Autor: REDAÇÃO

  • Como o mundo do tênis reagiu à pausa de Bia Haddad

    Como o mundo do tênis reagiu à pausa de Bia Haddad

    SANTOS, SP (FOLHAPRESS) – O anúncio de Beatriz Haddad Maia, 29, de encerrar a temporada de forma antecipada e colocar a raquete de lado -ao menos por um tempo- foi recebido com compreensão e apoio por ex-atletas, técnicos e especialistas.

    A decisão, embora implique queda no ranking da WTA (Associação das Tenistas Profissionais), é vista como necessária para que a brasileira possa recuperar o equilíbrio físico e mental.

    “Acho que ela fez bem. O tênis é um estilo de vida que exige muito do lado mental. Se o momento é conturbado, fica difícil ter resultados expressivos. A parte emocional é tão importante quanto a física. Essas pausas, esse afastamento da rotina de tenista, podem fazer com que ela volte ainda mais forte. O ranking é secundário agora”, disse à reportagem Thomaz Bellucci, ex-número 21 do mundo em simples.

    Atualmente técnico de jovens promessas, Bellucci deixou oficialmente as quadras em fevereiro de 2023, no Rio Open, e já falou abertamente sobre a depressão enfrentada na reta final da carreira. Segundo ele, o momento durou cerca de cinco anos, tendo o seu auge em 2020.

    “Nos últimos anos da minha carreira estava em um momento muito difícil. Não conseguia aceitar os resultados que estava tendo. Foi forte o que houve em Seul, mas muito comum. A diferença é que alguns atletas disfarçam mais”, avalia.

    A decisão de parar por um período chega após meses de sinais de desgaste. Atual 40ª colocada, Bia alcançou o top 10 do mundo em 2023 e se firmou como referência no tênis sul-americano, mas enfrentou dois anos turbulentos, com lesões, derrotas inesperadas e crises emocionais em quadra.

    Na última delas, no WTA 500 de Seul, chamou a atenção do mundo do tênis a imagem da paulistana à beira da quadra, passando a toalha no rosto com visível dificuldade para respirar. Microfones captaram o esforço para puxar o ar. Durante o atendimento médico, as mãos da brasileira tremiam enquanto ela tentava segurar uma garrafa d’água.

    “O sistema nervoso central controla as emoções e interfere até na parte motora”, avalia a ex-tenista Patrícia Medrado, brasileira com mais tempo no top 100 da WTA e medalhista de prata no Pan de 1975. “A gente via que ela sabia o que fazer em quadra, mas não conseguia executar. Isso é sinal de que o desgaste mental ultrapassou todos os limites.”

    Para Medrado, a pausa pode ser um divisor de águas: “o ranking vai cair, claro, mas essa decisão tira um peso enorme das costas dela. Quando você está defendendo pontos, a pressão é gigante. Agora, ela pode voltar mais leve, sem a obrigação de defender nada, apenas mirar para cima. É uma chance de resetar tudo.”

    Casos semelhantes não são raros. Em janeiro deste ano, o russo Andrey Rublev, então número 9 da ATP (Associação dos Tenistas Profissionais), deu fortes declarações admitindo ter passado a tomar antidepressivos em 2024, após Wimbledon, e “ter perdido sentido em viver a vida”. Ele tratou a doença com sessões de terapia.

    “Era visível que ela [Bia] estava sofrendo”, disse Luís Stival, analista de desempenho de tênis profissional, responsável pelo canal de YouTube Tênis Além do Óbvio. “Foi um gesto corajoso admitir que precisava parar. O circuito de tênis é emocionalmente brutal, o que mais exige de todos os esportes. Você via uma Bia diferente, e isso mexe muito com qualquer atleta. Essa pausa é um ato de humanidade e grandeza”, afirma.

    Ex-número 2 do mundo nas duplas e vencedor de dois Grand Slams, Bruno Soares diz acreditar que, caso recuperada mentalmente, Bia “terá nível para estar novamente entre as 10 do mundo”, mas, para isso, precisa estar bem com ela mesma.

    “É muito mais importante voltar descansada e preparada para 2026 do que insistir agora e se desgastar ainda mais”, sintetizou.

