Categoria: ECONOMIA

  • Lucro líquido do BNDES atinge R$ 9,6 bi no 4º tri e R$ 26,8 bi em 2025

    Lucro líquido do BNDES atinge R$ 9,6 bi no 4º tri e R$ 26,8 bi em 2025

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social registrou lucro líquido de R$ 9,6 bilhões na última etapa de 2025, alta de 30% em relação ao quarto trimestre de 2024

    O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) encerrou o quarto trimestre de 2025 com avanço nos resultados, impulsionado pelo desempenho do resultado financeiro – com ganhos de crédito e tesouraria, associados ao crescimento dos ativos – e pela expansão consistente da demanda por crédito, segundo dados divulgados pelo banco. O banco de fomento registrou lucro líquido de R$ 9,6 bilhões na última etapa de 2025, alta de 30% em relação ao quarto trimestre de 2024. Já o lucro recorrente somou R$ 4 bilhões no período, crescimento de 19% na mesma comparação.

    No consolidado de 2025, o lucro recorrente atingiu R$ 15,2 bilhões, o maior da história do banco, com um avanço de 15% ante 2024. O lucro líquido, por sua vez, avançou 1,7% em 2025, atingindo R$ 26,8 bilhões.

    “Tivemos resultados muito forte no quarto trimestre de 2025 em relação a 2024”, afirmou o presidente da instituição, Aloizio Mercadante, ao comentar o balanço do período.

    Para Mercadante, o desempenho reflete um ciclo de expansão sustentado. “O crescimento acelerado tem sido feito de forma muito consistente”, disse.

    O executivo frisou que o banco atingiu o segundo melhor resultado do sistema financeiro”, atribuindo o patamar de rentabilidade à retomada do protagonismo do BNDES no financiamento de longo prazo e ao aumento da atividade operacional.

    Ainda segundo o presidente, a expansão do balanço ocorre sem perda de robustez. “Os ativos do banco estão chegando a R$ 1 trilhão, uma expansão sólida”, disse. Os ativos totais superaram R$ 962 bilhões – o maior valor nominal da série, com alta de mais de 40% desde 2022.

    Carteira de crédito

    A carteira de crédito do BNDES – incluindo debêntures e recebíveis – atingiu R$ 664 bilhões em 2025, alta de 13,4%, no maior patamar desde 2016, conforme o banco. A instituição também informou que o caixa livre atingiu R$ 61 bilhões em 2025, montante quatro vezes superior ao disponível em 2022.

    Na leitura da administração, o resultado operacional de 2025 apresentou forte crescimento, sustentado pelo aumento da demanda por crédito frente a 2024.

    Nesse contexto, Mercadante disse que a instituição está “fomentando crédito com R$ 1 bilhão por dia, o que é fantástico”.

    Ele também mencionou a eficiência interna: “funcionários geram cerca de R$ 9 milhões de resultado ao ano cada”, em referência à produtividade do corpo técnico.

    Consultas e aprovações

    Em 2025, as consultas somaram R$ 389,2 bilhões, alta de 19% ante 2024 e de 170% em relação a 2022. As aprovações de crédito totalizaram R$ 237,9 bilhões, aumento de 12% frente a 2024 e de 80% contra 2022.

    Na abertura por setores, o banco destacou que as aprovações para a indústria subiram 215% ante 2022, para R$ 71 bilhões. Em comércio e serviços, houve aumento de 125%, para R$ 41,2 bilhões, e, na agropecuária, avanço de 100%, para R$ 54,3 bilhões.

    Comparação com triênio anterior

    Ao ampliar a comparação para o acumulado de 2023 a 2025 – período que abrange o governo Lula e a presidência de Mercadante no posto de presidente do BNDES -, a instituição informou que o montante do triênio foi 86% maior do que o observado entre 2019 e 2021, durante o governo Bolsonaro.

    No mesmo recorte, as consultas cresceram 221%, as aprovações avançaram 164% e os desembolsos aumentaram 126% em relação ao triênio anterior, sinalizando aceleração do ciclo de crédito e maior presença do banco no financiamento.

    Dividendos e carteira de ações

    Mercadante também afirmou que o BNDES tem realizado “pagamento de dividendos acima do teto da legislação”, destacando que, no início de sua gestão, havia limitações de caixa e pressões para a venda da carteira de ações.

