Autor: REDAÇÃO

  • Conmebol denuncia Bruno Henrique, do Flamengo, por gestos obscenos

    Conmebol denuncia Bruno Henrique, do Flamengo, por gestos obscenos

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – A Conmebol decidiu abrir denúncia contra Bruno Henrique por gestos obscenos direcionados aos torcedores do Estudiantes, em La Plata (ARG), após a classificação do Flamengo para as semifinais da Libertadores.

    O atacante mostrou o dedo do meio e balançou suas partes íntimas na direção da torcida argentina. A atitude foi uma reação aos objetos que estavam sendo atirados da arquibancada no local onde os jogadores rubro-negros comemoravam.

    Em seu despacho, a Conmebol diz que os gestos “transcenderam a nível global em distintos meios de comunicação”. Em seguida, foram anexados links de sete reportagens, sendo cinco de veículos argentinos e dois de brasileiros.

    Bruno Henrique pode sofrer multa ou até mesmo suspensão. Ele foi denunciado no artigo 11.2, em seus itens B e C, do Código Disciplinar da Conmebol. O Flamengo tem até o dia 3 de outubro para apresentar sua defesa.

    Em campo, o Flamengo perdeu por 1 a 0 no tempo normal, mas levou a melhor nas penalidades vencendo por 4 a 2. Na semifinal, o Rubro-Negro enfrentará o também argentino Racing.

    Os equatorianos voltam a disputar uma semifinal de Libertadores após 17 anos; o LDU complicou a vida do Flamengo para o mata-mata e a vida de outros brasileiros

    Folhapress | 18:00 – 26/09/2025

    Conmebol denuncia Bruno Henrique, do Flamengo, por gestos obscenos

  • Instagram e Facebook terão versão paga para quem não quer publicidade

    Instagram e Facebook terão versão paga para quem não quer publicidade

    As novas versões das plataformas serão lançadas no Reino Unido e as assinaturas custarão aproximadamente R$ 21,50 na versão web ou R$ 28,50 para Android e iOS

    SÃO PAULO, SP (UOL/CBS NEWS) – A Meta vai disponibilizar uma versão paga do Instagram e do Facebook no Reino Unido para os usuários que não querem ver publicidade em seus perfis. Assinaturas custarão R$ 21,50 na versão web ou R$ 28,50 para Android e iOS. As novas versões das plataformas serão lançadas no Reino Unido nas próximas semanas, de acordo com comunicado da Meta.

    Valor evitará publicidade apenas na conta principal do usuário. Se essa conta estiver vinculada a algum outro perfil, será preciso pagar taxas de R$ 14,30 na web ou R$ 21,50 em Android e iOS para barrar as propagandas.

    Versão paga é para cumprir legislação do Reino Unido, segundo a Meta. Isso porque os usuários que optarem pela versão paga do Instagram e do Facebook não terão seus dados usados para exibir publicidades direcionadas a eles a partir dos interesses que os próprios demonstram em buscas online.

    Moradores do Reino Unido que não queiram pagar o valor continuarão usando as plataformas, mas com propaganda. A Meta não informou se pretende disponibilizar esse modelo em outros países.

    Instagram e Facebook terão versão paga para quem não quer publicidade

  • INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

    INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

    Atendimentos serão para quem já está na fila de espera; o Ministério da Previdência Social informou que a maior parte dos atendimentos será feita por meio de telemedicina (perícia conectada

    O INSS promove neste fim de semana, dias 27 e 28 de setembro, um mutirão de perícia médica em 35 cidades. O Ministério da Previdência Social calcula que cerca de 5 mil pessoas serão beneficiadas.

    A maior parte dos atendimentos será feita por meio de telemedicina (perícia conectada), o que deve ampliar o acesso da população, especialmente em regiões com escassez de peritos.

    A iniciativa tem como objetivo reduzir o tempo de espera e evitar que os segurados enfrentem longo deslocamento. 

    Serão realizadas perícias iniciais para Benefício por Incapacidade Temporária, o antigo auxílio-doença, e também avaliações médicas de requerimentos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e nas revisões desses benefícios assistenciais.

