Categoria: ECONOMIA

  • É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

    É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

    Em entrevista, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, incluiu o Brasil entre os países que, segundo ele, precisam “abrir seus mercados” para não prejudicar a economia americana. A declaração ocorre em meio ao tarifaço de Donald Trump e às negociações com Lula

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, disse que é preciso “consertar” o Brasil e “um monte de países” que prejudicam comercialmente os Estados Unidos. A declaração foi dada em entrevista à emissora News Nation, neste sábado (27).

    Lutnick citou Brasil, Suíça e Índia, entre os países “para consertar”. “Esses são países que precisam reagir corretamente aos Estados Unidos. Abrir seus mercados, parar de tomar ações que prejudiquem os Estados Unidos, e é por isso que estamos em desvantagem com eles”, afirmou.

    De acordo com o secretário, as tarifas aplicadas por Donald Trump serão mantidas até que esses países abram seus mercados e com isso entendam que, “se querem vender para os consumidores americanos, é preciso ‘jogar bola’ com o presidente dos Estados Unidos.”

    “Um país pequeno como a Suíça tem um déficit comercial de US$ 40 bilhões [R$ 213,7 bilhões] com os EUA. Eles dizem: ‘Bem, é um pequeno país rico’. Sabe por que eles são um pequeno país rico? Porque nos vendem US$ 40 bilhões a mais em produtos”, disse Lutnick.

    Como já foi constatado desde antes do início do tarifaço, os Estados Unidos têm superávit na relação comercial com o Brasil. A diferença entre o que os americanos venderam e o que compraram em bens e serviços do Brasil em 2024 somou US$ 28,6 bilhões (R$ 152,8 bilhões). Este foi o saldo positivo para a nação comandada por Trump.

    Incluído em agosto no tarifaço de 50% aplicado pelos EUA a produtos de diversos países, o Brasil foi a única nação citada pelo secretário que não integra a nova rodada de tarifas anunciada por Donald Trump. A partir de 1º de outubro, penalizações que variam de 25% a 100% vão atingir setores como medicamentos, caminhões pesados, móveis e utensílios domésticos, afetando Irlanda, Suíça, Austrália, Coreia do Sul, Reino Unido, Índia, México, Alemanha, China, Japão, entre outros países.

    A proposta do tarifaço pretende proteger a indústria americana dos produtos importados. É em razão dessa política, no entanto, que o dólar vem perdendo valor em todo o mundo e é esperado um aumento da inflação no território americano.

    Em breve encontro na semana passada, durante a abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, Donald Trump encontrou rapidamente o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e disse que entre eles ocorreu “uma química excelente. Os mandatários dos dois países devem se reunir presencialmente nos próximos dias.

    É preciso 'consertar' o Brasil, diz secretário de Comércio de Trump

  • Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

    Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

    Trump voltou a defender as tarifas comerciais, alegando que elas garantem a liderança dos EUA em inteligência artificial e atraem empresas para o país. Segundo ele, companhias automotivas e de tecnologia já estão transferindo parte da produção da China, México e Canadá para território american

    O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta segunda-feira (29) sua política de tarifas comerciais, afirmando que elas são fundamentais para manter o país na liderança global em inteligência artificial (IA), atrair novos investimentos e fortalecer a indústria nacional. “Se tirássemos tarifas, seríamos um país de terceiro mundo”, declarou a repórteres.

    Segundo o republicano, as medidas têm incentivado empresas, especialmente dos setores automotivo e de tecnologia, a transferirem parte da produção para os EUA, deixando países como China, México e Canadá. Trump voltou a afirmar que a dependência econômica é maior do lado chinês: “A China precisa mais dos Estados Unidos do que nós precisamos dela”, disse.

    Trump: 'Se tirássemos tarifas, seríamos país de terceiro mundo'

  • STF tem maioria para manter prisão de Careca do INSS e empresário Maurício Camisotti

    STF tem maioria para manter prisão de Careca do INSS e empresário Maurício Camisotti

    Foram favoráveis à prisão preventiva os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques. Gilmar Mendes se declarou impedido de julgar o caso; resta o voto de Dias Toffoli.

