Categoria: ENTRETENIMENTO

  • Vídeo de Ana Castela reacende tabu sobre gases; entenda

    Vídeo de Ana Castela reacende tabu sobre gases; entenda

    A repercussão do episódio reacendeu um tabu antigo: a ideia de que a flatulência é algo vergonhoso, sobretudo quando envolve mulheres. No entanto, sob a perspectiva médica, eliminar gases é uma função fisiológica natural do organismo humano, sem relação com gênero ou comportamento inadequado.

    Um vídeo que circula nas redes sociais mostrando a cantora Ana Castela supostamente liberando gases durante uma apresentação ao vivo rapidamente viralizou e virou motivo de piadas e comentários. A repercussão do episódio reacendeu um tabu antigo: a ideia de que a flatulência é algo vergonhoso, sobretudo quando envolve mulheres. No entanto, sob a perspectiva médica, eliminar gases é uma função fisiológica natural do organismo humano, sem relação com gênero ou comportamento inadequado.

    Vídeo de Ana Castela reacende tabu sobre gases; entenda

  • Morre participante do Quilos Mortais que chegou aos 352 kg

    Morre participante do Quilos Mortais que chegou aos 352 kg

    A família não divulgou a causa do falecimento até o momento. Segundo Charly, a intenção inicial era manter a informação em caráter privado, mas a grande quantidade de mensagens e telefonemas a levou a se manifestar publicamente.

    Charity Pierce, que ficou conhecida do grande público após participar do reality show Quilos Mortais, morreu aos 50 anos. A morte foi confirmada nesta quarta-feira (28/1) por sua filha, Charly Jo, por meio de uma publicação nas redes sociais. A família não divulgou a causa do falecimento até o momento. Segundo Charly, a intenção inicial era manter a informação em caráter privado, mas a grande quantidade de mensagens e telefonemas a levou a se manifestar publicamente.

    Em um desabafo emocionante, a filha escreveu: “Eu não ia postar sobre isso, mas as ligações e mensagens estão me deixando arrasada. Minha mãe faleceu hoje”. Em outra publicação, afirmou que Charity “está com a mãe, o irmão e a irmã e finalmente em paz”, ressaltando o alívio após um longo período de sofrimento enfrentado pela ex-participante do programa. Charly também prestou uma homenagem à mãe, dizendo: “Voe alto, mamãe. Espero que você saiba o quanto eu te amo e o quanto sou grata por ter podido estar ao seu lado enquanto você dava seu último suspiro”.

    Antes de ganhar visibilidade no reality, Charity Pierce enfrentava sérias limitações físicas e problemas de saúde. Ela integrou a terceira temporada de Quilos Mortais, exibida em 2015, quando pesava cerca de 352 quilos. Sua história chamou atenção não apenas pelo peso extremo, mas também pelos relatos de traumas pessoais e dificuldades emocionais que impactavam diretamente sua relação com a alimentação.

    Após a participação no programa, Charity passou por uma cirurgia bariátrica e conseguiu reduzir significativamente o peso, chegando a aproximadamente 127 quilos. O processo envolveu acompanhamento médico contínuo e diversas adaptações ao longo dos anos. Ela retornou em edições especiais da atração para mostrar a evolução do tratamento, incluindo cirurgias para retirada de excesso de pele e desafios enfrentados durante a recuperação.

    Nos últimos tempos, Charity lidava com um quadro de saúde delicado. Ela realizava tratamento para linfedema e problemas respiratórios provocados pelo acúmulo de líquido nos pulmões. Além disso, enfrentava um câncer renal, diagnóstico que exigiu novos procedimentos médicos.

    Morre participante do Quilos Mortais que chegou aos 352 kg

  • EUA não sabem o que é viver sob uma ditadura, afirma Wagner Moura à revista Variety

    EUA não sabem o que é viver sob uma ditadura, afirma Wagner Moura à revista Variety

    Ator indicado ao Oscar relaciona ‘O Agente Secreto’ ao avanço do autoritarismo no mundo; para ele, democracias vivem momento frágil, marcado por desinformação e ausência de limites

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Em entrevista à revista americana Variety, o ator Wagner Moura falou sobre ditadura, democracia e o papel da arte em tempos de crise, traçando paralelos diretos entre o passado autoritário do Brasil e o cenário político atual dos Estados Unidos.