    O experiente ex-tenista e técnico Ricardo Acioly, o Pardal, associa ao recente caso envolvendo a americana Amanda Anisimova, que parou de competir por quase um ano. Curiosamente, ela cruzou o caminho de Bia Haddad nas oitavas de final do US Open, no início deste mês.

    “O impacto no ranking existe, mas não será devastador. O fundamental é que ela terá tempo para ajustar seu jogo, analisar o que não funcionou nesta temporada e voltar mais competitiva. Vimos outras jogadoras, como a Anisimova, fazerem o mesmo e retornarem em altíssimo nível”, afirmou Pardal.

    A atleta, hoje com 22 anos, precisou paralisar a carreira duas vezes: pela perda precoce do pai e treinador, aos 17, e por burnout. Em seu Instagram, a tenista relatou que estava “lutando contra sua saúde mental” e que o tênis havia se tornado “insuportável”.

    “Ela não está fazendo isso porque quer tirar férias. Há um peso por carregar a tocha do tênis feminino brasileiro sozinha nos últimos anos”, completa Pardal.
    Em junho, foi a vez da tunisiana Ons Jabeur anunciar o afastamento das quadras pelo mesmo motivo. Ela seria a principal atração internacional da primeira edição do SP Open, WTA 250 jogado no país.

    Bia não estipulou um prazo para a sua volta, mas deu uma deixa de que isso ocorrerá em sua carta de afastamento: “tenis, eu te amo. Em breve nos vemos novamente”.

    Como o mundo do tênis reagiu à pausa de Bia Haddad

  • Cintia Dicker é anunciada como nova musa da Salgueiro

    Cintia Dicker é anunciada como nova musa da Salgueiro

    Estreando no Carnaval, top model brasileira já foi ranqueada entre as mais sexy do mundo

    Das passarelas da moda para a passarela da Sapucaí, a supermodelo brasileira Cintia Dicker foi eleita para o posto de musa da Acadêmicos do Salgueiro no Carnaval de 2026. Anunciada oficialmente pela agremiação nesta terça-feira, 23 de setembro, Cintia Dicker tem compartilhado empenho dedicada a aulas de samba com o professor Carlinhos do Salgueiro e intenso preparativo para desfilar pela primeira vez no Carnaval.

    Eleita da agremiação, Cintia Dicker iniciou carreira na moda aos 15 anos de idade e, desde então, consolidou-se entre as principais top models brasileiras, com importantes realizações no mercado fashion internacional.

    Nascida no pequeno município de Campo Bom, no Rio Grande do Sul, Cintia foi revelada após ser vista por um caça-talentos enquanto passeava em um shopping de sua cidade natal. Desde então, iniciou meteórica atuação como modelo, com desfiles para Gucci, Lanvin, Jean Paul Gaultier, Moschino, Diane von Furstenberg, Anna Sui, Sonia Rykiel, Oscar de la Renta, Dsquared2, Jason Wu, Badgley Mischka, entre outras grifes infindáveis.

    No consagrado Models.com, despontou no ranking das modelos mais sexy do mundo. Cintia também estrelou campanhas para gigantes como Victoria’s Secret, L’Oreal Paris, Tom Ford Eyewear, DSquared2, Amazon, Gap e Banana Republic, além de brasileiras como Ellus e Animale. Recentemente, repercutiu ao estrelar campanha internacional ao lado da poderosa família Kardashian, ostentando posto de garota-propaganda da collab Skims & Roberto Cavalli.

    Com passagens por grandes mercados internacionais – de França, Itália e Estados Unidos, a Japão e Alemanha – Cintia Dicker estampou capas e editorias nas mais renomadas publicações do mundo, como Vogue, W Magazine, Allure, Elle, Interview, Marie Claire, Sports Illustrated, GQ, Glamour, Harper’s Bazaar e L’Officiel, entre outras. Ícones da fotografia como Steven Klein, Ellen von Unwerth e Greg Kadel a elegeram para estrelar imagens emblemáticas.