    CÉZAR FEITOZA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria neste domingo (28) para manter presos o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e o empresário Maurício Camisotti, envolvidos no escândalo dos descontos indevidos do INSS.

    Foram favoráveis à prisão preventiva os ministros André Mendonça, Edson Fachin e Nunes Marques. Gilmar Mendes se declarou impedido de julgar o caso; resta o voto de Dias Toffoli.
    O julgamento ocorre no plenário virtual do STF, com término previsto para a próxima sexta-feira (3).

    A prisão foi solicitada pela Polícia Federal sob o argumento de que a dupla tentava frustrar as investigações sobre os desvios de recursos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), com acesso a informações sigilosas das operações e “intensa movimentação de ativos financeiros com vistas à ocultação do patrimônio”.

    Os investigadores também apontaram risco de fuga do país como fundamento para a prisão preventiva do empresário e do Careca do INSS.

    Segundo o ministro André Mendonça, a Polícia Federal demonstrou, de modo “robusto e consistente, o caráter urgente e imprescindível [da prisão preventiva]”.

    Antunes é apontado como peça central de um esquema de descontos irregulares em aposentadorias junto com Camisotti, que supostamente seria sócio oculto de uma das entidades beneficiadas pelos descontos irregulares.

    Apontado em investigação como “epicentro da corrupção ativa” e lobista profundamente envolvido no “esquema de descontos ilegais de aposentadorias”, Antunes recebeu R$ 53,58 milhões de entidades associativas e de intermediárias, de acordo com a investigação da Polícia Federal.

    Segundo relatório de investigadores, o pagamento ocorreu por meio de empresas de Antunes, que teria repassado R$ 9,32 milhões a servidores e companhias ligadas à cúpula do INSS.

    Empresas de Antunes teriam feito repasses de R$ 6,8 milhões para firmas de altos funcionários do INSS também investigados, segundo depoimento de Rubens Oliveira, apontado como um intermediário do esquema.

    Como a Folha mostrou, Antunes comprou salas comerciais e pagou R$ 700 mil com Pix. Também deixou de registrar imóveis comprados por meio de uma empresa offshore.

    Na semana passada, em depoimento à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que investiga descontos irregulares, ele negou que tenha tentado obstruir investigações sobre as fraudes, motivo que teria levado à sua prisão preventiva.

    Antunes declarou que prestava serviços a entidades investigadas, mas que não era ele quem prospectava clientes ou programa descontos em benefícios. “Não sou responsável, nunca fui, não tenho expertise para esse lado da bandidagem”, afirmou.

    “Jamais fui responsável pelo recrutamento de associados, tampouco exerci qualquer ingerência sobre a inserção de dados no sistema do INSS. Todos os serviços contratados pelas associações tinham como destinatário final o próprio associado aposentado, beneficiário direto das atividades desempenhadas”, disse ele.

    A CPI do INSS tem nova sessão na segunda-feira (29) para ouvir outros dois investigados pelas fraudes no sistema previdenciário. Um deles é Fernando Cavalcanti, sócio do advogado Nelson Wilians, e o outro é Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer (Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais).

    STF tem maioria para manter prisão de Careca do INSS e empresário Maurício Camisotti

  • Mercadante diz que BNDES vai proteger empresas prejudicadas por tarifas de Trump

    Mercadante diz que BNDES vai proteger empresas prejudicadas por tarifas de Trump

    Mercadante explicou que o banco tem uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para as empresas afetadas pelo tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para ele, o Brasil \”entrou de gaiato na história\” das tarifas. Ele anunciou que nos próximos dias mais R$ 5 bilhões serão disponibilizados em financiamentos para as empresas.

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) tem como objetivo proteger as empresas afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos, disse hoje o presidente do banco, Aloizio Mercadante, em entrevista ao programa \”Brasil do Povo\”, de José Luiz Datena na Rede TV.

    Mercadante explicou que o banco tem uma linha de crédito de R$ 30 bilhões para as empresas afetadas pelo tarifaço anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Para ele, o Brasil \”entrou de gaiato na história\” das tarifas. Ele anunciou que nos próximos dias mais R$ 5 bilhões serão disponibilizados em financiamentos para as empresas.