    Indicado ao Oscar de melhor ator pelo filme dirigido por Kleber Mendonça Filho, o ator brasileiro afirmou que parte do público americano não compreende plenamente o que significa viver sob um regime autoritário. “Vocês nunca tiveram a experiência de viver sob uma ditadura. Não sabem o que é isso”, disse, ao comentar a recepção da obra fora do Brasil.

    Ambientado nos anos 1970, “O Agente Secreto” acompanha Armando, ex-professor perseguido pelo regime militar que tenta fugir com o filho enquanto a repressão se intensifica. Para Moura, a história não fala apenas do passado, mas serve como alerta para o presente. Segundo ele, regimes autoritários raramente se impõem de forma abrupta -avançam aos poucos, muitas vezes normalizados pela sociedade.

    O ator explicou que o projeto nasceu de inquietações compartilhadas com o diretor. “Este é um filme que nasceu de como eu e Kleber nos sentíamos quando o Brasil estava sob esse tipo de governo fascista. De como nos sentíamos sobre nossos papéis como artistas”, afirmou, reforçando a dimensão política da obra.

    Ao longo da conversa, Moura demonstrou preocupação com a fragilidade das democracias contemporâneas e com o impacto da desinformação no debate público. Para ele, o problema central do mundo atual é a erosão dos fatos como base comum de discussão. “O que mais me preocupa na humanidade hoje é que não existem mais fatos. Fatos não importam mais”, disse.

    O ator destacou que, no passado, divergências políticas partiam de uma realidade compartilhada. “A gente costumava brigar -esquerda e direita- pela mesma coisa. Hoje em dia, não é sobre fatos. É sobre versões da verdade”, afirmou. Ele citou como exemplo a fragmentação da informação nas redes sociais, em que diferentes grupos recebem narrativas completamente distintas.

    Moura também comentou o que vê como uma resposta insuficiente das instituições democráticas diante de ameaças autoritárias, especialmente nos Estados Unidos. “Sinto que os Estados Unidos e suas instituições não estão respondendo com a firmeza adequada -estabelecendo limites, fazendo com que as pessoas enfrentem consequências”, disse.

    Além de “O Agente Secreto”, o ator lembrou sua participação em “Guerra Civil” (2024), distopia que imagina um conflito interno nos EUA a partir de uma radicalização política extrema. Para ele, a ficção tem servido como espelho de um mundo cada vez mais instável.

    EUA não sabem o que é viver sob uma ditadura, afirma Wagner Moura à revista Variety

  • Turnê de Shakira quebra recorde e alcança a maior bilheteria de um artista hispânico

    Turnê de Shakira quebra recorde e alcança a maior bilheteria de um artista hispânico

    Os shows já arrecadaram cerca de R$ 2, 2 bilhões, superando o recorde anterior da turnê do cantor mexicano Luis Miguel (2023-2024), que havia somado um pouco mais de R$ 2,125 bilhões

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – As mulheres já não choram, elas faturam. A turnê “Las Mujeres Ya No Lloran World Tour”, de Shakira, entrou para a história da música ao se tornar a turnê hispânica com a maior bilheteria de todos os tempos.

    Segundo a Billboard, os shows já arrecadaram US$ 421,6 milhões (cerca de R$ 2, 2 bilhões), superando o recorde anterior da turnê do cantor mexicano Luis Miguel (2023-2024), que havia somado US$ 409,5 milhões (um pouco mais de R$ 2,125 bilhões).

    O recorde vem após de uma maratona de 82 apresentações em estádios nos Estados Unidos e na América Latina, que reuniu mais de 3,3 milhões de espectadores. Em nota divulgada pela revista, a cantora celebrou o marco como um reconhecimento após três décadas de carreira e destacou a relação com o público como motor do sucesso. “Depois de tantos desafios, viver esse momento é inacreditável. Só posso ser grata pela lealdade e paixão dos meus fãs.”

    Nos últimos meses, Shakira também foi homenageada com o Global Touring Icon Award, concedido pela Billboard, e concorre ao prêmio de Latin Tour of the Year (Turnê latina do ano), da Pollstar.

    Um dos pontos altos da turnê foi a temporada histórica na Cidade do México, onde a artista realizou 12 shows no Estadio GNP Seguros, todos com ingressos esgotados. Com capacidade para 65 mil pessoas por noite, as apresentações no local somaram cerca de 780 mil ingressos vendidos -o maior número já registrado por uma turnê no estádio.