    Os atendimentos serão exclusivamente para segurados que já haviam agendado a perícia e estão na fila de espera. 

    O maior número de vagas foi ofertado para a Região Sul. Serão 800 atendimentos na cidade de Joinville (SC), 400 vagas em Curitiba e 374, em Cascavel, ambas no Paraná.

     Veja onde terá mutirão do INSS:

    Amazonas

    • Tabatinga (sábado)
    • Manacapuru
    • Itacoatiara
    • Presidente Figueiredo (domingo)
    • Iranduba

    Bahia

    • Irecê
    • Paripiranga
    • Caetité (sábado)
    • Barreiras
    • Santa Rita de Cássia
    • Eunápolis
    • Cruz das Almas
    • Nazaré

    Ceará

    • Ubajara

    Pará

    • Goianésia do Pará
    • Redenção/Pará
    • Marabá
    • São Geraldo do Araguaia
    • Rondon do Pará
    • Jacundá
    • Xinguara
    • Parauapebas
    • Conceição do Araguaia (sábado)

    Paraná

    • Campo Mourão
    • Maringá
    • Cascavel
    • Francisco Beltrão
    • Marechal Candido Rondon
    • Medianeira
    • Ponta Grossa
    • Cianorte
    • Curitiba

    Rio Grande do Sul

    • Santa Rosa
    • Frederico Westphalen
    • Santa Catarina
    • Joinville
       

    INSS faz mutirão de perícia em 35 cidades; veja locais

  • Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

    Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

    “Ou nos unificamos ou vamos jogar fora uma eleição ganha outra vez”, disse Ciro Nogueira; fala ocorre em semana de desânimo no entorno do governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos)

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – O senador e presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), disse que está passando dos limites a “falta de bom senso” da direita, e que isso poderá custar ao grupo político a eleição de 2026, ajudando a reeleger Lula (PT).

    A fala foi feita no X, antigo Twitter, após uma semana de desânimo no entorno do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e indefinição por parte do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) a respeito da sua sucessão à Presidência em 2026.

    “Já está passando de todos os limites a falta de bom senso na Direita, digo aqui a centro direita, a própria direita e seu extremo. Ou nos unificamos ou vamos jogar fora uma eleição ganha outra vez”, disse.

    “Por mais que tenhamos divergências, não podemos ser cabo eleitoral de Lula, do PT e do PSOL. Não podemos fazer isso com o Brasil”, continuou.

    Ciro é entusiasta de uma unidade da direita em torno de Tarcísio, hoje considerado o nome mais viável do grupo político, de acordo com pesquisas.

    Ele tem sido alvo de críticas por alas mais radicalizadas do bolsonarismo, que insistem, entre outras coisas, em Bolsonaro como candidato em 2026. O ex-presidente, além de ter sido condenado a 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista, já está inelegível por atacar o sistema eleitoral em 2022.

    Como mostrou o Painel, Tarcísio tem demonstrado desânimo com a possibilidade de deixar o Bandeirantes para concorrer ao Planalto. Ele tem citado acontecimentos recentes, como a oposição de Eduardo Bolsonaro à sua candidatura e a atuação de Lula diante do tarifaço de Donald Trump.

    Após sua publicação, o empresário Paulo Figueiredo respondeu ao senador, em tom de ironia.

    “É verdade Ciro. Concordo com a falta de bom senso. Acredita que ainda tem meia dúzia que levam fé em acordos Caracu com o establishment? Que tem velhaco que não entendeu que a crise diplomática com os EUA só tem fim com anistia ampla, geral e irrestrita? É gente sem noção…”, afirmou.

    Paulo está articulando com o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) sanções ao Brasil junto a autoridades do governo dos Estados Unidos. Eles têm defendido que a única saída para reverter as penalidades comerciais é a aprovação de uma anistia aos condenados nos ataques golpistas de 8 de janeiro, incluindo Bolsonaro.

    A proposta hoje na Câmara teve urgência aprovada no plenário, mas enfrenta resistência da cúpula da Casa e do STF (Supremo Tribunal Federal). Assim, o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) disse querer transformar o texto em um projeto de redução de penas, algo que, em tese, contaria com o apoio de mais parlamentares.