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  • Motta diz que não fará discussão 'atropelada' sobre escala 6×1

    Motta diz que não fará discussão 'atropelada' sobre escala 6×1

    “Nós não vamos conduzir esse debate de maneira atropelada, de maneira descompromissada, sem medir as consequências”, disse o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB)

    O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que não fará uma discussão “atropelada” sobre o fim da escala 6×1 e disse que a tramitação por meio de proposta de emenda à Constituição (PEC) vai obrigar que os interessados na matéria busquem convergência.

    As declarações ocorreram nesta terça-feira, 17, durante almoço realizado pela Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE), em Brasília. A FPE é presidida pelo deputado Joaquim Passarinho (PL-PA) e tem a participação de 205 deputados e 46 senadores.

    “Por mais que estejamos em ano de eleição, nós não vamos conduzir esse debate de maneira atropelada, de maneira descompromissada, sem medir as consequências. Até porque isso deve até preocupar o próprio governo. Por quê? Porque um efeito negativo na economia é ruim para todos”, disse.

    Motta também disse que os setores econômicos devem informar os impactos práticos do fim da escala 6×1 na economia e destacou que a tramitação por meio de PEC possibilita tempo para isso. O presidente da Câmara disse que há, sim, como avançar com a discussão.

    “Todo setor aqui representado deve primeiramente, por mais complexo que seja o tema, se sentir satisfeito pelo formato dado pelo presidente da Câmara para a discussão dessa matéria”, declarou Motta. “Isso obriga todos os interessados a terem a capacidade de encontrar uma maior convergência”, afirmou.

    Na sequência, o presidente da Câmara lembrou que o governo queria enviar um projeto de lei sob urgência constitucional sobre o tema ao Congresso Nacional. Ele disse ter notado que o governo não pretende mais encaminhar a proposta nesse formato.

    “Todos sabem que, se dependesse da vontade do governo e de alguns partidos representados na casa legitimamente, o caminho legislativo não teria sido o de proposta de emenda à Constituição”, disse.

    Motta diz que não fará discussão 'atropelada' sobre escala 6×1

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  • BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

    BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

    Banco estava sob intervenção desde novembro e teve liquidação decretada após relatório indicar inviabilidade das operações. Medida mantém bloqueio de bens de controladores e encerra tentativa de continuidade dos negócios ligados ao grupo financeiro

    (FOLHAPRESS) – O Banco Central decretou nesta terça-feira (17) a liquidação do Banco Master Múltiplo, que desde 18 de novembro estava submetido ao regime de administração especial temporária. A instituição pertencia ao conglomerado de Daniel Vorcaro.

    Na administração especial, as atividades da instituição seguem em operação, mas os dirigentes perdem seus mandatos e são substituídos por pessoa jurídica especializada, com plenos poderes de gestão. A EFB Regimes Especiais de Empresas tinha sido nomeada pela autoridade monetária no ano passado para executar essa função.

    Esse regime, chamado de Raet, poderia ser mantido por até 120 dias, prazo que no caso do Master Múltiplo vencia nesta quarta-feira (18).

    A instituição do conglomerado de Vorcaro não possuía captação de depósitos do público e foi submetida ao regime de administração especial em uma tentativa de se viabilizar a continuidade dos negócios do Will Bank.

    A financeira tinha sido preservada naquele momento diante do interesse de investidores em adquirir o banco digital. Mas, em 21 de janeiro, o BC decretou também a liquidação extrajudicial do Will Bank.

    Segundo o Banco Central, o relatório do administrador do regime foi apresentado na última quinta-feira (12). O documento indicou que, com a liquidação do Will Bank, “não mais subsistem motivos para o prosseguimento do Raet do Banco Master Múltiplo”.

    “O BC continua adotando as medidas cabíveis para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais. A indisponibilidade dos bens dos controladores e dos administradores decorrentes da decretação do Raet é mantida com a decretação da liquidação extrajudicial”.

    BC decreta liquidação de instituição do grupo Master que estava sob regime especial

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  • INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

    INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

    Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6

    O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) suspendeu novos empréstimos consignados do banco C6 em razão de irregularidades nos contratos da instituição financeira com aposentados pela Previdência Social. O órgão quer que o banco devolva R$ 300 milhões a segurados.

    A decisão foi tomada após a Controladoria-Geral da União (CGU) identificar pelo menos 320 mil contratos de consignados com seguros e pacotes de serviços embutidos, em uma espécie de venda casada.

    Auditores concluíram que a irregularidade é grave porque reduz o valor líquido disponibilizado pelo banco a aposentados. O INSS proíbe a inclusão de custos extras, como taxas, prêmios e seguros que não tenham a ver com os empréstimos.