    Diante da demanda, um 13º e último show foi agendado para 27 de fevereiro, encerrando a passagem de Shakira pela capital mexicana.

    Turnê de Shakira quebra recorde e alcança a maior bilheteria de um artista hispânico

  • Matheus passa por 'gestão de crise' com Karol Conká e diz que preferia ter sido planta

    Matheus passa por 'gestão de crise' com Karol Conká e diz que preferia ter sido planta

    Quadro do reality mostra bate-papo entre ‘vilões’ do reality; cantora afirma que foi soberba e aconselha brother a aprender com erros

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – m quadro exibido pelo BBB 26 mostrou uma “gestão de crise” intermediada por Karol Conká com Matheus Moreira. Ambos foram vilões de suas respectivas edições.

    No bate-papo, Karol deu dicas ao ex-participante. “Agora é aprender com os erros e estar disposto a melhorar. Na minha edição [BBB 21], eu fui soberba”, lembrou a rapper.

    Eliminado do programa, Matheus diz que fez “tudo errado” e que estava “apavorado” com a repercussão negativa de seus atos logo nas primeiras horas fora do reality.

    E confessou que preferia ter tido uma personalidade diferente. “Eu sinto vergonha. Pelo menos fico tranquilo que planta nós não fomos. Mas eu preferia ter sido planta, sendo bem sincero.”

    Matheus passa por 'gestão de crise' com Karol Conká e diz que preferia ter sido planta

  • Babu Santana atende Big Fone e terá de indicar em consenso alguém ao Paredão

    Babu Santana atende Big Fone e terá de indicar em consenso alguém ao Paredão

    Telefone tocará mais duas vezes para movimentar o jogo; entenda; Breno já havia vetado Brigido de provas da semana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na manhã desta sexta-feira (30), o Big Fone voltou a tocar no BBB 26 (Globo). E dessa vez foi Babu Santana quem atendeu. Na mensagem, foi pedido que ele colocasse uma pulseira prateada no pulso.

    “Atenção, preste muita atenção. Pegue, agora, a pulseira prateada na despensa e coloque no seu braço. Caso você seja o Líder, dê a pulseira para outro jogador. Faça isso imediatamente”, disse a voz.

    O que ninguém ainda sabe é que o Big Fone tocará mais duas vezes na casa, uma nesta noite de sexta, durante o programa, e outra no sábado também durante a atração.

    Em consenso, as três pessoas que atenderem terão de indicar alguém ao Paredão. Vale lembrar que o telefone já havia tocado na noite de quinta (29).

    Breno Corã foi o primeiro a chegar até ele e ouviu que teria de vetar alguém de todas as disputas da semana. O escolhido para ficar de fora foi Brigido Neto.

    Babu Santana atende Big Fone e terá de indicar em consenso alguém ao Paredão

  • Web critica direção da prova do líder

    Web critica direção da prova do líder

    Internautas criticaram validação de grupo após Maxiane sair do trajeto estipulado; decisão deu o reinado para a sister, que se tornou a primeira mulher na liderança

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Nas redes sociais, internautas criticaram a validação do grupo formado por Maxiane Rodrigues, Marcelo Alves, Marciele Albuquerque e Breno Corã para a segunda fase da prova do líder do BBB 26 (Globo) após sister sair do local estipulado do trajeto.

    Os jogadores precisaram concluir um desafio de revezamento, percorrendo um circuito com portas. Cada pessoa da equipe foi posicionada em um ponto do trajeto, de acordo com os números nos seus coletes.

    O percurso foi determinado com um cercado e, durante a prova, Maxiane saiu da área da prova. Mesmo assim, a direção do programa decidiu validar a rodada. O grupo da sister foi classificado para a fase final e ela ganhou a liderança.

    Além do erro da pernambucana, web também apontou que, durante a segunda fase da dinâmica, Breno falou que eliminaria Maxiane, mas mudou de opinião e optou por eliminar Marciele. Para o público, a produção deveria ter sido mais ríspida e seguido a primeira coisa falada pelo brother.