    O texto, relatado por Paulinho da Força (Solidariedade-SP), segue enfrentando resistência na esquerda, em alas do centro e também na direita.

    Como a Folha de S.Paulo mostrou, apesar da postura mais radicalizada de parlamentares do PL de insistir em uma anistia ampla, Bolsonaro aceitaria um projeto de redução de penas, de acordo com aliados próximos, contanto que houvesse garantia da manutenção de prisão domiciliar.

    A prioridade do ex-presidente é evitar regime fechado em presídio ou na carceragem da PF, algo que pode ocorrer ainda neste ano, se o STF rejeitar os recursos de sua defesa.

    Ciro Nogueira utilizou o argumento da saúde para responder ao Paulo Figueiredo nas redes sociais. Ele disse ter duas grandes preocupações.

    “Primeira: a oposição a Chaves imaginava que haveria uma alternância de poder que até hoje nunca aconteceu e o país só derreteu”, disse.

    “Segunda: acho uma crueldade deixar um homem de bem e honesto, como Jair Bolsonaro, preso por muito mais tempo, nas condições de saúde em que está, ameaçando a vida dele, caso a oposição não vença as eleições do ano que vem”, completou.

    Ciro Nogueira diz que direita tem falta de bom senso e deve se unir

  • ONG suspende atuação na Cidade de Gaza após 'implacável ofensiva' de Israel

    ONG suspende atuação na Cidade de Gaza após 'implacável ofensiva' de Israel

    A organização ‘Médicos Sem Fronteiras’ afirma que a decisão foi inevitável apesar do impacto sobre a população mais vulnerável: “É a última coisa que queríamos”

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) anunciou nesta sexta-feira (26) a suspensão de suas atividades na Cidade de Gaza, a maior da faixa homônima, depois que os centros de atendimento da organização no local ficaram cercados por tropas de Israel durante uma “implacável ofensiva” militar para tomar a região.

    A organização afirma que a decisão foi inevitável apesar do impacto sobre a população mais vulnerável. “É a última coisa que queríamos, pois as necessidades são enormes, e as pessoas mais vulneráveis, incluindo bebês em cuidados neonatais, feridos graves e pacientes em estado terminal, não conseguem se movimentar e correm grave perigo”, afirmou Jacob Granger, coordenador de emergência da MSF em Gaza.

    Na última semana, as equipes da ONG fizeram mais de 3.600 consultas e atenderam 1.655 pacientes com desnutrição. Em um cenário de crise sem precedentes, a organização pede o “fim imediato da violência” e o “acesso sem obstáculos” para trabalhadores humanitários.

    Apesar da suspensão das operações na cidade, a MSF informou que continuará prestando apoio a serviços essenciais em hospitais administrados pelo Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas, incluindo o Al-Helou e o Al-Shifa, enquanto permanecerem em funcionamento. Em outro comunicado, a organização afirma que continuará atuando nas regiões sul e central da Faixa de Gaza.

    Israel intensificou as ofensivas na Cidade de Gaza nos últimos dias. A Defesa Civil do território, controlado pelo Hamas, informou que pelo menos 22 pessoas morreram nesta sexta-feira em todo o território palestino, sendo 11 delas na maior cidade. Em comunicado, o Exército israelense disse ter atingido mais de 140 alvos nas últimas 24 horas, incluindo terroristas, túneis e estruturas militares.

    A MSF, por sua vez, falou em nível inaceitável de risco. “A implacável ofensiva israelense na Cidade de Gaza forçou a MSF a suspender suas atividades médicas vitais na região devido à rápida deterioração da situação de segurança, incluindo ataques aéreos contínuos e tanques avançando a menos de um quilômetro de nossas instalações de saúde. Os ataques crescentes das forças israelenses criaram um nível inaceitável de risco para nossa equipe, resultando na interrupção de serviços médicos vitais”, diz.

    “O acesso e o fornecimento de água potável, alimentos, abrigo e cuidados são cada vez mais restritos. Os palestinos na Cidade de Gaza estão sendo alvo de bombardeios implacáveis. Eles estão exaustos e estão sendo deliberadamente privados de itens básicos de sobrevivência”, continua o comunicado. “Apelamos pelo fim imediato da violência e por medidas concretas para proteger os civis.”