    O banco só poderá voltar a fazer novos empréstimos consignados quando restituir os valores cobrados indevidamente.

    Para poder vender o produto e descontar as parcelas de consignados diretamente na conta dos aposentados pelo INSS, o banco mantinha um acordo de cooperação técnica com o órgão. Este foi o termo rescindido pelo órgão como parte da penalidade.

    A decisão do INSS foi tomada com base em uma apuração da CGU, que identificou irregularidades em milhares de contratos de empréstimos entre o C6 e aposentados.

    Entre os achados, auditores entenderam que o banco embutiu indevidamente um seguro de R$ 500 em meio ao contrato de consignados. O serviço é fornecido por uma seguradora do JP Morgan, que é acionista de pouco menos da metade do C6.

    Dados obtidos pela Lei de Acesso à Informação mostram que, entre 2020 e 2025, o C6 faturou R$ 20 bilhões com créditos consignados. No primeiro ano, quando entrou para esse mercado criando o C6 Consig, tinha 514 clientes. Em 2025, já tinha uma carteira de 3,3 milhões de consignados.

    O banco chegou a ser condenado judicialmente a indenizar aposentados que afirmaram ter sofrido descontos sem terem contratado empréstimos consignados. Também já firmou acordo com o Ministério Público Federal para cessar fraudes nesses contratos.

    INSS suspende empréstimos consignados do banco C6 e cobra devolução de R$ 300 mi a aposentados

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  • Receita vai pagar até R$ 1 mil a quem não declarou IR; veja quem recebe

    Receita vai pagar até R$ 1 mil a quem não declarou IR; veja quem recebe

    Novo modelo de restituição automática vai devolver valores a contribuintes que tiveram imposto retido na fonte, mesmo sem obrigatoriedade de declaração. Pagamento será feito por Pix e pode beneficiar cerca de 4 milhões de pessoas em 2026

    Uma nova medida da Receita Federal vai permitir a devolução automática de valores do Imposto de Renda para contribuintes que nem sequer entregaram a declaração. A partir de 2026, pessoas que não eram obrigadas a declarar, mas tiveram imposto retido na fonte, poderão receber esse dinheiro sem precisar solicitar.

    A iniciativa foi apelidada pelo governo de “cashback do Imposto de Renda” e tem como foco principalmente contribuintes de baixa renda que acabaram não recebendo valores a que tinham direito.

    Como funciona

    A restituição será feita por meio de uma declaração automática gerada pela própria Receita Federal, com base nas informações já disponíveis nos sistemas do Fisco, como dados do eSocial e de fontes pagadoras.

    O contribuinte não precisa enviar a declaração para participar. A partir de 15 de junho de 2026, será possível consultar se a declaração automática foi criada.

    Caso queira, o cidadão poderá revisar os dados, corrigir informações ou até cancelar o envio.

    O pagamento está previsto para 15 de julho de 2026 e será feito exclusivamente via Pix, usando a chave vinculada ao CPF.

    Quem tem direito

    Terão direito ao pagamento automático os contribuintes que não eram obrigados a declarar o Imposto de Renda em 2025 e, mesmo assim, tiveram valores retidos na fonte.

    Além disso, é necessário atender a alguns critérios:
    ter direito à restituição de até R$ 1.000
    estar com o CPF regular
    ter baixo risco fiscal
    possuir chave Pix vinculada ao CPF

    Esse tipo de situação pode ocorrer, por exemplo, quando a pessoa teve imposto descontado em parte do ano, mas depois deixou de atingir os critérios de obrigatoriedade de declaração.

    Valores e alcance

    A Receita Federal estima que cerca de 4 milhões de contribuintes serão beneficiados nessa primeira fase.

    O valor total do lote será de aproximadamente R$ 500 milhões.

    O limite individual de restituição é de R$ 1.000, mas a média prevista é de cerca de R$ 125 por pessoa.

    Por que a medida foi criada

    A iniciativa busca corrigir uma distorção do sistema. Muitos contribuintes deixam de receber restituições por falta de informação ou por não terem obrigação de declarar o Imposto de Renda.

    Com o avanço no cruzamento de dados, a Receita passou a identificar esses casos e decidiu devolver automaticamente os valores.

    Atenção

    A Receita reforça que quem é obrigado a declarar o Imposto de Renda deve continuar enviando a declaração normalmente.

    O sistema automático vale apenas para quem não tinha obrigação de declarar.

