Então, eu amei o resultado”, finaliza.

    Bella Longuinho mostra antes e depois de procedimento nos glúteos; veja

  • Vance critica "caos" em Minneapolis: "Consequência da extrema-esquerda"

    Vance critica "caos" em Minneapolis: "Consequência da extrema-esquerda"

    JD Vance reiterou as suas críticas à “extrema-esquerda” e às autoridades de Minnesota depois de, no sábado (24), agentes do ICE terem baleado um homem, de 37 anos, na cidade de Minneapolis.

    O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, voltou a criticar, neste domingo, a “extrema esquerda” e as autoridades de Minnesota após agentes do serviço de imigração (ICE) terem baleado um homem na cidade de Minneapolis, no sábado.

    “Esse nível de caos organizado é exclusivo de Minneapolis. É a consequência direta de agitadores da extrema esquerda, que trabalham junto com as autoridades locais”, escreveu em uma publicação no X (antigo Twitter).

    Vale destacar que, há dois dias, JD Vance já havia responsabilizado a extrema esquerda e as autoridades locais pelo caos que tem ocorrido no estado de Minnesota, enquanto a administração de Donald Trump mantém sua política anti-imigração.

    A recente turbulência “foi criada, penso eu, por muitas pessoas, francamente, da extrema esquerda, e também por algumas autoridades policiais estaduais e locais que poderiam fazer um trabalho muito melhor na cooperação”, afirmou o vice-presidente na sexta-feira.

    Segunda morte às mãos do ICE no espaço de três semanas

    Alex Pretti, de 37 anos, foi morto a tiros por um agente do ICE no sábado, em Minneapolis. Essa é a segunda morte causada por agentes do serviço de imigração no intervalo de três semanas na cidade do estado norte-americano de Minnesota.

    A vítima, cidadã dos Estados Unidos, teria sido cercada e agredida por várias pessoas, sendo ouvidos cerca de dez disparos em seguida.

    A porta-voz do Departamento de Segurança Interna, Tricia McLaughlin, disse à Associated Press (AP), por meio de mensagens de texto, que o homem portava uma arma de fogo com dois carregadores e que a situação estava “em evolução”, alegando que os agentes teriam agido em legítima defesa.

    No entanto, testemunhas oculares, familiares e autoridades afirmam que Alex Pretti não estava armado, contrariando a versão da administração Trump.

    As imagens da agressão

    Horas após o ocorrido, diversos vídeos já circulavam nas redes sociais, mostrando o momento em que o homem de 37 anos é morto pelos agentes.

    Nas imagens, é possível ver um grupo de cerca de cinco agentes do serviço de imigração em volta de Alex Jeffrey Pretti, enfermeiro de profissão, imobilizando-o no chão.

    Em determinado momento, o homem parece conseguir se ajoelhar e começar a se levantar, mas, de repente, os tiros são disparados. Em um dos vídeos, a mulher que grava a cena — e que está relativamente perto do local — começa imediatamente a correr para longe, enquanto grita. Em outro, gravado no interior de um estabelecimento, é possível ouvir um jovem, completamente incrédulo com o que acabou de acontecer, repetindo: “Ele está morto. Mataram ele.”

    Vance critica "caos" em Minneapolis: "Consequência da extrema-esquerda"

  • Rúben Semedo quebra o silêncio após nova acusação de violência doméstica

    Rúben Semedo quebra o silêncio após nova acusação de violência doméstica

    Rúben Semedo recorreu, na madrugada de sábado para domingo, à sua página oficial no Instagram para quebrar o silêncio, depois de, na véspera, uma mulher ter publicado uma série de stories com fotos e vídeos do próprio, alegando que ele a teria envolvido em mais um episódio de violência doméstica.

    “Chegou a hora das revelações, todas as máscaras vão cair!!! Por que não trabalhar para conseguir? Dinheiro fácil nunca é bom…”, escreveu, de forma sucinta, o jogador português, que, aos 32 anos, já passou por clubes como Sporting, CF Reus, Vitória FC, Villarreal, Huesca, Rio Ave, Olympiacos, FC Porto, Al-Duhail, Al-Markhiya, Al-Khor e, atualmente, o AVS.