    Os ataques também provocaram um novo fluxo de deslocados. O Exército de Israel informou na quinta que 700 mil palestinos deixaram a Cidade de Gaza desde o fim de agosto. Já o Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (Ocha) estima que 388,4 mil pessoas fugiram para o sul da faixa nesse período, a maioria proveniente da Cidade de Gaza.

    As ofensivas de Israel em resposta aos ataques do Hamas de 7 de outubro de 2023 já mataram mais de 65 mil palestinos, a maioria civis, segundo autoridades de saúde de Gaza. Entretanto, o ex-comandante do Exército de Israel Herzi Halevi disse que o número de mortos ou feridos já supera 200 mil, cerca de 10% da população do território.

    Em dezembro do ano passado, a MSF afirmou que os ataques israelenses configuram um processo de “limpeza étnica” e genocídio em Gaza.

    ONG suspende atuação na Cidade de Gaza após 'implacável ofensiva' de Israel

  • Vini Jr. começa temporada com queda na Bola de Ouro e mudança de status no Real Madrid

    Vini Jr. começa temporada com queda na Bola de Ouro e mudança de status no Real Madrid

    LISBOA, PORTUGAL (FOLHAPRESS) – O craque brasileiro Vinicius Junior, consagrado como o segundo melhor do mundo na Bola de Ouro do ano passado, caiu neste ano para o 16º lugar na premiação -a mais tradicional do futebol mundial desde que foi instituída pela revista France Football em 1956.

    Aparecer na lista dos 20 melhores do mundo não é pouca coisa, mas a perda de 14 posições no ranking reflete o status atual de Vini Jr neste início de temporada europeia.

    O brasileiro não é mais a principal estrela do Real Madrid. Pelo menos desde o primeiro semestre de 2023, o clube merengue sonhava em contratar o francês Kylian Mbappé. Na época o negócio não chegou a se concretizar -e, na temporada seguinte, a de 2023/24, Vinicius se tornou o astro do time, consagrado pelas exibições na Champions League e pelo destaque na luta antirracista.

    Mbappé, no entanto, foi para o Real Madrid em junho de 2024 e logo roubou do brasileiro a primazia de craque do time, como fizera anteriormente com Neymar no PSG. Na temporada passada, a de 2024/25, Vinicius manteve seu patamar de gols, mas o francês anotou 44, o dobro. Como recompensa, Mbappé acaba de herdar a camisa 10 de Luka Modric, lenda madridista com seis Champions League no currículo.

    O contrato do brasileiro com o time espanhol termina em junho de 2027, e Vinicius vem encontrando dificuldades para prorrogar o vínculo até 2030 -o que gera rumores de que estaria saindo do clube.

    Mas a temporada que antecede a Copa do Mundo 2026 também traz desafios para o brasileiro em campo. Ele começou o primeiro jogo da Champions League deste ano, contra o OIympique de Marselha, no banco de reservas. No campeonato espanhol vem sendo recorrentemente substituído no segundo tempo dos jogos.

    No sábado (20), a televisão mostrou o descontentamento do atacante ao ser sacado de campo na partida contra o Espanyol, no Santiago Bernabéu. Em reportagem sobre o assunto, o jornal americano The New York Times aventou problemas de relacionamento entre Vinicius Jr e o novo técnico do Real Madrid, o espanhol Xabi Alonso, contratado no início desta temporada.

    Para o português António Veloso, criador de uma pós-graduação em futebol de alta performance na Universidade de Lisboa, a questão é mais complexa. “Com Carlo Ancelotti, o Real Madrid tinha o contra-ataque como uma de suas principais armas, potencializado pelos lançamentos precisos de Toni Kroos e Luka Modric para um Vini Jr. veloz e driblador. O time, assim, jogava em função dele”, diz Veloso, especialista em futebol europeu.