    Despontando além das passarelas, Cintia também atuou em telenovelas como ‘Meu Pedacinho de Chão’, ‘Pega-Pega’ e ‘Totalmente Demais’, da TV Globo, além da série ‘Correio Feminino’, exibida na mesma emissora, na programação do dominical Fantástico.

    Mãe da pequena Aurora, de 2 anos, e esposa do surfista Pedro Scooby, Cintia tem 38 anos e mora atualmente no Rio de Janeiro, onde concilia a carreira na moda com a maternidade, a paixão pela natureza e as iniciativas voltadas à saúde e ao bem-estar.

    “Essa experiência significa, primeiro de tudo, superação. É um desafio aprender uma coisa nova e sair da zona de conforto, e é também um prazer, porque eu realmente AMO o Carnaval. O Carnaval pra mim representa o maior show na terra, é a coisa mais linda toda a dedicação que acontece durante o ano inteiro, então representa amor, amor pela escola, se doar e ter dedicação. Quando eu era pequena, em Campo Bom, assistia na TV a Salgueiro com minha família, que se reunia pra ver. Estou focada, me dedicando o máximo possível, fazendo aulas três vezes por semana com o Carlinhos Salgueiro, pra dar o meu melhor, com a dedicação que a escola merece”, afirmou.

     
     
     

     
     
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    Cintia Dicker é anunciada como nova musa da Salgueiro

  • Lula critica na ONU 'sanções arbitrárias' e diz que agressão ao Judiciário brasileiro é inaceitável

    Lula critica na ONU 'sanções arbitrárias' e diz que agressão ao Judiciário brasileiro é inaceitável

    As declarações foram feitas um dia após o governo Donald Trump ampliar as sanções a autoridades brasileiras em reação à condenação de Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes correlatos

    SÃO PAULO, SP, E NOVA YORK, EUA (CBS NEWS) – O presidente Lula (PT) abriu seu discurso na Assembleia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas) com uma crítica a “sanções arbitrárias” e disse que “não há justificativa para a agressão contra a independência do Judiciário” no Brasil.

    As declarações foram feitas um dia após o governo Donald Trump ampliar as sanções a autoridades brasileiras e ao entorno do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), em reação à condenação de Jair Bolsonaro (PL) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes correlatos.

    O governo americano anunciou na segunda-feira (22) uma nova rodada de revogação de vistos e a inclusão da advogada Viviane Barci de Moraes, mulher de Moraes, e da empresa que pertence à família do magistrado na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, criada para punir pessoas envolvidas em corrupção ou graves violações de direitos humanos.

    “Atentados à soberania, sanções arbitrárias e intervenções unilaterais estão se tornando regra. Existe um evidente paralelo entre a crise do multilateralismo e o enfraquecimento da democracia”, afirmou Lula no início de seu discurso de 18 minutos na sede das Nações Unidas.

    Ele também defendeu a legitimidade do julgamento do ex-presidente e mandou indireta a Trump, sem citá-lo nominalmente.

    “Bolsonaro teve amplo direito de defesa. Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos a autocratas e àqueles que os apoiam”, disse. Lula também voltou a dizer que “nossa democracia e soberania são inegociáveis.

    Marco Rubio, secretário de Estado dos EUA crítico a Moraes, chegou ao plenário da Assembleia Geral quando o petista condenava o que chamou de ingerências ao Judiciário brasileiro.

    “A agressão contra a independência do Poder Judiciário é inaceitável”, afirmou Lula. A interferência em assuntos internos conta com o auxílio de uma extrema direita subserviente e saudosa de antigas hegemonias”, acrescentou, em referência indireta à articulação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) por sanções a autoridades brasileiras em reação ao julgamento de seu pai.

    “Falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil”, continuou o petista, acrescentando que, “pela primeira vez, em 525 anos de nossa história, um ex-chefe de Estado foi condenado por atentado contra o Estado democrático de Direito”.

    “Foi investigado, denunciado e julgado em um processo minucioso. Teve amplo direito de defesa, prerrogativas que ditaduras negam às suas vítimas”.

    “Diante dos olhos do mundo, o Brasil envia recado a todos os candidatos autocratas: Nossa democracia e soberania são inegociáveis”, seguiu, sendo aplaudido pelos presentes.