    “Vais ter o teu pago depois do que me fizeste”

    “Você vai pagar pelo que me fez! Afinal, você gosta de bater em mulheres. Fiquei sem os meus colares lindos e maravilhosos, ele arrancou. Não sei qual era a intenção dele, mas me convidou para ir encontrá-lo. Eu disse que não devia ir porque, enfim, era a casa dele… Quando cheguei lá, havia cinco ou seis homens negros sentados em uma mesa. Não sou racista, atenção. E eu era a única mulher. Agora me digam o que ele queria. Não sei, mas o que queria não conseguiu. Porque eu falo muito. Ou então fecho a cara, e ele não gostou.”

    “Acha que pode me tratar como trata as outras, mas fica aqui o recado: você vai ter o seu palco. Porque você não me conhece de lugar nenhum. Aliás, essas marcas aqui, que até doem, são de ele apertar o meu rosto, de me impedir de respirar, de eu gritar e pedir ajuda. Eu o filmei quando estava fugindo da casa dele e disse que ele me bateu. Tinha tantos amigos na casa, não sei para quê. Ainda por cima perguntou se eu queria beber. Eu não bebo álcool, graças a Deus. Se eu queria comer? Não, tenho comida em casa. Não quero o seu dinheiro, tenho o meu”, escreveu.

    “Você acha que é aquele ‘black’ muito importante só porque joga futebol. Só para dizer que passei por um sufoco enorme, passei mesmo. Fui ameaçada. Ele disse que queria me levar lá para baixo, porque a casa dele é enorme, que queria me prender lá embaixo, que queria me obrigar a apagar o vídeo. Não sei o que já fez com outras pessoas, mas comigo não conseguiu. Porque Deus é maior. Não devia ter ido, confesso. Mas às vezes, quando estamos carentes e acreditamos que o amor pode voltar, achamos que tudo vai mudar. Não tenho vergonha de falar disso”, continuou.

    “Eu sei que você está vendo os meus stories. Você não presta. Você é um me***. Não vale nada. Nenhuma delas vai te querer. Você gosta é de levar no furo. Você é gay… Cinco tropas na mesa, queria o quê? Queria fazer uma orgia? Parece que já fazia me*** antes, não é? Mas enfim, eu não sabia quem era esse sujeito. Na minha inocência… quando sou uma boa pessoa, não imagino que você tenha maldade”, completou.

    Uma publicação que, segundo ela, pretendia servir como uma “lição”:

    “Para mim doeu, mas já passou. Já estou bem. Agora ele vai sofrer. Meu corpo dói muito. Estou apenas compartilhando uma situação que vivi para que, se forem encontrar alguém, encontrem-se em um local público. O que mais me custou foi não conseguir respirar. Foi difícil ficar presa contra uma parede e ter um, dois, três, quatro e cinco homens à minha volta. E ele ali, tapando a minha boca.”

    “Quem fez pior foi o Semedo. É bonito? É. Mas por dentro não é bonito, não tem luz, não brilha, não sorri, é arrogante. Não estou expondo porque é conhecido, estou fazendo isso porque nós, mulheres, temos mania de achar que conseguimos tudo sozinhas. Quando se sentirem presas, gritem, esperneiem, façam tudo. Não tenham medo”, apelou.

    “Ele me tocou, mas eu me defendi. Mas foi difícil. Um dia, a sua filha vai sentir o mesmo que eu senti, e você não vai gostar. O karma existe. Aquelas imagens não saem da minha cabeça. Sabe quando você precisa de um abraço e não tem? Infelizmente, vou ficar sempre sozinha. Quando estiver acompanhada, vou sempre levar chifre, não é? É a lei da vida”, concluiu.


    Rúben Semedo quebra o silêncio após nova acusação de violência doméstica

  • Paris Hilton relembra divulgação de vídeo íntimo. Escândalo? "Foi abuso"

    Paris Hilton relembra divulgação de vídeo íntimo. Escândalo? "Foi abuso"

    Paris Hilton recordou o momento em que teve um vídeo íntimo vazado, “sem o seu consentimento”, quanto tinha 19 anos. Na época, diz, “chamaram isso de escândalo”. No entanto, para ela “foi abuso”.