    Passou-se um ano, o alemão Kroos abandonou o futebol, o croata Modric transferiu-se para o Milan, e o time passou a jogar em função de Mbappé. “Ao contrário de Ancelotti, Xabi Alonso prefere jogar à maneira espanhola, com muita posse de bola e marcação o campo inteiro”, diz Veloso. “Nesse esquema o time não pode se dar ao luxo de ter dois jogadores que não gostam de marcar. São os casos de Mbappé e Vini Jr, que ainda por cima preferem jogar no mesmo setor, pela esquerda, o que torna um desafio escalá-los ao mesmo tempo.”

    Apesar das dificuldades, o atacante brasileiro continua a fazer boas partidas pelo Real Madrid, mostrando inclusive entrosamento com o craque da seleção francesa. No jogo de sábado contra o Espanyol, deu uma assistência para o gol de Mbappé e acertou uma bola na trave. Em partida contra o Levante, na terça (23), jogou como ponta direita e, fora de sua posição, realizou um prodígio da geometria ao enquadrar a bola fora do alcance do goleiro num espaço mínimo entre os zagueiros adversários.

    Neste sábado (27), poder ter mais uma chance de brilhar. O Real Madrid faz clássico contra o Atlético de Madrid.

    Na última Champions League, os dois times se enfrentaram nas oitavas de final, e a partida só foi decidida nos pênaltis. Para Vinicius Jr a rivalidade ganha contornos dramáticos. Foi num jogo contra o rival madrilenho, em 2022, que começaram os ataques racistas contra o craque brasileiro. No ano seguinte, a torcida colchonera pendurou um boneco com a camisa do brasileiro em uma ponte em Madrid, numa ofensa racista que desembocou em processo judicial, interdição de um pedaço do Estádio Metropolitano e punição contra torcedores por parte do próprio clube.

    Desde que despontou como um dos principais clubes europeus, nos anos 1950, o Real Madrid se notabiliza por contratar grandes jogadores, mas nem sempre a coabitação entre astros fulgurantes é possível.

    Foi assim durante o reinado do argentino Di Stefano, que não conseguiu conviver com o brasileiro Didi. Da mesma maneira, o brilho do português Cristiano Ronaldo, recentemente escolhido como o maior jogador europeu de todos os tempos, acabou ofuscando o galês Gareth Bale, então a contratação mais cara da história do clube.

    O técnico Xabi Alonso chegou ao Real Madrid com a missão de recuperar a hegemonia na Espanha e na Europa, diante de um Barcelona que tem dois jogadores top 5 da Bola de Ouro, Lamine Yamal e Raphinha, e dos supertimes do PSG e Liverpool, detentores respectivamente da Champions League e da Premier League, as principais coroas do futebol mundial de clubes.

    Pode ser difícil compatibilizar os egos e talentos de Kylian Mbappé e Vinicius Jr, mas seria certamente um grande passo para recolocar o Real Madrid no caminho dos principais títulos.

    Vini Jr. começa temporada com queda na Bola de Ouro e mudança de status no Real Madrid

  • Felipe Neto encerra seu clube do livro depois de um ano e surpreende assinantes

    Felipe Neto encerra seu clube do livro depois de um ano e surpreende assinantes

    O clube do livro funcionava em uma plataforma onde eram anunciadas as leituras de cada mês, com produção de conteúdos especiais sobre os títulos

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Pouco mais de um ano depois de causar alvoroço nas redes sociais com o anúncio de seu clube do livro que catapultou a venda de obras literárias, Felipe Neto decidiu encerrar a empreitada neste mês.

    Inaugurado em julho de 2024 com a proposta de contribuir “de forma positiva para a sociedade”, como disse o influenciador na época, o Clube do Livro FN já passou por clássicos como Machado de Assis e Franz Kafka até autores prestigiados da atualidade como Andréa del Fuego e Oscar Nakasato.

    As obras escolhidas para leitura conjunta no clube, que chegou rapidamente a dezenas de milhares de seguidores nas redes sociais, costumavam ser arremessadas ao topo das listas de mais vendidos na Amazon. O romance “Fahrenheit 451” vendeu mais de 5.500 exemplares nos cinco dias após ser anunciado como livro de estreia do clube, segundo a editora Biblioteca Azul.