    Mercadante também disse que não sabe as razões pelas quais os Estados Unidos estão agindo assim em relação ao Brasil, mas disse entender que uma das causas dessas brigas está nas redes sociais, que \”intoxicam as relações sociais e polarizam a sociedade\”.

    Mercadante diz que BNDES vai proteger empresas prejudicadas por tarifas de Trump

  • Fortuna de Trump quase dobra em um ano e vai a R$ 39 bi

    Fortuna de Trump quase dobra em um ano e vai a R$ 39 bi

    O crescimento foi impulsionado principalmente pelas criptomoedas, que adicionaram cerca de US$ 2 bilhões ao patrimônio de Trump após sua vitória eleitoral.

    O patrimônio do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quase dobrou em apenas um ano, segundo a revista Forbes. A fortuna saltou de US$ 3,9 bilhões, em 2024, para US$ 7,3 bilhões (cerca de R$ 39 bilhões) em 2025, uma valorização de 87%.

    O crescimento foi impulsionado principalmente pelas criptomoedas, que adicionaram cerca de US$ 2 bilhões ao patrimônio de Trump após sua vitória eleitoral. O presidente também ganhou US$ 500 milhões ao reverter uma condenação por fraude em Nova York e viu seus negócios de licenciamento, antes estagnados, crescerem US$ 400 milhões com empreendedores estrangeiros disputando contratos com sua marca.

    Segundo a Forbes, o aumento em 2025 foi o maior da história do republicano, cuja fortuna passou por altos e baixos ao longo das décadas.

    Divisão da fortuna
    As criptomoedas e ativos líquidos somam US$ 2,4 bilhões. Entre eles estão US$ 709 milhões em memecoins lançadas antes da posse e US$ 338 milhões em tokens da World Liberty Financial (WLF), projeto da família Trump. A stablecoin criada pelo WLF, atrelada ao dólar, rendeu US$ 235 milhões, enquanto uma participação na empresa Alt5 trouxe mais US$ 12 milhões.

    A Truth Social, rede social de Trump, vale US$ 2 bilhões, apesar de prejuízo líquido de US$ 401 milhões em 2024 e queda de 12% na receita. Investidores simpatizantes do presidente mantêm as ações valorizadas, segundo a revista.

    Trump também tem US$ 1,3 bilhão em clubes de golfe e resorts. O Mar-a-Lago, na Flórida, sozinho vale US$ 490 milhões, enquanto o Trump National Doral Miami recuperou a clientela após a pandemia e dobrou lucros. Na Europa, três campos de golfe valem US$ 118 milhões.

    Seus investimentos imobiliários somam US$ 1,2 bilhão, incluindo participação em prédios icônicos como a Trump Tower, o 555 California Street, em São Francisco, e o 1290 Avenue of the Americas, em Nova York.

    Outros US$ 501 milhões vêm do licenciamento da marca Trump, além de aeronaves, pensões e empréstimos para familiares. Segundo a Forbes, com mais anos de mandato pela frente, a expectativa é que a fortuna do presidente cresça ainda mais.

    Fortuna de Trump quase dobra em um ano e vai a R$ 39 bi

  • Portugal quer 200 mil argentinos/ano até 2029 e chegar ao milhão até 2035

    Portugal quer 200 mil argentinos/ano até 2029 e chegar ao milhão até 2035

    Autoridades do Turismo de Portugal preveem duplicar o número anual de turistas argentinos até 2029 e multiplicar por dez até 2035, datas que podem ser antecipadas se a TAP iniciar um voo direto entre Lisboa e Buenos Aires.

    Estamos com cerca de 75 mil argentinos por ano visitando Portugal. Nosso objetivo é chegar a 100 mil até o final de 2026 e dobrar esse número nos dois ou três anos seguintes”, disse à agência Lusa a administradora do Conselho Diretivo do Turismo de Portugal, Lídia Monteiro, neste sábado, durante a abertura da Feira Internacional de Turismo (FIT) de Buenos Aires, a maior da América Latina e a terceira maior do mundo.