    VISTOS

    Segundo um integrante do Departamento de Estado, tiveram a permissão de entrada nos EUA revogada nesta segunda-feira o ministro da AGU (Advocacia-Geral da União), Jorge Messias; os juízes Airton Vieira, Marco Antônio Vargas e Rafael Henrique Janela Tamai Rocha, que assessoraram Moraes em casos envolvendo Bolsonaro; o ex-presidente; José Levi, ex-advogado-geral da União e ex-secretário-geral do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na gestão de Moraes; o ex-ministro do TSE e ex-corregedor Benedito Gonçalves, relator das ações que deixaram o ex-presidente inelegível; e a chefe de gabinete de Moraes, Cristina Yukiko Kusahara.

    De acordo com o integrante do Departamento de Estado, os familiares diretos dos sete atingidos também tiveram os vistos cancelados.

    A adoção das medidas em meio à viagem de Lula aos EUA impôs constrangimento à delegação brasileira.

    Lula critica na ONU 'sanções arbitrárias' e diz que agressão ao Judiciário brasileiro é inaceitável

  • Trump fala em 'excelente química' com Lula em encontro na ONU; os dois vão se reunir

    Trump fala em 'excelente química' com Lula em encontro na ONU; os dois vão se reunir

    O presidente Donald Trump disse que ficou impressionado com Lula, que o abraçou nos bastidores do plenário da ONU e que convidou o presidente brasileiro para um encontro na próxima semana

    NOVA YORK, EUA (CBS NEWS) – Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump tiveram um breve encontro nesta terça-feira (23), entre os discursos de ambos na Assembleia-Geral das Nações Unidas, e combinaram de realizar uma reunião na próxima semana. Os detalhes ainda não foram divulgados.

    A aproximação ocorre em pleno tarifaço do republicano contra o Brasil e em meio a um novo pacote de sanções americanas.

    Trump estava na sala reservada da ONU e acompanhou todo o discurso de Lula, recheado de críticas a ações dos Estados Unidos. O petista entrou na sala ao deixar o púlpito. Trump tomou a iniciativa de falar com ele, porque já estava no local quando o presidente chegou, segundo integrantes do governo.

    Trump disse que eles precisavam conversar. Lula afirmou estar aberto a fazer conversas, que sempre esteve. O americano então sugeriu que poderia ser na próxima semana a reunião, ao que Lula confirmou. O chefe do cerimonial, Fernando Igreja, fez a tradução na hora.

    Trump anunciou publicamente o encontro no fim de seu discurso no evento. O republicano disse que houve “excelente química” e que os dois vão se encontrar na próxima semana.

    “Eu só faço negócios com pessoas que eu gosto. E eu gostei dele, e ele de mim. Por pelo menos 30 segundos nós tivemos uma química excelente, isso é um bom sinal”, disse o americano, que discursou após o petista.

    A Presidência confirmou o encontro entre Lula e Trump e o agendamento da reunião entre os dois para a próxima semana, sem dar mais detalhes.

    Lula fez fala recheada de recados a ações dos Estados Unidos, da aplicação de sanções a ações militares no Caribe.

    Esta foi a primeira vez que Lula ficou no mesmo ambiente que Trump desde que o americano aplicou sanções ao Brasil, a partir do final de maio.

    Em abril, os dois foram à missa do funeral do papa Francisco, mas Lula afirmou nem ter visto Trump na ocasião. Depois, em meados de maio, havia expectativa de que eles pudessem se esbarrar na cúpula do G7, em meados de maio, no Canadá. Mas isso não ocorreu porque Trump antecipou sua volta aos EUA.

    No início da manhã, Lula fez o discurso de abertura no segmento de alto nível da Assembleia-Geral da ONU. Trump falou em seguida.

    O encontro entre Lula e Trump, embora tenha sido um rápido encontro, não estava na agenda de nenhum dos dois mandatários. Ela ocorre num momento de distanciamento inédito entre Brasil e EUA por causa do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) -um aliado de Trump.