    Paris Hilton defendeu a Lei de Interrupção de Imagens Explícitas Falsificadas e Edições Não Consensuais (DEFIANCE Act, na sigla em inglês) na quinta-feira, dia 22 de janeiro. Um ano após ter feito campanha pela aprovação de um projeto de lei que implementou a proteção de jovens institucionalizados, a celebridade voltou ao Capitólio dos Estados Unidos para compartilhar sua experiência pessoal com o objetivo de promover mudanças.

    “Ao retornar ao Capitólio, sinto algo novo: força”, disse ela no início de seu discurso, ao lado da deputada Alexandria Ocasio-Cortez, que teve um papel fundamental na defesa do projeto de lei.

    “Quando eu tinha 19 anos, um vídeo íntimo meu foi divulgado sem o meu consentimento. As pessoas chamaram isso de escândalo. Não foi. Foi abuso. Não havia leis naquela época para me proteger. Não existiam nem palavras para descrever o que me fizeram. A internet ainda era uma novidade, assim como a crueldade que veio junto com ela”, relembrou Paris Hilton.

    “Zombaram de mim. Riram de mim e me transformaram em piada. Venderam a minha dor para ganhar cliques e depois me mandaram calar a boca, seguir em frente e até ser grata pela atenção”, relatou.

    “Essas pessoas não me viam como uma jovem que havia sido explorada. Não viam o pânico que eu sentia, a humilhação ou a vergonha. Ninguém me perguntou o que eu tinha perdido — eu perdi o controle sobre o meu corpo e a minha reputação. Minha segurança e minha autoestima foram roubadas”, desabafou.

    Nos anos que se seguiram à divulgação da sex tape, em 2004, que mostrava Paris Hilton com o então namorado Rick Salomon, a empresária “lutou muito para recuperar essas imagens”. Ela acreditava que havia conseguido, mas, com o avanço da inteligência artificial, a criação de conteúdos sexuais falsos com a imagem de qualquer pessoa se tornou muito mais fácil.

    “Eu acreditava que o pior já tinha passado, mas não passou. O que aconteceu comigo naquela época está acontecendo agora com milhões de mulheres e meninas, de uma forma nova e muito mais assustadora. Antes, alguém precisava trair a nossa confiança e roubar algo real. Agora, tudo o que é necessário é um computador e a imaginação de um estranho. A pornografia deepfake se tornou uma epidemia”, lamentou.

    Caso a Lei DEFIANCE seja aprovada, segundo a revista People, ela permitirá que as vítimas tenham o direito de entrar com ações judiciais contra criadores e distribuidores de deepfakes pornográficos gerados por inteligência artificial.

    Paris Hilton revelou ainda que existem “mais de 100 mil imagens deepfake explícitas” suas, que foram “criadas por inteligência artificial”.

    “Nenhuma delas é real, nenhuma delas é consensual. E, toda vez que uma nova aparece, aquela sensação horrível volta, aquele medo de que alguém, em algum lugar, esteja olhando para elas agora e acreditando que são reais. Nenhuma quantia de dinheiro ou advogado pode impedir isso ou me proteger. Esta é a forma mais recente de vitimização que está acontecendo em larga escala, com as suas filhas, irmãs, amigas e vizinhas.”

    “Tenho uma filha de apenas dois anos e meio, e eu faria qualquer coisa para protegê-la. Mas ainda não posso protegê-la disso. E é por isso que estou aqui. Isso não se trata apenas de tecnologia, trata-se de poder. Trata-se de usar a imagem de alguém para humilhar, silenciar e roubar a nossa dignidade. As vítimas merecem mais do que desculpas tardias. Merecemos justiça.”

    A revista People informa que o marido de Paris Hilton, Carter Reum, esteve presente no Capitólio, apoiando a celebridade enquanto ela discursava.

    Paris Hilton relembra divulgação de vídeo íntimo. Escândalo? "Foi abuso"

  • China investiga general por minar autoridade do presidente Xi Jinping

    China investiga general por minar autoridade do presidente Xi Jinping

    O Exército chinês detalhou hoje as razões pelas quais foi aberta uma investigação contra o general de mais alta patente do país, Zhang Youxia, acusado de “minar” a autoridade do Presidente Xi Jinping.