    Profissionais ligados ao projeto e ouvidos pela reportagem atribuem o fim repentino à falta de lucratividade do negócio. A reportagem procurou Felipe Neto, mas não obteve resposta até a publicação do texto. Segundo sua assessoria, ele está de férias.

    O clube do livro funcionava em uma plataforma onde eram anunciadas as leituras de cada mês, com produção de conteúdos especiais sobre os títulos.

    Felipe Neto e convidados faziam vídeos comentando as obras em partes, contextualizando e analisando os livros junto com os leitores. O acesso à plataforma se condicionava ao pagamento de uma mensalidade e o livro era adquirido por conta do leitor.

    O fim do clube foi anunciado em uma live para os assinantes na última quarta. Seu perfil no X foi apagado e o no Instagram, que segue aberto para o público geral, ainda não fala do encerramento.

    Membros da equipe do clube oficializaram a notícia do término nessa transmissão, assim como do fechamento da plataforma onde ele funciona. “A gente ainda não acertou a mão no formato e na estrutura do produto”, afirmou o coordenador de operações do clube, que se identificou como Rodrigo, falando em nome de Felipe Neto.

    A equipe disse garantir o reembolso integral a todos que estavam com assinaturas vigentes. Ou seja, se o assinante fechou o contrato de um ano e ainda faltam três meses para completar esse período, ele vai receber de volta o valor equivalente a esses três meses.

    Um dos pontos que causaram maior insatisfação entre assinantes que comentaram no vídeo foi de que os conteúdos da plataforma não poderão mais ser acessados já a partir do próximo dia 30.

    “Desrespeitoso a maneira como acabou. Não consegui acompanhar todos os livros por causa do meu trabalho, mas fiquei tranquila porque achei que o conteúdo ficaria aqui”, comentou uma assinante. “Só gostaríamos que o sr. Felipe Neto tivesse o respeito de vir aqui dar o recado”, comentou outro.

    Neto não participou desta live, e suas últimas aparições em vídeos nas plataformas do clube foram em julho.

    Felipe Neto encerra seu clube do livro depois de um ano e surpreende assinantes

  • Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

    Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

    A queda do dólar foi global, com divisas fortes e de mercados emergentes ganhando força pela possibilidade de mais cortes de juros pelo Fed

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar caiu 0,51% nesta sexta-feira (26) e encerrou a semana cotado a R$ 5,337, com o foco do mercado voltado a novos dados de inflação dos Estados Unidos medidos pelo PCE (índice de preços de consumo pessoal, na sigla em inglês).

    Métrica de inflação preferida do Fed (Federal Reserve, o banco central norte-americano) para balizar as decisões de política monetária, o indicador veio em linha com o esperado pelo mercado e provocou reajustes nas apostas sobre a trajetória dos juros por lá.

    A queda do dólar foi global, com divisas fortes e de mercados emergentes ganhando força pela possibilidade de mais cortes de juros pelo Fed. O clima foi mais ameno na Bolsa brasileira, e o Ibovespa fechou perto da estabilidade, em variação positiva de 0,09%, a 145.446 pontos.

    Segundo o Departamento do Comércio dos EUA, o PCE subiu 0,3% em agosto, depois de alta de 0,2% em julho. Nos 12 meses até agosto, o indicador avançou 2,7%, depois de ter subido 2,6% em julho.

    O núcleo do índice, que exclui os componentes voláteis de alimentos e energia, teve alta de 0,2% no mês passado, mesma taxa de julho. Nos 12 meses até agosto, houve alta de 2,9% no núcleo, igual a julho. Os resultados ficaram em linha com todas as medianas das projeções de economistas ouvidos pela Reuters.

    A leitura do mercado é que a convergência dos dados às expectativas indica que o “status-quo atual permanece intacto”, de acordo com Bret Kenwell, analista da eToro, permitindo que o Fed continue no caminho de cortar as taxas de juros mais duas vezes neste ano.

    O banco central dos EUA trabalha com um mandato duplo, isto é, observa de perto dados de inflação e do mercado de trabalho para decidir sobre a política monetária. O PCE é o indicador favorito do Fed para a meta de inflação de 2%, enquanto o relatório “payroll” e outros indicadores laterais fornecem mais pistas sobre o estado do mercado de trabalho.