    A medida também é considerada um projeto piloto, e ainda não há garantia de continuidade nos próximos anos.

    Quem precisa declarar o IR 2026

    Devem entregar a declaração os contribuintes que, em 2025:
    receberam rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584
    tiveram outros rendimentos acima de R$ 200 mil
    realizaram operações na Bolsa acima de R$ 40 mil ou com lucro tributável
    obtiveram ganho de capital
    tiveram atividade rural com receita relevante
    possuíam bens acima de R$ 800 mil

    Nesses casos, a declaração é obrigatória e o não envio pode gerar multa.

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    Receita vai pagar até R$ 1 mil a quem não declarou IR; veja quem recebe

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  • Declaração de bets, superlote de restituição e alertas da malha fina estão entre as novidades do Imposto de Renda

    Declaração de bets, superlote de restituição e alertas da malha fina estão entre as novidades do Imposto de Renda

    Imposto de Renda 2026 começa dia 23 e terá prazo menor para entrega. Receita Federal espera 44 milhões de declarações e concentra restituições nos dois primeiros lotes; programa pré-preenchido estará disponível desde o primeiro dia de envio

    (FOLHAPRESS) – O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda 2026 começa às 8h da próxima segunda-feira (23) e vai até as 23h59 de 29 de maio. A Receita Federal espera receber cerca de 44 milhões de declarações neste ano.

    O prazo será menor em comparação ao ano passado, mas, desta vez, a declaração pré-preenchida estará disponível desde o primeiro dia de envio. O contribuinte poderá declarar pelo computador, internet ou celular. O programa tradicional ficará disponível para download a partir de sexta-feira (20).

    O limite de renda que obriga a declarar também foi atualizado. Deve prestar contas quem recebeu, em 2025, rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584, como salários, aposentadorias e aluguéis.

    A nova isenção para quem ganha até R$ 5.000 por mês ainda não entra nesta declaração. Ela só será considerada no Imposto de Renda do próximo ano.

    RESTITUIÇÃO EM QUATRO LOTES

    A Receita pagará a restituição em quatro lotes, e não cinco. Os dois primeiros serão maiores, com previsão de pagamento para cerca de 80% dos contribuintes.

    1º lote: 29 de maio
    2º lote: 30 de junho
    3º lote: 31 de julho
    4º lote: 31 de agosto

    A ordem de prioridade segue a mesma:

    Idosos com 80 anos ou mais
    Idosos a partir de 60 anos, pessoas com deficiência ou doença grave
    Professores
    Quem usar declaração pré-preenchida e Pix
    Quem usar uma dessas opções
    Demais contribuintes

    Em caso de empate, vale a data de envio: quem declarar antes recebe primeiro.

    PAGAMENTO AUTOMÁTICO

    Uma novidade será o pagamento automático para quem não é obrigado a declarar, mas teve imposto retido. Um lote especial será pago em 15 de julho para cerca de 4 milhões de pessoas.

    O valor será depositado automaticamente, desde que o CPF esteja regular e haja chave Pix cadastrada. O limite para esse lote é de restituições de até R$ 1.000.

    DECLARAÇÃO DE APOSTAS

    A declaração passa a ter campos específicos para ganhos com apostas. Quem ganhou mais de R$ 28.467,20 em 2025 deverá pagar imposto de 15% sobre o valor.

    Será necessário informar os dados por meio de um formulário específico e apresentar comprovantes fornecidos pelas plataformas.

    ALERTAS PARA EVITAR ERROS

    O sistema Meu Imposto de Renda terá alertas para ajudar a identificar possíveis erros antes do envio. Avisos como inconsistências ou despesas fora do padrão poderão aparecer.

    Um erro comum é declarar dependentes e esquecer de informar a renda deles, o que pode levar à malha fina.

    Também haverá alerta para quem escolher receber por Pix, mas não tiver chave cadastrada no CPF. Nesse caso, o pagamento ficará retido até a regularização.

    CRUZAMENTO DE DADOS DE SAÚDE

    Com o uso obrigatório do sistema Receita Saúde, todos os recibos médicos passam a ser digitais. Isso permitirá um cruzamento mais preciso de informações.

    Cerca de 30,4 milhões de recibos já estarão automaticamente incluídos na declaração pré-preenchida.

    PRÉ-PREENCHIDA MAIS COMPLETA

    A declaração pré-preenchida terá mais dados neste ano, incluindo informações do eSocial. Será necessário ter conta gov.br nível prata ou ouro.

