Autor: REDAÇÃO

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    Senado aprova pauta-bomba e autoriza renegociação de dívidas rurais sem acordo com governo

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  • São Paulo abre conversas com Arthur Chaves, zagueiro do Hoffenheim

    São Paulo abre conversas com Arthur Chaves, zagueiro do Hoffenheim

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) – Após ver as negociações por Domingos Duarte fracassarem, o São Paulo abriu conversas por Arthur Chaves, zagueiro brasileiro do Hoffenheim, da Alemanha.

    A interlocução inicial entre as partes foi considerada positiva, mas ainda não houve apresentação de proposta oficial. As conversas são consideradas preliminares.

    Arthur Chaves tem 25 anos, foi revelado pelo Avaí e pertence ao Hoffenheim, da Alemanha. Na última temporada, atuou por empréstimo no Augsburg, também do futebol alemão. O jogador possui contrato com o Hoffenheim até junho de 2029.

    A busca por um zagueiro ganhou força nos bastidores do Morumbis após o encerramento das tratativas com Domingos Duarte. A diretoria entende que a posição é uma das prioridades para a sequência da temporada e segue monitorando alternativas tanto no mercado nacional quanto no mercado europeu.

    NEGOCIAÇÃO FRUSTRADA POR DOMINGOS DUARTE

    Antes de avançar por Arthur Chaves, o São Paulo concentrou esforços na tentativa de contratar Domingos Duarte. Livre no mercado, o defensor português foi alvo de uma série de conversas com a diretoria tricolor nos últimos dikas.

    O clube apresentou diferentes modelos de contrato durante as negociações e buscou alternativas para viabilizar o acordo. Apesar disso, as partes não conseguiram chegar a um consenso sobre os termos financeiros da operação.

    Domingos Duarte rejeitou as condições apresentadas pelo São Paulo e pediu valores acima do que o clube considerava viável para a contratação. Diante do impasse, as tratativas foram encerradas e a diretoria passou a trabalhar em novos nomes para o setor defensivo.

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    Copa do Mundo começa tensa com polêmicas de Trump

    Nesta quinta-feira (11), começa a Copa do Mundo 2026 com o primeiro de 104 jogos. Será no mítico Estádio Azteca que o México e a África do Sul vão…
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    EUA lançam novos ataques contra Irã; forças iranianas fecham Ormuz

    Os Estados Unidos iniciaram uma nova rodada de ataques contra múltiplos alvos no Irã durante a noite, informou o Exército norte-americano nesta qua…
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  • Fifa exige mudanças em uniformes do Haiti às vésperas do início da Copa

    Fifa exige mudanças em uniformes do Haiti às vésperas do início da Copa

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O uniforme do Haiti para a Copa do Mundo terá de ser alterado por determinação da Fifa, relatou a Saeta, empresa de material esportivo responsável pela fabricação.

    Em comunicado divulgado em suas redes sociais, a empresa disse que a Fifa, em meio a um processo de revisão do material, considerou que elementos visuais poderiam ter interpretações diferentes “à luz de seus regulamentos para equipamentos” e, por isso, pediu mudanças.

    A Saeta não detalha, na nota, quais seriam esses elementos visuais, mas diz que o processo de criação buscou celebrar o “orgulho, resistência e espírito do povo haitiano”.

    O comunicado afirma que muitos conceitos foram trabalhados e refinados no decorrer de meses, sempre submetidos aos padrões Fifa.

    O elemento visual sujeito a “interpretações diferentes” seria uma representação alusiva à Batalha de Vertières, importante marco histórico da independência do Haiti em relação à França.

    Em outra publicação no Instagram, a Saeta apresentou o design dos kits para a Copa em um vídeo e mostra o detalhe próximo à barra das camisas, com a inscrição 1974-2026. O ano de 1974 marcou a última vez em que a equipe haitiana de futebol se classificou para o torneio.

    “O design final da Saeta pretendia ser um tributo aos homens e mulheres que contribuem diariamente para o futuro do Haiti e não foi pensado como um manifesto político”, diz a fabricante, em nota.

    O Haiti é um dos adversários do Brasil na fase de grupos e chega à Copa em situação particular, com seus jogadores vivendo longe do território.

    O país é hoje também o único das Américas cujos cidadãos estão impedidos de viajar para os Estados Unidos, coanfitrião do torneio ao lado de México e Canadá.

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    Regressar à Terra é "mais duro" do que viajar para o espaço

    A astronauta norte-americana Peggy Whitson disse que regressar ao planeta Terra é mais duro do que viajar até ao espaço, e destacou o papel da fisi…
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    Preço do petróleo sobe mais de 3% com volta de ataques entre EUA e Irã

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  • Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

    Copa: Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

    O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

    Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

    “O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022″, lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

     

     

    Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

    Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

    Abertura da Copa do Mundo

    O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

    Outros destaques 

    Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

    “Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

    O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

    O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

    “O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

     

    Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

    “São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

    A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

    Seleções estreantes 

    Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

    A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

     

     

    Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

    Riscos

    Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

    “Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

    Seleções africanas no Mundial 2026

    • África do Sul 
    • Argélia 
    • Cabo Verde 
    • Costa do Marfim
    • Egito 
    • Gana 
    • Marrocos
    • República Democrática do Congo
    • Senegal 
    • Tunísia


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