    O republicano classificou o processo contra Bolsonaro de caça às bruxas e, com base nisso, aplicou uma série de medidas punitivas contra o país. Entre elas, a cassação de vistos de autoridades, a imposição de sanções financeiras contra o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e um tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros.

    Na mais recente escalada, Trump incluiu a esposa de Moraes, Viviane Barci, em punições financeiras com base na Lei Magnitsky, e suspendeu os vistos de uma nova leva de autoridades brasileiras, entre elas o do ministro Jorge Messias (Advocacia-Geral da União).

    Trump fala em 'excelente química' com Lula em encontro na ONU; os dois vão se reunir

  • CBF mira seleções do Top 10 do ranking da Fifa para amistosos em março

    CBF mira seleções do Top 10 do ranking da Fifa para amistosos em março

    RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) – A CBF trabalha para que o início da agenda da seleção brasileira em 2026 tenha jogos contra países que estão no top 10 do ranking da Fifa.

    O QUE ACONTECEU

    O foco para os amistosos de março está em tentar algum adversário europeu.

    O top 10 do ranking da Fifa atualmente tem Espanha, França, Argentina, Inglaterra, Portugal, Brasil, Holanda, Bélgica, Croácia e Itália.

    A possibilidade se abre porque essa data será para repescagem das Eliminatórias europeias. Logo, quem conseguir vaga direta para a Copa 2026 no seu respectivo grupo pode estar disponível para enfrentar o Brasil.

    O desejo da comissão técnica de Carlo Ancelotti é aumentar o leque de enfrentamentos com as seleções mais complicadas.

    Para novembro, a CBF tenta fechar com seleções africanas, com jogos em solo europeu, mas precisa esperar o desfecho das Eliminatórias em outubro.

    No mês que vem, o Brasil já terá pela frente os asiáticos Coreia do Sul e Japão. O anúncio da lista de convocados será no dia 1º.

    Ex-jogador chegou sorridente à cerimônia em Paris, evitou falar do momento da equipe brasileira, exaltou Neymar e revelou torcida por Raphinha, embora também tenha elogiado nomes como Lamine Yamal e Dembélé

    Notícias ao Minuto | 05:40 – 23/09/2025

    CBF mira seleções do Top 10 do ranking da Fifa para amistosos em março

  • Macron é 'barrado' pela polícia de Nova York por causa de… Trump

    Macron é 'barrado' pela polícia de Nova York por causa de… Trump

    O francês reagiu a situação com bom humor, ligou para o presidente norte-americano e depois disso seguiu tranquilamente a pé pelas ruas da cidade de Nova York

    O presidente da França, Emmanuel Macron, passou por um momento cômico durante a sua visita a Nova York, nos Estados Unidos, na noite desta segunda-feira (22).

    Macron saía da sede da Organização das Nações Unidas (ONU) quando foi interpelado por um policial, que o impediu de atravessar uma rua.

    O agente fazia parte da equipe de segurança que seguia a comitiva de Donald Trump. O carro onde estava o presidente dos EUA ia passar momentos depois, estando por isso a vedação a circulação de pessoas na rua.

    Entre eles estava, contudo, uma figura igualmente importante e que acabou por encarar toda a situação com… bastante bom-humor.

    O presidente de França pegou no telefone e ligou diretamente para o responsável pela sua situação.

    Depois do fim de todo o aparato, Macron prosseguiu o seu caminho a pé, sendo parado por vários pedestres.

    Emmanuel Macron se encontra nos EUA, onde participou na Conferência Internacional para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e Implementação da Solução de Dois Estados.

     
    Nova Iorque acolhe Conferência para a Solução de Dois Estados 

    A Conferência Internacional para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e Implementação da Solução de Dois Estados, copresidida pela França e Arábia Saudita, decorreu em Nova York, na qual vários países reconhecerão o Estado palestino.

    Na conferência, a França reconheceu formalmente o Estado da Palestina, uma decisão para promover a paz entre israelitas e palestinos, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron, perante as Nações Unidas.

    “Chegou o momento (…). Declaro que hoje a França reconhece o Estado da Palestina”, afirmou Macron, na abertura da conferência de alto nível sobre a solução dos dois Estados, copresidida por Paris e Riade. 