    Web critica direção da prova do líder

  • Dudu Nobre é hospitalizado no Rio de Janeiro: "Deu ruim"

    Dudu Nobre é hospitalizado no Rio de Janeiro: "Deu ruim"

    O sambista foi atendido no Pronto Atendimento Unimed, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro

    Nesta quinta-feira (29), a cantor Dudu Nobre, de 52 anos, foi hospitalizado no Pronto Atendimento Unimed, localizado na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro.

    Nas redes sociais, o sambista publicou uma foto tomando medicação intravenosa. “Deu ruim na máquina”, brincou ele na legenda do post, compartilhado nos stories de seu Instagram.

    A equipe de Dudu usou as redes sociais para compartilhar um boletim. “Informamos que o cantor Dudu Nobre foi diagnosticado com pneumonia e, por orientação médica, precisará de repouso absoluto nos próximos dias”, iniciou.

    “Em razão disso, os shows que aconteceriam hoje e durante o final de semana serão adiados. Agradecemos a compreensão de todos os fãs e parceiros, e reforçamos nossos votos de pronta recuperação ao artista. Novas datas serão divulgadas em breve”, completou. 

    Dudu Nobre é hospitalizado no Rio de Janeiro: "Deu ruim"

  • Maxiane é a terceira líder do BBB 26

    Maxiane é a terceira líder do BBB 26

    Sister venceu Breno, Marcelo e Marciele na fase final da dinâmica; reinado da influenciadora digital sucede o do ator Babu Santana

    SÃO PAULO, SP (CBS NEWS) – Na noite desta quinta-feira (29), a influenciadora digital Maxiane Rodrigues foi coroada como a terceira líder do BBB 26 (Globo). Ela se tornou a primeira mulher e primeira pipoca a vencer a liderança da temporada.

    Maxiane venceu Breno Corã, Marcelo Alves e Marciele Albuquerque na fase final da competição pela coroa. Ela escolheu os três colegas, Samira Sagr, Sarah Andrade, Jordana Morais e Solange Couto para compor o seu VIP.

    A primeira fase da prova foi feita em grupos de quatro pessoas e os jogadores precisaram concluir um desafio de revezamento, percorrendo um circuito com portas. Cada pessoa da equipe foi posicionada em um ponto do trajeto, de acordo com os números nos seus coletes.

    O primeiro jogador precisava acionar um botão para disparar o cronômetro e iniciar a prova. A pessoa pegava um bastão, ficava diante de duas portas e escolhia uma para seguir. A sorte decidia o próximo passo: um caminho rápido ou um trajeto com obstáculos.

    O jogador, então, passava o bastão para o próximo colega e assim sucessivamente, até chegar na última pessoa que precisava apertar o botão para finalizar o cronômetro e, consequentemente, terminar a prova.

    A equipe formada por Breno, Marcelo, Marciele e Maxiane completou o percurso em 23 segundos, o menor tempo da casa, e avançou para disputar a fase final, que era individual. Cada pessoa deveria escolher um totem e, de acordo com a mensagem exibida na tela, eliminava uma pessoa da prova.

    Confira as equipes e seus respectivos tempos.

    – Grupo 1: Edilson Capetinha, Juliano Floss, Leandro e Samira
    Tempo: 1m

    – Grupo 2: Breno, Marcelo, Marciele e Maxiane
    Tempo: 23s

    – Grupo 3: Alberto Cowboy, Jonas Sulzbach, Paulo Augusto e Sarah Andrade
    Tempo: 40s

    – Grupo 4: Ana Paula Renault, Babu Santana, Chaiany e Milena
    Tempo: time desclassificado

    – Grupo 5: Gabriela, Jordana, Sol Vega e Solange Couto
    Tempo: 41s

     

    Maxiane é a terceira líder do BBB 26

  • Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só

    Filme com Hugh Jackman e Kate Hudson usa canções de Neil Diamond para contar a história real de uma dupla cover marcada por ambição, dificuldades financeiras, vício e superação, explorando a força emocional da música como elo entre passado, identidade e afeto

    (CBS NEWS) – Ao se falar em Neil Diamond, é comum que “Sweet Caroline” seja a primeira lembrança. Escrita para sua segunda esposa, a canção sobre amor e o entrelaçar de mãos marcou o primeiro grande sucesso do artista e, com o passar do tempo, teve a popularidade renovada ao se tornar um hino de celebração em partidas de futebol americano e outros esportes. Isso não significa, porém, que sua carreira – que vai de “America”, hit sobre a imigração para os Estados Unidos, a canções que flertam com a espiritualidade – se resuma a esse clássico pop.