    O sistema indicará quando os dados vierem de terceiros, como empresas e bancos, e pedirá conferência.

    OUTRAS NOVIDADES

    O sistema agora inclui renda variável, permitindo declarar operações na Bolsa diretamente no Meu Imposto de Renda.

    Também será possível retificar declarações entre sistemas diferentes e acessar ajuda dentro da própria plataforma.

    Haverá ainda campo opcional para informar raça e cor, além de nome social.

    Na ficha de bens, será possível indicar imóveis com usufruto em campo específico.

    QUEM DEVE DECLARAR

    Devem declarar quem, em 2025:

    • Recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584
    • Teve rendimentos isentos acima de R$ 200 mil
    • Teve ganho de capital na venda de bens
    • Operou na Bolsa acima de R$ 40 mil ou com lucro tributável
    • Teve receita rural acima de R$ 177.920
    • Possuía bens acima de R$ 800 mil
    • Passou a residir no Brasil em 2025
    • Possui investimentos no exterior ou estruturas como trust
    • Teve lucros ou dividendos no exterior

    Quem é obrigado a declarar e não entrega dentro do prazo paga multa mínima de R$ 165,74, podendo chegar a 20% do imposto devido.
     
     
     

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  • Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

    Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

    Dólar recua 1,62% a R$ 5,23 e Ibovespa sobe 1,24% com a guerra no Oriente Médio e trajetória dos juros brasileiros no radar dos investidores; no centro do conflito com o Irã estão os temores de gargalos no mercado de energia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O dólar fechou em forte queda de 1,62 %, cotado a R$ 5,230, nesta segunda-feira (16), com a guerra do Irã e trajetória dos juros brasileiros no radar dos investidores. O pregão foi marcado por um maior interesse por ativos de risco.

    A desvalorização da moeda acompanhou o recuo no exterior (na mínima, o dólar chegou a R$ 5,226, uma queda de 1,69%). O índice DXY, que mede o desempenho do dólar frente a seis outras moedas, recuou 0,58% durante o dia.

    O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário brasileiro, por outro lado, avançou 1,24%, a 179.875 pontos, com grande parte das ações do índice no campo positivo.

    O movimento devolveu os ganhos da moeda norte-americana e as perdas da Bolsa, que haviam registrado alta de 1,35% e queda de 0,9%, respectivamente, na sexta-feira (13).

    “Encerramos a sexta-feira com o dólar em R$ 5,32. Agora, porém, vemos uma correção desses movimentos: enquanto o dólar se enfraquece no exterior, o real acaba se beneficiando”, diz Lucca Bezzon, analista de inteligência de mercado da StoneX.

    Naquele dia, o receio do mercado financeiro foi influenciado por declaração do presidente norte-americano, Donald Trump, ao canal Fox News, afirmando que iria “atacar o Irã com muita força” nesta semana.

    Nesta segunda, o movimento é foi de revisão, apesar de não haver uma mudança do ponto de vista diplomático no Oriente Médio para tal. “A gente vê uma desvalorização do dólar diante de um cenário de um pouco mais de apetite por risco e isso favorece moedas emergentes”, diz Bezzon.

    O conflito tem ganhado status de uma guerra regional. Nesta segunda-feira, Israel invadiu novas áreas do sul do Líbano, em uma ofensiva terrestre contra Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã.

    No centro do conflito estão os temores de gargalos no mercado de energia -o estreito de Hormuz, na costa iraniana, é responsável por 20% de todo petróleo e gás global-, que podem causar um repique inflacionário global.

    “A persistência da guerra no Oriente Médio mantém volatilidade no preço do petróleo, com o Brent orbitando novamente a faixa de US$ 100 por barril, o que reforça temores de pressões inflacionárias a nível global e sustenta a busca por ativos considerados mais seguros, como a moeda americana”, diz Bruno Shahini, especialista em investimentos da Nomad.

    No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convocou outros países a enviarem navios de guerra para manter o estreito de Hormuz aberto à navegação. O pedido ainda não surtiu efeito.

    “Os países do mundo que recebem petróleo pelo estreito de Hormuz precisam zelar por essa passagem, e nós vamos ajudar -E MUITO!”, escreveu Trump em publicação no Truth Social. “Os EUA também vão se coordenar com esses países para que tudo ocorra de forma rápida, tranquila e satisfatória.”

    No mesmo dia, o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que a via está aberta para todos, menos para aliados dos Estados Unidos.