    Macron sublinhou que estava sendo “fiel ao compromisso histórico da França” no Médio Oriente, onde reconhece que Paris tem “uma responsabilidade histórica”.

    “Devemos fazer tudo para preservar a possibilidade de uma solução de dois Estados, com Israel e a Palestina a viverem lado a lado em paz e segurança”, acrescentou.

    Macron anunciou também que será aberta uma embaixada francesa na Palestina condicionada à libertação de “todos os reféns” detidos pelo movimento islamita Hamas e a um “cessar-fogo” em Gaza.

    França reconhece formalmente o Estado da Palestina: “Chegou o momento” 

    A França reconheceu formalmente o Estado da Palestina, uma decisão para promover a paz entre israelitas e palestinos, anunciou o Presidente francês, Emmanuel Macron, perante as Nações Unidas.

    Macron acrescentou ainda que o reconhecimento é também “uma derrota para o Hamas, bem como para todos aqueles que promovem o antissemitismo e alimentam obsessões anti-sionistas e que querem a destruição do Estado de Israel”.

    A tomada de posição da França é significativa, uma vez que o país é o que tem a maior comunidade judaica da Europa, por ser historicamente um dos mais firmes aliados de Israel e por ter um lugar permanente (e portanto poder de veto) no Conselho de Segurança da ONU, para além de ser uma das principais economias do mundo.

    Macron anunciou também que mais cinco países se juntarão nas próximas horas ao reconhecimento do Estado palestino, como Bélgica, Malta, Luxemburgo, Andorra e São Marino.

    No domingo, Portugal, Reino Unido, Canadá e Austrália formalizaram o reconhecimento do Estado da Palestina.

    Macron é 'barrado' pela polícia de Nova York por causa de… Trump

  • Impeachment não é produto de prateleira para tirar quem você não gosta, diz Barroso

    Impeachment não é produto de prateleira para tirar quem você não gosta, diz Barroso

    Barroso afirmou no Roda Viva que impeachment de ministros do STF só cabe em casos graves e não pode ser usado como ferramenta política. Para ele, ameaças de bolsonaristas nesse sentido desrespeitam a democracia e distorcem o papel institucional da medida

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, disse que o “impeachment não é um produto de prateleira para você tirar da vida pública quem você não gosta\”, ao ser questionado sobre o plano de bolsonaristas de elegerem senadores em número suficiente para aprovar o impeachment de ministros da Corte, sobretudo de Alexandre de Moraes, a partir de 2027.

    “O impeachment é algo grave que você faz e que você aplica quando a pessoa cometeu um crime de responsabilidade, alguma coisa rara, excepcional, fora de padrão, e eu acho muito errado esse discurso”, disse o ministro, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura.

    Barroso afirmou também que “se o ex-presidente [Jair Bolsonaro] tem apoiadores e conseguir elegê-los para o Senado, faz parte da vida democrática”. Ainda de acordo com o ministro, um Congresso conservador não o assusta. “Fazer impeachment de ministro do Supremo não faz nenhum sentido e é uma forma feia de fazer política.”

    Em outra analogia, Barroso disse que o impeachment “é uma forma de você, em vez de jogar o jogo, você quer tirar de campo quem você não gosta.

    Custo do Judiciário

    O presidente do ST reconheceu que o Judiciário é caro – custa 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, mas “é a instituição de maior capilaridade no país”, o que justificaria o alto custo. O Judiciário brasileiro custa o custo da presença do Estado em todo o País e uma presença que faz muita diferença na vida das pessoas”, disse o ministro na entrevista que ocorreu na noite desta segunda-feira, 22.

    Barroso destacou que eventuais abusos devem ser combatidos, mas defendeu os altos salários dos magistrados como forma de recrutar os melhores profissionais. “Se você não paga bem os juízes, você não recruta os melhores nomes para a magistratura, você fica com o que sobrou. Eu não quero o que sobrou. Tem que pagar bem, mas tem que pagar bem dentro da legislação”, disse.