    Um editorial publicado no PLA Daily, o jornal oficial do Exército Popular de Libertação (EPL), indica que as investigações anunciadas neste sábado contra Zhang, assim como contra o chefe do Departamento do Estado-Maior Conjunto da Comissão Militar Central (CMC, órgão máximo do Exército), Liu Zhenli, mostram que “não há tolerância na luta contra a corrupção”.

    Zhang, de 75 anos, é o primeiro vice-presidente da CMC, o que o coloca como o “número 2” militar do país, com uma patente apenas abaixo da de Xi Jinping, que lidera o órgão. Ele também é um dos 24 membros do Politburo, o segundo escalão de comando do Partido Comunista Chinês (PCC), que está no poder.

    “Zhang e Liu, como altos comandantes do Partido e do Exército, traíram profundamente a confiança que lhes foi depositada (…) e violaram gravemente o sistema de responsabilidade suprema que reside no presidente da CMC [Xi]”, afirma o texto, também divulgado pela agência oficial Xinhua.

    O artigo acusa os dois generais de “agravarem os problemas políticos e de corrupção que ameaçam a autoridade absoluta do Partido sobre as Forças Armadas” e de “mancharem a imagem e a autoridade dos líderes da CMC”.

    “Eles causaram graves danos aos esforços para reforçar a lealdade política no Exército, ao ambiente político das Forças Armadas e à preparação geral para o combate, o que representa um impacto negativo significativo para o Partido, o país e o Exército”, acrescenta o documento.

    Além de revelar as acusações contra os dois generais, o editorial enfatiza o objetivo das purgas militares promovidas por Xi: “Ficou demonstrado que, quanto mais o Exército combate a corrupção, mais forte e puro ele se torna, com maior capacidade de combate. Se a corrupção for erradicada de forma profunda, as Forças Armadas serão mais capazes e terão mais confiança”, escreve o PLA Daily.

    Zhang era considerado uma figura-chave nos planos de Xi para modernizar as Forças Armadas e também o aliado militar mais próximo do presidente chinês, em parte porque os pais de ambos — o general Zhang Zongxun e o vice-primeiro-ministro (1959–1965) Xi Zhongxun — lutaram juntos na guerra civil que culminou na fundação da República Popular da China, em 1949.

    De acordo com fontes anônimas citadas pelo jornal de Hong Kong South China Morning Post, a acusação contra Zhang — que teria sido detido na última segunda-feira — envolve corrupção, “falha no controle” de colaboradores próximos e familiares, além de não ter comunicado os problemas à cúpula do PCC de forma imediata.

    Tanto Zhang quanto Liu, heróis de guerra condecorados e os únicos membros da liderança da CMC com experiência real de combate — ambos participaram das campanhas contra o Vietnã no fim dos anos 1970 — estiveram ausentes de um seminário do PCC presidido por Xi nesta semana, o que gerou especulações sobre seu paradeiro.

    Desde que chegou ao poder, em 2012, Xi promoveu sucessivas purgas no alto comando das Forças Armadas, com o objetivo tanto de combater a corrupção em suas fileiras quanto de reforçar a lealdade dos comandantes militares ao PCC e à sua liderança.

    Durante o terceiro mandato de Xi, iniciado em 2022, como consequência dessas purgas, o número de membros da CMC foi reduzido de sete para quatro, a estrutura mais enxuta desde o fim do maoísmo, em 1976.

    Comandantes de diferentes ramos das Forças Armadas, comissários políticos e até ministros da Defesa estiveram na mira nos últimos anos, com um ponto culminante em outubro do ano passado, quando as autoridades chinesas anunciaram a expulsão do Exército e do PCC de até nove generais.

    O caso mais notório foi o de He Weidong, que chegou a ser o “número 3” do Exército após uma ascensão meteórica em 2022 e que, depois de se posicionar logo atrás de Xi e Zhang na hierarquia militar, desapareceu da cena pública em março de 2025, antes de ser formalmente acusado de corrupção.