    Segundo Kenwell, a meta de inflação de 2% parece ser uma “baixa prioridade” pelo Fed no momento, com os dirigentes mais focados em restaurar o equilíbrio entre empregos e inflação.

    O presidente do Fed, Jerome Powell, justificou o corte de 0,25 ponto percentual na semana passada pelo esfriamento do mercado de trabalho, embora tenha deixado claro que o banco central continua vigilante em relação à inflação.

    “A inflação pode não estar revertendo, mas também não está reacelerando”, disse Ellen Zentner, da Morgan Stanley Wealth Management. “A menos que haja uma grande surpresa positiva no relatório de empregos da próxima semana, o Fed deve permanecer no caminho certo para realizar outro corte de juros no final de outubro.”

    O relatório fornece algum alívio para os operadores que, após uma bateria de dados nesta semana, reverteram parte das apostas de mais cortes nos juros.

    Na quinta, o Departamento do Trabalho informou que o número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu em 14 mil, para 218 mil, ante expectativa de economistas consultados pela Reuters de 235 mil. Ou seja, mais trabalhadores mantiveram seus postos, contrariando as projeções.

    Além disso, o PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA cresceu a uma taxa anualizada revisada para cima de 3,8% no segundo trimestre. O percentual representa uma elevação ante a estimativa anterior, de 3,3%.

    “O Fed tem navegado em um cenário bastante contraditório, em que existem algumas evidências de fraqueza no mercado de trabalho, o que normalmente se combate com redução da taxa de juros, mas também existem evidências de um crescimento econômico mais acelerado e de alguma pressão inflacionária, o que exige juros mais altos”, diz Leonel Mattos, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Operadores agora esperam mais um corte na reunião de outubro. Uma redução de 0,25 ponto percentual na taxa concentra 88% das apostas na ferramenta Fed Watch, do CME Group, enquanto os 12% restantes acreditam em uma manutenção.

    A perspectiva reinjetou ânimo e apetite por risco nos mercados. O índice DXY, que mostra o desempenho do dólar em comparação a outras seis moedas fortes, caiu 0,31%, a 98,15 pontos, indicando fraqueza da divisa globalmente.

    “A combinação da força contínua na atividade econômica geral e de um Federal Reserve que provavelmente continuará reduzindo as taxas de juros provavelmente fornecerá suporte contínuo para ativos de risco”, disse Greg Wilensky, da Janus Henderson Investors.

    Já na cena corporativa, Vale e Petrobras, as empresas de maior peso no índice Ibovespa, fecharam em queda. A mineradora caiu 1,92%, acompanhando os preços do minério de ferro na China, a petroleira recuou 0,33%.

    Braskem desabou 14,8%, depois que a companhia divulgou que contratou assessores financeiros e jurídicos para avaliar opções para sua estrutura de capital. Analistas do UBS BB também cortaram a recomendação das ações para neutra, reduzindo o preço-alvo de R$ 15 para R$ 10.

    Fora do Ibovespa, Azul e Gol dispararam na esteira da dissolução do processo de fusão, anunciado na véspera pela Gol.

    Dólar fecha em queda e Bolsa fica estável com dados de inflação dos EUA dentro do esperado

  • Campanha de deportações de Trump causa onda de cancelamentos de festivais latinos nos EUA

    Campanha de deportações de Trump causa onda de cancelamentos de festivais latinos nos EUA

    Brazil Fest em Massachusetts foi adiada e depois, cancelada, assim como evento que celebrava mês da cultura hispânica; em Los Angeles, moradores escondem imigrantes em carros para escapar de batidas do ICE, o serviço de imigração

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A campanha de deportações do governo Donald Trump vem causando um clima de medo entre comunidades de imigrantes em diferentes cidades dos Estados Unidos, causando uma onda de cancelamento de eventos em Massachusetts e cenas tensas na Califórnia.

    Um dos cancelamentos atingiu a comunidade brasileira em Martha’s Vineyard, conhecida ilha na costa leste americana que abriga mansões de famosos e possui grande contingente de trabalhadores migrantes.