    Em “Song Sung Blue”, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (29), a redução da trajetória de Diamond, hoje aposentado das turnês, mas ainda dedicado às gravações, é justamente o motivo de inconformismo do personagem vivido por Hugh Jackman. Ele interpreta Mike Sardina, um cantor de beira de estrada que construiu sua carreira a partir de versões do músico americano. Na tela, o personagem defende um repertório tão diverso quanto o de seu intérprete, cuja voz surgiu nos palcos da Broadway e hoje ecoa nas salas de cinema ao redor do mundo.

    “Eu conhecia um décimo de tudo que Neil tem a oferecer antes desse projeto. Nós temos alcances vocais muito parecidos. Aprendo muito ao ver áreas da voz dele com as quais tenho dificuldade. Isso sem falar das letras encantadoras. Ele segue se reinventando conforme descobre novas coisas”, afirma Jackman à reportagem. Ele descreve o “diamante”, hoje com 84 anos, como uma eterna inspiração para a sua carreira.

    Reconhecido por seu papel como Wolverine, anti-herói de quadrinhos da Marvel com garras afiadas entre os dedos, Jackman agora atravessa os Estados Unidos com apresentações musicais. Entre desafios, como pular corda e outras acrobacias, ele reúne canções de marcos teatrais e números extraídos da própria filmografia, relembrando projetos como o circense “O Rei do Show” e outros sucessos.

    Em “Song Sung Blue”, a megalomania do artista entra em choque com shows de boteco que ajudam o personagem a sobreviver financeiramente. A luta pelo dinheiro se soma às batalhas diárias para superar o alcoolismo herdado da Guerra do Vietnã. Não por acaso, o título faz referência a uma música de Diamond sobre a necessidade de cantar a tristeza para encontrar alívio — ou, no caso do protagonista, o amor.

    Baseado em uma história real — e inspirado em um documentário independente que pode ser alugado no site pessoal do realizador Greg Kohs —, o longa acompanha a paixão que transformou Mike e Claire Sardina, vivida por Kate Hudson, conhecidos no meio artístico como Thunder e Lightning, na dupla cover definitiva para interpretar hits e raridades de Neil Diamond.

    Se há proximidade entre a multiplicidade de Jackman e a do cantor — que também passou por canções descontraídas como “Crunchy Granola Suite”, sobre a alimentação de um homem ligado à natureza —, Hudson também se liberta de estigmas de carreira. Ao interpretar uma mulher traumatizada por um acidente, ela se afasta de papéis cômicos que longas como “Como Perder um Homem em 10 Dias” impuseram à sua trajetória.

    Indicada ao Oscar de melhor atriz pelo papel, Hudson cita o vício e a tragédia como barreiras que podem ser superadas por meio da arte. “Lidar com a vergonha é algo muito complicado. Claire é um ser repleto de luz, mas são as pessoas ao redor e o seu sistema de apoio que realmente a ajudam. Isso vale não só para as artes, mas para qualquer grupo que construímos junto aos outros”, diz a atriz, que vem aparecendo em listas de apostas para a temporada de premiações.

    Para o diretor Craig Brewer, por outro lado, talvez a resposta esteja em um campo mais transcendental. Diversas cenas retratam as canções de Diamond como louvores. Sequências dedicadas a faixas como “Soolaimon” e “Holy Holy” desafiam Thunder e Lightning a alcançar os tais raios e trovões.

    “Já encontrei pessoas que queriam assistir ao filme porque os pais delas amavam Neil Diamond. Seria um modo de preservá-los na memória”, afirma o cineasta. “A música tem esse poder. Ela nos faz lembrar de eras que se passaram, amores que se perderam e pode até recuperar cheiros e sensações ligados a um lugar ou a uma história”, completa Brewer.

    SONG SUNG BLUE
    – Quando Estreia nesta qui. (29) nos cinemas
    – Classificação 14 anos
    – Elenco Hugh Jackman, Kate Hudson e Ella Anderson
    – Produção Estados Unidos, 2025
    – Direção Craig Brewer

    Hugh Jackman vive cantor que vê Neil Diamond para além do rótulo de um hit só