    Até o próximo dia 30, Portugal tem a oportunidade única de aproveitar a vitrine de ser o país de honra no evento realizado na Argentina.

    “Esperamos que a presença como país convidado nesta feira possa despertar, no mercado argentino, uma curiosidade sobre Portugal e, assim, aumentar o número de viajantes da Argentina para o nosso país”, afirmou Monteiro, enquanto os visitantes conheciam queijos e doces portugueses no estande.

    A meta de, pelo menos, 200 mil turistas argentinos começa a ser construída nesta FIT 2025 e é considerada um número conservador, já que o território ainda é praticamente inexplorado para as autoridades do Turismo de Portugal, mais acostumadas a trabalhar na região com o público brasileiro.

    “Poderia ser mais de 200 mil, porque acreditamos que este é um mercado no qual as nossas relações culturais já são fortes, o que facilita o interesse dos argentinos em visitar Portugal”, reconheceu.

    Ao lado de Lídia Monteiro, o coordenador da instituição para a América do Sul, Bernardo Barreiros Cardoso, foi mais ousado:

    “Quero atingir um milhão de turistas argentinos em Portugal dentro de 10 anos. Esse é um número razoável, considerando que a Espanha recebe 2,5 milhões de argentinos, bem ao nosso lado. É questão de trabalhar bem esse mercado”, afirmou.

    As metas podem ser alcançadas mais cedo se as autoridades portuguesas conseguirem viabilizar um voo direto entre Lisboa e Buenos Aires, atualmente inexistente. Todo o esforço diplomático está voltado para a TAP.

    “Sim, esse é um grande desafio, sem dúvida. Se isso acontecer, dependerá do volume da conectividade (frequência de voos e capacidade dos aviões), mas precisamos sempre pensar que a conectividade aumenta diretamente, pelo menos, 25% do fluxo turístico. E sabemos que o turismo tem impacto indireto na economia, estimulando outros negócios”, explicou Lídia Monteiro.

    Outra possibilidade seria a estatal Aerolíneas Argentinas ligar Buenos Aires a Lisboa, mas a companhia passa por uma profunda reestruturação interna, enfrenta falta de aviões e tem planos, inclusive, de privatização. Consultado pela Lusa, o presidente da Aerolíneas Argentinas, Fabián Lombardo, descartou por enquanto a hipótese de um voo direto.

    Esta é a primeira vez que Portugal participa da Feira Internacional de Turismo da América Latina, levando 13 empresas de turismo (agências, operadoras e hotéis), além de três regiões representadas: Porto/Norte, Alentejo e Centro.

    “Assim que fomos escolhidos como país convidado, as empresas portuguesas demonstraram grande interesse no mercado argentino. Estamos iniciando uma relação empresarial que representa um grande desafio para essas empresas”, destacou Lídia Monteiro.

    Sete artistas argentinos foram convidados a retratar regiões de Portugal em aquarela e desenho à mão. Neste sábado, a Lusa acompanhou os artistas pintando o Algarve, o Alentejo, os Açores, o Centro de Portugal, Lisboa e a Madeira.

    Todos os dias, até 30 de setembro, o estande de Portugal oferece degustação de azeites, queijos, licores e doces portugueses.

    O público argentino é maioria nos fins de semana, enquanto durante a semana predominam os operadores de turismo. Os primeiros querem descobrir Portugal; os segundos negociam pacotes que incluem hotéis e voos — por enquanto, apenas com conexões no Brasil ou na Espanha.

    Portugal quer 200 mil argentinos/ano até 2029 e chegar ao milhão até 2035

  • INSS faz mutirão de perícias em 35 cidades

    INSS faz mutirão de perícias em 35 cidades

    Com uso dessa tecnologia, o Instituto do Seguro Social (INSS) pretende alcançar regiões onde há poucos peritos, evitando a necessidade de longos deslocamentos – ampliando ainda mais o acesso da população aos benefícios, além de reduzir o tempo de espera dos beneficiários.