    A expulsão de He do EPL e do PCC foi histórica, pois ele se tornou o primeiro vice-presidente uniformizado da CMC a ser destituído durante o exercício do cargo em quase seis décadas. O último caso semelhante havia sido o de He Long, em 1967, durante a Revolução Cultural chinesa (1966–1976).

    Outros líderes militares de destaque recentemente expurgados incluem Miao Hua, um almirante considerado próximo de Xi; os ex-ministros da Defesa Wei Fenghe (2018–2023) e Li Shangfu (março–outubro de 2023); e os comandantes da Força de Foguetes Li Yuchao e Wang Houbin.

    China investiga general por minar autoridade do presidente Xi Jinping

  • Guardiola não esquece Diogo Dalot: “Que venha o Howard Webb…”

    Guardiola não esquece Diogo Dalot: “Que venha o Howard Webb…”

    O Manchester City deixou para trás as derrotas consecutivas para o Manchester United (por 2 a 0) e para o Bodø/Glimt (por 3 a 1) e voltou a vencer neste sábado. A equipe recebeu o Wolverhampton, no Etihad Stadium, e venceu por 2 a 0, com gols de Omar Marmoush e Antoine Semenyo, finalizações que não deram chance de defesa ao goleiro português José Sá.

    No entanto, após o apito final, o técnico dos Citizens, Pep Guardiola, fez duras críticas ao árbitro inglês Farai Hallam, de 32 anos, que apitou sua primeira partida na Premier League. O motivo foi a decisão de não marcar um pênalti ainda no primeiro tempo, após um lance disputado com Omar Marmoush, em que Yerson Mosquera pareceu tocar a bola com a mão.

    “Após a revisão, a bola atinge o braço do jogador do Wolverhampton, que está em posição natural. Por isso, a decisão tomada em campo será mantida”, explicou o árbitro pelo sistema de som do estádio, diante de uma forte vaia dos torcedores. A justificativa, no entanto, não convenceu o treinador espanhol.

    “O árbitro teve uma estreia fantástica. Agora todo mundo vai conhecê-lo. Acho que é a primeira vez que um árbitro vai ao VAR e anula um lance por considerar que a posição do braço é natural”, afirmou Guardiola em entrevista coletiva, em declarações reproduzidas pela emissora britânica Sky Sports.

    “Tenho absoluta certeza de que Howard Webb [presidente do PGMOL, órgão responsável pela arbitragem na Inglaterra] vai aparecer amanhã na imprensa para explicar por que não foi pênalti, assim como fez contra o Manchester United, como se fosse a primeira vez, porque havia uma mínima dúvida”, continuou.

    “Foi por isso que Jérémy Doku não pôde jogar na Noruega, por causa da ação de Diogo Dalot, mas ele está bem. Estou esperando para ver o que vai acontecer amanhã. Não esperem até quarta-feira, quando teremos Liga dos Campeões e estaremos ocupados. Que Howard Webb venha explicar amanhã por que aquilo não foi pênalti”, concluiu.

    Afinal, o que aconteceu com Diogo Dalot?

    Ao mencionar Diogo Dalot, Pep Guardiola se referia ao lance que marcou o tenso clássico da 22ª rodada da Premier League. Logo aos 11 minutos, o lateral português atingiu o joelho direito de Jérémy Doku com as travas da chuteira. O atacante acabou sendo substituído por Divine Mukasa já nos minutos finais da partida.

    Na ocasião, o árbitro Anthony Taylor mostrou apenas o cartão amarelo ao jogador formado no FC Porto, decisão que foi confirmada pelo VAR e que gerou críticas do treinador do Manchester City. “Poderíamos dizer que, com aquele cartão vermelho, o jogo teria sido diferente”, afirmou Guardiola à época.

    Posteriormente, a própria Premier League explicou, em suas plataformas oficiais, que o contato foi “considerado de raspão, e não com uso de força excessiva”.

    Guardiola não esquece Diogo Dalot: “Que venha o Howard Webb…”

  • Trump não vai ao Super Bowl e critica Bad Bunny e Green Day: "Terrível"

    Trump não vai ao Super Bowl e critica Bad Bunny e Green Day: "Terrível"

    Donald Trump revelou que, este ano, não irá assistir ao Super Bowl, que se realiza em 8 de fevereiro, no estado da Califórnia. Apesar da sua ausência não ser motivada pelos artistas que vão atuar, o presidente dos EUA não poupou críticas a Bad Bunny e à banda Green Day.