    Impeachment não é produto de prateleira para tirar quem você não gosta, diz Barroso

  • Contas de Tarcísio ficam pressionadas na reta final de ano pré-eleitoral

    Contas de Tarcísio ficam pressionadas na reta final de ano pré-eleitoral

    Deputados da base se queixam da falta de informações sobre as contas públicas e relacionam o caixa fraco à demora na liberação de recursos para convênios e emendas parlamentares. As críticas, porém, não partem apenas de membros do Legislativo

    (FOLHAPRESS) – A combinação de fraudes no ICMS, quedas mensais de arrecadação e críticas por falta de controle de isenções fiscais criou um quadro de alerta entre aliados do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) sobre as finanças de São Paulo na reta final do ano pré-eleitoral.

    Deputados da base se queixam da falta de informações sobre as contas públicas e relacionam o caixa fraco à demora na liberação de recursos para convênios e emendas parlamentares. As críticas, porém, não partem apenas de membros do Legislativo.

    O cenário pressiona a Secretaria da Fazenda e Planejamento, comandada pelo economista Samuel Kinoshita, integrante da cota pessoal de Tarcísio no governo. Auxiliares do governador relatam falta de canais de diálogo com a pasta.

    O governo, em nota, afirma que, no acumulado de janeiro a agosto, a arrecadação apresenta alta real de 0,6% em relação ao mesmo período de 2024. Diz também que reforçou o sistema de controle após o escândalo do ICMS e que o TCE (Tribunal de Contas do Estado) reconheceu avanços na governança das isenções fiscais.

    Os relatórios oficiais, contudo, mostram que em maio, junho, julho e agosto a receita tributária total (que inclui ICMS, IPVA, ITCMD, taxas e outras receitas) foi menor do que a registrada nos mesmos meses de 2024.

    Em agosto, a redução comparativa foi de 4,5%, queda mais forte até aqui. A arrecadação nesse mês foi de R$ 21,5 bilhões, e o acumulado do ano foi de R$ 190,8 bilhões. O PIB paulista, nos últimos 12 meses, registrou alta de 2,5%.

    O quadro ocorre paralelamente à apuração do MP-SP (Ministério Público de São Paulo) sobre corrupção para concessão de créditos de ICMS, também na Fazenda. O esquema envolvia fiscais que cobravam propina para liberar créditos tributários a empresas. As companhias usam esses créditos para abater seus impostos devidos.

    Na última segunda-feira (15), a Justiça homologou três acordos de não persecução penal com dirigentes da Fast Shop, uma das investigadas. O termo de confissão de um deles, o diretor Mario Otávio Gomes, indicou que o esquema funcionou de 2021 a 2025 e deu novas dimensões ao potencial prejuízo público.

    Em sua confissão, obtida pela Folha de S.Paulo, Gomes revelou que a Fast Shop recebeu R$ 1,5 bilhão no período por meio do esquema. Entretanto, desse total, pouco mais de R$ 1 bilhão não vinha de sua própria cadeia “visível”, resultado de ações da própria empresa.

    O ponto central, segundo dois investigadores ouvidos sob reserva, é que o sistema de créditos tributários é tão complexo que não há certeza se esse valor havia sido pago em outra etapa da cadeia produtiva ou se foi criado por fraude.
    Eles foram informados que a Fazenda deve demorar meses até recalcular os impostos pagos e os créditos da empresa -o que trava o avanço da investigação e o mapeamento real do prejuízo causado ao estado.

    A reportagem perguntou à Fazenda por que não está claro ainda o tamanho exato do prejuízo. O governo não respondeu. Disse em nota que, por terem sido emitidos a partir de 2021, os valores são anteriores à gestão Tarcísio e não afetam a arrecadação corrente.

    Segundo a nota enviada, a secretaria reforçou o sistema eletrônico de ressarcimento e passou a fiscalizar 3.404 lançamentos de 2.239 contribuintes. Informou ainda a abertura de nove processos disciplinares, 22 apurações preliminares e o afastamento de seis servidores. A operação, diz o texto, inaugura um plano de fiscalização que vai de setembro de 2025 a fevereiro de 2026, com foco na auditoria e no monitoramento da evolução patrimonial de servidores.