    A travessia estaria bloqueada “apenas para petroleiros e navios de inimigos e os aliados deles”, afirmou Araghchi para a mídia estatal iraniana. “Ainda há muitos petroleiros e navios que estão passando pelo estreito”, disse o chanceler.

    O Irã também advertiu que a guerra se ampliará se houver intervenção de outros países.

    Além disso, na última quarta, a AIE (Agência Internacional de Energia) aprovou a liberação de 400 milhões de barris de suas reservas, o maior movimento desse tipo na história da organização que reúne 32 países, incluindo os Estados Unidos.

    As tensões no Oriente Médio têm afetado as previsões de política monetária dos bancos centrais. O mercado já estima que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) mantenha o patamar atual de juros até julho.

    Segundo a ferramenta FedWatch, do CME Group, os investidores veem uma chance de 99,2% de que o Fed mantenha o patamar atual de juros, entre 3,5% e 3,75%, na reunião desta quarta-feira (18).

    As previsões também apontam maior probabilidade de manutenção da taxa nas reuniões subsequentes: 93% na reunião de abril e 71,7% na de junho. O quadro começa a mudar na reunião de julho, com 59,5% prevendo manutenção, mas 34,3% projetando redução para a faixa entre 3,25% e 3,5%.

    Ricardo Trevisan, CEO da Gravus Capital, vê uma pressão global com o conflito. “O petróleo mais caro tende a pressionar as expectativas de inflação global, principalmente em economias desenvolvidas, o que pode reduzir o espaço para cortes de juros mais rápidos pelo Fed”.

    No exterior, a política monetária e a correção do mercado acionário com a guerra do Oriente Médio também acontece. Os índices S&P 500, Dow Jones e Nasdaq avançaram 1,02%, 0,83% e 1,22%, respectivamente.

    Dólar fecha em forte queda, a R$ 5,23, com guerra em foco; Bolsa sobe mais de 1%

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  • CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

    CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

    Candidatos serão convocados para nomeações ou cursos de formação; Confira o calendário com as próximas etapas, após o início das convocações para nomeação!

    O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap) divulgaram nesta segunda-feira (16) o resultado final da segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU).

    O resultado final, com as classificações gerais do certame, e as convocações para as demais etapas do processo seletivo podem ser consultados no Diário Oficial da União (DOU).

    As listas com as classificações finais dos candidatos para vagas imediatas e para a lista de espera foram consolidadas após a terceira rodada de confirmação de interesse pelos candidatos convocados. Desde as 16h desta segunda-feira, no horário de Brasília, está disponível, também, a consulta individual ao resultado final, na Página de Acompanhamento, dentro do portal da Fundação Getulio Vargas (FGV), banca organizadora do concurso.

    O resultado reúne as classificações para vagas em cargos de nível superior e intermediário, distribuídas em 32 órgãos e entidades federais.

    Próximas etapas

    Para alguns cargos, o resultado divulgado corresponde ao encerramento de uma fase do concurso.

    Cada órgão e entidade federal participante iniciará os procedimentos administrativos para nomear os aprovados dentro do número de vagas imediatas, com respeito à ordem de classificação e os trâmites específicos de cada carreira.

    Porém, pode haver etapas complementares, como cursos ou programas de formação, procedimentos de investigação social e funcional, além de defesa de memorial e prova oral, dependendo das atribuições e exigências legais de cada cargo ou especialidade.

    Curso ou formação

    A etapa dos cursos ou programa de formação corresponde à segunda fase do certame, com caráter eliminatório e classificatório e será conduzida pelo órgão responsável pelo cargo.

    Já para cargos que exigem investigação social e funcional, o procedimento tem caráter eliminatório e busca verificar a idoneidade e a vida pregressa das pessoas candidatas para o exercício das funções públicas.

    Confira o calendário com as próximas etapas, após o início das convocações para nomeação:

    • Após 16 de março: início das convocações para nomeação, e, quando couber, para o procedimento de investigação social e funcional, a realização da defesa de memorial; prova oral e o curso ou programa de formação
    • 17 a 24 de março: prazo para preenchimento da Ficha de Informações Pessoais, referente à fase de investigação social e funcional para o cargo de analista técnico de justiça e defesa6 a 10 de abril: prazo para envio da documentação referente à defesa de memorial e prova oral.

    CNU 2025

    A segunda edição do CNU oferece 3.652 vagas distribuídas em 32 órgãos federais.

    Os cargos são agrupados em nove blocos temáticos.