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que não pretende comparecer ao Super Bowl neste ano e criticou os artistas escolhidos para se apresentar no show do intervalo do evento esportivo, marcado para o dia 8 de fevereiro.

    Em entrevista ao jornal New York Post, o líder norte-americano disse não ter ficado nada satisfeito com a escolha do cantor porto-riquenho Bad Bunny e da banda Green Day, ambos críticos das políticas de seu governo.

    “Sou contra eles. Acho que é uma escolha terrível. Tudo o que fazem é espalhar ódio. Terrível”, afirmou Trump.

    Ainda assim, o presidente justificou que os artistas não seriam o principal motivo de sua ausência, mas sim o fato de o jogo acontecer “longe”.

    “Eu iria, mas é muito longe”, declarou.

    Vale lembrar que o Super Bowl — final da National Football League (NFL) — será realizado no dia 8 de fevereiro, no Levi’s Stadium, na Califórnia. No ano passado, a final de um dos maiores eventos esportivos dos Estados Unidos — e também um dos maiores espetáculos de entretenimento por conta do show do intervalo — ocorreu em Nova Orleans, no estado da Louisiana. Em comparação com a Casa Branca, a Califórnia fica no extremo oposto do país, na costa oeste, enquanto a residência oficial do presidente está localizada na costa leste. Nova Orleans, por sua vez, fica consideravelmente mais próxima de Washington.

    Bad Bunny? “É uma decisão terrível”

    Em outubro do ano passado, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Mike Johnson, também criticou a escolha de Bad Bunny para o show do intervalo do Super Bowl, classificando-a como uma “decisão terrível”, segundo a agência EFE.

    “Eu nem sabia quem era Bad Bunny, mas acho que é uma decisão terrível”, disse o parlamentar após ser questionado por um repórter nos corredores do Congresso.

    Mike Johnson afirmou ainda que o artista “não atrai um público amplo” e destacou que o Super Bowl é um evento acompanhado por “muitas pessoas, incluindo crianças e jovens impressionáveis”.

    O congressista sugeriu que o cantor de música country Lee Greenwood seria uma escolha melhor do que Bad Bunny.

    Bad Bunny aceita convite após excluir os EUA de turnê

    Bad Bunny foi o artista escolhido para se apresentar no show do intervalo da próxima edição do Super Bowl. A informação foi anunciada em setembro pela NFL, Apple Music e pela produtora Roc Nation.

    Em comunicado divulgado à imprensa internacional, o cantor porto-riquenho, de 31 anos, declarou: “O que estou sentindo vai além de mim. É por aqueles que vieram antes de mim e correram muito para que eu pudesse entrar em campo e marcar um touchdown”.

    “Isso é para o meu povo, para a minha cultura e para a nossa história. Vai e conta para a sua avó que seremos o show do intervalo do Super Bowl”, completou.

    “O show do intervalo é a maior celebração de música e cultura, e poucos artistas representam essa interseção de forma tão perfeita e autêntica quanto Bad Bunny”, afirmou, por sua vez, Oliver Schusser, vice-presidente da Apple para música e esportes, no mesmo comunicado.

    Vale destacar, no entanto, que Bad Bunny deixou os Estados Unidos fora de sua turnê mundial, iniciada em 2025 e com encerramento previsto para este ano, e explicou o principal motivo.

    “Houve muitos motivos pelos quais não me apresentei nos Estados Unidos, e nenhum deles foi por ódio — já toquei lá muitas vezes”, disse o artista em entrevista à revista britânica i-D, há cerca de duas semanas. Ele acrescentou que “todos os shows foram um sucesso” e que gostou “de se conectar com os latino-americanos que vivem nos EUA”.

    Ainda assim, Bad Bunny afirmou temer que “o maldito ICE (Immigration and Customs Enforcement)” pudesse “ficar do lado de fora [dos shows]”, já que tanto porto-riquenhos quanto outras pessoas da América Latina poderiam ir aos concertos e acabar sendo alvo de fiscalizações e deportações.

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