    O Ministério da Previdência Social fará, neste fim de semana, mutirões de perícias médicas em 35 cidades. A expectativa indica que hoje e domingo (28) mais de cinco mil pessoas sejam beneficiadas, uma vez que a maior parte dos atendimentos poderá ser feita por meio de telemedicina (perícia conectada).

    Com uso dessa tecnologia, o Instituto do Seguro Social (INSS) pretende alcançar regiões onde há poucos peritos, evitando a necessidade de longos deslocamentos – ampliando ainda mais o acesso da população aos benefícios, além de reduzir o tempo de espera dos beneficiários.

    Atendimentos

    De acordo com o Ministério da Previdência Social, o maior número de vagas foi ofertado para a Região Sul. “Serão 800 atendimentos na cidade de Joinville (SC), 400 vagas em Curitiba (PR) e 374 atendimentos em Cascavel (PR)”, informou a pasta.

     

    Os atendimentos serão dirigidos a pessoas que já haviam agendado atendimento pericial, mas que estavam com tempo de espera elevado. O ministério informou que a perícia conectada tem “a mesma segurança e os mesmos princípios basilares” do atendimento presencial, preservando a privacidade e o sigilo do atendimento pericial.

    “As perícias conectadas também serão utilizadas em perícias iniciais para benefício por incapacidade temporária (antigo auxílio-doença) que não foram conformados no Atestmed (análise documental), além de avaliações médicas de requerimentos de Benefício de Prestação Continuada (BPC) à pessoa com deficiência e nas revisões desses benefícios assistenciais (REVBPC)”, detalhou o ministério.

    Informações sobre o atendimento pericial podem ser obtidas por meio da Central 135; pelo aplicativo Meu INSS; ou no site.

    Veja onde haverá mutirão

    Amazonas

    Tabatinga (sábado)

    Manacapuru

    Itacoatiara

    Presidente Figueiredo (domingo)

    Iranduba

    Bahia

    Irecê

    Paripiranga

    Caetité (sábado)

    Barreiras

    Santa Rita de Cássia

    Eunápolis

    Cruz das Almas

    Nazaré

    Ceará

    Ubajara

    Pará

    Goianésia do Pará

    Redenção/Pará

    Marabá

    São Geraldo do Araguaia

    Rondon do Pará

    Jacundá

    Xinguara

    Parauapebas

    Conceição do Araguaia (sábado)

    Paraná

    Campo Mourão

    Maringá

    Cascavel

    Francisco Beltrão

    Marechal Candido Rondon

    Medianeira

    Ponta Grossa

    Cianorte

    Curitiba

    Rio Grande do Sul

    Santa Rosa

    Frederico Westphalen

    Santa Catarina

    Joinville

     

    INSS faz mutirão de perícias em 35 cidades

  • Haddad diz que ataques hackers via Pix podem trazer prejuízos bilionários ao setor financeiro

    Haddad diz que ataques hackers via Pix podem trazer prejuízos bilionários ao setor financeiro

    Bancos, fintechs e provedores de TI no Brasil têm sido alvos de golpes que chegam a cerca de R$ 1 bilhão. \”As instituições podem ter prejuízos milionários\”, declarou o ministro durante entrevista ao Podcast 3 Irmãos.

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que ataques hackers a instituições financeiras envolvendo o Pix podem trazer prejuízos bilionários ao setor.

    Bancos, fintechs e provedores de TI no Brasil têm sido alvos de golpes que chegam a cerca de R$ 1 bilhão. \”As instituições podem ter prejuízos milionários\”, declarou o ministro durante entrevista ao Podcast 3 Irmãos.

    O chefe da pasta apontou que o Pix vem enfrentando críticas de empresas de cartão de crédito que temem perder o mercado e defendeu o sistema de pagamento instantâneo.

    \”Se perder, o cara tem que ter oportunidade de usar o Pix se ele quiser.\” Ele citou também a investida do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, que abriu investigação por conta do serviço. \”É uma coisa de desinformado, o Pix é uma moeda digital soberana\”, declarou o ministro. \”

    Haddad diz que ataques hackers via Pix podem trazer prejuízos bilionários ao setor financeiro

  • BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

    BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

    Quem for banido do Pix só poderá apresentar um novo pedido de adesão após 60 meses -antes esse prazo era de 12 meses. Não foram informadas quantas instituições podem ser atingidas pela mudança.