    Do total de vagas, 3.144 são de nível superior e 508 de nível intermediário.

    Em relação ao preenchimento das 3.652 vagas, o MGI planeja chamar 2,4 mil aprovados imediatamente após a homologação do certame. As outras 1,1 mil vagas serão preenchidas no curto prazo.

    CNU 2 divulga resultado final com classificações e lista de espera

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  • Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

    Parte dos integrantes do PL defende nome que agrade à Faria Lima, enquanto radicais querem perfil anti-Lula; interlocutores do senador dizem que sua decisão será respeitada e minimizam a divergência

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – Pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que anunciaria em breve seu ministro da Economia para um possível governo, mas enfrenta divergência entre seus aliados que questionam nomes ligados ao mercado.

    Até agora, são cogitadas pessoas que têm mantido contato com Flávio ou com seus auxiliares e têm ajudado com ideias e orientações para o programa de governo. Entre eles, estão Roberto Campos Neto, Mansueto Almeida, Gustavo Montezano, Daniella Marques e o próprio ex-ministro Paulo Guedes, “posto Ipiranga” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

    Bolsonaristas próximos ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestaram contrariedade com a escolha de um nome liberal, ligado ao sistema financeiro e, portanto, mais palatável ao centrão.

    Campos Neto, ex-presidente do Banco Central, é vice-chairman e chefe global de Políticas Públicas do Nubank, além de colunista da Folha de S.Paulo. Daniella é ex-presidente da Caixa e foi braço-direito de Guedes na pasta da Economia. Montezano foi presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social), enquanto Mansueto, hoje economista-chefe do BTG Pactual, foi secretário do Tesouro Nacional.

    Segundo interlocutores de Eduardo disseram à reportagem, a chamada Faria Lima tem interesses próprios e vai agir para emplacar um dos seus no ministério da Economia.

    A leitura é de que os liberais são pragmáticos, abraçam qualquer governo, enquanto os ministros de Flávio deveriam ter uma agenda anti-Lula (PT).

    Para essa ala mais ideológica, seria preferível escolher para esse posto chave um político do grupo, com lealdade a Flávio, enquanto a área técnica ocuparia o segundo escalão.

    Eles mencionam, por exemplo, Adolfo Sachsida, que foi ministro de Minas e Energia no governo Bolsonaro. Pelas redes sociais, Sachsida critica o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, demonstra indignação com a prisão do ex-presidente, contesta o governo Lula e defende a anistia aos condenados por golpismo.

    Sachsida é um dos nomes com quem Flávio tem conversado a respeito de políticas econômicas, segundo integrantes da pré-campanha.

    Parte dos interlocutores de Flávio vai na direção oposta -afirma preferir um nome já conhecido e com credibilidade, justamente para dar segurança à Faria Lima e à classe política. Essa opinião é compartilhada por integrantes da cúpula do PL.

    O argumento é o de que tanto Bolsonaro como Lula governaram para suas respectivas bolhas, enquanto Flávio deve buscar conquistar outros públicos. Nesse sentido definir um nome no perfil de Paulo Guedes poderia ser o diferencial para fazê-lo ganhar a disputa contra o petista.

    No fim de fevereiro, Flávio disse a correligionários que pretende apresentar um nome que agrade ao mercado financeiro. Ele mencionou o desejo de um quadro com capacidade para equilibrar as contas públicas.

    Segundo políticos ouvidos pela reportagem, de um lado ou do outro, a ideia é minimizar a desavença interna e não deixar que isso se torne uma crise para o senador. Eles afirmam que a escolha de Flávio será respeitada e que ele tem a qualidade de ouvir todas as opiniões.

    Membros do PL dizem que Flávio tem boa relação com a ala mais ideológica, que confia e respeita esses bolsonaristas mais radicais. Mas ressaltam que ele tende a adotar outra linha, já que o esforço da sua campanha será de moderar o discurso para avançar sobre o eleitorado de centro. A atitude também envolve um aceno ao mercado financeiro, que a princípio deu sinais de resistência ao seu nome.

    Como mostrou a Folha de S.Paulo, o coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), diz que, em caso de vitória nas eleições, o novo governo pretende revisitar as reformas da Previdência e trabalhista.

    O plano de governo do pré-candidato será lançado no próximo dia 30 de março, com diretrizes para economia (sobretudo a área fiscal), educação, segurança hídrica e terras indígenas, entre outros temas.

    Em entrevista à reportagem, Marinho elogiou Campos Neto. O economista, porém, disse a interlocutores que não pretende voltar para cargos públicos.