    A operação do MP-SP contra o esquema foi deflagrada em 12 de agosto. Algumas semanas antes, o TCE já havia indicado outro problema na Fazenda paulista, mas relacionado a isenções fiscais (impostos que o governo opta por não receber para estimular alguns setores da economia).

    As contas de 2024 de Tarcísio foram aprovadas no fim de junho, mas o órgão de controle apontou 11 ressalvas. Um relatório que baseou a análise das contas, obtido pela Folha de S.Paulo, detalha os problemas que precisam de solução.

    Os técnicos registraram falhas como falta de precisão nas projeções de renúncia, retrocesso em relação a anos anteriores e concessão de benefícios sem lei específica. Esses casos foram classificados como ilegais e em violação a princípios de transparência. As projeções questionadas indicaram que, no ano passado, as renúncias chegaram a R$ 60 bilhões.

    O documento também apontou indícios de “fruição indevida de benefícios” -quando empresas obtêm isenção de forma irregular- e destacou registros inconsistentes que superestimaram valores. Além disso, alertou para a concentração de incentivos em poucas companhias, inclusive devedoras do estado, o que comprometeria a isonomia e a integridade da política fiscal.

    Sobre as críticas do TCE, o governo reiterou que o órgão reconheceu avanços em governança, transparência e revisão da concessão de benefícios. Afirmou ainda que as medidas que a pasta adota seguem o rito previsto em lei estadual, já declarado constitucional pelo TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo) e pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

    Contas de Tarcísio ficam pressionadas na reta final de ano pré-eleitoral

  • Trump falará em 'retorno da força' dos EUA em discurso na ONU, diz secretária de imprensa

    Trump falará em 'retorno da força' dos EUA em discurso na ONU, diz secretária de imprensa

    Lula abre os discursos da Assembleia-Geral da ONU nesta terça-feira (23), seguido por Donald Trump, mantendo a tradição de Brasil e EUA iniciarem as falas dos chefes de Estado desde 1955. A sessão contará ainda com líderes de mais de 30 países

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – A secretária de imprensa do governo Donald Trump, Karoline Leavitt, afirmou que o presidente americano vai ressaltar o “retorno da força” do país em seu primeiro discurso do segundo mandato para a Assembleia-Geral da ONU. Trump falará logo após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Outro ponto central, segundo Leavitt, será uma “fala dura” sobre o que chamou de “fracassos do globalismo” -termo usado pela direita americana para criticar esforços de cooperação internacional e multilateralismo.

    Trump falará em 'retorno da força' dos EUA em discurso na ONU, diz secretária de imprensa

  • Infiltrados deixarão 'A Fazenda 17' nesta terça

    Infiltrados deixarão 'A Fazenda 17' nesta terça

    Adriane Galisteu confirmou que Carol e Matheus sairão de A Fazenda 17 nesta terça (23), mas seguirão de stand-by para possível retorno. Nas redes sociais, fãs pedem a permanência da dupla, que movimentou romances, rivalidades e memes no reality

    (CBS NEWS) – Infiltrados em A Fazenda 17 (Record), os participantes Carol e Matheus sairão do reality nesta noite de terça-feira (23). Essa informação foi confirmada pela apresentadora, Adriane Galisteu.

    Segundo ela, ambos vão se despedir e virar “stand-by”, ou seja, ficarão à disposição da produção para retornar ao programa em caso de expulsão ou desistência. Essa condição, porém, durará apenas até certo momento do jogo.

    Uma dinâmica de votação selará o desfecho da dupla. Todos os peões votarão sobre a identidade dos infiltrados. Se cinco ou mais deles votarem em Carol ou Matheus, um valor de R$ 50 mil será dividido entre os votantes. Caso isso não aconteça, os infiltrados ganharão o dinheiro.

    Pelas redes sociais, muita gente pede que a dupla permaneça no jogo. A hashtag #CarelliDeixaosInfiltrados foi alçada a um dos temas de maior discussão no X.

    “O Carelli fez uma dinâmica achando que a gente não iria se apegar aos infiltrados, corta para eles sendo necessários em vários núcleos do programa. Romance, rivalidade feminina, memes e antagonismo. Queremos os dois no elenco principal”, postou um seguidor.

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