    NATHALIA GARCIA
    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Banco Central anunciou nesta sexta-feira (26) mudanças no regulamento do Pix para apertar regras de penalidades e reforçar a segurança do sistema financeiro.
    Entre as novidades, prevê excluir do serviço instituições que não cumpram a exigência de patrimônio líquido mínimo de R$ 5 milhões. Quem for banido do Pix só poderá apresentar um novo pedido de adesão após 60 meses -antes esse prazo era de 12 meses. Não foram informadas quantas instituições podem ser atingidas pela mudança.

    A autoridade monetária também determinou a ampliação do bloqueio cautelar para pessoas jurídicas -anteriormente essa norma era aplicável apenas a pessoas físicas.

    Esse mecanismo permite ao banco bloquear os recursos na conta do cliente que recebeu o dinheiro em caso de suspeita de fraude, para que seja feita uma análise mais aprofundada da operação.

    Além disso, a partir de agora, as instituições que criarem ou aceitarem uma marcação de fraude em uma transação devem obrigatoriamente restringir a iniciação ou o recebimento de operações via Pix daquele cliente envolvido.

    A autarquia também propôs um debate, no grupo estratégico de segurança do Pix, para definir critérios para que uma transação seja qualificada como “fundada suspeita de fraude” ou “suspeita de fraude”.

    O Banco Central deu ainda direito para as instituições estabelecerem limites de valor por transação via Pix com base apenas no perfil de risco e no comportamento do cliente, desvinculando a obrigatoriedade de ter o mesmo limite da TED (Transferência Eletrônica Disponível).

    Conforme os parâmetros atualizados do manual de penalidades do Pix, as multas são distribuídas em faixas considerando a capacidade econômica das instituições.

    Quando uma instituição deixar de informar ao BC fatos que possam comprometer a integridade ou a segurança do Pix, por exemplo, o valor-base da multa aplicável vai de R$ 300 mil a R$ 1 milhão -cifra que deve ser multiplicada em função do porte do participante envolvido.

    Conforme o normativo, as instituições podem ser punidas com exclusão do Pix em episódios que potencialmente causem danos maiores ao sistema. O mesmo vale para casos de reincidência de descumprimentos do regulamento, que já tenham sido punidos antes com multa.

    Por outro lado, se houver reparação dos danos causados (desde que comprovada documentalmente), o regulamento prevê uma redução de 20% no valor da multa aplicada à instituição.

    “O documento contempla novos parâmetros que conferem ao BCB [Banco Central do Brasil] capacidade para aplicar medidas efetivas, proporcionais e dissuasivas”, afirmou a autoridade monetária em nota.

    O aperto em brechas tecnológicas e regulatórias já constava na agenda regulatória do BC para este ano, mas o tema ganhou mais urgência depois dos ataques hackers que provocaram desvios milionários de recursos.

    Neste ano, foram registrados até agora oito incidentes cibernéticos, com desvios que somam cerca de R$ 1,5 bilhão ao todo -cerca de R$ 850 milhões foram recuperados.

    BC reforça segurança do Pix e excluirá do sistema instituições com patrimônio líquido inferior a R$ 5 mi

  • A causa da queda nas vendas de carros da Tesla

    A causa da queda nas vendas de carros da Tesla

    A Tesla está sendo guiada na direção errada?

    Uma onda recente de protestos pacíficos contra a fabricante norte-americana de carros elétricos Tesla também resultou em vandalismo em diversos veículos, concessionárias e estações de recarga na América do Norte e na Europa. Como consequência dessas manifestações globais, as ações da Tesla foram afetadas, enquanto as vendas dos carros em geral despencaram. Então, quem, ou o quê, é o culpado pela queda na sorte da Tesla? Qual o papel de Donald Trump e Elon Musk nisso?

    Clique na galeria a seguir e descubra o que está impulsionando a reversão nas vendas de carros da Tesla.

    A causa da queda nas vendas de carros da Tesla