    De acordo com integrantes da pré-campanha, o foco de Flávio na questão fiscal favorece o nome de Mansueto, por exemplo. Segundo Marinho, um eventual governo Flávio deve propor uma nova regra fiscal.

    “É evidente que nós temos que redefinir parâmetros fiscais, porque o que existe não é mais um arcabouço, é uma peneira. A forma como a política fiscal expansionista acontece no Brasil é uma das principais causas dessa taxa de juros de 15% ao ano”, disse, sem detalhar o possível desenho.

    Aliados de Flávio Bolsonaro rechaçam liberais para ministro da Economia

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  • Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

    Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

    Barril Brent chegou a atingir US$ 106, mas reverteu tendência e está em queda nesta segunda. Bolsas da Europa estão em alta, enquanto o ouro enfrenta desvalorização

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O preço do petróleo começou a semana em alta, chegou a bater em US$ 106, mas passou a cair nesta segunda-feira (16) na comparação com o fechamento de sexta-feira (13).

    O barril Brent abriu as negociações em forte alta e alcançou US$ 106,50 (R$ 560,38) às 19h30 de domingo (horário de Brasília), quando era manhã na Ásia. Após a disparada na abertura, o preço passou a cair e estava em queda de 0,82%, a US$ 102,27 (R$ 538,24), às 14h desta segunda. Na sexta, o contrato de maio custava US$ 103,14.

    A queda era maior no barril WTI (West Texas Intermediate), usado nos EUA, que caía 3,16%, a US$ 94,21 (R$ 502,98). Já as Bolsas da Europa registravam alta, enquanto parte da Ásia subiu e outras caíram nesta segunda.

    A situação no estreito de Hormuz permaneceu como foco principal dos investidores, e as exigências do presidente dos EUA, Donald Trump, por uma coalizão para ajudar a reabrir a via marítima foram descartadas por aliados históricos como Japão e Austrália, que disseram não planejar enviar embarcações para escoltar navios através do estreito.

    Complicando ainda mais a situação, Trump disse ao Financial Times no domingo que esperava que a China ajudasse a desbloquear o estreito antes de sua reunião programada com o presidente Xi Jinping em Pequim no final deste mês. Ele ameaçou adiar sua viagem caso os chineses não fornecessem assistência.

    Em resposta ao pedido de Trump, o regime do Irã alertou outros países que, caso intervenham, haverá “uma escalada” na guerra no Oriente Médio.

    A alta do petróleo desde o começo da guerra no Oriente Médio também está no centro das discussões dos principais bancos centrais. Nesta semana, o Fed (Federal Reserve, o BC dos EUA), o BCE (Banco Central Europeu) e os bancos centrais do Brasil, da Austrália, do Japão, da Suíça e da Suécia se reúnem para definir as novas taxas de juros.

    A expectativa é que a taxa seja cortada em 0,25 ponto percentual no Brasil, e que europeus e norte-americanos mantenham o patamar atual.

    A grande questão para as autoridades é “quanto tempo dura o conflito, (e) se o choque nos preços da energia -compensado pelo apoio fiscal- causa efeitos inflacionários de segunda ordem e, portanto, requer política monetária restritiva”, afirmou Kenneth Broux, chefe de pesquisa corporativa de câmbio e taxas do Societe Generale.

    Ativos de risco como ações caíram acentuadamente desde o início da guerra, mas estavam um pouco mais estáveis na segunda-feira, enquanto os investidores tentavam processar o que pode acontecer em seguida.

    O índice Euro STOXX 600, referência na União Europeia, registrava alta de 0,39%, às 14h. Outras Bolsas no continente que estavam em valorização eram Frankfurt (0,51%), Londres (0,55%), Paris (0,31%) e Madri (0,18%).

    Na Ásia, o índice CSI300, que reúne as principais companhias em Xangai e Shenzhen, fechou em alta de 0,05%, assim como as Bolsas de Seul (1,14%), Singapura (0,55%) e Hong Kong (1,45%). Mas outros mercados caíram como Tóquio (-0,1%), Xangai (-0,26%) e Taiwan (-0,17%).

    Já o ouro estava em desvalorização de 0,79%, cotado a US$ 5.021,80 (R$ 26,42 mil), e o bitcoin saltava 3,91%, vendido a US$ 74,09 mil (R$ 389,85 mil).

    Após abrir em alta, preço do petróleo cai, mas ainda segue acima de US$ 100

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