    Em junho, organizadores adiaram a Brazil Fest, que celebra a cultra do país, depois que 40 pessoas foram detidas pelo ICE, o serviço de imigração americano. Remarcada para 12 de outubro, Dia das Crianças, o evento foi definitivamente cancelado no último dia 15 por medo de que agentes de imigração invadissem o festival.

    Já a Fiesta del Rio, que comemora o Mês da Cultura Hispânica na cidade de Everett, também em Massachusetts, foi cancelada nove dias antes da data prevista para acontecer, no último dia 20. De acordo com o jornal The Boston Globe, o prefeito de Everett, Carlo DeMaria, disse que “não seria certo ter uma celebração” em um momento em que membros da comunidade não se sentem seguros de sair na rua.

    Dados do censo americano mostram que 50% da população da cidade, que faz parte da região metropolitana de Boston, é composta por pessoas nascidas fora dos EUA -a maioria vinda da América Latina.

    Bostou, que tem uma grande comunidade brasileira, vem sendo alvo de ações cada vez mais ostensivas do ICE. Além de aguardar que pessoas se apresentem em tribunais de imigração para prendê-las, prática que virou comum em todo o país, agentes federais têm realizado batidas em estacionamentos de supermercados e lojas de construção, onde imigrantes se reúnem em busca de trabalho diário.

    Como resultado, a campanha de deportações de Trump acaba tendo como alvo imigrantes em situação irregular, mas sem histórico criminal.

    A mesma estratégia se repete do outro lado do país, na Califórnia. Moradores de Los Angeles ouvidos pela Folha de S.Paulo afirmam que, quando veem acontecer uma batida do ICE em um estacionamento, por exemplo, abrigam imigrantes dentro dos seus próprios carros para tentar protegê-los de prisão e deportação.

    Os relatos evidenciam uma dinâmica que aumenta a tensão nos EUA: grandes centros urbanos, que costumam ter mais eleitores à esquerda e serem governados pelo Partido Democrata, se opõem fortemente à campanha de deportação da Casa Branca. Em alguns casos, essa oposição é lei: em vários locais do país, democratas aprovaram leis que proíbem a cooperação de autoridades locais com agentes de imigração federais.

    Essas são as chamadas “cidades santuário”, que argumentam que, se boa parte da sua população vive com medo de sair à rua, crimes graves acabam não sendo reportados, como assassinato e tráfico de pessoas, e a própria economia sofre. Segundo o Boston Globe, o comércio em cidades como Everett vem sofrendo com a menor circulação de pessoas na rua, e até mesmo escolas e consultórios médicos relatam menor demanda.

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  • Noel Clarke, astro de Doctor Who, é preso durante operação em Londres

    Noel Clarke, astro de Doctor Who, é preso durante operação em Londres

    O astro dos cinemas foi alvo de uma operação policial e chegou a ser levado para interrogatório, mas foi liberado após prestar esclarecimentos

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/CBS NEWS) – Noel Clarke, 49, conhecido por seu papel em Doctor Who, foi detido em sua casa, em Londres. Segundo o jornal The Guardian, agentes realizaram uma operação nesta quinta-feira (25) na residência do ator. Os policiais saíram carregando caixas com documentos e equipamentos eletrônicos.

    O astro dos cinemas chegou a ser levado para interrogatório, mas foi liberado após prestar esclarecimentos. A imprensa britânica revelou que a investigação foi aberta em 1º de setembro e está sob responsabilidade do comando especializado em crimes da polícia metropolitana. Até agora, as autoridades não deram detalhes sobre a detenção.

    O episódio ocorre semanas depois de o ator perder uma ação judicial contra o próprio Guardian. Clarke havia processado o veículo por difamação devido a reportagens publicadas entre 2021 e 2022, nas quais mais de 20 mulheres o acusaram de conduta sexual imprópria. A Justiça, entretanto, entendeu que as matérias estavam amparadas por provas suficientes e que foram publicadas em defesa do interesse público.

    Noel Clarke, astro de Doctor Who, é preso durante operação em Londres